Nasce Uma Estrela | Crítica (Com Spoilers) - Multiversos
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Lady Gaga deslumbrante na maravilhosa obra de Bradley Cooper.

Nasce Uma Estrela, filme dirigido por Bradley Cooper e estrelado pelo mesmo e pela cantora pop Lady Gaga, não é só mais uma entre as muitas releituras desta obra cuja versão original ganhou as telas em 1937, sendo a mais famosa delas a versão de 1976 protagonizada por Barbra Streisand e Kris Kristtofferson.

Ao longo do texto você vai perceber o trabalho magnifico de Bradley Cooper ao pegar as melhores ideias das versões anteriores, atualizar para os tempos atuais alguns contextos e, principalmente, rechear o filme com um brilhantismo artístico único e maravilhoso, dando ao longa uma profundidade e um desenvolvimento dignos de quem tem uma ótica muito sensível aos valores que a arte e principalmente o cinema tem de melhor.

Na historia acompanhamos Jack Maine (Bradley Cooper) um talentoso, mas decadente, astro da musica country americana, que conhece Ally (Lady Gaga), uma jovem de vida simples que sonha em se tornar uma cantora. O amor surge entre os dois mas a relação se fragiliza conforme a carreira de Ally decola, num contraponto com a de Jack que definha.

O roteiro de Nasce Uma Estrela (escrito pelo próprio Bradley Cooper em parceria com Will Fetters e Eric Roth) tem muito mais camadas que suas versões anteriores, suas preocupações vão muito além de mostrar a ascensão da protagonista. Na verdade ele é muito bem sucedido em contar uma ótima historia de amor, drama, superação e outros elementos, fazendo ótimo uso da profundidade de seus personagens em meio aos seus dilemas e dramas pessoais. Outro ponto importante é o tempo que o enredo dedica para apresentar o background dos personagens, isso dá uma densidade muito maior no desenvolvimento do relacionamento entre eles. Há um respeito e uma verdade muito grande quanto às convicções, ao comportamento dos personagens e a maneira como agem diante das situações mediante ao sentimento, caráter e envolvimento de cada um.

Não há uma complexidade excessiva no roteiro em si, o foco central é claro e está na relação dos protagonistas Ally e Jack, mas o pano de fundo é tão interessante quanto, já que o roteiro, aliado à direção sensível e assertiva de Cooper, consegue apresentar o tema e expor ao telespectador sua mensagem de maneira muito objetiva, discursando direta ou indiretamente através dos diálogos e elementos em cena.

O filme mostra como Jack conduz sua vida e sua carreira, a infância difícil sem um alicerce familiar adequado, a mágoa por assuntos mal resolvidos, o alcoolismo e a dependência química servindo de refúgio para uma mente fragilizada e despreparada para suportar o peso e a solidão da fama, alojada em um corpo cada vez mais destruído pelos seus terríveis hábitos de vida. Já no arco de Ally, a outra protagonista, questões como a necessidade de uma autoafirmação, confiança e autoestima são abordados; os desapontamentos, a persistência em buscar seus sonhos mesmo em face das condições menos favoráveis. Também chama muito atenção a forma como o desapontamento dos pais, que desejam realizar nos filhos os sonhos que eles mesmos não conseguiram realizar. O roteiro trabalha estes temas de maneira fluida, sem agressividade e nem pressa para apresentar ou desenvolver cada tema, dando a elas o tempo necessário para que sejam estabelecidos dentro do arco dos personagens e assimilados pelo expectador, tudo isso em meio à magia e ao drama que permeia a relação entre os protagonistas, foco central da trama.

Por muitas vezes, vemos um diretor propagar temas e discursos em seus filmes quase que de forma involuntária, a mensagem é passada por meio do desenvolvimento de seus elementos cênicos e diálogos sem que seja o foco ou mesmo o pano de fundo. Não é caso aqui. Cooper lapida as ideias das versões anteriores, dando uma atenção especial ao passado dos personagens construindo camadas de personalidade que serão muito relevantes à trama deixando o espectador totalmente envolvido com o arco e com o destino de seus personagens.

Bradley Cooper ator e diretor.

A narrativa fluida nos emociona por todo o primeiro ato, desde a apresentação dos personagens à construção do relacionamento entre ambos acenando para um “felizes para sempre” que sabemos que não vai acontecer, mas torcemos para estarmos errados!

