Capitã Marvel | Crítica (Com Spoilers) - Multiversos
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Um retrocesso no filmes da Marvel.

A espera acabou e finalmente Capitã Marvel chegou aos cinemas! Além de apresentar e estabelecer a personagem, o filme solo da primeira protagonista feminina da Marvel chega com a importante missão de fornecer algumas respostas, vitais para a integração da Capitã na trama de Vingadores: Ultimato.

Com certeza classificá-lo como um dos piores filmes da Marvel, como muitos tem feito, é um exagero. Mas é fato que se trata de um filme de origem que não se apresenta como tal, graças à estrutura narrativa que não funciona, não estabelece adequadamente a personagem, não gera empatia e nem prepara a audiência para o clímax do filme.

O problema continua com o ritmo do filme, que é lento em seu primeiro ato, não empolga e, por vezes, a maneira como os elementos são ordenados em cena confundem o expectador. Talvez este fato possa ser encarado como um recurso de roteiro para sentirmos na pele o dilema da protagonista confusa, graças à perda de memória, mas, em minha opinião, não funcionou.

Do segundo ato em diante a trama anda e o ritmo engrena de uma forma até agradável, o que não agrada é a maneira escolhida pelo roteiro para contar sua história, que preferiu mostrar o passado da personagem através de flashbacks à medida que a personagem vai descobrindo os detalhes de seu passado e montando o quebra-cabeça estranhamente simples de suas origens. Esse estilo de narrativa não é nenhuma novidade e, normalmente, funciona. Mas, no caso da Capitã Marvel, não funcionou. A jornada linear — onde o personagem recebe os poderes, tenta aprender e se adaptar a eles, recebe a carga dramática e, a partir daí, desenvolve suas motivações sólidas e assume de vez o manto do herói, — ainda é, pra mim, a melhor maneira de apresentar um herói/heroína em um filme de origem.

A Capitã desde o início é apresentada com grandes poderes que só aumentam com o avançar do filme. O longa acerta ao estabelecer Carol Danvers, Brie Larson, como uma das figuras mais poderosas do MCU, mas falha terrivelmente em conquistar nossa simpatia, já que nem a jornada e nem a Guerra Kree-Skrull como pano de fundo oferecem um cenário adequado para a criação da empatia entre público e personagem.

O roteiro tem, sim, alguns bons acertos: se mantém fiel a vários elementos dos quadrinhos que o inspiraram e prefere valorizar a protagonista como um ponto de afronta ao machismo, imperante na sociedade na década de 90. É uma maneira de discursar e de apresentar o empoderamento feminino de uma maneira natural, sem que soe como impositivo ou panfletário. Este é um discurso interessante que fará com que muitas pessoas se apeguem ao filme, não pela narrativa em si mas por, de alguma forma, se sentirem representadas.

Ainda que a escolha para a narrativa não tenha se mostrado a mais adequada existe verdade na construção da personagem. Porém, a necessidade de fornecer muitas respostas, tanto para o filme da Capitã Marvel quanto para o universo compartilhado como um todo, expõe algumas incoerências e soluções de roteiro bem ruins, como: o olho de Nick Fury, a mudança das cores do uniforme e até a estranha aparição do Tesseract são exemplos disso.

Os diálogos do filme, em sua maioria, são bons. Há ótimas conversas, principalmente entre nossa protagonista e Nick Fury. Muitas destas conversas terminam em alívios cômicos, que, aliás, são muito bem inseridos e não comprometem a imersão do filme.

Falando um pouco mais do Nick Fury de Samuel L. Jackson, vemos uma versão muito mais leve e divertida do personagem que nutre até uma certa dose de ingenuidade em relação a alguns assuntos. Fury promove momentos muito engraçados, com frases ótimas em momentos muito pontuais, muito diferente do sisudo e até pouco confiável diretor da SHIELD que conhecemos desde o primeiro filme do Homem-de-Ferro (2008).

“Acho que vi um gatinho!”

O agente Coulson (Clark Gregg) também está de volta. Além de funcionar como um “fan service” muito apropriado, aqui podemos ver a origem da amizade e confiança estabelecida entre o agente e Nick Fury.

Lashana Linchy vive Maria Rambeau a melhor amiga da protagonista e responsável tanto por humanizar a personagem como por conduzi-la ao conhecimento de sua antiga vida. Neste pequeno núcleo chama à atenção a filha de Maria Rambeau, Monica (Akira Akbar) que nos quadrinhos é uma heroína muito poderosa chamada Espectral, será que teremos mais uma heroína da Marvel chegando aos cinemas no futuro? Uma versão de Jovens Vingadores? O futuro dirá!

Dos coadjuvantes quem mais me chamou a atenção foi Anette Bening, que vive Mar-vell. O mentor da Capitã nos quadrinhos foi adaptado para uma versão feminina, algo que, aliás, fez todo o sentido, considerando não só a proposta e o discurso do filme, mas a maneira como a história se desenvolve. Assim como os demais personagens falta a esta versão de Mar-vell um desenvolvimento melhor.

“Mais alto! Mais longe! Mais rápido!”

Mas claro que ninguém chamou mais a atenção que Brie Larson na pele de Carol Danvers/Capitã Marvel.

