Animus: Parte III | Assassin's Creed: Brotherhood, a sequência da aventura de Ezio - Multiversos
Siga-nos nas redes sociais
Assassins-Creed-Brotherhood(Capa) Assassins-Creed-Brotherhood(Capa)

Consoles | PC

Animus: Parte III | Assassin’s Creed: Brotherhood, a sequência da aventura de Ezio

A jornada de Ezio contra os Templários continua em ‘Assassin’s Creed: Brotherhood’ e o nosso protagonista assume a frente do Credo na Itália.

Imagem de divulgação © Ubisoft
Thiago Fonteles

Publicado há

em

Lançado em 16 de novembro de 2010 pela Ubisoft, Assassin’s Creed: Brotherhood dá sequência a história de Ezio Auditore, personagem apresentado no jogo anterior e que fez bastante sucesso. Assim, os desenvolvedores resolveram que havia mais a ser contado sobre esse que é considerado o melhor personagem da franquia.

De cara, vemos aqui que se trata de um jogo não numerado e, sim, um capitulo com subtítulo. Esse é também o primeiro jogo da série a apresentar a possibilidade de multiplayer e conta com uma surpresa para o público brasileiro, sendo o primeiro game da série a contar com legendas em português. Dessa vez o jogo se desenvolve apenas na cidade de Roma e conta com novos equipamentos e a possibilidade de recrutar pessoas para seu clã, que podem ajudar no decorrer das missões.

‘Animus’ é uma série do Multiversos que se propõe a fazer um tour por todos os jogos da franquia Assassin’s Creed até o lançamento do próximo jogo, Assassin’s Creed: Valhalla, em 10 de novembro de 2020.

++Leia os artigos anteriores da série Animus:
– Animus: Parte I | A Jornada de Altaïr
– Animus: Parte II | O início da caminhada de Ezio, o mais querido dos assassinos

A história

Assassin’s Creed: Brotherhood se inicia onde terminou o anterior, e mostra Ezio retornando a Monteriggioni após deixar o templário, Rodrigo Borgia, principal antagonista do jogo anterior, escapar. Ezio, então, conta o que aconteceu no vaticano a seus companheiros de irmandade. Isso enfurece Nicolau Maquiavel, que não gostou de saber que Ezio poupou o líder templário. Com isso, Maquiavel parta para Roma afim de fazer o que Ezio não foi capaz: matar Rodrigo Borgia.

Alguns dias se passaram desde que o assassino retornou, quando um exército, comandado por César Borgia, filho de Rodrigo, cerca e ataca Monteriggioni. O ataque acaba por causar a morte de Mario, o roubo da Maçã do Éden e deixa um grave ferimento em Ezio, que se vê forçado a abandonar sua casa e fugir com sua mãe e irmã a caminho de Roma.

O novo Credo da Itália

Ao chegar em Roma, Ezio vai atrás de Maquiavel e descobre que César, o homem responsável pela morte de seu tio e mentor, se tornou governador, muito pela influência de seu pai, Rodrigo, atual papa. Maquiavel encoraja Ezio a voltar a Florença, porém, o assassino decide ficar em Roma, para reconstruir o núcleo dos assassinos na cidade. Agora, mais experiente, ele sabe que precisa de um clã forte para, assim, fazer frente ao poder que César tem como governador de Roma.

++Leia Mais:
– Os 7 de Chicago | Crítica (Sem Spoilers)
– DC Future State | Os quadrinhos da DC Comics rumo ao futuro!

Ezio, então, começa a recrutar novos membros, e vai, aos poucos, matando os principais líderes templários, o que fortalece cada vez mais o clã dos assassinos. Com isso, Ezio acaba sendo nomeado o novo Grão-Mestre dos assassinos na Itália. Ele, então, parte para a investida final contra os Borgias e, ao chegar onde Rodrigo e César se encontravam, testemunha uma briga entre os dois. César, então, mata seu pai, Rodrigo, e parte em busca da Maçã do Éden, que estava dentro da Basílica de São Pedro. Porém, Ezio chega primeiro e recupera o artefato, e o usa para ter vantagem na batalha contra César que, sem o apoio de seu exército e de seus partidários, acaba sendo preso a mando do novo papa, Júlio II, que está decidido a expurgar o mal que a família Borgia causou à Igreja Católica. Esse, entretanto, não é o fim de César.

assassins-creed-brotherhood-

A morte de César e o despertar de Desmond

César consegue fugir e vai para a Espanha, onde reúne um exército para tentar dar um golpe no Rei. Sabendo dos planos do seu inimigo, Ezio ruma para o local onde havia um cerco organizado pelo templário a um castelo, nas redondezas de Navarra. A luta se inicia e, mais uma vez, o assassino é superior é combate. Porém, César afirma que não pode ser morto por um simples homem, então Ezio o deixa cair das muralhas do castelo para a morte. O assassino, então, parte para um templo localizado abaixo do Coliseu de Roma e, nesse local, deixa a Maçã do Éden sobre um pedestal, selando assim o templo.

Agora, voltando ao presente onde Desmond desperta do Animus, junto com Lucy e os outros, ele parte para o Coliseu em busca da Peça do Éden que ali descansava. Ao chegarem no coliseu, e conseguirem abrir o templo, eles conseguem ver um holograma que mostrava onde Ezio havia deixado a Maçã do Éden e, ao tocá-la, Desmond vê que seus amigos são paralisados e suas mãos ficam grudadas em torno da Peça do Éden. Então algumas imagens de símbolos começam a surgir, juntamente com uma voz que fala que Desmond tem que equilibrar a balança. Uma força, então, começa a mover o corpo de Desmond involuntariamente em direção a Lucy e este esfaqueia a amiga no abdômen. Em seguida os dois caem no chão do templo.

++Leia Mais:
– Sarah Shahi junta-se ao elenco de Adão Negro de Dwayne Johnson
– Confira o trailer de Monster Hunter

Público e Crítica

Assassin’s Creed: Brotherhood termina com esse plot twist e agradou em muito aos fãs que puderam acompanhar a evolução de Ezio como assassino. Isso fez o jogo ter uma nota de 90/100 no metacritic, mostrando como as inovações foram bem-vindas. Apesar de ser um jogo bem menor que o anterior, sua história é tão envolvente quanto e abriu caminho para o próximo jogo que estava por vir: Assassin’s Creed – Revelations.

A série Assassin’s Creed ganhará, em 10 de novembro, o seu 12º game da franquia: ‘Assassin’s Creed: Valhalla’. Acompanhe a franquia Assassin’s Creed em games ou livros. Adquira os seus AQUI.


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | InstagramTwitter | YouTube




Consoles | PC

Animus: Parte V | Assassin’s Creed III, o sacrifício de Desmond

Desmond Milles, o fio condutor de toda a franquia dos assassinos até aqui, tem o capítulo final da sua história no game Assassin’s Creed III.

Thiago Fonteles

Publicado há

em

assassins-creed-III-3-capa
Imagem de divulgação © Ubisoft

Lançado em outubro de 2012, para Xbox 360 e Playstation 3, e em novembro, para Wii-U e PCs, Assassin’s Creed III é o quinto jogo da franquia e o terceiro jogo numerado. Aqui cabe comentar que todos os títulos numerados até agora contam com personagens inéditos na pele dos assassinos — como já vimos, Brotherhood e Revelations foram continuações da saga de Ezio e Altaïr — e o este título contará a história de Connor. Assassin’s Creed III continua com o mesmo sistema de gameplay, porém com algumas atualizações bem importantes, como a atualização do motor gráfico do jogo, que deu uma nova fluidez ao personagem nas batalhas e eventos do game, permitindo, assim, ter até 100 personagens em tela, um grade feito para os videogames da época.

++Acompanhe todos os artigos da série Animus:
– Animus: Parte I | A Jornada de Altaïr
– Animus: Parte II | O início da caminhada de Ezio, o mais querido dos assassinos
– Animus: Parte III | Assassin’s Creed: Brotherhood, a sequência da aventura de Ezio
– Animus: Parte IV | Assassin’s Creed: Revelations, o fim da história de Ezio e Altaïr

A História

Assassin’s Creed III, como todos os games da franquia até aqui, começa imediatamente onde parou Revelations, com Desmond junto de seu pai, Willian, e seus companheiros, Rebecca e Shaun, dessa vez nos Estados Unidos, em busca do templo onde Minerva e Juno estudavam uma maneira de proteger a Terra da Erupção Solar que causaria a destruição da mesma. O grupo então localiza uma caverna em Nova York onde acreditam estar o templo. Ao entrarem no local, e localizarem os equipamentos da primeira civilização, Desmond os ligam e, com isso, um grande temporizador aparece mostrando a data de 21 de dezembro de 2012, provável data para a nova erupção solar.

