Stranger Things: 3ª Temporada | Mais estranha, mais aterrorizante, mais divertida! - Multiversos
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Stranger Things chegou à Netflix para sua terceira temporada, após o hiato de um ano.

Retomamos à história no verão de 1985, seis meses após os garotos derrotarem a primeira manifestação do terrível Devorador de Mentes. Mas, como Hawkins parece o lugar menos seguro do mundo para se viver quando se trata de ameaças sobrenaturais vindas de outras dimensões, mais uma vez alguém vai tentar explorar o Mundo Invertido e, como consequência, coisas ruins vão voltar a acontecer e caberá a quem resolver a m… toda? Isso mesmo, é neste cenário que nos reunimos a mais uma aventura com Eleven, Mike, Will e toda a turma.

Millie Bobby Brown retorna para sangrar e sangrar, mais do que nunca!

Esta temporada repete basicamente a mesma receita das duas anteriores. Seus primeiros capítulos atendem a uma cadência própria, narrando as consequências deixadas pelos eventos da temporada anterior e o rumo que a vida dos seus personagens seguiu, ao mesmo tempo em que a ameaça da temporada é contextualizada e trama começa a se movimentar. A partir dos episódios de meio de temporada, o ritmo da trama começar a crescer à medida que o nível da ameaça e as explicações vão gradativamente aparecendo, culminando no desfecho do roteiro.

Uma das marcas registradas da série é a maneira como seus episódios são construídos, seguem invariavelmente um ritmo constante, equilibrando os elementos de sua narrativa de forma a manter a audiência interessada no desenrolar de sua história o tempo todo. Há um claro cuidado na estética visual desde os cenários e seus respectivos elementos passando pelo figurino e pelos diálogos dos personagens, hábitos, a incidência da tecnologia usual da época, elementos culturais e questões sociais. Toda esta estrutura narrativa evidencia as qualidades do bom roteiro apresentado nesta temporada, com uma mitologia já estabelecida nas temporadas anteriores, a campanha atual se dedica a contar sua história e a desenvolver seus personagens.

A série vai, ao longo desta temporada, construindo os relacionamentos entre os personagens. Novas relações surgem ao passo que vemos antigas seguindo novos rumos. Dilemas são expostos no desenvolver destas relações que, ainda que de forma leve e sutil, convidam a audiência a refletir sobre questões sociais e culturais, com discussões pertinentes não só à época em que a história acontece, mas ao nosso tempo atual.

A história em si é boa, segue a proposta da mitologia estabelecida na série de forma coerente, sem complexidades excessivas, com um antagonista que representa, sim, uma ameaça legítima, movimenta a trama e dá o tom de urgência que dele se espera.

E claro que as referências e easter eggs são um show a parte, sutis ou escancaradas elas estão lá o tempo todo durante toda a temporada. “Exterminador do Futuro”, “Alien”, “George Romero”, “Gremlins”, “De Volta Para o Futuro”, até a paranoia americana de uma infiltração secreta russa em solo americano está presente, afinal de contas o que é mais anos 80 do que a Guerra Fria?

Isso sem falar na trilha sonora, assim como nas temporadas anteriores além se ser muito funcional reúne sucessos atemporais de nomes como “The Who” e “Madonna”. Visualmente também a série entrega, cenários e figurinos fazem parte de uma atmosfera que de fato transporta o espectador para os anos 80. A forma como a paleta de cores é utilizada também é destaque em uma fotografia que administra muito bem todos os seus elementos, inclusive a iluminação,mesmo nas cenas em que as trevas imperam tudo é absolutamente visível em tela.

E assim como nas temporadas anteriores, Stranger Things continua bebendo muito de fontes como “Os Goonies”, “IT – A Coisa” e “Conta Comigo” e seus personagens continuam sendo o ponto alto da série.

Uma dupla dessas bicho!

O núcleo das crianças agora precisa lidar com um cenário bem diferente das temporadas decorrente principalmente da recém chegada adolescência. Conflitos passam a existir, já que os garotos começam a ter interesses muito diferentes, principalmente Will (Noah Schnapp) que apesar de não ser mais o hospedeiro das entidades vindas do Mundo Invertido, ainda sente os efeitos do acontecimentos passados enquanto precisa lidar tanto com suas próprias incertezas, quanto a decepção de ver que seus amigos (assim como ele) estão crescendo.

