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Demolidor supera as expectativas com temporada eletrizante!

Demolidor, nos quadrinhos há muito o personagem sustenta a alcunha de “O Homem Sem Medo”, e basta você ler algumas das histórias do herói para que entenda o quanto o rótulo é apropriado. Em sua terceira temporada a série do Demolidor, mais um produto da parceria Netflix/Marvel, se mostra, também, digna do mesmo título.

“A Queda de Murdock?”

A temporada começa imediatamente após os eventos de “Os Defensores”. Matt Murdock está desaparecido e, com o passar dos meses, a falta de notícias faz com que seus amigos passem a aceitar que o pior aconteceu.

Mas Murdock está escondido, se recuperando de seus graves ferimentos no mesmo orfanato para onde o herói foi enviado quando criança, logo após a morte do pai. Matt não é mais o mesmo, sombrio, amargurado e muito mais violento. Sua fé sempre inabalável, que por vezes foi seu porto seguro, agora fraqueja, o que faz com que o herói questione a si mesmo, seus méritos e valores.

Andando numa linha tênue, Matt aparenta estar chegando no seu limite moral, quando o retorno de seu maior inimigo parece colocar o vigilante em um caminho sem volta. Matt mal sabe o que realmente o aguarda!

Como esperado a série é inspirada na maior história em quadrinhos do Demolidor, A Queda de Murdock. Escrita nos anos 80 pelo grande Frank Miller, a história acompanha os acontecimentos na vida de Matt após seu maior inimigo, o Rei do Crime, descobrir sua identidade secreta. O que se segue é a destruição não só da figura heroica do Demolidor, mas de todos os aspectos da vida de Matt. O arco dramático é recheado de temas fortes como drogas, prostituição, traição e outros.

A série adapta alguns elementos vistos na HQ clássica, mas o tom obviamente não é tão pesado quantos dos quadrinhos, mas ainda sim funciona muito bem dentro da proposta do enredo.

Retornos em grande estilo

Depois de ficar à sombra do Justiceiro e em meio ao seu dramalhão digno de novela mexicana com Elektra na temporada anterior, a terceira temporada deu sinais desde o início de que resgataria tudo o que a série tinha de melhor. E resgatou mesmo!

A narrativa é fluida desde seu primeiro episódio. O ritmo é cadenciado nos episódios iniciais para contextualizar o espectador dos conflitos e dilemas do protagonista, da ascensão dos antagonistas e das sub-tramas envolvendo os coadjuvantes. Ao chegarmos à metade da temporada as coisas aceleram na medida certa e, na parte final da temporada, temos 3 episódios de tirar o fôlego!

O roteiro sólido e bem amarrado dispõe de maneira harmoniosa os dilemas do personagem, a ascensão de Wilson Fisk e as nuances envolvendo os coadjuvantes. Todos estes elementos formam uma cadeia de acontecimentos muito bem desenvolvidos, com pontos de virada em muitos episódios e diálogos fortes e bem construídos. Mesmo os primeiros episódios, onde a história ainda está se moldando, são bem dinâmicos e não causam qualquer desinteresse.

O roteiro gira em torno da descrença de Matt no sistema, em sua fé católica e até em seus ideais heroicos. Entre o embate entre o vigilante, o herói e a frágil linha que impede que seu forte senso de justiça seja irremediavelmente distorcido.

Por outro lado, a ameaça de Wilson Fisk cresce a cada capítulo, chegando a ser desesperador o momento em que tomamos ciência da perfeita arquitetura desenvolvida por Fisk para seu retorno e sua vingança. O segundo antagonista da série é fruto dos planos de Fisk, e surpreende positivamente pela maneira como é apresentado e utilizado. Fisk retorna mais poderoso do que nunca, e a vida de Matt e de seus amigos nunca correu tanto perigo.

Falando neles, Karen Page e Foggy Nelson voltam com a qualidade e a profundidade crescentes já vistas nas temporadas anteriores. O roteiro reserva um bom tempo de tela para cada um, para desenvolver suas questões e dilemas, ao mesmo tempo em que costura a importância de ambos para o desenrolar da trama.

O que era bom, ficou ainda melhor!

Os valores de produção continuam excelentes. As lutas continuam muito bem coreografadas, com as tradicionais cenas de combate em corredor tudo filmado em plano sequência. Desta vez temos uma que dura cerca de 11 minutos, tudo filmado direto, sem cortes, um show de direção, atuação e coreografia.

A fotografia mantém a qualidade vista nas temporadas anteriores e ressalta com perfeição o clima sombrio da trama, principalmente pela boa escolha da paleta de cores e pela construção dos cenários.

