Stranger Things: 3ª Temporada | Mais estranha, mais aterrorizante, mais divertida! - Multiversos
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Stranger Things chegou à Netflix para sua terceira temporada, após o hiato de um ano.

Retomamos à história no verão de 1985, seis meses após os garotos derrotarem a primeira manifestação do terrível Devorador de Mentes. Mas, como Hawkins parece o lugar menos seguro do mundo para se viver quando se trata de ameaças sobrenaturais vindas de outras dimensões, mais uma vez alguém vai tentar explorar o Mundo Invertido e, como consequência, coisas ruins vão voltar a acontecer e caberá a quem resolver a m… toda? Isso mesmo, é neste cenário que nos reunimos a mais uma aventura com Eleven, Mike, Will e toda a turma.

Millie Bobby Brown retorna para sangrar e sangrar, mais do que nunca!

Esta temporada repete basicamente a mesma receita das duas anteriores. Seus primeiros capítulos atendem a uma cadência própria, narrando as consequências deixadas pelos eventos da temporada anterior e o rumo que a vida dos seus personagens seguiu, ao mesmo tempo em que a ameaça da temporada é contextualizada e trama começa a se movimentar. A partir dos episódios de meio de temporada, o ritmo da trama começar a crescer à medida que o nível da ameaça e as explicações vão gradativamente aparecendo, culminando no desfecho do roteiro.

Uma das marcas registradas da série é a maneira como seus episódios são construídos, seguem invariavelmente um ritmo constante, equilibrando os elementos de sua narrativa de forma a manter a audiência interessada no desenrolar de sua história o tempo todo. Há um claro cuidado na estética visual desde os cenários e seus respectivos elementos passando pelo figurino e pelos diálogos dos personagens, hábitos, a incidência da tecnologia usual da época, elementos culturais e questões sociais. Toda esta estrutura narrativa evidencia as qualidades do bom roteiro apresentado nesta temporada, com uma mitologia já estabelecida nas temporadas anteriores, a campanha atual se dedica a contar sua história e a desenvolver seus personagens.

A série vai, ao longo desta temporada, construindo os relacionamentos entre os personagens. Novas relações surgem ao passo que vemos antigas seguindo novos rumos. Dilemas são expostos no desenvolver destas relações que, ainda que de forma leve e sutil, convidam a audiência a refletir sobre questões sociais e culturais, com discussões pertinentes não só à época em que a história acontece, mas ao nosso tempo atual.

A história em si é boa, segue a proposta da mitologia estabelecida na série de forma coerente, sem complexidades excessivas, com um antagonista que representa, sim, uma ameaça legítima, movimenta a trama e dá o tom de urgência que dele se espera.

E claro que as referências e easter eggs são um show a parte, sutis ou escancaradas elas estão lá o tempo todo durante toda a temporada. “Exterminador do Futuro”, “Alien”, “George Romero”, “Gremlins”, “De Volta Para o Futuro”, até a paranoia americana de uma infiltração secreta russa em solo americano está presente, afinal de contas o que é mais anos 80 do que a Guerra Fria?

Isso sem falar na trilha sonora, assim como nas temporadas anteriores além se ser muito funcional reúne sucessos atemporais de nomes como “The Who” e “Madonna”. Visualmente também a série entrega, cenários e figurinos fazem parte de uma atmosfera que de fato transporta o espectador para os anos 80. A forma como a paleta de cores é utilizada também é destaque em uma fotografia que administra muito bem todos os seus elementos, inclusive a iluminação,mesmo nas cenas em que as trevas imperam tudo é absolutamente visível em tela.

E assim como nas temporadas anteriores, Stranger Things continua bebendo muito de fontes como “Os Goonies”, “IT – A Coisa” e “Conta Comigo” e seus personagens continuam sendo o ponto alto da série.

Uma dupla dessas bicho!

