Os vilões do Universo Cinematográfico da Marvel - Multiversos
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Que tal relembrar aqueles personagens que fazem a vida dos heróis terem sentido?

Não tem jeito, com a proximidade de Vingadores: Guerra Infinita, nada gera tanto murmurinho no mundo do entretenimento quanto o terceiro filme dos Maiores Heróis da Terra, bem como seu esperado impacto.

Estamos falando de um filme que deve ultrapassar a casa dos U$ 2 bilhões em bilheteria com certa facilidade, e muito disso se deve a sua principal ameaça: o tão aguardado vilão, Thanos, que de tão falado, já se transformou no antagonista mais protagonista que os filmes da Marvel trouxeram até o momento.

Thanos, O Titã Louco

Uma ameaça construída ao longo de 6 anos, consolidada como um poder supremo que nem a união dos heróis da Marvel será capaz de deter, ver este vilão devidamente estabelecido e desenvolvido é uma das maiores expectativas que Vingadores: Guerra Infinita carrega. Mas, enquanto o Titã Louco não chega, vamos revisitar o Universo Cinematográfico da Marvel para destacarmos alguns dos importantes vilões apresentados até o momento.

Lembrando que nossa lista também engloba as series os núcleos de cinema e TV ainda não se cruzaram numa mesma obra, mas como bem as referencias e citações atestam que tudo se passa num único Universo, como bem sabemos.

Mandarim

O ator Ben Kingsley foi o Mandarim em Homem-de-Ferro 3

Nos quadrinhos o Mandarim está para o Homem-de-Ferro, como Lex Luthor está para o Superman.

Mas a versão do personagem criado em 1964, atualmente é vista como racista, extremista e preconceituosa, o que levou a Marvel a promover profundas mudanças no personagem que para inseri-lo em Homem-de-Ferro 3 (2013), afinal de contas, fica até fácil para imaginarmos o reboliço que o personagem causaria nos dias de hoje, onde tremula todos os mais forte, a bandeira do “politicamente correto”.

Mas o contexto das mudanças é o problema, já que o personagem foi apresentado como um ator de teatro, interpretando um Líder terrorista extremista denominado como o Mandarim, mas que na verdade nunca existiu, era apenas um bode expiatório, parte de um plano de vingança e destruição arquitetado pelo vilão principal do longa, o também nada memorável Aldrich Kilian (Guy Pearce).

O impacto da figura do Mandarim nas artes promocionais, trailers, etc., foi algo inominável, somente comparada à decepção de ver o personagem nas telas. Ainda assim, Sir Ben Kingsley entrega uma atuação e um personagem aceitável, dentro, claro, da proposta apresentada ao mesmo. Ficou no final um gosto amargo na boca de uma solução de roteiro razoável para um personagem com um potencial avassalador, que poderia ser trabalhado de outras formas e apresentar inúmeras nuances como o maior antagonista de Tony Stark.

Helmut Zemo

Daniel Bruhl interpretou o Barão Zemo em ‘Capitão América: Guerra Civil’

Todo mundo já sabia, Capitão América Guerra Civil (2016) nos cinemas estaria longe de ser o mega evento homônimo que testemunhamos nos quadrinhos, e que o foco estaria no embate entre os heróis por conta da famigerada Lei de registro. Porém, o anuncio da presença do Barão Zemo interpretado acendeu uma esperança de termos um vilão verdadeiramente impactante, principalmente considerando todo o background e as particularidades deste personagem nos quadrinhos.

A expectativa aumentou quando Daniel Bruhl foi anunciado para o papel, às boas atuações em Rush e Bastardos Inglórios ainda estavam frescas em minhas lembranças. Mas a decepção veio, e veio acompanhada de um personagem absolutamente insosso, cuja motivação é um senso de justiça/vingança deturpados por uma tragédia atribuída aos heróis, que atuaram na batalha de Sokovia (Vingadores – Era de Ultron).  Num filme onde todas as atenções estavam voltadas para o conflito dos heróis, era preciso um vilão que marcasse presença para chamar a atenção, o que infelizmente não foi o caso aqui. Mais ainda que de maneira superficial e sem graça, Helmut Zemo colocou os Vingadores e afins, uns contra os outros, catalisando eventos que podem inclusive influenciar até em Guerra Infinita, sendo assim, não podemos ignorar sua importância.

Obadiah Stane

O ator Jeff Bridges deu vida ao vilão Obadiah Stane em Homem-de-Ferro.

Sócio e mentor de Tony Stark o primeiro antagonista neste universo de filmes que está prestes há completar 10 anos!

Stane é o típico perfil de oportunista, usurpador que em face dos anos dedicado a Companhia, deduz ter muito mais direitos que qualquer outro sobre ela, e reclamará os pretensos “direitos”, não importa quem ele tenha que destruir no processo. Durante muito tempo eu defendi a tese que o simpático careca teria sido o responsável pela morte dos pais de Tony Stark.

Bridges dá vida um personagem carismático, que se revela no segundo ato e assume de vez a vilania no terceiro, é parte de uma obra que ficará para sempre guardada no coração dos fãs, um filme bem feito, com tudo no lugar e uma condução quase que irretocável, tem seu lugar garantido no meu Top 5 – Melhores Filmes de Herói, e sem duvida abriu o caminho para o sucesso das produções seguintes.

Soldado Invernal

Sebastian Stan apareceu pela primeira vez como Soldado invernal em Capitão América: Soldado Invernal.