A trilha sonora novamente é assinada por John Paseano que mais uma vez mostra sua competência nas escolha dos temas musicais. Aliás, entre eles temos um tema musical que está presente no game Mass Effect 3.

O Demônio e seus amigos

Novamente o elenco é o ponto alto da série. Impressiona como o showrunner da série, Erick Olsen, conhece bem seus personagens.

Começamos por Charlie Cox que, pela terceira vez, dá vida a Matt Murdock/Demolidor. Desta vez o personagem está em crise, o Matt que sobreviveu a catástrofe no final de ‘Os Defensores’ não acredita mais no sistema, duvida da fé e dos desígnios de Deus e não acredita mais que Hell’s Kitchen precise de um herói, mas de um vigilante que não se omita em usar todo e qualquer meio para deixar a cidade segura. Com o avanço da história, vemos um Matt perdendo suas convicções e se afastando dos amigos, envolto pela fixação em deter Wilson Fisk. Aos poucos Matt entende o quanto suas escolhas foram erradas, à medida que sua vida desmorona ao ser incriminado e ver o Demolidor desacreditado perante a opinião pública.

Charlie Cox continua muito bem no papel transmitindo a verdade das emoções de um Matt esgotado fisicamente e abalado psicologicamente, mas que coloca seu dever acima de qualquer coisa em uma jornada que ensinará ao protagonista o real significado da figura do herói e a importância das pessoas que o amam em sua vida, mesmo diante de suas difíceis escolhas.

Karen Page (Deborah Ann Woll) continua a mesma mulher poderosa e corajosa das temporadas anteriores e nesta sabemos mais de seu passado e dos fantasmas que assolam a bela repórter. Karen tem um papel fundamental no desenvolver do show.

Há um fun service bacana na temporada em relação ao papel da jornalista no descobrimento da identidade secreta do Demolidor por Fisk, mas sem o mesmo impacto ou contorno pesado da HQ ‘A Queda de Murdock’.

Assim como Karen, Foggy Nelson também tem seu papel fundamental no desenrolar da trama e na resistência ao sórdido plano de Fisk, mas Foggy, ao contrário de Matt, não perdeu a fé no sistema. Pelo contrário, é utilizando as vias legais que Foggy pretende frear a investida do vilão. Em paralelo, o jovem advogado precisa lidar com os problemas em sua família, e com a sua quase insatisfação com sua nova e confortável vida. Foggy é interpretado pelo competente Elden Henson, que novamente responde muito bem ao papel. Ao lado de Karen, Foggy é o ponto de equilíbrio na vida de Matt.

Das novas adições ao elenco temos que destacar o Jay Ali como o agente do FBI Ray Nahdeem, o elemento responsável por trazer humanidade pura e simples a toda esta equação. Nahdeem é o gatilho involuntário para o inicio dos planos de Fisk.

Os Antagonistas

O antagonismo da série é liderado por Wilson Fisk e Ben Poindexter. Enquanto o primeiro retorna com o desejo de vingança e de se estabelecer como único chefe do crime na cidade, o segundo é apresentado e desenvolvido para se tornar, no futuro, um dos maiores adversários do Demolidor, conhecido como Mercenário.

A construção do Mercenário passa pelos distúrbios mentais do personagem e suas fortes tendências psicóticas. Esta personalidade é aliada a um conjunto de habilidades que aparentemente nasceram com o personagem, uma sacada interessante dos roteiristas para não se alongarem demais com explicações cansativas sobre as habilidades de Poindexter.

Poindexter é frio, obstinado e perturbadoramente sádico, como uma mira impressionante, fazendo jus ao apelido de sua versão nos quadrinhos: “O Homem que nunca erra!”

O ator Wilson Bethel é o responsável por dar vida a Poindexter, com uma atuação que ressalta os medos, a crueldade e a paranoia insana de seu personagem, depois de “domado” pelo Rei do Crime, Poindexter finalmente se solta e o que vem a seguir é de tirar o folego, naquele que eu considero o melhor episódio da temporada.

Mas o destaque a Poindexter e todo o seu arco narrativo são dosados na medida, para não ofuscar o grande antagonista da série.

O Rei do Crime

Depois de ser preso, humilhado e derrotado pelo Demolidor na primeira temporada, Wilson Fisk deu mostras na temporada seguinte que um plano meticuloso e complexo estava sendo armado pelo vilão.

E não deu outra, em sua terceira temporada a série mostrou o real poder do vilão. Capaz de manipular a todos, Fisk intimida, ameaça e suborna costurando uma teia aparentemente sem falhas, ficando sempre vários passos a frente de qualquer um que ouse se impor em seu caminho.

