Demolidor: 3ª Temporada | Crítica - Multiversos
Siga-nos nas redes sociais

Demolidor supera as expectativas com temporada eletrizante!

Demolidor, nos quadrinhos há muito o personagem sustenta a alcunha de “O Homem Sem Medo”, e basta você ler algumas das histórias do herói para que entenda o quanto o rótulo é apropriado. Em sua terceira temporada a série do Demolidor, mais um produto da parceria Netflix/Marvel, se mostra, também, digna do mesmo título.

“A Queda de Murdock?”

A temporada começa imediatamente após os eventos de “Os Defensores”. Matt Murdock está desaparecido e, com o passar dos meses, a falta de notícias faz com que seus amigos passem a aceitar que o pior aconteceu.

Mas Murdock está escondido, se recuperando de seus graves ferimentos no mesmo orfanato para onde o herói foi enviado quando criança, logo após a morte do pai. Matt não é mais o mesmo, sombrio, amargurado e muito mais violento. Sua fé sempre inabalável, que por vezes foi seu porto seguro, agora fraqueja, o que faz com que o herói questione a si mesmo, seus méritos e valores.

Andando numa linha tênue, Matt aparenta estar chegando no seu limite moral, quando o retorno de seu maior inimigo parece colocar o vigilante em um caminho sem volta. Matt mal sabe o que realmente o aguarda!

Como esperado a série é inspirada na maior história em quadrinhos do Demolidor, A Queda de Murdock. Escrita nos anos 80 pelo grande Frank Miller, a história acompanha os acontecimentos na vida de Matt após seu maior inimigo, o Rei do Crime, descobrir sua identidade secreta. O que se segue é a destruição não só da figura heroica do Demolidor, mas de todos os aspectos da vida de Matt. O arco dramático é recheado de temas fortes como drogas, prostituição, traição e outros.

A série adapta alguns elementos vistos na HQ clássica, mas o tom obviamente não é tão pesado quantos dos quadrinhos, mas ainda sim funciona muito bem dentro da proposta do enredo.

Retornos em grande estilo

Depois de ficar à sombra do Justiceiro e em meio ao seu dramalhão digno de novela mexicana com Elektra na temporada anterior, a terceira temporada deu sinais desde o início de que resgataria tudo o que a série tinha de melhor. E resgatou mesmo!

A narrativa é fluida desde seu primeiro episódio. O ritmo é cadenciado nos episódios iniciais para contextualizar o espectador dos conflitos e dilemas do protagonista, da ascensão dos antagonistas e das sub-tramas envolvendo os coadjuvantes. Ao chegarmos à metade da temporada as coisas aceleram na medida certa e, na parte final da temporada, temos 3 episódios de tirar o fôlego!

O roteiro sólido e bem amarrado dispõe de maneira harmoniosa os dilemas do personagem, a ascensão de Wilson Fisk e as nuances envolvendo os coadjuvantes. Todos estes elementos formam uma cadeia de acontecimentos muito bem desenvolvidos, com pontos de virada em muitos episódios e diálogos fortes e bem construídos. Mesmo os primeiros episódios, onde a história ainda está se moldando, são bem dinâmicos e não causam qualquer desinteresse.

O roteiro gira em torno da descrença de Matt no sistema, em sua fé católica e até em seus ideais heroicos. Entre o embate entre o vigilante, o herói e a frágil linha que impede que seu forte senso de justiça seja irremediavelmente distorcido.

Por outro lado, a ameaça de Wilson Fisk cresce a cada capítulo, chegando a ser desesperador o momento em que tomamos ciência da perfeita arquitetura desenvolvida por Fisk para seu retorno e sua vingança. O segundo antagonista da série é fruto dos planos de Fisk, e surpreende positivamente pela maneira como é apresentado e utilizado. Fisk retorna mais poderoso do que nunca, e a vida de Matt e de seus amigos nunca correu tanto perigo.

Falando neles, Karen Page e Foggy Nelson voltam com a qualidade e a profundidade crescentes já vistas nas temporadas anteriores. O roteiro reserva um bom tempo de tela para cada um, para desenvolver suas questões e dilemas, ao mesmo tempo em que costura a importância de ambos para o desenrolar da trama.

O que era bom, ficou ainda melhor!

Os valores de produção continuam excelentes. As lutas continuam muito bem coreografadas, com as tradicionais cenas de combate em corredor tudo filmado em plano sequência. Desta vez temos uma que dura cerca de 11 minutos, tudo filmado direto, sem cortes, um show de direção, atuação e coreografia.

