Cobra Kai: 3ª Temporada | Crítica sem spoilers - Multiversos
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Cobra Kai: 3ª Temporada | Crítica sem spoilers

A 3ª temporada de Cobra Kai está chegando à Netflix. Nós já conferimos a temporada completa e trazemos aqui pra vocês a nossa crítica.

Rafa-el Lima

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Daniel LaRusso e Johnny Lawrence estão de volta com a sua eterna rivalidade para a 3ª temporada de Cobra Kai.

Se você, assim como eu, é uma pessoa que cresceu nas décadas de 80 e 90, com seus dias regados a desenhos pela manhã e Sessão da Tarde após o famoso “Vale a Pena Ver de Novo” da TV Globo, com certeza se lembra de uma das franquias mais reprisadas nas tardes da emissora: Karatê Kid.

A série de filmes nos apresentava o jovem Daniel LaRusso (Ralph Macchio), tutorado pelo sábio Sr. Miyagi (Pat Morita), geralmente em contraste contra algum bad boy, como Johnny Lawrence (William Zabka), por exemplo, pela honra e o amor de alguma bela jovem.

Além do coração da jovem, a disputa, estava atrelada a algo de valor quase inestimável para ambos os duelistas: como o título de Campeão de Karatê do Torneio Regional de All Valley!

A franquia Karatê Kid conta, oficialmente, com 5 filmes. Sendo os 3 filmes clássicos:

  • Karatê Kid – A Hora da Verdade (1984)
  • Karatê Kid 2 – A Hora da Verdade Continua (1986)
  • Karatê Kid 3 – O Desafio Final (1989)

Depois disso, a franquia sofre uma mudança de protagonismo: sai Ralph Macchio e seu Daniel-san, e entra em cena Hilary Swank e sua Julie Pierce, e temos, então, o 4º filme:

  • Karatê Kid 4 – A Nova Aventura (1994)

Além destes, tivemos uma tentativa de retorno da franquia, em 2010, com o novo Karatê Kid sendo estrelado por Jaden Smith e Jackie Chan, onde nossos protagonistas treinam… Kung Fu!

Mas, voltemos ao que interessa.

Sem querer menosprezar o 4º filme da franquia – e procurando esquecer COMPLETAMENTE o fiasco do filme de 2010 – mas, apenas em 2018, Karatê Kid ganhou uma continuação à sua altura!

Cobra Kai é a resposta para a pergunta: “O que aconteceu com Daniel-san e Johnny Lawrence após o bicampeonato de Karatê de Daniel LaRusso?”

Se você também gostaria de saber as respostas para essa pergunta, e ainda não assistiu às duas primeiras temporadas do show, corre lá! Por mais que tentemos falar da 3ª temporada sem spoilers, o que aconteceu anteriormente será citado aqui e pode acabar tirando um pouco da sua diversão. 😉

Esteja avisado.

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A série Cobra Kai se inicia da inversão de status quo social dos nossos protagonista:

Se o Daniel LaRusso de Karatê Kid era antes um jovem pobre que sofria nas mãos do grupo de bullies, em Cobra Kai ele é um rico dono de concessionária que se utiliza do título de Campeão de Karatê de All Valley para ser o número 1 em vendas de carros e passar isso na cara dos seus concorrentes; enquanto Johnny Lawrence, o anteriormente riquinho e bad-boy, é agora um pobre que vive de “bicos” para pagar o aluguel e sua cerveja (que é, aparentemente, sua única “refeição” diária), para não ter que passar pela humilhação imposta pelo seu rico padastro, que faz questão de deixar claro que ele “nunca quis nada com a vida” desde antes da morte da mãe.

Enquanto vemos o bem-sucedido e feliz Daniel-san com sua bela esposa e filhos, vemos a desestrutura familiar de Johnny, um homem separado e que nunca se fez presente na vida do filho, Robby Keene (um jovem problemático e rebelde que vive com uma mãe, aparentemente alcoólatra, que só pensa em festas, viagens e namorados).