Vincent D’Onofrio é um Wilson Fisk muito próximo a sua versão dos quadrinhos. Um gangster cruel e sanguinário, capaz de qualquer atrocidade para manter o poder. O mafioso desacredita a figura do Demolidor e incrimina Matt Murdock ao mesmo tempo em que manipula eventos para trazer a opinião pública de volta a seu favor. O poder da palavra é um dom absolutamente presente no vilão.

Enquanto isso nos bastidores do mundo do crime, Fisk cirurgicamente elimina adversários e constrói um cenário absolutamente favorável para que o vilão se consolide como o real chefão do crime em Hell’s Kitchen. Um verdadeiro Rei do Crime cuja ameaça recai sobre a democracia e liberdade.

Assim como Matt, o Rei do Crime também é atormentado pelos fantasmas do passado, e talvez sua única fraqueza seja o amor que nutre pela sua amada Vanessa, a quem o Rei reserva um lado surpreendentemente sensível e doce, ao melhor estilo A Bela e a Fera.

Vale ou não a pena assistir?

Em meio aos cancelamentos de Luke Cage e Punho de Ferro, a terceira temporada de Demolidor acerta em quase tudo, tem o mérito de trazer de volta e potencializar tudo que fez da série um sucesso em sua temporada de estreia e que parece ter ficado um pouco esquecido na temporada seguinte.

De negativo o excesso de episódios, toda a historia contada nesta terceira temporada caberia perfeitamente em 10 episódios, o que deixaria a série mais enxuta e ainda mais agradável de assistir. O passado de Karen Page contado em um episódio inteiro, poderia perfeitamente ser resolvido com trechos de flashbacks, como por exemplo, no surpreendente evento envolvendo a Irmã Maggie (Joanne Whalley).

Mas os pontos negativos afetam muito pouco a qualidade da experiência. Na real, Demolidor sintetiza a necessidade de um herói a margem da lei em meio a uma ameaça que corrompe e manipula o próprio sistema, com cenas de ação de muita qualidade, que não acontecem de maneira gratuita, mas trabalham para valorizar os momentos dramáticos do show. As soluções de roteiro surpreendem o expectador, que finaliza os 13 episódios desta temporada ansioso para a próxima.

Resumo

A nova temporada apresenta um Demolidor destruído física e emocionalmente, cheio de dúvidas e dilemas sobre sua vida e conduta, ao mesmo tempo em que consolida a ascensão do Rei do Crime e a constituição de uma nova e mortal ameaça. Inspirado no clássico das HQs “A Queda de Murdock”, vemos Matt em uma jornada de superação, descobrimento e afirmação daquele que merecidamente carrega o título de “O Homem Sem Medo”.

Séries | TV

Confira o primeiro trailer de WandaVision

Confira o primeiro trailer da série WandaVision, produção da Marvel Studios para o serviço de streaming Disney+

Rafa-el Lima

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A Marvel Studios finalmente revelou o primeiro trailer de uma das suas produções para o Disney+, WandaVision.

O serviço de streaming Disney+ acabou de dar mais um gostinho de como serão as produções da Marvel Studios com o primeiro trailer de WandaVision (ACIMA). O trailer mostra o que parece ser uma realidade construída onde Wanda e seu amado, Visão, personagem morto por Thanos em Vingadores: Guerra Infinita, estão casados e felizes.

As cenas apresentadas trazem muitas referências a séries americanas dos anos 70 e 80, bem como easter eggs dos quadrinhos, como Wanda vestida de Feiticeira Escarlate.

Nos quadrinhos, Wanda, em um acesso de loucura, é responsável pela morte do seu amado e, em consequência disso, cria uma realidade onde a vida de todos à sua volta é perfeita. Além disso, gera dois filhos por meio apenas do seu desejo inconsciente e ainda é responsável pelo maior genocídio de mutantes da história dos quadrinhos. Ou seja, a Wanda dos quadrinhos é MUITO poderosa.

Será que estamos vendo o alvorecer dos imensos poderes de Wanda no Universo Cinematográfico da Marvel? Só o tempo dirá.

WandaVision será lançada no streaming da Disney+ em breve.

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– Série da Miss Marvel pode ter diretores de ‘Bad Boys Para Sempre’
– She-Hulk | Tatiana Maslany será a protagonista da série do Disney+


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Séries | TV

Série da Miss Marvel pode ter diretores de ‘Bad Boys Para Sempre’

A vindoura série da Miss Marvel para a Disney Plus parece ter adicionado os diretores de Bad Boys Para Sempre ao seu elenco.

Rafa-el Lima

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Os diretores de ‘Bad Boys Para Sempre’ podem estar à frente de uma das próximas séries da Marvel no Disney Plus: Miss Marvel.

