Crítica | 'Homem-Aranha no Aranhaverso' é um grande acerto! - Multiversos
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Sony acerta em cheio com animação inovadora, divertida e encantadora.

Homem-Aranha no Aranhaverso… Pode parecer estranho que em meio a inúmeras historias do Aracnídeo que poderiam ser adaptadas ao cinema, a Sony tenha decidido justamente adaptar uma historia que trata de multiversos e realidades paralelas, e em formato de animação.

Acreditem, esta foi somente a primeira de uma série de escolhas absurdamente acertadas que culminaram num dos melhores filmes de heróis já produzidos!

Baseado nos quadrinhos escritos por Brian Michael Bendis, o filme narra a história do jovem Miles Morales, picado por uma aranha radioativa, que inspirado pela obra do falecido Peter Parker resolve usar suas habilidades sobre-humanas recém-adquiridas para se tornar o novo Homem-Aranha. Mas, para surpresa de Miles, em uma noite, ao visitar o túmulo de seu herói, ele se depara com Peter Parker vestindo o traje de Homem-Aranha. Miles descobrirá, então, que existem outros universos, com outras versões do Homem-Aranha, assim como uma ameaça com potencial de destruir toda a existência.

A turma toda reunida.

Partindo deste ponto, vamos olhar o roteiro do filme. A trama principal é focada na divertida demanda de Miles Morales, que precisa aprender a lidar com seus novos poderes e suas novas responsabilidades. Mas seu mentor, o Peter Parker de outra realidade, não é lá exatamente o guia que se esperava que fosse, o que rende cenas hilárias, enquanto que os dois personagens vão naturalmente encontrando seus verdadeiros caminhos que levarão Miles ao real patamar do que é ser um herói.

Ao mesmo tempo, os dramas da vida dos personagens são abordadas com lições de moral leves e muito bem aplicadas: a necessidade e a responsabilidade do comprometimento, os conflitos com os pais na adolescência, o medo e a insegurança que vêm com as mudanças em nossa vida, o desejo pela tão sonhada segunda chance para fazermos tudo diferente e repararmos nossos erros do passado, tudo isso trazido de maneira leve e muito natural.

O roteiro segue sendo muito coerente e bem amarrado, a ameaça é bem estabelecida e a maneira de detê-la é muito clara. Os diálogos são ótimos e contribuem muito com a imersão nas cenas, evidenciam as cenas dramáticas sem pesar demais a mão, e as piadas funcionam perfeitamente, e estão presentes na medida certa, sem exageros e sem parecer algo forçado.

A qualidade do roteiro é realçado pela narrativa fluida, que agrega os elementos do filme de maneira suave e muito natural, desenvolvendo a história num ritmo constante e agradável. Em momento algum a animação fica desinteressante ou cansativa, sendo que o clímax no terceiro no ato recebe uma atenção especial com tudo sendo mostrado em tela ao seu devido tempo.

O maior destaque da animação fica por conta de seus personagens. Miles Morales,  é um forte exemplo no quesito representatividade, além de dar um show de carisma e simpatia, em seu arco de amadurecimento em todo o filme. Curioso como todos os fatores da origem clássica do Homem-Aranha se fazem presentes na origem do protagonista, a morte do Tio, a noção de responsabilidade… Está tudo lá, mas com uma nova e interessante roupagem.

Já o Peter Parker, sugado de outra realidade, está meio longe dos padrões que estamos acostumados, pois deixou de lado seus ideais e suas responsabilidades. Mas não espere um personagem sombrio, pelo contrário, assim como Miles, este Peter tem, sim, seus dramas pessoais que são trabalhados durante a animação, mas se trata de um personagem divertidíssimo, com camadas interessantes a desenvolver e muita oportunidade para crescer em obras futuras.

Quanto às outras versões do Aranha de outras realidades, eles são igualmente bem feitos e divertidos. Se esperava que a Spider Gwen roubasse a cena, e de fato ela é uma personagem muito legal, mas foi o hilário Porco-Aranha o grande destaque, com um traço todo particular e uma animação que lembra muito o Gaguinho do Looney Tunes.

Aliás, a diferenciação do traço é uma marca desta animação, que faz de questão de não seguir os padrões de animação usuais. Enquanto que o traço do Porco-Aranha remete ao Gaguinho (inclusive nas ações hilárias do personagem) Penny Parker tem um traço que lembra muito os animes.

“Por hoje é só, pessoal.”

Quanto aos antagonistas, o principal é o Rei do Crime. Apresentado com toda a frieza, determinação e crueldade, características marcantes do personagem nos quadrinhos, sua motivação é bem construída de maneira a acreditarmos que o Rei levará a frente seus planos não importando as consequências. Junto com o Rei do Crime, nós temos a aparição do Lápide, do Escorpião, do Duende Verde, do Gatuno e até uma versão da Dra. Octopus. Entre os vilões secundários o destaque fica para o Gatuno, por conta de sua importância na trama, e cabe também o destaque para o visual dos vilões, muito bem feitos, as versões do Escorpião e do Duende Verde em especial chamam a atenção pela sua identidade visual.