Quando comecei a elaborar a lista, havia decidido que personagens, que começaram suas campanhas como vilões e hoje são heróis (exemplo: Feiticeira Escarlate e Mercúrio) não entrariam nela, mas como Bucky Barnes, mesmo tendo sido libertado do controle mental da Hydra, ainda não traçou seu caminho ao “Santuário” dos heróis, não posso me eximir do dever de inseri-lo nesta lista.

O personagem dado como morto retorna no segundo, e melhor filme, do Capitão América até o momento.

Fruto de experimentos científicos da Hydra, o Soldado Invernal é uma das principais peças no articulado esquema da mesma para governar o mundo. O visual do personagem é bacana, a concepção também e ainda por cima, Bucky protagoniza cenas de ação de tirar o folego, alternando momentos carregados pela carga dramática dos acontecimentos que o conduziram até aquele ponto, e aqui cabe ressaltar que Stan (um colírio para os olhos da Mulherada de plantão) cai muito bem para o papel.

A jornada de Bucky prossegue em Guerra Civil e deve ganhar um novo capítulo em Pantera Negra, que estreia no final da primeira quinzena de Fevereiro, mas há quem garanta que Bucky ganhará terá ainda mais relevância no Universo Marvel, sendo o próximo a vestir o manto de Capitão América, como já aconteceu nos quadrinhos.

É esperar para ver!

Ego

O ator Kurt Russell vive o “avatar” do planeta Ego em Guardiões da Galáxia vol. 2.

Guardiões da Galaxia é um dos filmes mais aclamados da Marvel, mas tem muito fã por aí aborrecido até hoje pela maneira como Peter Quill e seus amigos derrotaram Rhonan, o Acusador (aquela dancinha ridícula do Quill, lembra?). Pois bem, agora o buraco era muito mais embaixo, já que o vilão da vez era Ego, um ser de extremo poder, um planeta vivo com capacidades quase que inimagináveis.

Kurt Russell é um ícone do cinema e entrega todo seu carisma ao personagem, é impossível não gostar dele, quem foi fã dos filmes de ação dos anos 80, esperou ansiosamente por um encontro entre Russell e Stallone (e possíveis piadinhas remetendo a Tango & Cash, filme de ação B dos anos 80/90 adorado por muitos fãs da época, inclusive este humilde que vos escreve) o que infelizmente não aconteceu.

Ah! E se teve gente reclamando do jeito que Rhonan foi derrotado, o que dizer de Quill e seu Pac-man neste filme?  Eu… Adorei!

Caveira Vermelha

Hugo Weaving como Caveira Vermelha em Capitão América: O Primeiro Vingador.

Ele já deu vida ao inesquecível Agente Smith, de Matrix, ao sábio Mestre Elrond, em O Senhor dos Anéis, e a muitos outros personagens memoráveis no mundo do cinema. Pois bem, era certo que a união de um ator deste calibre com um personagem do porte do Caveira Vermelha só poderia dar coisa boa não é mesmo?

Hum…! Há controvérsias!

A participação do Caveira é legal. Ficam claros os indícios de que o personagem poderia, em suas próximas aparições, evoluir para o déspota, sádico e genocida que nos acostumamos a ver nos quadrinhos, e que foi antagonista de grandes sagas na editora Marvel. Mas, como bem sabemos, tudo leva a crer que o Caveira morreu, e as declarações de Hugo Weaving em 2012 sinalizavam que o ator não tinha mais interesse em viver o vilão.

Mas, recentemente, ainda que de maneira cautelosa, o discurso do ator mudou e uma esperança de que possamos um dia rever o Caveira nos cinemas, desta vez num tom mais sombrio, renasceu novamente.

Resta esperar pra ver.

Ultron

James Spader deu vida, e voz, ao vilão de Os Vingadores: A Era de Ultron.

O primeiro elemento a destacar neste vilão é o excelente trabalho de dublagem de James Spader. Ultron é um ótimo personagem, muito importante tanto nos quadrinhos quanto no cinema, mas que poderia ter sido melhor explorado. Ultron poderia ser muito mais do que um uma inteligência artificial poderosa e revoltada, com crises de inveja e desprezo por seu criador e por toda a humanidade, ao melhor estilo “a humanidade é o caos, e eu sou a ordem”.

Vingadores – A Era de Ultron (2015) não é ruim, Ultron não foi um antagonista ruim, mas ficou, sim, um gostinho amargo lá no fundo, pela oportunidade desperdiçada em não aproveitar toda a profundidade que o personagem poderia atingir.

Rei do Crime

Vicent D’Onofrio fez toda a diferença com o seu Rei do Crime na primeira temporada de Demolidor.

A Marvel entrou forte em sua parceria com a Netflix para a produção de series. Luke Cage, Punho de Ferro, Defensores, Justiceiro, Jessica Jones e Demolidor (duas temporadas) são os produtos disponíveis no momento, em geral com bons roteiros, focados numa temática mais urbana, e com uma narrativa mais presa ao realismo, digamos assim. É de comum acordo, que nas séries há mais tempo para desenvolvimento dos personagens, o que, claro, os torna mais profundos em relação aos apresentados no cinema.

Mas nada se compara ao Rei do Crime de Vincent D’Onofrio. A qualidade da serie do Demolidor (2015) no quesito enredo, em muito se deve pelo desenvolvimento do Rei, retratado como o poderoso gângster, o assassino frio, um mafioso intimidador que controla com mão-de-ferro o crime em Hell’s Kitchen. Em contrapartida, o personagem é constantemente humanizado, tanto pela devoção à esposa, quanto pela traumática infância e o abusivo relacionamento com o pai, que fez muito fã da série dizer que o Rei era só mais uma vitima do sistema. D’Onofrio tem em toda série uma atuação honesta, sensível e profundamente regular, seu personagem encanta por apresentar várias facetas sem perder sua identidade, provocar discussões e despertar sentimentos contraditórios em níveis iguais, nos fãs.