A fotografia mantém a qualidade vista nas temporadas anteriores e ressalta com perfeição o clima sombrio da trama, principalmente pela boa escolha da paleta de cores e pela construção dos cenários.

A trilha sonora novamente é assinada por John Paseano que mais uma vez mostra sua competência nas escolha dos temas musicais. Aliás, entre eles temos um tema musical que está presente no game Mass Effect 3.

O Demônio e seus amigos

Novamente o elenco é o ponto alto da série. Impressiona como o showrunner da série, Erick Olsen, conhece bem seus personagens.

Começamos por Charlie Cox que, pela terceira vez, dá vida a Matt Murdock/Demolidor. Desta vez o personagem está em crise, o Matt que sobreviveu a catástrofe no final de ‘Os Defensores’ não acredita mais no sistema, duvida da fé e dos desígnios de Deus e não acredita mais que Hell’s Kitchen precise de um herói, mas de um vigilante que não se omita em usar todo e qualquer meio para deixar a cidade segura. Com o avanço da história, vemos um Matt perdendo suas convicções e se afastando dos amigos, envolto pela fixação em deter Wilson Fisk. Aos poucos Matt entende o quanto suas escolhas foram erradas, à medida que sua vida desmorona ao ser incriminado e ver o Demolidor desacreditado perante a opinião pública.

Charlie Cox continua muito bem no papel transmitindo a verdade das emoções de um Matt esgotado fisicamente e abalado psicologicamente, mas que coloca seu dever acima de qualquer coisa em uma jornada que ensinará ao protagonista o real significado da figura do herói e a importância das pessoas que o amam em sua vida, mesmo diante de suas difíceis escolhas.

Karen Page (Deborah Ann Woll) continua a mesma mulher poderosa e corajosa das temporadas anteriores e nesta sabemos mais de seu passado e dos fantasmas que assolam a bela repórter. Karen tem um papel fundamental no desenvolver do show.

Há um fun service bacana na temporada em relação ao papel da jornalista no descobrimento da identidade secreta do Demolidor por Fisk, mas sem o mesmo impacto ou contorno pesado da HQ ‘A Queda de Murdock’.

Assim como Karen, Foggy Nelson também tem seu papel fundamental no desenrolar da trama e na resistência ao sórdido plano de Fisk, mas Foggy, ao contrário de Matt, não perdeu a fé no sistema. Pelo contrário, é utilizando as vias legais que Foggy pretende frear a investida do vilão. Em paralelo, o jovem advogado precisa lidar com os problemas em sua família, e com a sua quase insatisfação com sua nova e confortável vida. Foggy é interpretado pelo competente Elden Henson, que novamente responde muito bem ao papel. Ao lado de Karen, Foggy é o ponto de equilíbrio na vida de Matt.

Das novas adições ao elenco temos que destacar o Jay Ali como o agente do FBI Ray Nahdeem, o elemento responsável por trazer humanidade pura e simples a toda esta equação. Nahdeem é o gatilho involuntário para o inicio dos planos de Fisk.

Os Antagonistas

O antagonismo da série é liderado por Wilson Fisk e Ben Poindexter. Enquanto o primeiro retorna com o desejo de vingança e de se estabelecer como único chefe do crime na cidade, o segundo é apresentado e desenvolvido para se tornar, no futuro, um dos maiores adversários do Demolidor, conhecido como Mercenário.

A construção do Mercenário passa pelos distúrbios mentais do personagem e suas fortes tendências psicóticas. Esta personalidade é aliada a um conjunto de habilidades que aparentemente nasceram com o personagem, uma sacada interessante dos roteiristas para não se alongarem demais com explicações cansativas sobre as habilidades de Poindexter.

Poindexter é frio, obstinado e perturbadoramente sádico, como uma mira impressionante, fazendo jus ao apelido de sua versão nos quadrinhos: “O Homem que nunca erra!”

O ator Wilson Bethel é o responsável por dar vida a Poindexter, com uma atuação que ressalta os medos, a crueldade e a paranoia insana de seu personagem, depois de “domado” pelo Rei do Crime, Poindexter finalmente se solta e o que vem a seguir é de tirar o folego, naquele que eu considero o melhor episódio da temporada.

Mas o destaque a Poindexter e todo o seu arco narrativo são dosados na medida, para não ofuscar o grande antagonista da série.

O Rei do Crime

Depois de ser preso, humilhado e derrotado pelo Demolidor na primeira temporada, Wilson Fisk deu mostras na temporada seguinte que um plano meticuloso e complexo estava sendo armado pelo vilão.