Da metade do segundo atoem diante a narrativa se torna mais densa, o ritmo desacelera para enfatizar a carga dramática à medida que Ally ruma para o estrelato e Jack para uma provável e irreversível decadência. A partir daí o roteiro segue de forma coerente, administrando as consequências dos rumos escolhidos pelos personagens com veracidade e realismo. Realismo este que pode ser sentido também nos diálogos dos personagens, cuja profundidade agrega ainda mais nossa imersão nesta linda história.

Mas o ponto alto do filme com certeza são seus personagens. É certo dizer que seu desempenho é potencializado pelo excelente roteiro e pelos diálogos muito bem escritos, mas a qualidade, o carisma e a entrega dos atores em cena é algo inquestionável. O melhor exemplo disto é Bradley Cooper. Com uma atuação quase irretocável, Cooper consegue ao longo do filme transmitir emoções de forma muito real e incrivelmente tocante.

O ator demonstra um sofrimento genuíno quando fala de seu passado e dos assuntos mal resolvidos em família. Seu rosto transmite todo o desgaste e cansaço de quem, há anos, busca refugio no álcool e nas drogas. Impressiona a realidade que o ator imprime em sua atuação nestes momentos, realçado pela sua magnífica expressão corporal em cena. Através da dependência química e alcoólica do personagem Cooper expõe sua visão sobre o tema, o quanto o vício pode ser perigoso e destrutivo tanto ao viciado quanto a todos ao seu redor, tratando a dependência como uma doença, sem nenhum tipo de marginalização.

Muita curiosidade existia sobre como Cooper se sairia como cantor no longa. Toda a nossa curiosidade é satisfeita já nos primeiros minutos do filme e realmente o ator não decepciona. Pelo contrário, tanto seu comportamento cênico como seu desempenho cantando são, sim, dignos de elogios. Em resumo a atuação de Cooper como um todo é magnifica, e todos os prêmios e indicações que o ator vem recebendo são absolutamente justos.

Sam Elliot

Sam Elliot vive Bobby, o empresário de Jack Maine. Bobby é o contraponto a insanidade auto destrutiva de Jack. Elliot vive um personagem amargurado por uma frustração em seu passado, preocupado com a carreira e com a vida de Jack. Bobby é na maioria do tempo duro, fazendo questão de aplicar choques de realidades constantes no protagonista e, mesmo em meio a aspereza do personagem, é possível notar que exista um sentimento especial de Bobby por Jack, algo que vai além dos laços profissionais, assim como existem assuntos mal resolvidos referentes ao passado dos personagens. À medida que a história avança e novos fatos são revelados sobre o passado e o relacionamento entre ambos, tudo passa a fazer mais sentido, e as cenas envolvendo ambos passam a ser emocionantes. Sam Elliot protagoniza ao lado de Lady Gaga, uma cena maravilhosa próxima ao final do filme marcada pelo diálogo poderoso, franco e com uma dose de compaixão comovente. Só por esta cena a indicação de Sam Elliot ao Oscar de Melhor ator coadjuvante já estaria justificada.

Mas, o maior destaque do filme é, sem dúvidas, Lady Gaga. A talentosa cantora surpreendeu ao se revelar também uma atriz promissora. Carismática e muito expressiva, a atriz demonstrou uma química incrível com todo o elenco e conseguiu expressar, com clareza e de forma muito real, os dramas e anseios de sua personagem, que transborda talento, mas sofre com problemas de auto aceitação e afirmação, decorrentes, principalmente, das decepções de seu pai, um cantor frustrado que agora trabalha como motorista. Ao conhecer Jack, a vida de Ally muda radicalmente. A ascensão de sua carreira caminha ao lado da evolução do seu relacionamento com o cantor. A atuação de Gaga consegue passar, com naturalidade, toda a força e intensidade do amor entre Ally e Jack. À medida que a carreira de Ally decola, agora orientada por Rez (Rafi Gravon) seu empresário e produtor, Jack se decepciona ao perceber que Ally direciona sua carreira por um caminho que, na visão do músico, está longe da verdade artística da cantora. Lady Gaga passa todos estes momentos com uma atuação segura, e suas cenas com Bradley Cooper são realmente especiais. O entrosamento entre os dois é muito grande e proporciona momentos lindos, como na cena em que se conhecem (por sinal, um dos momentos mais belos do filme) com a cantora brilhando na interpretação de “La Vie em Rose” um clássico da música francesa, realçado pelo trabalho de iluminação e fotografia e um uso muito apropriado das cores, para ressaltar os sentimentos expressos na performance.

A grande estrela do filme, Lady Gaga.

