The Boys | Ácido, Corrupto e Subversivo - Multiversos
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The Boys é o mais novo sucesso da Amazon Prime. Adaptada das histórias em quadrinhos criadas por Garth Ennis e Darick Robertson, se passando num mundo onde os super heróis existem de fato, mas com um comportamento muito longe dos exemplos de altruísmo, nobreza, coragem e bondade que estamos acostumados. A figura do herói incorruptível serve apenas de fachada para esconder um comportamento vil, egoísta e depravado destes seres, em sua maioria condicionados aos desejos comerciais de uma gigantesca corporação.

Sinopse:
Depois que Hughie perde sua namorada morta numa ação irresponsável de um super, assombrado pelo fantasma da impunidade e pela sede de vingança, ele se une a Billy Bruto, Leitinho e Francês para deter os abusos desmedidos dos superseres.

De início é preciso dizer que a série segue a mesma premissa dos quadrinhos, promovendo algumas alterações que não comprometem a identidade e a essência da obra. Outras alterações servem para minimizar o impacto de algumas cenas de depravação ou de violência, que poderiam chocar demais em uma adaptação audiovisual.

A trama principal gira em torno dos Sete (o principal grupo de super heróis do planeta, regidos por mega companhia, a Vought) e do grupo que conhecemos como The Boys, e se movimenta conforme uma equipe reage às demandas da outra. 

Da esquerda pra direita: Billy Bruto (Karl Urban), Francês (Tomer Capon), Leitinho (Laz Alonso) e Hughie (Jack Quaid) preparando alguma “supervilãozisse” em The Boys.

O roteiro se concentra em contar sua história, longe da proposta de definir heróis e vilões, ao contrário, emula como seria um mundo real com pessoas superpoderosas, que não conhecem nem um tipo de limite ético ou moral, que não se importam sequer com os efeitos colaterais de seus atos, que por trás de uma imagem de integridade difundida na imprensa e nas mídias sociais, esconde sua natureza corrupta. E nem mesmo aqueles que se opõem a eles carregam a chama da virtude, pelo contrário, abraçam a tendência maligna, individualista e predatória típica da raça humana, para mentir, manipular, matar, com uma falsa bandeira de livrar a humanidade dos tiranos superpoderosos, que serve na verdade para esconder o desejo destrutivo de vingança e um senso distorcido de justiça.

o roteiro é absolutamente direto ao discursar sobre temas delicados, como abuso sexual e consumo de drogas, além da manipulação de veículos de comunicação e de formação de opinião, entre muitos outros temas polêmicos que são abordados ao longo da série conforme cada personagem é melhor explorado.

A parte da história contada nesta temporada é, portanto, indigesta, mas não é complexa. Seus oito episódios atendem com perfeição o desenvolvimento da trama, que segue num ritmo uniforme, as subtramas existem mas são breves e, em sua maioria, pertinentes à condução da trama principal. Há, de fato, muita objetividade na forma como a história é contada.

Outro ponto muito relevante é a trilha sonora, cada uma de suas faixas é escolhida a dedo e, mesmo quando o tema parece não combinar com a cena, ele acaba por se revelar um elemento a mais para deixar a audiência ainda mais desconfortável com a cena mostrada. Aliás, motivos para isso não faltam. A violência é alta, as cenas de sexo não são em nada romantizadas, muitas delas trazem um contexto de perversão ou até mesmo de abuso.

Supers? Sim. Heróis? Nem um pouco.

Enquanto a história é contada numa linha de tempo presente, flashbacks do passado dos personagens nos ajudam a entender não só para onde a trama pretende caminhar como também nos permite executar uma viagem digamos, “bem desconfortável” pelas mentes perturbadas dos nossos personagens.

Longe de qualquer vertente que sequer lembre o conceito de heroísmo, os Sete são, ao mesmo tempo, uma paródia e uma crítica à natureza humana. Por exemplo, o Capitão Pátria (Anthony Starr está ótimo no papel, diga-se de passagem), o equivalente ao Superman deste mundo, não nutre quase nenhum traço positivo de humanidade, pelo contrário, faz sempre prevalecer seu poder submetendo a todos a sua vontade. Já o perturbado Profundo (Chace Crawford) o “herói dos mares”, na maior parte do tempo serve só de garoto propaganda para campanhas publicitárias, e ainda por cima, literalmente, fala com as criaturas marinhas, um dos pontos pelo qual o Aquaman virou motivo de piada e que na série rende momentos bizarros.