E não deu outra, em sua terceira temporada a série mostrou o real poder do vilão. Capaz de manipular a todos, Fisk intimida, ameaça e suborna costurando uma teia aparentemente sem falhas, ficando sempre vários passos a frente de qualquer um que ouse se impor em seu caminho.

Vincent D’Onofrio é um Wilson Fisk muito próximo a sua versão dos quadrinhos. Um gangster cruel e sanguinário, capaz de qualquer atrocidade para manter o poder. O mafioso desacredita a figura do Demolidor e incrimina Matt Murdock ao mesmo tempo em que manipula eventos para trazer a opinião pública de volta a seu favor. O poder da palavra é um dom absolutamente presente no vilão.

Enquanto isso nos bastidores do mundo do crime, Fisk cirurgicamente elimina adversários e constrói um cenário absolutamente favorável para que o vilão se consolide como o real chefão do crime em Hell’s Kitchen. Um verdadeiro Rei do Crime cuja ameaça recai sobre a democracia e liberdade.

Assim como Matt, o Rei do Crime também é atormentado pelos fantasmas do passado, e talvez sua única fraqueza seja o amor que nutre pela sua amada Vanessa, a quem o Rei reserva um lado surpreendentemente sensível e doce, ao melhor estilo A Bela e a Fera.

Vale ou não a pena assistir?

Em meio aos cancelamentos de Luke Cage e Punho de Ferro, a terceira temporada de Demolidor acerta em quase tudo, tem o mérito de trazer de volta e potencializar tudo que fez da série um sucesso em sua temporada de estreia e que parece ter ficado um pouco esquecido na temporada seguinte.

De negativo o excesso de episódios, toda a historia contada nesta terceira temporada caberia perfeitamente em 10 episódios, o que deixaria a série mais enxuta e ainda mais agradável de assistir. O passado de Karen Page contado em um episódio inteiro, poderia perfeitamente ser resolvido com trechos de flashbacks, como por exemplo, no surpreendente evento envolvendo a Irmã Maggie (Joanne Whalley).

Mas os pontos negativos afetam muito pouco a qualidade da experiência. Na real, Demolidor sintetiza a necessidade de um herói a margem da lei em meio a uma ameaça que corrompe e manipula o próprio sistema, com cenas de ação de muita qualidade, que não acontecem de maneira gratuita, mas trabalham para valorizar os momentos dramáticos do show. As soluções de roteiro surpreendem o expectador, que finaliza os 13 episódios desta temporada ansioso para a próxima.

Resumo

A nova temporada apresenta um Demolidor destruído física e emocionalmente, cheio de dúvidas e dilemas sobre sua vida e conduta, ao mesmo tempo em que consolida a ascensão do Rei do Crime e a constituição de uma nova e mortal ameaça. Inspirado no clássico das HQs “A Queda de Murdock”, vemos Matt em uma jornada de superação, descobrimento e afirmação daquele que merecidamente carrega o título de “O Homem Sem Medo”.

Séries | TV

Mestres do Universo: Salvando Eternia – Parte 1 | Confira os trailers lançados até agora

Produção da Netflix pretende continuar a história dos Guardiões de Eternia a partir do desenho da década de 80.

Publicado há

em

Mestres-do-Universo-Salvando-Eternia-Parte-1-Trailers

Nós millennials, também conhecidos como cringe (wtf?), estamos em polvorosa com o retorno dos Guardiões de Eternia desde as primeiras notícias do retorno dos Mestres do Universo.

Mais de 35 anos depois do término da série original, Mestres do Universo: Salvando Eternia traz de volta os icônicos guerreiros He-Man, Pacato, Gorpo e Mentor. Juntos, os guardiões do Castelo de Grayskull seguem na luta contra Esqueleto, Maligna, Homem-Fera e as temíveis legiões da Montanha da Serpente. Durante uma dessas batalhas mortais, o reino acaba fraturado para sempre. Agora, cabe a Teela solucionar o mistério da Espada do Poder e resgatá-la para impedir que o Universo chegue ao fim. Na corrida contra o tempo, a filha biológica da Feiticeira vai finalmente descobrir os segredos de Grayskull.

++Leia Mais:
– Sombra e Ossos | Uma boa pedida para quem gosta de fantasia
– ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ apresenta o caminho que o DCEU deveria seguir!

Abaixo trazemos todos os trailers do desenho lançados até o momento:

Trailer 1 (Confira clicando aqui ou abaixo)

Trailer 2 (Confira clicando aqui ou abaixo)

Mestres do Universo: Salvando Eternia chega com sua primeira parte à Netflix em 23 de julho (AQUI).