Bradley Cooper e Lady Gaga funcionam muito bem juntos e conseguem transmitir uma emoção palpável em seus momentos e isso, claro, também se repete nas canções. Aliás, se Cooper manda bem como cantor, Gaga está deslumbrante, favorecida pela trilha sonora feita para a cantora brilhar! Mas, se a performance musical ajuda Gaga a entregar um trabalho fascinante, não podemos esquecer que a cantora surpreende por manter uma atuação muito realista e segura na maior parte do tempo, de forma que todo o conjunto desta obra rendeu uma merecida indicação ao Oscar de Melhor Atriz, além de outras premiações.

Tecnicamente o filme funciona bem. A ambientação reproduz de maneira interessante o mundo da música, o glamour e adrenalina dos shows, as gravações, os bastidores, as conquistas e os prazeres e perigos que a fama carrega. A atmosfera do filme, construída sob uma narrativa que, como já dissemos, nos conduz a um carrossel de inúmeras emoções, se torna totalmente imersiva conforme a trama avança pois, além da excelência dos diálogos e das atuações, temos uma combinação interessante entre iluminação e paleta de cores que torna as apresentações musicais, por exemplo, ainda mais inesquecíveis. O trabalho de fotografia, com closes e enquadramentos mais fechados, valorizando as expressões faciais dos atores para transmitir de maneira forte todas as emoções propostas em cena, funciona muito bem.

E, como se trata de um filme voltado para música, é claro que a trilha sonora é um dos maiores destaques.

Inicialmente o papel de Ally caberia a popstar Beyonce, mas os conflitos de agenda a impossibilitaram. O que poderia ser uma perda considerável acabou sendo um ganho incrível, já que, além do seu desempenho no filme, Lady Gaga participou da composição das músicas da trilha do filme que, por sinal, tem canções maravilhosas como “Black Eyes”, “I’ll Never Love Again” e a concorrente ao Oscar de Melhor canção “Shallow” (composta por Lady Gaga e Bradley Cooper).

Sem dúvidas o filme é uma estreia e tanto para Bradley Cooper como diretor mas, apesar da indicação para vários outros prêmios, Cooper (injustamente) não foi indicado ao Oscar de Melhor Diretor. Fato este, porém, que não desmerece seu trabalho. É muito clara a mensagem que Cooper quer deixar com esse filme e ele o faz, conduzindo as atuações do seu elenco e o desenvolvimento do seu roteiro com rara felicidade. Cooper entrega um filme que aborda vários assuntos importantes, tem um tema central muito forte, que tem mais haver com a decadência de uma estrela do que com o nascimento de outra.

Nasce Uma Estrela
  • Roteiro
  • Direção
  • Trilha Sonora
  • Elenco
4

Resumo

Nasce uma estrela, é um filme lindo em quase todos os seus aspectos, é uma releitura de uma historia de amor, de entrega, de cumplicidade, é um drama, é um grito de alerta, é um discurso de coragem, de auto afirmação, é uma nova roupagem que te permite enxergar muitos temas importantes, mas que no final ficará gravado na minha memoria de maneira especial principalmente por me conduzir a uma das belas e emocionantes experiências cinematográficas da minha vida.

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Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Warner anuncia novo reboot para Superman e projeto já está está na ponta da agulha e nas mãos de JJ Abrams.

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Semana cheia de novidades para os fãs do Superman & CIA.

Essa semana foi apresentada a nova Supergirl do DCEU, que vai aparecer no filme solo The Flash. Sasha Calle foi a escolha feita após uma busca cansativa para escolha da prima do filho de Krypton. Confira no vídeo:

Além disso, tivemos a boa estreia da nova série Superman & Lois com Tyler Hoechlin e Bitsie Tulloch dando picos de audiência.

++Leia Mais:
– Homem-Aranha 3 tem subtítulo oficial finalmente divulgado: ‘No Way Home’
– Batman mergulha no mundo de ‘FORTNITE’

Novo Superman nos Cinemas?

Não bastassem essas ótimas notícias para a família Super da DC, hoje, dia 26, a Warner lança mais uma bomba para o nosso final de semana… É oficial! JJ Abrams está trabalhando em um novo filme do Superman!

Jeffrey Jacob Abrams é um escritor, diretor e produtor de cinema e televisão dos Estados Unidos.

Após muitos rumores a Warner Media tornou isso oficial. Abrams está com a batuta nas mãos e produzirá um novo filme do Azulão. O roteiro está nas mão do escritor Ta-Nehisi Coates. O filme está ainda sem enredo e nada mais de definições.