O núcleo das crianças agora precisa lidar com um cenário bem diferente das temporadas decorrente principalmente da recém chegada adolescência. Conflitos passam a existir, já que os garotos começam a ter interesses muito diferentes, principalmente Will (Noah Schnapp) que apesar de não ser mais o hospedeiro das entidades vindas do Mundo Invertido, ainda sente os efeitos do acontecimentos passados enquanto precisa lidar tanto com suas próprias incertezas, quanto a decepção de ver que seus amigos (assim como ele) estão crescendo.

Todo o núcleo principal apresenta uma interessante evolução com mudanças de posturas importantes mas mantendo a individualidade e a essência dos personagens, onde todos tem sua importância para o desenvolvimento e desfecho do filme, uma escolha válida do roteiro, que foge do clichê de deixar para a Eleven (Millie Bobby Brown) resolver tudo. Claro que ela continua muito importante para a trama, mas desta vez novos aspectos de sua personalidade são explorados, principalmente na amizade com Max (Sadie Sink) dando mais camadas para a continuidade da personagem nas próximas temporadas. Eleven caminha para ser a grande heroína da série, mas é mais do que justo e necessário que isto venha a ser  aos poucos valorizando os outros importantes personagens no processo, e neste ponto Dustin (Gaten Matarazzo) mais uma vez rouba a cena, com todo o seu carisma e seu jeito particular de lidar com uma crise que claramente é muito maior do que todos ali envolvidos.

Dustin (Gaten Matarazzo) e Steve (Joe Keery) retornam com a dupla mais inusitada de toda a série!

Erica (Priah Ferguson) retorna da temporada anterior desta vez com mais tempo de tela, no começo é uma personagem que funciona bem, mas ao longo da temporada acaba sendo uma personagem excessivamente repetitiva, e no final irrita mais do que agrada. Já Maya Hawke da vida a Robin, que vende carisma ao longo de toda a temporada, uma coadjuvante relevante ao longo da toda a temporada que faz uma dupla impagável com Steve (Joe Keery) e de quebra garante a representatividade na trama levantando um importante discurso sobre opção sexual na adolescência, algo que na década de 80 era visto e tratado e uma maneira muito diferente do que na atualmente. Aliás a série faz uso de situações dispostas para seus personagens para propor discussões sobre temas muito recorrentes aos dias atuais e mostrar como eles eram vistos e tratados naquela época, Nancy (Natalia Dyer) por exemplo sofre com o preconceito e o machismo em seu ambiente de trabalho.

Maya Hawke, filha de Ethan Hawke e Uma Thurman como Robin.

Mas a terceira temporada de Stranger Things, parece ter decidido dar o foco do protagonismo para o núcleo adulto dos personagens, até como uma forma de oxigenar a trama, e entregar uma história que fugisse da repetição da soluções de roteiros já vistas nas temporadas anteriores.

Joyce Byers (Winona Ryder) se tornou ainda mais importante nesta temporada, divergindo da impressão deixada no início da série, de que a personagem ficaria renegada ao papel de interesse romântico de Hooper (David Harbour), ainda que a relação entre os dois tenha recebido muita atenção nesta temporada, ainda que por vezes fique chato acompanhar cenas e mais cenas de desavenças e discussões entre ambos, somente para disfarçar uma atração que existe no ar. Mesmo que todo este contexto seja importante para justificar alguns acontecimentos vistos no final da temporada. Hooper segue a mesma linha das temporadas anteriores, tendo que lidar com o dilema de ser pai de uma adolescente nada convencional como a Eleven, e como se isto por si só já não fosse o suficiente a jovem ainda engatou um namoro com Mike (Finn Wolfhard), a dinâmica entre os três no início da temporada rendeu momentos divertidos.

Winona Ryder e David Harbour fazem o “par romântico-atrapalhado” no show.

Billy (Drace Montgomery) na temporada passada já havia ganhado nosso desprezo, mesmo que seu comportamento tenha sido justificado pelo  relacionamento abusivo com o pai, algo que nesta temporada é melhor explorado. O papel destinado ao personagem nesta temporada acaba sendo válido, e seu desfecho é digamos, justo, e pode agradar e emocionar (ou não) conforme o conceito que você desenvolveu para o personagem.