Desmond então se conecta ao Animus e, assim, inicia sua nova jornada. O jogo mostra então Haytham Kenway, na Grã-Bretanha, a caminho de uma casa de ópera onde está seu alvo, ele o localiza rapidamente em um dos camarotes do local e, depois de uma conversa, usa uma Lâmina Escondida, o mata e retira um medalhão de seu pescoço. Logo depois, Haytham deixa o local para comunicar ao seu superior que havia tido sucesso na sua missão.

Ao analisarem o medalhão, o grupo se dá conta de que se trata da chave de um templo da primeira civilização. Haytham então recebe a missão de partir para as colônias americanas, onde acredita-se que o templo está localizado. Ele então parte em uma viajem de navio para Boston.

++Leia Mais:
– RPG & Revistas, um caso de amor de mais de 20 anos
– Jared Leto retorna como o Coringa em ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’

Ao chegar, Haytham é recebido por Charles Lee, que ficou encarregado de ajudá-lo a reunir pessoas simpáticas a sua causa, são eles: William Johnson, Thomas Hickey, Benjamin Church e Jonathan Pitcairn. Após a reunião dos membros eles então descobrem que, para localizar e entrar no templo, iram precisar da ajuda dos nativos locais. O grupo então ataca um comerciante de escravos local, libertam um grupo de nativos Mohawks e conhecem uma mulher entre os nativos libertos, chamada Ziio, que concorda em ajudar contanto que Haytham mate o General Edward Braddock, e ele assim o faz.

Ziio então leva Haytham em uma viajem, onde eles localizam a entrada do templo, porém Haytham não tem sucesso em abrir o templo com o medalhão que possui. Após a frustração por não atingirem o objetivo, Haytham e Ziio tem uma noite de amor no local e, passados alguns dias, ele retorna a Boston e decide fazer de Charles Lee seu discípulo na ordem. Só então é mostrado que aquele grupo se trata dos templários das colônias americanas.

A descoberta da nova ascendência

Desmond então se desconecta do Animus com um sentimento de revolta ao saber que um dos seus antepassados fez parte da ordem dos templários. Isso o faz entrar em atrito com William, seu pai, por ter a sensação de que está sendo apenas usado. Porém, ao conseguir se acalmar, Desmond decide retornar ao Animus em busca de respostas e vemos que ele acaba por acessar não mais as memórias de Haytham mas, sim, as de uma criança da tribo Mohawk, chamada Ratonhnhaké:ton, que foi atacado por um grupo comandado por Charles Lee, que tenta forçá-lo a levar o grupo até os anciões da aldeia. Entretanto, o jovem se recusa a fazê-lo e isso desperta a ira do templário, que o ataca e o deixa inconsciente.

Ao acordar o jovem vê sua aldeia em chamas e parte para tentar localizar sua mãe, Ziio, e aqui descobrimos que ele é filho do líder templário Haytham. Ratonhnhaké:ton então vê que sua mãe morrer queimada, presa em uma casa que desabou devido ao fogo.

Passado algum tempo, Ratonhnhaké:ton é convocado pela anciã da tribo. Ela o diz que aquela é uma terra sagrada e mostra um artefato que parece muito com a Maçã do Éden, porém transparente. Ao tocá-la, Ratonhnhaké:ton vê Juno, que começa a conversar com ele. Juno o informa que seu nascimento era esperado há muito tempo e que ele estava destinado a uma tarefa muito importante. Ratonhnhaké:ton diz que não entende o que Juno diz, ela responde que ele não precisa entender, e que sua linhagem, de alguma forma, gera pessoas que mudarão o destino do mundo.

++Leia Mais:
– Ozob, personagem criado por Azaghal, estará no game Cyberpunk 2077
– Raya e O Último Dragão | Confira o primeiro trailer dublado

Juno diz ainda que chegou a hora de Ratonhnhaké:ton cumprir seu propósito: defender o templo da ameaça templária que deseja, a todo custo, tomar aquelas terras e invadir o templo da antiga civilização. Ela então mostra a ele o símbolo dos Assassinos e diz para procurar o homem que será o responsável por seu treinamento.

Após Ratonhnhaké:ton contar o que viu para a anciã ela o liberta de suas obrigações com a tribo e diz a ele que vá para o leste, afim de encontrar a pessoa que possui aquele símbolo.

O novo assassino

Ratonhnhaké:ton viaja por uma grande distância até encontrar Achilles Davenport, um assassino que, nesse momento, encontra-se aposentado. A princípio, Achilles reluta em treiná-lo, porem muda de ideia quando Ratonhnhaké:ton o salva de invasores que entraram em sua casa. Alguns anos mais tarde o treinamento termina e, com isso, o agora recém nomeado assassino está pronto para perseguir e destruir o grupo templário que tem como líder seu pai, Haytham.

Ratonhnhaké:ton então viaja para Boston e Achilles o aconselha a não usar seu nome Mohank. Achilles lhe dá o nome de seu falecido filho, Connor, para que, assim, ele possa andar livremente pelas colônias. O recém nomeado Connor começa, então, a assassinar seus alvos templários. No meio do caminho, se alia a Samuel Adams, figura importante na história da independência americana. Assim, consegue impedir um plano dos templários de assassinar, ninguém mais, ninguém menos, que George Washington.

No decorrer dos eventos que se sucedem Connor acaba por fazer uma trégua com seu pai, para matarem um inimigo em comum, e Connor acaba por saber que sua tribo será retirada de suas terras a mando de Washington. Ele então abandona seu plano de extermínio dos templários e volta a sua atenção para as necessidades de seu povo. Nesse momento, Connor descobre que o assassino de sua mãe, Charles Lee, está recrutando guerreiros de seu povo para lutar contra as forças de Washington. Connor acaba tendo que matar seu próprio povo para impedir que o templário os usassem como armas no seu plano. Ele então vai ao encontro de seu pai, para tentar convencê-lo de que devem matar Charles, porém seu pai não aceita, o que faz com que entrem em um duelo onde Connor sai vitorioso e mata seu próprio pai e líder dos templários.

++Leia Mais:
– WandaVision | Rumor sugere introdução dos X-men ao MCU
– The Walking Dead DELUXE | Confira algumas páginas da nova HQ em versão colorida

Uma nova complicação no Templo

Desmond se desconecta do Animus novamente e descobre que o templo precisa de uma célula de energia para que, assim, eles possam explorar tudo. Isso faz com que seu grupo precise deixar o local e viajar por várias partes do mundo à procura da célula. O equipamento acaba sendo localizado em Roma. William, então, se oferece para recuperá-la, pois Desmond ainda precisava descobrir onde estava a chave e, para isso, precisaria estar conectado ao Animus. Porém, Willian falha e é capturado por Daniel Cruz, o templário responsável por quase exterminar a ordem dos assassinos em 2000. Desmond é forçado a sair do Animus para resgatar seu pai e, durante a missão, ele mata Cruz, resgata seu pai e consegue a célula de energia.

De volta ao Animus, vemos que Connor consegue localizar Charles Lee e parte então para pôr um fim aos planos dos templários e vingar sua mãe. A batalha entre os dois é feroz, porém o assassino leva a melhor e, assim, erradica os planos templários e consegue o medalhão. De volta a sua terra Connor descobre que Washington ordenou que sua tribo fosse movida para outro lugar. Ele então vasculha o local em busca do artefato que parecia a Maçã do Éden e, ao encontrá-la, Juno dá instruções de que ele esconda o medalhão onde ninguém poderia localizar, sem ao menos lhe dizer o porquê disso. O assassino então escolhe como esconderijo o túmulo de Connor Davenport, filho de Aquiles.

Ao retornar, ele descobre que seu antigo mentor deixou todas suas posses para ele como herança. E percebe que, no final das contas, eles apenas acabaram trocando o domínio britânico pelo domínio local.

Assim termina a história de Connor.