O Trem-Bala (Jessie Usher) o equivalente ao Flash, é o estopim para os acontecimentos da série e é também o mecanismo pelo qual o enredo discute racismo, consumo de drogas e a podridão do mundo das celebridades, que parece ter grande inspiração na construção da história de The Boys. Enquanto que o Translúcido (Alex Hassell) é a versão do  Homem Invisível da equipe, e claro agrega toda a perversão ao senso de privacidade que este tipo de poder pode trazer. A equipe ainda tem o silencioso Dark Noir (Nathan Mitchell), digamos que a versão do Batman deste universo.

E é totalmente incorreto pensar que a equipe formada para frear os abusos desmedidos se assemelhe a heróis. Em sua maioria são pessoas obcecadas por seus desejos pessoais, ou mesmo consumidos por ideais como vingança, como Billy “Bruto”, de Karl Urban, e Hughie Campbell (Jack Quaid).

Luz Estrela (Erin Moriarty) e Hughies (Jack Quaid)

A diferença entre ambos é que em Hughie ainda existe o senso de justiça, de lealdade e o desejo de se fazer a coisa certa, que se tornará ainda mais forte depois de seu envolvimento com Luz-Estrela (Erin Moriarty), a mais nova integrante dos “Sete”, que simboliza a inocência da pureza e da virtude que um super-herói deveria ter, mas que se vê em meio ao oceano de indecências propagadas pelos “heróis” da série.

Quanto a Billy, é o exemplo clássico do personagem consumido pela vingança que vai, a qualquer custo, saciar seu desejo, independente do que isso possa lhe custar, inclusive a vida dos poucos que ainda são próximos a ele. Karl Urban em sua atuação entrega toda a intensidade necessária para dar veracidade à mente doentia de seu personagem.

Mesmo que a trama se concentre na demanda de Billy e do Capitão Pátria, os coadjuvantes recebem atenção, com arcos de exploração e de crescimento. Em especial o Francês (Tomer Kapon) além de Hughie e Luz-Estrela, detalhados acima.

Karl Urban é o doentio Billy “Bruto”.

O elenco ainda reúne nomes como Dominique McElligott, Laz Alonso, Karen Fukuhara e Elizabeth Shue, além de Simon Pegg, que funciona também como um grande easter egg dos quadrinhos.

A série faz diversas referências tanto a comportamentos da sociedade em seus meios culturais e até religiosos, como também a própria cultura pop, com menções a Matrix, Spice Girls e, claro, ao material original que deu origem a série. Ah! E tira sarro até do Universo Marvel nos cinemas.

Pontos negativos a série tem muito poucos em minha opinião: o primeiro é que considerando que estamos falando de um mundo povoado de super-heróis, falta a presença de mais seres dessa natureza na trama. Já o segundo se refere ao desfecho da trama e a maneira como algumas coisas são explicadas e apresentadas, que acabam por não fazerem muito sentido, ainda não foi nada que comprometesse minha experiência.

The Boys não estabelece o conceito de anti-herói, tão pouco é uma desconstrução do gênero de super-herói mas, sim, uma mutilação brutal, violenta e polêmica. Nos convida, sim, a refletir sobre a natureza e o comportamento humano, mas também diverte, e diverte muito. Respeita a identidade da obra original mas decide, desde já, seguir seu próprio caminho, e o faz muito bem, deixando uma expectativa muito positiva para uma segunda temporada que já está confirmada.

The Boys está disponível em sua primeira temporada, com 8 episódios, no Prime Vídeo, serviço de streaming da Amazon.

Séries | TV

Falcão e o Soldado Invernal [S01E01] | Bem-vindo ao novo mundo do UCM!

Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan) ganham a sua série no Disney+!

Jean Sinclair

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Divulgação: Disney

Falcão e o Soldado Invernal (2021), a mais nova série do Marvel Studios acaba de lançar o seu primeiro episódio no Disney+ e nós do Multiversos já conferimos o primeiro episódio. Pode ler tranquilo que não haverá spoilers no texto.

Em um mundo pós-eventos do blip (o famoso estalo de dedos feito com a Manopla do Infinito), com o retorno de milhões de pessoas que desapareceram cinco anos atrás (ver Vingadores: Guerra Infinita), Sam Wilson (Anthony Mackie) e James ‘Bucky’ Barnes (Sebastian Stan) precisam lidar tanto com as emergentes ameaças que esse admirável mundo novo segue trazendo como também precisam se reconectar com uma realidade da qual eles sentem-se deslocados e perdidos.