Todo o núcleo principal apresenta uma interessante evolução com mudanças de posturas importantes mas mantendo a individualidade e a essência dos personagens, onde todos tem sua importância para o desenvolvimento e desfecho do filme, uma escolha válida do roteiro, que foge do clichê de deixar para a Eleven (Millie Bobby Brown) resolver tudo. Claro que ela continua muito importante para a trama, mas desta vez novos aspectos de sua personalidade são explorados, principalmente na amizade com Max (Sadie Sink) dando mais camadas para a continuidade da personagem nas próximas temporadas. Eleven caminha para ser a grande heroína da série, mas é mais do que justo e necessário que isto venha a ser  aos poucos valorizando os outros importantes personagens no processo, e neste ponto Dustin (Gaten Matarazzo) mais uma vez rouba a cena, com todo o seu carisma e seu jeito particular de lidar com uma crise que claramente é muito maior do que todos ali envolvidos.

Dustin (Gaten Matarazzo) e Steve (Joe Keery) retornam com a dupla mais inusitada de toda a série!

Erica (Priah Ferguson) retorna da temporada anterior desta vez com mais tempo de tela, no começo é uma personagem que funciona bem, mas ao longo da temporada acaba sendo uma personagem excessivamente repetitiva, e no final irrita mais do que agrada. Já Maya Hawke da vida a Robin, que vende carisma ao longo de toda a temporada, uma coadjuvante relevante ao longo da toda a temporada que faz uma dupla impagável com Steve (Joe Keery) e de quebra garante a representatividade na trama levantando um importante discurso sobre opção sexual na adolescência, algo que na década de 80 era visto e tratado e uma maneira muito diferente do que na atualmente. Aliás a série faz uso de situações dispostas para seus personagens para propor discussões sobre temas muito recorrentes aos dias atuais e mostrar como eles eram vistos e tratados naquela época, Nancy (Natalia Dyer) por exemplo sofre com o preconceito e o machismo em seu ambiente de trabalho.

Maya Hawke, filha de Ethan Hawke e Uma Thurman como Robin.

Mas a terceira temporada de Stranger Things, parece ter decidido dar o foco do protagonismo para o núcleo adulto dos personagens, até como uma forma de oxigenar a trama, e entregar uma história que fugisse da repetição da soluções de roteiros já vistas nas temporadas anteriores.

Joyce Byers (Winona Ryder) se tornou ainda mais importante nesta temporada, divergindo da impressão deixada no início da série, de que a personagem ficaria renegada ao papel de interesse romântico de Hooper (David Harbour), ainda que a relação entre os dois tenha recebido muita atenção nesta temporada, ainda que por vezes fique chato acompanhar cenas e mais cenas de desavenças e discussões entre ambos, somente para disfarçar uma atração que existe no ar. Mesmo que todo este contexto seja importante para justificar alguns acontecimentos vistos no final da temporada. Hooper segue a mesma linha das temporadas anteriores, tendo que lidar com o dilema de ser pai de uma adolescente nada convencional como a Eleven, e como se isto por si só já não fosse o suficiente a jovem ainda engatou um namoro com Mike (Finn Wolfhard), a dinâmica entre os três no início da temporada rendeu momentos divertidos.

Winona Ryder e David Harbour fazem o “par romântico-atrapalhado” no show.

Billy (Drace Montgomery) na temporada passada já havia ganhado nosso desprezo, mesmo que seu comportamento tenha sido justificado pelo  relacionamento abusivo com o pai, algo que nesta temporada é melhor explorado. O papel destinado ao personagem nesta temporada acaba sendo válido, e seu desfecho é digamos, justo, e pode agradar e emocionar (ou não) conforme o conceito que você desenvolveu para o personagem.

Drace Montgomery, o badboy está de volta. E piorado!

A temporada termina encerrando a história nela contada, mas claro deixando pontas para serem amarradas numa temporada seguinte, que pode levar a historia para um patamar num outro pano de fundo, como podemos deduzir graças a cena pós crédito.

Stranger Things entregou sua melhor temporada, deixou de ser uma série que fazia referências aos anos 80 para ser de fato uma série dos anos, com todas as licenças criativas e o tom “no sense” característicos das produções da época.

E que venha a quarta temporada!

Séries | TV

Escolhida a atriz para viver a Ms. Marvel na série do Disney+

Após meses de anúncios sobre a escolha dos produtores e diretores de Ms. Marvel, finalmente temos a escolha da protagonista da série!

Rafa-el Lima

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Parece que a busca por uma atriz para interpretar a Ms. Marvel finalmente chegou ao fim. De acordo com o site Deadline a Marvel Studios contratou a atriz iniciante Iman Vellani para o papel de protagonista da sua série baseada nos quadrinhos da heroína.

Nas últimas semanas vimos que a Marvel e Disney+ nomearam Adil El Arbi & Bilall Fallah, Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon como diretores do projeto.