O elenco de dublagem também é um espetáculo a parte, e reúne nomes como Liev Schreiber (Rei do Crime), Nicholas Cage (Homem-Aranha Noir), Chris Pine  (Peter Parker/Homem-Aranha), Haille Steinfeld (Spider Gwen), Mahershala Ali (Aaron Davis), Zoe Kravitz (Mary Jane), além de Stan Lee dublando seu próprio personagem, num momento emocionante da animação.

O traço da animação é deslumbrante, e foge totalmente aos padrões que estamos acostumados a ver em filmes deste gênero, alterna estilos, referencia diversos estilos de desenhos, e é todo construído para que o espectador tenha a sensação de estar dentro de uma revista em quadrinhos acompanhando a historia, com direito a Onomatopeias e tudo mais! A paleta de cores é viva e explode na tela proporcionando um espetáculo lindo, intenso, mas organizado de tal forma que você não se perde em cena. Mesmo nas sequências mais intensas de ação, tudo é muito visível e distinto em tela.

Por falar na ação, este é, com certeza, outro ponto alto do filme, que entrega boas sequências que misturam ótimas lutas com muitas acrobacias, sem deixar de lado o humor, que é aplicado com perfeição, deixando as cenas e a ação inesquecível.

Aliás, a interação entre os personagens é maravilhosa, tanto nas cenas de ação quanto nos diálogos dinâmicos e sempre muito engraçados.

Como não poderia deixar de ser, o filme está recheado de easter eggs e referências. Da famosa série animada do herói produzida nos anos 60, às primeiras HQs do personagem, escritas por Stan Lee, e até dos filmes da trilogia feita por Sam Raimi, com direito a passagens inesquecíveis e hilárias destes. Isso entre outras muitas referências que envolvem outros filmes e quadrinhos do Universo Marvel, além do game exclusivo para PS4 lançado recentemente.

Por fim, pensando em pontos negativos, talvez um pouco mais de tempo de tela e um desenvolvimento maior para as outras versões do Homem-Aranha, como o Homem-Aranha Noir, por exemplo, teria sido interessante, mas não é nada que comprometa efetivamente a qualidade do filme.

Na produção temos Phil Lord e Chris Miller, a dupla é conhecida pela visão única e inovadora na maioria das suas obras, e deram uma roupagem única e divertida para a franquia Anjos da Lei e para o hilário filme dos bonecos LEGO. O controverso Avi Arady e a manda chuva da Sony, Amy Pascal completam o time de produção. 

Já a equipe de direção reuniu os seguintes nomes: Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman, nomes ligados a animações como Monstros vs Aliens, A Origem dos Guardiões e O Gato de Botas. Phil Lord , Sara Pichelli e o próprio criador do Aranhaverso, Brian Michael Bendis, assinam o roteiro.

E o filme ainda possui uma cena pós-credito, muito divertida que envolve outras duas versões famosas do Aracnídeo vindas de outras realidades, com direito a Oscar Isaac na dublagem original.

Filmes

O Predador: A Caçada | Filme é o melhor da franquia desde o original de 1987

35 anos após o filme original, novo filme da franquia surpreende e consegue trazer o personagem título de volta aos trilhos.

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Poucas franquias da Cultura Pop foram tão desperdiçadas nos últimos anos como Predador. Após o visceral filme de John McTiernan em 1987, que ajudou a revolucionar o cinema “brucutu de ação” ao acrescentar pitadas de slasher e sci-fi no gênero, Hollywood nunca mais conseguiu replicar tal feito. Predador 2: A Caçada Continua é uma sequência até divertida, mas bem longe da qualidade do primeiro filme.

O mesmo pode ser dito de Predador, que trazia um belo conceito, mas que infelizmente não conseguiu atingir todo o seu potencial idealizado. Os filmes de Alien vs Predador, então, não passam de duas bobagens de revirar o estomago de tão ruins, e mais recentemente Shane Black deu uma bela de uma escarrada no nome do alienígena caçador, entregando o seu péssimo reboot de 2018, chamado simplesmente de O Predador.

Agora, muito tempo depois, a 20th Century aposta mais uma vez na franquia, diminuindo sua escala em história e lançamento, com O Predador: A Caçada (Prey) servindo como um prelúdio, indo diretamente para a Hulu – e Star+ no Brasil. E felizmente, temos novamente um ótimo filme desde o original.