Diante das dificuldades financeiras do dia-a-dia, e se vendo em uma situação onde acaba por defender um garoto de um grupo que praticava bully com este, Johnny Lawrence tem a ideia de voltar aos caminhos do caratê, desta vez como sensei. Ele então reabre o Cobra Kai Dojo sob o mesmo lema original:

Strike First, Strike Hard, No Mercy!

(“Bata primeiro, bata com força, sem misericórdia!”)

Daí pra frente vocês já conseguem imaginar o que rolou, né?

A série se desenvolve sobre o eterno embate de egos e estilos de luta de Daniel e Johnny.

Entretanto, ao final da 2ª temporada tivemos o trágico embate entre Robby Keene (Tanner Buchana), filho de Johnny Lawrence e aluno do Miyagi Dô de Daniel LaRusso, contra Miguel Diaz (Xolo Maridueña), aluno do Cobra Kai Dojo de Johnny Lawrance.

Influenciado por uma recente mudança de paradigmas de Johnny, Miguel passa a agir de forma diferente ao que era anteriormente pregado no Cobra Kai Dojo e exerce misericórdia contra o seu adversário, o que não acontece em retorno.

Após um desfecho no mínimo covarde, Robby acaba por causar em Miguel o maior dano que se pode causar a um desportista: Miguel é hospitalizado e, ao que tudo indica, ficará paralisado da cintura para baixo pelo resto da vida. Conforme você pode ver no trailer abaixo:

A terceira temporada se inicia algumas semanas depois dos eventos finais da 2ª temporada.

As consequências da luta ocorrida na escola entre os dois dojos – Cobra Kai e Miyagi-Dô -, e todos os problemas causados pelo embate, ainda assombram a todos. Traumas e medos ainda estão à flor da pele de alguns dos alunos e senseis e, para a comunidade do entorno, o caratê parece ser algo a ser combatido, não incentivado.

O ambiente se torna nocivo não apenas entre os dojos, mas entre a comunidade de All Valley e os praticantes de caratê.

É importante frisar que esta temporada tem um foco ainda maior nas causas e consequências das escolhas dos protagonistas, e em como isso os afetará no futuro. O caratê está, sim, presente e permeia toda a atmosfera da série, mas de forma um pouco menor nesta temporada. Aqui os protagonistas são colocados diante de seus próprios medos: o medo da dor, o medo da perda, o medo de não voltar a andar, o medo de, mais uma vez, voltar a ser simplesmente um alvo de bully entre tantos outros.

E é em cima dos medos e superações que podemos ver, e entender melhor, alguns personagens da série. Por exemplo:

– Temos aqui Johnny Lawrence se culpando pelo ocorrido com Miguel e, mais uma vez, perdendo a perspectiva de vida. William Zabka segue, na minha opinião, como o motor central da série. O ator sabe como cativar com seu personagem antiquado e cheio de preconceitos característicos de alguém ultrapassado, mas que, com o tempo, vai crescendo e aprendendo. Além disso, dentre os personagens mais velhos, Zabka é o único que nos entrega cenas de luta decentes;

– Vemos aqui também o próprio Miguel, sem qualquer sensibilidade nas pernas, se submetendo a uma cirurgia sem ter grandes expectativas de sucesso e tendo que lidar com as dificuldades de um tratamento sem ter resultados visíveis. Pode parecer birra, mas o núcleo “bad boy” da série, centrado em Johnny, tem um casting e atuações muito melhores que o núcleo “good vibes”. Miguel segue sendo, entre os atores juvenis, aquele que proporciona as melhores cenas, seja entre ele e seus pares românticos, ou nas cenas de suas lembranças em lutas;

– Robby, o filho de Johnny e aluno de LaRusso, agora está em uma prisão para jovens infratores, para pagar pelos crimes de agressão e roubo. Além disso, agora além de não querer seu pai por perto, ele também rejeita a ajuda de seu ex-sensei, Daniel LaRusso. O que acaba sendo um prato cheio para “certos urubus”, se é que vocês me entendem…