A vindoura série da Miss Marvel para a Disney Plus parece ter adicionado os diretores de Bad Boys Para Sempre, Adil El Arbi e Bilall Fallah, ao seu elenco.

As notícias sobre as várias séries da Marvel e Disney Plus que estão à caminho têm movimentado os últimos dias. No início desta semana, a série She-Hulk não apenas anunciou que tinha adicionado um diretor à sua lista, mas também escalou Tatiana Maslany como a heroína protagonista. Agora parece que a Miss Marvel está seguindo o exemplo.

Nos quadrinhos, a Miss Marvel, também conhecida como Kamala Khan, é uma adolescente paquistanesa que é Inumana e é a primeira personagem muçulmana a estrear seu próprio quadrinho. O personagem idolatra Carol Danvers, também conhecida como Capitã Marvel, e assumiu o nome como uma homenagem a sua heroína favorita. No ano passado, foi oficialmente revelado que uma série da Miss Marvel estava em desenvolvimento para o Disney+. Desde então, temos apenas rumores sobre quem pode entrar na série. Agora, no entanto, parece que finalmente começamos a ter maiores informações sobre o futuro da série.

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De acordo com informações do site Heroic Hollywood, os diretores do filme Bad Boys Para Sempre, Adil El Arbi e Bilall Fallah, estarão entre os diretores da série. Além deles, a vencedora do Oscar Sharmeen Obaid-Chinoy também comandará pelo menos um episódio, assim como a diretora de The Walking DeadTitansJusticeiro, Meera Menon. No momento, ainda não há informações sobre quem interpretará a personagem da Miss Marvel.

Os próximos filmes da Marvel Studios incluem Viúva NegraOs EternosShang-Chi e a Lenda dos Dez AnéisDoutor Estranho no Multiverso da Loucura e Thor: Amor e Trovão. Além dos longas a Marvel Studios está desenvolvendo várias séries para o Disney Plus, incluindo O Falcão e o Soldado InvernalWandaVisionLokiWhat If …?Hawkeye, Miss MarvelMoon Knight e She-Hulk.


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Séries | TV

She-Hulk | Tatiana Maslany será a protagonista da série do Disney+

De acordo com os sites Deadline e Variety a atriz de Orphan Black, Tatiana Maslany, viverá a “versão feminina” do Hulk na série She-Hulk.

Rafa-el Lima

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Uma das próximas séries da Marvel, a ser lançada no Disney+, achou em Tatiana Maslany a sua protagonista.

De acordo com os sites Deadline e Variety a atriz de Orphan Black, Tatiana Maslany, viverá a “versão feminina” do Hulk na série She-Hulk.

Nos quadrinhos a She-Hulk é Jennifer Walters, uma advogada que, após um ferimento, recebeu uma transfusão de sangue de emergência de seu primo, Bruce Banner, e adquiriu uma versão mais branda de sua condição Hulk. Como Banner, Walters se torna uma versão grande, poderosa e verde de si mesma; no entanto, ao contrário do primo, ela ainda mantém em grande parte sua personalidade – em particular, ela retém a maior parte de sua inteligência e controle emocional, embora como Hulk, ela ainda seja suscetível a explosões de temperamento e se torna muito mais forte se entrar em frenesi. Em edições posteriores dos quadrinhos, sua transformação é permanente.

O casting de Maslany veio na esteira do anúncio de que Kat Coiro estaria dirigindo vários episódios do show, incluindo o piloto.

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Tatiana Maslany foi aclamada por seu trabalho em Orphan Black, então tê-la entrando no Universo Marvel certamente trará mais atenção ao show. A grande questão agora é: como será desenvolvida a personagem She-Hulk? Ao contrário do Hulk, a She-Hulk permanece em sua forma corpulenta o tempo todo. Então, teremos aplicação maquiagem verde em Maslany ou tudo será feito digitalmente, com Maslany realizando trabalho de captura de movimento e voz? Só o tempo dirá.

A escritora de Rick e Morty, Jessica Gao, é responsável pela sala dos roteiristas da série.

She-Hulk tem previsão de estreia para 2022 no Disney+.


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Séries | TV

The Boys: 2ª Temporada | Crítica (Sem Spoilers)

A nova temporada de The Boys está chegando e nós do Multiversos trazemos para você, sem spoilers, a nossa análise desses novos episódios.

Jean Sinclair

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Sim! Nós já conferimos a 2ª temporada de The Boys e trazemos para vocês o que achamos de tudo o que vimos.

Anote aí a data no seu calendário: 04 de setembro será o lançamento da segunda temporada de The Boys, uma das séries mais aguardadas e aclamadas do serviço de streaming Amazon Prime Video.