Ainda de acordo com o Deadline, a Marvel não quis comentar a notícia.

A série Ms. Marvel terá como produtora a showrunner Bisha K. Ali e focará em Kamala Khan, uma adolescente inumana paquistanesa-americana que mora em Nova Jersey, e que assume a alcunha de Ms. Marvel por ser fã da Capitã Marvel. A heroína apareceu pela primeira vez em 2014 como a primeira personagem muçulmana da Marvel a estrelar seu próprio título, e ela se tornará o primeiro herói muçulmano da Marvel Studios na tela. O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, disse que, além de aparecer nas telinhas, Kamala Khan será incluída em futuros filmes da Marvel.

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Contemplem o rostinho da nossa Ms. Marvel, uma heroína que veremos muito nos próximos anos do MCU.

O plano da Marvel sempre foi ser o mais fiel possível à personagem da Ms. Marvel nas HQs e encontrar a atriz ideal para interpretá-la, mesmo que isso significasse escolher uma pessoa que não era muito conhecida do público.

++Leia Mais:
– Série documental Marvel 616 mergulha no mundo dos super-heróis
– Confira o primeiro trailer de WandaVision

A Marvel e a Disney + têm trabalhado arduamente para definir seu plano de desenvolvimento nas últimas semanas, não apenas definindo Tatiana Maslany para interpretar a protagonista de She-Hulk, mas também dando ao personagem Nick Fury de Samuel L. Jackson sua própria série. O estúdio também anunciou que WandaVision seria o primeiro show a estrear no streaming ainda este ano.


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Séries | TV

Série documental Marvel 616 mergulha no mundo dos super-heróis

Confira o trailer da nova série documental do Disney+ sobre o universo criativo das produções de HQs, séries e filmes de super-heróis.

Rafa-el Lima

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A Marvel disponibilizou hoje um trailer totalmente novo para a série documental Marvel 616. Esta nova série chegará ao Disney+ ainda este ano e oferecerá um mergulho profundo no universo Marvel. Mas não apenas o que se esconde nas páginas dos quadrinhos. Em vez disso, a série terá como objetivo mostrar-nos como a Marvel causou um impacto no mundo real ao longo dos anos, explorando todos os tipos de histórias envolvendo os personagens e fãs da empresa.

O trailer começa nos apresentando um pouco da filosofia do falecido Stan Lee, que prepara o cenário para o que o documentário está tentando realizar. O trailer nos dá breves vislumbres das oito histórias diferentes que serão contadas, através dos olhos de oito cineastas diferentes, ao longo da primeira temporada do programa. Cosplay. Arte. História. Teatro.

Marvel 616 se propõe a explorar o legado da Marvel, de personagens, criadores e contadores de histórias pioneiros. Cada documentário, que é dirigido por um cineasta diferente, mostra as interseções de narrativa, cultura pop e fandom dentro do universo Marvel. Os episódios desta série de antologia cobrirão uma ampla gama de tópicos, incluindo os artistas da Marvel, as mulheres da Marvel Comics, os personagens esquecidos da Marvel e muito mais.

++Leia Mais:
– Confira o primeiro trailer de WandaVision
– She-Hulk | Tatiana Maslany será a protagonista da série do Disney+

David Gelb dirigiu o primeiro episódio, intitulado The Japanese Spider-Man (O Homem-Aranha Japonês, em tradução livre), que mostra a adaptação japonesa de 1978 do amado cabeça-de-teia da Marvel, que raramente foi visto pelos telespectadores do resto do mundo (exceto pelos memes, claro). Gillian Jacobs dirigiu o segundo episódio da série. Ele oferece uma perspectiva do que significa ser mulher no que é percebido como uma indústria movida por homens. Intitulado Higher, Further, Faster (Mais Alto, Mais Longe, Mais Rápido, também em tradução livre), o episódio traz para o centro da conversa as mulheres pioneiras da Marvel Comics e explora como elas encontraram maneiras de contar histórias de representação e inclusão. Amazing Artisans (Artesãos Incríveis) é o terceiro episódio, dirigido por Clay Jeter e apresenta dois artistas da Marvel, Javier Garron e Natacha Bustos, que vivem em Barcelona.

Paul Scheer dirige o quarto episódio intitulado Lost and Found (Achados e Perdidos), que explora personagens obscuros e esquecidos do universo Marvel. Suit Up! (Vista-se!) é o quinto episódio e foca a cultura do cosplay. Foi dirigido por Andrew Rossi. Sarah Ramos dirige Unboxed (Foda da Caixa), sexto episódio, que mostra a relação entre brinquedos e quadrinhos. Bryan Oakes dirigiu The Marvel Method (O Método Marvel), episódio sete, que explora o que foi necessário para criar a nova história em quadrinhos do Homem de Ferro de 2020. Por fim, Alison Brie dirige o último episódio da temporada, Marvel Spotlight (Projetor Marvel). Ele mostra um grupo de alunos de uma escola secundária da Flórida que está apresentando novas peças de teatro da Marvel Spotlight.