Brie Larson é uma atriz incrível e muito versátil, que consegue se adaptar e dar vida aos seus personagens de maneira muito realista. Neste filme por mais que a narrativa a prejudique, Brie Larson entrega uma personagem de personalidade forte e muito determinada, mas que se diverte ao usar seus poderes e ver o que suas habilidades podem fazer, além de ser leal e demonstrar um senso de justiça enorme. Neste filme em si a atuação de Brie Larson funciona, resta saber como a atriz irá assimilar o tamanho da importância de sua personagem mediante os fãs, como um símbolo deste universo cinematográfico, considerando principalmente que os planos da Marvel de que a personagem poderá suceder Homem-de-Ferro e o Capitão América como grande protagonista do MCU a partir da fase 4.

Quanto à ameaça do filme, depois de Killmonger (Pantera Negra, 2018) e Thanos (Guerra Infinita, 2018), mesmo que velada à expectativa para mais um vilão bem construídos, cheio de camadas e com motivações até certo ponto plausíveis, era clara! Mas nada disso aconteceu. Na verdade as ameaças do filme são personagens superficiais, que em momento algum representam um perigo à personagem.

A guerra Kree-Skrull, que serviria como pano de fundo para desenrolar da história, não ganha nem o desenvolvimento nem a carga dramática esperada e, inclusive, a abordagem dada aos Skrulls, os afastando da raça ameaçadora e destrutiva vista nos quadrinhos, me incomodou bastante. Funciona dentro da trama, mas agride a essência da raça nos quadrinhos e encerra a possibilidade da adaptação de excelentes histórias dos Skrulls nos quadrinhos.

Ben Mendensohn como Talos, líder dos Skrulls

Nem mesmo os Kree são desenvolvidos adequadamente e, em um certo ponto de virada, suas reais atenções (não exatamente motivações) são relevadas, mas ninguém personifica um antagonismo de peso. Ronan, o Acusador (Lee Pace), por exemplo, tem uma participação discreta, mesmo os membros da força-tarefa que a Capitã Marvel integrava, a Star Force tem um destaque maior.

Essa abordagem atinge também o “maior” antagonista da trama, Yon-Rogg, interpretado pelo competente Jude Law, que tem seu papel na trama, na origem/criação da personagem assim como no confronto final do filme, que, aliás, empolga mais por termos uma noção da extensão e dimensão dos poderes da Capitã Marvel, do que necessariamente pela expectativa do enfrentamento.

Jude Law, como Yon Rogg, e Lee Pace, como Ronan.

Aliás, falando em confrontos, as cenas de ação também não são satisfatórias. Há cortes excessivos e enquadramentos próximos demais que deixam as cenas confusas e tiram toda a contundência do combate e, como nada representa uma ameaça real à protagonista, tudo fica muito vazio e artificial.

A fotografia agrada principalmente ao reproduzir a beleza e a particularidade dos ambientes alienígenas, além de valorizar a expressão facial dos personagens em certos diálogos. A ambientação é bem-feita, reproduzindo a atmosfera dos saudosos anos 90 com figurinos e ambientes que aprofundam nossa imersão no filme.

O filme alterna partes sombrias com momentos iluminados com cores saltando aos olhos. É mais um filme de herói que não tem vergonha de usar as cores, ainda que o faça em escala menores do que visto, por exemplo, em Thor: Ragnarok e Guardiões da Galáxia.

A trilha sonora além de valorizar e se encaixar muito bem nas cenas, é um tributo a nostalgia musical dos anos 90 com direito a Nirvana, R.E.M, entre outras. Já os efeitos especiais não incomodaram a versão final, o filme apresentou cenas com computação gráfica mais polida do que vimos nos trailers e o visual dos Skrulls, criticado nas prévias, a meu ver, também não comprometeram.

Como era de se esperar Capitã Marvel tem uma chuva de easter eggs e referencias tanto aos anos 90 quanto ao MCU como um todo, inclusive uma nova luz sobre a Iniciativa Vingadores.

Os diretores Anna Boden e Ryan Fleck entregaram uma história que busca um certo equilíbrio, mas se perde em meio a uma narrativa e a vários elementos que acabam não funcionando. Não é ruim, mas não é tão bom como precisava ser.

Filmes

Ghostbusters: Mais Além | Uma ótima revitalização de franquia que respeita as origens

Talvez o melhor filme dos Caça-Fantasmas que você nem sabia que queria ver!

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Ghostbuster: Mais Além, mais nova tentativa de revitalização da franquia Ghostbusters, aclamada no Brasil como Caça-Fantasmas, chega hoje, 18/11, aos cinemas brasileiros e nós trazemos aqui a nossa crítica para você. De antemão, agradecemos à sempre excelente equipe da Espaço/Z.

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Dirigido por Jason Reitman, filho de Ivan Reitman, diretor do Ghostbusters de 1984, Ghostbusters: Mais Além tem a proposta de trazer a famosa franquia Caça-Fantasmas para um novo publico, sem perder a essência dos longas originais da década de 80. Mas, será que o objetivo é alcançado? Veremos.

O novo longa dos Caça-Fantasmas tem dois grandes desafios iniciais: trazer de volta o carisma da franquia original e ignorar, ou pelo menos superar, a antipatia e “incredulidade em um reboot decente” deixado pelo filme Ghostbusters de 2016, alvo de muitas críticas negativas por parte do público e da crítica especializada.

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Mckenna Grace (Phoebe), Logan Kim (Podcast), Paul Rudd (Sr. Grooberson), Celeste O’Connor (Lucky) e Finn Wolfhard (Trevor).

Sinopse

No longa a mãe solteira, Callie (Carrie Coon), possui dois filhos, Trevor (Finn Wolfhard) e Phoebe (Mckeena Grace), e vive uma difícil realidade financeira, ao ponto de receber uma intimação de despejo. Em paralelo, Callie descobre que seu pai faleceu em uma cidade no interior americano. Então Callie, que agora não tem onde morar, vai até lá com os filhos em busca da “herança” deixada pelo pai: que acaba sendo apenas dívidas e uma casa… beeeeem velha.