– Também temos um retorno do próprio Daniel à Okinawa, cidade natal do seu sensei, Sr. Miyagi, onde Daniel teve um “duelo até a morte” com seu mais mortal oponente, Chozen. E, como mostrado nos trailers, Chozen está presente na nova temporada da série. O aprofundamento da história de LaRusso no show passa, necessariamente, por redescobrir a vida de seu antigo sensei. O Karatê Miyagi é redescoberto em caminhos nunca antes percebidos por Daniel e isso abre a mente do jovem sensei para o futuro do seu próprio Dojo. Além disso, ver o “ponto de vista” do Sr. Miyagi em relação à sua dinâmica com Daniel-san é extremamente saudoso;

– Ainda nesta temporada temos um aprofundamento gigante na história e trajetória de vida do ex-combatente, e novamente sensei do Cobra Kai Dojo, John Kreese (Martin Kove). Podemos ver aqui que ninguém é mal por, simplesmente, ser mal. Ou, pelo menos, não é o caso de todo mundo. A história de Kreese nos abre uma nova perspectiva sobre o principal vilão da série, dando uma tridimensionalidade não vista antes no personagem;

– Além destes, temos o desenvolvimento de personagens como Samantha LaRusso (Mary Mouser) e sua antagonista, Tory Nichols (Peyton List), que começa a ganhar mais profundidade. Tory, assim como Kreese, tem seus próprios demônios começando a ser expostos nessa temporada, e isso promete ser mais aprofundado no futuro;

– Para finalizar o núcleo principal, temos ainda o crescimento da disputa de Demetri (Gianni Decenzo) e seu ex-melhor amigo, Eli Moskowitz, o Falcão (Jacob Bertrand);

– Todos os problemas e situações citadas acontecem nos núcleos individuais de cada personagem e, em paralelo a isso, temos um temor de todos os personagens vindo à tona: o Torneio Regional de Caratê de All Valley será cancelado!

Tudo isso é feito de forma gradual e com um desenvolvimento proposto a honrar as temporadas anteriores. Nada é apressado, tudo é feito no tempo certo para que você consiga se agradar e entender todos os pontos.

Se tem algo a ser criticado na série é a sua edição. Não como um todo, mas em certos momentos de alguns episódios. Durante um período especial e delicado para um dos protagonistas, as coisas simplesmente acontecem de forma “quase mágica”. Uma edição melhor desenvolvida daria o tempo necessário para as coisas acontecerem de forma mais natural durante a temporada. Isso é tudo o que podemos dizer sem dar spoilers do que acontecerá.

Entretanto, por mais que a série dê uma certa “maneirada” na presença do caratê em seu desenvolvimento, não seria uma boa sequência de Karatê Kid se ele não estivesse ali, não é mesmo? Com relação a isso, é sensível a melhora nas cenas de luta da série.

A evolução nas cenas de luta nessa temporada não acontece, necessariamente, por uma melhor coreografia ou um maior empenho dos atores, mas por haver um melhor trabalho de câmera e corte na edição. Esse “jogo de câmeras” dá mais fluidez e proporciona cenas onde o combate parece mais rápido e mais real. Infelizmente, nas cenas onde não se trabalham com esses cortes, o combate segue soando muito falso, ao ponto de você notar os atores se socando e, em seguida, se movendo para baixo do outro para ser “submetido” a um golpe. Muito, muito feio.

Mas, apesar disso, as lutas presentes no final da temporada, são muito, muito empolgantes! Talvez não pela qualidade da luta em si, mas por todo o contexto envolvido no embate. São cenas que, com certeza, todos gostaríamos de ver já há algum tempo.

O desenvolvimento do roteiro proporciona aos combates finais uma bagagem muito maior do que apenas uma “luta de gangues” como acontecia anteriormente. Honra, amizade, amor e responsabilidades estão presentes na construção dos duelos propostos para o final da 3ª temporada de Cobra Kai.

Nota: Vale ressaltar o embate presente no episódio de Natal da série, onde temos uma versão rock de “Canção dos Sinos” tocando ao fundo, enquanto o combate rola solto e, como de costume na série, temos ali vários takes gravados em plano sequência, assim como na luta da escolha, no final da 2ª temporada.

