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RPG | Diferenças entre sessão de jogo casual e sessão de jogo com mestre profissional

Amadeu

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“Era um dia de domingo e todos estavam empolgados para jogar RPG na casa de Julim. Carol estava a mais empolgada da turma. Ela era amiga do Mestre Julim junto aos outros jogadores e era quem tinha tido a iniciativa de tentar reunir o grupo. Receberam a notícia que João Paulo não ia poder jogar por que já tinha marcado com a namorada de sair, ele não falou para os outros por que estava constrangido com o esquecimento. Só o mestre sabia.

Julim, conhecendo o amigo colocou seu personagem como NPC. Não era a primeira vez, então estavam acostumados. Na casa de Julim, havia uma mesa grande para jogar, era a da sala de jantar. Os que chegaram na hora colocaram os dados, planilhas, livros e até um notebook na mesa junto aos biscoitos, mini-pizzas e garrafa de refrigerante. Eles ainda não começaram a jogar, embora tivesse marcado às 15:00 horas e já fosse quase 17. Quando começaram, ainda faltava ajustar o novo nível que haviam ganho, mas não quiseram interromper o jogo. Julim ficou chateado por que sujaram o livro dele com molho de tomate, mas acontece, não é? Foi super divertido, embora, o Bruno tenha faltado também e a avó de Julim de instante em instante pedisse ajuda com coisas domésticas. Mas, isso não atrapalhou muito a diversão do grupo, só um pouco, a narrativa estava muito boa. Quem sabe na próxima sessão algo diferente aconteça.”

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O exemplo anedótico acima ilustra apenas uma das incontáveis situações de sessão de jogo casual de RPG. Não há nenhum problema com sessões casuais ou com as  sessões de RPG em eventos com os formatos vigentes. O jogo de RPG casual existe e foi como aprendemos a jogar nosso hobby e continuará aí por um tempo indefinido, será como continuaremos a jogar sem nenhum problema.

O que muda então?

De alguns anos para cá, em nível nacional, a comunidade RPGística tem se deparado com outras possibilidades de sessão de RPG e várias discussões acerca do formato profissional de se conduzir uma narrativa.

Surge o Mestre profissional, cuja definição é, indivíduo que adquiriu conhecimentos advindos das áreas de ensino superior ou técnico que tem a competência de criar, estruturar e contar uma história; além dos conhecimentos em game design, uma vez que sua história é a serviço de um jogo.

Este profissional está preocupado em prover um lazer diferenciado através do poder de sua narrativa e de sua condução através de uma sessão de RPG. Mas, ele sozinho não tem poder nenhum. O narrador profissional depende tanto da abertura dos jogadores a este tipo de experiência quanto do ambiente para que este tipo de serviço ocorra.

É importante formatar e, portanto, dar limites separando o que é uma sessão profissional de RPG das sessões casuais. Existem alguns modelos para tal, informo aqui aquela com a qual trabalhamos na D&D Delivery, onde a partir daí, fazemos a distinção entre o jogo de sessão casual de RPG e a sessão com um formato profissional.

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Primeira diferença: Preparação

Casual:

-Não exige preparação de nenhum tipo para os jogadores;

Profissional:

– Exige preparação do narrador e do ambiente para que facilite uma imersão e reduza minimamente as interrupções de jogo;

Explicando:

O formato casual, em geral, não possui exigência de nenhum tipo. Os jogadores podem ou não faltar. O narrador pode ou não ter aventura e se arriscar totalmente no improviso. O formato casual permite qualquer ambiente, independente do barulho, da quantidade de pessoas e etc. Não possui a exigência de algum horário para começar ou terminar. A sessão ocorre como tiver que acontecer naquele momento e daquele jeito.

O formato profissional exige a preparação do narrador, como ator, contador de histórias e roteirista. Há a exigência de um ambiente fechado ou reservado ao grupo que irá jogar para que reduza minimamente as interrupções de jogo. Neste formato, não há mesas vizinhas de RPG onde jogadores de outras mesas estão a jogar simultaneamente. Existe horário fixo para iniciar e terminar. A sessão é planejada.

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Segunda diferença: Experiência “in-game”

Casual:

– Não tem a pretensão de propiciar uma experiência aos seus jogadores; A sessão casual também não se orienta a facilitar estados de imersão, aquele recorte de tempo e espaço é descomprometido. O jogo ocorre apenas no momento da narração;

Profissional:

– Ao final da sessão, o resultado pretende ser de jogadores pelo menos movidos por alguma emoção pertinente a temática da narrativa. O planejamento da sessão visa buscar aos seus jogadores um estado de imersão onde a ficção é “vivida na pele”, o jogo ocorre desde antes até durante o momento da narração.

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“Não me importa se o restante do grupo não veio, eu vou segurar as pontas sozinho, se preciso for!”

Terceira diferença: Comprometimento

Casual:

-Não se tem a exigência de se ter um comprometimento; O comprometimento varia e a sessão é mais, ou menos descompromissada.

Profissional:

– Há o investimento de dinheiro e tempo para com a sessão, existe a responsabilidade de seus jogadores e narrador principalmente. Agora, a relação é jogador-cliente e mestre-profissional. O que significa que há a preocupação do narrador de prover um serviço de qualidade e o interesse de investimento do jogador no uso de seu tempo e do tempo de trabalho do mestre profissional para uma experiência de lazer diferenciada.

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“Deixe-me contar-lhes uma das histórias que ouvi nas minhas viagens…”

Quarta diferença: Técnica Narrativa

Casual:

-Não exige que o narrador(a) tenha conhecimentos e técnicas especializadas; Qualquer um pode narrar da forma que lhe convier sem a responsabilidade de estar provendo um serviço;

Profissional:

– A presença de um(a) Narrador(a) Profissional que se faz a partir do domínio e uso na sessão de um conjunto de técnicas advindas da área de ensino superior ou técnica como o Teatro, o Cinema, a Literatura e várias outras para criar estruturar e contar uma história.

Então, resumindo, temos as seguintes características exigidas para uma sessão profissional de RPG, segundo o modelo da D&D Delivery:

1) preparação do ambiente para facilitação da imersão de jogo;

2) narração que facilite ao jogador uma experiência;

3) responsabilidade e comprometimento do narrador(a) e grupo;

4) domínio e utilização de técnicas, ou seja, a presença de um(a) narrador(a) profissional;

Casual ou Profissional amamos nosso hobby e perceber que vários formatos estão florescendo é gratificante à nossa comunidade. E você, já experimentou uma sessão Profissional de RPG?

Sessões

Consoles | PC

Far Cry 6 é adiado devido ao Covid-19

Novo Far Cry, jogo de mundo aberto onde a missão do jogador é depor um tirano que domina um povo oprimido, está com dificuldades de lançamento.

Thiago Fonteles

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Imagem de divulgação © Ubisoft

A Ubisoft usou suas redes sócias para informar que Far Cry 6, novo capítulo de uma das maiores franquias da casa, será adiado devido a pandemia de COVID-19 que assola o mundo.

Far Cry 6 foi anunciado em 12 de julho desse ano e tinha previsão de lançamento para 18 de fevereiro de 2021. Não foram divulgadas novas datas até o momento, deixando em aberto a janela de lançamento.

Confira a nota da Ubisoft sobre o adiamento do game:

++Leia Mais:
– Animus: Parte VI | Assassin’s Creed IV: Black Flag – O pirata que virou assassino
– Game Cyberpunk 2077 é adiado novamente

O jogo será lançado para as plataformas atuais (Xbox One e Playstation 4) e para a nova geração (Xbox Séries X/S e Playstation 5), que chega agora em novembro, e também será lançado para PCs e Google Stadia. O jogo conta com o ator Giancarlo Esposito, que é reconhecido por seu icônico papel como Gustavo “Gus” Fring em Breaking Bad, que será o vilão Anton Castilho, presidente de um país fictício do Caribe, que oprime seu povo e prepara seu filho para a sucessão.

