Demolidor: 3ª Temporada | Crítica - Multiversos
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Demolidor supera as expectativas com temporada eletrizante!

Demolidor, nos quadrinhos há muito o personagem sustenta a alcunha de “O Homem Sem Medo”, e basta você ler algumas das histórias do herói para que entenda o quanto o rótulo é apropriado. Em sua terceira temporada a série do Demolidor, mais um produto da parceria Netflix/Marvel, se mostra, também, digna do mesmo título.

“A Queda de Murdock?”

A temporada começa imediatamente após os eventos de “Os Defensores”. Matt Murdock está desaparecido e, com o passar dos meses, a falta de notícias faz com que seus amigos passem a aceitar que o pior aconteceu.

Mas Murdock está escondido, se recuperando de seus graves ferimentos no mesmo orfanato para onde o herói foi enviado quando criança, logo após a morte do pai. Matt não é mais o mesmo, sombrio, amargurado e muito mais violento. Sua fé sempre inabalável, que por vezes foi seu porto seguro, agora fraqueja, o que faz com que o herói questione a si mesmo, seus méritos e valores.

Andando numa linha tênue, Matt aparenta estar chegando no seu limite moral, quando o retorno de seu maior inimigo parece colocar o vigilante em um caminho sem volta. Matt mal sabe o que realmente o aguarda!

Como esperado a série é inspirada na maior história em quadrinhos do Demolidor, A Queda de Murdock. Escrita nos anos 80 pelo grande Frank Miller, a história acompanha os acontecimentos na vida de Matt após seu maior inimigo, o Rei do Crime, descobrir sua identidade secreta. O que se segue é a destruição não só da figura heroica do Demolidor, mas de todos os aspectos da vida de Matt. O arco dramático é recheado de temas fortes como drogas, prostituição, traição e outros.

A série adapta alguns elementos vistos na HQ clássica, mas o tom obviamente não é tão pesado quantos dos quadrinhos, mas ainda sim funciona muito bem dentro da proposta do enredo.

Retornos em grande estilo

Depois de ficar à sombra do Justiceiro e em meio ao seu dramalhão digno de novela mexicana com Elektra na temporada anterior, a terceira temporada deu sinais desde o início de que resgataria tudo o que a série tinha de melhor. E resgatou mesmo!

A narrativa é fluida desde seu primeiro episódio. O ritmo é cadenciado nos episódios iniciais para contextualizar o espectador dos conflitos e dilemas do protagonista, da ascensão dos antagonistas e das sub-tramas envolvendo os coadjuvantes. Ao chegarmos à metade da temporada as coisas aceleram na medida certa e, na parte final da temporada, temos 3 episódios de tirar o fôlego!

O roteiro sólido e bem amarrado dispõe de maneira harmoniosa os dilemas do personagem, a ascensão de Wilson Fisk e as nuances envolvendo os coadjuvantes. Todos estes elementos formam uma cadeia de acontecimentos muito bem desenvolvidos, com pontos de virada em muitos episódios e diálogos fortes e bem construídos. Mesmo os primeiros episódios, onde a história ainda está se moldando, são bem dinâmicos e não causam qualquer desinteresse.

O roteiro gira em torno da descrença de Matt no sistema, em sua fé católica e até em seus ideais heroicos. Entre o embate entre o vigilante, o herói e a frágil linha que impede que seu forte senso de justiça seja irremediavelmente distorcido.

Por outro lado, a ameaça de Wilson Fisk cresce a cada capítulo, chegando a ser desesperador o momento em que tomamos ciência da perfeita arquitetura desenvolvida por Fisk para seu retorno e sua vingança. O segundo antagonista da série é fruto dos planos de Fisk, e surpreende positivamente pela maneira como é apresentado e utilizado. Fisk retorna mais poderoso do que nunca, e a vida de Matt e de seus amigos nunca correu tanto perigo.