++Leia Mais:
– Super Choque | Michael B. Jordan irá produzir longa do herói da DC
– Os 7 de Chicago | Crítica (Sem Spoilers)

O desfecho de Desmond

Desmond então desperta do Animus e, com o conhecimento adquirido, localiza o medalhão e assim adentra a câmara do templo. Ele então é recepcionado por Juno, que agora revela que existe uma possibilidade de impedir que a erupção solar destrua a Terra, entretanto Desmond morreria no processo. Para isso bastaria que ele colocasse sua mão sobre a esfera que estava a sua frente.

Nesse momento, Minerva surge e impede que ele faça isso. Ela diz que, se ele tomar essa atitude, irá libertar Juno que foi selada naquele templo para impedir que dominasse a humanidade. Minerva explica que o melhor caminho é deixar que a catástrofe aconteça. E que Desmond poderia liderar os poucos sobreviventes, como uma espécie de messias, e a humanidade recomeçaria tudo novamente.

Na iminência da erupção solar ocorrer, Desmond toma uma decisão. Ele pede que todos os seus amigos deixem o local. Seu pai reluta por algum tempo, porém acaba saindo como todos. Desmond então toca a esfera, contrariando o alerta de Minerva e salvando a humanidade, e assim libertando uma poderosa onda verde que envolve o planeta. A onda acaba realmente protegendo o planeta da erupção que iria atingi-lo, entretando agora Juno está solta para, então, colocar seus planos em prática.

O mundo acaba sendo salvo graças ao sacrifício de Desmond Milles e assim termina sua história.

++Leia Mais:
– Sarah Shahi junta-se ao elenco de Adão Negro de Dwayne Johnson
– Confira o trailer de Monster Hunter

Público e Crítica

Assassin’s Creed III foi recebido com criticas positivas e teve uma nota de 87/100 no Metacritic. O jogo foi o início da localização total para o público brasileiro. A partir de então, todos os jogos seguintes da franquia tiveram dublagem e legendas em português. O game recebeu vários prêmios e apresentou a exploração naval que seria fundamental para o próximo título da franquia, um dos aspectos preferidos dos fãs nesse jogo.

A série Assassin’s Creed ganhará, em 10 de novembro, o seu 12º game da franquia: ‘Assassin’s Creed: Valhalla’. Acompanhe Assassin’s Creed III e os demais jogos da franquia em games ou livros. Adquira os seus AQUI.


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | InstagramTwitter | YouTube




Continue lendo

Consoles | PC

Ozob, personagem criado por Azaghal, estará no game Cyberpunk 2077

Ozob, o palhaço mercenário que tem uma granada no lugar do nariz está, oficilamente, dentro do universo de Cyberpunk 2077!

Thiago Fonteles

Publicado há

em

ozob-cyberpunk-2077-personagem-brasileiro-Azaghal-Jovem-Nerd-0
Imagem de divulgação © CD Projekt Red

O personagem Ozob estará o game Cyberpunk 2077!

Ozob, personagem criado por Deive Pazos, o Azaghal do site Jovem Nerd, é um palhaço mercenário calvo, ruivo, albino e com uma granada no lugar do nariz. O personagem foi inserido no mundo de Cyberpunk 2077 graças a contatos dos criadores do site Jovem Nerd com a CD Projekt Red, que desenvolve o jogo.

“A ideia de inserir o Ozob no universo Cyberpunk 2077 surgiu assim que vimos o primeiro teaser do jogo. Percebemos ali que o personagem tinha muita conexão com o game e falamos sobre esse desejo à CD Projekt Red, desenvolvedora do jogo.” – relata Alexandre Ottoni, o Jovem Nerd, sobre o processo.

O personagem contará ainda com a voz de seu criador na dublagem brasileira, sendo aprovada pela produtora do game e pelo diretor de dublagem do game.

++Leia Mais:
– WandaVision | Rumor sugere introdução dos X-men ao MCU
– The Walking Dead DELUXE | Confira algumas páginas da nova HQ em versão colorida

Todas as informações sobre a inclusão de Ozob ao universo de Cyberpunk 2077 foram dadas em um NerdOffice no canal do Jovem Nerd no YouTube e posteriormente no seu site. Você pode conferir o NerdOffice em questão abaixo:

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que a equipe do site Jovem Nerd é “inserida” em um produto da cultura pop. Tanto o Jovem Nerd, Alexandre Ottoni, quanto o Azaghal, Deive Pazos, já foram transformados em personagens do boardgame Zombicide, na edição especial Gaming Night #5.

Jovem-Nerd-Azaghal-Zombicide

Cyberpunk 2077 é um jogo muito esperado e pode ser o último grande game dessa geração de consoles. Apesar dos muitos adiamentos que o jogo teve, ele continua sendo muito aguardado por todos os gamers e será lançado em 19 de novembro de 2020 para Xbox One, Playstation 4, PCs e Stadia, e também estará disponível para jogar na próxima geração de consoles, Xbox Series X e Playstation 5, que também chegam em novembro.

Mais sobre Ozob

O personagem Ozob já virou busto pela Iron Studios e também teve um livro publicado cotando sua história, chamado Ozob, Vol. 1 – Protocolo Molotov, e escrito pelo autor Leonel Caldela.

Adquira seus livros do autor Leonel Caldela AQUI.

++Leia Mais:
O Inimigo do Mundo | Conheça o primeiro romance de Leonel Caldela
A Flecha de Fogo | Crítica do novo romance do escritor Leonel Caldela


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | InstagramTwitter | YouTube




Continue lendo

Consoles | PC

Animus: Parte IV | Assassin’s Creed: Revelations, o fim da história de Ezio e Altaïr

Assassin’s Creed: Revelations marca o fim da linha na história de Ezio e Altaïr, os dois primeiros heróis apresentados na franquia.

Thiago Fonteles

Publicado há

em

Assassin's-Creed-Revelations-Animus-Parte-IV
Imagem de divulgação © Ubisoft

Lançado em novembro de 2011 para Xbox 360 e Playstation 3 e em dezembro para PCs, este é o quarto título da franquia da Ubisoft e chega para encerrar a história dos assassinos Ezio e Altaïr. Assassin’s Creed: Revelations conta com as mesmas mecânicas de gameplay, com pequenas alterações em relação a Assassin’s Creed Brotherhood, e também se trata de mais um jogo que não é numerado. Além disso, assim como o jogo anterior, este traz legendas em português, sinal que a Ubisoft já buscava cada vez mais agradar ao público brasileiro.

++Confira os artigos anteriores da série Animus:
– Animus: Parte I | Assassin’s Creed, A Jornada de Altaïr
– Animus: Parte II | Assassin’s Creed II, o início da caminhada de Ezio
– Animus: Parte III | Assassin’s Creed: Brotherhood, a sequência da aventura de Ezio

História

Assassin’s Creed: Revelations inicia imediatamente após o termino do anterior, Assassin’s Creed: Brotherhood, onde vimos que Desmond, sem o controle do próprio corpo, apunhala Lucy e, em seguida, desmaia. Desmond então entra em coma e vai parar no Animus, mesmo sem estar conectado a uma estação. Ali, Desmond se depara com outra pessoa naquele lugar, que se identifica como Objeto 16, e informa a Desmond onde ele está e mostra também uma serie de portais que contém todas as memorias dele e dos seus antepassados. Desmond, então, entra em uma destas memórias e aí começa a aventura de Ezio.

Vários anos se passaram desde os acontecidos em Roma e a destruição dos Borgias. Ezio, agora bem mais velho, está em busca da biblioteca de Altaïr em Masyaf, antigo lar do clã dos assassinos. Ele, então, é surpreendido por templários que também tinham o mesmo objetivo e acaba tendo sua lâmina escondida (hiddenblade) quebrada na luta contra esses templários e acaba sendo capturado. Porém, quando iria ser executado, consegue escapar e, em seguida, localizar a entrada da biblioteca de Altaïr.

++Leia Mais:
– WandaVision | Rumor sugere introdução dos X-men ao MCU
– The Walking Dead DELUXE | Confira algumas páginas da nova HQ em versão colorida

Ezio conversa com escavadores que, há meses, trabalhavam tentando abrir a biblioteca e, ao investigar, ele descobre serem necessárias 5 chaves para entrar no local. Além disso, descobre que Leandros, o líder templário que o sentenciou a morte, estava em posse de um livro que continha informações sobre a localização das chaves. Ezio, então, persegue o templário e, quando o mata e toma o livro que estava em sua posse, descobre que as chaves estão em Constantinopla.

