WandaVision | Os principais easter eggs do MCU presentes nos episódios 1 e 2 - Multiversos
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WandaVision | Os principais easter eggs do MCU presentes nos episódios 1 e 2

Os primeiros episódios lançados de ‘WandaVision’ trazem vários easter eggs do MCU, bem como referências a momentos importantes das HQs.

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Os dois primeiros episódios de WandaVision finalmente foram lançados e, para facilitar a vida dos fãs, trazemos aqui uma lista com seus principais easter eggs.

Há muito tempo os espectadores esperaram por novos conteúdos MCU, mesmo com o Marvel Studios sendo forçado a reagendar seus lançamentos por conta da pandemia de coronavírus. Agora, finalmente, a Fase 4 começou oficialmente – embora não da maneira que todos esperavam. WandaVision é a primeira série produzida pela Marvel Studios, e tem transmissão exclusiva no Disney+.

Estrelado por Elizabeth Olsen e Paul Bettany como Wanda e Visão, a série é diferente de tudo visto no MCU até agora. WandaVision é uma homenagem às comédias clássicas como The Dick Van Dyke Show, A Feiticeira (Bewitched) e I Love Lucy, ambientados em um mundo estranho onde nada é o que parece.

Os dois primeiros episódios regozijam-se com essa estranheza, fazendo um grande esforço para evitar deixar pistas importantes. Ainda assim, apesar de tudo, os espectadores mais atentos notarão uma série de easter eggs importantes – e alguns deles apontam para um enredo no qual a mente de Wanda Maximoff se fragmentou, enquanto seus poderes se expandiram.

O site americano ScreenRant fez um apanhado com os maiores easter eggs de WandaVision e nós trazemos aqui para vocês, na íntegra e com adições, o material.

++Leia Mais:
– WandaVision | Confira nossa crítica dos primeiros episódios da nova série do Disney+
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney

Uma abertura “enfeitiçada”

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A abertura do episódio 1 de WandaVision é uma homenagem a série A Feiticeira (Bewitched), assim como a forma como a Wanda usa seus poderes na série do MCU – com telecinésia sendo usada para cuidar da casa. É um desenvolvimento divertido, mas é estranho ver Wanda operando com esse grau de precisão. Ainda assim, com a continuação do episódio, fica claro que ela não tem controle total sobre seus poderes ainda, com o jantar com os Harts quase dando catastroficamente errado.

Visão e sua “cabeça indestrutível”

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Ainda no episódio 1, Wanda alega que seu marido Visão aparentemente tem uma “cabeça indestrutível”, uma revelação no mínimo estranha, dado que não é essa a verdade no MCU.

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Como todos sabemos Thanos esmagou a cabeça de Visão para arrancar a Joia da Mente dela. A realidade em que Wanda está vivendo é uma em que todos vivem felizes para sempre e onde, aparentemente, Visão renasceu com essa vulnerabilidade em particular removida. Os outros poderes de Visão correspondem amplamente ao MCU, embora aparentemente ele tenha “visão noturna”, que é uma adição estranha.

Uma dica sutil sobre Vingadores # 238

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O calendário mostrado no episódio 1 de WandaVision mostra que a história está ocorrendo em 23 de agosto. Ou seja, 23/8. A edição americana Avengers # 238 é um quadrinho importante, pois nele Visão foi reativado após uma aventura anterior na qual ele havia sido desativado após passar por um campo de energia mágico. Isso pode, muito bem, ser um aviso sutil de que tudo o que acontece na WandaVision existe dentro de uma bolha de realidade semelhante, e que a Visão não deveria tentar sair dessa bolha de forma alguma.

A gravata do Visão tem um padrão reconhecível

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A gravata de Visão tem um padrão interessante e parece ser uma referência sutil a uma que ele usou na famosa run de Tom King com o personagem, onde Visão tenta formar uma família e se encaixar na sociedade humana. Embora o padrão seja semelhante ao que ele usava na história, a gravura foi sutilmente alterada – e muito provavelmente de forma deliberada. É possível presumir que esse padrão terá algum significado maior no futuro.

A torradeira Stark é uma referência cruel

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WandaVision é como uma velha sitcom, repleta de propagandas. A primeira é bastante óbvia, pois é um anúncio de uma nova torradeira revolucionária feita pelas Indústrias Stark.

A propaganda pode parecer um ester egg divertido e inofensivo, mas é importante lembrar que as Indústrias Stark estão associadas a um importante trauma da vida de Wanda. Sokovia passou por uma guerra civil durante toda a vida de Wanda e, quando Wanda tinha apenas 10 anos de idade, seu prédio foi atingido por morteiros. Ela e seu irmão Pietro ficaram presos nos escombros por dois dias, olhando o tempo todo para uma bomba não explodida que estava a apenas um metro deles, com medo de que qualquer movimento pudesse detoná-la. O projétil de morteiro tinha estampado o logotipo das Indústrias Stark, o que levou Wanda e Pietro a verem os Vingadores, inicialmente, com desdém, devido à sua associação com Tony Stark.