Que venha a terceira temporada, vida longa ao Rei!

Killgrave

David Tennant como Killgrave em Jessica Jones.

Outro excelente fruto da parceria Marvel/Netflix, apresentado na série Jessica Jones (2015).  O olhar ameaçador é só o cartão de visitas de um personagem absurdamente perturbado que, com seu poder de domínio mental, proporciona às suas vítimas os piores cenários possíveis, em relações totalmente abusivas e situações que podem variar de constrangimentos a assassinatos, sem que Killgrave esboce a menor reação ou remorso. De tudo o que já vimos produzido pela Marvel, este é, em minha opinião, o vilão mais sombrio apresentado até o momento, cuja ameaça casa perfeitamente com a temática urbana apresentada em Jessica Jones.

Já a atuação de David Tennant (que, dentre outros trabalhos, foi protagonista de umas das muitas temporadas de Doctor Who) é quase irretocável! Sua presença em cena exala insanidade especialmente quando contracena com Jessica Jones (Krysten Ritter) onde todos os traumas e medos da personagem vêm à tona.

Alexander Pierce

Robert Redford como Alexander Pierce em Capitão América: O soldado Invernal.

Não é por acaso que considero o segundo longa do Capitão um dos melhores filmes da Marvel até o momento. Além do nosso querido Soldado Invernal, o filme ainda reserva um plot twist bacana no final, quando o verdadeiro vilão e suas reais intenções são reveladas.

Robert Redford dispensa comentários, não consigo pensar numa escolha melhor para viver Alexander Pierce, o homem que destruiu a S.H.I.E.L.D.

Abutre

Michael Keaton, e seu fantástico Abutre em Homem-Aranha de Volta ao Lar.

Muita gente duvidou do poder de impacto do Abutre como vilão. Na verdade, Homem-Aranha de volta ao lar (2017) abre espaço para apresentar outros vilões como o Gatuno, Escorpião, o Consertador, Shocker. Mas tudo isso fica renegado ao segundo plano quando acompanhamos a atuação de Michael Keaton na pele do Abutre.

Um dos mais antigos membros da excepcional galeria de vilões do Homem-Aranha (criado em 1963 por Stan Lee e Steve Ditko) Adrian Toomes, ou o Abutre, teve sua origem contada de outra forma em Homem-Aranha de Volta ao Lar (2017) na qual esta foi amarrada a Invasão Chitauri vista em Vingadores.

A vilania, por assim dizer, do personagem é quase que justificada pelos acontecimentos do filme e fica muito fácil criarmos uma empatia tão grande com o personagem ao ponto de concordamos que agiríamos da mesma forma em seu lugar.

Mais uma vez somos presenteados com o talento de Michael Keaton, e sua dinâmica com Peter Parker (Tom Holland) e todos os seus diálogos a partir do terceiro ato do filme, estão entre os melhores momentos da Marvel nos cinemas.

Hella

Cate Blanchett e sua magnífica personificação de Hella em Thor: Ragnarok.

Cate Blanchett está simplesmente espetacular na pele da poderosa Hella.  Nem mesmo o ar de superioridade que a personagem impõe a todo o momento, causa antipatia no publico, alias muito pelo contrário, todo mundo que assistiu Thor: Ragnarok (2017) ficou encantado com a atuação da atriz, que deixava claro a cada cena estar se divertindo muito na pele da deusa Asgardiana.

Linda, sensual, ameaçadora ao extremo, mortal. Enquanto torcemos por seu retorno em futuro próximo, fica a certeza de que Cate compôs uma personagem, inesquecível capaz de rivalizar com o primeiro colocado  da lista.

Loki

Tom Hiddleston É Loki. Sem mais.

Como não atribuir o lugar mais alto do pódio ao mais carismático dos vilões?

Loki roubou a cena em Thor (2011) e subiu consideravelmente de patamar ao liderar a invasão Chitauri à Terra. Seus planos nunca deram lá muito certo, mas Loki conquistou o coração dos fãs, sempre roubando a cena a cada nova aparição.

Por isso, hoje a Marvel não o trata mais exatamente como um vilão, nem como herói, nem como anti-herói. Loki é um sobrevivente, uma mente astuta e maquiavélica, sempre disposta a mentir e trair quem quer que seja em beneficio próprio, exuberantemente interpretado por um ator feito quase sob medida para o papel, que tem uma boa parcela na construção e sucesso do personagem.

A galeria de vilões se estende ainda por mais de trinta personagens distribuídos ao longo de 17 Filmes, e que ficará ainda maior este ano com novos vilões chegando nos três filmes da Marvel planejados para 2018.

 

E pra você, qual o vilão mais marcante do Universo Cinematográfico da Marvel?

Filmes

‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ apresenta o caminho que o DCEU deveria seguir!

A versão de Zack Snyder para a Liga da Justiça tem tudo o que o DCEU precisaria para ter um futuro de sucesso nos cinemas nos próximos anos!

Rafa-el Lima

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Divulgação: HBO Max

O SnyderCut de Liga da Justiça foi, durante muito tempo, apenas um sonho dos fãs e do seu diretor. Agora, pouco mais de 3 anos depois do lançamento de Liga da Justiça nos cinemas, a verdadeira versão do longa poderá ser conferida: Liga da Justiça de Zack Snyder é a versão definitiva em longa metragem dos maiores heróis da DC Comics.

Sinopse
Em Liga da Justiça de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.