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Giancarlo Esposito, o Gustavo “Gus” Fring de Breaking Bad, como o novo vilão da franquia Far Cry.

Agora, resta saber quando a Ubisoft divulgará uma nova data. Porém, adiamentos de games têm sido comuns, devido ao mundo dos games estar tendo que se adaptar ao novo modelo de trabalho que a pandemia impõe à indústria. Vale ressaltar que as empresas desse segmento estão fazendo todos os ajustes para a segurança dos seus funcionários e que isso é comum no processo de adaptação. Apesar de tudo, Far Cry 6 segue sendo um jogo esperado que conta com uma base de fãs bem estabelecida.

Fazemos votos de que seja um breve adiamento e esperamos trazer a data do jogo o quanto antes aqui no Multiversos. Fique ligado nas nossas redes sociais para mais novidades.

Acompanhe a franquia Far Cry em seus outros games. Adquira os seus AQUI.


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Consoles | PC

Animus: Parte VI | Assassin’s Creed IV: Black Flag – O pirata que virou assassino

Edward Kenway, o pirata-assassino de Assassin’s Creed IV: Black Flag, estrela o 6º game da franquia dos assassinos da Ubisoft.

Thiago Fonteles

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Imagem de divulgação © Ubisoft

Lançado em 29 de outubro de 2013 para Xbox 360, Playstation 3 e Wii-U e posteriormente para PCs, Xbox One e Playstation 4, Assassin’s Creed IV aposta na exploração naval como uma renovação da franquia que, depois de seis jogos principais, já começava a ficar repetitiva. Com a mecânica tendo sido apresentada anteriormente, em Assassin’s Creed III, aqui os desenvolvedores refinaram bem os pontos negativos do game anterior e conseguiram o feito de transformar os jogadores em legítimos piratas que desbravavam os mares, pilhavam e saqueavam a tudo e todos que viam pela frente.

++Acompanhe todos os artigos da série Animus:
– Animus: Parte   I  | A Jornada de Altaïr
– Animus: Parte  II | O início da caminhada de Ezio, o mais querido dos assassinos
– Animus: Parte III | Assassin’s Creed: Brotherhood, a sequência da aventura de Ezio
– Animus: Parte IV | Assassin’s Creed: Revelations, o fim da história de Ezio e Altaïr
– Animus: Parte  V  | Assassin’s Creed III, o sacrifício de Desmond

A história

Desmond está morto. Como visto anteriormente, em Assassin’s Creed III, ele se sacrifica para que a terra fosse salva da erupção solar que viria a destruir o planeta. Mesmo assim, a Abstergo (os Templários dos tempos atuais) rouba seu cadáver e, através dele, consegue extrair as memórias que estavam em seu DNA. Com isso em mente ela cria uma divisão de entretenimento, com o objetivo de reviver suas memórias e, assim, montar filmes com as memorias extraídas. Para isso eles criam uma nova versão do Animus, a versão Ômega, com memorias pré-instaladas. Assim, qualquer pessoa poderia acessar e reviver as memórias que estavam no DNA de Desmond e, dessa forma, começa a nova aventura.

Um analista de sistema chamado de pelos colegas de Noob é escolhido para acessar essas memorias.

Edward Kenway, um pirata britânico que está no meio de uma batalha naval contra um navio britânico, vê o capitão de seu navio ser morto por uma figura misteriosa pouco antes do seu navio explodir e acredita ser o único sobrevivente. O pirata consegue chegar a uma ilha próxima do local onde os navios afundaram e, logo em seguida ele vê que a figura misteriosa também conseguiu sobreviver: se trata de um membro do clã dos assassinos, seu nome é Duncan Walpole.

O falso assassino

Após uma luta contra Duncan, Edward mata o assassino e rouba seu manto, onde descobre uma carta do governador de Havana, Laureano de Torres, que era um Grão-Mestre Templário. Na carta, Laureano diz estar bastante feliz por Duncan estar abandonado os assassinos e se juntando a ele e sua ordem e que, apesar de nunca ter visto seu rosto, ele o reconheceria pelas suas roupas típicas de assassino, além de que também está feliz que ele aceitou vender o cristal que está em sua posse por uma grande quantia em dinheiro.

Edward então assume o lugar do assassino e decide ir atrás do dinheiro, porém ele precisa dar um jeito de sair da ilha primeiro e, ao explorar a ilha, vê alguns soldados britânicos atacando algumas pessoas que ele achava serem piratas. Edward então mata os soldados e os salva, ganhando assim uma forma de chegar ao seu destino: Havana.

Ao chegar em Havana, Edward parte em busca da casa de Laureano e encontra dois templários no local, Woodes Rogers e Julien Du Casse, que acreditam que ele é Duncan, devido às suas vestimentas, e o levam a presença de Laureano que os recebe de bom grado e, ao ver o cristal que Edward trouxe, o nomeia templário.

Depois disso, Laureano fala sobre um lugar que foi construído pela primeira civilização, o Observatório, que seria capaz de mostrar o que qualquer pessoa estava vendo através de uma pequena quantidade de sangue. Edward não se importa com nada daquilo, apenas quer usar os templários para que, assim, possa ficar rico. Ele, então, junto com os outros três templários, vão em busca de Bartholomew Roberts, conhecido como Sábio, que provavelmente sabe onde o Observatório fica. Porém eles são impedidos por um grupo de assassinos. Edward decide então achar sozinho o local e, após isso, vender a localização para quem pagasse mais. Os templários porém descobrem que ele não é Duncan, o capturam e o colocam no porão de um navio que rumava para Sevilha.

Gralha

Edward está preso em um navio ao lado do afrodescendente, Adéwalé, e decidem fazer uma aliança para, assim, conquistarem a liberdade. Eles então liberam vários prisioneiros do navio e o tomam para si. Assim, o pirata agora tem uma embarcação para chamar de sua, lhe dá o nome de Gralha e convida Adéwalé para ser seu imediato. Adéwalé aceita e, juntos, eles navegam até Nassau, onde Edward encontra alguns piratas conhecidos, são eles: Ed Thatch, Ben Hornigold e James Kidd.

Após algumas pilhagens e saques juntos, Thatch conta a Edward que, o governador da ilha Grande Inagua é Julien Du Casse. Edward então parte para a ilha e assassina o governador, afim de evitar que os outros templários saibam que ele teve êxito em tomar o navio em que era prisioneiro.

Agora Edward controlava a ilha e decidiu que ali seria seu quartel general e começou a fortificá-la. Passado algum tempo, ele foi visitado por Kidd, que disse ter descoberto algumas ruinas do povo Maia, e os dois decidem ir ao local. Nesse lugar Kidd ensina a Edward a usar a visão de águia. Depois disso Kidd deixa Edward e o diz para encontrá-lo em Tulum.

A busca

Ao chegar em Tulum, Edward vê várias pessoas com roupas parecidas com as das pessoas que frustraram o ataque templário a Bartholomew. Kidd então o leva a Ah Tabai, líder dos assassinos no caribe. Kidd explica a Edward a filosofia dos assassinos e o leva ao templo da ilha, onde eles veem um busto de uma estátua, a quem Edward diz ser idêntico a Bartholomew, confirmando assim aos assassinos que ele era o Sábio.

Ao retornarem do templo eles veem que soldados britânicos haviam feito vários assassinos de prisioneiros e, após um embate contra os soldados, todos os assassinos são libertados. Depois disso, Kidd dá a Edward uma lista de templários e diz que pagará a ele por cada templário abatido.