O Disney+ também terá uma gama de séries do MCU começando com WandaVision ainda este ano. Entre as demais atrações também estão O Falcão e o Soldado Invernal, Loki, She-Hulk dentre outras. E mais, as série serão fortemente ligadas ao Universo Cinematográfico da Marvel, ao contrário do Demolidor da Netflix e sua trupe.

Marvel 616 tem estreia marcada para 20 de novembro na Disney+. Não deixe de conferir o novo trailer lá em cima, no início do post.


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Séries | TV

Confira o primeiro trailer de WandaVision

Confira o primeiro trailer da série WandaVision, produção da Marvel Studios para o serviço de streaming Disney+

Rafa-el Lima

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A Marvel Studios finalmente revelou o primeiro trailer de uma das suas produções para o Disney+, WandaVision.

O serviço de streaming Disney+ acabou de dar mais um gostinho de como serão as produções da Marvel Studios com o primeiro trailer de WandaVision (ACIMA). O trailer mostra o que parece ser uma realidade construída onde Wanda e seu amado, Visão, personagem morto por Thanos em Vingadores: Guerra Infinita, estão casados e felizes.

As cenas apresentadas trazem muitas referências a séries americanas dos anos 70 e 80, bem como easter eggs dos quadrinhos, como Wanda vestida de Feiticeira Escarlate.

Nos quadrinhos, Wanda, em um acesso de loucura, é responsável pela morte do seu amado e, em consequência disso, cria uma realidade onde a vida de todos à sua volta é perfeita. Além disso, gera dois filhos por meio apenas do seu desejo inconsciente e ainda é responsável pelo maior genocídio de mutantes da história dos quadrinhos. Ou seja, a Wanda dos quadrinhos é MUITO poderosa.

Será que estamos vendo o alvorecer dos imensos poderes de Wanda no Universo Cinematográfico da Marvel? Só o tempo dirá.

WandaVision será lançada no streaming da Disney+ em breve.

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– Série da Miss Marvel pode ter diretores de ‘Bad Boys Para Sempre’
– She-Hulk | Tatiana Maslany será a protagonista da série do Disney+


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Séries | TV

Série da Miss Marvel pode ter diretores de ‘Bad Boys Para Sempre’

A vindoura série da Miss Marvel para a Disney Plus parece ter adicionado os diretores de Bad Boys Para Sempre ao seu elenco.

Rafa-el Lima

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Os diretores de ‘Bad Boys Para Sempre’ podem estar à frente de uma das próximas séries da Marvel no Disney Plus: Miss Marvel.

A vindoura série da Miss Marvel para a Disney Plus parece ter adicionado os diretores de Bad Boys Para Sempre, Adil El Arbi e Bilall Fallah, ao seu elenco.

As notícias sobre as várias séries da Marvel e Disney Plus que estão à caminho têm movimentado os últimos dias. No início desta semana, a série She-Hulk não apenas anunciou que tinha adicionado um diretor à sua lista, mas também escalou Tatiana Maslany como a heroína protagonista. Agora parece que a Miss Marvel está seguindo o exemplo.

Nos quadrinhos, a Miss Marvel, também conhecida como Kamala Khan, é uma adolescente paquistanesa que é Inumana e é a primeira personagem muçulmana a estrear seu próprio quadrinho. O personagem idolatra Carol Danvers, também conhecida como Capitã Marvel, e assumiu o nome como uma homenagem a sua heroína favorita. No ano passado, foi oficialmente revelado que uma série da Miss Marvel estava em desenvolvimento para o Disney+. Desde então, temos apenas rumores sobre quem pode entrar na série. Agora, no entanto, parece que finalmente começamos a ter maiores informações sobre o futuro da série.

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De acordo com informações do site Heroic Hollywood, os diretores do filme Bad Boys Para Sempre, Adil El Arbi e Bilall Fallah, estarão entre os diretores da série. Além deles, a vencedora do Oscar Sharmeen Obaid-Chinoy também comandará pelo menos um episódio, assim como a diretora de The Walking DeadTitansJusticeiro, Meera Menon. No momento, ainda não há informações sobre quem interpretará a personagem da Miss Marvel.