Nós do Multiversos tivemos o prazer de assistir todos os episódios da mais nova temporada da série e vamos falar um pouquinho do que vimos. E você pode ficar tranquilo, não vamos entrar em território de spoilers, porque sabemos e queremos que você solte muitos “caralh…” enquanto é surpreendido nessa nova viagem alucinada trazida por Eric Kripke. Vale lembrar que a série The Boys é inspirada na HQ de Garth Ennis e Darick Robertson, publicada no Brasil pela editora Devir. Gostaríamos de, de antemão, agradecer imensamente aos amigos da Amazon Prime pela oportunidade. Vocês são demais.

The Boys 2ª temporada, crítica sem spoilers.

A piração de sempre com todos os malucos da série de volta nessa temporada.

A primeira temporada de The Boys focou bastante em construir esse universo. Essa escolha de roteiro foi algo muito importante, porque criou bases sólidas e necessárias para que, a partir delas, os personagens ganhassem um cenário crível e coeso, e pudessem ser desenvolvidos de forma gradual. E esse desenvolvimento foi muito bem mostrado.

O espectador conheceu as motivações de Billy Bruto (Billy Butcher, no original) e os porquês dele ter se juntado ao Francês (Frenchie) e ao Marv Leitinho (Marv Mother’s Milk), anteriormente sob o comando de Mallory. Aos garotos, que agora agem de forma independente, se junta o jovem e traumatizado Hughie, puxado para dentro dessa espiral de loucura e vingança contra a mega corporação Vought e seus supers, Os Sete. Comandados pelo seu maior herói, o Capitão Pátria (Homelander, no original), Os Sete posam de heroicos personagens à favor da sociedade mas, por trás das câmeras, são pessoas monstruosas e hediondas.

A primeira temporada focou em usar Hughie, do lado dos “mocinhos” e, do lado da Vought, mostrou a chega da novata Annie, a Luz-Estrela (Starlight), ingressando como um novo membro escolhido para integrar Os Sete. Com isso o espectador consegue adentrar em todo o universo da série.

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Com toda a base pronta, e com os ganchos deixados na temporada anterior, a segunda temporada já começa com o pé no acelerador, partindo diretamente de onde a temporada anterior parou. Os três primeiros episódios da 2ª temporada, que serão lançados no dia 04 de setembro, têm sua narrativa centrada em ajustar as últimas pontas soltas da temporada anterior e organizar as peças no grande tabuleiro da nova parte da história.

Assim, somos apresentados à uma nova super chamada Tempesta (Stormfront), que vem para unir-se aos Sete, com seu jeito moderno e adaptado ao contexto de internet, redes sociais, lives on line e um discurso progressista, trazendo uma rebeldia que vai incomodar à todos, em especial ao Capitão Pátria. Também temos aqui a apresentação da uma misteriosa Igreja, que será importante no caminho do perdido e isolado Profundo (Deep), além de também sermos apresentados à congressista Victoria Neuman, mais uma força dentro do governo contra a Vought e sua investida agressiva de tornar-se o braço armado da nação norte-americana.

A partir daí, os cinco episódios restantes da temporada serão lançados semanalmente, toda sexta-feira, até o dia 09 de outubro, que será o season finale da temporada. Kripke e sua equipe de roteiristas, já tendo criado um universo coeso, focam o seu olhar para dentro desse universo, em especial para os seus personagens.

Vemos aqui todos os participantes dessa história ganharem mais e mais camadas. Billy Bruto é o personagem principal, ganhando mais desenvolvimento e, ao lado do Capitão Pátria, são muito bem utilizados como os personagens centrais da narrativa e detentores da mensagem principal da temporada. Leitinho é mais utilizado como um figura paterna do grupo. O Francês tem seus traumas bem explorados e a Fêmea é um belo personagem sempre em evolução. A relação de Hughie e Annie se aprofunda e cresce bastante.

O texto também evolui os supers, com Meave ganhando muito destaque e mostrando os vacilos e dificuldades do Trem-Bala e do Profundo. Black Noir continua… bem… sendo o Black Noir de sempre… hehe! Também temos uma maior participação de Stan Edgar.

O divertidíssimo de The Boys é que, mesmo com um foco maior nos personagens, a trama jamais foge de ser um espelho da sociedade de hoje. Você percebe bem temas como controle imigratório, uso de substâncias anabolizantes, eugenia, usos de notícias falsas na grande mídia e por aí vai.