Edward então elimina alvo após alvo e, ao retornar a Nassau, ele descobre que Laureano estava lá com uma grande quantia em ouro e com informações que podiam ser uteis para localizar Bartholomew, e assim chegar ao Observatório. Ao interrogar o Grão-Mestre dos templários ele descobre que um traficante de escravos, Laurens Prins, havia capturado o Sábio.

Edward, então, parte atrás do traficante e descobre que Kidd estava prestes a matá-lo. Ele então impede seu companheiro e o põe a par da situação. Os dois concordam e, antes de matar Laurens, eles o interrogam para saber onde está Bartholomew. Nesse meio tempo Kidd revela a Edward que não é um homem e, sim, uma mulher de nome Mary Reed, e o ameaça, caso esse revele seu segredo. Eles conseguem matar Laurens, porém, sem sinal do sábio.

O Princess

Muito tempo se passou desde o início da busca pelo Observatório e não havia nem sinal de Bartholomew. Entretanto, depois de um bloqueio a Nassau, organizado pela marinha real sob o comando de Woodes Rogers, que agora governava as Bahamas, Thatch informa a Edward que ouviu falar que um homem chamado Bartholomew estava a bordo do navio conhecido como Princess. Poucas horas depois de passar a informação a Edward, Thatch é capturado pelos britânicos e morto.

Edward, então, parte em busca do navio onde o sábio estaria e é informado pelo seu imediato, Adéwalé, que o Princess em breve chegaria a Kingston, onde o grão-mestre Laureano o aguardava juntamente com Hornigold, que havia se juntado a causa dos templários. Hornigold já havia enviado um de seus navios para interceptar o Princess.

Sabendo disso, Edward vai ao encontro do navio. Ao localizá-lo, encontra a tripulação em parte morta e a outra capturada pelos companheiros de Hornigold, porém ele localiza Bartholomew escondido em um acampamento próximo de onde o Princess estava. Eles então acordam que Edward deveria matar os templários e libertar a tripulação de Bartholomew e que, assim, ele o levaria ao Observatório.

O Observatório

O pirata cumpre sua parte de acordo e eles partem para a Península de Yucatán. Ao chegarem ao local eles descobrem que Hornigold havia os seguido, o que força Edward a um embate contra ele, e o pirata é o vencedor. Edward, então, se junta a Bartholomew e eles entram no Observatório.

Bartholomew explica para Edward que a finalidade daquele lugar é projetar o alvo através de uma localização feita pelo DNA. Ele então insere um cristal igual àquele que Edward vendeu para Laureano, contendo o sangue de Woodes Rogers, em uma Caveira de Cristal. Ao inserir o cristal na caveira os dois veem que o templário está com o grão-mestre discutindo sobre a localização do Observatório.

O pirata então percebe que o real motivo dos templários estarem tão interessados no Observatório: dali eles poderiam espionar e chantagear qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo, e isso teria um grande poder sobre os governos de todo o mundo. Nesse momento, Bartholomew apunha-la Edward, pega a Caveira e o tranca no local. Edward consegue fugir, mas é capturado pelo sábio ao chegar à praia, e este decide entregá-lo aos britânicos em troca da recompensa pelo pirata.

Edward, agora preso, testemunha várias sentenças de companheiros piratas. Os templários então oferecem a liberdade a ele, caso ele informe a localização do Observatório, porem ele recusa essa oferta.

Algum tempo depois, o líder dos assassinos, Ah Tabai, invade o local e liberta o pirata e mais alguns aliados. Ele então devolve o manto de assassino ao pirata, e ele passa por um período em depressão, onde é assombrado por fantasmas do seu passado e passa seus dias bebendo ou de ressaca.

Um verdadeiro assassino

Certo dia ele acorda no porto de Kingston e dá de cara com Adéwalé, que o devolve o seu navio e diz que vai se juntar a causa dos assassinos. Adéwalé diz que está em busca de objetivo para sua vida e que o pirata é uma pessoa muito mesquinha que só pensa em dinheiro. Edward concorda com seu antigo imediato e pede uma nova chance a Ah Tabai de recuperar sua honra e se tornar um autêntico assassino. Nesse momento forças templárias invadem o local e são repelidas por Edward, junto com Adéwalé e Ah Tabai, que decidem eliminar os chefes templários e o sábio.

O agora verdadeiramente assassino, Edward Kenway, se infiltra em uma festa de Woodes Rogers e o mata, conseguindo assim a localização do Princess, e assim ele vai em busca de Bartholomew, e o localiza nos mares africanos. Os dois então travam uma grande batalha onde Edward sai vitorioso. O sábio então fala ao assassino que se arrepende do que fez e pede a ele que queime seu corpo, para que os templários não se apossem dele.

Usando a Caveira

Edward então retira a Caveira de Cristal do corpo de Bartholomew e, de posse dela, decide ir atrás do Grão-Mestre Templário e pôr um fim em tudo. Para isso ele faz uso da Caveira, usando o sangue de Laureano que estava em posse do Sábio. Edward então observa todos os passos do templário, que estava buscando entrar no Observatório. Ao matá-lo, o assassino sente que conseguiu reparar seus erros e então coloca a Caveira no seu lugar de origem e sela o local.

Ah Tabai pede que Edward o ajude a localizar todos os cristais usados para coletar o sangue das pessoas, afim de serem usados no Observatório. O assassino aceita, porém diz que, primeiro, pretende voltar a Inglaterra para consertar seu relacionamento com sua esposa Caroline, que ele havia abandonado para entrar na vida de pirata. Nessa hora o líder assassino entrega ele uma carta que informava que sua esposa estava morta e que ele tinha uma filha, Jennifer Scott.

Edward então vai a Londres, em busca de sua filha, onde conhece Robert Walpole, primo de Duncan que foi morto por Edward no começo da jornada. Ele agradece ao assassino por ter matado seu primo que havia desonrado sua família, e o incorpora no ordem britânica da irmandade dos assassinos. Pouco tempo depois Edward viria o conhecer sua segunda esposa, Tessa, que viria a dar à luz a Haytham Kenway. E assim termina a história de Edward Kenway.

Epílogo

Retornamos ao presente onde Noob tinha sido contatado por John, um dos gerentes de tecnologia da Abstergo, que o convence que a empresa tem outros objetivos além do que ele sabe e do que foi contratado para fazer. Ele então consegue que Noob acesse o núcleo central do Animus e, nesse momento, Juno aparece em forma de holograma e diz que, apesar de estar solta pela Terra, ainda está muito fraca para atingir seus objetivos, ela então desaparece.

Noob descobre que John é, na verdade, a encarnação de Bartholomew, o Sábio, que também revela ser o marido de Juno. Ela havia feito um experimento de manipulação de DNA para que o seu marido conseguisse renascer como uma cópia com todas as suas memorias e personalidades anteriores para, assim, ajudar Juno a conseguir seus objetivos. Juno revela ainda que ele já havia renascido sete vezes no decorrer da história da humanidade, e que, ao instigar Noob a entrar em contato com Juno, seu objetivo era que ele fosse possuído por Juno, o que não aconteceu.

Furioso John tenta matar Noob com uma injeção letal, porem ele acaba sendo morto pelos seguranças da Abstergo, que agora possuíam o corpo de um Sábio e, assim, teriam acesso as memorias contidas em seu DNA. Após isso, Noob, que passava informações aos assassinos através de Rebecca e Shaun, os deixa a par do ocorrido e eles o pedem que ele continue passando informações de dentro da Abstergo, e que eles farão valer a pena. Assim termina a história de Noob.

Público e Crítica

Assassin’s Creed IV: Black Flag foi muito bem recebido pela mídia especializada e teve uma nota 88/100 no Metacritic e foi muito elogiado pelas suas missões secundarias os gráficos e sobretudo o combate naval a grande atração do jogo e pouco depois do seu lançamento chegou a ficar em segundo lugar entre os jogos preferidos da franquia, o jogo vendeu muito bem e mostrou que a franquia conseguia se reinventar e trazer novidades bem agradáveis para motivar os fãs e o ano seguinte traria não apenas um mais dois jogos da franquia e um deles seria exclusivo da próxima geração de consoles o Xbox One e o Playstation 4 mais isso já é assunto para outra hora.