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | InstagramTwitterYouTube



Continue lendo

Séries | TV

Sombra e Ossos | Uma boa pedida para quem gosta de fantasia

Série apresenta um novo mundo mágico com vários elementos interessantes, apesar de alguns clichês narrativos.

Publicado há

em

Sombra e Ossos, nova série original Netflix, baseada nos livros best-sellerers de Leigh Bardugo, estreia amanhã, dia 23/04, e nós trazemos para vocês a nossa crítica com um pequeno guia geral, para que não se sintam perdidos nos primeiros episódios.

Sombra-e-Ossos-Poster

Sinopse
Baseada na série de best-sellers de Leigh Bardugo sobre o universo Grisha, Sombra e Ossos acontece em um mundo destruído pela guerra, onde a órfã e soldado Alina Starkov acaba de descobrir um poder extraordinário que pode ser a chave para libertar o país. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela descobre que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos, e só a magia não será suficiente para sobreviver. Sombra e Ossos é uma produção da Netflix e da 21 Laps Entertainment, estrelada por Jessie Mei Li (Alina Starkov), Archie Renaux (Malyen Oretsev), Freddy Carter (Kaz Brekker), Amita Suman (Inej), Kit Young (Jesper Fahey) e Ben Barnes (General Kirigan).


A série Sombra e Ossos se baseia no primeiro livro da trilogia que dá início ao, assim conhecido, Grishaverso. A trilogia original é composta por: Sombra e Ossos, Sol e Tormenta e Ruína e Ascenção.

A órfã Alina Starkov, Jessie Mei Li, é uma jovem cartógrafa do Primeiro Exército de Ravka e, assim como vários outros concidadãos, é parte da luta contra a Dobra das Sombras, uma imensa muralha de sombras repleta de monstros. Em uma viagem através da Dobra, Alina se vê ao lado de seu amigo de infância, o também membro do exército, Malyen Oretsev, Archie Renaux, sendo atacada por uma criatura das sombras e se mostra capaz de algo que, para muitos, era impossível: Conjurar o Sol.

Para os mais atentos aos mais variados conteúdos da cultura pop, a narrativa de Sangue e Ossos apresenta vários elementos similares a diversas outras obras.

O universo de Sangue e Ossos é composto por pessoas normais, como eu e você, e por Grishas. Os Grishas fazem parte da elite mágica de Ravka e são os Soldados do Segundo Exército. Eles praticam aquilo que eles chamam de Pequena Ciência, que consiste em manipular a matéria em seus níveis mais fundamentais, como uma versão mágica da química molecular.

Qualquer semelhança com os dobradores de elementos da animação Avatar é mera coincidência. Ou não?

Para não se perder ao assistir a série

A Ordem Grisha é formada por três grupos distintos: Corporalki, Etherealki e Materialki. Cada grupo, por sua vez, é ramificado em grupos de manipuladores diferentes.

Os Corporalki, a Ordem dos Vivos e dos Mortos, são os soldados de mais alta patente no Segundo Exército e é composta por dois tipos distintos de Grishas: Os Sangradores são capazes de fazer com que seus inimigos fiquem impossibilitados de lutar, tirando o ar de seus pulmões e alterando o ritmo de seu coração, sem nem ao menos encostar neles. Sangradores também são capazes de manipular/causar emoções nas pessoas; Os Curandeiros são especializados em curar ferimentos – quer sejam eles causados por um Sangrador ou não.

Os Etherealki, a Ordem dos Conjuradores, é formada por três tipos de Grishas: Os Aeros são capazes de manipular a pressão do ar para criar tempestades; Os Infernais convocam gases combustíveis para manipular o fogo; Por sua vez, os Hidros se aproveitam das condições de temperatura e pressão para comandar a água.

Os Materialki, a Ordem dos Fabricadores, são o mais próximos do que conhecemos como cientistas. Os Alquimistas criam venenos e explosivos. Durastes se especializam no famoso aço Grisha e são os responsáveis pela criação das armaduras utilizadas pelos soldados de elite. Apesar de sua importância, muitas vezes os Materialki não são tão prestigiados quanto as outras ordens.

A protagonista Alina Starkov descobre, tardiamente, ser uma conjuradora, portanto uma Grisha. Mas não apenas uma conjuradora de um elemento qualquer, ela é uma Conjuradora do Sol. Portanto, a única possivelmente capaz de destruir a Dobra.

Além das dificuldades normais que Alina já teria em iniciar um treinamento após a idade ideal para tal, ela ainda sofre com o preconceito de vários por ser uma meio-Shu.