Coates comentou que “ser convidado para o DC Extended Universe pela Warner Bros., DC Films e Bad Robot é uma honra” e que “estou ansioso para adicionar de forma significativa ao legado do herói mítico mais icônico da América”.

Abrams falou com confiança que há mais histórias a serem contadas sobre Superman:

“Existe uma história nova, poderosa e comovente do Superman que ainda pode ser contada. Não poderíamos estar mais entusiasmados em trabalhar com o brilhante Sr. Coates para ajudar a levar essa história para a tela grande e estamos muito gratos à equipe da Warner Bros. pela oportunidade.”

Considerando que Henry Cavill já está ocupado com The Witcher, da Netflix, é difícil saber se ele terá como retornar ao papel.

Há algum tempo é cogitação de levar para os cinemas um Superman Negro. Acredita-se que este projeto possa estar em andamento já há alguns anos, e que Michael B. Jordan, teria conversado com a Warner sobre o projeto anos antes, possa ter comprado a ideia e movido seus pauzinhos para que ele mesmo possa fazer o papel. Será que vai rolar?

Até o momento não existem mais detalhes sobre o projeto, mas fique ligado para mais novidades!


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Filmes

Monster Hunter | Milla Jovovich de volta ao mundo dos videogames!

Em mais uma adaptação de um jogo da Capcom, Milla Jovovich e Tony Jaa enfrentam monstros gigantes e mortais.

Jean Sinclair

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Divulgação: Sony

Monster Hunter, marca o retorno do diretor e também roteirista, Paul W.S. Anderson, ao mundo dos videogames nos cinemas e mais uma vez o diretor escolhe adaptar uma franquia da Capcom.

A Tenente Artemis (Milla Jovovic) e seu time partem em busca de resgatar uma equipe desaparecida, quando acabam sendo transportados para um mundo misterioso, que possui monstros gigantes. Artemis precisa encontrar como retornar ao seu mundo com a ajuda do Caçador (Tony Jaa).

Anderson é um criador que fez uma longeva carreira trabalhando com adaptações de jogos de videogames, do hoje cultuado Mortal Kombat (1995) à cine-série Resident Evil, onde teve como atriz principal Mila Jovovich. Anderson é um autor amado e odiado. Enquanto alguns odeiam as suas obras por nunca seguirem com fidelidade o material base, outros adoram o seu cinema explosivo e alucinado, cheio de pirotecnias e efeitos especiais. Ele também faz filmes baratos em sua produção gerarem rios de dinheiro, o que acaba sempre abrindo novas portas para o seu trabalho.

Aqui em Monster Hunter ele não foge em nada de seus trabalhos prévios. Os personagens são jogados na trama e, com exceção de Artemis e do Caçador, o restante do elenco tem somente funções narrativas e incorporam estereótipos padrões desse tipo de enredo. Dá pra fazer um bingo de quem é cada um em tela (a latina, o negro, o asiático, o canastrão, o sisudo e etc. e etc. …) e como eles vão morrer e fechar a cartela rapidinho.

A história é básica e simples. Protagonista surge, tem um desafio, surgem os conflitos e temos uma resolução. Com uma estrutura de atos que acaba apressada em seu inicio e segue em constante velocidade o tempo todo, com pequenos respiros para alguma cena expositiva, até o seu final. Os diálogos são fraquíssimos, e dá até para adivinhar alguns segundos antes deles surgirem em tela. O clima do longa muda o tempo todo, nunca se decidindo se é um suspense, um filme de guerra, um horror splatter ou um filme de ação alucinada.

Monster Hunter praticamente não possuí trilha sonora, focando-se mais na edição de som ultra barulhenta e exagerada, que oscila entre silêncios e explosões ensurdecedoras numa fração de segundos. Segundos esses que estão na edição nervosa e picotada que é utilizada nas cenas de ação. Nenhum take dura mais do que 3-5 segundos. Deu até para brincar de contar nos dedos… 1, 2, 3, corta… 1, 2, 3, 4, corta. Esse recurso acaba deixando as cenas tão frenéticas quanto ilegíveis durante a projeção. Essa edição acaba fazendo com que o filme seja sempre acelerado e esteja sempre em movimento.