Falando neles, Karen Page e Foggy Nelson voltam com a qualidade e a profundidade crescentes já vistas nas temporadas anteriores. O roteiro reserva um bom tempo de tela para cada um, para desenvolver suas questões e dilemas, ao mesmo tempo em que costura a importância de ambos para o desenrolar da trama.

O que era bom, ficou ainda melhor!

Os valores de produção continuam excelentes. As lutas continuam muito bem coreografadas, com as tradicionais cenas de combate em corredor tudo filmado em plano sequência. Desta vez temos uma que dura cerca de 11 minutos, tudo filmado direto, sem cortes, um show de direção, atuação e coreografia.

A fotografia mantém a qualidade vista nas temporadas anteriores e ressalta com perfeição o clima sombrio da trama, principalmente pela boa escolha da paleta de cores e pela construção dos cenários.

A trilha sonora novamente é assinada por John Paseano que mais uma vez mostra sua competência nas escolha dos temas musicais. Aliás, entre eles temos um tema musical que está presente no game Mass Effect 3.

O Demônio e seus amigos

Novamente o elenco é o ponto alto da série. Impressiona como o showrunner da série, Erick Olsen, conhece bem seus personagens.

Começamos por Charlie Cox que, pela terceira vez, dá vida a Matt Murdock/Demolidor. Desta vez o personagem está em crise, o Matt que sobreviveu a catástrofe no final de ‘Os Defensores’ não acredita mais no sistema, duvida da fé e dos desígnios de Deus e não acredita mais que Hell’s Kitchen precise de um herói, mas de um vigilante que não se omita em usar todo e qualquer meio para deixar a cidade segura. Com o avanço da história, vemos um Matt perdendo suas convicções e se afastando dos amigos, envolto pela fixação em deter Wilson Fisk. Aos poucos Matt entende o quanto suas escolhas foram erradas, à medida que sua vida desmorona ao ser incriminado e ver o Demolidor desacreditado perante a opinião pública.

Charlie Cox continua muito bem no papel transmitindo a verdade das emoções de um Matt esgotado fisicamente e abalado psicologicamente, mas que coloca seu dever acima de qualquer coisa em uma jornada que ensinará ao protagonista o real significado da figura do herói e a importância das pessoas que o amam em sua vida, mesmo diante de suas difíceis escolhas.

Karen Page (Deborah Ann Woll) continua a mesma mulher poderosa e corajosa das temporadas anteriores e nesta sabemos mais de seu passado e dos fantasmas que assolam a bela repórter. Karen tem um papel fundamental no desenvolver do show.

Há um fun service bacana na temporada em relação ao papel da jornalista no descobrimento da identidade secreta do Demolidor por Fisk, mas sem o mesmo impacto ou contorno pesado da HQ ‘A Queda de Murdock’.

Assim como Karen, Foggy Nelson também tem seu papel fundamental no desenrolar da trama e na resistência ao sórdido plano de Fisk, mas Foggy, ao contrário de Matt, não perdeu a fé no sistema. Pelo contrário, é utilizando as vias legais que Foggy pretende frear a investida do vilão. Em paralelo, o jovem advogado precisa lidar com os problemas em sua família, e com a sua quase insatisfação com sua nova e confortável vida. Foggy é interpretado pelo competente Elden Henson, que novamente responde muito bem ao papel. Ao lado de Karen, Foggy é o ponto de equilíbrio na vida de Matt.

Das novas adições ao elenco temos que destacar o Jay Ali como o agente do FBI Ray Nahdeem, o elemento responsável por trazer humanidade pura e simples a toda esta equação. Nahdeem é o gatilho involuntário para o inicio dos planos de Fisk.

Os Antagonistas

O antagonismo da série é liderado por Wilson Fisk e Ben Poindexter. Enquanto o primeiro retorna com o desejo de vingança e de se estabelecer como único chefe do crime na cidade, o segundo é apresentado e desenvolvido para se tornar, no futuro, um dos maiores adversários do Demolidor, conhecido como Mercenário.