Para você, meu amigo ou minha amiga, o que eu posso dizer é: se você, assim como eu, gostou das duas primeiras temporadas de Cobra Kai, mesmo vendo alguns probleminhas, a terceira temporada vai te empolgar muito, e te deixar com uma vontade de que a Netflix solte a 4ª temporada logo amanhã!

Cobra Kai tem roteiro e produção executiva de Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg através de sua produtora Counterbalance Entertainment. Will Smith, James Lassiter e Caleeb Pinkett são os produtores executivos pela Overbrook Entertainment, juntamente com Susan Ekins, em associação com a Sony Pictures Television. Ralph Macchio e William Zabka são coprodutores executivos.

A 3ª temporada de Cobra Kai foi adiantada e chega à Netflix dia 1º de janeiro. Um ótimo início de ano, não é?!

Confira aqui: http://netflix.com/cobrakai


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‘O Legado de Júpiter’ tem primeiras imagens reveladas!

Das HQs de Frank Quitely para as telas dos streaming! Mais uma série de heróis chegando em março na Netflix.

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O novo trailer mostra os esboços de Frank Quitely em transformações para revelar as primeiras imagens oficiais de O Legado de Júpiter.

No vídeo, o vilão mais temido desta temporada, Blackstar, ganha vida. Também é apresentado Hutch (Ian Quinlan), filho de um dos maiores supervilões do mundo, e Chloe Sampson (Elena Kampouris), herdeira dos maiores super-heróis. Conheça ainda Sheldon Sampson (Josh Duhamel) em 1929 e seu filho, Brandon Sampson (Andrew Horton). Por fim temos a primeira geração de super-heróis é revelada: Lady Liberty/Grace Sampson (Leslie Bibb), The Utopian/Sheldon Sampson (Duhamel) e Brainwave/Walter Sampson (Ben Daniels).

A Netflix sugere aos fãs do quadrinho O Legado de Júpiter deem um replay no vídeo para tentarem encontrar elementos escondidos nas cenas.

++Leia Mais:
– O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia
– Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Sobre O Legado de Júpiter:


Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. A série é estrelada por Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

Produtores executivos são Mark Millar, Frank Quitely, Lorenzo Di Bonaventura, Dan McDermott, Steven S. DeKnight, James Middleton e Sang Kyu Kim.

O Legado de Júpiter, está com estreia prevista para sexta-feira, dia 7 de maio na plataforma da Netflix. A temporada inicial conta com oito episódios.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia

A nova série da Netflix se baseia nas HQs de mesmo nome criadas pela dupla de quadrinhistas Mark Millar e Frank Quitely

Rafa-el Lima

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O Legado de Júpiter está ganhando uma série na Netflix e o seu primeiro teaser já foi lançado.

Mais uma adaptação de quadrinho acaba ganhando as telas. Dessa vez o Millarworld vem para as telinhas dos streamings com O Legado de Júpiter, obra original de Mark Millar e Frank Quitely.

Sinopse
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

++Leia Mais:
Mortal Kombat | Confira o primeiro trailer legendado
O Superman e o Batman clássicos do cinema estão voltando!

A HQ apresenta os filhos dos maiores super-heróis da história mundial vivendo sob o peso do nome e dos altos padrões anteriormente estabelecidos por seus pais.

O elenco conta com nomes de Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

O Legado de Júpiter terá oito episódios e tem estreia prevista para 7 de maio.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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Cidade Invisível – 1ª Temporada | O nosso folclore chega às séries da Netflix

O nosso rico folclore brasileiro chega às telas numa trama de mistério e suspense na nova série nacional da Netflix: Cidade Invis?Dvel

Jean Sinclair

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Divulgação: Netflix

Hoje o tempo é curto e a grande disponibilidade de opções de séries e filmes exigem que uma obra fisgue o seu espectador de forma certeira o mais rápido possível. Felizmente, Cidade Invisível, da Netflix, faz isso muito bem.

Criada por Carlos Saldanha (de A Era do Gelo), com ideia geral de Raphael Draccon (Dragões de Éter) e Carolina Munhoz (O Inverno das Fadas), e com direção geral de Luís Carone, a série conta a história de Eric (Marco Pigossi), um agente ambiental federal que, ao sofrer uma grande perda, acaba descobrindo que uma comunidade ribeirinha tem mais coisas dentro de suas terras do que ele imaginava.