monster-hunter

O design de produção oscila em aproveitar bem as locações físicas, gerando até um alívio nos olhos, o que já difere quando o CGI é usado em tela. Os figurinos são bregas, mas que funcionam devido o clima do filme também ser assim. A fotografia do filme é o seu melhor elemento técnico, mesmo quando usa indiscriminadamente takes panorâmicos, sem que eles possuam função narrativa coerente, ou quando tenta explorar emoções inexistentes num close dos monstros de CGI. Os efeitos visuais são práticos e bem utilizados nas criaturas, mas há momentos que as coisas derrapam feio, como personagens flutuando ou descolados demais da cena.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica de Angry Birds 2
– Leia também a nossa análise de Sonic – O Filme

Sobre a adaptação em si, eu confesso não ser um jogador inveterado da franquia, mas sei que um dos grandes charmes do jogo é enorme gama de fauna e flora que os mundos de Monster Hunter possuem. Isso praticamente foi limado do filme por escolhas narrativas claras e até mesmo pelo curto orçamento, que fica evidente em alguns momentos, e somente alguns poucos e famosos monstros aparecem em tela.

Milla Jovovich já faz esse tipo de papel no automático e seu diretor, e também marido, não a força em momento algum à sair de sua zona de conforto. Tony Jaa acaba sendo carismático devido à sua simplicidade. Ron Pearlman conseguiu o prêmio de pior peruca/penteado que eu já vi em um filme e o restante do elenco é praticamente um easter egg em tela e, ah… procurem a brasileira Nanda Costa no filme. Se piscarem, perdem a participação dela.

Monster Hunter é um filme com o DNA de Paul W. S. Anderson. Barulhento, exagerado, pouco reverente ao seu material fonte e com um fiapo de enredo. Eu já sabia exatamente o que o novo filme traria, e até consegui encontrar um valor de entretinimento no longa, que tem potencial de agradar espectadores casuais e fãs de longa data do diretor, mas que fará pessoas mais exigentes e fãs do jogos saírem insatisfeitas da sessão.

Ah… há um cena extra dentro dos créditos finais.


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Filmes

Homem-Aranha 3 tem subtítulo oficial finalmente divulgado: ‘No Way Home’

Terceiro longa de Tom Holland como o Homem-Aranha do MCU ganhou o seu subtítulo no Twitter oficial da franquia.

Rafa-el Lima

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Após uma série de brincadeiras quanto ao subtítulo do próximo filme do aracnídeo, Homem-Aranha 3 ganha a tão esperada “segunda linha” de seu nome: No Way Home.

A divulgação se deu no twitter oficial do longa. Confira:

O longa traz mais uma vez Tom Holland como o Peter Parker/Homem-Aranha e retorna com os atores dos filmes anteriores Zendaya, Marisa Tomei e Jacob Batalon. A produção fica a cargo de Kevin Feige e Amy Pascal, e a direção segue com Jon Watt no comando.

O maior destaque do longa, pelo menos até aqui, é o retorno de Jamie Foxx, de O Espetacular Homem-Aranha 2, revivendo o vilão Electro; e de Alfred Molina, de Homem-Aranha 2, como o Doutor Octopus.

SpiderMan: No Way Home (algo como “Homem-Aranha: Sem Caminho Para Casa”), promete ter link direto com as consequências do atual sucesso do Disney+, WandaVision, e com o vindouro Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, por isso Benedict Cumberbatch também estará no longa.

++Leia Mais:
– RUMOR | Tobey Maguire e Andrew Garfield em negociações para ‘Homem-Aranha 3’
– Doutor Estranho terá papel importante em Homem-Aranha 3

Ontem, 23/02, os atores do longa haviam lançado em suas redes sociais diferentes versões do nome do filme. Como compartilhamos em nosso Twitter:

SpiderMan: No Way Home tem previsão de estreia para 17 de dezembro.


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Filmes

RUMOR | Jennifer Lawrence poderá viver Sue Storm no reboot de Quarteto Fantástico

Novo rumor aponta que Jennifer Lawrence se juntou ao elenco de Quarteto Fantástico do Marvel Studios, provavelmente como Sue Storm

Rafa-el Lima

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Será que teremos em Jennifer Lawrence a nossa Sue Storm para o longa do Quarteto Fantástico?

De acordo com o Daily Telegraph da Austrália, em matéria replicada no The Daily Mail, a atriz ganhadora do Oscar, Jennifer Lawrence, irá se juntar ao elenco do reboot de Quarteto Fantástico da Marvel Studios.

De acordo com outros sites o site Murphys Multiverse, responsável pela informação de ambas as fontes, teria tentado entrar em contato com a Disney mas não obteve respostas.