A série Assassin’s Creed ganhará, em 10 de novembro, o seu 12º game da franquia: ‘Assassin’s Creed: Valhalla’. Acompanhe Assassin’s Creed IV: Black Flag e os demais jogos da franquia em games ou livros. Adquira os seus AQUI.


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Consoles | PC

Game Cyberpunk 2077 é adiado novamente

O game Cyberpunk 2077, da desenvolvedora CD PROJEKT RED, passa pelo quarto adiamento de lançamento apenas este ano.

Thiago Fonteles

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Imagem de divulgação.

O jogo Cyberpunk 2077 foi adiado novamente, de acordo com nota da sua empresa de desenvolvimento.

A CD PROJEKT RED, desenvolvedora da série The Witcher, anunciou hoje por meio das suas redes sócias que o seu novo jogo, Cyberpunk 2077, vai ser adiado novamente. Dessa vez por 21 dias, ficando a data de lançamento para 10 de dezembro de 2020.

A desenvolvedora alega que lançar o jogo para as plataformas atuais (Xbox One, Playstation 4), para os PCs e para as plataformas que vão chegar agora em novembro (Xbox Séries X/S e Playstation 5) requer um grande esforço e vários testes.

Confira a nota oficial abaixo:

Só este ano o jogo já passou por 3 adiamentos. Originalmente o jogo seria lançado inicialmente em abril, depois setembro e então novembro. Agora, o jogo fica com lançamento previsto para o mês de dezembro. Mesmo assim o jogo segue como uma grande aposta de um dos melhores games do ano.

Vamos torcer que esse seja o último adiamento.

++Leia Mais:
– Moon Knight | Oscar Isaac está em negociações para estrelar a série do Disney+
– Assassin’s Creed ganhará série na Netflix


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Consoles | PC

Animus: Parte V | Assassin’s Creed III, o sacrifício de Desmond

Desmond Milles, o fio condutor de toda a franquia dos assassinos até aqui, tem o capítulo final da sua história no game Assassin’s Creed III.

Thiago Fonteles

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Imagem de divulgação © Ubisoft

Lançado em outubro de 2012, para Xbox 360 e Playstation 3, e em novembro, para Wii-U e PCs, Assassin’s Creed III é o quinto jogo da franquia e o terceiro jogo numerado. Aqui cabe comentar que todos os títulos numerados até agora contam com personagens inéditos na pele dos assassinos — como já vimos, Brotherhood e Revelations foram continuações da saga de Ezio e Altaïr — e o este título contará a história de Connor.

Assassin’s Creed III continua com o mesmo sistema de gameplay, porém com algumas atualizações bem importantes, como a atualização do motor gráfico do jogo, que deu uma nova fluidez ao personagem nas batalhas e eventos do game, permitindo, assim, ter até 100 personagens em tela, um grade feito para os videogames da época.

++Acompanhe todos os artigos da série Animus:
– Animus: Parte I | A Jornada de Altaïr
– Animus: Parte II | O início da caminhada de Ezio, o mais querido dos assassinos
– Animus: Parte III | Assassin’s Creed: Brotherhood, a sequência da aventura de Ezio
– Animus: Parte IV | Assassin’s Creed: Revelations, o fim da história de Ezio e Altaïr

A História

Assassin’s Creed III, como todos os games da franquia até aqui, começa imediatamente onde parou Revelations, com Desmond junto de seu pai, Willian, e seus companheiros, Rebecca e Shaun, dessa vez nos Estados Unidos, em busca do templo onde Minerva e Juno estudavam uma maneira de proteger a Terra da Erupção Solar que causaria a destruição da mesma. O grupo então localiza uma caverna em Nova York onde acreditam estar o templo. Ao entrarem no local, e localizarem os equipamentos da primeira civilização, Desmond os ligam e, com isso, um grande temporizador aparece mostrando a data de 21 de dezembro de 2012, provável data para a nova erupção solar.

Desmond então se conecta ao Animus e, assim, inicia sua nova jornada. O jogo mostra então Haytham Kenway, na Grã-Bretanha, a caminho de uma casa de ópera onde está seu alvo, ele o localiza rapidamente em um dos camarotes do local e, depois de uma conversa, usa uma Lâmina Escondida, o mata e retira um medalhão de seu pescoço. Logo depois, Haytham deixa o local para comunicar ao seu superior que havia tido sucesso na sua missão.

Ao analisarem o medalhão, o grupo se dá conta de que se trata da chave de um templo da primeira civilização. Haytham então recebe a missão de partir para as colônias americanas, onde acredita-se que o templo está localizado. Ele então parte em uma viajem de navio para Boston.

++Leia Mais:
– RPG & Revistas, um caso de amor de mais de 20 anos
– Jared Leto retorna como o Coringa em ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’

Ao chegar, Haytham é recebido por Charles Lee, que ficou encarregado de ajudá-lo a reunir pessoas simpáticas a sua causa, são eles: William Johnson, Thomas Hickey, Benjamin Church e Jonathan Pitcairn. Após a reunião dos membros eles então descobrem que, para localizar e entrar no templo, iram precisar da ajuda dos nativos locais. O grupo então ataca um comerciante de escravos local, libertam um grupo de nativos Mohawks e conhecem uma mulher entre os nativos libertos, chamada Ziio, que concorda em ajudar contanto que Haytham mate o General Edward Braddock, e ele assim o faz.

Ziio então leva Haytham em uma viajem, onde eles localizam a entrada do templo, porém Haytham não tem sucesso em abrir o templo com o medalhão que possui. Após a frustração por não atingirem o objetivo, Haytham e Ziio tem uma noite de amor no local e, passados alguns dias, ele retorna a Boston e decide fazer de Charles Lee seu discípulo na ordem. Só então é mostrado que aquele grupo se trata dos templários das colônias americanas.

A descoberta da nova ascendência

Desmond então se desconecta do Animus com um sentimento de revolta ao saber que um dos seus antepassados fez parte da ordem dos templários. Isso o faz entrar em atrito com William, seu pai, por ter a sensação de que está sendo apenas usado. Porém, ao conseguir se acalmar, Desmond decide retornar ao Animus em busca de respostas e vemos que ele acaba por acessar não mais as memórias de Haytham mas, sim, as de uma criança da tribo Mohawk, chamada Ratonhnhaké:ton, que foi atacado por um grupo comandado por Charles Lee, que tenta forçá-lo a levar o grupo até os anciões da aldeia. Entretanto, o jovem se recusa a fazê-lo e isso desperta a ira do templário, que o ataca e o deixa inconsciente.

Ao acordar o jovem vê sua aldeia em chamas e parte para tentar localizar sua mãe, Ziio, e aqui descobrimos que ele é filho do líder templário Haytham. Ratonhnhaké:ton então vê que sua mãe morrer queimada, presa em uma casa que desabou devido ao fogo.

Passado algum tempo, Ratonhnhaké:ton é convocado pela anciã da tribo. Ela o diz que aquela é uma terra sagrada e mostra um artefato que parece muito com a Maçã do Éden, porém transparente. Ao tocá-la, Ratonhnhaké:ton vê Juno, que começa a conversar com ele. Juno o informa que seu nascimento era esperado há muito tempo e que ele estava destinado a uma tarefa muito importante. Ratonhnhaké:ton diz que não entende o que Juno diz, ela responde que ele não precisa entender, e que sua linhagem, de alguma forma, gera pessoas que mudarão o destino do mundo.