Os próximos filmes da Marvel Studios incluem Viúva NegraOs EternosShang-Chi e a Lenda dos Dez AnéisDoutor Estranho no Multiverso da Loucura e Thor: Amor e Trovão. Além dos longas a Marvel Studios está desenvolvendo várias séries para o Disney Plus, incluindo O Falcão e o Soldado InvernalWandaVisionLokiWhat If …?Hawkeye, Miss MarvelMoon Knight e She-Hulk.


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She-Hulk | Tatiana Maslany será a protagonista da série do Disney+

De acordo com os sites Deadline e Variety a atriz de Orphan Black, Tatiana Maslany, viverá a “versão feminina” do Hulk na série She-Hulk.

Rafa-el Lima

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Uma das próximas séries da Marvel, a ser lançada no Disney+, achou em Tatiana Maslany a sua protagonista.

De acordo com os sites Deadline e Variety a atriz de Orphan Black, Tatiana Maslany, viverá a “versão feminina” do Hulk na série She-Hulk.

Nos quadrinhos a She-Hulk é Jennifer Walters, uma advogada que, após um ferimento, recebeu uma transfusão de sangue de emergência de seu primo, Bruce Banner, e adquiriu uma versão mais branda de sua condição Hulk. Como Banner, Walters se torna uma versão grande, poderosa e verde de si mesma; no entanto, ao contrário do primo, ela ainda mantém em grande parte sua personalidade – em particular, ela retém a maior parte de sua inteligência e controle emocional, embora como Hulk, ela ainda seja suscetível a explosões de temperamento e se torna muito mais forte se entrar em frenesi. Em edições posteriores dos quadrinhos, sua transformação é permanente.

O casting de Maslany veio na esteira do anúncio de que Kat Coiro estaria dirigindo vários episódios do show, incluindo o piloto.

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Tatiana Maslany foi aclamada por seu trabalho em Orphan Black, então tê-la entrando no Universo Marvel certamente trará mais atenção ao show. A grande questão agora é: como será desenvolvida a personagem She-Hulk? Ao contrário do Hulk, a She-Hulk permanece em sua forma corpulenta o tempo todo. Então, teremos aplicação maquiagem verde em Maslany ou tudo será feito digitalmente, com Maslany realizando trabalho de captura de movimento e voz? Só o tempo dirá.

A escritora de Rick e Morty, Jessica Gao, é responsável pela sala dos roteiristas da série.

She-Hulk tem previsão de estreia para 2022 no Disney+.


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Séries | TV

The Boys: 2ª Temporada | Crítica (Sem Spoilers)

A nova temporada de The Boys está chegando e nós do Multiversos trazemos para você, sem spoilers, a nossa análise desses novos episódios.

Jean Sinclair

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Sim! Nós já conferimos a 2ª temporada de The Boys e trazemos para vocês o que achamos de tudo o que vimos.

Anote aí a data no seu calendário: 04 de setembro será o lançamento da segunda temporada de The Boys, uma das séries mais aguardadas e aclamadas do serviço de streaming Amazon Prime Video.

Nós do Multiversos tivemos o prazer de assistir todos os episódios da mais nova temporada da série e vamos falar um pouquinho do que vimos. E você pode ficar tranquilo, não vamos entrar em território de spoilers, porque sabemos e queremos que você solte muitos “caralh…” enquanto é surpreendido nessa nova viagem alucinada trazida por Eric Kripke. Vale lembrar que a série The Boys é inspirada na HQ de Garth Ennis e Darick Robertson, publicada no Brasil pela editora Devir. Gostaríamos de, de antemão, agradecer imensamente aos amigos da Amazon Prime pela oportunidade. Vocês são demais.

The Boys 2ª temporada, crítica sem spoilers.

A piração de sempre com todos os malucos da série de volta nessa temporada.

A primeira temporada de The Boys focou bastante em construir esse universo. Essa escolha de roteiro foi algo muito importante, porque criou bases sólidas e necessárias para que, a partir delas, os personagens ganhassem um cenário crível e coeso, e pudessem ser desenvolvidos de forma gradual. E esse desenvolvimento foi muito bem mostrado.

O espectador conheceu as motivações de Billy Bruto (Billy Butcher, no original) e os porquês dele ter se juntado ao Francês (Frenchie) e ao Marv Leitinho (Marv Mother’s Milk), anteriormente sob o comando de Mallory. Aos garotos, que agora agem de forma independente, se junta o jovem e traumatizado Hughie, puxado para dentro dessa espiral de loucura e vingança contra a mega corporação Vought e seus supers, Os Sete. Comandados pelo seu maior herói, o Capitão Pátria (Homelander, no original), Os Sete posam de heroicos personagens à favor da sociedade mas, por trás das câmeras, são pessoas monstruosas e hediondas.