A construção do Mercenário passa pelos distúrbios mentais do personagem e suas fortes tendências psicóticas. Esta personalidade é aliada a um conjunto de habilidades que aparentemente nasceram com o personagem, uma sacada interessante dos roteiristas para não se alongarem demais com explicações cansativas sobre as habilidades de Poindexter.

Poindexter é frio, obstinado e perturbadoramente sádico, como uma mira impressionante, fazendo jus ao apelido de sua versão nos quadrinhos: “O Homem que nunca erra!”

O ator Wilson Bethel é o responsável por dar vida a Poindexter, com uma atuação que ressalta os medos, a crueldade e a paranoia insana de seu personagem, depois de “domado” pelo Rei do Crime, Poindexter finalmente se solta e o que vem a seguir é de tirar o folego, naquele que eu considero o melhor episódio da temporada.

Mas o destaque a Poindexter e todo o seu arco narrativo são dosados na medida, para não ofuscar o grande antagonista da série.

O Rei do Crime

Depois de ser preso, humilhado e derrotado pelo Demolidor na primeira temporada, Wilson Fisk deu mostras na temporada seguinte que um plano meticuloso e complexo estava sendo armado pelo vilão.

E não deu outra, em sua terceira temporada a série mostrou o real poder do vilão. Capaz de manipular a todos, Fisk intimida, ameaça e suborna costurando uma teia aparentemente sem falhas, ficando sempre vários passos a frente de qualquer um que ouse se impor em seu caminho.

Vincent D’Onofrio é um Wilson Fisk muito próximo a sua versão dos quadrinhos. Um gangster cruel e sanguinário, capaz de qualquer atrocidade para manter o poder. O mafioso desacredita a figura do Demolidor e incrimina Matt Murdock ao mesmo tempo em que manipula eventos para trazer a opinião pública de volta a seu favor. O poder da palavra é um dom absolutamente presente no vilão.

Enquanto isso nos bastidores do mundo do crime, Fisk cirurgicamente elimina adversários e constrói um cenário absolutamente favorável para que o vilão se consolide como o real chefão do crime em Hell’s Kitchen. Um verdadeiro Rei do Crime cuja ameaça recai sobre a democracia e liberdade.

Assim como Matt, o Rei do Crime também é atormentado pelos fantasmas do passado, e talvez sua única fraqueza seja o amor que nutre pela sua amada Vanessa, a quem o Rei reserva um lado surpreendentemente sensível e doce, ao melhor estilo A Bela e a Fera.

Vale ou não a pena assistir?

Em meio aos cancelamentos de Luke Cage e Punho de Ferro, a terceira temporada de Demolidor acerta em quase tudo, tem o mérito de trazer de volta e potencializar tudo que fez da série um sucesso em sua temporada de estreia e que parece ter ficado um pouco esquecido na temporada seguinte.

De negativo o excesso de episódios, toda a historia contada nesta terceira temporada caberia perfeitamente em 10 episódios, o que deixaria a série mais enxuta e ainda mais agradável de assistir. O passado de Karen Page contado em um episódio inteiro, poderia perfeitamente ser resolvido com trechos de flashbacks, como por exemplo, no surpreendente evento envolvendo a Irmã Maggie (Joanne Whalley).

Mas os pontos negativos afetam muito pouco a qualidade da experiência. Na real, Demolidor sintetiza a necessidade de um herói a margem da lei em meio a uma ameaça que corrompe e manipula o próprio sistema, com cenas de ação de muita qualidade, que não acontecem de maneira gratuita, mas trabalham para valorizar os momentos dramáticos do show. As soluções de roteiro surpreendem o expectador, que finaliza os 13 episódios desta temporada ansioso para a próxima.

Resumo

A nova temporada apresenta um Demolidor destruído física e emocionalmente, cheio de dúvidas e dilemas sobre sua vida e conduta, ao mesmo tempo em que consolida a ascensão do Rei do Crime e a constituição de uma nova e mortal ameaça. Inspirado no clássico das HQs “A Queda de Murdock”, vemos Matt em uma jornada de superação, descobrimento e afirmação daquele que merecidamente carrega o título de “O Homem Sem Medo”.