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Juno diz ainda que chegou a hora de Ratonhnhaké:ton cumprir seu propósito: defender o templo da ameaça templária que deseja, a todo custo, tomar aquelas terras e invadir o templo da antiga civilização. Ela então mostra a ele o símbolo dos Assassinos e diz para procurar o homem que será o responsável por seu treinamento.

Após Ratonhnhaké:ton contar o que viu para a anciã ela o liberta de suas obrigações com a tribo e diz a ele que vá para o leste, afim de encontrar a pessoa que possui aquele símbolo.

O novo assassino

Ratonhnhaké:ton viaja por uma grande distância até encontrar Achilles Davenport, um assassino que, nesse momento, encontra-se aposentado. A princípio, Achilles reluta em treiná-lo, porem muda de ideia quando Ratonhnhaké:ton o salva de invasores que entraram em sua casa. Alguns anos mais tarde o treinamento termina e, com isso, o agora recém nomeado assassino está pronto para perseguir e destruir o grupo templário que tem como líder seu pai, Haytham.

Ratonhnhaké:ton então viaja para Boston e Achilles o aconselha a não usar seu nome Mohank. Achilles lhe dá o nome de seu falecido filho, Connor, para que, assim, ele possa andar livremente pelas colônias. O recém nomeado Connor começa, então, a assassinar seus alvos templários. No meio do caminho, se alia a Samuel Adams, figura importante na história da independência americana. Assim, consegue impedir um plano dos templários de assassinar, ninguém mais, ninguém menos, que George Washington.

No decorrer dos eventos que se sucedem Connor acaba por fazer uma trégua com seu pai, para matarem um inimigo em comum, e Connor acaba por saber que sua tribo será retirada de suas terras a mando de Washington. Ele então abandona seu plano de extermínio dos templários e volta a sua atenção para as necessidades de seu povo. Nesse momento, Connor descobre que o assassino de sua mãe, Charles Lee, está recrutando guerreiros de seu povo para lutar contra as forças de Washington. Connor acaba tendo que matar seu próprio povo para impedir que o templário os usassem como armas no seu plano. Ele então vai ao encontro de seu pai, para tentar convencê-lo de que devem matar Charles, porém seu pai não aceita, o que faz com que entrem em um duelo onde Connor sai vitorioso e mata seu próprio pai e líder dos templários.

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Uma nova complicação no Templo

Desmond se desconecta do Animus novamente e descobre que o templo precisa de uma célula de energia para que, assim, eles possam explorar tudo. Isso faz com que seu grupo precise deixar o local e viajar por várias partes do mundo à procura da célula. O equipamento acaba sendo localizado em Roma. William, então, se oferece para recuperá-la, pois Desmond ainda precisava descobrir onde estava a chave e, para isso, precisaria estar conectado ao Animus. Porém, Willian falha e é capturado por Daniel Cruz, o templário responsável por quase exterminar a ordem dos assassinos em 2000. Desmond é forçado a sair do Animus para resgatar seu pai e, durante a missão, ele mata Cruz, resgata seu pai e consegue a célula de energia.

De volta ao Animus, vemos que Connor consegue localizar Charles Lee e parte então para pôr um fim aos planos dos templários e vingar sua mãe. A batalha entre os dois é feroz, porém o assassino leva a melhor e, assim, erradica os planos templários e consegue o medalhão. De volta a sua terra Connor descobre que Washington ordenou que sua tribo fosse movida para outro lugar. Ele então vasculha o local em busca do artefato que parecia a Maçã do Éden e, ao encontrá-la, Juno dá instruções de que ele esconda o medalhão onde ninguém poderia localizar, sem ao menos lhe dizer o porquê disso. O assassino então escolhe como esconderijo o túmulo de Connor Davenport, filho de Aquiles.

Ao retornar, ele descobre que seu antigo mentor deixou todas suas posses para ele como herança. E percebe que, no final das contas, eles apenas acabaram trocando o domínio britânico pelo domínio local.

Assim termina a história de Connor.

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O desfecho de Desmond

Desmond então desperta do Animus e, com o conhecimento adquirido, localiza o medalhão e assim adentra a câmara do templo. Ele então é recepcionado por Juno, que agora revela que existe uma possibilidade de impedir que a erupção solar destrua a Terra, entretanto Desmond morreria no processo. Para isso bastaria que ele colocasse sua mão sobre a esfera que estava a sua frente.

Nesse momento, Minerva surge e impede que ele faça isso. Ela diz que, se ele tomar essa atitude, irá libertar Juno que foi selada naquele templo para impedir que dominasse a humanidade. Minerva explica que o melhor caminho é deixar que a catástrofe aconteça. E que Desmond poderia liderar os poucos sobreviventes, como uma espécie de messias, e a humanidade recomeçaria tudo novamente.

Na iminência da erupção solar ocorrer, Desmond toma uma decisão. Ele pede que todos os seus amigos deixem o local. Seu pai reluta por algum tempo, porém acaba saindo como todos. Desmond então toca a esfera, contrariando o alerta de Minerva e salvando a humanidade, e assim libertando uma poderosa onda verde que envolve o planeta. A onda acaba realmente protegendo o planeta da erupção que iria atingi-lo, entretando agora Juno está solta para, então, colocar seus planos em prática.

O mundo acaba sendo salvo graças ao sacrifício de Desmond Milles e assim termina sua história.

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Público e Crítica

Assassin’s Creed III foi recebido com criticas positivas e teve uma nota de 87/100 no Metacritic. O jogo foi o início da localização total para o público brasileiro. A partir de então, todos os jogos seguintes da franquia tiveram dublagem e legendas em português. O game recebeu vários prêmios e apresentou a exploração naval que seria fundamental para o próximo título da franquia, um dos aspectos preferidos dos fãs nesse jogo.

A série Assassin’s Creed ganhará, em 10 de novembro, o seu 12º game da franquia: ‘Assassin’s Creed: Valhalla’. Acompanhe Assassin’s Creed III e os demais jogos da franquia em games ou livros. Adquira os seus AQUI.


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RPG

RPG & Revistas, um caso de amor de mais de 20 anos

Elas são uma das, senão AS, maiores responsáveis pela difusão do RPG aos 4 cantos do Brasil. Elas mesmas, as Revistas de RPG!

Cleyton Souza

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No final dos anos 80, o Brasil começava a dar seus primeiros passos no mercado de RPG, quando apareceram nas livrarias as primeiras edições de alguns livros como, por exemplo, Dungeon and Dragons. Mas, só nos anos 90 foi que o mercado passou a olhar com bons olhos para esse hobby que amamos tanto. Foi aí que se deu o surgimento de vários materiais como: jogos de tabuleiros, livros-jogos e até sistemas nacionais começaram a ser publicados. Porém, quero dar um destaque em espacial a elas, as revistas! Isso mesmo: revistas.

Como tudo começou

As revistas tiveram um papel muito importante na difusão do cenário de RPG aqui no país pois, como o acesso a informações não era tão intenso nessa época, cabiam as revistas suprir essa carência do público.

Em suas páginas os leitores encontravam de tudo: aventuras prontas, cenários, personagens, contos, explicações sobre as regras, sistemas e até eventos eram marcados com a ideia de juntar jogadores. Desse período podemos citar algumas como: a revista Dragon publicada pela Editora Abril, sendo uma versão brasileira da Dragon Magazine Archive; a The Universe of RPG pela Editora Ediouro; a Saga pela Editora Escala; mas, a que mais se destacou foi a Dragão Brasil, na época ainda pela Editora Trama, com suas primeiras edições também se chamando Dragon e mudando o nome oficialmente apenas em sua terceira edição.

