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Kamen Rider Black | Sato Co. e dubladores entram em acordo

A maior batalha de ‘Kamen Rider Black’ é vencida: Sato Co. e dubladores brasileiros entram em acordo quanto aos Direitos Conexos.

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A ferrenha e polêmica batalha entre a Sato Co. e o dublador Elcio Sodré teve o seu final divulgado hoje, e os vencedores são os fãs de Kamen Rider Black!

Tudo começo no momento em que a Sato Company decidiu dublar os dois últimos capítulos da série Kamen Rider Black, série japonesa de 1987 que passou no início da década de 90 na extinta TV Manchete. Seguindo o embalo do sucesso advindo do retorno de Jaspion, Changeman e Jiraya à TV aberta (na BAND), o senhor Nelson Sato, dono da distribuidora, conseguiu a concessão de um novo Kamen Rider e de um clássico muito querido pelos saudosos da franquia, Kamen Rider Black.

Kamen Rider Black

Entretanto, havia uma questão: os episódios finais nunca haviam sido dublados. Então, foram chamados os mesmos dubladores que gravaram os episódios anteriores, anos antes, e que até hoje estão na ativa.

Ok! Tudo gravado. A distribuidora decide mandar o material para o ar, para não perder o timing. Então, é marcada a estreia para 30 de agosto, para aproveitar o final de Jaspion. Seria uma volta triunfante para o herói.

Então, a estreia programada de Kamen Rider Black chega ao ar na BAND, com a exibição dos dois primeiros episódios, e com boa pontuação de audiência!

Beleza! Mais um clássico volta a TV brasileira! Só que não…

A treta

Juntamente com a estreia do seriado vieram a tona problemas de cunho jurídico entre a Sato Co. e Elcio Sodré, que alegava não ter fechado nenhum contrato ou acordo jurídico sobre a exibição do seriado com sua voz, o tal dos direitos conexos. Requerendo até direitos pela dublagem feita há quase 30 anos!

O negócio vazou e tomou proporções!

Resultado: a série foi cancelada da TV aberta e, na segunda semana, repetiu-se os dois primeiros episódios de Jaspion, mas que também acabou por ser cancelado na semana seguinte, juntamente com os outros Tokusatsus que estavam indo ao ar na emissora.

Houve muito “disse e me disse” e fãs revoltados com o ocorrido (e que apimentaram mais a polêmica), o que acabou abrindo precedentes com outros dubladores.

Então, a série acabou por ser lançada na Amazon Prime Video, mas apenas com o audio japonês.

++Leia Mais:
– Canal Loading anuncia que terá 20 séries Tokusatsu em sua grade e confirma 10 da franquia Ultra
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Mas o que são os Direitos Conexos?

Os Direitos Conexos, também chamados de direitos vizinhos ou análogos, têm por escopo a proteção do profissional que, através de sua mão de obra – seja ela criativa ou técnica -, agrega valor à obra criada pelo autor. Eles são incidentes sobre todas as interpretações ou execuções artísticas e suas respectivas transmissões e retransmissões.

Tais direitos surgem com a Convenção de Roma, ocorrida na capital italiana em 1961. No Brasil, o texto da Convenção de Roma foi promulgado pelo Decreto nº 57.125, de 19 de outubro de 1965 e estão previstos no artigo 89 e seguintes da Lei de Direitos Autorais (LDA).

Tal direito se embasa sobre a teoria de que, ao interpretar/trabalhar com ou na obra criada pelo autor, o intérprete “cria” sua própria obra, agregando elementos de sua própria personalidade e colaborando com o autor ao agregar valores à obra criada. Por essa razão, pode ser invocado até mesmo contra o autor da obra.

O termo direitos conexos é proveniente da cultura hispano-americana, enquanto a expressão direitos vizinhos (neighbouring rights, em inglês) tem origem na terminologia anglo-saxônica.

Aos intérpretes e executantes a lei brasileira assegura o direito de autorizar ou proibir a execução de suas interpretações. Quando uma gravação detém muitos intérpretes e executantes, os direitos serão exercidos pelo diretor do conjunto.