Liga da Justiça de Joss Whedon (2017)

Como já foi dito ali no início, a Liga da Justiça já havia ganho uma versão cinematográfica em 2017. Isso aconteceu depois de Zack Snyder ser afastado do projeto (utilizando a trágica morte de sua filha, Autumn, como desculpa), pelos muitas vezes errôneos executivos da Warner Bros., e todo o seu material foi entregue nas mãos de Joss Whedon.

Whedon fez o que lhe foi pedido: emulou a fórmula Marvel, inserindo piadas a todo momento e saturando a colorização do longa, e deu um outro caminho ao material original de Zack Snyder, infelizmente.

E… Deu no que deu. Um filme simplório. Com roteiro que sofre com as mudanças e inserções de Whedon, que não casam com a proposta original do longa, e personagens que viraram motivo de chacota nas telonas. Nada mais, nada menos, que um filme regular. Sem coração.

Liga da Justiça de Zack Snyder

Depois da bem sucedida campanha dos fãs, a #ReleaseTheSnyderCut, Zack Snyder foi convidado a finalizar seu projeto para, finalmente, poder entregar aos fãs a sua visão do longa. E, possivelmente, ter a sua despedida do DCEU.

Para você que pretende assistir à Liga da Justiça de Zack Snyder, fica aqui um aviso: logo no início do filme, e durante alguns outros momentos, você vai pensar: “mas… eu já vi TUDO isso antes…”, e realmente viu. Como já disse aqui, todo o material filmado originalmente pelo diretor foi entregue ao seu substituto, e muito deste conteúdo foi usado em seu filme de 2017.

A base estrutural do filme é, logicamente, a mesma. Porém, como Whedon tinha o objetivo de “mudar” o enredo de Snyder, a forma como as coisas acontecem no longa podem até parecerem as mesmas, mas os gatilhos e consequências, quando vistos completamente, dão outro sentimento à trama.

Por exemplo, a chegada do Lobo da Estepe (Steppenwolf) está aqui, como esteve em 2017, mas o personagem agora tem motivos mais profundos para agir como age. A origem do Cyborg também está presente, da mesma forma, inclusive, mas o herói cresce tanto na versão de Snyder que faz jus ao que o diretor sempre disse sobre o personagem: “Cyborg é o coração do meu filme“.

Isso, goste você ou não, já era algo esperado. Era impossível pensar uma versão de Zack Snyder para o filme sem as cenas que o diretor já havia gravado anteriormente.

Dito isto, é preciso ressaltar: por mais que Liga da Justiça de Zack Snyder pareça o mesmo filme da Liga da Justiça de 2017, não se engane, este é um OUTRO filme!

Snyder se utiliza do longo tempo que tem disponível em tela para estruturar uma história coesa, mais densa e, por mais estranho e contraditório que pareça, com um pouco da leveza que lhe era cobrada anteriormente. Entenda, o clima sombrio dado filtro sépia, agregado às cenas slow motion, característicos do diretor em seus filmes anteriores no DCEU, estão lá. Entretanto, o que move os seus personagens aqui é, acima de tudo, a esperança, e isso faz muita diferença no contexto de mundo apresentado até agora.

Até a segunda hora do filme parece que o longa não tem nada de novo para lhe apresentar. Mesmo a inserção das cenas extras parecem não tirar do expectador a impressão de que estamos revendo tudo de novo, agora só inserindo uns pedacinhos a mais de cenas e “mudando as coisas de lugar”. Isso persiste até que temos o momento em que o clima do longa começa a dar uma guinada e você sente que o filme começa a ganhar uma cara própria.

A visão de Snyder para sua Liga da Justiça é muito mais generosa com seus heróis que a versão anterior. Aqui temos um desenvolvimento claro para cada um dos seus personagens, obviamente privilegiando os personagens que estão sendo apresentados ao universo DC dos cinemas “agora”.

Isso tudo é notório com o crescimento do plot do Cyborg, que é absurdamente maior e melhor em relação à 2017, do Flash, e do Aquaman, que nos dá vislumbres de elementos que já vimos no seu filme que se passou depois de Liga da Justiça, cronologicamente falando (e, não, aquela imagem/estátua que você verá não é a mesma do filme do Momoa. É apenas isso, uma estátua  😉 ).

O Batman de Ben Affleck perde o perfil piadista da versão anterior e volta a ser a base estrutural da Liga. A Diana de Gal Gadot é o braço direito do Batman e se mostra a guerreira amazona que todos amamos e queremos em combate, que entra na luta para matar ou morrer. O Aquaman de Jason Momoa perde o ar galhofeiro e se apresenta como o brucutu que resolve o problema. Impossível não pensar em como se sairia Jason Momoa no papel de Lobo. O Superman de Henry Cavill é o que menos muda da versão de 2017 da Liga, ficando à cargo da famosa roupa preta a mudança mais gritante no personagem.

Flash e Cyborg são os que mais crescem na versão de Snyder de sua Liga. O velocista de Ezra Miller ganha mais profundidade na sua apresentação, mantém-se como alívio cômico, mas tem muito mais importância no desenvolvimento e resolução dos problemas do que antes. O Cyborg de Ray Fisher é uma das partes mais importantes do longa, e é notório como a direção privilegia a apresentação do personagem, por saber que os outros membros do grupo já tinham longas próprios previstos no DCEU.

Além disso, a batalha final do longa é nada menos que épica, realmente! Cada parte da Liga se mostra importante e necessária para o desfecho do filme. Ninguém ali está “sobrando”.

Tudo de Liga da Justiça é melhor na versão de Zack Snyder em relação à versão de 2017. Nem a trilha sonora de Danny Elfman, que é muito boa e emula temas já clássicos dos longas da DC em alguns momentos, consegue superar a trilha de Junkie XL, aplicada nesta versão.