A “tradicional saudação Sokoviana”

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A “tradicional saudação Sokoviana” parece ser uma piada divertida para distrair as inesperadas visitas mas, na realidade, é um pouco mais perturbadora que isso.

A “saudação” é uma referência a Vingadores: Era de Ultron, onde Wanda atacou os Vingadores colocando as mãos em torno de suas cabeças e manipulando suas mentes. Observe que, no episódio 1 de WandaVision, Wanda coloca as mãos sobre os olhos do Sr. Hart – talvez significando que desta vez ela está cegando as pessoas para a verdadeira natureza da própria realidade.

Garrafa de vinho “Dinastia M”

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O episódio 1 da WandaVision mostra Wanda servindo taças de vinho, e este é na verdade um easter egg muito inteligente.

A garrafa tem a marca “Maison du Mépris” e tem um logotipo com um “M” bem distinto. Leitores dos quadrinhos reconhecerão isso como uma alusão à Dinastia M (House of M no original), um grande evento da Marvel Comics no qual a mente de Feiticeira Escarlate se fragmentou e ela reescreveu a própria realidade. “Maison du Mépris” significa literalmente “Casa do Desprezo”, em francês, talvez sugerindo no MCU que Wanda chegou ao seu limite por ter suportado muito sofrimento.

Nos quadrinhos o Doutor Estranho sugeriu que a habilidade da Feiticeira Escarlate de manipular a realidade significaria que ela seria incapaz de lidar com o mundo real. “Você pode entender a mentalidade delicada de uma mulher, uma pessoa?” ele perguntou aos Vingadores em Avengers # 503. “Isso significa que a realidade a controla. A imaginação se torna o inimigo. A estrutura desaparece.” Isso pode muito bem ser o que está acontecendo em Westview em WandaVision.

Wanda e Visão sendo monitorados pela E.S.P.A.D.A.

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No final do episódio 1 de WandaVision temos uma cena confirmando que Westview está sendo monitorado cuidadosamente – e dá um vislumbre do logotipo da E.S.P.A.D.A..

Na Marvel Comics, a E.S.P.A.D.A. é uma organização que monitora a Terra para proteger o planeta de ameaças extraterrestres. Um pôster recente da WandaVision confirmou que eles foram meio que “reprojetados” para o MCU. Em outras palavras, eles são responsáveis pelo monitoramento e policiamento dos super-humanos. A E.S.P.A.D.A. do MCU é, aparentemente, a próxima evolução dos Acordos de Sokovia, vendo os sobre-humanos como “Armas Sencientes”, não como pessoas, e sem dúvida eles estariam particularmente preocupados com Wanda, dado seu papel em Capitão América: Guerra Civil.

É possível que os nomes na tela sejam de membros da E.S.P.A.D.A., porque Abe Brown se formou no ensino médio na Midtown High em Homem-Aranha: De Volta ao Lar. Ele sobreviveu ao estalo e se formou na mesma época de Vingadores: Ultimado, depois do salto temporal de cinco anos. Dada sua conexão com Peter Parker, faria sentido para a E.S.P.A.D.A. recrutá-lo.

O efeito de pixels nos créditos é importante

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Os créditos apresentam um efeito de pixel bacana, e os leitores de quadrinhos o reconhecerão; ele é associado com a reestruturação da realidade da Feiticeira Escarlate em Dinastia M.

Observe que os pixels giram em uma série de formas diferentes, reunindo-se para construir a casa em que Wanda e Visão estão morando – e, por fim, seus anéis de casamento. Isso aponta para a ideia de que tudo o que Wanda está experimentando em Westview foi criado por sua própria magia.

Camas separadas evocam a censura de ‘I Love Lucy’

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Os telespectadores mais jovens podem ficar um tanto quanto confusos com o fato de Visão e Wanda terem camas separadas no início do episódio 2 de WandaVision. Esta é, na verdade, uma referência inteligente à censura nos primeiros dias da televisão, quando o British Board of Film Classification insistia que não deveria haver imagens de “homens e mulheres na cama juntos”.

As regras do BBFC pegaram nos Estados Unidos, com o Código de Produção afirmando que “o tratamento dos quartos deve ser regido pelo bom gosto e delicadeza”. A cena de sexo implícita resultante do fato de Wanda mover as duas camas para ficarem juntas nunca teriam sido aprovadas pelos censores, por mais domesticado que seja para os padrões modernos.

A animação de abertura do episódio 2 está cheia de easter eggs

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A abertura animada do episódio 2 de WandaVision é essencialmente um grande easter egg. As referências incluem:

  • Uma sequência de introdução que evoca imagens do Galactus;
  • Um coração de amor se formando no céu, da mesma forma que a Tocha Humana tradicionalmente cria um logotipo “4” para o Quarteto Fantástico;
  • Alguns easter eggs, do tipo “se piscar, perde”, do Visão de Tom King surgem em torno dos 03:27, notáveis apenas se você parar no momento certo enquanto a visão passa pelo chão. Nos quadrinhos de Tom King, Visão tentou viver uma vida humana normal. Ele construiu um cão sintezóide (daí os ossos), usava chinelos (também vistos por uma fração de segundo) e foi desafiado por um vilão chamado Ceifador (Grim Reaper) – cujo capacete também é visto na abertura animada.