Drace Montgomery, o badboy está de volta. E piorado!

A temporada termina encerrando a história nela contada, mas claro deixando pontas para serem amarradas numa temporada seguinte, que pode levar a historia para um patamar num outro pano de fundo, como podemos deduzir graças a cena pós crédito.

Stranger Things entregou sua melhor temporada, deixou de ser uma série que fazia referências aos anos 80 para ser de fato uma série dos anos, com todas as licenças criativas e o tom “no sense” característicos das produções da época.

E que venha a quarta temporada!

Séries | TV

‘O Legado de Júpiter’ tem primeiras imagens reveladas!

Das HQs de Frank Quitely para as telas dos streaming! Mais uma série de heróis chegando em março na Netflix.

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O novo trailer mostra os esboços de Frank Quitely em transformações para revelar as primeiras imagens oficiais de O Legado de Júpiter.

No vídeo, o vilão mais temido desta temporada, Blackstar, ganha vida. Também é apresentado Hutch (Ian Quinlan), filho de um dos maiores supervilões do mundo, e Chloe Sampson (Elena Kampouris), herdeira dos maiores super-heróis. Conheça ainda Sheldon Sampson (Josh Duhamel) em 1929 e seu filho, Brandon Sampson (Andrew Horton). Por fim temos a primeira geração de super-heróis é revelada: Lady Liberty/Grace Sampson (Leslie Bibb), The Utopian/Sheldon Sampson (Duhamel) e Brainwave/Walter Sampson (Ben Daniels).

A Netflix sugere aos fãs do quadrinho O Legado de Júpiter deem um replay no vídeo para tentarem encontrar elementos escondidos nas cenas.

++Leia Mais:
– O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia
– Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Sobre O Legado de Júpiter:


Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. A série é estrelada por Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

Produtores executivos são Mark Millar, Frank Quitely, Lorenzo Di Bonaventura, Dan McDermott, Steven S. DeKnight, James Middleton e Sang Kyu Kim.

O Legado de Júpiter, está com estreia prevista para sexta-feira, dia 7 de maio na plataforma da Netflix. A temporada inicial conta com oito episódios.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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Séries | TV

O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia

A nova série da Netflix se baseia nas HQs de mesmo nome criadas pela dupla de quadrinhistas Mark Millar e Frank Quitely

Rafa-el Lima

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O Legado de Júpiter está ganhando uma série na Netflix e o seu primeiro teaser já foi lançado.

Mais uma adaptação de quadrinho acaba ganhando as telas. Dessa vez o Millarworld vem para as telinhas dos streamings com O Legado de Júpiter, obra original de Mark Millar e Frank Quitely.

Sinopse
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

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Mortal Kombat | Confira o primeiro trailer legendado
O Superman e o Batman clássicos do cinema estão voltando!

A HQ apresenta os filhos dos maiores super-heróis da história mundial vivendo sob o peso do nome e dos altos padrões anteriormente estabelecidos por seus pais.

O elenco conta com nomes de Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

O Legado de Júpiter terá oito episódios e tem estreia prevista para 7 de maio.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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Séries | TV

Cidade Invisível – 1ª Temporada | O nosso folclore chega às séries da Netflix

O nosso rico folclore brasileiro chega às telas numa trama de mistério e suspense na nova série nacional da Netflix: Cidade Invis?Dvel

Jean Sinclair

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Divulgação: Netflix

Hoje o tempo é curto e a grande disponibilidade de opções de séries e filmes exigem que uma obra fisgue o seu espectador de forma certeira o mais rápido possível. Felizmente, Cidade Invisível, da Netflix, faz isso muito bem.

Criada por Carlos Saldanha (de A Era do Gelo), com ideia geral de Raphael Draccon (Dragões de Éter) e Carolina Munhoz (O Inverno das Fadas), e com direção geral de Luís Carone, a série conta a história de Eric (Marco Pigossi), um agente ambiental federal que, ao sofrer uma grande perda, acaba descobrindo que uma comunidade ribeirinha tem mais coisas dentro de suas terras do que ele imaginava.