Também temos um bem-vindo aumento de combates e de podreira, que sempre se mantém bem utilizado na trama, gerando sempre aqueles momentos “Put… Merd…” quando você tá assistindo, tudo isso graças aos excelentes efeitos visuais e um alto valor de produção e, detalhe, depois da série, você nunca mais vai ouvir “You are so beautiful” do Joe Coker do mesmo jeito, graças ao excelente trabalho de trilha sonora, com um bônus também para “Dream On” do Aerosmith.

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Karl Urban e seu William “Billy” Bruto segue sendo aquele bastardo que amamos. Antony Starr consegue crescer mais ainda como Capitão Pátria, e fique sempre de olhos bem abertos na Tempesta, vivida por Aya Cash. O restante do elenco segue muito bem.

The Boys 2ª temporada, crítica sem spoilers.

O Capitão Pátria… ou seria o Bicho Papão?

A segunda temporada de The Boys é um grande acerto. A obra volta-se para dentro de si mesma e, ao fazer isso, consegue crescer ainda mais, expandindo seus personagens e também seu universo. Ela consegue se equiparar a sua temporada antecessora e em vários momentos a supera (que season finale foda!), trazendo assim um alto valor de diversão e também de reflexão porque, mesmo com superpoderes, ser humano ainda será nossa maior força.


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Séries | TV

War for Cybertron: O Cerco | Um reinício necessário para Transformers

Crítica de ‘War for Cybertron: O Cerco’, nova animação de Transformers, da Netflix.

Jean Sinclair

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Transformers ganha um renovo em nova animação.

Transformers: War for Cybertron chegou. A mais nova série animada baseada na franquia de personagens criada nos anos 1980 surgiu graças à parceria entre a Hasbro, dona dos personagens e uma gigante mundial de brinquedos junto com a Netflix. Teremos uma trilogia de séries animadas e “O Cerco”, a primeira parte, já está disponível e nós do Multiversos já assistimos os seis episódios que compõem essa fase inicial.

Pode ficar tranquilo, que não haverão SPOILERS no texto.

Planeta Cybertron. O lar dos Transformers é palco dos momentos finais da luta entre os regentes locais, os Deceptcons, contra a agora debilitada resistência dos Autobots. Megatron, atual regente de Cybertron, segue em busca da prisão de seu opositor, Optimus Prime, para assim acabar com a guerra em definitivo, até a confirmação de uma antiga lenda mostrar-se a cartada decisiva que ambos lados precisam para acabar de vez com o conflito.

Optimus Prime em 'Transformers | War for Cybertron: O Cerco', da Netflix.

Os produtores e escritores F.J. DeSanto e George Krstic, juntos com o diretor Takashi Kamei, decidiram acertadamente mostrar o período da guerra entra os Autobots contra os Decepticons em seu planeta natal, assim evidenciando a renovação da franquia na mídia em geral. Contar esse momento se mostrou muito interessante por que ajuda a criar laços com os que estão chegando agora e, assim como foi no filme do Bumblebee, e também trazer de volta os fãs mais velhos e de longa data.

O tom utilizado nessa nova trilogia é mais centrado e mais focado na guerra e no drama. Desde o primeiro momento, toda a narrativa que move a trama traz um misto de dor, revolta, desespero e raiva, juntamente com retratos ambíguos de seus personagens principais, porque acertadamente o roteiro mostra que ambos os lados acreditam estar fazendo a coisa certa. Isso retira muito de um maniqueísmo e humor bobo que os Transformers possuíam em suas outras versões animadas, e até mesmo cinematográficas.

Megatron trouxe a revolta contra uma sociedade de Cybertron que ele achava errada, e não mede esforços para conseguir o seu objetivo. Optimus Prime, no entanto, entende que uma nova sociedade baseada no controle rígido e no medo é uma sociedade sem liberdade, e percebe que lutar contra isso se faz necessário, mesmo que haja momentos que o levem a duvidar. A partir desses fortes pontos de vista antagônicos, diversos personagens clássicos são construídos até chegarem nas suas versões mais conhecidas.

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POKAS | Thiago Ventura leva a “quebrada” para o mundo via Netflix

A série também se preocupa em construir todo o cenário de Cybertron, e mostrar que havia uma grande beleza antes da guerra, mas que essa estabilidade tinha um custo. Os personagens são muito bem construídos e seus dramas palpáveis e aqui, o clima de tensão e morte é palpável e, sim, há baixas de guerra e isso nunca é aliviado ou escondido e você acaba sentindo isso.