Referências a Bova e Agatha Harkness

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Dois easter eggs particularmente interessantes são visíveis em uma cena animada em que Wanda faz compras em uma loja local. Há uma referência ao Leite Bova – nos quadrinhos, Bova era a babá de Wanda – ela é, na verdade, uma vaca mutante, transformada por um cientista louco chamado Alto Evolucionário.

O easter egg mais importante aqui, entretanto, é uma referência à “ração de gatinho da tia A”. Tem havido intensa especulação de que Agnes é na verdade Agatha Harkness, uma feiticeira poderosa que desempenhou um papel importante na vida da Feiticeira Escarlate dos quadrinhos. Na verdade, ela é muitas vezes referida como “Tia Agatha” – principalmente por Franklin Richards, filho do Sr. Fantástico e da Mulher Invisível, que ela ajudou a criar. Além do mais, Agatha é bem conhecida por seu gato preto, Ebony.

O helicóptero de brinquedo vinculado à E.S.P.A.D.A.

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O episódio 2 de WandaVision sugere fortemente que o mundo real está tentando entrar na bolha de realidade de Westview. Uma cena principal mostra Wanda descobrindo o que parece ser um helicóptero de brinquedo futurístico na cerca viva. As cores lembram o Homem de Ferro de Tony Stark, mas o helicóptero tem o logotipo da E.S.P.A.D.A..

É interessante especular que este era um helicóptero real que tentou entrar em Westview – e que a magia de Wanda o transformou em uma forma que ela poderia controlar nesta realidade. Visão parece sentir essas intrusões também, falando sobre “patrulhas de segurança” pela cidade pouco depois.

Jimmy Woo chamando Wanda

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Outra intrusão ocorre via rádio, com uma transmissão misteriosa penetrando na bolha de realidade de Westview. “Wanda?” uma voz pergunta, “Quem está fazendo isso com você, Wanda?” Esta é na verdade a voz de Jimmy Woo, chamando do mundo exterior.

Interpretado por Randall Park em Homem-Formiga e a Vespa, Jimmy Woo era um agente do FBI que agora parece estar trabalhando para a E.S.P.A.D.A.. A transmissão de rádio é repetida pouco antes dos créditos, em outro vislumbre da instalação de monitoramento da E.S.P.A.D.A..

Emma Caulfield e os coelhos

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Ainda no episódio 2 de WandaVision apresenta Emma Caulfield como Dottie, que é essencialmente a tirana local. O episódio celebra o elenco apresentando coelhinhos em um papel de destaque, um easter egg para qualquer fã de Buffy, the Vampire Slayer. Na série, Caulfield interpretou Anya, uma ex-Demônio da Vingança que – entre outras coisas – odiava coelhos. No famoso episódio musical “Once More With Feeling”, Anya sugeriu que os coelhos poderiam ser os responsáveis por mergulhar Sunnydale no caos. “Coelhos não são apenas fofos como todo mundo supõe”, ela diz. “Eles têm aquelas pernas saltitantes e narizes pequenos contorcidos…”

“O diabo está nos detalhes” – Uma referência a Mephisto?

 

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O episódio 2 pode muito bem oferecer aos telespectadores uma pista que a E.S.P.A.D.A. pode desconhecer.

Uma linha de diálogo lança a frase, “O diabo está nos detalhes”. Nos quadrinhos, a loucura da Feiticeira Escarlate foi revelada como tendo sido amplificada por um poderoso demônio que buscava causar o caos na Terra. Com isso, a frase evoca a Mephisto, a versão da Marvel do Diabo e Senhor do Inferno.

Perturbadoramente, a Feiticeira Escarlate acidentalmente reaproveitou pedaços da alma quebrada de Mephisto quando ela reescreveu a realidade para ter filhos nos quadrinhos – o que torna este easter egg bem mais sombrio, visto que o episódio 2 termina com Wanda grávida. Mephisto nas HQs foi, por sua vez, influenciado por Loki, então a frase pode acabar dando uma dica disso também. Vale ressaltar que Mephisto foi mostrado em imagens da série Loki, também do Disney+.

O relógio de Strucker

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No episódio 2 de WandaVision temos a apresentação de outro anúncio, desta vez de um relógio da marca Strucker.

O Barão Wolfgang Von Strucker era o líder Hydra que fez experiências com Wanda e seu irmão, Pietro, com a Joia da Mente, dando-lhes seus poderes. O relógio tem ainda o logotipo da Hydra estampado nele.

Este processo, provavelmente, foi doloroso, uma vez que, aparentemente, Wanda e Pietro foram os únicos a sobreviverem a ele. Assim, novamente, este trailer aponta para um dos maiores momentos de sofrimento na vida de Wanda. É possível que o anúncio veiculado no 3º episódio de WandaVision esteja ligado a próxima grande tragédia da vida de Wanda – a morte de seu irmão em Vingadores: Era de Ultron.