Séries | TV

O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia

A nova série da Netflix se baseia nas HQs de mesmo nome criadas pela dupla de quadrinhistas Mark Millar e Frank Quitely

Rafa-el Lima

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O Legado de Júpiter está ganhando uma série na Netflix e o seu primeiro teaser já foi lançado.

Mais uma adaptação de quadrinho acaba ganhando as telas. Dessa vez o Millarworld vem para as telinhas dos streamings com O Legado de Júpiter, obra original de Mark Millar e Frank Quitely.

Sinopse
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

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A HQ apresenta os filhos dos maiores super-heróis da história mundial vivendo sob o peso do nome e dos altos padrões anteriormente estabelecidos por seus pais.

O elenco conta com nomes de Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

O Legado de Júpiter terá oito episódios e tem estreia prevista para 7 de maio.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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Séries | TV

Cidade Invisível – 1ª Temporada | O nosso folclore chega às séries da Netflix

O nosso rico folclore brasileiro chega às telas numa trama de mistério e suspense na nova série nacional da Netflix: Cidade Invis?Dvel

Jean Sinclair

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Divulgação: Netflix

Hoje o tempo é curto e a grande disponibilidade de opções de séries e filmes exigem que uma obra fisgue o seu espectador de forma certeira o mais rápido possível. Felizmente, Cidade Invisível, da Netflix, faz isso muito bem.

Criada por Carlos Saldanha (de A Era do Gelo), com ideia geral de Raphael Draccon (Dragões de Éter) e Carolina Munhoz (O Inverno das Fadas), e com direção geral de Luís Carone, a série conta a história de Eric (Marco Pigossi), um agente ambiental federal que, ao sofrer uma grande perda, acaba descobrindo que uma comunidade ribeirinha tem mais coisas dentro de suas terras do que ele imaginava.

O time de roteiristas formado por Mirna Nogueria (Ep 01), Rodrigo Batista (Ep 02), Ludmila Naves (Ep 03), Antônio Arruda e Regina Negrini (Eps 04 e 05), Felipe Sant’Angelo (Ep 06) e Marco Borges (Ep 07), junto com a direção de Luís Carone (Eps 01-03 e 07) e Julia Jordão (Ep 04-06), constroem uma narrativa coesa, dosando bem mistério e construção de personagens. Junto com isso há o trabalho respeitoso e bem adaptado dos elementos do folclore brasileiro dentro da trama.

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A escolha por contar essa história no Rio de Janeiro funciona muito bem, graças ao fato da cidade ainda possuir diversos cenários naturais que vão da modernidade ao rústico facilmente. Os diálogos se beneficiam quando ficam mais soltos e naturais, mas várias vezes soam didáticos e até previsíveis. Tanto a fotografia quanto trilha sonora fogem da vibe “série de TV” e dão um excelente valor de produção cinematográfico à obra, mas se mantendo no campo seguro, sem ousadias, e os episódios tendo entre 35-40 minutos de duração possuem um bom ritmo, graças ao bom trabalho de edição. Os efeitos visuais são competentes e alguns conseguem impressionar.

Marco Pigossi (Eric) tem o perfil, carisma e talento que um bom protagonista precisa. O elenco de coadjuvantes é competente e agradável, em especial José Dumont (Ciço), Alessandra Negrini (Inês) e Fábio Lago (Iberê). Os destaques ficam para o sempre irreverente Wesley Guimarães (Isac) e a magnética Jessica Córes (Camila).

A primeira temporada de Cidade Invisível da Netflix é um excelente entretenimento. Mesmo com uma formato “Para Exportação”, a série acerta em apostar no realismo fantástico, e sua boa construção e execução garantem um bom divertimento. As pontas soltas e deixas estão lá para garantir uma segunda temporada, que fico na torcida que não demore para chegar.


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Séries | TV

WandaVision | Quarteto Fantástico pode ter sido referenciado e você nem notou

Uma diálogo simples de WandaVision pode ter dado uma dica quanto às origens do Quarteto Fantástico do MCU no episódio 4 da série.