Nos quesitos técnicos, a animação conseguiu traduzir muito bem um mundo devastado pela guerra, criando ambientes sempre sujos e destruídos. É importante salientar como o bom uso de estruturas grandiosas, sejam usando verticalidade e horizontalidade, reforçam como a Cybertron pré-guerra era ambiciosa e orgulhosa. Todos os cenário e as latarias dos Transformers estão muito bem representadas, com uma excelente textura de desagaste e metal arranhando e tratado, nunca mostrando preguiçosas texturas de metal reluzente, que não combinariam com o clima de devastação da série.

Também é bastante gratificante ouvir os clássicos sons de transformação dos robôs. No campo dos atores, as atuações são muito boas. Porém, é inegável que não ouvir a clássica voz do Peter Cullen fez falta aqui. Pra completar, a trilha sonora de Alexander Bornstein trouxe sintetizadores e muita música eletrônica, reforçando o clima 80s na série.

Megatron em 'Transformers | War for Cybertron: O Cerco', da Netflix.

Transformers: War for Cybertron é um retorno ao básico dentro da franquia animada. Apostando num clima mais centrado e dramático, a obra acerta em dar peso ao momento inicial desses personagens e, assim, fugir das catastróficas versões dos cinemas, buscando agradar os fãs antigos e angariar novos fãs para a franquia… e vender mais bonequinhos legais no processo. (Manda uns pra nós, Dona Hasbro!)


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Séries | TV

The Umbrella Academy | A Academia está de volta

Crítica da segunda temporada de The Umbrella Academy, da Netflix.

Rafa-el Lima

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Eles estão de volta para salvar o mundo… De algo que, provavelmente, eles mesmos causarão.

A segunda temporada de The Umbrella Academy, série baseada nos quadrinhos de Gerard Way com arte do brasileiro Gabriel Bá, chega a Netflix na próxima sexta-feira, 31 de julho, e nós já conferimos e trazemos aqui pra vocês a nossa opinião sobre o show.

Sinopse Oficial
Cinco cansou de alertar a família sobre os riscos de usar seus poderes para escapar do apocalipse de Vanya em 2019. E ele tinha razão: o salto no tempo dispersou os irmãos em três anos diferentes na década de 1960 em Dallas, Texas. Alguns deles ficaram presos no passado por anos e seguiram suas vidas, certos de serem os únicos sobreviventes. Cinco foi o último a chegar, bem no meio de uma guerra nuclear (alerta de spoiler!) causada por essa ruptura na linha do tempo (déjà vu?). Agora, a Umbrella Academy precisa descobrir uma forma de se encontrar novamente, entender o que causou essa guerra apocalíptica, acabar com ela e voltar ao presente para impedir outro apocalipse, tudo isso enquanto são caçados por um trio de assassinos suecos cruéis (mas sem pressão, é claro!).

Procurando fugir do fim do mundo nossos protagonistas resolvem, no final da primeira temporada, ir para o passado. O problema é que, ao desembarcarem na década de 1960 nossos heróis acabam causando novamente o apocalipse.

Por mais que a proposta central do show se mantenha a mesma – impedir um evento cataclísmico – a segunda temporada de The Umbrella Academy não funciona exatamente como a primeira, por mais que pareça à primeira vista.

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As semelhanças existem: a família está separada, cada um vivendo à sua maneira, e precisam se reunir para salvar o mundo mas, a partir daí, as similaridades vão diminuindo. Na nova temporada existe um arco de descoberta e reinício muito diferente e promissor para cada personagem.

O fato de os protagonistas terem saído do seu tempo natural e ido parar na década de 1960 permitiu um crescimento particular para cada um. O momento histórico utilizado permite que temas como racismo, liberdades individuais, direitos das mulheres e outros, sejam muito bem abordados no roteiro, tendo os protagonistas como vítimas das mazelas sociais da época.

Os melhores arcos da temporada ficam à cargo de Allison (Emmy Raver-Lampman) e Vanya (Ellen Page); é notória a entrega das atrizes e o amadurecimento de suas personagens. Klaus (Robert Sheehan) segue sendo o melhor e mais divertido personagem da série, e Cinco (Aidan Gallagher) o fio condutor da trama. Luther (Tom Hopper) muda seu status quo de líder-bobo-apaixonado para apenas bobo-apaixonado e Diego (David Castañeda) e seu “complexo de Batman” segue sendo o personagem mais chato do grupo. Ben, o fantasma, é responsável por boas risadas e alguns dos momentos mais tocantes do show. (Saudade de um abraço, né, minha filha?)

Klaus, Allison e Vanya entre um apocalipse e outro em The Umbrella Academy.

Apesar de haver um ótimo cuidado com o roteiro e desenvolvimento dos personagens, é notório que houve também uma preocupação em impor certos limites aos poderes de alguns dos personagens pois, como sabemos, se usados de forma correta, alguns destes poderiam fazer a série ter apenas 1 episódio de 10 minutos, no máximo.