História

A trama se ambienta na América do Norte de 1717, mais precisamente na Nação Comanche, focando na jovem Naru (Amber Midthunder). Uma jovem índia que quer mostrar a todos que é tão guerreira e forte como seu irmão, onde sua grande ambição está nas caçadas por território, enquanto todos a dizem que ela deve ser apenas uma curandeira. Tentando provar o seu valor, Naru sai em busca de um urso que atacou um membro de sua tribo, mas logo descobre a presença de algo bem pior, se deparando com o Predador alienígena, fazendo a sua primeira visita ao nosso planeta.

De volta ao passado

Partindo da imaginação do diretor Dan Trachtenberg e do roteirista Patrick Aison, ambientar o Predador nesse período histórico é brilhante por dois motivos: primeiro, consegue aproximar o longa ainda mais do fator instintivo e brutal do longa original de 87, especialmente pela ambientação na selva. E segundo, a evidente limitação tecnológica dos personagens humanos (armados somente com machadinhas, lanças, arco e flecha) que precisam enfrentar uma criatura altamente armada com apetrechos extraterrestres – mas não totalmente, já que esta versão do Predador é apropriadamente mais rudimentar do que nos filmes anteriores. Tal decisão, naturalmente, acrescenta uma camada de suspense e tensão muito maior, já que os protagonistas estão severamente desfalcados.

O roteiro em sua essência, como diria Isabela Boscov, não chega a ser inovador e revolucionário, chegando até ser formulaico, o que de forma alguma prejudica o filme. O longa gasta um bom tempo – quase 30 minutos – ambientando o expectador na história e nos dilemas de Naru e sua relação com sua família e tribo, garantindo assim uma base bem sólida para o filme. Aqui temos mais um exemplo de personagem feminista, com a protagonista tendo que provar constantemente o seu valor em uma sociedade machista, precisando superar o “bully” dos homens de sua tribo, o que só a deixa mais interessante.

O Predador: A Caçada tem a sua melhor protagonista desde Arnold Schwarzenegger, vivida pela excelente Amber Midthunder, sua personagem domina a tela com sua performance silenciosa, mas cheia de nuances. Amber está praticamente em todas as cenas do longa – e quase sempre sozinha – e é muito bom ver que o roteiro consegue aproveitar bem o seu talento de formas diferentes. Distinto do filme original que usou muito de força bruta dos personagens para um derrotar o outro, aqui, a esperteza e astucia dos dois protagonistas são o carro-chefe, onde a estratégia é a principal arma de ambos.

Singelo, mas não menos icônico

Por mais que eu já tenha dito que o roteiro desse novo filme de O Predador seja simples, isso não significa ser um problema. A excelente direção de Trachtenberg (do ótimo Rua Cloverfield, Nº10) realmente consegue ser marcante, em uma assinatura que consegue valorizar os planos abertos das paisagens rurais, da natureza com um olhar que em alguns pontos lembra os de Chloé Zhao. Um filme que, com certeza, merecia ser visto nos cinemas, justamente por ter essa escala tão bem aproveitada, e que só cresce quando os embates contra o Predador começam.

O alienígena caçador parrudão se destaca por sua máscara ossuda e um método de luta ainda imperfeito. De certa forma, o diretor nos faz criar um tipo de afeição a criatura, gastando um tempo considerável onde podemos vê-lo caçando suas primeiras presas na Terra, até seu caminho cruzar com os de Naru. O que só torna o embate final muito mais intenso e interessante de se acompanhar, onde a ótima direção de Trachtenberg consegue misturar muito bem a ação (onde planos abertos e longos aproveitam a impressionante coreografia de luta) e o suspense, com destaque para a forma icônica como o sangue dos oponentes vai marcando a camuflagem da armadura do Predador.

O Predador: A Caçada é uma excelente nova entrada na franquia. Após tantos fracassos e ideias ruins pelo caminho, finalmente a 20th Century/Disney pôde honrar uma de suas grandes joias, graças a uma ideia original, uma protagonista icônica e uma condução segura em sua história. Se o futuro de Alien e Predador realmente está no streaming, então que essa nova fase brilhante possa se iniciar a partir daqui.

++Veja também:
– Sandman | O que achamos dos 3 primeiros episódios da série Netflix
– Avatar: A Lenda de Aang | O que sabemos sobre a série live-action da Netflix


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Filmes

O Predador: A Caçada | Confira o trailer do longa de retorno do Predador

Confira o trailer do longa que traz de volta um dos grandes ícones dos anos 90.

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O Predador: A Caçada, ou ‘Prey‘ no original, é o mais novo filme do já conhecido caçador espacial que chamamos de Predador. O longa ganhou seu primeiro trailer e será lançado no Brasil pelo streaming Star+. Confira:

O longa será lançado nos EUA no mesmo dia que no Brasil, mas pelo serviço de streaming Hulu.