Se há um ponto de destaque, na minha opinião, na versão Whedon em relação à versão de Snyder, é apenas aquela introdução. Eu, particularmente, gosto daquele início.

De filme para série… e de volta para filme

Algo a destacar aqui é, na minha opinião, mais um erro da Warner Bros., dessa vez em relação à forma escolhida para lançar o SnyderCut. O longa de 4h02 é estruturado em forma de capítulos por ter, anteriormente, sido preparado para um lançamento como uma série dentro da plataforma da HBO Max.

A escolha por lançar todo o material de uma vez é excelente para os fãs, que saciam a sua sede pelo conteúdo de uma vez por todas. Mas, para a HBO Max, enquanto um serviço de streaming, soa para mim como sendo uma péssima decisão. É impossível negar que, em um momento de pandemia, onde muitos estão trancados em casa por conta dos riscos do Covid-19, lançar a Liga da Justiça de Zack Snyder como uma série renderia um hype de, pelo menos, 2 meses ao serviço de streaming.

Obviamente que existia o risco de, ao ver o material pouco a pouco, o público começar com reclamações como: “estamos revendo, semanalmente, o que já vimos em 2017”, uma vez que o impacto do conteúdo geral é melhor absorvido ao ser consumido de uma só vez, e com isso teríamos um hype negativo. Este pode ser, sim, o risco que a HBO Max não quis correr. Mas, a impressão que tenho é que a Warner Bros. quer finalizar o quanto antes o seu ciclo com Zack Snyder, e a melhor forma para isso é aplacar a ânsia dos fãs rapidamente, esperando que, em pouco tempo, o seu trabalho deixe de movimentar as redes sociais para que o estúdio possa seguir com seus planos para o DCEU sem sofrer backlash por parte dos fãs do trabalho do visionário.

Conclusão

Liga da Justiça de Zack Snyder mostra que, contrariamente ao que era bradado pelos haters do trabalho do diretor, Snyder conhece do universo onde estava colocando suas mãos. O diretor consegue, em apenas um filme, inserir 3 novos heróis de forma bem agradável, apresentar um desafio relevante e emplacar toda uma estrutura que poderia reverberar nos filmes seguintes do DCEU, dando a base para o futuro próximo da franquia. Mas, diferente do que parte do público, e da Warner, queriam, o diretor pretendia montar todo esse universo com calma, sem pressa, e sem tentar replicar a fórmula da Marvel Studios nos cinemas.

O DCEU, nascido nas mãos de Zack Snyder em Man of Steel, ganha como a nova versão de Liga da Justiça um norte absurdamente grandioso e que, com certeza, mobilizará novamente os fãs para que o movimento #RestoreTheSnyderVerse consiga trazer o diretor para estar verdadeiramente a frente do universo DC nos cinemas.

Feliz ou infelizmente, o que move os planos da indústria cinematográfica é o dinheiro. Então, se você é fã do Universo Estendido da DC, e gostaria de vê-lo seguindo esse caminho, considere assistir ao longa nas plataformas oficiais de lançamento.

Onde assistir?

O filme estará disponível a partir das 5h da madrugada (horário de Brasília) do dia 18 de Março.

Plataformas digitais exclusivamente para aluguel:

Apple TV, Claro, Google Play, Microsoft, Playstation, Sky, Uol Play, Vivo e WatchBr.


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Filmes

Oscar 2021 | Conheça os indicados desse ano!

Conheça os indicados à maior premiação do cinema mundial em 2021!

Jean Sinclair

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Oscar 2021
Divulgação: The Academy

Aconteceu na manhã de hoje, 15/03, o anúncio dos indicados pela Academia ao Oscar 2021.

Os indicados são:

Melhor filme

  • “Meu pai”
  • “Judas e o messias negro”
  • “Mank”
  • “Minari”
  • “Nomadland”
  • “Bela vingança”
  • “O som do silêncio”
  • Os 7 de Chicago

Melhor atriz

  • Viola Davis – “A voz suprema do blues”
  • Andra Day – “The United States vs. Billie Holiday”
  • Vanessa Kirby – “Pieces of a woman”
  • Frances McDormand – “Nomadland”
  • Carey Mulligan – “Bela vingança”

Melhor direção

  • Thomas Vinterberg – “Druk – Mais uma rodada”
  • David Fincher – “Mank”
  • Lee Isaac Chung – “Minari”
  • Chloé Zhao – “Nomadland”
  • Emerald Fennell – “Bela vingança”

Melhor atriz coadjuvante

  • Maria Bakalova – “Borat: Fita de Cinema Seguinte
  • Glenn Close – “Era uma vez um sonho”
  • Olivia Colman – “Meu pai”
  • Amanda Seyfried – “Mank”
  • Yuh-Jung Youn – “Minari”

Melhor figurino

  • “Emma”
  • “A voz suprema do blues”
  • “Mank”
  • “Mulan”
  • “Pinóquio”

Melhor trilha sonora

  • “Destacamento blood”
  • “Mank”
  • “Minari”
  • “Relatos do mundo”
  • Soul

Melhor roteiro adaptado

Melhor roteiro original

  • “Judas e o Messias negro”
  • “Minari”
  • “Bela vingança”
  • “O som do silêncio”
  • Os 7 de Chicago

Melhor curta de animação

  • “Burrow”
  • “Genius Loci”
  • “If anything happens I love you”
  • “Opera”
  • “Yes people”

Melhor curta-metragem em live action

  • “Feeling through”
  • “The letter room'”
  • “The present”
  • “Two distant strangers”
  • “White Eye”