Nesse primeiro episódio, dirigido por Kari Skogland (que assina os seis episódios da série) e escrito por Malcolm Spellman, que também é o showrunner da série, temos, de cara, ação vertiginosa num altíssimo nível, mostrando que as intenções da série são altas e ousadas. O roteiro também tem o cuidado especial de aprofundar as vidas de Sam e Bucky, mostrando suas origens, anseios, traumas e como ambos estão lidando com o mundo atual.

Graças aos excelentes diálogos, esse aprofundamento é coerente e empático, e fisga o espectador. Também não é esquecido que o mundo “pós-blip” encontra-se caótico e cada vez mais perigoso, com claros reflexos às formas que o governo estadunidense lida com seus problemas e símbolos.

A trama deixa claro que os Estados Unidos vivem a perda de Steve Rogers, e que a sombra dele ainda é muito grande sobre esses personagens, com Sam sentido o peso de suas escolha em Vingadores: Ultimato e Bucky cada vez mais deslocado, se apegando a lembranças, sejam elas boas ou más, enquanto ambos buscam laços perdidos como família, redenção e identidade.

É divertido encontrar os easter eggs neste episódio. A série utiliza muito bem a cronologia estabelecida do UCM e faz os acenos certos para os fãs de longa data, tanto dos quadrinhos, quanto dos que são oriundos dos filmes e esses brindes nunca se sobrepõem a trama.

++Leia Mais:
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– Leia também a nossa análise de Thor Ragnarok

Graças ao trabalho preciso de coreografia, fotografia, edição, som e efeitos visuais, as sequências de ação são fantásticas! A trilha sonora de Henry Jackman, que também compôs para Capitão América e o Soldado Invernal, cria novas composições inspiradas nesse lado do UCM, como também revisita alguns temas conhecidos como, por exemplo, a música-tema do Soldado Invernal. Junto com o trabalho de design de produção, que sabe bem que Sam é um personagem solar e Bucky vive nas sombras, temos contrastes bem construídos em tela.

Anthony Mackie aumenta o repertório de Sam Wilson mostrando-o como uma cara familiar e gente boa em qualquer cenário. Sebastian Stan carrega pesado no semblante deslocado que Bucky possui. Fica claro no rosto dele como o personagem não está à vontade nesse novo mundo, mas que tenta com todas as forças se adaptar à ele.

Falcão e o Soldado Invernal já deixa claro que é a continuação direta, e principalmente, emocional de Capitão América e o Soldado Invernal e, mais uma vez, o Marvel Studios acertou em criar uma obra sensacional, que dialoga com o hoje e com o seu universo.

O mundo mudou e precisamos de novos heróis. Eles acabaram de chegar.


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Séries | TV

‘O Legado de Júpiter’ tem primeiras imagens reveladas!

Das HQs de Frank Quitely para as telas dos streaming! Mais uma série de heróis chegando em março na Netflix.

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O novo trailer mostra os esboços de Frank Quitely em transformações para revelar as primeiras imagens oficiais de O Legado de Júpiter.

No vídeo, o vilão mais temido desta temporada, Blackstar, ganha vida. Também é apresentado Hutch (Ian Quinlan), filho de um dos maiores supervilões do mundo, e Chloe Sampson (Elena Kampouris), herdeira dos maiores super-heróis. Conheça ainda Sheldon Sampson (Josh Duhamel) em 1929 e seu filho, Brandon Sampson (Andrew Horton). Por fim temos a primeira geração de super-heróis é revelada: Lady Liberty/Grace Sampson (Leslie Bibb), The Utopian/Sheldon Sampson (Duhamel) e Brainwave/Walter Sampson (Ben Daniels).

A Netflix sugere aos fãs do quadrinho O Legado de Júpiter deem um replay no vídeo para tentarem encontrar elementos escondidos nas cenas.

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– O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia
– Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Sobre O Legado de Júpiter:


Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. A série é estrelada por Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

Produtores executivos são Mark Millar, Frank Quitely, Lorenzo Di Bonaventura, Dan McDermott, Steven S. DeKnight, James Middleton e Sang Kyu Kim.