O relógio Strucker está travado no horário 2:42, o que pode ser significativo. Em Avengers # 242, o corpo de Visão foi reparado após ter sido desativado – parte do mesmo arco aludido no episódio anterior da série, com sua referência a Avengers # 238. A edição também é importante porque apresenta Monica Rambeau e a Feiticeira Escarlate, com esta última voltando aos Vingadores.

A roupa de apicultor

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Uma cena surreal no final do episódio 2 de WandaVision mostra um apicultor emergir dos esgotos.

É mais uma incursão na realidade de Wanda e, novamente, é provável que ele esteja sendo percebido por um filtro para se encaixar o máximo possível. O homem provavelmente está vestindo um traje Hazmat em vez de uma roupa de apicultor. Curiosamente, nos quadrinhos esse tipo de visual é tradicionalmente associado a uma organização chamada I.M.A., um grupo de supercientistas ávidos por dominar o mundo e estabelecer uma tecnocracia.

O I.M.A. apareceu em Homem de Ferro 3, mas há indícios de que eles ainda estão ativos; eles foram referenciados em trailers de Viúva Negra, com cientistas do I.M.A. aparentemente fazendo experiências com a Viúva Negra Yelena Belova.

A distorção da realidade

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O episódio 2 de WandaVision termina com a realidade mudando, e com Wanda e Visão transformando-se em uma versão colorida de si mesmos. Observe que a deformação da realidade é precedida pela cor vermelha, que é a cor geralmente associada à própria magia de Wanda nos quadrinhos. Essa é outra dica que Wanda seria a responsável pelo caos que está ocorrendo em Westview.

Para ler as HQs de Tom King à frente do Visão, que foram tão referenciadas nos episódios da série, adquira as suas duas edições AQUI e AQUI.


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Mestres do Universo: Salvando Eternia – Parte 1 | Confira os trailers lançados até agora

Produção da Netflix pretende continuar a história dos Guardiões de Eternia a partir do desenho da década de 80.

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Nós millennials, também conhecidos como cringe (wtf?), estamos em polvorosa com o retorno dos Guardiões de Eternia desde as primeiras notícias do retorno dos Mestres do Universo.

Mais de 35 anos depois do término da série original, Mestres do Universo: Salvando Eternia traz de volta os icônicos guerreiros He-Man, Pacato, Gorpo e Mentor. Juntos, os guardiões do Castelo de Grayskull seguem na luta contra Esqueleto, Maligna, Homem-Fera e as temíveis legiões da Montanha da Serpente. Durante uma dessas batalhas mortais, o reino acaba fraturado para sempre. Agora, cabe a Teela solucionar o mistério da Espada do Poder e resgatá-la para impedir que o Universo chegue ao fim. Na corrida contra o tempo, a filha biológica da Feiticeira vai finalmente descobrir os segredos de Grayskull.

++Leia Mais:
– Sombra e Ossos | Uma boa pedida para quem gosta de fantasia
– ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ apresenta o caminho que o DCEU deveria seguir!

Abaixo trazemos todos os trailers do desenho lançados até o momento:

Trailer 1 (Confira clicando aqui ou abaixo)

Trailer 2 (Confira clicando aqui ou abaixo)

Mestres do Universo: Salvando Eternia chega com sua primeira parte à Netflix em 23 de julho (AQUI).


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Sombra e Ossos | Uma boa pedida para quem gosta de fantasia

Série apresenta um novo mundo mágico com vários elementos interessantes, apesar de alguns clichês narrativos.

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Sombra e Ossos, nova série original Netflix, baseada nos livros best-sellerers de Leigh Bardugo, estreia amanhã, dia 23/04, e nós trazemos para vocês a nossa crítica com um pequeno guia geral, para que não se sintam perdidos nos primeiros episódios.

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Sinopse
Baseada na série de best-sellers de Leigh Bardugo sobre o universo Grisha, Sombra e Ossos acontece em um mundo destruído pela guerra, onde a órfã e soldado Alina Starkov acaba de descobrir um poder extraordinário que pode ser a chave para libertar o país. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela descobre que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos, e só a magia não será suficiente para sobreviver. Sombra e Ossos é uma produção da Netflix e da 21 Laps Entertainment, estrelada por Jessie Mei Li (Alina Starkov), Archie Renaux (Malyen Oretsev), Freddy Carter (Kaz Brekker), Amita Suman (Inej), Kit Young (Jesper Fahey) e Ben Barnes (General Kirigan).


A série Sombra e Ossos se baseia no primeiro livro da trilogia que dá início ao, assim conhecido, Grishaverso. A trilogia original é composta por: Sombra e Ossos, Sol e Tormenta e Ruína e Ascenção.