O time de roteiristas formado por Mirna Nogueria (Ep 01), Rodrigo Batista (Ep 02), Ludmila Naves (Ep 03), Antônio Arruda e Regina Negrini (Eps 04 e 05), Felipe Sant’Angelo (Ep 06) e Marco Borges (Ep 07), junto com a direção de Luís Carone (Eps 01-03 e 07) e Julia Jordão (Ep 04-06), constroem uma narrativa coesa, dosando bem mistério e construção de personagens. Junto com isso há o trabalho respeitoso e bem adaptado dos elementos do folclore brasileiro dentro da trama.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica de Os Defensores da Netflix
– Leia também a nossa análise de O Diabo de Cada Dia

A escolha por contar essa história no Rio de Janeiro funciona muito bem, graças ao fato da cidade ainda possuir diversos cenários naturais que vão da modernidade ao rústico facilmente. Os diálogos se beneficiam quando ficam mais soltos e naturais, mas várias vezes soam didáticos e até previsíveis. Tanto a fotografia quanto trilha sonora fogem da vibe “série de TV” e dão um excelente valor de produção cinematográfico à obra, mas se mantendo no campo seguro, sem ousadias, e os episódios tendo entre 35-40 minutos de duração possuem um bom ritmo, graças ao bom trabalho de edição. Os efeitos visuais são competentes e alguns conseguem impressionar.

Marco Pigossi (Eric) tem o perfil, carisma e talento que um bom protagonista precisa. O elenco de coadjuvantes é competente e agradável, em especial José Dumont (Ciço), Alessandra Negrini (Inês) e Fábio Lago (Iberê). Os destaques ficam para o sempre irreverente Wesley Guimarães (Isac) e a magnética Jessica Córes (Camila).

A primeira temporada de Cidade Invisível da Netflix é um excelente entretenimento. Mesmo com uma formato “Para Exportação”, a série acerta em apostar no realismo fantástico, e sua boa construção e execução garantem um bom divertimento. As pontas soltas e deixas estão lá para garantir uma segunda temporada, que fico na torcida que não demore para chegar.


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WandaVision | Quarteto Fantástico pode ter sido referenciado e você nem notou

Uma diálogo simples de WandaVision pode ter dado uma dica quanto às origens do Quarteto Fantástico do MCU no episódio 4 da série.

Rafa-el Lima

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Será que a Marvel pode ter introduzido, na surdina, a sua Primeira Família ao MCU com uma simples referência em WandaVision?

Uma teoria sugere que o episódio 4 de WandaVision pode ter dado pistas quanto às origens do Quarteto Fantástico, de acordo com o site Den of Geek.

Os primeiros cinco minutos do quarto episódio de WandaVision fazem referência a um ‘Programa de Treinamento de Astronautas’ que, de maneira brilhante, está falhando em decolar. Como disse o diretor em exercício do E.S.P.A.D.A., Tyler Hayward, eles “perderam metade de [seu] pessoal no Blip e metade dos restantes perderam a coragem”.

Como isso se encaixa no Quarteto Fantástico? As origens do Quarteto estão intimamente ligadas a Programas Espaciais. Nas HQs, eles são astronautas que fizeram a sua incursão no espaço em um voo não autorizado e acabaram por ser expostos à radiação cósmica. Assim, como acontece com a maioria dos acidentes baseados em radiação no universo da Marvel, quatro novos super-heróis – Senhor Fantástico, Mulher Invisível, Tocha Humana e o Coisa – nasceram.

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– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
– Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Claro, pode não ser nada – mas a Marvel tem em seu histórico o hábito de soltar pistas para projetos futuros com antecedência. Afinal, tudo, desde Doutor Estranho à nação natal dos Panteras Negras, Wakanda, foi apresentado de alguma forma anos antes de finalmente se tornar realidade na tela grande. Vale ressaltar que esta é a primeira menção importante quanto a astronautas desde que a Disney conquistou os direitos do Quarteto Fantástico em sua fusão com a Fox, o que certamente já é marcante por si só.