A primeira temporada focou em usar Hughie, do lado dos “mocinhos” e, do lado da Vought, mostrou a chega da novata Annie, a Luz-Estrela (Starlight), ingressando como um novo membro escolhido para integrar Os Sete. Com isso o espectador consegue adentrar em todo o universo da série.

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Com toda a base pronta, e com os ganchos deixados na temporada anterior, a segunda temporada já começa com o pé no acelerador, partindo diretamente de onde a temporada anterior parou. Os três primeiros episódios da 2ª temporada, que serão lançados no dia 04 de setembro, têm sua narrativa centrada em ajustar as últimas pontas soltas da temporada anterior e organizar as peças no grande tabuleiro da nova parte da história.

Assim, somos apresentados à uma nova super chamada Tempesta (Stormfront), que vem para unir-se aos Sete, com seu jeito moderno e adaptado ao contexto de internet, redes sociais, lives on line e um discurso progressista, trazendo uma rebeldia que vai incomodar à todos, em especial ao Capitão Pátria. Também temos aqui a apresentação da uma misteriosa Igreja, que será importante no caminho do perdido e isolado Profundo (Deep), além de também sermos apresentados à congressista Victoria Neuman, mais uma força dentro do governo contra a Vought e sua investida agressiva de tornar-se o braço armado da nação norte-americana.

A partir daí, os cinco episódios restantes da temporada serão lançados semanalmente, toda sexta-feira, até o dia 09 de outubro, que será o season finale da temporada. Kripke e sua equipe de roteiristas, já tendo criado um universo coeso, focam o seu olhar para dentro desse universo, em especial para os seus personagens.

Vemos aqui todos os participantes dessa história ganharem mais e mais camadas. Billy Bruto é o personagem principal, ganhando mais desenvolvimento e, ao lado do Capitão Pátria, são muito bem utilizados como os personagens centrais da narrativa e detentores da mensagem principal da temporada. Leitinho é mais utilizado como um figura paterna do grupo. O Francês tem seus traumas bem explorados e a Fêmea é um belo personagem sempre em evolução. A relação de Hughie e Annie se aprofunda e cresce bastante.

O texto também evolui os supers, com Meave ganhando muito destaque e mostrando os vacilos e dificuldades do Trem-Bala e do Profundo. Black Noir continua… bem… sendo o Black Noir de sempre… hehe! Também temos uma maior participação de Stan Edgar.

O divertidíssimo de The Boys é que, mesmo com um foco maior nos personagens, a trama jamais foge de ser um espelho da sociedade de hoje. Você percebe bem temas como controle imigratório, uso de substâncias anabolizantes, eugenia, usos de notícias falsas na grande mídia e por aí vai.

Também temos um bem-vindo aumento de combates e de podreira, que sempre se mantém bem utilizado na trama, gerando sempre aqueles momentos “Put… Merd…” quando você tá assistindo, tudo isso graças aos excelentes efeitos visuais e um alto valor de produção e, detalhe, depois da série, você nunca mais vai ouvir “You are so beautiful” do Joe Coker do mesmo jeito, graças ao excelente trabalho de trilha sonora, com um bônus também para “Dream On” do Aerosmith.

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Karl Urban e seu William “Billy” Bruto segue sendo aquele bastardo que amamos. Antony Starr consegue crescer mais ainda como Capitão Pátria, e fique sempre de olhos bem abertos na Tempesta, vivida por Aya Cash. O restante do elenco segue muito bem.

The Boys 2ª temporada, crítica sem spoilers.

O Capitão Pátria… ou seria o Bicho Papão?

A segunda temporada de The Boys é um grande acerto. A obra volta-se para dentro de si mesma e, ao fazer isso, consegue crescer ainda mais, expandindo seus personagens e também seu universo. Ela consegue se equiparar a sua temporada antecessora e em vários momentos a supera (que season finale foda!), trazendo assim um alto valor de diversão e também de reflexão porque, mesmo com superpoderes, ser humano ainda será nossa maior força.


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War for Cybertron: O Cerco | Um reinício necessário para Transformers

Crítica de ‘War for Cybertron: O Cerco’, nova animação de Transformers, da Netflix.

Jean Sinclair

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Transformers ganha um renovo em nova animação.

Transformers: War for Cybertron chegou. A mais nova série animada baseada na franquia de personagens criada nos anos 1980 surgiu graças à parceria entre a Hasbro, dona dos personagens e uma gigante mundial de brinquedos junto com a Netflix. Teremos uma trilogia de séries animadas e “O Cerco”, a primeira parte, já está disponível e nós do Multiversos já assistimos os seis episódios que compõem essa fase inicial.