A órfã Alina Starkov, Jessie Mei Li, é uma jovem cartógrafa do Primeiro Exército de Ravka e, assim como vários outros concidadãos, é parte da luta contra a Dobra das Sombras, uma imensa muralha de sombras repleta de monstros. Em uma viagem através da Dobra, Alina se vê ao lado de seu amigo de infância, o também membro do exército, Malyen Oretsev, Archie Renaux, sendo atacada por uma criatura das sombras e se mostra capaz de algo que, para muitos, era impossível: Conjurar o Sol.

Para os mais atentos aos mais variados conteúdos da cultura pop, a narrativa de Sangue e Ossos apresenta vários elementos similares a diversas outras obras.

O universo de Sangue e Ossos é composto por pessoas normais, como eu e você, e por Grishas. Os Grishas fazem parte da elite mágica de Ravka e são os Soldados do Segundo Exército. Eles praticam aquilo que eles chamam de Pequena Ciência, que consiste em manipular a matéria em seus níveis mais fundamentais, como uma versão mágica da química molecular.

Qualquer semelhança com os dobradores de elementos da animação Avatar é mera coincidência. Ou não?

Para não se perder ao assistir a série

A Ordem Grisha é formada por três grupos distintos: Corporalki, Etherealki e Materialki. Cada grupo, por sua vez, é ramificado em grupos de manipuladores diferentes.

Os Corporalki, a Ordem dos Vivos e dos Mortos, são os soldados de mais alta patente no Segundo Exército e é composta por dois tipos distintos de Grishas: Os Sangradores são capazes de fazer com que seus inimigos fiquem impossibilitados de lutar, tirando o ar de seus pulmões e alterando o ritmo de seu coração, sem nem ao menos encostar neles. Sangradores também são capazes de manipular/causar emoções nas pessoas; Os Curandeiros são especializados em curar ferimentos – quer sejam eles causados por um Sangrador ou não.

Os Etherealki, a Ordem dos Conjuradores, é formada por três tipos de Grishas: Os Aeros são capazes de manipular a pressão do ar para criar tempestades; Os Infernais convocam gases combustíveis para manipular o fogo; Por sua vez, os Hidros se aproveitam das condições de temperatura e pressão para comandar a água.

Os Materialki, a Ordem dos Fabricadores, são o mais próximos do que conhecemos como cientistas. Os Alquimistas criam venenos e explosivos. Durastes se especializam no famoso aço Grisha e são os responsáveis pela criação das armaduras utilizadas pelos soldados de elite. Apesar de sua importância, muitas vezes os Materialki não são tão prestigiados quanto as outras ordens.

A protagonista Alina Starkov descobre, tardiamente, ser uma conjuradora, portanto uma Grisha. Mas não apenas uma conjuradora de um elemento qualquer, ela é uma Conjuradora do Sol. Portanto, a única possivelmente capaz de destruir a Dobra.

Além das dificuldades normais que Alina já teria em iniciar um treinamento após a idade ideal para tal, ela ainda sofre com o preconceito de vários por ser uma meio-Shu.

Sombra-e-Ossos-Mapa-Ravka

Ravka é o cenário central da narrativa da série. Um reino dividido pela Dobra, a muralha de sombra, que separou um povo e está fazendo com que os lados, anteriormente unidos, passem a se ver como inimigos. O reino de Ravka é baseado na antiga União Soviética, dividida pelo Muro de Berlim.

O continente onde Ravka está inserido é ainda constituído por Fjerda, ao norte, baseado nos países escandinavos, e por Shu Han ao sul, baseado nos países asiáticos.

Ravka é um país que vive em guerra com seus vizinhos, Fjerda e Shu Han. E, com a presença da Dobra das Sombras, o país sofre com a escassez de recursos e armas para suas guerras, uma vez que não tem como fazer comércio com outros países pelo mar sem correr o risco de ter que passar por territórios inimigos ou ter que enfrentar os monstros de sombras ao cruzar a Dobra.

Além disso, Ravka e Fjerda tem visões antagônicas quanto aos Grishas: enquanto em Ravka os Grishas são respeitados pela maioria do povo e têm um lugar importante na elite do exército, em Fjerda eles são perseguidos e mortos. Já em Shu Han os Grishas são alvo de estudos que buscam descobrir a origem dos seus poderes de manipulação e tentar replicá-los em outras pessoas.

Sobre a adaptação Netflix

Apesar de seu confuso início, a série consegue prender a atenção do espectador do início ao fim, mesmo com os vários clichês empregados no roteiro (que vão desde a donzela facilmente apaixonável até o animal usado como alívio cômico). Se você conseguir passar pela bagunça que são os primeiro e segundo episódios, onde simplesmente são jogados na cara do expectador locais distintos e elementos sem nenhuma, ou com pouquíssima, explicação, você provavelmente acompanhará toda a jornada de Alina.

O trabalho de design de produção da série é ótimo. Você realmente sente que esse continente é algo novo e distinto do continente europeu que conhecemos, apesar de as referências estarem ali. O cenário é tanto influenciado pela Europa real quanto por elementos que lembram o steampunk em alguns momentos. Vale ressaltar que o trabalho de efeitos especiais também é bastante competente, o que é de se esperar para uma produção de fantasia.