Uma nova arma

O nosso assassino, então, viaja para Constantinopla e se encontra com o líder dos assassinos local, Yusulf, que o presenteia com a lâmina de gancho (hookblade) em substituição da lâmina escondida (hiddenblade) que havia quebrado na luta com os templários em Masyaf. Com essa nova arma, além do uso letal, Ezio consegue fazer tirolesa e alcançar lugares altos.

Lamina-de-gancho-HookBlade_Concept_Art

A Lâmina de Gancho (hookblade) que substitui a Lâmina Escondida (hiddenblade).

Em Constantinopla, Ezio também conhece o príncipe do império otomano, Suleiman, e Sofia Sartor, dona de uma livraria onde ele encontra a primeira chave e um mapa com as localizações das chaves restantes. Sofia decide ajudar Ezio a decifrar o mapa e ajudá-lo em sua busca. Eles conseguem localizar 3 chaves, graças ao mapa. Porém, a última chave está em posse dos templários.

++Leia Mais:
– Super Choque | Michael B. Jordan irá produzir longa do herói da DC
– Os 7 de Chicago | Crítica (Sem Spoilers)

Ezio, então, descobre um plano para derrubar a família imperial otomana, plano esse encabeçado por Manuel Palaiologos, que liderava os templários locais. O assassino, então, parte para o embate contra Manuel e, ao matá-lo, consegue a última chave. Entretanto, o tio do príncipe Suleiman, Ahmet, assume o controle dos templários e se mostra disposto a tudo para recuperar as chaves e entrar na biblioteca de Altaïr, até mesmo a assassinar seus irmãos e tirá-los da linha de sucessão do trono do império otomano. Porém, apesar de todo seu poder militar, Ezio consegue matá-lo e, assim, livra o império otomano da influência templária.

Assassin's-Creed-Revelations-Animus-Parte-IV-rapel

O rapel só é possível em Assassin’s Creed: Revelations graças à Lâmina de Gancho (hookblade).

A Biblioteca

O assassino viaja junto com Sofia de volta a Masyaf e, de posse das chaves, adentra a biblioteca junto com ela e descobre que o local estava vazio, exceto pelo esqueleto de Altaïr sentado em uma cadeira em posse de um artefato. O item continha as últimas memorias de Altaïr e, ao acessá-las, vemos que aquele local não se trata de uma biblioteca mas, sim, uma cripta, onde ele se isolou para morrer e escondeu, para a surpresa de todos, uma segunda Maçã do Éden.

++Leia Mais:
– DC Future State | Os quadrinhos da DC Comics rumo ao futuro!
– Sarah Shahi junta-se ao elenco de Adão Negro de Dwayne Johnson

Ezio, então, localiza a maçã, porém, decide que ela deve continuar onde Altaïr havia deixado. Ele percebe que já viu muitas coisas nessa vida e que, no final das contas, é apenas um condutor para que Desmond alcance seus objetivos, que já foram traçados pela primeira civilização. Eles, então, se encontram, onde Ezio está no plano físico e Desmond é uma projeção, e, assim, se encerra a história de Ezio.

Desmond acorda

Voltamos, então, a mente de Desmond e vemos uma figura que faz parte da primeira civilização, que conta a ele que a primeira civilização construíu vários locais subterrâneos pelo mundo, afim de impedir a destruição deles pela erupção solar. Ele conta que, junto com Juno e Minerva, era seu dever coletar todas as informações possíveis e, assim, encontrar uma solução. Além disso, informa que a primeira civilização tentou seis vezes deter seu fim, porém sem sucesso, e, assim, sua civilização foi destruída. Ele informa ainda que apenas alguns poucos sobreviveram e foram responsáveis por repovoar a terra, e que Desmond deve partir para o local onde eles trabalharam para tentar impedir o fim do mundo.

Após isso Desmond acorda do coma e vê que estava conectado ao Animus em um furgão junto com Shaun, Rebeca e seu pai, Willian Milles. Desmond, então, olha para todos e diz que sabe o que eles tem que fazer. Depois disso, seu pai abre as portas do furgão e mostra uma paisagem de um campo verdejante.

Público e Crítica

Assassin’s Creed Revelations foi recebido com entusiasmo pelos fãs por encerrar a história de Ezio e Altaïr. Porém, vimos que, graças às mecânicas pouco inovadoras e a duração do game, ele é chamado por muitos de “terceira parte de Assassin’s Creed II”. O jogo conseguiu uma nota 80/100 no metacritic e isso acendeu um alerta na Ubisoft. Na sequência, a empresa trouxe um personagem totalmente novo, com uma história nova e algumas mecânicas que fariam bastante sucesso nos próximos jogos da franquia.

A série Assassin’s Creed ganhará, em 10 de novembro, o seu 12º game da franquia: ‘Assassin’s Creed: Valhalla’. Acompanhe Assassin’s Creed Revelations e os demais jogos da franquia em games ou livros. Adquira os seus AQUI.


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | InstagramTwitter | YouTube




Continue lendo

Consoles | PC

Animus: Parte II | O início da caminhada de Ezio, o mais querido dos assassinos

Assassin’s Creed II, o jogo mais lembrado da franquia, tem a frente Ezio, o jovem protagonista italiano que busca vingança para sua família.

Thiago Fonteles

Publicado há

em

Animus-parte-II-assassins-creed-2
Imagem de divulgação © Ubisoft

Lançado em 17 de novembro de 2009 pela Ubisoft para Xbox 360, Playstation 3 e PC, Assassin’s Creed II retoma a história de Desmond Milles que, no jogo anterior, descobre ser descendente de um dos maiores membros do Credo dos Assassinos. O jogo retorna com os mesmos mecanismos, porém mais refinado e com acréscimos que melhoraram, ainda mais, a experiência do gameplay e com um protagonista que viraria a se tornar referência para os jogos posteriores: Ezio Auditore.

++Leia os artigos anteriores da série Animus:
– Animus: Parte I | A Jornada de Altaïr

A História

O jogo inicia imediatamente após o término do anterior, onde vemos Desmond em companhia de Lucy fugindo do laboratório da Abstergo em direção a um esconderijo dos assassinos contemporâneos. Aos poucos Desmond vai tomando conhecimento da história dos assassinos que, mesmo com poucos recursos, continuam a combater os templários, porém sem grandes resultados.

Ao chegar no esconderijo, Lucy apresenta sua equipe a Desmond: Rebecca Crane e Shaun Hastings, que trabalham no desenvolvimento de um dispositivo inspirado no Animus original da Abstergo, batizado de Animus 2.0.

Ao conectar-se ao dispositivo, Desmond, dessa vez, não volta à época das cruzadas, assim não retornando às memórias de Altaïr. Desta vez ele vai para a época renascentista e está na pele de um novo personagem, Ezio Auditore da Firenze, um jovem de família rica que mora na Itália, mais precisamente na cidade de Florença, onde o garoto vive os prazeres que uma vida abastada pode proporcionar.

Conhecemos, então, sua família: o pai Giovani Auditore, um banqueiro conhecido por todos e membro secreto do clã dos assassinos, sua mãe, Maria Auditore, os irmãos Federico, Petruccio e Claudia. Logo no início da aventura Ezio ajuda sua mãe a chegar a casa de um artesão, que é ninguém menos que Leonardo da Vinci, que terá papel fundamental na aventura de Ezio posteriormente.

Giovani, seu pai, solicita que Ezio o ajude em uma missão, que consiste em entregar mensagens a seus contatos, porém, após a entrega de duas mensagens, Ezio nota que os guardas marcham pela cidade. Ao retornar a sua casa encontra tudo saqueado e revirado. Seu pai e seus irmãos não estavam no local, mas sua irmã e sua mãe estavam escondidas, por saber que os outros haviam sido levados pelos guardas. Ezio então escala o Palazzo della Signoria, onde seus familiares estavam presos, e consegue falar com seu pai através de uma janela.

Giovani diz ao filho que ele deve entrar em seu escritório e procurar um baú, que está escondido no local, retirar todo o seu conteúdo e entregar a carta que está selada a um amigo próximo da família, Uberto Alberti, o Gonfaloniere da cidade, uma espécie de alto magistrado.