Só recentemente a Marvel confirmou oficialmente que um filme do Quarteto Fantástico está à caminho, então ainda levará algum tempo antes de vermos se isso foi uma provocação deliberada ou um erro completo. Ainda assim, a frase atende a um dos objetivos da série que é de fazer com que o público observe e questione até mesmo as menores linhas de diálogo. Pode não ser nada; pode ser tudo – mas isso já é parte da diversão.

Adquira suas HQs do Quarteto Fantástico AQUI e se prepare para as aventuras do grupo no MCU.


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Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Ryan Coogler, diretor de Pantera Negra, assinou contrato de 5 anos com o Disney+ para desenvolver uma série sobre o Reino de Wakanda.

Rafa-el Lima

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O diretor do longa Pantera Negra, Ryan Coogler, desenvolverá uma série para o Disney+ sobre Wakanda.

A The Walt Disney Company pretende estreitar os laços com o diretor e co-roteirista de Pantera Negra, Ryan Coogler. De acordo com o site Deadline, a Disney fechou um acordo geral de cinco anos com a Proximity Media, empresa de Coogler que ele dirige com os diretores Zinzi Coogler, Sev Ohanian, Ludwig Göransson, Archie Davis e Peter Nicks.

De acordo com o site, Coogler, que já está trabalhando na sequência do longa de Pantera Negra, que ele dirigirá ainda este ano, desenvolverá em seguida uma nova série para o estúdio.

A série será um drama baseado no Reino de Wakanda e será distribuída no Disney+.

Ainda de acordo com o Deadline, a negociação feita também permite que a Proximity Media desenvolva outros trabalhos para outras divisões da Companhia.

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“Ryan Coogler é um contador de histórias singular, cuja visão e alcance o tornaram um dos cineastas de destaque de sua geração”, disse Bob Iger, presidente executivo da The Walt Disney Company. “Com Pantera Negra, Ryan trouxe uma história inovadora e personagens icônicos à vida de uma forma real, significativa e memorável, criando um momento cultural divisor de águas. Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento e ansiosos para contar mais ótimas histórias com Ryan e sua equipe.”

“É uma honra fazer parceria com a The Walt Disney Company”, disse Coogler. “Trabalhar com eles em Pantera Negra foi um sonho que se tornou realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderíamos estar mais felizes de lançar nosso negócio para a televisão com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o guarda-chuva da Disney. Estamos ansiosos para aprender, crescer e construir um relacionamento com públicos em todo o mundo por meio das plataformas Disney. Estamos especialmente entusiasmados por darmos nosso primeiro salto com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso e seus parceiros no Marvel Studios, onde estaremos trabalhando de perto com eles em programas do MCU selecionados para Disney+. Já estamos participando de alguns projetos que mal podemos esperar para compartilhar”, afirmou Ryan Coogler em nome da Proximity Media.

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Pantera Negra arrecadou US $ 1,3 bilhão globalmente e se tornou o primeiro filme de super-herói a receber uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. O protagonista do longa, Chadwick Boseman, morreu no ano passado, e Coogler e a Disney estão trabalhando em uma sequência que não venha a escalar outro ator para o papel.


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Netflix confirma a continuação da série Lupin

Série que liderou por dias o TOP 10 da Netflix no início deste ano tem a sua continuação já confirmada pelo serviço de streaming.

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Uma série que já brilhou muito esse ano de 2021 na Netflix foi Lupin. O show se tornou um fenômeno mundial e tem como protagonista Omar Sy, que já conhecíamos por filmes como, Intocáveis (2011) e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014).

Lupin esteve por dias no primeiro lugar do Top 10 da Netflix em mais de 10 países e está previsto o seu retorno no fim do semestre. Os cinco novos episódios estão na direção de Ludovic Bernard (The Climb) e Hugo Gélin (Amor à Segunda Vista).

Para quem não conhece, Lupin estreou na Netflix em 8 de janeiro de 2021 e é uma série produzida na França e segue como um thriller de mistério criada por George Kay e François Uzan. A série é dividida em 10 episódios, lançados em duas partes.