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– Adão Negro | Lançado o primeiro trailer do novo projeto de The Rock
– Jurassic World: Dominion revela desgaste da franquia em um filme completamente esquecível

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Sinopse e Produção

“Situado na Nação Comanche há 300 anos, “Prey” é a história de uma jovem, Naru, uma guerreira feroz e altamente qualificada. Ela foi criada à sombra de alguns dos caçadores mais lendários que vagam pelas Grandes Planícies, então quando o perigo ameaça seu acampamento, ela decide proteger seu povo. A presa que ela persegue, e finalmente confronta, acaba sendo um predador alienígena altamente evoluído com um arsenal tecnicamente avançado, resultando em um confronto cruel e aterrorizante entre os dois adversários.”

A obra fica na direção de Dan Trachtenberg (“The Boys”, “10 Cloverfield Lane”), escrito por Patrick Aison (“Jack Ryan”, “Treadstone”), e produzido por John Davis (“Jungle Cruise”, “The Predator”) e Jhane Myers (“Monsters of God”), com Lawrence Gordon (“Watchmen”), Marty Ewing (“It: Chapter Two”), James E. Thomas, John C. Thomas e Marc Toberoff (“Fantasy Island”) como produtores executivos.

O Predador: A Caçada tem estreia prevista para o dia 05 de agosto no Star+.


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Filmes

Adão Negro | Lançado o primeiro trailer do novo projeto de The Rock

Muito aguardado pelos fãs de quadrinhos, Adão Negro ganha seu primeiro trailer e apresenta uma gama de “novos” super-heróis aos cinemas.

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A Warner Bros. lançou que hoje, às 10h, o primeiro trailer oficial de Adão Negro que será vivido no cinema por Dwayne ‘The Rock’ Johnson.

O mote da divulgação do longa é: “O mundo precisava de um herói, agora ele tem…”. Será? Confira no trailer, lá em cima (ou aqui ao lado >>>, se estiver no seu computador).

Adão Negro é um longa baseado no personagem da DC Comics criado por Bill Parker e C.C. Beck para ser um dos vilões das histórias do, então, Capitão Marvel, nome original do personagem Shazam.

Além de rivalizar forças com Shazam, Adão Negro, por vezes, já peitou o próprio Superman, o que mostra o tamanho da força do personagem.

++ Leia também:
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– Chamas da Vingança | Crítica (sem spoilers)

Sinopse e produção

“O poderoso Adão Negro é libertado de sua tumba para lançar sua justiça cruel sob a Terra.”

Dwayne Johnson assume o manto do protagonista, Adão Negro, e, além dele, o filme contará com a apresentação de vários personagens conhecidos dos fãs da DC que ainda não haviam aparecido na telona, como: Senhor Destino/Kent Nelson, que será interpretado pelo veterano Pierce Brosnan (das franquias Mamma Mia! e James Bond); Gavião Negro/Carter Hall, Aldis Hodge (City on a Hill e Uma Noite em Miami); Esmaga-Átomo/Al Rothstein por Noah Centineo (Para Todos os Garotos que Já Amei); e Ciclone/Maxine Hunkell, Quintessa Swindell (Viajantes – Instinto e Desejo e Gatunas). Além dos heróis teremos Sarah Shahi (Sex/Life e A Hora do Rush 3) como Adrianna Tomaz/IsisBodhi Sabongui (Um Milhão de Coisas) como Amon, e Marwan Kenzari (Assassinato no Expresso do Oriente e A Múmia) fará o papel de Ishmael.

A direção fica por conta de Jaume Collet-Serra a partir do roteiro escrito por Adam SztykielRory Haines e Sohrab Noshirvani. O longa é produzido por Beau Flynn, Hiram Garcia e Dany Garcia, além do protagonista do filme, Dwayne Johnson.

Adão Negro estreia dia 20 de outubro no Brasil, somente nos cinemas.


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Filmes

Jurassic World: Dominion revela desgaste da franquia em um filme completamente esquecível

Confuso e sem personalidade, o último filme da franquia jurássica fincou sua possível extinção.

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Parece que a extinção jurássica chegou novamente aos dinossauros. É triste ter que dizer tais palavras, mas ao ver Jurassic World: Dominion só posso constatar que o desgaste dessa franquia chegou a um caminho (aparentemente) sem volta. É indiscutível que o clássico de 93, de Steven Spielberg é uma das obras mais icônicas do cinema, porém todos os outros longas que se seguiram após ele, tentando emular o seu sucesso, falharam.

Se na trilogia clássica, suas duas sequencias não conquistaram o mesmo prestigio do primeiro filme, na atual vemos que a história se repetiu. Após o gigantesco sucesso de Jurassic World, em 2015, logo vieram suas continuações e, assim como na trilogia original, notamos que a franquia havia mais uma vez se perdido. E Dominon chega apenas para ressaltar que o retorno da franquia aos cinemas se agarra apenas na nostalgia ao invés de contar boas histórias.