O time de roteiristas formado por Mirna Nogueria (Ep 01), Rodrigo Batista (Ep 02), Ludmila Naves (Ep 03), Antônio Arruda e Regina Negrini (Eps 04 e 05), Felipe Sant’Angelo (Ep 06) e Marco Borges (Ep 07), junto com a direção de Luís Carone (Eps 01-03 e 07) e Julia Jordão (Ep 04-06), constroem uma narrativa coesa, dosando bem mistério e construção de personagens. Junto com isso há o trabalho respeitoso e bem adaptado dos elementos do folclore brasileiro dentro da trama.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica de Os Defensores da Netflix
– Leia também a nossa análise de O Diabo de Cada Dia

A escolha por contar essa história no Rio de Janeiro funciona muito bem, graças ao fato da cidade ainda possuir diversos cenários naturais que vão da modernidade ao rústico facilmente. Os diálogos se beneficiam quando ficam mais soltos e naturais, mas várias vezes soam didáticos e até previsíveis. Tanto a fotografia quanto trilha sonora fogem da vibe “série de TV” e dão um excelente valor de produção cinematográfico à obra, mas se mantendo no campo seguro, sem ousadias, e os episódios tendo entre 35-40 minutos de duração possuem um bom ritmo, graças ao bom trabalho de edição. Os efeitos visuais são competentes e alguns conseguem impressionar.

Marco Pigossi (Eric) tem o perfil, carisma e talento que um bom protagonista precisa. O elenco de coadjuvantes é competente e agradável, em especial José Dumont (Ciço), Alessandra Negrini (Inês) e Fábio Lago (Iberê). Os destaques ficam para o sempre irreverente Wesley Guimarães (Isac) e a magnética Jessica Córes (Camila).

A primeira temporada de Cidade Invisível da Netflix é um excelente entretenimento. Mesmo com uma formato “Para Exportação”, a série acerta em apostar no realismo fantástico, e sua boa construção e execução garantem um bom divertimento. As pontas soltas e deixas estão lá para garantir uma segunda temporada, que fico na torcida que não demore para chegar.


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WandaVision | Quarteto Fantástico pode ter sido referenciado e você nem notou

Uma diálogo simples de WandaVision pode ter dado uma dica quanto às origens do Quarteto Fantástico do MCU no episódio 4 da série.

Rafa-el Lima

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Será que a Marvel pode ter introduzido, na surdina, a sua Primeira Família ao MCU com uma simples referência em WandaVision?

Uma teoria sugere que o episódio 4 de WandaVision pode ter dado pistas quanto às origens do Quarteto Fantástico, de acordo com o site Den of Geek.

Os primeiros cinco minutos do quarto episódio de WandaVision fazem referência a um ‘Programa de Treinamento de Astronautas’ que, de maneira brilhante, está falhando em decolar. Como disse o diretor em exercício do E.S.P.A.D.A., Tyler Hayward, eles “perderam metade de [seu] pessoal no Blip e metade dos restantes perderam a coragem”.

Como isso se encaixa no Quarteto Fantástico? As origens do Quarteto estão intimamente ligadas a Programas Espaciais. Nas HQs, eles são astronautas que fizeram a sua incursão no espaço em um voo não autorizado e acabaram por ser expostos à radiação cósmica. Assim, como acontece com a maioria dos acidentes baseados em radiação no universo da Marvel, quatro novos super-heróis – Senhor Fantástico, Mulher Invisível, Tocha Humana e o Coisa – nasceram.

++Leia Mais:
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
– Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Claro, pode não ser nada – mas a Marvel tem em seu histórico o hábito de soltar pistas para projetos futuros com antecedência. Afinal, tudo, desde Doutor Estranho à nação natal dos Panteras Negras, Wakanda, foi apresentado de alguma forma anos antes de finalmente se tornar realidade na tela grande. Vale ressaltar que esta é a primeira menção importante quanto a astronautas desde que a Disney conquistou os direitos do Quarteto Fantástico em sua fusão com a Fox, o que certamente já é marcante por si só.