O Legado de Júpiter, está com estreia prevista para sexta-feira, dia 7 de maio na plataforma da Netflix. A temporada inicial conta com oito episódios.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia

A nova série da Netflix se baseia nas HQs de mesmo nome criadas pela dupla de quadrinhistas Mark Millar e Frank Quitely

Rafa-el Lima

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O Legado de Júpiter está ganhando uma série na Netflix e o seu primeiro teaser já foi lançado.

Mais uma adaptação de quadrinho acaba ganhando as telas. Dessa vez o Millarworld vem para as telinhas dos streamings com O Legado de Júpiter, obra original de Mark Millar e Frank Quitely.

Sinopse
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

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Mortal Kombat | Confira o primeiro trailer legendado
O Superman e o Batman clássicos do cinema estão voltando!

A HQ apresenta os filhos dos maiores super-heróis da história mundial vivendo sob o peso do nome e dos altos padrões anteriormente estabelecidos por seus pais.

O elenco conta com nomes de Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

O Legado de Júpiter terá oito episódios e tem estreia prevista para 7 de maio.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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Cidade Invisível – 1ª Temporada | O nosso folclore chega às séries da Netflix

O nosso rico folclore brasileiro chega às telas numa trama de mistério e suspense na nova série nacional da Netflix: Cidade Invis?Dvel

Jean Sinclair

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Divulgação: Netflix

Hoje o tempo é curto e a grande disponibilidade de opções de séries e filmes exigem que uma obra fisgue o seu espectador de forma certeira o mais rápido possível. Felizmente, Cidade Invisível, da Netflix, faz isso muito bem.

Criada por Carlos Saldanha (de A Era do Gelo), com ideia geral de Raphael Draccon (Dragões de Éter) e Carolina Munhoz (O Inverno das Fadas), e com direção geral de Luís Carone, a série conta a história de Eric (Marco Pigossi), um agente ambiental federal que, ao sofrer uma grande perda, acaba descobrindo que uma comunidade ribeirinha tem mais coisas dentro de suas terras do que ele imaginava.

O time de roteiristas formado por Mirna Nogueria (Ep 01), Rodrigo Batista (Ep 02), Ludmila Naves (Ep 03), Antônio Arruda e Regina Negrini (Eps 04 e 05), Felipe Sant’Angelo (Ep 06) e Marco Borges (Ep 07), junto com a direção de Luís Carone (Eps 01-03 e 07) e Julia Jordão (Ep 04-06), constroem uma narrativa coesa, dosando bem mistério e construção de personagens. Junto com isso há o trabalho respeitoso e bem adaptado dos elementos do folclore brasileiro dentro da trama.

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A escolha por contar essa história no Rio de Janeiro funciona muito bem, graças ao fato da cidade ainda possuir diversos cenários naturais que vão da modernidade ao rústico facilmente. Os diálogos se beneficiam quando ficam mais soltos e naturais, mas várias vezes soam didáticos e até previsíveis. Tanto a fotografia quanto trilha sonora fogem da vibe “série de TV” e dão um excelente valor de produção cinematográfico à obra, mas se mantendo no campo seguro, sem ousadias, e os episódios tendo entre 35-40 minutos de duração possuem um bom ritmo, graças ao bom trabalho de edição. Os efeitos visuais são competentes e alguns conseguem impressionar.

Marco Pigossi (Eric) tem o perfil, carisma e talento que um bom protagonista precisa. O elenco de coadjuvantes é competente e agradável, em especial José Dumont (Ciço), Alessandra Negrini (Inês) e Fábio Lago (Iberê). Os destaques ficam para o sempre irreverente Wesley Guimarães (Isac) e a magnética Jessica Córes (Camila).

A primeira temporada de Cidade Invisível da Netflix é um excelente entretenimento. Mesmo com uma formato “Para Exportação”, a série acerta em apostar no realismo fantástico, e sua boa construção e execução garantem um bom divertimento. As pontas soltas e deixas estão lá para garantir uma segunda temporada, que fico na torcida que não demore para chegar.


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WandaVision | Quarteto Fantástico pode ter sido referenciado e você nem notou

Uma diálogo simples de WandaVision pode ter dado uma dica quanto às origens do Quarteto Fantástico do MCU no episódio 4 da série.

Rafa-el Lima

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Será que a Marvel pode ter introduzido, na surdina, a sua Primeira Família ao MCU com uma simples referência em WandaVision?