Se os rumores vierem a se confirmar, e a entrada de Lawrence no MCU for real, podemos estar diante do casting de Sue Storm, a Mulher Invisível, esposa de Reed Richards. A personagem já foi interpretada nos cinemas por Jessica Alba.

Quarteto Fantástico será dirigido por Jon Watts, que está trabalhando em Homem-Aranha 3, e ainda não há qualquer previsão de estreia.

++Leia Mais:
– Marvel Studios anuncia longa do Quarteto Fantástico
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney


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Filmes

Mortal Kombat | Confira o primeiro trailer legendado

O mais mortal torneio pelo destino da Terra está de volta com o remake de Mortal Kombat para os cinemas, que estreia em abril de 2021.

Multiversos

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A New Line Cinema apresenta Mortal Kombat, uma aventura inédita inspirada na bem-sucedida franquia de videogames que, mais recentemente, teve um dos lançamentos de jogos de maior êxito da história, Mortal Kombat 11. O filme é dirigido pelo premiado diretor comercial australiano Simon McQuoid, que faz sua estreia como diretor de cinema, e produzido por James Wan (filmes do universo “Invocação do Mal”, “Aquaman”), Todd Garner (“No Olho do Tornado”, “Te Peguei!”), McQuoid e E. Bennett Walsh (“MIB: Homens de Preto – Internacional”, “O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro”).

Em Mortal Kombat, o lutador de MMA Cole Young, acostumado a apanhar por dinheiro, não faz ideia da herança que carrega – ou por que o Imperador da Exoterra, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um criomancer de outro mundo, para exterminar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole sai em busca de Sonya Blade por recomendação de Jax, um major das Forças Especiais que tem a mesma estranha marca de nascença na forma de dragão que Cole. Logo, ele se encontra no templo do Lorde Raiden, um Deus Ancião e protetor do reino da Terra, que acolhe aqueles que ostentam a marca. Lá, Cole treina com os experientes guerreiros Liu Kang, Kung Lao e o mercenário vigarista Kano, à medida que se prepara para enfrentar, ao lado dos maiores campeões da Terra, inimigos oriundos da Exoterra em uma arriscada batalha pelo universo. Contudo, será que ele treinará o bastante para desbloquear sua arcana — o imenso poder que existe dentro de sua alma – a tempo não só de salvar sua família, mas também de vencer a Exoterra de uma vez por todas?

O elenco internacional diverso reflete a natureza mundial da marca, com talentos do mundo do cinema, televisão e artes marciais, incluindo Lewis Tan (“Deadpool 2”, da série da Netflix “Wu Assassins”), como Cole Young; Jessica McNamee (“Megatubarão”), como Sonya Blade; Josh Lawson (“O Escândalo”), como Kano; Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), como Lorde Raiden; Mehcad Brooks (da série de TV “Supergirl”), como Jackson “Jax” Bridges; Ludi Lin (“Aquaman”), como Liu Kang; com Chin Han (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), como Shang Tsung; Joe Taslim (“Star Trek: Sem Fronteiras”), como Bi-Han e Sub-Zero; e Hiroyuki Sanada (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), como Hanzo Hasashi e Scorpion. Também participam Max Huang, como Kung Lao; Sisi Stringer, como Mileena; Matilda Kimber, como Emily Young; e Laura Brent, como Allison Young.

++Leia Mais:
– Reboot de Mortal Kombat para os cinemas apresenta suas primeiras imagens
– Warner Bros. anuncia seus filmes para 2021

McQuoid dirige o filme a partir de um roteiro escrito por Greg Russo e Dave Callaham (“Mulher-Maravilha 1984”), a partir de uma história criada por Oren Uziel (“Mortal Kombat: Rebirth”) e Russo com base no videogame criado por Ed Boon e John Tobias. Richard Brener, Dave Neustadter, Victoria Palmeri, Michael Clear, Jeremy Stein e Larry Kasanoff foram os produtores executivos. Para trazer essa propriedade incrivelmente popular às telas, McQuoid contou com uma equipe de cineastas australianos e americanos, incluindo o diretor de fotografia Germain McMicking (“True Detective”, “Top of the Lake: China Girl”), o desenhista de produção Naaman Marshall (“Ameaça Profunda”, “O Criado”), os editores Dan Lebental (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Scott Gray (“Top of the Lake”, “Daffodils”), o supervisor de efeitos visuais Chris Godfrey (“Até o Último Homem”) e a figurinista Cappi Ireland (“Lion – Uma Jornada Para Casa”, “The Rover – A Caçada”). A música foi criada por Benjamin Wallfisch (“Blade Runner 2049”, filmes “It – A Coisa”).