Uma vez lá e família descobre que a herança deixada pelo pai/avô, ninguém menos que Dr. Egon (Harold Ramis), na verdade, é muito mais do que apenas uma fazenda abandonada e uma reputação esquisita. Aos poucos a jovem Phoebe – com a ajuda de seu novo amigo, Podcast (Logan Kim), e seu novo professor, Sr. Grooberson (Paul Rudd) – e Trevor vão perceber que o avô não era o maluco que a cidade achava, e que o legado dos famosos, e antigos, ‘Ghostbusters’ corre em suas veias.

 ++Veja também:
– Eternos | Uma boa ficção científica dentro do Universo Cinematográfico da Marvel
– ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ apresenta o caminho que o DCEU deveria seguir!

Ghostbusters: Mais Além acerta em tudo o que se propõe a fazer como parte da franquia dos Caça-Fantasmas: o longa conta com personagens carismáticos, consegue respeitar os padrões e signos estabelecidos pelos filmes originais, tem uma vibe de cinema “oitentista”— onde as coisas se resolvem na prática, sem ajuda de computadores supereficientes, e as ligações acontecem via telefones fixos (como na época do império Inca) — mas, ao mesmo, tempo consegue casar toda a nostalgia com o novo.

O fio condutor da trama, o laço familiar entre os jovens, principalmente com Phoebe, e o Caça-Fantasma original, Dr. Egon, é muito bem explorado na condução do roteiro. Explorado até demais, eu diria. Se há um “problema” com o longa é a demora em abandonar o primeiro ato e dar continuidade para apresentar o desafio da aventura.

Apesar disso, o roteiro do longa consegue casar muito bem a sua construção e apresentação dos personagens com a proposta de reapresentar os Caça-Fantasmas ao mundo, trazendo inclusive explicações quanto a como esse mundo vê estes heróis do passado, bem como apresentando o grupo original para qualquer expectador que não conheça a referência base.

Para quem conhece o produto original o filme é de encher os olhos. Várias referências aos longas dos anos 80, muitas oportunidades de revermos seus equipamentos e roupas… Tudo muito, mas muito agradável a quem sentia saudades da franquia.

Algo que precisa ser dito, e enaltecido até, é: a dupla Mckenna Grace, e sua Phoebe, e Logan Kim, com seu personagem, Podcast, carrega o filme no quesito simpatia! (Acadêmicos dos Caça-Fantasma… Notaaaa DEEEEEEZ!) A dupla infanto-juvenil dá um show à parte quando está em tela, e deixam claro que o futuro da franquia está garantido no que depender dos seus personagens.

O restante do elenco consegue muito bem dar a sua contribuição para o longa, mesmo com as bizarrices propostas pelo roteiro (como o que acontece com o casal de Callie e do Sr. Grooberson a certa altura do filme). Algo que é compreensível, uma vez que o roteiro original de Caça-Fantasmas já contava com algumas decisões e escolhas bem esquisitas, para dizer o mínimo.

O trabalho técnico do filme, aqui incluso edição, produção, efeitos e músicas, é muito competente em criar o ambiente necessário para passar a sensação de uma cidadezinha isolada dos EUA, bem como em apresentar efeitos visuais bem trabalhados, mas com um gostinho de produção oitentista que casa perfeitamente com a proposta do longa.

Ghostbusters: Mais Além é um excelente filme para você que, como eu, ama os longas originais, e um ótimo filme para qualquer público! Drama familiar, comédia, aventura juvenil e um final extremamente emocionante para quem consumiu a franquia Caça-Fantasma na juventude.

Obs.: Fique até o finalzinho e confira as duas cenas pós-créditos. 😉


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Filmes

Eternos | Uma boa ficção científica dentro do Universo Cinematográfico da Marvel

Dirigido por Chloé Zhao, Eternos é um filme que traz uma nova estética aos filmes de super-heróis da Marvel.

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Eternos, mais novo filme da Marvel Studios, dirigido por Chloé Zhao chega hoje, 04/11, aos cinemas brasileiros e nós trazemos aqui a nossa crítica para você. De antemão, agradecemos à sempre excelente equipe da Espaço/Z.

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Depois de mais de 20 anos de filmes dentro do mesmo universo cinematográfico é possível que você pense que já viu de tudo na Marvel. Que nada será uma “novidade” realmente. Que sempre teremos a constante luta entre o “bem e o mal”, onde temos heróis salvadores duelam contra vilões tiranos e todo o mais.

Pois bem, Eternos entra no Universo Cinematográfico da Marvel para mudar isso. Até porque, desculpe te dizer isso assim mas, aqui não temos um “filme de super-heróis”, mas, sim, uma boa ficção científica… com toques de heroísmo, é verdade.

Eternos têm, desde o seu início, um grande desafio: desenvolver um roteiro onde um grupo grande, de dez personagens nunca antes apresentados, são protagonistas da estória.

Esse desafio inicial é vencido com maestria pelo roteiro e direção de Chloé Zhao que, com a direção mais didática dentro do MCU, consegue apresentar todos os personagens de forma orgânica e sem deixar espaços para dúvidas quanto às origens, motivações ou quaisquer falta de explicações. Tudo, absolutamente tudo, o que acontece no filme é explicado. Isso sem falar da fotografia do filme, que é um show a parte da diretora e sua equipe.