Rafa-el Lima

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Será que a Marvel pode ter introduzido, na surdina, a sua Primeira Família ao MCU com uma simples referência em WandaVision?

Uma teoria sugere que o episódio 4 de WandaVision pode ter dado pistas quanto às origens do Quarteto Fantástico, de acordo com o site Den of Geek.

Os primeiros cinco minutos do quarto episódio de WandaVision fazem referência a um ‘Programa de Treinamento de Astronautas’ que, de maneira brilhante, está falhando em decolar. Como disse o diretor em exercício do E.S.P.A.D.A., Tyler Hayward, eles “perderam metade de [seu] pessoal no Blip e metade dos restantes perderam a coragem”.

Como isso se encaixa no Quarteto Fantástico? As origens do Quarteto estão intimamente ligadas a Programas Espaciais. Nas HQs, eles são astronautas que fizeram a sua incursão no espaço em um voo não autorizado e acabaram por ser expostos à radiação cósmica. Assim, como acontece com a maioria dos acidentes baseados em radiação no universo da Marvel, quatro novos super-heróis – Senhor Fantástico, Mulher Invisível, Tocha Humana e o Coisa – nasceram.

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– Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Claro, pode não ser nada – mas a Marvel tem em seu histórico o hábito de soltar pistas para projetos futuros com antecedência. Afinal, tudo, desde Doutor Estranho à nação natal dos Panteras Negras, Wakanda, foi apresentado de alguma forma anos antes de finalmente se tornar realidade na tela grande. Vale ressaltar que esta é a primeira menção importante quanto a astronautas desde que a Disney conquistou os direitos do Quarteto Fantástico em sua fusão com a Fox, o que certamente já é marcante por si só.

Só recentemente a Marvel confirmou oficialmente que um filme do Quarteto Fantástico está à caminho, então ainda levará algum tempo antes de vermos se isso foi uma provocação deliberada ou um erro completo. Ainda assim, a frase atende a um dos objetivos da série que é de fazer com que o público observe e questione até mesmo as menores linhas de diálogo. Pode não ser nada; pode ser tudo – mas isso já é parte da diversão.

Adquira suas HQs do Quarteto Fantástico AQUI e se prepare para as aventuras do grupo no MCU.


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Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Ryan Coogler, diretor de Pantera Negra, assinou contrato de 5 anos com o Disney+ para desenvolver uma série sobre o Reino de Wakanda.

Rafa-el Lima

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O diretor do longa Pantera Negra, Ryan Coogler, desenvolverá uma série para o Disney+ sobre Wakanda.

A The Walt Disney Company pretende estreitar os laços com o diretor e co-roteirista de Pantera Negra, Ryan Coogler. De acordo com o site Deadline, a Disney fechou um acordo geral de cinco anos com a Proximity Media, empresa de Coogler que ele dirige com os diretores Zinzi Coogler, Sev Ohanian, Ludwig Göransson, Archie Davis e Peter Nicks.

De acordo com o site, Coogler, que já está trabalhando na sequência do longa de Pantera Negra, que ele dirigirá ainda este ano, desenvolverá em seguida uma nova série para o estúdio.

A série será um drama baseado no Reino de Wakanda e será distribuída no Disney+.

Ainda de acordo com o Deadline, a negociação feita também permite que a Proximity Media desenvolva outros trabalhos para outras divisões da Companhia.

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“Ryan Coogler é um contador de histórias singular, cuja visão e alcance o tornaram um dos cineastas de destaque de sua geração”, disse Bob Iger, presidente executivo da The Walt Disney Company. “Com Pantera Negra, Ryan trouxe uma história inovadora e personagens icônicos à vida de uma forma real, significativa e memorável, criando um momento cultural divisor de águas. Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento e ansiosos para contar mais ótimas histórias com Ryan e sua equipe.”