Empresas de radiofusão também são assistidas pelos direitos conexos ao produzir e transmitir seus programas. A elas cabe o direito de autorizar ou proibir a retransmissão de seus programas, seja qual for a origem.

Fonte: Wikipedia

A resolução

Em 12 de dezembro foram espalhados em sites brasileiros de conteúdos Nipônicos que Sodré e Sato entraram num acordo, mas apenas hoje, 12/01, a Sato Co. lançou um comunicado.

Então, temos o acordo firmado, oficializado e estando bom para ambas as partes, inclusive para outros dubladores. Com isso abre-se a condição de que Kamen Rider Black possa voltar a TV aberta, e ao streaming, agora dublado e completo!

Agora é esperar e torcer para que isso aconteça em breve!


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‘O Legado de Júpiter’ tem primeiras imagens reveladas!

Das HQs de Frank Quitely para as telas dos streaming! Mais uma série de heróis chegando em março na Netflix.

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O novo trailer mostra os esboços de Frank Quitely em transformações para revelar as primeiras imagens oficiais de O Legado de Júpiter.

No vídeo, o vilão mais temido desta temporada, Blackstar, ganha vida. Também é apresentado Hutch (Ian Quinlan), filho de um dos maiores supervilões do mundo, e Chloe Sampson (Elena Kampouris), herdeira dos maiores super-heróis. Conheça ainda Sheldon Sampson (Josh Duhamel) em 1929 e seu filho, Brandon Sampson (Andrew Horton). Por fim temos a primeira geração de super-heróis é revelada: Lady Liberty/Grace Sampson (Leslie Bibb), The Utopian/Sheldon Sampson (Duhamel) e Brainwave/Walter Sampson (Ben Daniels).

A Netflix sugere aos fãs do quadrinho O Legado de Júpiter deem um replay no vídeo para tentarem encontrar elementos escondidos nas cenas.

++Leia Mais:
– O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia
– Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Sobre O Legado de Júpiter:


Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. A série é estrelada por Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

Produtores executivos são Mark Millar, Frank Quitely, Lorenzo Di Bonaventura, Dan McDermott, Steven S. DeKnight, James Middleton e Sang Kyu Kim.

O Legado de Júpiter, está com estreia prevista para sexta-feira, dia 7 de maio na plataforma da Netflix. A temporada inicial conta com oito episódios.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia

A nova série da Netflix se baseia nas HQs de mesmo nome criadas pela dupla de quadrinhistas Mark Millar e Frank Quitely

Rafa-el Lima

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O Legado de Júpiter está ganhando uma série na Netflix e o seu primeiro teaser já foi lançado.

Mais uma adaptação de quadrinho acaba ganhando as telas. Dessa vez o Millarworld vem para as telinhas dos streamings com O Legado de Júpiter, obra original de Mark Millar e Frank Quitely.

Sinopse
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

++Leia Mais:
Mortal Kombat | Confira o primeiro trailer legendado
O Superman e o Batman clássicos do cinema estão voltando!

A HQ apresenta os filhos dos maiores super-heróis da história mundial vivendo sob o peso do nome e dos altos padrões anteriormente estabelecidos por seus pais.

O elenco conta com nomes de Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

O Legado de Júpiter terá oito episódios e tem estreia prevista para 7 de maio.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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Cidade Invisível – 1ª Temporada | O nosso folclore chega às séries da Netflix

O nosso rico folclore brasileiro chega às telas numa trama de mistério e suspense na nova série nacional da Netflix: Cidade Invis?Dvel

Jean Sinclair

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Divulgação: Netflix

Hoje o tempo é curto e a grande disponibilidade de opções de séries e filmes exigem que uma obra fisgue o seu espectador de forma certeira o mais rápido possível. Felizmente, Cidade Invisível, da Netflix, faz isso muito bem.

Criada por Carlos Saldanha (de A Era do Gelo), com ideia geral de Raphael Draccon (Dragões de Éter) e Carolina Munhoz (O Inverno das Fadas), e com direção geral de Luís Carone, a série conta a história de Eric (Marco Pigossi), um agente ambiental federal que, ao sofrer uma grande perda, acaba descobrindo que uma comunidade ribeirinha tem mais coisas dentro de suas terras do que ele imaginava.