Sombra-e-Ossos-Mapa-Ravka

Ravka é o cenário central da narrativa da série. Um reino dividido pela Dobra, a muralha de sombra, que separou um povo e está fazendo com que os lados, anteriormente unidos, passem a se ver como inimigos. O reino de Ravka é baseado na antiga União Soviética, dividida pelo Muro de Berlim.

O continente onde Ravka está inserido é ainda constituído por Fjerda, ao norte, baseado nos países escandinavos, e por Shu Han ao sul, baseado nos países asiáticos.

Ravka é um país que vive em guerra com seus vizinhos, Fjerda e Shu Han. E, com a presença da Dobra das Sombras, o país sofre com a escassez de recursos e armas para suas guerras, uma vez que não tem como fazer comércio com outros países pelo mar sem correr o risco de ter que passar por territórios inimigos ou ter que enfrentar os monstros de sombras ao cruzar a Dobra.

Além disso, Ravka e Fjerda tem visões antagônicas quanto aos Grishas: enquanto em Ravka os Grishas são respeitados pela maioria do povo e têm um lugar importante na elite do exército, em Fjerda eles são perseguidos e mortos. Já em Shu Han os Grishas são alvo de estudos que buscam descobrir a origem dos seus poderes de manipulação e tentar replicá-los em outras pessoas.

Sobre a adaptação Netflix

Apesar de seu confuso início, a série consegue prender a atenção do espectador do início ao fim, mesmo com os vários clichês empregados no roteiro (que vão desde a donzela facilmente apaixonável até o animal usado como alívio cômico). Se você conseguir passar pela bagunça que são os primeiro e segundo episódios, onde simplesmente são jogados na cara do expectador locais distintos e elementos sem nenhuma, ou com pouquíssima, explicação, você provavelmente acompanhará toda a jornada de Alina.

O trabalho de design de produção da série é ótimo. Você realmente sente que esse continente é algo novo e distinto do continente europeu que conhecemos, apesar de as referências estarem ali. O cenário é tanto influenciado pela Europa real quanto por elementos que lembram o steampunk em alguns momentos. Vale ressaltar que o trabalho de efeitos especiais também é bastante competente, o que é de se esperar para uma produção de fantasia.

O corpo de atores trabalha bem os seus personagens, por mais que deixe um desejo de ver melhor desenvolvido alguns enredos particulares. Mas, infelizmente, Ben Barnes segue interpretando a si mesmo, como em vários dos trabalhos que o ator participa, e seu General ‘Darkling’ Kirigan é apenas mais um dos clichês presentes na obra.

Apesar dos pesares, Sombra e Ossos é uma boa série de fantasia, que apresenta elementos fantásticos aparentemente já explorados em outras obras, mas com uma linguagem e ambientação muito particular.

Os livros do Grishaverso

A série de livros do Grishaverso é composta pela trilogia original: Sombra e Ossos, Sol e Tormenta e Ruína e Ascenção e seguida pela duologia Six of Crows: Sangue e Mentiras e Crooked Kingdom: Vingança e Redenção.

Os dois últimos livros lançados do Grishaverso, King of Scars e Rule of Wolves, ainda não tem versões em português.


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | InstagramTwitterYouTube



Continue lendo

Séries | TV

Falcão e o Soldado Invernal [S01E01] | Bem-vindo ao novo mundo do UCM!

Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan) ganham a sua série no Disney+!

Publicado há

em

falcao-e-o-soldado-invernal-marvel-studios-disney+-critica
Divulgação: Disney

Falcão e o Soldado Invernal (2021), a mais nova série do Marvel Studios acaba de lançar o seu primeiro episódio no Disney+ e nós do Multiversos já conferimos o primeiro episódio. Pode ler tranquilo que não haverá spoilers no texto.

Em um mundo pós-eventos do blip (o famoso estalo de dedos feito com a Manopla do Infinito), com o retorno de milhões de pessoas que desapareceram cinco anos atrás (ver Vingadores: Guerra Infinita), Sam Wilson (Anthony Mackie) e James ‘Bucky’ Barnes (Sebastian Stan) precisam lidar tanto com as emergentes ameaças que esse admirável mundo novo segue trazendo como também precisam se reconectar com uma realidade da qual eles sentem-se deslocados e perdidos.

Nesse primeiro episódio, dirigido por Kari Skogland (que assina os seis episódios da série) e escrito por Malcolm Spellman, que também é o showrunner da série, temos, de cara, ação vertiginosa num altíssimo nível, mostrando que as intenções da série são altas e ousadas. O roteiro também tem o cuidado especial de aprofundar as vidas de Sam e Bucky, mostrando suas origens, anseios, traumas e como ambos estão lidando com o mundo atual.