Leia Mais:
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
– Doutor Estranho no Multiverso da Loucura fará, oficialmente, link com Homem-Aranha 3

O elenco conta com a presença de Gemma Chan (Sersi), Richard Madden (Ikaris), Lauren Ridloff (Makkari), Kumail Nanjiani (Kingo), Angelina Jolie (Thena), Brian Tyree Henry (Phastos), Don Lee (Gilgamesh), Salma Hayek (Ajak), Barry Keoghan (Druig) e Lia McHugh (Sprite, ou Duende na legenda brasileira) como os Eternos, além de contar com Kit Harington, nosso eterno “you know nothing” Jon Snow, como Dane Whitman.

Entre o corpo de atores o casting foi, realmente, muito bem feito. Gemma Chan e sua Sersi são o fio condutor da trama perfeito e a sua interação natural com os demais membros do grupo coloca cada um dentro da estória no momento certo.

Infelizmente, como nada é perfeito, algumas decisões de roteiro quanto aos personagens são bem questionáveis. Dentre elas temos o pouco tempo de tela dado a Druig, personagem de Barry Keoghan, que merecia muito mais espaço para apresentar suas nuances e o crescimento do seu personagem, e o tempo de tela gasto com algumas piadas ruins de Kumail Nanjiani e seu Kingo. Não me entendam mal, eu gosto da leveza proposta para os filmes da Marvel, mas acredito que, em alguns momentos, isso poderia ser melhor dosado, e um desses momentos seria em Eternos.

Tirando isso, Eternos acerta muito bem o tom ao qual se propõe: ser uma ficção científica que pretende apresentar as origens e evoluções da sociedade humana pela perspectiva de “observares eternos”, uma vez que o grupo só pode interferir diretamente em prol da humanidade quando o assunto envolve os Deviantes, os inimigos principais do filme. Que, diga-se de passagem, só funcionam até um certo momento do filme. Depois perdem totalmente a sua importância, infelizmente.

Outras críticas:
– ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ apresenta o caminho que o DCEU deveria seguir!
– More Than Miyagi: The Pat Morita Story | O homem além do Karatê Kid

O bom roteiro e direção, casados com o competente trabalho dos atores e o belíssimo trabalho da direção de fotografia fecha perfeitamente com o trabalho da equipe de efeitos especiais do longa. Toda a magia, ou melhor, a tecnologia fantástica dos Eternos é cuidadosamente bem desenvolvida pelos efeitos especiais lindamente desenvolvidos para o filme.

Mas, sempre tem um porém…

Por mais que o filme seja bem proposto e executado, eu, particularmente, não consegui me importar nem um pouco com qualquer um dos personagens principais do filme. O longa não consegue fazer você se importar com os heróis apresentados. Pelo menos com a grande maioria deles.

Infelizmente, ao final do filme, a sensação que tive foi: “Se eu não revê-los, não sentirei falta”. Me causou muito mais interesse o futuro de Kit Harington e seu Dane Whitman do que qualquer um dos Eternos.

Eternos é um bom filme da Marvel. Excelente direção e fotografia, atores bem alocados e com uma boa entrega em seus personagens, cenários reais, diferente da maioria dos outros filmes do estúdio e uma trama bem diferente do que já foi apresentado até aqui no UCM. Mas, como tudo no mundo, tem seus problemas.

Mas não deixa de ser uma boa pedida para quem quer retornar aos cinemas depois de tanto tempo longe das telonas.

Obs.: O longa conta com duas cenas pós-créditos. 😉


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Filmes

Trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ é vazado na internet

Mesmo em baixa qualidade e não finalizado, trailer do novo longa do Aranha leva fãs à loucura!

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A espera de muitos fãs do aracnídeo da Marvel pode se dar por saciada, pelo menos por enquanto. O trailer do novo longa do Homem-Aranha está entre nós!

Vazou na internet o trailer — não finalizado, vale ressaltar — de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, próximo filme da franquia fruto da parceria entre a Marvel Studios e a Sony Pictures.

++Leia Mais:
– RUMOR | Tobey Maguire e Andrew Garfield em negociações para ‘Homem-Aranha 3’
– Doutor Estranho no Multiverso da Loucura fará, oficialmente, link com Homem-Aranha 3

No trailer, de baixíssima qualidade, podemos ver a interação entre Peter Parker, o Homem-Aranha, e o Doutor Estranho, além da aparição de alguns dos famosos vilões já levados as telonas em filmes dos Amigão da Vizinhança. Confira o trailer abaixo:

++Leia Mais:
– Doutor Estranho terá papel importante em Homem-Aranha 3
– Jamie Foxx pode retornar como Electro em Homem-Aranha 3

Mesmo não sendo um produto com a qualidade que conhecemos do Marvel Studios, o trailer repercutiu na internet e deixou o Twitter em polvorosa, assumindo rapidamente o 1º lugar do Assuntos do Momento. Isso só mostra, mais uma vez, a força do Aracnídeo no mercado mundial.

Quaisquer novidades traremos aqui pra vocês.


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Filmes

‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ apresenta o caminho que o DCEU deveria seguir!

A versão de Zack Snyder para a Liga da Justiça tem tudo o que o DCEU precisaria para ter um futuro de sucesso nos cinemas nos próximos anos!

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Divulgação: HBO Max

O SnyderCut de Liga da Justiça foi, durante muito tempo, apenas um sonho dos fãs e do seu diretor. Agora, pouco mais de 3 anos depois do lançamento de Liga da Justiça nos cinemas, a verdadeira versão do longa poderá ser conferida: Liga da Justiça de Zack Snyder é a versão definitiva em longa metragem dos maiores heróis da DC Comics.