O time de roteiristas formado por Mirna Nogueria (Ep 01), Rodrigo Batista (Ep 02), Ludmila Naves (Ep 03), Antônio Arruda e Regina Negrini (Eps 04 e 05), Felipe Sant’Angelo (Ep 06) e Marco Borges (Ep 07), junto com a direção de Luís Carone (Eps 01-03 e 07) e Julia Jordão (Ep 04-06), constroem uma narrativa coesa, dosando bem mistério e construção de personagens. Junto com isso há o trabalho respeitoso e bem adaptado dos elementos do folclore brasileiro dentro da trama.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica de Os Defensores da Netflix
– Leia também a nossa análise de O Diabo de Cada Dia

A escolha por contar essa história no Rio de Janeiro funciona muito bem, graças ao fato da cidade ainda possuir diversos cenários naturais que vão da modernidade ao rústico facilmente. Os diálogos se beneficiam quando ficam mais soltos e naturais, mas várias vezes soam didáticos e até previsíveis. Tanto a fotografia quanto trilha sonora fogem da vibe “série de TV” e dão um excelente valor de produção cinematográfico à obra, mas se mantendo no campo seguro, sem ousadias, e os episódios tendo entre 35-40 minutos de duração possuem um bom ritmo, graças ao bom trabalho de edição. Os efeitos visuais são competentes e alguns conseguem impressionar.

Marco Pigossi (Eric) tem o perfil, carisma e talento que um bom protagonista precisa. O elenco de coadjuvantes é competente e agradável, em especial José Dumont (Ciço), Alessandra Negrini (Inês) e Fábio Lago (Iberê). Os destaques ficam para o sempre irreverente Wesley Guimarães (Isac) e a magnética Jessica Córes (Camila).

A primeira temporada de Cidade Invisível da Netflix é um excelente entretenimento. Mesmo com uma formato “Para Exportação”, a série acerta em apostar no realismo fantástico, e sua boa construção e execução garantem um bom divertimento. As pontas soltas e deixas estão lá para garantir uma segunda temporada, que fico na torcida que não demore para chegar.


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WandaVision | Quarteto Fantástico pode ter sido referenciado e você nem notou

Uma diálogo simples de WandaVision pode ter dado uma dica quanto às origens do Quarteto Fantástico do MCU no episódio 4 da série.

Rafa-el Lima

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Será que a Marvel pode ter introduzido, na surdina, a sua Primeira Família ao MCU com uma simples referência em WandaVision?

Uma teoria sugere que o episódio 4 de WandaVision pode ter dado pistas quanto às origens do Quarteto Fantástico, de acordo com o site Den of Geek.

Os primeiros cinco minutos do quarto episódio de WandaVision fazem referência a um ‘Programa de Treinamento de Astronautas’ que, de maneira brilhante, está falhando em decolar. Como disse o diretor em exercício do E.S.P.A.D.A., Tyler Hayward, eles “perderam metade de [seu] pessoal no Blip e metade dos restantes perderam a coragem”.

Como isso se encaixa no Quarteto Fantástico? As origens do Quarteto estão intimamente ligadas a Programas Espaciais. Nas HQs, eles são astronautas que fizeram a sua incursão no espaço em um voo não autorizado e acabaram por ser expostos à radiação cósmica. Assim, como acontece com a maioria dos acidentes baseados em radiação no universo da Marvel, quatro novos super-heróis – Senhor Fantástico, Mulher Invisível, Tocha Humana e o Coisa – nasceram.

++Leia Mais:
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
– Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Claro, pode não ser nada – mas a Marvel tem em seu histórico o hábito de soltar pistas para projetos futuros com antecedência. Afinal, tudo, desde Doutor Estranho à nação natal dos Panteras Negras, Wakanda, foi apresentado de alguma forma anos antes de finalmente se tornar realidade na tela grande. Vale ressaltar que esta é a primeira menção importante quanto a astronautas desde que a Disney conquistou os direitos do Quarteto Fantástico em sua fusão com a Fox, o que certamente já é marcante por si só.