“É uma honra fazer parceria com a The Walt Disney Company”, disse Coogler. “Trabalhar com eles em Pantera Negra foi um sonho que se tornou realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderíamos estar mais felizes de lançar nosso negócio para a televisão com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o guarda-chuva da Disney. Estamos ansiosos para aprender, crescer e construir um relacionamento com públicos em todo o mundo por meio das plataformas Disney. Estamos especialmente entusiasmados por darmos nosso primeiro salto com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso e seus parceiros no Marvel Studios, onde estaremos trabalhando de perto com eles em programas do MCU selecionados para Disney+. Já estamos participando de alguns projetos que mal podemos esperar para compartilhar”, afirmou Ryan Coogler em nome da Proximity Media.

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Pantera Negra arrecadou US $ 1,3 bilhão globalmente e se tornou o primeiro filme de super-herói a receber uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. O protagonista do longa, Chadwick Boseman, morreu no ano passado, e Coogler e a Disney estão trabalhando em uma sequência que não venha a escalar outro ator para o papel.


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Séries | TV

Netflix confirma a continuação da série Lupin

Série que liderou por dias o TOP 10 da Netflix no início deste ano tem a sua continuação já confirmada pelo serviço de streaming.

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Uma série que já brilhou muito esse ano de 2021 na Netflix foi Lupin. O show se tornou um fenômeno mundial e tem como protagonista Omar Sy, que já conhecíamos por filmes como, Intocáveis (2011) e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014).

Lupin esteve por dias no primeiro lugar do Top 10 da Netflix em mais de 10 países e está previsto o seu retorno no fim do semestre. Os cinco novos episódios estão na direção de Ludovic Bernard (The Climb) e Hugo Gélin (Amor à Segunda Vista).

Para quem não conhece, Lupin estreou na Netflix em 8 de janeiro de 2021 e é uma série produzida na França e segue como um thriller de mistério criada por George Kay e François Uzan. A série é dividida em 10 episódios, lançados em duas partes.

Inspirada em um livro sobre o ‘ladrão cavalheiro Arsène Lupin‘, criado em 1905 pelo escritor francês Maurice Leblanc, a série conta a história do  ladrão profissional Assane Diop (Omar Sy), único filho de um imigrante senegalês que vai à França em busca de uma vida melhor para seu filho. O pai de Assane é acusado, por seu patrão, o rico e poderoso Hubert Pellegrini, do roubo de um caríssimo colar de diamantes e acaba se enforcando em sua cela de prisão por vergonha por ter sido condenado sendo inocente, deixando o adolescente Assane órfão.

Vinte e cinco anos depois, tomando como base de ação de sua vingança um livro sobre o ‘ladrão cavalheiro Arsène Lupin’, que seu pai lhe dera no dia do seu aniversário, Assane vai em busca de sua desforra em cima da família Pellegrini, munido de seu carisma e domínio do roubo, subterfúgio e disfarce para expor a doença de Hubert.

O elenco da série conta com Omar Sy (Assane Diop), Vincent Londez (Capitão Romain Laugier), Ludivine Sagnier (Claire), Clotilde Hesme (Juliette Pellegrini), Nicole Garcia (Anne Pellegrini), Hervé Pierre (Hubert Pellegrini), Soufiane Guerrab (Youssef Guedira), Antoine Gouy (Benjamin Ferel), Fargass Assandé (Babakar Diop), Shirine Boutella (Tenente Sofia Belkacem) e Etan Simon (Raoul).

Ainda foi divulgada a data de estreia da segunda parte.


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Série documental ‘Marvel 616’ estreia no Disney Plus Brasil

Streaming lança série documental sobre o legado da Casa das Ideias e a sua importância na vida dos fãs e colaboradores ao longo das décadas.

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Esperado para o ano passado, estreou neste final de semana no Disney Plus do Brasil uma das séries documentais mais esperadas do ano, Marvel 616.