Sinopse
Em Liga da Justiça de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.


Liga da Justiça de Joss Whedon (2017)

Como já foi dito ali no início, a Liga da Justiça já havia ganho uma versão cinematográfica em 2017. Isso aconteceu depois de Zack Snyder ser afastado do projeto (utilizando a trágica morte de sua filha, Autumn, como desculpa), pelos muitas vezes errôneos executivos da Warner Bros., e todo o seu material foi entregue nas mãos de Joss Whedon.

Whedon fez o que lhe foi pedido: emulou a fórmula Marvel, inserindo piadas a todo momento e saturando a colorização do longa, e deu um outro caminho ao material original de Zack Snyder, infelizmente.

E… Deu no que deu. Um filme simplório. Com roteiro que sofre com as mudanças e inserções de Whedon, que não casam com a proposta original do longa, e personagens que viraram motivo de chacota nas telonas. Nada mais, nada menos, que um filme regular. Sem coração.

Liga da Justiça de Zack Snyder

Depois da bem sucedida campanha dos fãs, a #ReleaseTheSnyderCut, Zack Snyder foi convidado a finalizar seu projeto para, finalmente, poder entregar aos fãs a sua visão do longa. E, possivelmente, ter a sua despedida do DCEU.

Para você que pretende assistir à Liga da Justiça de Zack Snyder, fica aqui um aviso: logo no início do filme, e durante alguns outros momentos, você vai pensar: “mas… eu já vi TUDO isso antes…”, e realmente viu. Como já disse aqui, todo o material filmado originalmente pelo diretor foi entregue ao seu substituto, e muito deste conteúdo foi usado em seu filme de 2017.

A base estrutural do filme é, logicamente, a mesma. Porém, como Whedon tinha o objetivo de “mudar” o enredo de Snyder, a forma como as coisas acontecem no longa podem até parecerem as mesmas, mas os gatilhos e consequências, quando vistos completamente, dão outro sentimento à trama.

Por exemplo, a chegada do Lobo da Estepe (Steppenwolf) está aqui, como esteve em 2017, mas o personagem agora tem motivos mais profundos para agir como age. A origem do Cyborg também está presente, da mesma forma, inclusive, mas o herói cresce tanto na versão de Snyder que faz jus ao que o diretor sempre disse sobre o personagem: “Cyborg é o coração do meu filme“.

Isso, goste você ou não, já era algo esperado. Era impossível pensar uma versão de Zack Snyder para o filme sem as cenas que o diretor já havia gravado anteriormente.

Dito isto, é preciso ressaltar: por mais que Liga da Justiça de Zack Snyder pareça o mesmo filme da Liga da Justiça de 2017, não se engane, este é um OUTRO filme!

Snyder se utiliza do longo tempo que tem disponível em tela para estruturar uma história coesa, mais densa e, por mais estranho e contraditório que pareça, com um pouco da leveza que lhe era cobrada anteriormente. Entenda, o clima sombrio dado filtro sépia, agregado às cenas slow motion, característicos do diretor em seus filmes anteriores no DCEU, estão lá. Entretanto, o que move os seus personagens aqui é, acima de tudo, a esperança, e isso faz muita diferença no contexto de mundo apresentado até agora.

Até a segunda hora do filme parece que o longa não tem nada de novo para lhe apresentar. Mesmo a inserção das cenas extras parecem não tirar do expectador a impressão de que estamos revendo tudo de novo, agora só inserindo uns pedacinhos a mais de cenas e “mudando as coisas de lugar”. Isso persiste até que temos o momento em que o clima do longa começa a dar uma guinada e você sente que o filme começa a ganhar uma cara própria.

A visão de Snyder para sua Liga da Justiça é muito mais generosa com seus heróis que a versão anterior. Aqui temos um desenvolvimento claro para cada um dos seus personagens, obviamente privilegiando os personagens que estão sendo apresentados ao universo DC dos cinemas “agora”.

Isso tudo é notório com o crescimento do plot do Cyborg, que é absurdamente maior e melhor em relação à 2017, do Flash, e do Aquaman, que nos dá vislumbres de elementos que já vimos no seu filme que se passou depois de Liga da Justiça, cronologicamente falando (e, não, aquela imagem/estátua que você verá não é a mesma do filme do Momoa. É apenas isso, uma estátua  😉 ).

O Batman de Ben Affleck perde o perfil piadista da versão anterior e volta a ser a base estrutural da Liga. A Diana de Gal Gadot é o braço direito do Batman e se mostra a guerreira amazona que todos amamos e queremos em combate, que entra na luta para matar ou morrer. O Aquaman de Jason Momoa perde o ar galhofeiro e se apresenta como o brucutu que resolve o problema. Impossível não pensar em como se sairia Jason Momoa no papel de Lobo. O Superman de Henry Cavill é o que menos muda da versão de 2017 da Liga, ficando à cargo da famosa roupa preta a mudança mais gritante no personagem.

Flash e Cyborg são os que mais crescem na versão de Snyder de sua Liga. O velocista de Ezra Miller ganha mais profundidade na sua apresentação, mantém-se como alívio cômico, mas tem muito mais importância no desenvolvimento e resolução dos problemas do que antes. O Cyborg de Ray Fisher é uma das partes mais importantes do longa, e é notório como a direção privilegia a apresentação do personagem, por saber que os outros membros do grupo já tinham longas próprios previstos no DCEU.