Pode ficar tranquilo, que não haverão SPOILERS no texto.

Planeta Cybertron. O lar dos Transformers é palco dos momentos finais da luta entre os regentes locais, os Deceptcons, contra a agora debilitada resistência dos Autobots. Megatron, atual regente de Cybertron, segue em busca da prisão de seu opositor, Optimus Prime, para assim acabar com a guerra em definitivo, até a confirmação de uma antiga lenda mostrar-se a cartada decisiva que ambos lados precisam para acabar de vez com o conflito.

Optimus Prime em 'Transformers | War for Cybertron: O Cerco', da Netflix.

Os produtores e escritores F.J. DeSanto e George Krstic, juntos com o diretor Takashi Kamei, decidiram acertadamente mostrar o período da guerra entra os Autobots contra os Decepticons em seu planeta natal, assim evidenciando a renovação da franquia na mídia em geral. Contar esse momento se mostrou muito interessante por que ajuda a criar laços com os que estão chegando agora e, assim como foi no filme do Bumblebee, e também trazer de volta os fãs mais velhos e de longa data.

O tom utilizado nessa nova trilogia é mais centrado e mais focado na guerra e no drama. Desde o primeiro momento, toda a narrativa que move a trama traz um misto de dor, revolta, desespero e raiva, juntamente com retratos ambíguos de seus personagens principais, porque acertadamente o roteiro mostra que ambos os lados acreditam estar fazendo a coisa certa. Isso retira muito de um maniqueísmo e humor bobo que os Transformers possuíam em suas outras versões animadas, e até mesmo cinematográficas.

Megatron trouxe a revolta contra uma sociedade de Cybertron que ele achava errada, e não mede esforços para conseguir o seu objetivo. Optimus Prime, no entanto, entende que uma nova sociedade baseada no controle rígido e no medo é uma sociedade sem liberdade, e percebe que lutar contra isso se faz necessário, mesmo que haja momentos que o levem a duvidar. A partir desses fortes pontos de vista antagônicos, diversos personagens clássicos são construídos até chegarem nas suas versões mais conhecidas.

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– The Umbrella Academy | A Academia está de volta
POKAS | Thiago Ventura leva a “quebrada” para o mundo via Netflix

A série também se preocupa em construir todo o cenário de Cybertron, e mostrar que havia uma grande beleza antes da guerra, mas que essa estabilidade tinha um custo. Os personagens são muito bem construídos e seus dramas palpáveis e aqui, o clima de tensão e morte é palpável e, sim, há baixas de guerra e isso nunca é aliviado ou escondido e você acaba sentindo isso.

Nos quesitos técnicos, a animação conseguiu traduzir muito bem um mundo devastado pela guerra, criando ambientes sempre sujos e destruídos. É importante salientar como o bom uso de estruturas grandiosas, sejam usando verticalidade e horizontalidade, reforçam como a Cybertron pré-guerra era ambiciosa e orgulhosa. Todos os cenário e as latarias dos Transformers estão muito bem representadas, com uma excelente textura de desagaste e metal arranhando e tratado, nunca mostrando preguiçosas texturas de metal reluzente, que não combinariam com o clima de devastação da série.

Também é bastante gratificante ouvir os clássicos sons de transformação dos robôs. No campo dos atores, as atuações são muito boas. Porém, é inegável que não ouvir a clássica voz do Peter Cullen fez falta aqui. Pra completar, a trilha sonora de Alexander Bornstein trouxe sintetizadores e muita música eletrônica, reforçando o clima 80s na série.

Megatron em 'Transformers | War for Cybertron: O Cerco', da Netflix.

Transformers: War for Cybertron é um retorno ao básico dentro da franquia animada. Apostando num clima mais centrado e dramático, a obra acerta em dar peso ao momento inicial desses personagens e, assim, fugir das catastróficas versões dos cinemas, buscando agradar os fãs antigos e angariar novos fãs para a franquia… e vender mais bonequinhos legais no processo. (Manda uns pra nós, Dona Hasbro!)


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The Umbrella Academy | A academia está de volta

Crítica da segunda temporada de The Umbrella Academy, da Netflix.

Rafa-el Lima

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Eles estão de volta para salvar o mundo… De algo que, provavelmente, eles mesmos causarão.

A segunda temporada de The Umbrella Academy, série baseada nos quadrinhos de Gerard Way com arte do brasileiro Gabriel Bá, chega a Netflix na próxima sexta-feira, 31 de julho, e nós já conferimos e trazemos aqui pra vocês a nossa opinião sobre o show.