Ezio faz o que seu pai manda e vai ao seu escritório, a procura do baú. Lá, também encontra as vestes de assassino de seu pai e uma arma com uma lâmina oculta em um bracelete, contudo o dispositivo estava quebrado. Ele entrega a carta para Uberto e seu conteúdo revela uma investigação de conspiração contra a cidade de Florença. Após ler o conteúdo da carta, Uberto garante a Ezio que aquilo mudava tudo e que seu pai e seus irmãos seriam liberados depois que tudo fosse esclarecido.

Após isso Ezio se esconde e aguarda o outro dia, quando seria anunciada a inocência de sua família.

A Traição

Ao retornar ao Palazzo dela Signoria no dia seguinte, Ezio encontra Uberto presidindo a sessão de execução de sua família. Giovani, pai de Ezio, grita afirmando sua inocência e informa que seu filho havia entregado documentos que comprovavam tal fato, porém o Gonfaloniere diz que Giovani mente e que nunca recebeu tais documentos. Nesse momento Ezio grita do meio da multidão, alegando que Uberto mente, mesmo assim seu pai e seus irmãos são executados e ele assiste a tudo impotente, do meio da multidão. Ao mesmo tempo que acontece a execução, os guarda começam a perseguir a Ezio e, na sua fuga, ele encontra abrigo em um bordel que era administrado por uma fiel criada da família Auditore, a cortezã Paola.

Paola concorda em ajudar Ezio a sobreviver, e o ensina o básico do conhecimento dos fora-da-lei e, com isso, ele passa a planejar sua vingança. Ezio também visita Leonardo, para que ele possa consertar o bracelete com a lâmina oculta que foi encontrado no baú de seu pai. Após o conserto do item um dos guardas da cidade bate no ateliê de Leonardo em busca de Ezio que, furtivamente, se aproxima por trás do guarda que ameaçava espancar o artesão e comete seu primeiro assassinato.

Mais tarde o jovem assassino parte em busca de Uberto, para ter sua vingança, e o encontra na Basilica di Santa Croce. Em uma exposição desnecessária, e tomado pela irá, Ezio mata Uberto naquele local e encontra os documentos que foram omitidos pelo Gonfaloniere, que comprovariam a inocência de sua família.

Fuga

Sendo agora um dos homens mais procurados da Itália, Ezio tem que fugir com sua mãe e irmã, e partem em direção a Espanha, porém, no caminho são abordados por Vieri de Pazzi um antigo desafeto de Ezio.

Apesar disso, a sorte parece sorrir para os fugitivos e seu tio, Mario Auditore, junto com um grupo de mercenários, os salvam e levam os três a Monteriggioni, onde Mario revela que Ezio vem de uma linhagem do Clã dos Assassinos. Ezio porém renega essa linhagem, o que enfurece seu tio que parte para a cidade de San Grimignano em busca de Vieri de Pazzi, que se revelara um templario, e Ezio fica em um dilema: renegar sua linhagem de assassino ou ajudar seu tio a acabar com os templários?

Ezio decide-se por ir atrás de seu tio, para ajudá-lo, e o encontra em meio a uma luta entre assassinos e templários. Ali, Ezio localiza Vieri e o mata, sem conseguir nenhuma informação sobre os planos dos templários, o que o deixa enfurecido e o leva a insultar o cadáver do inimigo caído a sua frente. Seu tio chega logo em seguida e lhe ensina a primeira lição do Clã: assassinos demonstram respeito ao corpo de suas vítimas.

Assumindo o manto

Depois disso, Ezio inicia o treinamento com seu tio, para que pudesse impedir a conspiração que acabou por tirar a vida de sua família e que tinha como alvos principais Lorenzo de Medici, Governante de Florença, e seu irmão Giuliano. Ezio então retorna a Florença, porém chega tarde para salvar Giuliano, mas obtém sucesso em salvar Lorenzo e, após deixar o governante a par da conspiração, consegue limpar o nome de sua família e começa, então, a buscar todos os que tiveram alguma relação com a morte destes. Assim, Ezio acaba por bater de frente com o homem que estava por trás de todo o mal que ocorreu em sua vida. Seu nome: Rodrigo Borgia.

Ezio torna a visitar seu amigo, Leonardo da Vinci, que estava de mudança para Venezza. Ele o acompanha e, ao chegarem ao destino, Ezio vai em busca do palácio de Emilio Barbarigo. Entretanto, ele não encontra nenhuma forma de entrar no local, então sai dali e acaba por conhecer e ajudar uma ladra chamada Rosa, que havia sido machucada por uma flecha dos guardas da cidade. Rosa, então, apresenta Ezio ao líder do seu grupo de ladrões, Antônio, que ensina novas técnicas ao assassino, possibilitando, assim, o acesso dele ao palácio. Desta forma, Ezio cumpre seu objetivo e assassina Emilio.

++Leia Mais:
– Sarah Shahi junta-se ao elenco de Adão Negro de Dwayne Johnson
– Anya Taylor-Joy viverá a jovem Furiosa em longa derivado de Mad Max

A Vingança

Cada vez mais perto de atingir sua vingança, Ezio executa vários templários afim e chegar a Rodrigo Borgia, e o localiza após se infiltrar em um navio templário. Ele também observa um soldado que carregava a Maçã do Éden.

Ezio, então, mata o soldado e toma seu lugar para entrar no covil dos templários. Em seguida, em uma breve batalha contra Rodrigo, que se declara como “o profeta que havia sido revelado pelo Codex da antiga civilização”, Ezio se mostra muito superior em combate e o força a fugir e chamar os guardas da cidade para enfrentar o assassino. Porém, nessa hora, a ordem dos assassinos aparece, liderados por seu tio, Mario, o líder dos ladrões, Antônio, a cortezã Paola e Nicolau Maquiavel, que revela que, na verdade, Ezio é o profeta que o Codex revelara.

Depois disso, Ezio é verdadeiramente batizado na ordem dos assassinos e reconhecido por todos os membros.

Ezio parte, então, para Roma, onde Rodrigo Borgia estava depois de perder a Maçã do Éden para o assassino na luta anterior. Ele descobre que o templário havia se tornado o Papa, cargo máximo da Igreja Católica, e, assim, teria acesso a outras Peças do Éden. Ezio, então, enfrenta muitos perigos até chegar a Capella Sistina, onde ataca Rodrigo, porém este surpreende o assassino estando em posse de duas Peças do Éden e o joga para longe, além de drenar a energia de todos os outros que estavam no recinto, exceto de Ezio que estava em posse da Maçã do Éden, o que o deixava imune aos efeitos do Cetro do Éden.

Mesmo Ezio superando fisicamente as habilidades de Rodrigo, o templário vence a luta, esfaqueia a barriga do assassino e o abandona, abrindo uma passagem para uma estrutura que ficava por baixo do altar onde os dois lutavam. A passagem pertencia a Antiga Civilização porém, dentro do câmara, Rodrigo não consegue ter acesso ao que ficava por trás da porta, o que o deixa extremamente frustrado. Ezio, então, entra na câmara para a luta final onde, mesmo ferido, ele derrota o templário num duelo de mãos limpas.

Ao perceber sua derrota, Rodrigo grita que isso não pode acontecer pois ele é o “profeta”. Ezio, então, diz que ele nunca foi e nunca será o profeta e o templário pede que o assassino cumpra seu desejo de vingança, porém Ezio diz que isso não traria sua família de volta e abandona Rodrigo no chão da câmara, perante a porta que ele não conseguiu abrir por não ser realmente o profeta.

Epílogo

O assassino se volta para o cetro de Rodrigo, que agora estava junto a Maçã do Éden, e este começa a ressoar e, ao ser tocado por Ezio, abre a porta da câmara. Ezio adentra a câmara e é recebido pela projeção de uma figura feminina da antiga civilização. Ela se apresenta como Minerva e diz que vivia há muito tempo com Juno. Ezio, então, pergunta se eles são deuses, ao que ela reponde que não, e diz que são apenas uma civilização que viveu há muito tempo e que eram muito avançados tecnologicamente.