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A TRAMA

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Jurassic World: Dominion se passa quatro anos após os eventos de seu filme antecessor, onde vemos um mundo tentando se adaptar ao (como eles dizem) maior erro biológico global da humanidade. E, com o mundo de ponta cabeça, logo uma empresa farmacêutica surge com seus avanços tecnológicos para tentar manter a ordem em meio a um mundo em caos. Entretanto, uma conspiração biológica nasce no meio de tudo isso e a partir daí a história se desenrola, ou sendo sincero, se enrola mais ainda.

O ELENCO

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Bryce Dallas Howard retorna como sua personagem Claire, que se torna cada vez mais interessante, se mostrando disposta sempre a ajudar a quem precisa, seja sua filha Maisie (Isabella Sermon) ou qualquer dinossauro em risco. Chris Pratt, com o seu personagem “Indiana Jones paraguaio” continua sem personalidade neste último filme e, por mais que o filme lhe dê muito tempo de tela, seu “protagonismo” fica pequeno ao lado dos gigantes Alan Grant (Sam Neill), Ellie Sattler (Laura Dern) e Malcolm (Jeff Goldblum), que, com seus carismas e peso, abrilhantam o longa, mas ainda assim não seguram o fraco roteiro.

O QUE DEU ERRADO?

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Tentando achar uma narrativa maior e mais “épica”, o filme vai muito além do que ele se propõe – um filme de dinossauros – e se apega a uma trama sem propósito e com o mínimo senso de urgência para reunir o elenco novo com o antigo. E nesse ponto o filme até acerta, unindo essas duas gerações de uma forma orgânica e original, porém, esse é, talvez, o único momento do filme que funciona.

Tentar inserir Jurassic Park em uma história de conspiração biológica global, by Missão Impossível, é ignorar a premissa de onde tudo isso começou e seguir em outra direção. E, sim, tudo bem fazer isso. Contudo ter o mínimo de consistência narrativa é fundamental para uma obra desse tamanho. Tanto o roteiro quanto a direção falham miseravelmente nesse conceito, incapazes de sustentar essa virada brusca na história.

Colin Trevorrow consegue trazer uma fotografia linda, atrelada a um CGI de encher os olhos e até boas cenas de ação, contudo sua falta de experiência com dinossauros – risos – não consegue emular aquele clima de tensão e terror do clássico de 93, onde Spielberg sabia muito bem valorizar o suspense e o drama na dose certa para deixar o expectador grudado na cadeira. Trevorrow, por sua vez, parece não se importar muito com cenas que não pareçam “grandiosas” o suficiente para inflar o seu ego.

CONCLUSÃO

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Jurassic World: Dominon tinha uma missão, talvez até um pouco difícil, de tentar dar um final grandioso, recompensador e memorável para essa era jurássica que acompanhamos a quase 30 anos, ou pelo menos ser apenas um bom blockbuster, e, infelizmente, o filme falha em ambas as escolhas, se perdendo em plots desnecessários. E, assim como todos os filmes que sucederam Jurassic Park, seu principal erro é não entender o que de fato consagrou o primeiro filme, entregando uma “história” onde os dinossauros parecem meros coadjuvantes de sua própria trama.

Na certa, toda a nostalgia que eles estão vendendo nos trailers levarão muitos aos cinemas, pelo apego emocional que temos com a obra original, mas é lamentável ver que uma franquia que começou tão marcante jamais conseguiu alcançar o brilho e o entusiasmo que um dia tivemos ao ver dinossauros na telona.


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Thor: Amor e Trovão | Saiu o trailer valendo!

Lançado o novo trailer de ‘Thor: Amor e Trovão’, faltando menos de um mês para sua estreia nos cinemas. Novas cenas e mais surpresas.

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Agora sim, temos Thor: Amor e Trovão mais completo trazendo mais detalhes do novo filme do deus do trovão.

Um pouco antes das 23h de hoje (dia 23), a Marvel Studios liberou o novo trailer oficial de um dos filmes mais aguardados de 2022.


[ATUALIZAÇÃO 24/05 – Liberado também o trailer também dublado em português]

Sinopse: Thor (Chris Hemsworth) encontra-se em uma jornada, diferente de tudo que ele já enfrentou – uma busca pela paz interior. Para combater a ameaça, o Deus do Trovão pede a ajuda da Rainha Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e de sua ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman), que, para sua surpresa, inexplicavelmente empunha seu poderoso martelo, Mjolnir, como a nova Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Deus Carniceiro e detê-lo antes que seja tarde demais.

Thor: Amor e Trovão chega aos cinema brazucas com um dia de antecedência em relação aos Estados Unidos, em 7 de julho.

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– Mulher-Hulk: Defensora de Heróis | Trailer finalmente apresenta o visual da heroína na série
– Doutor Estranho no Multiverso da Loucura | Longa se destaca por (enfim) inserir terror ao MCU


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Filmes

Chamas da Vingança | Crítica (sem spoilers)

Nova adaptação do romance de Stephen King têm chamas, mas não consegue vingar.