Só recentemente a Marvel confirmou oficialmente que um filme do Quarteto Fantástico está à caminho, então ainda levará algum tempo antes de vermos se isso foi uma provocação deliberada ou um erro completo. Ainda assim, a frase atende a um dos objetivos da série que é de fazer com que o público observe e questione até mesmo as menores linhas de diálogo. Pode não ser nada; pode ser tudo – mas isso já é parte da diversão.

Adquira suas HQs do Quarteto Fantástico AQUI e se prepare para as aventuras do grupo no MCU.


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Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Ryan Coogler, diretor de Pantera Negra, assinou contrato de 5 anos com o Disney+ para desenvolver uma série sobre o Reino de Wakanda.

Rafa-el Lima

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O diretor do longa Pantera Negra, Ryan Coogler, desenvolverá uma série para o Disney+ sobre Wakanda.

A The Walt Disney Company pretende estreitar os laços com o diretor e co-roteirista de Pantera Negra, Ryan Coogler. De acordo com o site Deadline, a Disney fechou um acordo geral de cinco anos com a Proximity Media, empresa de Coogler que ele dirige com os diretores Zinzi Coogler, Sev Ohanian, Ludwig Göransson, Archie Davis e Peter Nicks.

De acordo com o site, Coogler, que já está trabalhando na sequência do longa de Pantera Negra, que ele dirigirá ainda este ano, desenvolverá em seguida uma nova série para o estúdio.

A série será um drama baseado no Reino de Wakanda e será distribuída no Disney+.

Ainda de acordo com o Deadline, a negociação feita também permite que a Proximity Media desenvolva outros trabalhos para outras divisões da Companhia.

++Leia Mais:
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
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“Ryan Coogler é um contador de histórias singular, cuja visão e alcance o tornaram um dos cineastas de destaque de sua geração”, disse Bob Iger, presidente executivo da The Walt Disney Company. “Com Pantera Negra, Ryan trouxe uma história inovadora e personagens icônicos à vida de uma forma real, significativa e memorável, criando um momento cultural divisor de águas. Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento e ansiosos para contar mais ótimas histórias com Ryan e sua equipe.”

“É uma honra fazer parceria com a The Walt Disney Company”, disse Coogler. “Trabalhar com eles em Pantera Negra foi um sonho que se tornou realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderíamos estar mais felizes de lançar nosso negócio para a televisão com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o guarda-chuva da Disney. Estamos ansiosos para aprender, crescer e construir um relacionamento com públicos em todo o mundo por meio das plataformas Disney. Estamos especialmente entusiasmados por darmos nosso primeiro salto com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso e seus parceiros no Marvel Studios, onde estaremos trabalhando de perto com eles em programas do MCU selecionados para Disney+. Já estamos participando de alguns projetos que mal podemos esperar para compartilhar”, afirmou Ryan Coogler em nome da Proximity Media.

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Pantera Negra arrecadou US $ 1,3 bilhão globalmente e se tornou o primeiro filme de super-herói a receber uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. O protagonista do longa, Chadwick Boseman, morreu no ano passado, e Coogler e a Disney estão trabalhando em uma sequência que não venha a escalar outro ator para o papel.


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Netflix confirma a continuação da série Lupin

Série que liderou por dias o TOP 10 da Netflix no início deste ano tem a sua continuação já confirmada pelo serviço de streaming.

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Uma série que já brilhou muito esse ano de 2021 na Netflix foi Lupin. O show se tornou um fenômeno mundial e tem como protagonista Omar Sy, que já conhecíamos por filmes como, Intocáveis (2011) e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014).

Lupin esteve por dias no primeiro lugar do Top 10 da Netflix em mais de 10 países e está previsto o seu retorno no fim do semestre. Os cinco novos episódios estão na direção de Ludovic Bernard (The Climb) e Hugo Gélin (Amor à Segunda Vista).

Para quem não conhece, Lupin estreou na Netflix em 8 de janeiro de 2021 e é uma série produzida na França e segue como um thriller de mistério criada por George Kay e François Uzan. A série é dividida em 10 episódios, lançados em duas partes.