Durante toda a conversa, Minerva parece estar conversando com outra pessoa que não é Ezio e, então, descobrimos que ela esta falando, na verdade, com Desmond. Ela, então, explica como sua civilização chegou ao fim, através de uma grande erupção solar, e como isso está prestes a acontecer novamente, na época de Desmond, e que eles devem localizar os outros templos e as demais Peça do Éden para que, assim, possam achar um meio de proteger o planeta de um novo apocalipse.

Voltamos ao presente de Desmond e este está sendo desconectado do Animus, pois os templários estão vindo em sua busca. Lucy entrega a ele um bracelete, contendo uma lâmina escondida, para que ele possa se defender, e jogo termina com Desmond e Lucy tendo que enfrentar vários soldados da Abstergo para que, assim, possam fugir.

A Crítica

Assassin’s Creed II foi aclamado pela critica e pelos jogadores e recebeu uma nota maior que seu anterior, ficando com 90/100 no Metacritic, onde recebeu muitos elogios pelo seu enredo, missões paralelas e pelos gráficos que, para a época, por ainda estarem no inicio de uma geração, estavam muito bonitos e polidos. A jogabilidade também foi aprimorada no jogo, bem como a gama de armamentos que o protagonista tinha acesso. E, falando de protagonistas, Ezio é, até hoje, considerado o melhor protagonista de toda a franquia, e isso teve um reflexo muito grande nas decisões da empresa em relação aos jogos futuros, como veremos nas próximas partes da nossa série Animus.

A série Assassin’s Creed ganhará, em novembro, o seu 12º game da franquia: ‘Assassin’s Creed: Valhalla’. Acompanhe a franquia Assassin’s Creed em games ou livros. Adquira os seus AQUI.


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | Instagram | YouTube | Twitter




Continue lendo

Consoles | PC

Animus: Parte I | A Jornada de Altaïr

Prepare-se para o lançamento de ‘Assassin’s Creed: Valhalla’. Animus é a nossa série de artigos que abordará toda a franquia de Assassin’s Creed.

Thiago Fonteles

Publicado há

em

Imagem de divulgação © Ubisoft

Assassin’s Creed, da Ubisoft surgiu a partir da ideia de um spin-off de Prince of Persia e acabou se tornando a maior franquia da empresa.

A história gira em torno dos Assassinos, que tem como objetivo a paz e a manutenção do livre arbítrio, e dos Templários, que buscam a dominação mundial e uma nova ordem para a sociedade. Ambos visam se apossar dos objetos da civilização perdida que veio antes dos humanos e foi destruída por uma erupção solar. O game acompanha a história de Desmond Milles que, através de um sistema denominado Animus, acessa memórias de seus antepassados visitando várias épocas diferentes e mesclando personagens fictícios com personagens reais.

A série teve inicio em 2007 com o primeiro jogo lançado na sétima geração de consoles, onde apresentou os fundamentos básicos que estão presentes até hoje na franquia. Assassin’s Creed foi lançado para a maioria das plataformas e tem um sistema de contabilização bem complexo, tendo em vista que abandona o sistema de números para dividir os jogos (AC I e II) e começa a usar subtítulos (AC: Brotherhood e Revelations) para definir as histórias, voltando depois a usar o sistema numérico (AC III e IV: Black Flag) mas abandonando de vez em seguida.

A franquia começou como anual, e se manteve dessa forma de 2007 a 2015, chegando a ter o lançamentos de até dois títulos importantes e interligados no ano de 2014, onde um atendia a sétima geração de consoles e outro à oitava geração, e isso começou a mostrar sinais de cansaço na franquia, que não apresentou grandes revoluções de um jogo para o outro e obrigou a Ubisoft a colocar um pé no freio e inventar novas mecânicas e uma nova jogabilidade.

++Leia Mais:
– Caverna do Dragão: Requiem | Roteiro original ganha excelente animação fanmade
– Jamie Foxx alimenta o hype em torno de filme sobre o Aranhaverso

Hoje a franquia conta com 11 jogos principais estando para chegar o mais novo capítulo da franquia, Assassin’s Creed: Valhalla que promete costurar as histórias respondendo questões pendentes nos jogos anteriores.

Com o intuito de preparar você para o lançamento do novo game da franquia dos assassinos, você vai poder acompanhar aqui no Multiversos uma série de textos falando um pouco da história de cada um dos jogos já disponíveis no mercado: as plataformas para qual foram lançados, ano de lançamento, a recepção do público e muito mais, até o lançamento do novo título, que acontece em 10 de novembro de 2020. Assassin’s Creed: Valhalla será o décimo segundo título da franquia principal.

Assassin’s Creed: O Início

Assassins-Creed-1-Animus-Altaïr

Lançado em novembro de 2007 para Xbox 360 e Playstation 3, Assassin’s Credd foi um jogo desenvolvido pela Ubisoft-Montreal, um dos estúdios que fazem parte da empresa Ubisoft. Como dito acima, o jogo que estava sendo criado como um spin-off de Prince of Persia acabou partindo para um outro caminho e se tornou a principal franquia da empresa com um gameplay em terceira pessoa apresentando elementos de Parkour e Stealth, muitas vezes parecendo o Hitman com uma pegada Medieval, o que surpreendeu de forma positiva apresentando uma história rica e divertida capaz de prender os jogadores por horas.

A história de Assassin’s Creed se passa no ano de 2012, onde Desmond Milles, foi sequestrado por uma empresa chamada Abstergo para servir de cobaia de um experimento chamado Animus, que consiste em retirar memórias de seus antepassados através do DNA da cobaia. Desmond, que até então pensava ser apenas um simples bartender, era descendente de um dos mais importante membros da Ordem dos Assassinos, Altaïr ibn-La’Ahad. Ao ser colocado em animação suspensa no Animus Desmond nos leva ao ano de 1191, época das Cruzadas, onde Ricardo Coração de Leão havia capturado a cidade de Acre e armado acampamento para iniciar sua cruzada contra os mulçumanos, com objetivo de conquistar Jerusalém.

Altaïr atingiu o nível máximo da ordem mesmo sendo muito jovem tornando-o muito arrogante e com excesso de confiança, isto levou ao fracasso a missão de matar o Grão-Mestre da Irmandade dos Templários, Robert de Sable, e  de recuperar o artefato (Maçã do Éden) que faz parte das “Peças do Eden”. Sendo ele descoberto junto com os outros assassinos pelos templários o mesmo acaba sendo pego por Robert que o joga em uma pilastra separando-o dos outros dois assassinos. Altaïr então decide voltar ao Quartel General dos assassinos.

++Leia Mais:
– Viúva Negra, Os Eternos e Shang-Chi ganham novas datas de estreia
– Conan, o Bárbaro, pode ganhar série na Netflix

Mesmo tendo falhado em sua missão Altaïr vai em busca do grão-mestre e mentor de sua ordem, Al Mualin, e narra o acontecido, porém ele é interrompido por Malik, um dos seus companheiros na ação. Este  retorna com um ferimento grave no braço e, para a surpresa de todos, com o artefato, a Maçã do Eden, mas sem o seu companheiro, e acusa Altaïr de causar a morte do terceiro homem devido sua arrogância. Com isso Altaïr é levado ao mais baixo nível da irmandade.

Al Mualin oferece a Altaïr a chance de recuperar sua honra ao partir em uma missão na Terra Santa e assassinar nove homens e, a cada assassinato, Altaïr poderia, assim, recuperar seu “rank” e prestígio na ordem.

Ao longo da trama Altaïr descobre que os assassinatos são motivados por ganhos pessoais e não pelas diretrizes do credo do assassinos, em paralelo Desmond, entre as seções do Animus, começa a receber e-mails que o levam a crer que a Abstergo é controlada pelos Templários modernos, e que tem como objetivo localizar os artefatos que estão perdidos pelos mundo e que esse experimento tem como objetivo revirar o passado de Altaïr e encontrar pistas sobre onde eles estão enterrados.

Através do experimento Animus vemos Altaïr cumprindo a missão de matar Robert de Sable. Nesta hora Robert revela que Al Mualin, na verdade, era secretamente um templário e os assassinatos que ele ordenava tinham como objetivo colocar cruzados e mulçumanos contra os assassinos, deixando os templários livres para alcançar seus objetivos. Al Mualin, de posse de um dos artefatos conhecido como Maçã do Éden, consegue vantagem ao lutar com Altaïr, pois o artefato pode causar hipnose. Mesmo assim o assassino consegue matar seu antigo mentor, e ao colocar as mãos na Maçã do Éden a mesma mostra um holograma do planeta Terra, onde é possível ver várias localizações de outras prováveis Peças do Éden, inclusive continentes que não existem mais.