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Sendo uma experiência que há tempos não tinha o prazer de fazer, assisti ao filme Chamas da Vingança (Firestarter, 2022) sem, de antemão, saber absolutamente nada da história.

Não li sinopse, não vi trailer, não sabia nada da trama, as únicas informações que eu tinha era que se tratava de um filme de “terror” e que o Zac Efron fazia parte do elenco.

Por ver nos créditos iniciais que o longa é baseado no livro A incendiária (1980), de Stephen King, fui pesquisar a história e descobri que, além disso, o novo filme do diretor Keith Thomas é um remake de outra adaptação cinematográfica do mesmo nome, estrelada pela atriz Drew Barrymore (que surpresa!), lá em 1984, com seus 9 anos de idade.

Sendo assim, não li o livro e nem assisti ao filme original. Então, meu primeiro contato com essa história foi nesta nova adaptação, protagonizada pelo ator Zac Efron (Vizinhos, 17 Outra Vez) e pela atriz Ryan Kiera Armstrong (Viúva Negra, Anne With an E).

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Pôster de Chamas de Vingança (2022), remake do filme homônimo de 1984.

Na trama, Andy (Efron) e Vicky (Sydney Lemmon de Fear the Walking Dead) são um casal que possui poderes especiais, frutos de experimentos científicos feitos em seus corpos, quando eram adolescentes. Já na vida adulta, eles têm uma filha, chamada Charlie (Ryan Kiera), que desde o seu nascimento demonstra também possuir poderes, assim como seus pais; Charlie consegue produzir fogo, que pode ficar mais intenso e poderoso à medida que sua raiva aumenta. Esse poder acaba ficando em evidência por conta de pequenos incidentes causados pelas inseguranças da garota, fazendo com que a família seja obrigada a fugir de pessoas que querem fazer experimentos em Charlie.

A premissa é bem simples, porém muito interessante. Experimentos genéticos feitos por uma grande corporação científica, pessoas descobrindo e aprimorando seus poderes, primordialmente estes são elementos da ficção científica, e a história vai seguindo esse rumo, porém, com os dois pés no chão, sempre de maneira contida, caminhando também pelos caminhos do suspense e com umas pitadas de terror (o que eu achava que inicialmente seria o gênero principal do filme). Todos esses elementos misturados em um longa parecem gerar algo promissor na imaginação de quem lê uma sinopse que possua os mesmos; porém, neste caso, acredito que a ideia fica melhor na imaginação do que na prática.

++Leia mais:
– Doutor Estranho no Multiverso da Loucura | Longa se destaca por (enfim) inserir terror ao MCU
– Os Segredos de Dumbledore | Melhor que o filme anterior, mas parece não saber para onde ir

Chamas de Vingança é um filme confuso, com um roteiro básico que beira o vazio. A história parte do ponto A, parece que vai pro B, mas estanca e no fim volta pro A. Mesmo com a direção querendo ir pelos caminhos já citados, parece que no fim, não acerta em nenhum, entrando em consenso com o roteiro e mostrando que a adaptação é uma bagunça apática.

O Zac Efron e a Sydney Lemmon se esforçam e conseguem entregar bem seus papéis.

John Rainbird, um dos antagonistas do filme, vivido pelo ator Indígena Canadense Michael Greyeyes (Nativo da tribo Cree), é um personagem que tem bastante potencial e uma presença que causa curiosidade, porém, é também mais um prejudicado pelo roteiro, apesar de ter, no terceiro ato, uma das poucas cenas realmente interessantes do longa, ao lado da Charlie.

A Ryan Kiera Armstrong, que dá vida a protagonista do filme, é uma atriz promissora, porém, sua personagem foi um pouco prejudicada pelo roteiro, que a reduziu em gritos e ‘carões’ para liberar seus poderes, um tipo de Eleven (de Stranger Things, que até faz sentido, já que a série bebe muito da fonte de Stephen King), porém, com bem menos desenvolvimento. Em poucas cenas rápidas a personagem tem um desenvolvimento forçado para poder justificar o terceiro ato do filme, sem grandes explicações. A gente simplesmente não tem tempo de criar afeição pela garota, por conta dos cortes bruscos de cenas e pela ineficácia do roteiro em criar uma sequência de acontecimentos harmônica.

Falando em poderes, esqueçam explicações mais aprofundadas sobre o quê e o porquê; tudo é abordado muito rapidamente e de maneira vaga, deixando a gente sem a menor ideia de onde aquilo surgiu e de qual o sentido por trás, tanto das tramas quanto das motivações dos personagens. As conclusões abruptas e fáceis dos problemas enfrentados pelos personagens são tão descartáveis – e até mesmo nonsense – que beira ao absurdo.