Só recentemente a Marvel confirmou oficialmente que um filme do Quarteto Fantástico está à caminho, então ainda levará algum tempo antes de vermos se isso foi uma provocação deliberada ou um erro completo. Ainda assim, a frase atende a um dos objetivos da série que é de fazer com que o público observe e questione até mesmo as menores linhas de diálogo. Pode não ser nada; pode ser tudo – mas isso já é parte da diversão.

Adquira suas HQs do Quarteto Fantástico AQUI e se prepare para as aventuras do grupo no MCU.


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Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Ryan Coogler, diretor de Pantera Negra, assinou contrato de 5 anos com o Disney+ para desenvolver uma série sobre o Reino de Wakanda.

Rafa-el Lima

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O diretor do longa Pantera Negra, Ryan Coogler, desenvolverá uma série para o Disney+ sobre Wakanda.

A The Walt Disney Company pretende estreitar os laços com o diretor e co-roteirista de Pantera Negra, Ryan Coogler. De acordo com o site Deadline, a Disney fechou um acordo geral de cinco anos com a Proximity Media, empresa de Coogler que ele dirige com os diretores Zinzi Coogler, Sev Ohanian, Ludwig Göransson, Archie Davis e Peter Nicks.

De acordo com o site, Coogler, que já está trabalhando na sequência do longa de Pantera Negra, que ele dirigirá ainda este ano, desenvolverá em seguida uma nova série para o estúdio.

A série será um drama baseado no Reino de Wakanda e será distribuída no Disney+.

Ainda de acordo com o Deadline, a negociação feita também permite que a Proximity Media desenvolva outros trabalhos para outras divisões da Companhia.

++Leia Mais:
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
– Série documental ‘Marvel 616’ estreia no Disney Plus Brasil

“Ryan Coogler é um contador de histórias singular, cuja visão e alcance o tornaram um dos cineastas de destaque de sua geração”, disse Bob Iger, presidente executivo da The Walt Disney Company. “Com Pantera Negra, Ryan trouxe uma história inovadora e personagens icônicos à vida de uma forma real, significativa e memorável, criando um momento cultural divisor de águas. Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento e ansiosos para contar mais ótimas histórias com Ryan e sua equipe.”

“É uma honra fazer parceria com a The Walt Disney Company”, disse Coogler. “Trabalhar com eles em Pantera Negra foi um sonho que se tornou realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderíamos estar mais felizes de lançar nosso negócio para a televisão com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o guarda-chuva da Disney. Estamos ansiosos para aprender, crescer e construir um relacionamento com públicos em todo o mundo por meio das plataformas Disney. Estamos especialmente entusiasmados por darmos nosso primeiro salto com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso e seus parceiros no Marvel Studios, onde estaremos trabalhando de perto com eles em programas do MCU selecionados para Disney+. Já estamos participando de alguns projetos que mal podemos esperar para compartilhar”, afirmou Ryan Coogler em nome da Proximity Media.

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Pantera Negra arrecadou US $ 1,3 bilhão globalmente e se tornou o primeiro filme de super-herói a receber uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. O protagonista do longa, Chadwick Boseman, morreu no ano passado, e Coogler e a Disney estão trabalhando em uma sequência que não venha a escalar outro ator para o papel.


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Netflix confirma a continuação da série Lupin

Série que liderou por dias o TOP 10 da Netflix no início deste ano tem a sua continuação já confirmada pelo serviço de streaming.

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Uma série que já brilhou muito esse ano de 2021 na Netflix foi Lupin. O show se tornou um fenômeno mundial e tem como protagonista Omar Sy, que já conhecíamos por filmes como, Intocáveis (2011) e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014).

Lupin esteve por dias no primeiro lugar do Top 10 da Netflix em mais de 10 países e está previsto o seu retorno no fim do semestre. Os cinco novos episódios estão na direção de Ludovic Bernard (The Climb) e Hugo Gélin (Amor à Segunda Vista).