Inspirada em um livro sobre o ‘ladrão cavalheiro Arsène Lupin‘, criado em 1905 pelo escritor francês Maurice Leblanc, a série conta a história do  ladrão profissional Assane Diop (Omar Sy), único filho de um imigrante senegalês que vai à França em busca de uma vida melhor para seu filho. O pai de Assane é acusado, por seu patrão, o rico e poderoso Hubert Pellegrini, do roubo de um caríssimo colar de diamantes e acaba se enforcando em sua cela de prisão por vergonha por ter sido condenado sendo inocente, deixando o adolescente Assane órfão.

Vinte e cinco anos depois, tomando como base de ação de sua vingança um livro sobre o ‘ladrão cavalheiro Arsène Lupin’, que seu pai lhe dera no dia do seu aniversário, Assane vai em busca de sua desforra em cima da família Pellegrini, munido de seu carisma e domínio do roubo, subterfúgio e disfarce para expor a doença de Hubert.

O elenco da série conta com Omar Sy (Assane Diop), Vincent Londez (Capitão Romain Laugier), Ludivine Sagnier (Claire), Clotilde Hesme (Juliette Pellegrini), Nicole Garcia (Anne Pellegrini), Hervé Pierre (Hubert Pellegrini), Soufiane Guerrab (Youssef Guedira), Antoine Gouy (Benjamin Ferel), Fargass Assandé (Babakar Diop), Shirine Boutella (Tenente Sofia Belkacem) e Etan Simon (Raoul).

Ainda foi divulgada a data de estreia da segunda parte.


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Série documental ‘Marvel 616’ estreia no Disney Plus Brasil

Streaming lança série documental sobre o legado da Casa das Ideias e a sua importância na vida dos fãs e colaboradores ao longo das décadas.

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Esperado para o ano passado, estreou neste final de semana no Disney Plus do Brasil uma das séries documentais mais esperadas do ano, Marvel 616.

A Disney tem investido pesado em documentários sobre suas produções cinematográficas como Frozen e outros. Entretanto, o documentário da vez tem um foco muito grande na história das produções Marvel, trazendo para a tela os desenhistas e suas criações, as heroínas que fazem a diferença na vidas de outras pessoas, etnias que cada vez mais ganham espaço e mostram do que são capazes, e até casos curiosos como, por exemplo: você sabia que Homem-Aranha foi quem proporcionou a criação dos Power Rangers como eles são hoje?

O documentário traz oito episódios com histórias contadas através das lentes de um grupo de cineastas sobre histórias incríveis de dentro do universo Marvel.

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Marvel 616 mostra o quanto é rico o legado da editora, e que este não se prende apenas aos quadrinhos, mas aos seus personagens e os criadores da Casa das Ideias pelo mundo a fora.

O documentário cobre tópicos como: mulheres que galgaram seu espaço dentro da Marvel Comics, o mundo maravilhoso dos cosplays, descobrindo personagens dantes esquecidos e muito mais.

Confira o trailer oficial abaixo:


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Sandman | Elenco da série da Netflix é finalmente revelado

Sandman, uma das mais aclamadas HQs de todos os tempos está ganhando uma série e o próprio Neil Gaiman apresentou o elenco em suas redes.

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Após um ano do anúncio da série, a Netflix revela o elenco de sua adaptação de Sandman, uma das mais amadas obras de Neil Gaiman.

Em publicação no seu Twitter, Neil Gaiman fez o anúncio do elenco da série:

O ator Tom Sturridge será o protagonista do drama baseado nos quadrinhos da DC Comics de Gaiman, interpretando Sonho, ou Morpheus (Dream), o mestre do Reino do Sonhar. Gwendoline Christie coestrelará como Lúcifer, o Rei do Inferno. Vivienne Acheampong, Boyd Holbrook, Charles Dance, Asim Chaudhry e Sanjeeve Bhaskar completam o time do drama de fantasia sombria.