Para não dizer que a experiência foi de toda ruim, a trilha sonora é um ponto do filme que chamou minha atenção. Pelo menos aqui, acredito que construíram algo interessante.

Chamas da Vingança é mais uma das centenas de adaptações e remakes que Hollywood tenta emplacar há anos. Alguns funcionam muito bem e conseguem justificar sua existência, o que, infelizmente, não é o caso aqui.

O filme começa interessante, mas depois se mostra apático, nonsense e sem carisma algum. Se essa era a intenção original do livro de Stephen King, eu não sei dizer; mas, aqui, as chamas não conseguiram vingar.


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Filmes

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura | Longa se destaca por (enfim) inserir terror ao MCU

Novo filme do Doutor Estranho tem em seu diretor, Sam Raimi, a sua maior força para alavancar um roteiro que perde oportunidades.

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Quando o Marvel Studios anunciou a chegada de Doutor Estranho ao MCU em 2016, nos prometendo aventuras psicodélicas, magia e terror, não foi exatamente assim o que acabamos recebendo naquela época. Por mais que tais elementos estivessem presentes, tivemos apenas um leve vislumbre desses conceitos em seu primeiro filme. Seis anos após o primeiro longa e muitas participações em filmes subsequentes, eis que enfim temos a oportunidade de conferir Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, tão aguardada sequência, também muito esperada por causa da brilhante adição do diretor Sam Raimi (da trilogia original de Homem-Aranha) de volta ao universo dos quadrinhos Marvel.

++Leia Mais:
– Doutor Estranho no Multiverso da Loucura | Confira os spots lançados do filme
– Thor: Amor e Trovão | Confira o primeiro teaser-trailer ao som de Guns N’ Roses

Logo na primeira cena de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura já conseguimos ver a marcante assinatura de Raimi, com seus movimentos de câmeras incomuns, monstros, gritos e mortes impactando quem esperava ver um filme Marvel dentro de sua fórmula já tão conhecida e desgastada. Cena também que já estabelece como será o ritmo alucinante que irá permear todo o filme, algo que, a meu ver, foi um ponto negativo para a trama de DE2, mas falaremos disso um pouco mais a frente.

Contando com roteiro de Michael Waldron (Loki), DE2 não se prende em explicar conceitos já vistos em produções anteriores, utilizando de diálogos simples e diretos para não alienar o grande público que, por ventura, não esteja familiarizado com todo o MCU. Entretanto, seu começo relativamente bem escrito acaba perdendo-se nesses mesmos conceitos no desenrolar da trama, enfraquecendo um roteiro que, vez ou outra, não compactua com eventos de filmes anteriores. Por sorte, aqui temos a excelente direção de Raimi, que graças ao seu feeling pontual para o humor excêntrico e o terror slasher, conseguem fazer de Multiverso da Loucura o filme mais diferente e inovador de todo o MCU, trazendo um clima amedrontador que se segue até nas poucas cenas de respiro do longa.

Tal mergulho neste terror é brilhantemente potencializado pela estonteante atuação de Elizabeth Olsen, que passeia belissimamente entre a doçura de Wanda até a crueldade sanguinária de Feiticeira Escarlate, entregando aqui o seu melhor trabalho no MCU, e talvez, quem sabe, de toda sua carreira. Contudo, posso afirmar que seu arco (sem querer dar spoiler) pode ser considerado um retrocesso, se levarmos em consideração sua história em WandaVision. Parece que a pobre Wanda, desde que foi apresentada em Vingadores: Era de Ultron, luta sempre por perdas em sua vida: primeiro seus pais, depois seu irmão, depois seu amor e agora seus filhos. Olsen, como sempre, nos entrega tudo em suas atuações, entretanto, tal feito de roteiro me deixa a impressão que a Marvel ainda não encontrou um novo conceito de história para entregar a personagem, que já vem sendo castigada desde sua inserção ao MCU.

— Parem de fazer minha Wanda sofrer, gente!

Assim como Olsen, Benedict Cumberbatch imprime novas camadas ao seu Stephen Strange. Em sua melhor aparição na franquia, o ator leva o mago por uma jornada emocional transcendente, embora não tão marcante, deixando claro que Estranho ainda tem muito a nos mostrar em histórias futuras.

Benedict Wong, Xochitl Gomes e Rachel McAdams, respectivamente Wong, América Chávez e Christine Palmer, apesar de não terem tanto tempo de tela para brilharem como seus colegas supracitados, conseguem entregar o que o roteiro os propõe, dando sentimento e coração a trama sombria de Raimi.

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Uma aventura alucinógena

Os efeitos visuais de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, apesar de não serem impecáveis, consegue ser bem utilizados por Raimi, montando um espetáculo visual de encher os olhos de quem assiste. Seja quando Estranho acaba atravessando as barreiras do multiverso junto de Chávez ou correndo atrás de um McGuffin, o filme preocupa-se em ser cuidadoso em cada novo cenário, para que assim possa ser incrível e arrebatador, como o próprio diretor conta nos extras do longa. Tal feito pode ser muito bem aproveitado e melhorado nas próximas produções Marvel.