Para quem não conhece, Lupin estreou na Netflix em 8 de janeiro de 2021 e é uma série produzida na França e segue como um thriller de mistério criada por George Kay e François Uzan. A série é dividida em 10 episódios, lançados em duas partes.

Inspirada em um livro sobre o ‘ladrão cavalheiro Arsène Lupin‘, criado em 1905 pelo escritor francês Maurice Leblanc, a série conta a história do  ladrão profissional Assane Diop (Omar Sy), único filho de um imigrante senegalês que vai à França em busca de uma vida melhor para seu filho. O pai de Assane é acusado, por seu patrão, o rico e poderoso Hubert Pellegrini, do roubo de um caríssimo colar de diamantes e acaba se enforcando em sua cela de prisão por vergonha por ter sido condenado sendo inocente, deixando o adolescente Assane órfão.

Vinte e cinco anos depois, tomando como base de ação de sua vingança um livro sobre o ‘ladrão cavalheiro Arsène Lupin’, que seu pai lhe dera no dia do seu aniversário, Assane vai em busca de sua desforra em cima da família Pellegrini, munido de seu carisma e domínio do roubo, subterfúgio e disfarce para expor a doença de Hubert.

O elenco da série conta com Omar Sy (Assane Diop), Vincent Londez (Capitão Romain Laugier), Ludivine Sagnier (Claire), Clotilde Hesme (Juliette Pellegrini), Nicole Garcia (Anne Pellegrini), Hervé Pierre (Hubert Pellegrini), Soufiane Guerrab (Youssef Guedira), Antoine Gouy (Benjamin Ferel), Fargass Assandé (Babakar Diop), Shirine Boutella (Tenente Sofia Belkacem) e Etan Simon (Raoul).

Ainda foi divulgada a data de estreia da segunda parte.


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Série documental ‘Marvel 616’ estreia no Disney Plus Brasil

Streaming lança série documental sobre o legado da Casa das Ideias e a sua importância na vida dos fãs e colaboradores ao longo das décadas.

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Esperado para o ano passado, estreou neste final de semana no Disney Plus do Brasil uma das séries documentais mais esperadas do ano, Marvel 616.

A Disney tem investido pesado em documentários sobre suas produções cinematográficas como Frozen e outros. Entretanto, o documentário da vez tem um foco muito grande na história das produções Marvel, trazendo para a tela os desenhistas e suas criações, as heroínas que fazem a diferença na vidas de outras pessoas, etnias que cada vez mais ganham espaço e mostram do que são capazes, e até casos curiosos como, por exemplo: você sabia que Homem-Aranha foi quem proporcionou a criação dos Power Rangers como eles são hoje?

O documentário traz oito episódios com histórias contadas através das lentes de um grupo de cineastas sobre histórias incríveis de dentro do universo Marvel.

++Leia Mais:
– Série documental Marvel 616 mergulha no mundo dos super-heróis
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Marvel 616 mostra o quanto é rico o legado da editora, e que este não se prende apenas aos quadrinhos, mas aos seus personagens e os criadores da Casa das Ideias pelo mundo a fora.

O documentário cobre tópicos como: mulheres que galgaram seu espaço dentro da Marvel Comics, o mundo maravilhoso dos cosplays, descobrindo personagens dantes esquecidos e muito mais.

Confira o trailer oficial abaixo:


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Sandman | Elenco da série da Netflix é finalmente revelado

Sandman, uma das mais aclamadas HQs de todos os tempos está ganhando uma série e o próprio Neil Gaiman apresentou o elenco em suas redes.

Rafa-el Lima

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Após um ano do anúncio da série, a Netflix revela o elenco de sua adaptação de Sandman, uma das mais amadas obras de Neil Gaiman.

Em publicação no seu Twitter, Neil Gaiman fez o anúncio do elenco da série:

O ator Tom Sturridge será o protagonista do drama baseado nos quadrinhos da DC Comics de Gaiman, interpretando Sonho, ou Morpheus (Dream), o mestre do Reino do Sonhar. Gwendoline Christie coestrelará como Lúcifer, o Rei do Inferno. Vivienne Acheampong, Boyd Holbrook, Charles Dance, Asim Chaudhry e Sanjeeve Bhaskar completam o time do drama de fantasia sombria.