A Netflix descreve sua série live-action de Sandman como: “Uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria em que a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados. The Sandman segue as pessoas e os lugares afetados por Morpheus, o Rei dos Sonhos, como ele corrige os erros cósmicos – e humanos – que ele cometeu durante sua vasta existência.”

Sturridge assume o papel que foi brevemente dado a Joseph Gordon-Levitt quando Sandman estava sendo desenvolvido como um filme pela a New Line no início de 2016. A presença de Christie (que interpretou Brienne) e Dance (que interpretou Twin Lannister) cria uma mini-reunião de Game of Thrones para a dupla. Dance vai retratar Roderick Burgess, um charlatão, chantagista e mágico.

Acheampong (Convensão das Bruxas) interpreta Lucienne, a bibliotecária chefe e guardiã de confiança do reino do Sonho. Holbrook (Narcos) é definido como o Corinthian, um pesadelo fugitivo que deseja provar tudo o que o mundo tem reservado. Chaudhry (Black Mirror: Bandersnatch) e Bhaskar (Yesterday) assumem os papéis de Abel e Cain, a primeira vítima e o primeiro assassino, que são residentes e súditos leais do Reino dos Sonhos.

Neil Gaiman (American Gods) e Allan Heinberg (Mulher-Maravilha, Grey’s Anatomy) estão co-escrevendo a série, com Heinberg sendo o produtor. David S. Goyer (Batman Begins, Foundation) é o produtor executivo do drama da Warner Bros. Television.

“Nos últimos 33 anos, os personagens do Sandman respiraram, andaram e falaram na minha cabeça”, disse Gaiman. “Estou incrivelmente feliz que agora, finalmente, eles podem sair da minha cabeça e entrar na realidade. Mal posso esperar até que as pessoas lá fora possam ver o que temos visto como Sonho e o resto deles em carne e osso, e a carne pertence a alguns dos melhores atores que existem. Isso é surpreendente, e eu sou muito grato aos atores e a todos os colaboradores de The Sandman – Netflix, Warner Bros., DC, a Allan Heinberg e David Goyer, e as legiões de artesãos e gênios da série – por transformar o mais louco de todos os meus sonhos em realidade.”

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Das HQs para as telas

Sandman chegou à Netflix em junho de 2019 com um pedido de 11 episódios para o que, de acordo com fontes na época disseram, seria um projeto de grande compromisso financeiro. O acordo na época, segundo fontes, seria da série mais cara que a DC Entertainment já havia feito. Três meses depois, o produtor Greg Berlanti anunciou que sua série do Lanterna Verde para a HBO Max e “promete ser o maior programa já feito pela DC”.

Fontes ainda disseram ao site The Hollywood Reporter na época que a Warner, que controla a IP, levou o projeto da série de Sandman a vários canais, incluindo a irmã corporativa HBO. A rede de TV a cabo premium não fez parte da série, dado o enorme preço anexado ao projeto (e provavelmente o número de outros grandes programas mundiais em desenvolvimento), e a Netflix abocanhou a obra.

O adorado quadrinho de Gaiman teve um longo e desafiador caminho até as telas. As tentativas de transformar Sandman em uma franquia de longa-metragem começaram na década de 1990 com a Warner Bros. – a empresa-mãe da Vertigo, o ex-selo da DC Comics. O projeto passou por várias encarnações e escritores na década de 1990 e início de 2000 e, finalmente, labutou no purgatório do desenvolvimento. Gaiman anunciou, no final de 2013, que estava se juntando a Gordon-Levitt para um longa-metragem que acabou nas mãos da New Line, da Warner Bros. Gordon-Levitt foi escalado para estrelar e dirigir antes de abandonar o filme após diferenças criativas com o estúdio em março de 2016. Eric Heisserer, o último roteirista vinculado ao Sandman da New Line, disse em novembro de 2016 que não estava mais envolvido.

Sandman ainda não tem data de estreia determinada.

Adquira suas HQs de Sandman AQUI e conheça o Sonhar bem antes da série da Netflix.

Fonte: The Hollywood Reporter


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