As cenas de ação também são um prato cheio, revelando sequências de feitiços chocantes e até cenas de lutas corpo-a-corpo que podem ser comparadas a Soldado Invernal e Ultimato, estabelecendo Multiverso da Loucura como um dos filmes mais visualmente incríveis do MCU.

Nem tudo é perfeito

Entretanto, como já havia dito acima, o fraco roteiro de Michael Waldron falha em alguns pontos da trama em não desenvolver muitos dos seus personagens. Apesar de já conhecermos quase todos, tais arcos aqui apresentados não ganham tanta profundidade como deveriam, sendo apenas pincelados em certos momentos do filme.

O roteiro apressado, quase um filme no stop, se preocupa mais em avançar na história, atropelando conceitos e tramas que mereciam um pouco mais de relevância. O próprio multiverso em si, que se esperaria ter um destaque maior neste filme, não o tem e mais uma vez somos apresentados a uma história que nos prepara para algo que, aparentemente, nunca chega. O que nos leva a pensar que: caso DE2 estivesse nas mãos de um diretor mediano, seria apenas outro filme esquecível dentro do MCU. Por sorte, temos Raimi que, graças ao seu brilhantismo e forte assinatura, nos entrega um filme diferente e arrojado em vários aspectos.

Reproduzindo toda a grandiosidade da trilogia Homem-Aranha, trazendo de volta as peculiaridades que o tornaram tão conhecido, Sam Raimi, apoiado ao seu brilhante elenco, nos mostra que Doutor Estranho no Multiverso da Loucura já ficou marcado como um dos melhores e mais ousados filmes de todo o MCU.


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Doutor Estranho no Multiverso da Loucura | Spots lançados revelam muito do filme

Novo longa do Mago Supremo, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, ganha vários comerciais de TV que parecem entregar demais do filme.

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É isso mesmo, senhoras e senhores! Há pouco menos de uma semana da estreia do filme Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (Doctor Strange in the Multiverse of Madness), a Marvel vem lançando muitos spots com detalhes sobre um dos filmes mais aguardados para os cinemas de 2022.

Nestes spots de TV lançados temos algumas “confirmações” de algumas teorias e presenças há muito desejadas mas, de certa forma, inesperadas pelo grande público.

 ALERTA DE SPOILERS

Atenção, se você não gosta de spoilers não siga a partir daqui!

Nos vídeos temos a Feiticeira Escarlate começando a demonstrar um pouco da sua magia do Caos, novas cenas do Doutor Estranho como Zumbi, ou pelo menos se transmutando em um, e os Illuminatti surgem com uma pequeno vislumbre da cadeira amarela do Professor X, com sua presença homenageando a fase anos 90 dos X-Men, e ainda temos um tostão da Capitã Carter, Miss América Chaves, Barão Mordo, e possivelmente Monica Rambeau toda poderosa! Se quiser conferir tudo isso, os vídeos vão aí abaixo, mas é por sua conta e risco:

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura se passa após a derrota de Dormammu e o embate contra o Titã Louco, Thanos nos eventos de Vingadores: Ultimato. O Mago Supremo, Stephen Strange (Benedict Cumberbatch), e seu parceiro Wong (Benedict Wong), continuam suas pesquisas sobre a Joia do Tempo, mas um velho amigo, que virou inimigo, coloca um ponto final nos seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indescritível, o obrigando a enfrentar uma nova e poderosa ameaça.

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O longa se conecta com a série do Disney+, WandaVision, e tem relação também com a série Loki. O filme pertence a fase 4 do MCU, onde a realidade do universo pode entrar em colapso por causa do mesmo feitiço que trouxe os vilões do Homem-Aranha para o mundo dos Vingadores e o Mago Supremo precisará contar com a ajuda de Wanda (Elizabeth Olsen), que vive isolada desde os eventos de WandaVision.

O longa explora o multiverso com todo o seu esplendor, explorando grandes possibilidades e aparições de personagens da Marvel em suas versões mais horrendas. A direção de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura está na batuta do Sam Raimi, muito conhecido pela galera que curtiu os primeiros filmes do Homem-Aranha estrelados por Tobey Maguire, e que também é conhecido do grande publico por seus filmes de terror. Este filme, inclusive, está cotado para ser o filme mais assustador do MCU.

Com direção de Sam Raimi o elenco conta com Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho), Rachel McAdams (Christine Palmer), Benedict Wong (Wong), Chiwetel Ejiofor (Barão Mordo), Xochitl Gomez (Miss America Chavez) e Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), além de grandes participações que devem surgir, ou não, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura estreia dia 05 de maio próximo.


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