Melhor ator coadjuvante

  • Sacha Baron Cohen – “Os 7 de Chicago
  • Daniel Kaluuya – “Judas e o messias negro”
  • Leslie Odom Jr. – “Uma noite em Miami
  • Paul Raci – “O som do silêncio”
  • Lakeith Stanfield – “Judas e o messias negro”

Melhor documentário

  • “Collective”
  • “Crip camp”
  • “The mole agent”
  • “My octopus teacher”
  • “Time”

Melhor documentário de curta-metragem

  • “Collete”
  • “A concerto is a conversation”
  • “Do not split”
  • “Hunger ward”
  • “A love song for Natasha”

Melhor filme internacional

  • “Another round” (Dinamarca)
  • “Betther days” (Hong Kong)
  • “Collective” (Romênia)
  • “The man who sold his skin” (Tunísia)
  • “Quo vadis, Aida?” (Bósnia e Herzegovina)

Melhor mixagem de som

  • “Greyhound: Na mira do inimigo”
  • “Mank”
  • “Relatos do mundo”
  • “Soul”
  • “O som do silêncio”

A 93º cerimônia de premiação do Oscar 2021 acontecerá no dia 25 de abril.


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Filmes

Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Warner anuncia novo reboot para Superman e projeto já está está na ponta da agulha e nas mãos de JJ Abrams.

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Semana cheia de novidades para os fãs do Superman & CIA.

Essa semana foi apresentada a nova Supergirl do DCEU, que vai aparecer no filme solo The Flash. Sasha Calle foi a escolha feita após uma busca cansativa para escolha da prima do filho de Krypton. Confira no vídeo:

Além disso, tivemos a boa estreia da nova série Superman & Lois com Tyler Hoechlin e Bitsie Tulloch dando picos de audiência.

++Leia Mais:
– Homem-Aranha 3 tem subtítulo oficial finalmente divulgado: ‘No Way Home’
– Batman mergulha no mundo de ‘FORTNITE’

Novo Superman nos Cinemas?

Não bastassem essas ótimas notícias para a família Super da DC, hoje, dia 26, a Warner lança mais uma bomba para o nosso final de semana… É oficial! JJ Abrams está trabalhando em um novo filme do Superman!

Jeffrey Jacob Abrams é um escritor, diretor e produtor de cinema e televisão dos Estados Unidos.

Após muitos rumores a Warner Media tornou isso oficial. Abrams está com a batuta nas mãos e produzirá um novo filme do Azulão. O roteiro está nas mão do escritor Ta-Nehisi Coates. O filme está ainda sem enredo e nada mais de definições.

Coates comentou que “ser convidado para o DC Extended Universe pela Warner Bros., DC Films e Bad Robot é uma honra” e que “estou ansioso para adicionar de forma significativa ao legado do herói mítico mais icônico da América”.

Abrams falou com confiança que há mais histórias a serem contadas sobre Superman:

“Existe uma história nova, poderosa e comovente do Superman que ainda pode ser contada. Não poderíamos estar mais entusiasmados em trabalhar com o brilhante Sr. Coates para ajudar a levar essa história para a tela grande e estamos muito gratos à equipe da Warner Bros. pela oportunidade.”

Considerando que Henry Cavill já está ocupado com The Witcher, da Netflix, é difícil saber se ele terá como retornar ao papel.

Há algum tempo é cogitação de levar para os cinemas um Superman Negro. Acredita-se que este projeto possa estar em andamento já há alguns anos, e que Michael B. Jordan, teria conversado com a Warner sobre o projeto anos antes, possa ter comprado a ideia e movido seus pauzinhos para que ele mesmo possa fazer o papel. Será que vai rolar?

Até o momento não existem mais detalhes sobre o projeto, mas fique ligado para mais novidades!


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Filmes

Monster Hunter | Milla Jovovich de volta ao mundo dos videogames!

Em mais uma adaptação de um jogo da Capcom, Milla Jovovich e Tony Jaa enfrentam monstros gigantes e mortais.

Jean Sinclair

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Divulgação: Sony

Monster Hunter, marca o retorno do diretor e também roteirista, Paul W.S. Anderson, ao mundo dos videogames nos cinemas e mais uma vez o diretor escolhe adaptar uma franquia da Capcom.

A Tenente Artemis (Milla Jovovic) e seu time partem em busca de resgatar uma equipe desaparecida, quando acabam sendo transportados para um mundo misterioso, que possui monstros gigantes. Artemis precisa encontrar como retornar ao seu mundo com a ajuda do Caçador (Tony Jaa).

Anderson é um criador que fez uma longeva carreira trabalhando com adaptações de jogos de videogames, do hoje cultuado Mortal Kombat (1995) à cine-série Resident Evil, onde teve como atriz principal Mila Jovovich. Anderson é um autor amado e odiado. Enquanto alguns odeiam as suas obras por nunca seguirem com fidelidade o material base, outros adoram o seu cinema explosivo e alucinado, cheio de pirotecnias e efeitos especiais. Ele também faz filmes baratos em sua produção gerarem rios de dinheiro, o que acaba sempre abrindo novas portas para o seu trabalho.

Aqui em Monster Hunter ele não foge em nada de seus trabalhos prévios. Os personagens são jogados na trama e, com exceção de Artemis e do Caçador, o restante do elenco tem somente funções narrativas e incorporam estereótipos padrões desse tipo de enredo. Dá pra fazer um bingo de quem é cada um em tela (a latina, o negro, o asiático, o canastrão, o sisudo e etc. e etc. …) e como eles vão morrer e fechar a cartela rapidinho.