Inspirada em um livro sobre o ‘ladrão cavalheiro Arsène Lupin‘, criado em 1905 pelo escritor francês Maurice Leblanc, a série conta a história do  ladrão profissional Assane Diop (Omar Sy), único filho de um imigrante senegalês que vai à França em busca de uma vida melhor para seu filho. O pai de Assane é acusado, por seu patrão, o rico e poderoso Hubert Pellegrini, do roubo de um caríssimo colar de diamantes e acaba se enforcando em sua cela de prisão por vergonha por ter sido condenado sendo inocente, deixando o adolescente Assane órfão.

Vinte e cinco anos depois, tomando como base de ação de sua vingança um livro sobre o ‘ladrão cavalheiro Arsène Lupin’, que seu pai lhe dera no dia do seu aniversário, Assane vai em busca de sua desforra em cima da família Pellegrini, munido de seu carisma e domínio do roubo, subterfúgio e disfarce para expor a doença de Hubert.

O elenco da série conta com Omar Sy (Assane Diop), Vincent Londez (Capitão Romain Laugier), Ludivine Sagnier (Claire), Clotilde Hesme (Juliette Pellegrini), Nicole Garcia (Anne Pellegrini), Hervé Pierre (Hubert Pellegrini), Soufiane Guerrab (Youssef Guedira), Antoine Gouy (Benjamin Ferel), Fargass Assandé (Babakar Diop), Shirine Boutella (Tenente Sofia Belkacem) e Etan Simon (Raoul).

Ainda foi divulgada a data de estreia da segunda parte.


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Série documental ‘Marvel 616’ estreia no Disney Plus Brasil

Streaming lança série documental sobre o legado da Casa das Ideias e a sua importância na vida dos fãs e colaboradores ao longo das décadas.

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Esperado para o ano passado, estreou neste final de semana no Disney Plus do Brasil uma das séries documentais mais esperadas do ano, Marvel 616.

A Disney tem investido pesado em documentários sobre suas produções cinematográficas como Frozen e outros. Entretanto, o documentário da vez tem um foco muito grande na história das produções Marvel, trazendo para a tela os desenhistas e suas criações, as heroínas que fazem a diferença na vidas de outras pessoas, etnias que cada vez mais ganham espaço e mostram do que são capazes, e até casos curiosos como, por exemplo: você sabia que Homem-Aranha foi quem proporcionou a criação dos Power Rangers como eles são hoje?

O documentário traz oito episódios com histórias contadas através das lentes de um grupo de cineastas sobre histórias incríveis de dentro do universo Marvel.

++Leia Mais:
– Série documental Marvel 616 mergulha no mundo dos super-heróis
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Marvel 616 mostra o quanto é rico o legado da editora, e que este não se prende apenas aos quadrinhos, mas aos seus personagens e os criadores da Casa das Ideias pelo mundo a fora.

O documentário cobre tópicos como: mulheres que galgaram seu espaço dentro da Marvel Comics, o mundo maravilhoso dos cosplays, descobrindo personagens dantes esquecidos e muito mais.

Confira o trailer oficial abaixo:


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Sandman | Elenco da série da Netflix é finalmente revelado

Sandman, uma das mais aclamadas HQs de todos os tempos está ganhando uma série e o próprio Neil Gaiman apresentou o elenco em suas redes.

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Após um ano do anúncio da série, a Netflix revela o elenco de sua adaptação de Sandman, uma das mais amadas obras de Neil Gaiman.

Em publicação no seu Twitter, Neil Gaiman fez o anúncio do elenco da série:

O ator Tom Sturridge será o protagonista do drama baseado nos quadrinhos da DC Comics de Gaiman, interpretando Sonho, ou Morpheus (Dream), o mestre do Reino do Sonhar. Gwendoline Christie coestrelará como Lúcifer, o Rei do Inferno. Vivienne Acheampong, Boyd Holbrook, Charles Dance, Asim Chaudhry e Sanjeeve Bhaskar completam o time do drama de fantasia sombria.