Graças aos excelentes diálogos, esse aprofundamento é coerente e empático, e fisga o espectador. Também não é esquecido que o mundo “pós-blip” encontra-se caótico e cada vez mais perigoso, com claros reflexos às formas que o governo estadunidense lida com seus problemas e símbolos.

A trama deixa claro que os Estados Unidos vivem a perda de Steve Rogers, e que a sombra dele ainda é muito grande sobre esses personagens, com Sam sentido o peso de suas escolha em Vingadores: Ultimato e Bucky cada vez mais deslocado, se apegando a lembranças, sejam elas boas ou más, enquanto ambos buscam laços perdidos como família, redenção e identidade.

É divertido encontrar os easter eggs neste episódio. A série utiliza muito bem a cronologia estabelecida do UCM e faz os acenos certos para os fãs de longa data, tanto dos quadrinhos, quanto dos que são oriundos dos filmes e esses brindes nunca se sobrepõem a trama.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica para Wandavison S01E01
– Leia também a nossa análise de Thor Ragnarok

Graças ao trabalho preciso de coreografia, fotografia, edição, som e efeitos visuais, as sequências de ação são fantásticas! A trilha sonora de Henry Jackman, que também compôs para Capitão América e o Soldado Invernal, cria novas composições inspiradas nesse lado do UCM, como também revisita alguns temas conhecidos como, por exemplo, a música-tema do Soldado Invernal. Junto com o trabalho de design de produção, que sabe bem que Sam é um personagem solar e Bucky vive nas sombras, temos contrastes bem construídos em tela.

Anthony Mackie aumenta o repertório de Sam Wilson mostrando-o como uma cara familiar e gente boa em qualquer cenário. Sebastian Stan carrega pesado no semblante deslocado que Bucky possui. Fica claro no rosto dele como o personagem não está à vontade nesse novo mundo, mas que tenta com todas as forças se adaptar à ele.

Falcão e o Soldado Invernal já deixa claro que é a continuação direta, e principalmente, emocional de Capitão América e o Soldado Invernal e, mais uma vez, o Marvel Studios acertou em criar uma obra sensacional, que dialoga com o hoje e com o seu universo.

O mundo mudou e precisamos de novos heróis. Eles acabaram de chegar.


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | InstagramTwitterYouTube



Continue lendo

Séries | TV

‘O Legado de Júpiter’ tem primeiras imagens reveladas!

Das HQs de Frank Quitely para as telas dos streaming! Mais uma série de heróis chegando em março na Netflix.

Publicado há

em

legado-de-jupiter_novas_imagens

O novo trailer mostra os esboços de Frank Quitely em transformações para revelar as primeiras imagens oficiais de O Legado de Júpiter.

No vídeo, o vilão mais temido desta temporada, Blackstar, ganha vida. Também é apresentado Hutch (Ian Quinlan), filho de um dos maiores supervilões do mundo, e Chloe Sampson (Elena Kampouris), herdeira dos maiores super-heróis. Conheça ainda Sheldon Sampson (Josh Duhamel) em 1929 e seu filho, Brandon Sampson (Andrew Horton). Por fim temos a primeira geração de super-heróis é revelada: Lady Liberty/Grace Sampson (Leslie Bibb), The Utopian/Sheldon Sampson (Duhamel) e Brainwave/Walter Sampson (Ben Daniels).

A Netflix sugere aos fãs do quadrinho O Legado de Júpiter deem um replay no vídeo para tentarem encontrar elementos escondidos nas cenas.

++Leia Mais:
– O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia
– Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Sobre O Legado de Júpiter:


Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. A série é estrelada por Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

Produtores executivos são Mark Millar, Frank Quitely, Lorenzo Di Bonaventura, Dan McDermott, Steven S. DeKnight, James Middleton e Sang Kyu Kim.

O Legado de Júpiter, está com estreia prevista para sexta-feira, dia 7 de maio na plataforma da Netflix. A temporada inicial conta com oito episódios.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | Instagram | YouTube | Twitter



Continue lendo

Séries | TV

O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia

A nova série da Netflix se baseia nas HQs de mesmo nome criadas pela dupla de quadrinhistas Mark Millar e Frank Quitely

Publicado há

em

O-Legado-de-Jupiter

O Legado de Júpiter está ganhando uma série na Netflix e o seu primeiro teaser já foi lançado.

Mais uma adaptação de quadrinho acaba ganhando as telas. Dessa vez o Millarworld vem para as telinhas dos streamings com O Legado de Júpiter, obra original de Mark Millar e Frank Quitely.