A história é básica e simples. Protagonista surge, tem um desafio, surgem os conflitos e temos uma resolução. Com uma estrutura de atos que acaba apressada em seu inicio e segue em constante velocidade o tempo todo, com pequenos respiros para alguma cena expositiva, até o seu final. Os diálogos são fraquíssimos, e dá até para adivinhar alguns segundos antes deles surgirem em tela. O clima do longa muda o tempo todo, nunca se decidindo se é um suspense, um filme de guerra, um horror splatter ou um filme de ação alucinada.

Monster Hunter praticamente não possuí trilha sonora, focando-se mais na edição de som ultra barulhenta e exagerada, que oscila entre silêncios e explosões ensurdecedoras numa fração de segundos. Segundos esses que estão na edição nervosa e picotada que é utilizada nas cenas de ação. Nenhum take dura mais do que 3-5 segundos. Deu até para brincar de contar nos dedos… 1, 2, 3, corta… 1, 2, 3, 4, corta. Esse recurso acaba deixando as cenas tão frenéticas quanto ilegíveis durante a projeção. Essa edição acaba fazendo com que o filme seja sempre acelerado e esteja sempre em movimento.

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O design de produção oscila em aproveitar bem as locações físicas, gerando até um alívio nos olhos, o que já difere quando o CGI é usado em tela. Os figurinos são bregas, mas que funcionam devido o clima do filme também ser assim. A fotografia do filme é o seu melhor elemento técnico, mesmo quando usa indiscriminadamente takes panorâmicos, sem que eles possuam função narrativa coerente, ou quando tenta explorar emoções inexistentes num close dos monstros de CGI. Os efeitos visuais são práticos e bem utilizados nas criaturas, mas há momentos que as coisas derrapam feio, como personagens flutuando ou descolados demais da cena.

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Sobre a adaptação em si, eu confesso não ser um jogador inveterado da franquia, mas sei que um dos grandes charmes do jogo é enorme gama de fauna e flora que os mundos de Monster Hunter possuem. Isso praticamente foi limado do filme por escolhas narrativas claras e até mesmo pelo curto orçamento, que fica evidente em alguns momentos, e somente alguns poucos e famosos monstros aparecem em tela.

Milla Jovovich já faz esse tipo de papel no automático e seu diretor, e também marido, não a força em momento algum à sair de sua zona de conforto. Tony Jaa acaba sendo carismático devido à sua simplicidade. Ron Pearlman conseguiu o prêmio de pior peruca/penteado que eu já vi em um filme e o restante do elenco é praticamente um easter egg em tela e, ah… procurem a brasileira Nanda Costa no filme. Se piscarem, perdem a participação dela.

Monster Hunter é um filme com o DNA de Paul W. S. Anderson. Barulhento, exagerado, pouco reverente ao seu material fonte e com um fiapo de enredo. Eu já sabia exatamente o que o novo filme traria, e até consegui encontrar um valor de entretinimento no longa, que tem potencial de agradar espectadores casuais e fãs de longa data do diretor, mas que fará pessoas mais exigentes e fãs do jogos saírem insatisfeitas da sessão.

Ah… há um cena extra dentro dos créditos finais.


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Filmes

Homem-Aranha 3 tem subtítulo oficial finalmente divulgado: ‘No Way Home’

Terceiro longa de Tom Holland como o Homem-Aranha do MCU ganhou o seu subtítulo no Twitter oficial da franquia.

Rafa-el Lima

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Após uma série de brincadeiras quanto ao subtítulo do próximo filme do aracnídeo, Homem-Aranha 3 ganha a tão esperada “segunda linha” de seu nome: No Way Home.

A divulgação se deu no twitter oficial do longa. Confira:

O longa traz mais uma vez Tom Holland como o Peter Parker/Homem-Aranha e retorna com os atores dos filmes anteriores Zendaya, Marisa Tomei e Jacob Batalon. A produção fica a cargo de Kevin Feige e Amy Pascal, e a direção segue com Jon Watt no comando.

O maior destaque do longa, pelo menos até aqui, é o retorno de Jamie Foxx, de O Espetacular Homem-Aranha 2, revivendo o vilão Electro; e de Alfred Molina, de Homem-Aranha 2, como o Doutor Octopus.

SpiderMan: No Way Home (algo como “Homem-Aranha: Sem Caminho Para Casa”), promete ter link direto com as consequências do atual sucesso do Disney+, WandaVision, e com o vindouro Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, por isso Benedict Cumberbatch também estará no longa.

++Leia Mais:
– RUMOR | Tobey Maguire e Andrew Garfield em negociações para ‘Homem-Aranha 3’
– Doutor Estranho terá papel importante em Homem-Aranha 3

Ontem, 23/02, os atores do longa haviam lançado em suas redes sociais diferentes versões do nome do filme. Como compartilhamos em nosso Twitter:

SpiderMan: No Way Home tem previsão de estreia para 17 de dezembro.


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Filmes

RUMOR | Jennifer Lawrence poderá viver Sue Storm no reboot de Quarteto Fantástico

Novo rumor aponta que Jennifer Lawrence se juntou ao elenco de Quarteto Fantástico do Marvel Studios, provavelmente como Sue Storm

Rafa-el Lima

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Será que teremos em Jennifer Lawrence a nossa Sue Storm para o longa do Quarteto Fantástico?

De acordo com o Daily Telegraph da Austrália, em matéria replicada no The Daily Mail, a atriz ganhadora do Oscar, Jennifer Lawrence, irá se juntar ao elenco do reboot de Quarteto Fantástico da Marvel Studios.

De acordo com outros sites o site Murphys Multiverse, responsável pela informação de ambas as fontes, teria tentado entrar em contato com a Disney mas não obteve respostas.