Assassins-Creed-1-Animus-Altaïr-Vigia

Ao ser desconectado do Animus, Desmond descobre que a Abstergo enviou várias equipes para as localizações mostradas pela Maçã do Éden, com isto ele conclui que não tem mais utilidade e que será eliminado. Porém, devido a experiência vivida no Animus, ele desenvolveu várias habilidades, além da chamada Visão de Águia, que possibilita descobrir quem é amigo ou inimigo, bem como localizar mensagens escondidas. Com isso ele descobre que uma das cientistas, Lucy Stillman, era na verdade uma assassina infiltrada na Abstergo e juntos eles fogem de suas instalações, encerrando assim o primeiro jogo da série.

Assassin’s Creed foi bem recebido pelo público. Fez muito sucesso e teve altas avalições no Metacritic chegando aos 81 pontos de 100, apesar de ter um gameplay, por vezes, repetitivo. O jogo vendeu mais de 2,5 milhões de cópias até dezembro de 2007, ultrapassando as projeções da Ubisoft e estabelecendo os fundamentos da franquia, que resultariam em histórias envolventes e bem escritas onde apresentariam o personagem mais popular da série até hoje mas, isso é assunto para outro dia.

Acompanhe a franquia Assassin’s Creed em games ou livros. Adquira os seus AQUI.

++Confira os outros textos da série Animus:
– Animus: Parte II | O início da caminhada de Ezio, o mais querido dos assassinos


Acompanhe nossas redes sociais para maiores novidades:
Facebook | Instagram | YouTube | Twitter




 

Continue lendo

Consoles | PC

Shadowlands: Pós-Vidas – Revendreth | Vídeo apresenta as consequências da escassez de ânima

Confira como estão as almas dos que habitam Revendreth no novo vídeo da série Pós-Vidas de ‘World of Warcraft: Shadowlands’.

Rafa-el Lima

Publicado há

em

world-of-warcraft-shadowlands-pos-vidas-revendreth

A escassez de recursos nas Shadowlands leva o regente de Revendreth a tomar medidas de contenção no seu reino.

Sir Denathrius, Mestre de Revendreth, se dirige aos seus súditos para garantir que, a despeito da seca misteriosa que os atormenta, ele agiu para assegurar a prosperidade do reino. Porém, a fé que é depositada nele deve permanecer absoluta.

++Leia Mais:
– Shadowlands: Pós-Vidas – Bastião | Primeiro vídeo da série traz Uther, o Arauto da Luz
– Shadowlands: Pós-Vidas – Maldraxxus | Segundo vídeo da série apresenta Draka
– Shadowlands: Pós-vidas – Ardena | Vídeo apresenta o destino de Ursoc

Confira o vídeo ACIMA, no início da publicação.


Acompanhe nossas redes sociais:
Facebook | Instagram | YouTube | Twitter



Continue lendo

Consoles | PC

Shadowlands: Pós-vidas – Ardena | Vídeo apresenta o destino de Ursoc

Confira o destino final de Ursoc, o Guardião Ancião, no reino de Ardena. Conheça também Ara’lon no novo vídeo de Shadowlands: Pós-vidas.

Rafa-el Lima

Publicado há

em

O novo vídeo da série Shadowlands: Pós-vidas mostra o Deus Selvagem e Guardião, Ursoc.

Nas florestas de Ardena, os guardiões zelam por seus bosques, cuidando dos Espíritos da Natureza à espera do renascimento. O guardião Ara’lon luta para proteger um bosque agonizante em tempos de estiagem, mas uma escolha terrível o aguarda.

História

Ursoc e Ursol são patronos daqueles que favorecem o equilíbrio da natureza e dos animais selvagens. Entre seus seguidores mais leais, os furbolgs praticam seus respectivos costumes; aqueles que seguem Ursol se tornam xamãs, enquanto os outros que seguem Ursoc se tornam caçadores ou guerreiros e esculpem estátuas e estruturas de madeira. Timbermaw Hold no norte de Felwood é um exemplo, já que a entrada da fortaleza é uma madeira gigante esculpida na forma de uma cabeça de urso rosnando – em homenagem aos ursos gêmeos. O grupo conhecido como Druidas da Garra também reverencia Ursoc.

++Leia Mais:
– Shadowlands: Pós-Vidas – Maldraxxus | Segundo vídeo da série apresenta Draka
– Shadowlands: Pós-Vidas – Bastião | Primeiro vídeo da série traz Uther, o Arauto da Luz

O Passado

Muitos milênios atrás, dois filhotes de urso curiosos percorriam a área ao redor das Colinas Grizzly juntos. Esses irmãos, chamados Ursoc e Ursol, tinham mais curiosidade do que bom senso e frequentemente se viam invadindo os domínios de predadores maiores. O perigo não os desencorajava e um nunca deixava o outro para trás, mesmo quando as circunstâncias pareciam terríveis. Eles chamaram a atenção da Guardiã Freya, que estava viajando por Azeroth em busca de animais selvagens excepcionais. Freya reconheceu o potencial dos dois e viu o que eles se tornariam. Quando amadureceram, ficavam mais fortes e maiores do que quaisquer outros ursos nas Colinas Grizzly, e não sofreram os danos do envelhecimento. Ursoc e Ursol ficaram conhecidos como Deuses Selvagens.

Ursoc

O Deus Selvagem, Ursoc

Ursoc tinha um forte traço protetor. Quanto mais ele via os confins de Azeroth, mais sentia que era seu dever preservá-los. Para ele e outros Deuses Selvagens, que eram guardiões de seus domínios, Freya criou armas exclusivas, artefatos que podiam se tornar fortes quanto seu portador os tornasse. Seu verdadeiro potencial só poderia ser desbloqueado com prática, nutrição e autoaperfeiçoamento. Alguns Deuses Selvagens não entenderam os dons de Freya e negligenciaram suas armas; Ursoc não era um deles. Freya presenteou-o com as Garras de Ursoc, forjadas em aço titânico e imbuídas com uma pequena porção da essência da própria titã Eonar. Sem intenção de deixá-las definhar e se deteriorar, Ursoc se dedicou a dominar seu poder. Ele treinava incansavelmente, todos os dias viajando longas distâncias e treinando com seu irmão, que havia recebido um cajado que facilitou o uso da magia. As garras de titânio de Ursoc tornaram-se uma extensão de seu próprio corpo e Ursol se tornou um especialista em manipular os fluxos de magia. Juntos, eles se tornaram dois dos Deuses Selvagens mais poderosos que existem e logo se tornariam conhecidos como os mais ferrenhos defensores de Azeroth.

Ursoc uma vez lutou ao lado de uma tauren chamada Eruna Alta-Montanha contra os servos dos Deuses Antigos. Acreditando que uma grande escuridão estava chegando e que o mundo precisava de guerreiros e líderes fortes como ele, Ursoc abençoou a lança de Eruna, Talonclaw, que havia sido anteriormente abençoada por outro Deus Selvagem chamado Ohn’ahra.

Ursoc eventualmente teria um filho, Orsonn, e uma filha, Kodian.

Morte

Durante a Guerra dos Antigos, Ursoc e Ursol foram os primeiros a responder ao chamado de Cenarius para combater a Legião Ardente. Eles entraram em confronto com o guardião da destruição, foram eventualmente oprimidos por felhounds e morreram defendendo a terra.

Quando a luta acabou, um jovem filhote de pelúcia encontrou as Garras de aço titânico de Ursoc. Reconhecendo a quem elas pertenciam, ele as trouxe de volta para sua tribo. Por gerações, esses furbolgs adoraram as garras como o sinal final de seu deus. Poucos furbolgs tiveram a coragem de usar as garras na batalha, e para aqueles que o fizeram, o resultado foi horrível. Ursoc passou anos para descobrir o potencial das Garras; para um mortal destreinado, elas inspiravam uma sede de sangue incontrolável que os levava a atacar amigos e inimigos. Eventualmente, o espírito de Ursoc dentro do Sonho Esmeralda tinha simplesmente visto o suficiente. Os furbolgs não eram capazes de controlar seu poder, então ele o retirou das garras até que alguém digno as reclamasse. Eventualmente, um grupo de Druidas da Garra lutou contra as garras impotentes dos furbolgs e as devolveu ao espírito de Ursoc dentro do Sonho.