Sinopse
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

++Leia Mais:
Mortal Kombat | Confira o primeiro trailer legendado
O Superman e o Batman clássicos do cinema estão voltando!

A HQ apresenta os filhos dos maiores super-heróis da história mundial vivendo sob o peso do nome e dos altos padrões anteriormente estabelecidos por seus pais.

O elenco conta com nomes de Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

O Legado de Júpiter terá oito episódios e tem estreia prevista para 7 de maio.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | Instagram | YouTube | Twitter



Continue lendo

Séries | TV

Cidade Invisível – 1ª Temporada | O nosso folclore chega às séries da Netflix

O nosso rico folclore brasileiro chega às telas numa trama de mistério e suspense na nova série nacional da Netflix: Cidade Invis?Dvel

Publicado há

em

Cidade-Invisivel-Netflix-Topo
Divulgação: Netflix

Hoje o tempo é curto e a grande disponibilidade de opções de séries e filmes exigem que uma obra fisgue o seu espectador de forma certeira o mais rápido possível. Felizmente, Cidade Invisível, da Netflix, faz isso muito bem.

Criada por Carlos Saldanha (de A Era do Gelo), com ideia geral de Raphael Draccon (Dragões de Éter) e Carolina Munhoz (O Inverno das Fadas), e com direção geral de Luís Carone, a série conta a história de Eric (Marco Pigossi), um agente ambiental federal que, ao sofrer uma grande perda, acaba descobrindo que uma comunidade ribeirinha tem mais coisas dentro de suas terras do que ele imaginava.

O time de roteiristas formado por Mirna Nogueria (Ep 01), Rodrigo Batista (Ep 02), Ludmila Naves (Ep 03), Antônio Arruda e Regina Negrini (Eps 04 e 05), Felipe Sant’Angelo (Ep 06) e Marco Borges (Ep 07), junto com a direção de Luís Carone (Eps 01-03 e 07) e Julia Jordão (Ep 04-06), constroem uma narrativa coesa, dosando bem mistério e construção de personagens. Junto com isso há o trabalho respeitoso e bem adaptado dos elementos do folclore brasileiro dentro da trama.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica de Os Defensores da Netflix
– Leia também a nossa análise de O Diabo de Cada Dia

A escolha por contar essa história no Rio de Janeiro funciona muito bem, graças ao fato da cidade ainda possuir diversos cenários naturais que vão da modernidade ao rústico facilmente. Os diálogos se beneficiam quando ficam mais soltos e naturais, mas várias vezes soam didáticos e até previsíveis. Tanto a fotografia quanto trilha sonora fogem da vibe “série de TV” e dão um excelente valor de produção cinematográfico à obra, mas se mantendo no campo seguro, sem ousadias, e os episódios tendo entre 35-40 minutos de duração possuem um bom ritmo, graças ao bom trabalho de edição. Os efeitos visuais são competentes e alguns conseguem impressionar.

Marco Pigossi (Eric) tem o perfil, carisma e talento que um bom protagonista precisa. O elenco de coadjuvantes é competente e agradável, em especial José Dumont (Ciço), Alessandra Negrini (Inês) e Fábio Lago (Iberê). Os destaques ficam para o sempre irreverente Wesley Guimarães (Isac) e a magnética Jessica Córes (Camila).

A primeira temporada de Cidade Invisível da Netflix é um excelente entretenimento. Mesmo com uma formato “Para Exportação”, a série acerta em apostar no realismo fantástico, e sua boa construção e execução garantem um bom divertimento. As pontas soltas e deixas estão lá para garantir uma segunda temporada, que fico na torcida que não demore para chegar.


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | InstagramTwitterYouTube



Continue lendo

Séries | TV

WandaVision | Quarteto Fantástico pode ter sido referenciado e você nem notou

Uma diálogo simples de WandaVision pode ter dado uma dica quanto às origens do Quarteto Fantástico do MCU no episódio 4 da série.

Publicado há

em

Quarteto-Fantástico-Fantastic-Four-capa

Será que a Marvel pode ter introduzido, na surdina, a sua Primeira Família ao MCU com uma simples referência em WandaVision?

Uma teoria sugere que o episódio 4 de WandaVision pode ter dado pistas quanto às origens do Quarteto Fantástico, de acordo com o site Den of Geek.

Os primeiros cinco minutos do quarto episódio de WandaVision fazem referência a um ‘Programa de Treinamento de Astronautas’ que, de maneira brilhante, está falhando em decolar. Como disse o diretor em exercício do E.S.P.A.D.A., Tyler Hayward, eles “perderam metade de [seu] pessoal no Blip e metade dos restantes perderam a coragem”.