Se os rumores vierem a se confirmar, e a entrada de Lawrence no MCU for real, podemos estar diante do casting de Sue Storm, a Mulher Invisível, esposa de Reed Richards. A personagem já foi interpretada nos cinemas por Jessica Alba.

Quarteto Fantástico será dirigido por Jon Watts, que está trabalhando em Homem-Aranha 3, e ainda não há qualquer previsão de estreia.

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– Marvel Studios anuncia longa do Quarteto Fantástico
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Filmes

Mortal Kombat | Confira o primeiro trailer legendado

O mais mortal torneio pelo destino da Terra está de volta com o remake de Mortal Kombat para os cinemas, que estreia em abril de 2021.

Multiversos

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A New Line Cinema apresenta Mortal Kombat, uma aventura inédita inspirada na bem-sucedida franquia de videogames que, mais recentemente, teve um dos lançamentos de jogos de maior êxito da história, Mortal Kombat 11. O filme é dirigido pelo premiado diretor comercial australiano Simon McQuoid, que faz sua estreia como diretor de cinema, e produzido por James Wan (filmes do universo “Invocação do Mal”, “Aquaman”), Todd Garner (“No Olho do Tornado”, “Te Peguei!”), McQuoid e E. Bennett Walsh (“MIB: Homens de Preto – Internacional”, “O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro”).

Em Mortal Kombat, o lutador de MMA Cole Young, acostumado a apanhar por dinheiro, não faz ideia da herança que carrega – ou por que o Imperador da Exoterra, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um criomancer de outro mundo, para exterminar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole sai em busca de Sonya Blade por recomendação de Jax, um major das Forças Especiais que tem a mesma estranha marca de nascença na forma de dragão que Cole. Logo, ele se encontra no templo do Lorde Raiden, um Deus Ancião e protetor do reino da Terra, que acolhe aqueles que ostentam a marca. Lá, Cole treina com os experientes guerreiros Liu Kang, Kung Lao e o mercenário vigarista Kano, à medida que se prepara para enfrentar, ao lado dos maiores campeões da Terra, inimigos oriundos da Exoterra em uma arriscada batalha pelo universo. Contudo, será que ele treinará o bastante para desbloquear sua arcana — o imenso poder que existe dentro de sua alma – a tempo não só de salvar sua família, mas também de vencer a Exoterra de uma vez por todas?

O elenco internacional diverso reflete a natureza mundial da marca, com talentos do mundo do cinema, televisão e artes marciais, incluindo Lewis Tan (“Deadpool 2”, da série da Netflix “Wu Assassins”), como Cole Young; Jessica McNamee (“Megatubarão”), como Sonya Blade; Josh Lawson (“O Escândalo”), como Kano; Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), como Lorde Raiden; Mehcad Brooks (da série de TV “Supergirl”), como Jackson “Jax” Bridges; Ludi Lin (“Aquaman”), como Liu Kang; com Chin Han (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), como Shang Tsung; Joe Taslim (“Star Trek: Sem Fronteiras”), como Bi-Han e Sub-Zero; e Hiroyuki Sanada (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), como Hanzo Hasashi e Scorpion. Também participam Max Huang, como Kung Lao; Sisi Stringer, como Mileena; Matilda Kimber, como Emily Young; e Laura Brent, como Allison Young.

++Leia Mais:
– Reboot de Mortal Kombat para os cinemas apresenta suas primeiras imagens
– Warner Bros. anuncia seus filmes para 2021

McQuoid dirige o filme a partir de um roteiro escrito por Greg Russo e Dave Callaham (“Mulher-Maravilha 1984”), a partir de uma história criada por Oren Uziel (“Mortal Kombat: Rebirth”) e Russo com base no videogame criado por Ed Boon e John Tobias. Richard Brener, Dave Neustadter, Victoria Palmeri, Michael Clear, Jeremy Stein e Larry Kasanoff foram os produtores executivos. Para trazer essa propriedade incrivelmente popular às telas, McQuoid contou com uma equipe de cineastas australianos e americanos, incluindo o diretor de fotografia Germain McMicking (“True Detective”, “Top of the Lake: China Girl”), o desenhista de produção Naaman Marshall (“Ameaça Profunda”, “O Criado”), os editores Dan Lebental (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Scott Gray (“Top of the Lake”, “Daffodils”), o supervisor de efeitos visuais Chris Godfrey (“Até o Último Homem”) e a figurinista Cappi Ireland (“Lion – Uma Jornada Para Casa”, “The Rover – A Caçada”). A música foi criada por Benjamin Wallfisch (“Blade Runner 2049”, filmes “It – A Coisa”).

A New Line Cinema apresenta “Mortal Kombat”, uma produção da Atomic Monster/Broken Road Production.

O filme tem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros em de 15 abril de 2021 e será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures.


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Filmes

Primeiro trailer oficial de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ é lançado

O diretor Zack Snyder, apresentou hoje ao mundo o primeiro trailer oficial de sua Liga da Justiça. E o resultado é FENOMENAL!

Rafa-el Lima

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E, finalmente, os fãs da visão de Zack Snyder para o DCEU da Warner Bros. podem ver um pouco mais da sua verdadeira Liga da Justiça!

Depois do seu afastamento do projeto do filme da Liga da Justiça em decorrência de problemas familiares, e da idiotice de alguns dos grandes acionistas da Warner, Zack Snyder retornou à direção do longa para mostrar a sua verdadeira história e, possivelmente, dar um desfecho ao seu projeto dentro do DCEU. O primeiro trailer oficial você pode conferir abaixo:

Liga da Justiça de Zack Snyder será lançado em 18 de março na plataforma da HBO Max.

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