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A revista Dragão Brasil, foi ganhando destaque em suas publicações mensais e edições especiais, assim como em seus subprodutos, como a revista Só Aventuras. Quando a Dragão Brasil chegou em sua 50ª edição, junto dela, foi publicada uma edição especial: ‘Tormenta: Um Novo Mundo de Aventuras’. O sucesso foi tão grande que isso gerou várias outras edições especiais, bem como uma revista focada apenas nesse novo cenário (chamada, claro, Revista Tormenta), dando aos editores, Marcelo Cassaro, Rogério Saladino e JM Trevisan, a alcunha de “Trio Tormenta”. Assim, a Dragão Brasil se tornava referência nacional em RPG, pois carregava junto ao seu nome, as revistas Só Aventuras, Tormenta e várias edições Dragão Brasil Especial, como a Defensores de Tóquio.

O fim de uma era

Com a chegada dos anos 2000, o boom da tecnologia e informação trouxeram grandes novidades, então, nos anos seguintes, sites, fóruns e chats que traziam a temática RPG passaram a existir.

A Dragão Brasil, que nesse momento era uma revista consolidada no segmento, passou a ter alguns problemas com a linha editorial que a revista tomou, o que fez com que muitos leitores começassem a buscar outras formas de ter acesso a esse tipo de conteúdo, fazendo com que as vendas caíssem.

Em 2005, o “Trio Tormenta” sai da Editora Talismã, novo nome da editora Trama, deixando a revista Dragão Brasil, após 111 edições. A revista, em seguida, vai parar nas mãos da equipe do site Rede RPG. Com isso o mercado de renova e nascem novas publicações: surge, então, a RPG Master, da Mythos Editora, encabeçada por Marcelo Cassaro. Mas a revista não dura muito tempo e, logo em seguida, seu editor acaba iniciando a Dragon Slayer, da Editora Mantícora, juntamente com seus outros dois amigos de Trio, JM Trevisan e Rogério Saladino, e com parte da equipe da recém extinta D20 Saga, uma revista de publicação bimestral de altíssima qualidade, focada exclusivamente no Sistema D20. A D20 Saga havia durado apenas 7 edições.

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Sem um direcionamento muito claro e agora com novos concorrentes, em 2008, a revista Dragão Brasil é cancelada após a edição 123, tendo seu público tomado pela Dragon Slayer, uma revista bimestral, inicialmente focada no sistema D20, que agora se tornava a única revista impressa dedicada ao RPG no país.

No anos seguintes, a Dragon Slayer passou a ser e publicada pela Editora Escala e produzida pela Jambô Editora, agora responsável por publicar os títulos de Tormenta e 3D&T, logo incorporando esses temas às edições da revista. Mas, como já dito antes, com o avanço da tecnologia e, principalmente, a facilidade de acesso à internet, em 2013, por questões de orçamento, a revista Dragon Slayer é cancelada. A partir daí o material passaria a ser publicado diretamente no site oficial da Jambô.

Com isso, você deve estar pensando: “E foi assim que as revistas de RPG chegaram ao fim?”, e eu respondo: “Não!”. Em 2016, a Jambô Editora anunciou a volta da revista Dragão Brasil em formato digital, através de financiamento coletivo recorrente.

A era digital

A nova Dragão Brasil renasce por aclamação do público, através do que deveria ser apenas uma brincadeira do seu futuro editor, JM Trevisan. Depois de um comentário de Marcelo Cassaro, quanto ao fato de a fonte utilizada no logotipo da série Stranger Things ser a mesma utilizada na logotipia da antiga Dragão Brasil, Trevisan faz uma brincadeira e monta a capa de uma suposta edição da DB sobre a série.

Apenas uma brincadeira para ele, mas não para o público.

Capa-Dragão-Brasil-112

Seriam os poderes da Eleven os reais responsáveis pelo retorno da Dragão Brasil?

A capa gerou um burburinho, que acabou gerando a edição 112, digital e gratuita, de 11 páginas em preto e branco. O suficiente para fazer os saudosistas amantes da DB, sempre sedentos por conteúdo sobre RPG, incentivarem a editora a iniciar um financiamento coletivo para uma revista mensal.

A Dragão Brasil, agora em novo formato, passou a ser distribuída digitalmente com a proposta de trazer aos seus leitores tudo aquilo que nós já estávamos acostumados: materiais exclusivos, aventuras prontas, mapas, personagens, quadrinhos e muito mais. Resgatando mais de 20 anos de tradição para a cultura nacional de RPG.

Buscando justamente esse resgate às origens, os editores originais da DB ignoraram as 12 edições editadas pelas equipes seguintes e retomaram sua numeração a partir do número 112, como citado acima. A Dragão Brasil é, então, a primeira (na versão impressa) e a segunda (em sua versão digital) mais longeva publicação periódica de RPG no Brasil.

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– Relançamento de HeroQuest foi financiado com sucesso!
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Mas, engana-se você se está pensando que a Dragão Brasil é a única publicação que aderiu a esse novo momento. Outras empresas como a Buró Brasil, antiga Redbox, e a New Order passaram a publicar seus materiais exclusivos também em revistas digitais. Todas podendo ser adquiridas via financiamento coletivo recorrente.

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A New Order Magazine, a revista da Editora New Order, começou a ser publicada em 2017 e já está em seu terceiro ano. Até a sua edição de número 23 a revista chamava-se de NOW (New Order Warriors) e possuía pouco mais de 50 páginas. Ali eram apresentados vários assuntos, desde conteúdos para a sua linha de produtos como: 13ª Era, Shadowrun, Pathfinder, e outros; bem como abordava assuntos mais amplos como “RPG E EDUCAÇÃO – Uma visão educacional da aplicação do RPG em atividades escolares”.

Agora, em suas edições mais recentes, a revista assumiu o nome NOM e conta com uma média de 80 páginas mensais, contendo notícias importantes do mercado de RPG, coberturas de eventos, novas regras, previews de produtos, expansão de cenários, entrevistas, contos e aventuras prontas para os principais jogos, da própria editora, ou não. Seus três primeiros exemplares estão disponíveis gratuitamente no site da editora AQUI.

Revistas-RPG-Forbidden

Já a Forbidden, produzida pela Buró Brasil, é a mais recente dentre as revistas digitais. Com apenas quatro edições lançadas, a revista tem seu foco um pouco mais voltado para o RPG Old School, seguindo a filosofia do RPG Old Dragon. Nela, você encontrará matérias com aventuras, encontros aleatórios, itens mágicos, novas especializações, guias e conselhos para mestres e jogadores, campanhas vivas, humor, entre outras coisas. A maioria das matérias terão maior foco na imaginação do que nas mecânicas, assim a Forbidden se mostra mais compatível com qualquer jogo de “Dungeon”.

Agora, o melhor está por vir!

Qual a vantagem de aderir algum desses financiamento coletivo para adquirir essas revistas?

Assim como todo material disponível nessa modalidade, você não terá acesso apenas às revistas em si, mas, sim, a uma série de “recompensas” como: descontos especiais para compra de produtos nas lojas/sites das editoras, mapas, artes exclusivas e, em alguns casos, quadrinhos. Em certos casos o valor pago na edição da revista já é “retornado para você” em desconto em uma compra junto à editora. Ou seja, é só vantagem!

Então, caso você queira conhecer algum, ou todos, esses projetos e incentivar as editoras, além de melhorar suas experiências de jogo com novos conteúdos, ou apenas estar por dentro das novidades do mercado de RPG, não deixa de conferir:

Apoia.se da Dragão Brasil

Catarse da Forbidden

Catarse da NOM

Até mais e boas aventuras!


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Ozob, personagem criado por Azaghal, estará no game Cyberpunk 2077

Ozob, o palhaço mercenário que tem uma granada no lugar do nariz está, oficilamente, dentro do universo de Cyberpunk 2077!

Thiago Fonteles

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Imagem de divulgação © CD Projekt Red

O personagem Ozob estará o game Cyberpunk 2077!