A Netflix descreve sua série live-action de Sandman como: “Uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria em que a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados. The Sandman segue as pessoas e os lugares afetados por Morpheus, o Rei dos Sonhos, como ele corrige os erros cósmicos – e humanos – que ele cometeu durante sua vasta existência.”

Sturridge assume o papel que foi brevemente dado a Joseph Gordon-Levitt quando Sandman estava sendo desenvolvido como um filme pela a New Line no início de 2016. A presença de Christie (que interpretou Brienne) e Dance (que interpretou Twin Lannister) cria uma mini-reunião de Game of Thrones para a dupla. Dance vai retratar Roderick Burgess, um charlatão, chantagista e mágico.

Acheampong (Convensão das Bruxas) interpreta Lucienne, a bibliotecária chefe e guardiã de confiança do reino do Sonho. Holbrook (Narcos) é definido como o Corinthian, um pesadelo fugitivo que deseja provar tudo o que o mundo tem reservado. Chaudhry (Black Mirror: Bandersnatch) e Bhaskar (Yesterday) assumem os papéis de Abel e Cain, a primeira vítima e o primeiro assassino, que são residentes e súditos leais do Reino dos Sonhos.

Neil Gaiman (American Gods) e Allan Heinberg (Mulher-Maravilha, Grey’s Anatomy) estão co-escrevendo a série, com Heinberg sendo o produtor. David S. Goyer (Batman Begins, Foundation) é o produtor executivo do drama da Warner Bros. Television.

“Nos últimos 33 anos, os personagens do Sandman respiraram, andaram e falaram na minha cabeça”, disse Gaiman. “Estou incrivelmente feliz que agora, finalmente, eles podem sair da minha cabeça e entrar na realidade. Mal posso esperar até que as pessoas lá fora possam ver o que temos visto como Sonho e o resto deles em carne e osso, e a carne pertence a alguns dos melhores atores que existem. Isso é surpreendente, e eu sou muito grato aos atores e a todos os colaboradores de The Sandman – Netflix, Warner Bros., DC, a Allan Heinberg e David Goyer, e as legiões de artesãos e gênios da série – por transformar o mais louco de todos os meus sonhos em realidade.”

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Das HQs para as telas

Sandman chegou à Netflix em junho de 2019 com um pedido de 11 episódios para o que, de acordo com fontes na época disseram, seria um projeto de grande compromisso financeiro. O acordo na época, segundo fontes, seria da série mais cara que a DC Entertainment já havia feito. Três meses depois, o produtor Greg Berlanti anunciou que sua série do Lanterna Verde para a HBO Max e “promete ser o maior programa já feito pela DC”.

Fontes ainda disseram ao site The Hollywood Reporter na época que a Warner, que controla a IP, levou o projeto da série de Sandman a vários canais, incluindo a irmã corporativa HBO. A rede de TV a cabo premium não fez parte da série, dado o enorme preço anexado ao projeto (e provavelmente o número de outros grandes programas mundiais em desenvolvimento), e a Netflix abocanhou a obra.

O adorado quadrinho de Gaiman teve um longo e desafiador caminho até as telas. As tentativas de transformar Sandman em uma franquia de longa-metragem começaram na década de 1990 com a Warner Bros. – a empresa-mãe da Vertigo, o ex-selo da DC Comics. O projeto passou por várias encarnações e escritores na década de 1990 e início de 2000 e, finalmente, labutou no purgatório do desenvolvimento. Gaiman anunciou, no final de 2013, que estava se juntando a Gordon-Levitt para um longa-metragem que acabou nas mãos da New Line, da Warner Bros. Gordon-Levitt foi escalado para estrelar e dirigir antes de abandonar o filme após diferenças criativas com o estúdio em março de 2016. Eric Heisserer, o último roteirista vinculado ao Sandman da New Line, disse em novembro de 2016 que não estava mais envolvido.

Sandman ainda não tem data de estreia determinada.

Adquira suas HQs de Sandman AQUI e conheça o Sonhar bem antes da série da Netflix.

Fonte: The Hollywood Reporter


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