++Leia Mais:
– World of Warcraft: Shadowlands | Data de lançamento revelada
– Teoria | Qual o plano de Sylvana Correventos em ‘World of Warcraft’?

Ressuscitando

Os Grizzlemaw furbolgs de Colinas Grizzly tentaram ressuscitar Ursoc usando as magias da falha árvore do mundo, Vordrassil. No entanto, a misteriosa mancha maligna que ainda existe dentro da referida árvore logo começou a sobrepujar os furbolg e Ursoc após a ressurreição, corrompendo a ambos. Depois de ser derrotado e limpo dentro de sua própria caverna por Tur Ragepaw e outros aventureiros, Ursoc os avisa sobre o Deus Antigo Yogg-Saron, que foi o responsável pela queda de Vordrassil.

Legião

O espírito de Ursoc passa a residir no Sonho Esmeralda desde sua segunda morte nas Colinas Grizzly. Um druida aventureiro procura as Garras de Ursoc para usar na batalha contra a Legião Ardente, mas sátiros servindo ao Pesadelo Esmeralda contaminaram o domínio de Ursoc dentro do Sonho em busca das Garras para si. Depois de receber a bênção de seu irmão Ursol, o druida foi capaz obter as Garras de Ursoc. O aventureiro ajudou Ursoc a lutar contra os asseclas do Pesadelo, mas foi tudo uma armadilha armada por Xavius. Quando o Senhor do Pesadelo chegou, Ursoc se gabou de que Xavius não poderia enfrentar um deus, mas Xavius, dizendo que ele foi moldado pelos poderes dos Deuses Antigos, capturou Ursoc mesmo assim.

garras-de-ursoc

As Garras de Ursoc

Um Filho de Ursoc aparece no Sonho Esmeralda para direcionar o Arquidruida para a Essência da Tenacidade de Rokmora, a fim de fornecer energia ao Ídolo do Vento e comungar com Malorne. Quando Malorne fica preso em uma recriação de sua morte nas mãos de Archimonde no Pesadelo Esmeralda, visões de Ursoc e Ursol são vistas lutando contra demônios durante a Guerra dos Antigos.

Ursoc é um chefe no ataque ao Pesadelo Esmeralda, lutado dentro de uma versão de pesadelo das Colinas Grizzly. O véu do pesadelo se ergue antes de ele morrer. Depois que Xavius é morto, o espírito de Ursoc é encontrado dentro do Sonho Esmeralda.

Pós-vida

Você confere no vídeo lá em cima, no inicio da postagem.


Acompanhe nossas redes sociais:
Facebook | Instagram | YouTube | Twitter


Continue lendo

Consoles | PC

Shadowlands: Pós-Vidas – Maldraxxus | Segundo vídeo da série apresenta Draka

Confira a história de Draka, personagem principal do novo vídeo da série Pós-Vidas, de World of Warcraft: Shadowlands.

Rafa-el Lima

Publicado há

em

Confira a história de Draka, personagem principal do novo vídeo da série Pós-Vidas, de World of Warcraft: Shadowlands.

A orquisa Draka era uma guerreira corajosa do clã Lobo do Gelo, companheira de Durotan e mãe de Go’el (mais conhecido como Thrall).

O Nascimento de Uma Guerreira

Quando Draka nasceu, ela era uma orquisa fraca e doente. Não apenas seus companheiros de clã a discriminavam, como também outros clãs diziam que ela era uma desonra para a raça orc. O próprio Mão Negra disse certa vez que se ela tivesse nascido em seu clã teria sido afogada ainda jovem. Draka e sua família foram forçados por Garad a se mudar do centro do acampamento para os arredores da vila do clã Lobo do Gelo.

Quando adolescente, Draka perguntou a Mãe Kashur se havia alguma maneira de fortalecer seu corpo doente. Visitada por uma visão dos ancestrais, Mãe Kashur disse a Draka que havia um caminho, mas que poderia significar sua morte. Kashur enviou Draka em uma caçada para obter uma pena de Windroc, chifre de Talbuk e pele de Clefthoof. A partir dos três ingredientes, Kashur afirmou que ela poderia fazer uma poção para curar a doença de Draka.

Draka partiu em sua aventura sozinha. Ela nunca teve permissão para se juntar a nenhuma caçada orc, e agora tinha que aprender a caçar na prática. Com o passar do tempo, a habilidade de Draka aumentou e, embora ainda fraca, ela derrotou e reivindicou sua primeira morte: um Windroc.

Draka conseguiu também derrotar um talbuk e um clefthoof e obteve todos os ingredientes de que precisava para sua poção. Ela voltou para Kashur, que revelou o verdadeiro significado da caça de Draka: os ingredientes e a poção não eram realmente necessários. A própria caça tinha como objetivo fazer de Draka uma orquisa Lobo do Gelo forte e determinada. No final, agora orgulhosa e bela, Draka se juntou a uma festa, onde foi notada por Durotan e Orgrim.

A Ascensão da Horda

Durotan conheceu Draka na celebração. Ele ficou surpreso ao vê-la e não tinha certeza se ela era dos Lobo do Gelo, mas então ele se lembrou de que ela e seus pais foram exilados da vila dos Lobo do Gelo porque ela estava muito doente. Agora, no entanto, parecia que ela havia superado a doença.

No dia seguinte, Durotan pediu a Draka para se juntar a ele em uma caçada, algo que freqüentemente significava que o orc macho pretendia escolher a parceira de caça como uma companheira. Draka respondeu que era muito jovem para ser companheira de alguém. Durotan então insistiu que seria simplesmente uma caça e nada mais.

Eles então partiram na primeira caçada de Draka, onde Durotan foi ferido por um lobo. No entanto, juntos os dois orcs foram capazes de matar a besta. Draka disse a Durotan que havia atingido a idade adulta naquele dia. Eles então se beijaram, marcando o início de seu relacionamento.

Depois disso, Draka apoiou Durotan e suas decisões ao longo dos anos, embora ela não gostasse da situação em que os orcs se encontravam. Ela apoiou Durotan quando os orcs aceitaram a maldição demoníaca e quando o Portal Negro foi criado. Draka, Durotan e seu clã foram exilados e encontraram suas casas no Vale Alterac.

Antes de deixar Draenor, Draka e Durotan visitaram a mãe de Durotan, Geyah. Draka disse que estava grávida e Durotan acrescentou que a criança se chamaria Go’el.

A Morte

No ano 1, Draka deu à luz Go’el, seu filho com Durotan, pouco antes de se juntar a seu comandante em um encontro secreto com seu velho camarada, Orgrim Martelo do Trovão, em Loch Modan. Lá, Durotan explicou o que sabia sobre Gul’dan, o Conselho das Sombras e a barganha demoníaca, e Orgrim decidiu que era hora de parar o feiticeiro do mal. Ele pediu a Durotan e Draka que se abrigassem no norte até que ele os enviasse. Orgrim mandou então que seus guardas acompanhassem os Lobo do Gelo em sua jornada para casa e os mantivesse seguros. Esse seria um erro que Orgrim lamentaria até o dia de sua morte. Seus guardas não eram leais a ele mas, sim, ao Conselho das Sombras.

Os guardas tinham ouvido cada palavra entre Orgrim e seus comparsas, e decidiram que não precisavam da permissão de Gul’dan para eliminar os Lobo do Gelo – pois, claramente, ele iria querer Durotan, Draka e seu filho mortos. Depois de viajar para o norte por vários dias, os guardas investiram sobre Durotan e Draka. Os Lobo do Gelo lutaram ferozmente contra seus agressores, matando um deles, mas os guardas restantes derrubaram Durotan e Draka, e Go’el foi deixado para morrer no frio glacial.

O Pós-Vida

Isso você confere no vídeo lá em cima, no início da postagem.

++Leia Mais:
– World of Warcraft: Shadowlands | Data de lançamento revelada
– Shadowlands Pós-Vidas: Bastião | Primeiro vídeo da série traz Uther, o Arauto da Luz


Acompanhe nossas redes sociais:
Facebook | Instagram | YouTube | Twitter


Continue lendo
Publicidade

Facebook

Publicidade
Publicidade
Publicidade

Top do Mês