A Disney tem investido pesado em documentários sobre suas produções cinematográficas como Frozen e outros. Entretanto, o documentário da vez tem um foco muito grande na história das produções Marvel, trazendo para a tela os desenhistas e suas criações, as heroínas que fazem a diferença na vidas de outras pessoas, etnias que cada vez mais ganham espaço e mostram do que são capazes, e até casos curiosos como, por exemplo: você sabia que Homem-Aranha foi quem proporcionou a criação dos Power Rangers como eles são hoje?

O documentário traz oito episódios com histórias contadas através das lentes de um grupo de cineastas sobre histórias incríveis de dentro do universo Marvel.

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Marvel 616 mostra o quanto é rico o legado da editora, e que este não se prende apenas aos quadrinhos, mas aos seus personagens e os criadores da Casa das Ideias pelo mundo a fora.

O documentário cobre tópicos como: mulheres que galgaram seu espaço dentro da Marvel Comics, o mundo maravilhoso dos cosplays, descobrindo personagens dantes esquecidos e muito mais.

Confira o trailer oficial abaixo:


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Sandman | Elenco da série da Netflix é finalmente revelado

Sandman, uma das mais aclamadas HQs de todos os tempos está ganhando uma série e o próprio Neil Gaiman apresentou o elenco em suas redes.

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Após um ano do anúncio da série, a Netflix revela o elenco de sua adaptação de Sandman, uma das mais amadas obras de Neil Gaiman.

Em publicação no seu Twitter, Neil Gaiman fez o anúncio do elenco da série:

O ator Tom Sturridge será o protagonista do drama baseado nos quadrinhos da DC Comics de Gaiman, interpretando Sonho, ou Morpheus (Dream), o mestre do Reino do Sonhar. Gwendoline Christie coestrelará como Lúcifer, o Rei do Inferno. Vivienne Acheampong, Boyd Holbrook, Charles Dance, Asim Chaudhry e Sanjeeve Bhaskar completam o time do drama de fantasia sombria.

A Netflix descreve sua série live-action de Sandman como: “Uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria em que a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados. The Sandman segue as pessoas e os lugares afetados por Morpheus, o Rei dos Sonhos, como ele corrige os erros cósmicos – e humanos – que ele cometeu durante sua vasta existência.”

Sturridge assume o papel que foi brevemente dado a Joseph Gordon-Levitt quando Sandman estava sendo desenvolvido como um filme pela a New Line no início de 2016. A presença de Christie (que interpretou Brienne) e Dance (que interpretou Twin Lannister) cria uma mini-reunião de Game of Thrones para a dupla. Dance vai retratar Roderick Burgess, um charlatão, chantagista e mágico.

Acheampong (Convensão das Bruxas) interpreta Lucienne, a bibliotecária chefe e guardiã de confiança do reino do Sonho. Holbrook (Narcos) é definido como o Corinthian, um pesadelo fugitivo que deseja provar tudo o que o mundo tem reservado. Chaudhry (Black Mirror: Bandersnatch) e Bhaskar (Yesterday) assumem os papéis de Abel e Cain, a primeira vítima e o primeiro assassino, que são residentes e súditos leais do Reino dos Sonhos.

Neil Gaiman (American Gods) e Allan Heinberg (Mulher-Maravilha, Grey’s Anatomy) estão co-escrevendo a série, com Heinberg sendo o produtor. David S. Goyer (Batman Begins, Foundation) é o produtor executivo do drama da Warner Bros. Television.

“Nos últimos 33 anos, os personagens do Sandman respiraram, andaram e falaram na minha cabeça”, disse Gaiman. “Estou incrivelmente feliz que agora, finalmente, eles podem sair da minha cabeça e entrar na realidade. Mal posso esperar até que as pessoas lá fora possam ver o que temos visto como Sonho e o resto deles em carne e osso, e a carne pertence a alguns dos melhores atores que existem. Isso é surpreendente, e eu sou muito grato aos atores e a todos os colaboradores de The Sandman – Netflix, Warner Bros., DC, a Allan Heinberg e David Goyer, e as legiões de artesãos e gênios da série – por transformar o mais louco de todos os meus sonhos em realidade.”