Uma teoria sugere que o episódio 4 de WandaVision pode ter dado pistas quanto às origens do Quarteto Fantástico, de acordo com o site Den of Geek.

Os primeiros cinco minutos do quarto episódio de WandaVision fazem referência a um ‘Programa de Treinamento de Astronautas’ que, de maneira brilhante, está falhando em decolar. Como disse o diretor em exercício do E.S.P.A.D.A., Tyler Hayward, eles “perderam metade de [seu] pessoal no Blip e metade dos restantes perderam a coragem”.

Como isso se encaixa no Quarteto Fantástico? As origens do Quarteto estão intimamente ligadas a Programas Espaciais. Nas HQs, eles são astronautas que fizeram a sua incursão no espaço em um voo não autorizado e acabaram por ser expostos à radiação cósmica. Assim, como acontece com a maioria dos acidentes baseados em radiação no universo da Marvel, quatro novos super-heróis – Senhor Fantástico, Mulher Invisível, Tocha Humana e o Coisa – nasceram.

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– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
– Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Claro, pode não ser nada – mas a Marvel tem em seu histórico o hábito de soltar pistas para projetos futuros com antecedência. Afinal, tudo, desde Doutor Estranho à nação natal dos Panteras Negras, Wakanda, foi apresentado de alguma forma anos antes de finalmente se tornar realidade na tela grande. Vale ressaltar que esta é a primeira menção importante quanto a astronautas desde que a Disney conquistou os direitos do Quarteto Fantástico em sua fusão com a Fox, o que certamente já é marcante por si só.

Só recentemente a Marvel confirmou oficialmente que um filme do Quarteto Fantástico está à caminho, então ainda levará algum tempo antes de vermos se isso foi uma provocação deliberada ou um erro completo. Ainda assim, a frase atende a um dos objetivos da série que é de fazer com que o público observe e questione até mesmo as menores linhas de diálogo. Pode não ser nada; pode ser tudo – mas isso já é parte da diversão.

Adquira suas HQs do Quarteto Fantástico AQUI e se prepare para as aventuras do grupo no MCU.


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Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Ryan Coogler, diretor de Pantera Negra, assinou contrato de 5 anos com o Disney+ para desenvolver uma série sobre o Reino de Wakanda.

Rafa-el Lima

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O diretor do longa Pantera Negra, Ryan Coogler, desenvolverá uma série para o Disney+ sobre Wakanda.

A The Walt Disney Company pretende estreitar os laços com o diretor e co-roteirista de Pantera Negra, Ryan Coogler. De acordo com o site Deadline, a Disney fechou um acordo geral de cinco anos com a Proximity Media, empresa de Coogler que ele dirige com os diretores Zinzi Coogler, Sev Ohanian, Ludwig Göransson, Archie Davis e Peter Nicks.

De acordo com o site, Coogler, que já está trabalhando na sequência do longa de Pantera Negra, que ele dirigirá ainda este ano, desenvolverá em seguida uma nova série para o estúdio.

A série será um drama baseado no Reino de Wakanda e será distribuída no Disney+.

Ainda de acordo com o Deadline, a negociação feita também permite que a Proximity Media desenvolva outros trabalhos para outras divisões da Companhia.

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– Série documental ‘Marvel 616’ estreia no Disney Plus Brasil

“Ryan Coogler é um contador de histórias singular, cuja visão e alcance o tornaram um dos cineastas de destaque de sua geração”, disse Bob Iger, presidente executivo da The Walt Disney Company. “Com Pantera Negra, Ryan trouxe uma história inovadora e personagens icônicos à vida de uma forma real, significativa e memorável, criando um momento cultural divisor de águas. Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento e ansiosos para contar mais ótimas histórias com Ryan e sua equipe.”

“É uma honra fazer parceria com a The Walt Disney Company”, disse Coogler. “Trabalhar com eles em Pantera Negra foi um sonho que se tornou realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderíamos estar mais felizes de lançar nosso negócio para a televisão com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o guarda-chuva da Disney. Estamos ansiosos para aprender, crescer e construir um relacionamento com públicos em todo o mundo por meio das plataformas Disney. Estamos especialmente entusiasmados por darmos nosso primeiro salto com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso e seus parceiros no Marvel Studios, onde estaremos trabalhando de perto com eles em programas do MCU selecionados para Disney+. Já estamos participando de alguns projetos que mal podemos esperar para compartilhar”, afirmou Ryan Coogler em nome da Proximity Media.