A New Line Cinema apresenta “Mortal Kombat”, uma produção da Atomic Monster/Broken Road Production.

O filme tem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros em de 15 abril de 2021 e será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures.


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Filmes

Primeiro trailer oficial de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ é lançado

O diretor Zack Snyder, apresentou hoje ao mundo o primeiro trailer oficial de sua Liga da Justiça. E o resultado é FENOMENAL!

Rafa-el Lima

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E, finalmente, os fãs da visão de Zack Snyder para o DCEU da Warner Bros. podem ver um pouco mais da sua verdadeira Liga da Justiça!

Depois do seu afastamento do projeto do filme da Liga da Justiça em decorrência de problemas familiares, e da idiotice de alguns dos grandes acionistas da Warner, Zack Snyder retornou à direção do longa para mostrar a sua verdadeira história e, possivelmente, dar um desfecho ao seu projeto dentro do DCEU. O primeiro trailer oficial você pode conferir abaixo:

Liga da Justiça de Zack Snyder será lançado em 18 de março na plataforma da HBO Max.

++Leia Mais:
– HBO Max | Serviço de streaming chega ao Brasil em junho, confira o vídeo de anúncio
– Zack Snyder revela o visual do Caçador de Marte em sua ‘Liga da Justiça’


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Filmes

Tom & Jerry: O Filme | Muita confusão e diversão em Nova York!

A dupla de Gato e Rato mais famosa dos desenhos animados chega aos cinemas junto com Chloë Grace Moretz para aprontar muito em Nova Iorque.

Jean Sinclair

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Divulgação: Warner Bros.

Tom & Jerry: O Filme (2021), dirigido por Tim Story (Quarteto Fantástico) e escrito por Kevin Costelo é o mais novo filme da Warner Bros. que chegará aos cinemas.

Em seu mais novo longa metragem, a dupla estabanada acaba levando as suas disputas para a cidade de Nova Iorque, onde Tom (ele mesmo) acaba se encontrando com Keyla (Chloë Grace Moretz) que acaba de entrar em seu novo emprego em um hotel junto de Terrance (Michael Peña), e que tem como uma de suas incumbências durante um grande casamento acabar com uma peste de rato chamada Jerry (ele mesmo também).

O filme parte da premissa de que esses “animais animados” e os seres humanos convivem nesse mesmo universo e que todos os animais são animações e conversam entre si, daí alguns deles terem vozes, exceto Tom e Jerry. Isto posto, as interações entre humanos e animais sempre são bastante exageradas e cômicas, e esses momentos funcionam bem na tela graças ao bom trabalho de animação, que criou sim modelos 3D para os personagens, mas os manteve como uma animação 2D, causando o reconhecimento imediato com o público e fugindo de um possível estranhamento que qualquer mudança pudesse gerar.

Há diversos momentos no longa onde vemos os embates entre gato e rato exatamente como acontecem nas suas séries clássicas e usá-los em Nova Iorque acaba gerando boas piadas. Essas lutas acabam por ter reação nesse mundo, porque elas quebram as coisas como vidraças, mesas e até paredes, mas nunca machucam os personagens pra valer, mas isso é bem utilizado pelas trama.

Os efeitos sonoros do filme são eficientes, com todos os WHACKS! e WHAMS! que os desenhos animados usam, mas que surgem apenas nos personagens animados, e a trilha sonora é um elemento neutro no longa. A edição se beneficia bastante quando está a serviço da ação e diversão dos desenhos, conseguindo ser até ágil, mas peca pela monotonia nos momentos com o elenco humano. A fotografia tem belíssimos momentos quando mostra a cidade de Nova Iorque e, junto no design de produção, criam um cenário interno no hotel que está bastante cartunesco criando uma paleta de cores quentes indo na trinca monocromática amarelo-dourado-marrom.

++Leia Mais:
– Confira a nossa resenha de Scoob!
– Sonic – O Filme. Nós também falamos sobre o porco-espinho azul.

Na parte dos personagens humanos temos uma trama bem simples e direta, com mensagens de moral da história e superação básicas, que miram direto no público infantil, mas que possuem diálogos simplórios, e o roteiro do filme acaba dando mais atenção para os dramas e relacionamentos humanos, colocando Tom e Jerry como coadjuvantes de luxo da história da Keyla.