O corpo de atores trabalha bem os seus personagens, por mais que deixe um desejo de ver melhor desenvolvido alguns enredos particulares. Mas, infelizmente, Ben Barnes segue interpretando a si mesmo, como em vários dos trabalhos que o ator participa, e seu General ‘Darkling’ Kirigan é apenas mais um dos clichês presentes na obra.

Apesar dos pesares, Sombra e Ossos é uma boa série de fantasia, que apresenta elementos fantásticos aparentemente já explorados em outras obras, mas com uma linguagem e ambientação muito particular.

Os livros do Grishaverso

A série de livros do Grishaverso é composta pela trilogia original: Sombra e Ossos, Sol e Tormenta e Ruína e Ascenção e seguida pela duologia Six of Crows: Sangue e Mentiras e Crooked Kingdom: Vingança e Redenção.

Os dois últimos livros lançados do Grishaverso, King of Scars e Rule of Wolves, ainda não tem versões em português.


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Falcão e o Soldado Invernal [S01E01] | Bem-vindo ao novo mundo do UCM!

Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan) ganham a sua série no Disney+!

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Divulgação: Disney

Falcão e o Soldado Invernal (2021), a mais nova série do Marvel Studios acaba de lançar o seu primeiro episódio no Disney+ e nós do Multiversos já conferimos o primeiro episódio. Pode ler tranquilo que não haverá spoilers no texto.

Em um mundo pós-eventos do blip (o famoso estalo de dedos feito com a Manopla do Infinito), com o retorno de milhões de pessoas que desapareceram cinco anos atrás (ver Vingadores: Guerra Infinita), Sam Wilson (Anthony Mackie) e James ‘Bucky’ Barnes (Sebastian Stan) precisam lidar tanto com as emergentes ameaças que esse admirável mundo novo segue trazendo como também precisam se reconectar com uma realidade da qual eles sentem-se deslocados e perdidos.

Nesse primeiro episódio, dirigido por Kari Skogland (que assina os seis episódios da série) e escrito por Malcolm Spellman, que também é o showrunner da série, temos, de cara, ação vertiginosa num altíssimo nível, mostrando que as intenções da série são altas e ousadas. O roteiro também tem o cuidado especial de aprofundar as vidas de Sam e Bucky, mostrando suas origens, anseios, traumas e como ambos estão lidando com o mundo atual.

Graças aos excelentes diálogos, esse aprofundamento é coerente e empático, e fisga o espectador. Também não é esquecido que o mundo “pós-blip” encontra-se caótico e cada vez mais perigoso, com claros reflexos às formas que o governo estadunidense lida com seus problemas e símbolos.

A trama deixa claro que os Estados Unidos vivem a perda de Steve Rogers, e que a sombra dele ainda é muito grande sobre esses personagens, com Sam sentido o peso de suas escolha em Vingadores: Ultimato e Bucky cada vez mais deslocado, se apegando a lembranças, sejam elas boas ou más, enquanto ambos buscam laços perdidos como família, redenção e identidade.

É divertido encontrar os easter eggs neste episódio. A série utiliza muito bem a cronologia estabelecida do UCM e faz os acenos certos para os fãs de longa data, tanto dos quadrinhos, quanto dos que são oriundos dos filmes e esses brindes nunca se sobrepõem a trama.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica para Wandavison S01E01
– Leia também a nossa análise de Thor Ragnarok

Graças ao trabalho preciso de coreografia, fotografia, edição, som e efeitos visuais, as sequências de ação são fantásticas! A trilha sonora de Henry Jackman, que também compôs para Capitão América e o Soldado Invernal, cria novas composições inspiradas nesse lado do UCM, como também revisita alguns temas conhecidos como, por exemplo, a música-tema do Soldado Invernal. Junto com o trabalho de design de produção, que sabe bem que Sam é um personagem solar e Bucky vive nas sombras, temos contrastes bem construídos em tela.

Anthony Mackie aumenta o repertório de Sam Wilson mostrando-o como uma cara familiar e gente boa em qualquer cenário. Sebastian Stan carrega pesado no semblante deslocado que Bucky possui. Fica claro no rosto dele como o personagem não está à vontade nesse novo mundo, mas que tenta com todas as forças se adaptar à ele.

Falcão e o Soldado Invernal já deixa claro que é a continuação direta, e principalmente, emocional de Capitão América e o Soldado Invernal e, mais uma vez, o Marvel Studios acertou em criar uma obra sensacional, que dialoga com o hoje e com o seu universo.

O mundo mudou e precisamos de novos heróis. Eles acabaram de chegar.


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‘O Legado de Júpiter’ tem primeiras imagens reveladas!

Das HQs de Frank Quitely para as telas dos streaming! Mais uma série de heróis chegando em março na Netflix.

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O novo trailer mostra os esboços de Frank Quitely em transformações para revelar as primeiras imagens oficiais de O Legado de Júpiter.