Além disso, a batalha final do longa é nada menos que épica, realmente! Cada parte da Liga se mostra importante e necessária para o desfecho do filme. Ninguém ali está “sobrando”.

Tudo de Liga da Justiça é melhor na versão de Zack Snyder em relação à versão de 2017. Nem a trilha sonora de Danny Elfman, que é muito boa e emula temas já clássicos dos longas da DC em alguns momentos, consegue superar a trilha de Junkie XL, aplicada nesta versão.

Se há um ponto de destaque, na minha opinião, na versão Whedon em relação à versão de Snyder, é apenas aquela introdução. Eu, particularmente, gosto daquele início.

De filme para série… e de volta para filme

Algo a destacar aqui é, na minha opinião, mais um erro da Warner Bros., dessa vez em relação à forma escolhida para lançar o SnyderCut. O longa de 4h02 é estruturado em forma de capítulos por ter, anteriormente, sido preparado para um lançamento como uma série dentro da plataforma da HBO Max.

A escolha por lançar todo o material de uma vez é excelente para os fãs, que saciam a sua sede pelo conteúdo de uma vez por todas. Mas, para a HBO Max, enquanto um serviço de streaming, soa para mim como sendo uma péssima decisão. É impossível negar que, em um momento de pandemia, onde muitos estão trancados em casa por conta dos riscos do Covid-19, lançar a Liga da Justiça de Zack Snyder como uma série renderia um hype de, pelo menos, 2 meses ao serviço de streaming.

Obviamente que existia o risco de, ao ver o material pouco a pouco, o público começar com reclamações como: “estamos revendo, semanalmente, o que já vimos em 2017”, uma vez que o impacto do conteúdo geral é melhor absorvido ao ser consumido de uma só vez, e com isso teríamos um hype negativo. Este pode ser, sim, o risco que a HBO Max não quis correr. Mas, a impressão que tenho é que a Warner Bros. quer finalizar o quanto antes o seu ciclo com Zack Snyder, e a melhor forma para isso é aplacar a ânsia dos fãs rapidamente, esperando que, em pouco tempo, o seu trabalho deixe de movimentar as redes sociais para que o estúdio possa seguir com seus planos para o DCEU sem sofrer backlash por parte dos fãs do trabalho do visionário.

Conclusão

Liga da Justiça de Zack Snyder mostra que, contrariamente ao que era bradado pelos haters do trabalho do diretor, Snyder conhece do universo onde estava colocando suas mãos. O diretor consegue, em apenas um filme, inserir 3 novos heróis de forma bem agradável, apresentar um desafio relevante e emplacar toda uma estrutura que poderia reverberar nos filmes seguintes do DCEU, dando a base para o futuro próximo da franquia. Mas, diferente do que parte do público, e da Warner, queriam, o diretor pretendia montar todo esse universo com calma, sem pressa, e sem tentar replicar a fórmula da Marvel Studios nos cinemas.

O DCEU, nascido nas mãos de Zack Snyder em Man of Steel, ganha como a nova versão de Liga da Justiça um norte absurdamente grandioso e que, com certeza, mobilizará novamente os fãs para que o movimento #RestoreTheSnyderVerse consiga trazer o diretor para estar verdadeiramente a frente do universo DC nos cinemas.

Feliz ou infelizmente, o que move os planos da indústria cinematográfica é o dinheiro. Então, se você é fã do Universo Estendido da DC, e gostaria de vê-lo seguindo esse caminho, considere assistir ao longa nas plataformas oficiais de lançamento.

Onde assistir?

O filme estará disponível a partir das 5h da madrugada (horário de Brasília) do dia 18 de Março.

Plataformas digitais exclusivamente para aluguel:

Apple TV, Claro, Google Play, Microsoft, Playstation, Sky, Uol Play, Vivo e WatchBr.


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Filmes

Oscar 2021 | Conheça os indicados desse ano!

Conheça os indicados à maior premiação do cinema mundial em 2021!

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Oscar 2021
Divulgação: The Academy

Aconteceu na manhã de hoje, 15/03, o anúncio dos indicados pela Academia ao Oscar 2021.

Os indicados são:

Melhor filme

  • “Meu pai”
  • “Judas e o messias negro”
  • “Mank”
  • “Minari”
  • “Nomadland”
  • “Bela vingança”
  • “O som do silêncio”
  • Os 7 de Chicago

Melhor atriz

  • Viola Davis – “A voz suprema do blues”
  • Andra Day – “The United States vs. Billie Holiday”
  • Vanessa Kirby – “Pieces of a woman”
  • Frances McDormand – “Nomadland”
  • Carey Mulligan – “Bela vingança”

Melhor direção

  • Thomas Vinterberg – “Druk – Mais uma rodada”
  • David Fincher – “Mank”
  • Lee Isaac Chung – “Minari”
  • Chloé Zhao – “Nomadland”
  • Emerald Fennell – “Bela vingança”

Melhor atriz coadjuvante

  • Maria Bakalova – “Borat: Fita de Cinema Seguinte
  • Glenn Close – “Era uma vez um sonho”
  • Olivia Colman – “Meu pai”
  • Amanda Seyfried – “Mank”
  • Yuh-Jung Youn – “Minari”

Melhor figurino

  • “Emma”
  • “A voz suprema do blues”
  • “Mank”
  • “Mulan”
  • “Pinóquio”

Melhor trilha sonora

  • “Destacamento blood”
  • “Mank”
  • “Minari”
  • “Relatos do mundo”
  • Soul

Melhor roteiro adaptado

Melhor roteiro original

  • “Judas e o Messias negro”
  • “Minari”
  • “Bela vingança”
  • “O som do silêncio”
  • Os 7 de Chicago