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Chloë Grace Moretz tem uma presença magnética na tela e você se apega à ela facilmente, mesmo a sua personagem sendo uma malandrinha esperta, mas com atitudes erradas. Michael Peña faz um tipinho irritante e consegue ser tão bom aqui quanto em seus papeis de cara legal. O elenco de coadjuvantes cumprem papeis básicos para a trama avançar e não comprometem. Já Tom e Jerry, continuam sendo eles mesmo e isso é muito legal de ver.

Tom & Jerry: O Filme é um passatempo para toda a família. Consegue ter boas piadas, é reconhecível para os fãs de longa data e acessível para novos públicos, mesmo pecando em colocar os seus personagens mais famosos como coadjuvantes em seu próprio filme.

Tom & Jerry: O Filme chega dia 18 de fevereiro aos cinemas.


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Filmes

More Than Miyagi: The Pat Morita Story | O homem além do Karatê Kid

Pat Morita foi imortalizado pelo papel de Sr. Miyagi em Karatê Kid, mas sua vida foi muito mais que esse papel. Descubra nesse documentário.

Jean Sinclair

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More Than Miyagi – The Pat Morita Story, dirigido por Kevin Derek, traz um lado que poucas pessoas hoje conhecem de um dos grandes nomes da TV e do cinema.

O documentário tem data de lançamento marcado para o dia 05 de fevereiro no Amazon Prime americano e ainda sem data no Brasil e nós do Multiversos traremos aqui nossas impressões sobre o projeto.

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Noriyuki “Pat” Morita é um nipo-americano nascido em 28 de junho de 1932, na Califórnia. Derek, junto com Oscar Alvarez, constroem o roteiro do documentário de forma simples e linear. Tendo como personagem guia a última esposa de Morita, Evelyn Guerrero, o longa mostra a vida do ator de forma cronológica. Partindo de sua infância difícil, onde, desde pequeno, teve de lutar contra uma doença que o deixou paralisado e preso numa cama de hospital.

Morita sofreu durante o período da Segunda Guerra Mundial, onde diversos japoneses e descendentes residentes dos EUA foram levados aos “Interment Camps“, os campos de concentração na Califórnia, criados pelo governo estadunidense durante a guerra. No começo de sua vida adulta, Pat começa a se destacar como comediante e logo chegou na TV, sendo o primeiro ator nipo-americano a se destacar na mídia, trabalhando como “o asiático” em diversos programas até se consagrar como “Arnold”, no sitcom Happy Days (Dias Felizes). Até que um o roteiro de um filme caiu em seu colo. Um filme chamado Karatê Kid.

O filme-documentário concentra seu segundo ato nessa fase da carreira de Pat Morita e os caminhos que o seu papel como o “Sr. Miyagi” abriram, indo de uma sobrevida longa na TV a uma inesperada indicação ao Oscar como Melhor Ator Coadjuvante em 1985. O ato final foca mais nos seus últimos dias e nos demônios que o assolavam, tendo em destaque o alcoolismo.

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Vale ressaltar que o filme utiliza muito bem imagens e gravações de arquivo. É muito bom ver que todas elas foram restauradas e sua utilização é excelente e o projeto sabe os momentos certos de ser dramático sem cair no melodrama e de arrancar boas risadas do espectador, tudo isso graças ao apurado trabalho de edição. A boa mescla de entrevistas, junto com as imagens de arquivo e a condução dos relatos de Evelyn Guerreiro nunca deixam o documentário ficar monótono ou lento. A trilha sonora e fotografia são bem utilizadas.

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As entrevistas mais esperadas estão no longa. Ralph Macchio (Daniel Larusso), William Zabka (Johnny Lawrence) e Martin Kove (John Kreese) cumprem sua parte ao reverenciar Karatê Kid e seu legado, a série Cobra Kai. Os atores de Dias Felizes também surgem e é importante ver que Morita é uma figura próxima nos círculos de atores latinos e asiáticos na California, como o mostra as entrevistas com Esai Morales (o Slade Wilson de Titans) e do veterano James Hong.

More Than Miyagi – The Pat Morita Story é uma carinhosa homenagem a um dos precursores nipônicos no mercado de TV e cinema nos Estados Unidos. Morita foi uma figura carinhosa, engraçada, amada e um dos atores mais prolíficos de sua geração e esse documentário trazido com carinho e dedicação por Kevin Derek apresentará, ou lembrará, como Morita com seus 1,60m era um gigante em tudo o que fez na sua vida.

O documentário More Than Miyagi – The Pat Morita Story estará disponível a partir do dia 5 de fevereiro no iTunes, Amazon, Vudu, Google Play, DVD e Blu-ray, no mercado americano.


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