Ozob, personagem criado por Deive Pazos, o Azaghal do site Jovem Nerd, é um palhaço mercenário calvo, ruivo, albino e com uma granada no lugar do nariz. O personagem foi inserido no mundo de Cyberpunk 2077 graças a contatos dos criadores do site Jovem Nerd com a CD Projekt Red, que desenvolve o jogo.

“A ideia de inserir o Ozob no universo Cyberpunk 2077 surgiu assim que vimos o primeiro teaser do jogo. Percebemos ali que o personagem tinha muita conexão com o game e falamos sobre esse desejo à CD Projekt Red, desenvolvedora do jogo.” – relata Alexandre Ottoni, o Jovem Nerd, sobre o processo.

O personagem contará ainda com a voz de seu criador na dublagem brasileira, sendo aprovada pela produtora do game e pelo diretor de dublagem do game.

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Todas as informações sobre a inclusão de Ozob ao universo de Cyberpunk 2077 foram dadas em um NerdOffice no canal do Jovem Nerd no YouTube e posteriormente no seu site. Você pode conferir o NerdOffice em questão abaixo:

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que a equipe do site Jovem Nerd é “inserida” em um produto da cultura pop. Tanto o Jovem Nerd, Alexandre Ottoni, quanto o Azaghal, Deive Pazos, já foram transformados em personagens do boardgame Zombicide, na edição especial Gaming Night #5.

Jovem-Nerd-Azaghal-Zombicide

Cyberpunk 2077 é um jogo muito esperado e pode ser o último grande game dessa geração de consoles. Apesar dos muitos adiamentos que o jogo teve, ele continua sendo muito aguardado por todos os gamers e será lançado em 19 de novembro de 2020 para Xbox One, Playstation 4, PCs e Stadia, e também estará disponível para jogar na próxima geração de consoles, Xbox Series X e Playstation 5, que também chegam em novembro.

Mais sobre Ozob

O personagem Ozob já virou busto pela Iron Studios e também teve um livro publicado cotando sua história, chamado Ozob, Vol. 1 – Protocolo Molotov, e escrito pelo autor Leonel Caldela.

Adquira seus livros do autor Leonel Caldela AQUI.

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O Inimigo do Mundo | Conheça o primeiro romance de Leonel Caldela
A Flecha de Fogo | Crítica do novo romance do escritor Leonel Caldela


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Consoles | PC

Animus: Parte IV | Assassin’s Creed: Revelations, o fim da história de Ezio e Altaïr

Assassin’s Creed: Revelations marca o fim da linha na história de Ezio e Altaïr, os dois primeiros heróis apresentados na franquia.

Thiago Fonteles

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Imagem de divulgação © Ubisoft

Lançado em novembro de 2011 para Xbox 360 e Playstation 3 e em dezembro para PCs, este é o quarto título da franquia da Ubisoft e chega para encerrar a história dos assassinos Ezio e Altaïr. Assassin’s Creed: Revelations conta com as mesmas mecânicas de gameplay, com pequenas alterações em relação a Assassin’s Creed Brotherhood, e também se trata de mais um jogo que não é numerado. Além disso, assim como o jogo anterior, este traz legendas em português, sinal que a Ubisoft já buscava cada vez mais agradar ao público brasileiro.

++Confira os artigos anteriores da série Animus:
– Animus: Parte I | Assassin’s Creed, A Jornada de Altaïr
– Animus: Parte II | Assassin’s Creed II, o início da caminhada de Ezio
– Animus: Parte III | Assassin’s Creed: Brotherhood, a sequência da aventura de Ezio

História

Assassin’s Creed: Revelations inicia imediatamente após o termino do anterior, Assassin’s Creed: Brotherhood, onde vimos que Desmond, sem o controle do próprio corpo, apunhala Lucy e, em seguida, desmaia. Desmond então entra em coma e vai parar no Animus, mesmo sem estar conectado a uma estação. Ali, Desmond se depara com outra pessoa naquele lugar, que se identifica como Objeto 16, e informa a Desmond onde ele está e mostra também uma serie de portais que contém todas as memorias dele e dos seus antepassados. Desmond, então, entra em uma destas memórias e aí começa a aventura de Ezio.

Vários anos se passaram desde os acontecidos em Roma e a destruição dos Borgias. Ezio, agora bem mais velho, está em busca da biblioteca de Altaïr em Masyaf, antigo lar do clã dos assassinos. Ele, então, é surpreendido por templários que também tinham o mesmo objetivo e acaba tendo sua lâmina escondida (hiddenblade) quebrada na luta contra esses templários e acaba sendo capturado. Porém, quando iria ser executado, consegue escapar e, em seguida, localizar a entrada da biblioteca de Altaïr.

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Ezio conversa com escavadores que, há meses, trabalhavam tentando abrir a biblioteca e, ao investigar, ele descobre serem necessárias 5 chaves para entrar no local. Além disso, descobre que Leandros, o líder templário que o sentenciou a morte, estava em posse de um livro que continha informações sobre a localização das chaves. Ezio, então, persegue o templário e, quando o mata e toma o livro que estava em sua posse, descobre que as chaves estão em Constantinopla.

Uma nova arma

O nosso assassino, então, viaja para Constantinopla e se encontra com o líder dos assassinos local, Yusulf, que o presenteia com a lâmina de gancho (hookblade) em substituição da lâmina escondida (hiddenblade) que havia quebrado na luta com os templários em Masyaf. Com essa nova arma, além do uso letal, Ezio consegue fazer tirolesa e alcançar lugares altos.

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A Lâmina de Gancho (hookblade) que substitui a Lâmina Escondida (hiddenblade).

Em Constantinopla, Ezio também conhece o príncipe do império otomano, Suleiman, e Sofia Sartor, dona de uma livraria onde ele encontra a primeira chave e um mapa com as localizações das chaves restantes. Sofia decide ajudar Ezio a decifrar o mapa e ajudá-lo em sua busca. Eles conseguem localizar 3 chaves, graças ao mapa. Porém, a última chave está em posse dos templários.

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Ezio, então, descobre um plano para derrubar a família imperial otomana, plano esse encabeçado por Manuel Palaiologos, que liderava os templários locais. O assassino, então, parte para o embate contra Manuel e, ao matá-lo, consegue a última chave. Entretanto, o tio do príncipe Suleiman, Ahmet, assume o controle dos templários e se mostra disposto a tudo para recuperar as chaves e entrar na biblioteca de Altaïr, até mesmo a assassinar seus irmãos e tirá-los da linha de sucessão do trono do império otomano. Porém, apesar de todo seu poder militar, Ezio consegue matá-lo e, assim, livra o império otomano da influência templária.

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O rapel só é possível em Assassin’s Creed: Revelations graças à Lâmina de Gancho (hookblade).

A Biblioteca

O assassino viaja junto com Sofia de volta a Masyaf e, de posse das chaves, adentra a biblioteca junto com ela e descobre que o local estava vazio, exceto pelo esqueleto de Altaïr sentado em uma cadeira em posse de um artefato. O item continha as últimas memorias de Altaïr e, ao acessá-las, vemos que aquele local não se trata de uma biblioteca mas, sim, uma cripta, onde ele se isolou para morrer e escondeu, para a surpresa de todos, uma segunda Maçã do Éden.

++Leia Mais:
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Ezio, então, localiza a maçã, porém, decide que ela deve continuar onde Altaïr havia deixado. Ele percebe que já viu muitas coisas nessa vida e que, no final das contas, é apenas um condutor para que Desmond alcance seus objetivos, que já foram traçados pela primeira civilização. Eles, então, se encontram, onde Ezio está no plano físico e Desmond é uma projeção, e, assim, se encerra a história de Ezio.