Como isso se encaixa no Quarteto Fantástico? As origens do Quarteto estão intimamente ligadas a Programas Espaciais. Nas HQs, eles são astronautas que fizeram a sua incursão no espaço em um voo não autorizado e acabaram por ser expostos à radiação cósmica. Assim, como acontece com a maioria dos acidentes baseados em radiação no universo da Marvel, quatro novos super-heróis – Senhor Fantástico, Mulher Invisível, Tocha Humana e o Coisa – nasceram.

++Leia Mais:
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
– Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Claro, pode não ser nada – mas a Marvel tem em seu histórico o hábito de soltar pistas para projetos futuros com antecedência. Afinal, tudo, desde Doutor Estranho à nação natal dos Panteras Negras, Wakanda, foi apresentado de alguma forma anos antes de finalmente se tornar realidade na tela grande. Vale ressaltar que esta é a primeira menção importante quanto a astronautas desde que a Disney conquistou os direitos do Quarteto Fantástico em sua fusão com a Fox, o que certamente já é marcante por si só.

Só recentemente a Marvel confirmou oficialmente que um filme do Quarteto Fantástico está à caminho, então ainda levará algum tempo antes de vermos se isso foi uma provocação deliberada ou um erro completo. Ainda assim, a frase atende a um dos objetivos da série que é de fazer com que o público observe e questione até mesmo as menores linhas de diálogo. Pode não ser nada; pode ser tudo – mas isso já é parte da diversão.

Adquira suas HQs do Quarteto Fantástico AQUI e se prepare para as aventuras do grupo no MCU.


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | Instagram | YouTube | Twitter



Continue lendo

Séries | TV

Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Ryan Coogler, diretor de Pantera Negra, assinou contrato de 5 anos com o Disney+ para desenvolver uma série sobre o Reino de Wakanda.

Publicado há

em

Ryan-Coogler-diretor-Pantera-Negra-continuacao-serie-Wakanda

O diretor do longa Pantera Negra, Ryan Coogler, desenvolverá uma série para o Disney+ sobre Wakanda.

A The Walt Disney Company pretende estreitar os laços com o diretor e co-roteirista de Pantera Negra, Ryan Coogler. De acordo com o site Deadline, a Disney fechou um acordo geral de cinco anos com a Proximity Media, empresa de Coogler que ele dirige com os diretores Zinzi Coogler, Sev Ohanian, Ludwig Göransson, Archie Davis e Peter Nicks.

De acordo com o site, Coogler, que já está trabalhando na sequência do longa de Pantera Negra, que ele dirigirá ainda este ano, desenvolverá em seguida uma nova série para o estúdio.

A série será um drama baseado no Reino de Wakanda e será distribuída no Disney+.

Ainda de acordo com o Deadline, a negociação feita também permite que a Proximity Media desenvolva outros trabalhos para outras divisões da Companhia.

++Leia Mais:
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
– Série documental ‘Marvel 616’ estreia no Disney Plus Brasil

“Ryan Coogler é um contador de histórias singular, cuja visão e alcance o tornaram um dos cineastas de destaque de sua geração”, disse Bob Iger, presidente executivo da The Walt Disney Company. “Com Pantera Negra, Ryan trouxe uma história inovadora e personagens icônicos à vida de uma forma real, significativa e memorável, criando um momento cultural divisor de águas. Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento e ansiosos para contar mais ótimas histórias com Ryan e sua equipe.”

“É uma honra fazer parceria com a The Walt Disney Company”, disse Coogler. “Trabalhar com eles em Pantera Negra foi um sonho que se tornou realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderíamos estar mais felizes de lançar nosso negócio para a televisão com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o guarda-chuva da Disney. Estamos ansiosos para aprender, crescer e construir um relacionamento com públicos em todo o mundo por meio das plataformas Disney. Estamos especialmente entusiasmados por darmos nosso primeiro salto com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso e seus parceiros no Marvel Studios, onde estaremos trabalhando de perto com eles em programas do MCU selecionados para Disney+. Já estamos participando de alguns projetos que mal podemos esperar para compartilhar”, afirmou Ryan Coogler em nome da Proximity Media.

Pantera-Negra-continuacao-serie-Wakanda

Pantera Negra arrecadou US $ 1,3 bilhão globalmente e se tornou o primeiro filme de super-herói a receber uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. O protagonista do longa, Chadwick Boseman, morreu no ano passado, e Coogler e a Disney estão trabalhando em uma sequência que não venha a escalar outro ator para o papel.


Acompanhe nossas redes sociais para mais novidades:
Facebook | Instagram | YouTube | Twitter



Continue lendo

Mais Lidos