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Pantera Negra arrecadou US $ 1,3 bilhão globalmente e se tornou o primeiro filme de super-herói a receber uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. O protagonista do longa, Chadwick Boseman, morreu no ano passado, e Coogler e a Disney estão trabalhando em uma sequência que não venha a escalar outro ator para o papel.


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Netflix confirma a continuação da série Lupin

Série que liderou por dias o TOP 10 da Netflix no início deste ano tem a sua continuação já confirmada pelo serviço de streaming.

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Uma série que já brilhou muito esse ano de 2021 na Netflix foi Lupin. O show se tornou um fenômeno mundial e tem como protagonista Omar Sy, que já conhecíamos por filmes como, Intocáveis (2011) e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014).

Lupin esteve por dias no primeiro lugar do Top 10 da Netflix em mais de 10 países e está previsto o seu retorno no fim do semestre. Os cinco novos episódios estão na direção de Ludovic Bernard (The Climb) e Hugo Gélin (Amor à Segunda Vista).

Para quem não conhece, Lupin estreou na Netflix em 8 de janeiro de 2021 e é uma série produzida na França e segue como um thriller de mistério criada por George Kay e François Uzan. A série é dividida em 10 episódios, lançados em duas partes.

Inspirada em um livro sobre o ‘ladrão cavalheiro Arsène Lupin‘, criado em 1905 pelo escritor francês Maurice Leblanc, a série conta a história do  ladrão profissional Assane Diop (Omar Sy), único filho de um imigrante senegalês que vai à França em busca de uma vida melhor para seu filho. O pai de Assane é acusado, por seu patrão, o rico e poderoso Hubert Pellegrini, do roubo de um caríssimo colar de diamantes e acaba se enforcando em sua cela de prisão por vergonha por ter sido condenado sendo inocente, deixando o adolescente Assane órfão.

Vinte e cinco anos depois, tomando como base de ação de sua vingança um livro sobre o ‘ladrão cavalheiro Arsène Lupin’, que seu pai lhe dera no dia do seu aniversário, Assane vai em busca de sua desforra em cima da família Pellegrini, munido de seu carisma e domínio do roubo, subterfúgio e disfarce para expor a doença de Hubert.

O elenco da série conta com Omar Sy (Assane Diop), Vincent Londez (Capitão Romain Laugier), Ludivine Sagnier (Claire), Clotilde Hesme (Juliette Pellegrini), Nicole Garcia (Anne Pellegrini), Hervé Pierre (Hubert Pellegrini), Soufiane Guerrab (Youssef Guedira), Antoine Gouy (Benjamin Ferel), Fargass Assandé (Babakar Diop), Shirine Boutella (Tenente Sofia Belkacem) e Etan Simon (Raoul).

Ainda foi divulgada a data de estreia da segunda parte.


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Série documental ‘Marvel 616’ estreia no Disney Plus Brasil

Streaming lança série documental sobre o legado da Casa das Ideias e a sua importância na vida dos fãs e colaboradores ao longo das décadas.

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Esperado para o ano passado, estreou neste final de semana no Disney Plus do Brasil uma das séries documentais mais esperadas do ano, Marvel 616.

A Disney tem investido pesado em documentários sobre suas produções cinematográficas como Frozen e outros. Entretanto, o documentário da vez tem um foco muito grande na história das produções Marvel, trazendo para a tela os desenhistas e suas criações, as heroínas que fazem a diferença na vidas de outras pessoas, etnias que cada vez mais ganham espaço e mostram do que são capazes, e até casos curiosos como, por exemplo: você sabia que Homem-Aranha foi quem proporcionou a criação dos Power Rangers como eles são hoje?

O documentário traz oito episódios com histórias contadas através das lentes de um grupo de cineastas sobre histórias incríveis de dentro do universo Marvel.

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– Série documental Marvel 616 mergulha no mundo dos super-heróis
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Marvel 616 mostra o quanto é rico o legado da editora, e que este não se prende apenas aos quadrinhos, mas aos seus personagens e os criadores da Casa das Ideias pelo mundo a fora.

O documentário cobre tópicos como: mulheres que galgaram seu espaço dentro da Marvel Comics, o mundo maravilhoso dos cosplays, descobrindo personagens dantes esquecidos e muito mais.

Confira o trailer oficial abaixo:


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