Melhor curta de animação

  • “Burrow”
  • “Genius Loci”
  • “If anything happens I love you”
  • “Opera”
  • “Yes people”

Melhor curta-metragem em live action

  • “Feeling through”
  • “The letter room'”
  • “The present”
  • “Two distant strangers”
  • “White Eye”

Melhor ator coadjuvante

  • Sacha Baron Cohen – “Os 7 de Chicago
  • Daniel Kaluuya – “Judas e o messias negro”
  • Leslie Odom Jr. – “Uma noite em Miami
  • Paul Raci – “O som do silêncio”
  • Lakeith Stanfield – “Judas e o messias negro”

Melhor documentário

  • “Collective”
  • “Crip camp”
  • “The mole agent”
  • “My octopus teacher”
  • “Time”

Melhor documentário de curta-metragem

  • “Collete”
  • “A concerto is a conversation”
  • “Do not split”
  • “Hunger ward”
  • “A love song for Natasha”

Melhor filme internacional

  • “Another round” (Dinamarca)
  • “Betther days” (Hong Kong)
  • “Collective” (Romênia)
  • “The man who sold his skin” (Tunísia)
  • “Quo vadis, Aida?” (Bósnia e Herzegovina)

Melhor mixagem de som

  • “Greyhound: Na mira do inimigo”
  • “Mank”
  • “Relatos do mundo”
  • “Soul”
  • “O som do silêncio”

A 93º cerimônia de premiação do Oscar 2021 acontecerá no dia 25 de abril.


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Filmes

Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Warner anuncia novo reboot para Superman e projeto já está está na ponta da agulha e nas mãos de JJ Abrams.

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superman_reboot

Semana cheia de novidades para os fãs do Superman & CIA.

Essa semana foi apresentada a nova Supergirl do DCEU, que vai aparecer no filme solo The Flash. Sasha Calle foi a escolha feita após uma busca cansativa para escolha da prima do filho de Krypton. Confira no vídeo:

Além disso, tivemos a boa estreia da nova série Superman & Lois com Tyler Hoechlin e Bitsie Tulloch dando picos de audiência.

++Leia Mais:
– Homem-Aranha 3 tem subtítulo oficial finalmente divulgado: ‘No Way Home’
– Batman mergulha no mundo de ‘FORTNITE’

Novo Superman nos Cinemas?

Não bastassem essas ótimas notícias para a família Super da DC, hoje, dia 26, a Warner lança mais uma bomba para o nosso final de semana… É oficial! JJ Abrams está trabalhando em um novo filme do Superman!

Jeffrey Jacob Abrams é um escritor, diretor e produtor de cinema e televisão dos Estados Unidos.

Após muitos rumores a Warner Media tornou isso oficial. Abrams está com a batuta nas mãos e produzirá um novo filme do Azulão. O roteiro está nas mão do escritor Ta-Nehisi Coates. O filme está ainda sem enredo e nada mais de definições.

Coates comentou que “ser convidado para o DC Extended Universe pela Warner Bros., DC Films e Bad Robot é uma honra” e que “estou ansioso para adicionar de forma significativa ao legado do herói mítico mais icônico da América”.

Abrams falou com confiança que há mais histórias a serem contadas sobre Superman:

“Existe uma história nova, poderosa e comovente do Superman que ainda pode ser contada. Não poderíamos estar mais entusiasmados em trabalhar com o brilhante Sr. Coates para ajudar a levar essa história para a tela grande e estamos muito gratos à equipe da Warner Bros. pela oportunidade.”

Considerando que Henry Cavill já está ocupado com The Witcher, da Netflix, é difícil saber se ele terá como retornar ao papel.

Há algum tempo é cogitação de levar para os cinemas um Superman Negro. Acredita-se que este projeto possa estar em andamento já há alguns anos, e que Michael B. Jordan, teria conversado com a Warner sobre o projeto anos antes, possa ter comprado a ideia e movido seus pauzinhos para que ele mesmo possa fazer o papel. Será que vai rolar?

Até o momento não existem mais detalhes sobre o projeto, mas fique ligado para mais novidades!


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Filmes

Monster Hunter | Milla Jovovich de volta ao mundo dos videogames!

Em mais uma adaptação de um jogo da Capcom, Milla Jovovich e Tony Jaa enfrentam monstros gigantes e mortais.

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Divulgação: Sony

Monster Hunter, marca o retorno do diretor e também roteirista, Paul W.S. Anderson, ao mundo dos videogames nos cinemas e mais uma vez o diretor escolhe adaptar uma franquia da Capcom.

A Tenente Artemis (Milla Jovovic) e seu time partem em busca de resgatar uma equipe desaparecida, quando acabam sendo transportados para um mundo misterioso, que possui monstros gigantes. Artemis precisa encontrar como retornar ao seu mundo com a ajuda do Caçador (Tony Jaa).

Anderson é um criador que fez uma longeva carreira trabalhando com adaptações de jogos de videogames, do hoje cultuado Mortal Kombat (1995) à cine-série Resident Evil, onde teve como atriz principal Mila Jovovich. Anderson é um autor amado e odiado. Enquanto alguns odeiam as suas obras por nunca seguirem com fidelidade o material base, outros adoram o seu cinema explosivo e alucinado, cheio de pirotecnias e efeitos especiais. Ele também faz filmes baratos em sua produção gerarem rios de dinheiro, o que acaba sempre abrindo novas portas para o seu trabalho.