O corpo de antagonistas segue com a mesma proposta já apresentada antes: ser, ao mesmo tempo, surpreendente e um alívio cômico. Pelo menos em parte dele.

A qualidade narrativa da série é constante durante toda a temporada. Nenhum episódio soa como um completo desperdício mas, em alguns momentos, é possível sentir que haveriam decisões melhores e que fariam o desenrolar da trama ser menos truncado, principalmente quando falamos de Cinco (Five). Mas, nada que comprometa o todo.

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O show conta com um ótimo trabalho de figurino nessa nova temporada, responsável por refletir muito bem a década de 1960 na tela. Todo o trabalho de direção, produção e pós-produção, com seus efeitos visuais e edição, são caprichosos e dão a certos momentos da série o dinamismo necessário.

Se há algo a criticar na série é a criação de uma expectativa e o seu não cumprimento na medida certa. A série tem um início de temporada com uma apresentação fantástica, digna de cinema blockbuster; um CGI bem trabalhado, uma cena de equipe de heróis em ação que lembra os X-men em seus primeiros filmes. Infelizmente não há algo tão bem trabalhado no restante da temporada. Por mais que tenhamos excelentes momentos de interação em equipe, nenhum soou tão bom e coordenado quanto a cena inicial.

A segunda temporada de The Umbrella Academy mantém os acertos da primeira temporada do show, aposta no diálogo com pautas sociais e fecha alguns arcos para dar mais liberdade ao futuro da série. Infelizmente perde a chance de ter um desfecho mais grandioso, mas mantém a qualidade e nos deixa com o desejo de uma nova temporada pra ontem.


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Eventos

ComicCon At Home | Confira algumas das principais notícias do 3º dia do evento

Rafa-el Lima

Publicado há

em

Terceiro dia da ComicCon At Home foi dominado pelos monstros!

Seguindo com a missão de levar aos fãs da cultura pop um evento virtual satisfatório, a ComicCon At Home trouxe mais um dia recheado com vários painéis, todos armazenados AQUI, sobre os mais diversos temas.

Dentre tantos bate-papos, trazemos aqui para vocês algumas das principais novidades apresentadas no evento. Como você poderá perceber, o material aqui listado é um apanhado do que temos divulgado durante o dia nas nossas redes sociais. Então, para ficar informado “ao vivo”, acompanhe todas as nossas redes sociais (FacebookInstagram e Twitter).

Universo Zumbi

Helstrom

Nova série da Marvel no serviço de streaming Hulu, ganhou seu primeiro trailer.

Raya and The Last Dragon

Nova animação da Disney ganhou suas primeiras imagens no evento.

O Príncipe Dragão

Lovecraft Country


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Eventos

ComicCon At Home | O que rolou de melhor no 2º dia de evento

O que rolou de melhor no 2º dia da ComicCon At Home

Rafa-el Lima

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O segundo dia de ComicCon At Home trouxe algumas das novidades mais esperadas pelos fãs!

Cumprindo com o objetivo de levar aos fãs da cultura pop um evento virtual satisfatório, a ComicCon At Home apresentou vários painéis interessantes, todos armazenados AQUI caso você queira vê-los, sobre os mais diversos temas. E, para a alegria de muitos, alguns dos painéis vieram com legendas em português, como foi o caso do painel de Os Novos Mutantes.

Confira abaixo algumas das principais novidades trazidas no evento:

Star Trek Universe Virtual Panel

Assista o painel completo AQUI

Anunciadas duas animações dentro do universo de Star Trek. Star Trek: Prodigy foi a primeira. A nova animação infantil da Nickelodeon tem estreia prevista para 2021.

Truth Seekers

Assista o painel completo AQUI

Nova comédia de terror sobrenatural original de Simon Pegg (Shaun of the Dead), Nick Frost (Hot Fuzz), James Serafinowicz (Sick Note) e Nat Saunders (Sick Note).

His Dark Materials

Assista o painel completo AQUI

Adaptação da trilogia livros de Philip Pullman, considerada uma obra-prima moderna da ficção imaginativa. His Dark Materials, da HBO/BBC, apresentou seu primeiro trailer da 2ª temporada.

Os Novos Mutantes

Assista o painel completo AQUI

O longa teve nova data de estreia definida, agora para o dia 28 de agosto, e a apresentação dos 2 minutos iniciais do filme, além de um novo trailer e novos posteres de divulgação.

The Boys

Assista o painel completo AQUI

Uma das séries de maior sucesso do Amazon Prime Video, The Boys apresentou uma cena da nova temporada e, em seguida, teve sua 3ª temporada confirmada.


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