No vídeo, o vilão mais temido desta temporada, Blackstar, ganha vida. Também é apresentado Hutch (Ian Quinlan), filho de um dos maiores supervilões do mundo, e Chloe Sampson (Elena Kampouris), herdeira dos maiores super-heróis. Conheça ainda Sheldon Sampson (Josh Duhamel) em 1929 e seu filho, Brandon Sampson (Andrew Horton). Por fim temos a primeira geração de super-heróis é revelada: Lady Liberty/Grace Sampson (Leslie Bibb), The Utopian/Sheldon Sampson (Duhamel) e Brainwave/Walter Sampson (Ben Daniels).

A Netflix sugere aos fãs do quadrinho O Legado de Júpiter deem um replay no vídeo para tentarem encontrar elementos escondidos nas cenas.

++Leia Mais:
– O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia
– Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Sobre O Legado de Júpiter:


Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. A série é estrelada por Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

Produtores executivos são Mark Millar, Frank Quitely, Lorenzo Di Bonaventura, Dan McDermott, Steven S. DeKnight, James Middleton e Sang Kyu Kim.

O Legado de Júpiter, está com estreia prevista para sexta-feira, dia 7 de maio na plataforma da Netflix. A temporada inicial conta com oito episódios.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia

A nova série da Netflix se baseia nas HQs de mesmo nome criadas pela dupla de quadrinhistas Mark Millar e Frank Quitely

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O-Legado-de-Jupiter

O Legado de Júpiter está ganhando uma série na Netflix e o seu primeiro teaser já foi lançado.

Mais uma adaptação de quadrinho acaba ganhando as telas. Dessa vez o Millarworld vem para as telinhas dos streamings com O Legado de Júpiter, obra original de Mark Millar e Frank Quitely.

Sinopse
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

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A HQ apresenta os filhos dos maiores super-heróis da história mundial vivendo sob o peso do nome e dos altos padrões anteriormente estabelecidos por seus pais.

O elenco conta com nomes de Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

O Legado de Júpiter terá oito episódios e tem estreia prevista para 7 de maio.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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Séries | TV

Cidade Invisível – 1ª Temporada | O nosso folclore chega às séries da Netflix

O nosso rico folclore brasileiro chega às telas numa trama de mistério e suspense na nova série nacional da Netflix: Cidade Invis?Dvel

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Divulgação: Netflix

Hoje o tempo é curto e a grande disponibilidade de opções de séries e filmes exigem que uma obra fisgue o seu espectador de forma certeira o mais rápido possível. Felizmente, Cidade Invisível, da Netflix, faz isso muito bem.

Criada por Carlos Saldanha (de A Era do Gelo), com ideia geral de Raphael Draccon (Dragões de Éter) e Carolina Munhoz (O Inverno das Fadas), e com direção geral de Luís Carone, a série conta a história de Eric (Marco Pigossi), um agente ambiental federal que, ao sofrer uma grande perda, acaba descobrindo que uma comunidade ribeirinha tem mais coisas dentro de suas terras do que ele imaginava.

O time de roteiristas formado por Mirna Nogueria (Ep 01), Rodrigo Batista (Ep 02), Ludmila Naves (Ep 03), Antônio Arruda e Regina Negrini (Eps 04 e 05), Felipe Sant’Angelo (Ep 06) e Marco Borges (Ep 07), junto com a direção de Luís Carone (Eps 01-03 e 07) e Julia Jordão (Ep 04-06), constroem uma narrativa coesa, dosando bem mistério e construção de personagens. Junto com isso há o trabalho respeitoso e bem adaptado dos elementos do folclore brasileiro dentro da trama.

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A escolha por contar essa história no Rio de Janeiro funciona muito bem, graças ao fato da cidade ainda possuir diversos cenários naturais que vão da modernidade ao rústico facilmente. Os diálogos se beneficiam quando ficam mais soltos e naturais, mas várias vezes soam didáticos e até previsíveis. Tanto a fotografia quanto trilha sonora fogem da vibe “série de TV” e dão um excelente valor de produção cinematográfico à obra, mas se mantendo no campo seguro, sem ousadias, e os episódios tendo entre 35-40 minutos de duração possuem um bom ritmo, graças ao bom trabalho de edição. Os efeitos visuais são competentes e alguns conseguem impressionar.

Marco Pigossi (Eric) tem o perfil, carisma e talento que um bom protagonista precisa. O elenco de coadjuvantes é competente e agradável, em especial José Dumont (Ciço), Alessandra Negrini (Inês) e Fábio Lago (Iberê). Os destaques ficam para o sempre irreverente Wesley Guimarães (Isac) e a magnética Jessica Córes (Camila).

A primeira temporada de Cidade Invisível da Netflix é um excelente entretenimento. Mesmo com uma formato “Para Exportação”, a série acerta em apostar no realismo fantástico, e sua boa construção e execução garantem um bom divertimento. As pontas soltas e deixas estão lá para garantir uma segunda temporada, que fico na torcida que não demore para chegar.