A Netflix descreve sua série live-action de Sandman como: “Uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria em que a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados. The Sandman segue as pessoas e os lugares afetados por Morpheus, o Rei dos Sonhos, como ele corrige os erros cósmicos – e humanos – que ele cometeu durante sua vasta existência.”

Sturridge assume o papel que foi brevemente dado a Joseph Gordon-Levitt quando Sandman estava sendo desenvolvido como um filme pela a New Line no início de 2016. A presença de Christie (que interpretou Brienne) e Dance (que interpretou Twin Lannister) cria uma mini-reunião de Game of Thrones para a dupla. Dance vai retratar Roderick Burgess, um charlatão, chantagista e mágico.

Acheampong (Convensão das Bruxas) interpreta Lucienne, a bibliotecária chefe e guardiã de confiança do reino do Sonho. Holbrook (Narcos) é definido como o Corinthian, um pesadelo fugitivo que deseja provar tudo o que o mundo tem reservado. Chaudhry (Black Mirror: Bandersnatch) e Bhaskar (Yesterday) assumem os papéis de Abel e Cain, a primeira vítima e o primeiro assassino, que são residentes e súditos leais do Reino dos Sonhos.

Neil Gaiman (American Gods) e Allan Heinberg (Mulher-Maravilha, Grey’s Anatomy) estão co-escrevendo a série, com Heinberg sendo o produtor. David S. Goyer (Batman Begins, Foundation) é o produtor executivo do drama da Warner Bros. Television.

“Nos últimos 33 anos, os personagens do Sandman respiraram, andaram e falaram na minha cabeça”, disse Gaiman. “Estou incrivelmente feliz que agora, finalmente, eles podem sair da minha cabeça e entrar na realidade. Mal posso esperar até que as pessoas lá fora possam ver o que temos visto como Sonho e o resto deles em carne e osso, e a carne pertence a alguns dos melhores atores que existem. Isso é surpreendente, e eu sou muito grato aos atores e a todos os colaboradores de The Sandman – Netflix, Warner Bros., DC, a Allan Heinberg e David Goyer, e as legiões de artesãos e gênios da série – por transformar o mais louco de todos os meus sonhos em realidade.”

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Série animada de ‘Game of Thrones’ em desenvolvimento inicial na HBO Max

Das HQs para as telas

Sandman chegou à Netflix em junho de 2019 com um pedido de 11 episódios para o que, de acordo com fontes na época disseram, seria um projeto de grande compromisso financeiro. O acordo na época, segundo fontes, seria da série mais cara que a DC Entertainment já havia feito. Três meses depois, o produtor Greg Berlanti anunciou que sua série do Lanterna Verde para a HBO Max e “promete ser o maior programa já feito pela DC”.

Fontes ainda disseram ao site The Hollywood Reporter na época que a Warner, que controla a IP, levou o projeto da série de Sandman a vários canais, incluindo a irmã corporativa HBO. A rede de TV a cabo premium não fez parte da série, dado o enorme preço anexado ao projeto (e provavelmente o número de outros grandes programas mundiais em desenvolvimento), e a Netflix abocanhou a obra.

O adorado quadrinho de Gaiman teve um longo e desafiador caminho até as telas. As tentativas de transformar Sandman em uma franquia de longa-metragem começaram na década de 1990 com a Warner Bros. – a empresa-mãe da Vertigo, o ex-selo da DC Comics. O projeto passou por várias encarnações e escritores na década de 1990 e início de 2000 e, finalmente, labutou no purgatório do desenvolvimento. Gaiman anunciou, no final de 2013, que estava se juntando a Gordon-Levitt para um longa-metragem que acabou nas mãos da New Line, da Warner Bros. Gordon-Levitt foi escalado para estrelar e dirigir antes de abandonar o filme após diferenças criativas com o estúdio em março de 2016. Eric Heisserer, o último roteirista vinculado ao Sandman da New Line, disse em novembro de 2016 que não estava mais envolvido.

Sandman ainda não tem data de estreia determinada.

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Fonte: The Hollywood Reporter


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