Desmond acorda

Voltamos, então, a mente de Desmond e vemos uma figura que faz parte da primeira civilização, que conta a ele que a primeira civilização construíu vários locais subterrâneos pelo mundo, afim de impedir a destruição deles pela erupção solar. Ele conta que, junto com Juno e Minerva, era seu dever coletar todas as informações possíveis e, assim, encontrar uma solução. Além disso, informa que a primeira civilização tentou seis vezes deter seu fim, porém sem sucesso, e, assim, sua civilização foi destruída. Ele informa ainda que apenas alguns poucos sobreviveram e foram responsáveis por repovoar a terra, e que Desmond deve partir para o local onde eles trabalharam para tentar impedir o fim do mundo.

Após isso Desmond acorda do coma e vê que estava conectado ao Animus em um furgão junto com Shaun, Rebeca e seu pai, Willian Milles. Desmond, então, olha para todos e diz que sabe o que eles tem que fazer. Depois disso, seu pai abre as portas do furgão e mostra uma paisagem de um campo verdejante.

Público e Crítica

Assassin’s Creed Revelations foi recebido com entusiasmo pelos fãs por encerrar a história de Ezio e Altaïr. Porém, vimos que, graças às mecânicas pouco inovadoras e a duração do game, ele é chamado por muitos de “terceira parte de Assassin’s Creed II”. O jogo conseguiu uma nota 80/100 no metacritic e isso acendeu um alerta na Ubisoft. Na sequência, a empresa trouxe um personagem totalmente novo, com uma história nova e algumas mecânicas que fariam bastante sucesso nos próximos jogos da franquia.

A série Assassin’s Creed ganhará, em 10 de novembro, o seu 12º game da franquia: ‘Assassin’s Creed: Valhalla’. Acompanhe Assassin’s Creed Revelations e os demais jogos da franquia em games ou livros. Adquira os seus AQUI.


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Animus: Parte III | Assassin’s Creed: Brotherhood, a sequência da aventura de Ezio

A jornada de Ezio contra os Templários continua em ‘Assassin’s Creed: Brotherhood’ e o nosso protagonista assume a frente do Credo na Itália.

Thiago Fonteles

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Imagem de divulgação © Ubisoft

Lançado em 16 de novembro de 2010 pela Ubisoft, Assassin’s Creed: Brotherhood dá sequência a história de Ezio Auditore, personagem apresentado no jogo anterior e que fez bastante sucesso. Assim, os desenvolvedores resolveram que havia mais a ser contado sobre esse que é considerado o melhor personagem da franquia.

De cara, vemos aqui que se trata de um jogo não numerado e, sim, um capitulo com subtítulo. Esse é também o primeiro jogo da série a apresentar a possibilidade de multiplayer e conta com uma surpresa para o público brasileiro, sendo o primeiro game da série a contar com legendas em português. Dessa vez o jogo se desenvolve apenas na cidade de Roma e conta com novos equipamentos e a possibilidade de recrutar pessoas para seu clã, que podem ajudar no decorrer das missões.

‘Animus’ é uma série do Multiversos que se propõe a fazer um tour por todos os jogos da franquia Assassin’s Creed até o lançamento do próximo jogo, Assassin’s Creed: Valhalla, em 10 de novembro de 2020.

++Leia os artigos anteriores da série Animus:
– Animus: Parte I | A Jornada de Altaïr
– Animus: Parte II | O início da caminhada de Ezio, o mais querido dos assassinos

A história

Assassin’s Creed: Brotherhood se inicia onde terminou o anterior, e mostra Ezio retornando a Monteriggioni após deixar o templário, Rodrigo Borgia, principal antagonista do jogo anterior, escapar. Ezio, então, conta o que aconteceu no vaticano a seus companheiros de irmandade. Isso enfurece Nicolau Maquiavel, que não gostou de saber que Ezio poupou o líder templário. Com isso, Maquiavel parta para Roma afim de fazer o que Ezio não foi capaz: matar Rodrigo Borgia.

Alguns dias se passaram desde que o assassino retornou, quando um exército, comandado por César Borgia, filho de Rodrigo, cerca e ataca Monteriggioni. O ataque acaba por causar a morte de Mario, o roubo da Maçã do Éden e deixa um grave ferimento em Ezio, que se vê forçado a abandonar sua casa e fugir com sua mãe e irmã a caminho de Roma.

O novo Credo da Itália

Ao chegar em Roma, Ezio vai atrás de Maquiavel e descobre que César, o homem responsável pela morte de seu tio e mentor, se tornou governador, muito pela influência de seu pai, Rodrigo, atual papa. Maquiavel encoraja Ezio a voltar a Florença, porém, o assassino decide ficar em Roma, para reconstruir o núcleo dos assassinos na cidade. Agora, mais experiente, ele sabe que precisa de um clã forte para, assim, fazer frente ao poder que César tem como governador de Roma.

++Leia Mais:
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Ezio, então, começa a recrutar novos membros, e vai, aos poucos, matando os principais líderes templários, o que fortalece cada vez mais o clã dos assassinos. Com isso, Ezio acaba sendo nomeado o novo Grão-Mestre dos assassinos na Itália. Ele, então, parte para a investida final contra os Borgias e, ao chegar onde Rodrigo e César se encontravam, testemunha uma briga entre os dois. César, então, mata seu pai, Rodrigo, e parte em busca da Maçã do Éden, que estava dentro da Basílica de São Pedro. Porém, Ezio chega primeiro e recupera o artefato, e o usa para ter vantagem na batalha contra César que, sem o apoio de seu exército e de seus partidários, acaba sendo preso a mando do novo papa, Júlio II, que está decidido a expurgar o mal que a família Borgia causou à Igreja Católica. Esse, entretanto, não é o fim de César.

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A morte de César e o despertar de Desmond

César consegue fugir e vai para a Espanha, onde reúne um exército para tentar dar um golpe no Rei. Sabendo dos planos do seu inimigo, Ezio ruma para o local onde havia um cerco organizado pelo templário a um castelo, nas redondezas de Navarra. A luta se inicia e, mais uma vez, o assassino é superior é combate. Porém, César afirma que não pode ser morto por um simples homem, então Ezio o deixa cair das muralhas do castelo para a morte. O assassino, então, parte para um templo localizado abaixo do Coliseu de Roma e, nesse local, deixa a Maçã do Éden sobre um pedestal, selando assim o templo.

Agora, voltando ao presente onde Desmond desperta do Animus, junto com Lucy e os outros, ele parte para o Coliseu em busca da Peça do Éden que ali descansava. Ao chegarem no coliseu, e conseguirem abrir o templo, eles conseguem ver um holograma que mostrava onde Ezio havia deixado a Maçã do Éden e, ao tocá-la, Desmond vê que seus amigos são paralisados e suas mãos ficam grudadas em torno da Peça do Éden. Então algumas imagens de símbolos começam a surgir, juntamente com uma voz que fala que Desmond tem que equilibrar a balança. Uma força, então, começa a mover o corpo de Desmond involuntariamente em direção a Lucy e este esfaqueia a amiga no abdômen. Em seguida os dois caem no chão do templo.

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Público e Crítica

Assassin’s Creed: Brotherhood termina com esse plot twist e agradou em muito aos fãs que puderam acompanhar a evolução de Ezio como assassino. Isso fez o jogo ter uma nota de 90/100 no metacritic, mostrando como as inovações foram bem-vindas. Apesar de ser um jogo bem menor que o anterior, sua história é tão envolvente quanto e abriu caminho para o próximo jogo que estava por vir: Assassin’s Creed – Revelations.

A série Assassin’s Creed ganhará, em 10 de novembro, o seu 12º game da franquia: ‘Assassin’s Creed: Valhalla’. Acompanhe a franquia Assassin’s Creed em games ou livros. Adquira os seus AQUI.


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