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Série animada de ‘Game of Thrones’ em desenvolvimento inicial na HBO Max

Das HQs para as telas

Sandman chegou à Netflix em junho de 2019 com um pedido de 11 episódios para o que, de acordo com fontes na época disseram, seria um projeto de grande compromisso financeiro. O acordo na época, segundo fontes, seria da série mais cara que a DC Entertainment já havia feito. Três meses depois, o produtor Greg Berlanti anunciou que sua série do Lanterna Verde para a HBO Max e “promete ser o maior programa já feito pela DC”.

Fontes ainda disseram ao site The Hollywood Reporter na época que a Warner, que controla a IP, levou o projeto da série de Sandman a vários canais, incluindo a irmã corporativa HBO. A rede de TV a cabo premium não fez parte da série, dado o enorme preço anexado ao projeto (e provavelmente o número de outros grandes programas mundiais em desenvolvimento), e a Netflix abocanhou a obra.

O adorado quadrinho de Gaiman teve um longo e desafiador caminho até as telas. As tentativas de transformar Sandman em uma franquia de longa-metragem começaram na década de 1990 com a Warner Bros. – a empresa-mãe da Vertigo, o ex-selo da DC Comics. O projeto passou por várias encarnações e escritores na década de 1990 e início de 2000 e, finalmente, labutou no purgatório do desenvolvimento. Gaiman anunciou, no final de 2013, que estava se juntando a Gordon-Levitt para um longa-metragem que acabou nas mãos da New Line, da Warner Bros. Gordon-Levitt foi escalado para estrelar e dirigir antes de abandonar o filme após diferenças criativas com o estúdio em março de 2016. Eric Heisserer, o último roteirista vinculado ao Sandman da New Line, disse em novembro de 2016 que não estava mais envolvido.

Sandman ainda não tem data de estreia determinada.

Adquira suas HQs de Sandman AQUI e conheça o Sonhar bem antes da série da Netflix.

Fonte: The Hollywood Reporter


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Séries | TV

Série animada de ‘Game of Thrones’ em desenvolvimento inicial na HBO Max

E mais uma série derivada de ‘Game of Thrones’ está nos planos da HBO. De acordo com site, agora a emissora estaria visando uma animação.

Rafa-el Lima

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Uma série de animação Game of Thrones está nos estágios iniciais de desenvolvimento para a HBO Max.

De acordo com o site Variety, o mundo fantástico de George RR Martin pode estar ganhando uma série animada exclusiva para o serviço de streaming da HBO Max.

Não há detalhes disponíveis sobre qual seria o foco da possível série e nenhum escritor ou nome de peso está vinculado ao projeto até momento, informa o site.

A HBO Max não quis comentar a notícia.

Vale ressaltar que esta não seria a primeira incursão dos escritos de Martin no mundo das animações, uma vez que os extras dos DVDs de A Guerra dos Tronos estão repletos de animações stopmotion em uma série de episódios que contam histórias do passado das grandes casas, relatam momentos importantes e guerras que aprofundam a história dos Sete Reinos para quem conhecia Westeros apenas pela série de TV.

++Leia Mais:
– Game of Thrones | Série ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ está em desenvolvimento inicial
– Game of Thrones | HBO estaria considerando uma série sobre a Rebelião de Robert

Novidades em Westeros

Na última semana várias notícias de novas séries no mundo d’As Crônicas de Gelo & Fogo. As notícias davam conta de séries baseadas nos “Contos de Dunk e Egg” e na Rebelião de Robert estariam também em desenvolvimento inicial na HBO.

A HBO está atualmente trabalhando na série prévia aos eventos de Game of Thrones, House of the Dragon, que está programada para estrear em 2022. A série apresentará o desenvolvimento da guerra civil Targaryen em Westeros, que é conhecida como A Dança dos Dragões.

A série de livros de ‘A Guerra dos Tronos‘ já foi adaptada para a TV, games eletrônicos, jogos de tabuleiro e mais. Conheça e adquira os seus AQUI.


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