Aqui em Monster Hunter ele não foge em nada de seus trabalhos prévios. Os personagens são jogados na trama e, com exceção de Artemis e do Caçador, o restante do elenco tem somente funções narrativas e incorporam estereótipos padrões desse tipo de enredo. Dá pra fazer um bingo de quem é cada um em tela (a latina, o negro, o asiático, o canastrão, o sisudo e etc. e etc. …) e como eles vão morrer e fechar a cartela rapidinho.

A história é básica e simples. Protagonista surge, tem um desafio, surgem os conflitos e temos uma resolução. Com uma estrutura de atos que acaba apressada em seu inicio e segue em constante velocidade o tempo todo, com pequenos respiros para alguma cena expositiva, até o seu final. Os diálogos são fraquíssimos, e dá até para adivinhar alguns segundos antes deles surgirem em tela. O clima do longa muda o tempo todo, nunca se decidindo se é um suspense, um filme de guerra, um horror splatter ou um filme de ação alucinada.

Monster Hunter praticamente não possuí trilha sonora, focando-se mais na edição de som ultra barulhenta e exagerada, que oscila entre silêncios e explosões ensurdecedoras numa fração de segundos. Segundos esses que estão na edição nervosa e picotada que é utilizada nas cenas de ação. Nenhum take dura mais do que 3-5 segundos. Deu até para brincar de contar nos dedos… 1, 2, 3, corta… 1, 2, 3, 4, corta. Esse recurso acaba deixando as cenas tão frenéticas quanto ilegíveis durante a projeção. Essa edição acaba fazendo com que o filme seja sempre acelerado e esteja sempre em movimento.

monster-hunter

O design de produção oscila em aproveitar bem as locações físicas, gerando até um alívio nos olhos, o que já difere quando o CGI é usado em tela. Os figurinos são bregas, mas que funcionam devido o clima do filme também ser assim. A fotografia do filme é o seu melhor elemento técnico, mesmo quando usa indiscriminadamente takes panorâmicos, sem que eles possuam função narrativa coerente, ou quando tenta explorar emoções inexistentes num close dos monstros de CGI. Os efeitos visuais são práticos e bem utilizados nas criaturas, mas há momentos que as coisas derrapam feio, como personagens flutuando ou descolados demais da cena.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica de Angry Birds 2
– Leia também a nossa análise de Sonic – O Filme

Sobre a adaptação em si, eu confesso não ser um jogador inveterado da franquia, mas sei que um dos grandes charmes do jogo é enorme gama de fauna e flora que os mundos de Monster Hunter possuem. Isso praticamente foi limado do filme por escolhas narrativas claras e até mesmo pelo curto orçamento, que fica evidente em alguns momentos, e somente alguns poucos e famosos monstros aparecem em tela.

Milla Jovovich já faz esse tipo de papel no automático e seu diretor, e também marido, não a força em momento algum à sair de sua zona de conforto. Tony Jaa acaba sendo carismático devido à sua simplicidade. Ron Pearlman conseguiu o prêmio de pior peruca/penteado que eu já vi em um filme e o restante do elenco é praticamente um easter egg em tela e, ah… procurem a brasileira Nanda Costa no filme. Se piscarem, perdem a participação dela.

Monster Hunter é um filme com o DNA de Paul W. S. Anderson. Barulhento, exagerado, pouco reverente ao seu material fonte e com um fiapo de enredo. Eu já sabia exatamente o que o novo filme traria, e até consegui encontrar um valor de entretinimento no longa, que tem potencial de agradar espectadores casuais e fãs de longa data do diretor, mas que fará pessoas mais exigentes e fãs do jogos saírem insatisfeitas da sessão.

Ah… há um cena extra dentro dos créditos finais.


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Filmes

Homem-Aranha 3 tem subtítulo oficial finalmente divulgado: ‘No Way Home’

Terceiro longa de Tom Holland como o Homem-Aranha do MCU ganhou o seu subtítulo no Twitter oficial da franquia.

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SpiderMan-3-No-Way-Home-Homem-Aranha

Após uma série de brincadeiras quanto ao subtítulo do próximo filme do aracnídeo, Homem-Aranha 3 ganha a tão esperada “segunda linha” de seu nome: No Way Home.

A divulgação se deu no twitter oficial do longa. Confira:

O longa traz mais uma vez Tom Holland como o Peter Parker/Homem-Aranha e retorna com os atores dos filmes anteriores Zendaya, Marisa Tomei e Jacob Batalon. A produção fica a cargo de Kevin Feige e Amy Pascal, e a direção segue com Jon Watt no comando.

O maior destaque do longa, pelo menos até aqui, é o retorno de Jamie Foxx, de O Espetacular Homem-Aranha 2, revivendo o vilão Electro; e de Alfred Molina, de Homem-Aranha 2, como o Doutor Octopus.

SpiderMan: No Way Home (algo como “Homem-Aranha: Sem Caminho Para Casa”), promete ter link direto com as consequências do atual sucesso do Disney+, WandaVision, e com o vindouro Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, por isso Benedict Cumberbatch também estará no longa.

++Leia Mais:
– RUMOR | Tobey Maguire e Andrew Garfield em negociações para ‘Homem-Aranha 3’
– Doutor Estranho terá papel importante em Homem-Aranha 3

Ontem, 23/02, os atores do longa haviam lançado em suas redes sociais diferentes versões do nome do filme. Como compartilhamos em nosso Twitter:

SpiderMan: No Way Home tem previsão de estreia para 17 de dezembro.


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