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Séries | TV

WandaVision | Quarteto Fantástico pode ter sido referenciado e você nem notou

Uma diálogo simples de WandaVision pode ter dado uma dica quanto às origens do Quarteto Fantástico do MCU no episódio 4 da série.

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Será que a Marvel pode ter introduzido, na surdina, a sua Primeira Família ao MCU com uma simples referência em WandaVision?

Uma teoria sugere que o episódio 4 de WandaVision pode ter dado pistas quanto às origens do Quarteto Fantástico, de acordo com o site Den of Geek.

Os primeiros cinco minutos do quarto episódio de WandaVision fazem referência a um ‘Programa de Treinamento de Astronautas’ que, de maneira brilhante, está falhando em decolar. Como disse o diretor em exercício do E.S.P.A.D.A., Tyler Hayward, eles “perderam metade de [seu] pessoal no Blip e metade dos restantes perderam a coragem”.

Como isso se encaixa no Quarteto Fantástico? As origens do Quarteto estão intimamente ligadas a Programas Espaciais. Nas HQs, eles são astronautas que fizeram a sua incursão no espaço em um voo não autorizado e acabaram por ser expostos à radiação cósmica. Assim, como acontece com a maioria dos acidentes baseados em radiação no universo da Marvel, quatro novos super-heróis – Senhor Fantástico, Mulher Invisível, Tocha Humana e o Coisa – nasceram.

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Claro, pode não ser nada – mas a Marvel tem em seu histórico o hábito de soltar pistas para projetos futuros com antecedência. Afinal, tudo, desde Doutor Estranho à nação natal dos Panteras Negras, Wakanda, foi apresentado de alguma forma anos antes de finalmente se tornar realidade na tela grande. Vale ressaltar que esta é a primeira menção importante quanto a astronautas desde que a Disney conquistou os direitos do Quarteto Fantástico em sua fusão com a Fox, o que certamente já é marcante por si só.

Só recentemente a Marvel confirmou oficialmente que um filme do Quarteto Fantástico está à caminho, então ainda levará algum tempo antes de vermos se isso foi uma provocação deliberada ou um erro completo. Ainda assim, a frase atende a um dos objetivos da série que é de fazer com que o público observe e questione até mesmo as menores linhas de diálogo. Pode não ser nada; pode ser tudo – mas isso já é parte da diversão.

Adquira suas HQs do Quarteto Fantástico AQUI e se prepare para as aventuras do grupo no MCU.


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Séries | TV

Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Ryan Coogler, diretor de Pantera Negra, assinou contrato de 5 anos com o Disney+ para desenvolver uma série sobre o Reino de Wakanda.

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O diretor do longa Pantera Negra, Ryan Coogler, desenvolverá uma série para o Disney+ sobre Wakanda.

A The Walt Disney Company pretende estreitar os laços com o diretor e co-roteirista de Pantera Negra, Ryan Coogler. De acordo com o site Deadline, a Disney fechou um acordo geral de cinco anos com a Proximity Media, empresa de Coogler que ele dirige com os diretores Zinzi Coogler, Sev Ohanian, Ludwig Göransson, Archie Davis e Peter Nicks.

De acordo com o site, Coogler, que já está trabalhando na sequência do longa de Pantera Negra, que ele dirigirá ainda este ano, desenvolverá em seguida uma nova série para o estúdio.

A série será um drama baseado no Reino de Wakanda e será distribuída no Disney+.

Ainda de acordo com o Deadline, a negociação feita também permite que a Proximity Media desenvolva outros trabalhos para outras divisões da Companhia.

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“Ryan Coogler é um contador de histórias singular, cuja visão e alcance o tornaram um dos cineastas de destaque de sua geração”, disse Bob Iger, presidente executivo da The Walt Disney Company. “Com Pantera Negra, Ryan trouxe uma história inovadora e personagens icônicos à vida de uma forma real, significativa e memorável, criando um momento cultural divisor de águas. Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento e ansiosos para contar mais ótimas histórias com Ryan e sua equipe.”

“É uma honra fazer parceria com a The Walt Disney Company”, disse Coogler. “Trabalhar com eles em Pantera Negra foi um sonho que se tornou realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderíamos estar mais felizes de lançar nosso negócio para a televisão com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o guarda-chuva da Disney. Estamos ansiosos para aprender, crescer e construir um relacionamento com públicos em todo o mundo por meio das plataformas Disney. Estamos especialmente entusiasmados por darmos nosso primeiro salto com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso e seus parceiros no Marvel Studios, onde estaremos trabalhando de perto com eles em programas do MCU selecionados para Disney+. Já estamos participando de alguns projetos que mal podemos esperar para compartilhar”, afirmou Ryan Coogler em nome da Proximity Media.

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Pantera Negra arrecadou US $ 1,3 bilhão globalmente e se tornou o primeiro filme de super-herói a receber uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. O protagonista do longa, Chadwick Boseman, morreu no ano passado, e Coogler e a Disney estão trabalhando em uma sequência que não venha a escalar outro ator para o papel.


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