Sinopse Oficial
Cinco cansou de alertar a família sobre os riscos de usar seus poderes para escapar do apocalipse de Vanya em 2019. E ele tinha razão: o salto no tempo dispersou os irmãos em três anos diferentes na década de 1960 em Dallas, Texas. Alguns deles ficaram presos no passado por anos e seguiram suas vidas, certos de serem os únicos sobreviventes. Cinco foi o último a chegar, bem no meio de uma guerra nuclear (alerta de spoiler!) causada por essa ruptura na linha do tempo (déjà vu?). Agora, a Umbrella Academy precisa descobrir uma forma de se encontrar novamente, entender o que causou essa guerra apocalíptica, acabar com ela e voltar ao presente para impedir outro apocalipse, tudo isso enquanto são caçados por um trio de assassinos suecos cruéis (mas sem pressão, é claro!).

Procurando fugir do fim do mundo nossos protagonistas resolvem, no final da primeira temporada, ir para o passado. O problema é que, ao desembarcarem na década de 1960 nossos heróis acabam causando novamente o apocalipse.

Por mais que a proposta central do show se mantenha a mesma – impedir um evento cataclísmico – a segunda temporada de The Umbrella Academy não funciona exatamente como a primeira, por mais que pareça à primeira vista.

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As semelhanças existem: a família está separada, cada um vivendo à sua maneira, e precisam se reunir para salvar o mundo mas, a partir daí, as similaridades vão diminuindo. Na nova temporada existe um arco de descoberta e reinício muito diferente e promissor para cada personagem.

O fato de os protagonistas terem saído do seu tempo natural e ido parar na década de 1960 permitiu um crescimento particular para cada um. O momento histórico utilizado permite que temas como racismo, liberdades individuais, direitos das mulheres e outros, sejam muito bem abordados no roteiro, tendo os protagonistas como vítimas das mazelas sociais da época.

Os melhores arcos da temporada ficam à cargo de Allison (Emmy Raver-Lampman) e Vanya (Ellen Page); é notória a entrega das atrizes e o amadurecimento de suas personagens. Klaus (Robert Sheehan) segue sendo o melhor e mais divertido personagem da série, e Cinco (Aidan Gallagher) o fio condutor da trama. Luther (Tom Hopper) muda seu status quo de líder-bobo-apaixonado para apenas bobo-apaixonado e Diego (David Castañeda) e seu “complexo de Batman” segue sendo o personagem mais chato do grupo. Ben, o fantasma, é responsável por boas risadas e alguns dos momentos mais tocantes do show. (Saudade de um abraço, né, minha filha?)

Klaus, Allison e Vanya entre um apocalipse e outro em The Umbrella Academy.

Apesar de haver um ótimo cuidado com o roteiro e desenvolvimento dos personagens, é notório que houve também uma preocupação em impor certos limites aos poderes de alguns dos personagens pois, como sabemos, se usados de forma correta, alguns destes poderiam fazer a série ter apenas 1 episódio de 10 minutos, no máximo.

O corpo de antagonistas segue com a mesma proposta já apresentada antes: ser, ao mesmo tempo, surpreendente e um alívio cômico. Pelo menos em parte dele.

A qualidade narrativa da série é constante durante toda a temporada. Nenhum episódio soa como um completo desperdício mas, em alguns momentos, é possível sentir que haveriam decisões melhores e que fariam o desenrolar da trama ser menos truncado, principalmente quando falamos de Cinco (Five). Mas, nada que comprometa o todo.

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O show conta com um ótimo trabalho de figurino nessa nova temporada, responsável por refletir muito bem a década de 1960 na tela. Todo o trabalho de direção, produção e pós-produção, com seus efeitos visuais e edição, são caprichosos e dão a certos momentos da série o dinamismo necessário.

 

Se há algo a criticar na série é a criação de uma expectativa e o seu não cumprimento na medida certa. A série tem um início de temporada com uma apresentação fantástica, digna de cinema blockbuster; um CGI bem trabalhado, uma cena de equipe de heróis em ação que lembra os X-men em seus primeiros filmes. Infelizmente não há algo tão bem trabalhado no restante da temporada. Por mais que tenhamos excelentes momentos de interação em equipe, nenhum soou tão bom e coordenado quanto a cena inicial.

A segunda temporada de The Umbrella Academy mantém os acertos da primeira temporada do show, aposta no diálogo com pautas sociais e fecha alguns arcos para dar mais liberdade ao futuro da série. Infelizmente perde a chance de ter um desfecho mais grandioso, mas mantém a qualidade e nos deixa com o desejo de uma nova temporada pra ontem.


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