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Julgando Quadrinhos Pelas Capas

Rildon

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“Nunca julgue um livro pela capa”.
Quantas vezes ouvimos esse ditado, que pode ser bem mais amplo, afinal, não devemos julgar nada nem ninguém apenas por sua aparência. Mas no universo das HQs, onde quase tudo é visual, a arte é sempre um ponto forte, afinal, somos apaixonados por essa narrativa visual.

Quando criança a capa de uma HQ era um dos grandes motivos de me fazerem levar aquele gibi para casa e algumas capas são bastante icônicas nesse trabalho de atrair o leitor. Mesmo que os desenhos internos sejam bem diferentes, o fator “capa” sempre motiva a compra de olhos apreciadores de um bom quadrinho.

Eu mesmo já comprei, sim, um Gibi pela capa e vou listar aqui 10 capas que me impressionaram e me fizeram comprar logo sem pensar.

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Essa foi uma daquelas edições que só obtive depois. Apesar de ter começado a ler quadrinhos cedove ter começado a ler com Conan e X-men, no ano em que essa edição chegou às bancas, eu ainda era um pequeno mancebo. A edição de Superaventuras Marvel 45 foi algo que mexeu com tudo o que eu acompanhava, ela trazia estampada um Wolverine mais velho junto com uma Kity Pride cheia de temor e, ao fundo, várias fotos na parede com personagens conhecidos do universo X, com os dizeres “preso” ou “morto”. Eu, ainda jovem, queria entender o que aquilo queria dizer. Uma excelente arte do mestre John Byrne, a edição trouxe ‘apenas’ a grande história “Dias de um futuro esquecido”, um marco até hoje no universo dos mutantes.

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Essa aqui tem todo um valor sentimental para mim, afinal, foi o primeiro contato que tive com quadrinhos. Graças aos loucos anos 80, minha querida avó, percebendo que eu gostava de desenhar, me deu de presente essa HQ.

Provavelmente ganhei essa HQ uns dois ou três anos depois de sua publicação aqui no Brasil. ‘A Espada Selvagem de Conan 14’ foi publicada em 85. As capas do Conan eram um referencial à parte, sempre trazendo lindas pinturas dos mestres como Frank Frazetta, Earl Noren, e Joe Jusko, o autor da capa em questão.

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Essa aqui foi algo completamente incrível para mim que sempre acompanhei o universo Mutante. Finalmente uma parte do mistério por trás do passado do Wolverine seria explicado! Quando vi na banca a edição 35 de Grandes Heróis Marvel, peguei todo o dinheiro que consegui juntar fazendo desenhos no colégio, e corri na banca para comprar.

A edição trazia a fantástica história do mestre Barry Windsor-Smith e a capa mostrava Logan de uma forma até então não mostrada, uma arte violenta e espetacular.

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Na década de 90, uma notícia parou o mundo, inclusive noticiada no nosso Jornal Nacional: Super-Homem está morto. O mundo parou para acompanhar essa notícia e, apesar de sabermos que a morte nos quadrinhos não é algo definitivo, as editoras ainda não tinham tido a coragem de tocar nos panteões. Eu não era leitor da DC, lendo apenas Batman, mas quando soube da morte do escoteiro, fui correndo adquirir essa HQ, mas acabei não conseguindo comprar (ela era cara e eu pobre), mas, aquela capa preta com a logo do Super sangrando e ainda em alto-relevo, foi um momento que ficou marcado na memória.

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Umas das capas que eu mais copiei o desenho, e vendi muito nos tempos de escola, a edição de Superaventuras Marvel Nº 75 vinha com uma arte incrível de Mike Zeck do Justiceiro arregaçando balas pra tudo que é lado. Essa com certeza faz parte de minha coleção pessoal.

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Olha o baixinho invocado da Marvel surgindo em minha lista novamente! Essa edição de Wolverine 39, formatinho da Editora Abril foi algo diferente, que me fez comprar duas edições dela. Era a fase que começamos a desvendar mais dos segredos do Carcajú e com a arte de Marc Silvestre. A diferença que chamava muito atenção, era que a capa era um arquivo, contendo informações sigilosas do “Major Logan”, e o documento era vazado, como se Wolverine tivesse rasgado com suas famosas garras de adamantium.

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Por muitos anos eu só tinha essa edição de ‘O Cavaleiros das Trevas’, não fazia ideia como tudo chegou a esse ponto. Mas essa capa é de cair o queixo até hoje! Mesmo depois de muitas republicações, capas incríveis, trabalhos gráficos muito bem-feitos, essa capa mora em minhas memórias e em minha coleção até hoje, afinal, é o Batman metendo a porrada no escoteiro de Metrópolis.

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Um caso recente que me pegou pela capa, foi o Vol. 20 de Fábulas, publicado pela Panini. Eu acompanho as histórias desse mundo fantástico, mas tenho que admitir, tinha parado de comprar. Mas quando entrei na MMG Comics (loja de quadrinhos bem bacana aqui em Fortaleza), não resisti. Aquela referência gritando na arte e estampando Camelot na capa, me fez querer essa lindeza na minha coleção.

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As capas de Sandman sempre foram um banquete visual a parte, afinal, o trabalho primoroso de

Dave McKean é uma assinatura de que estamos com um material diferenciado em mãos, algo único. Mas resolvi listar outro ilustrador, que nos trouxe uma nova visão de Sandman. No encadernado Sandman – Caçadores de Sonho, um deleite visual em cada página do genial Yoshitaka Amano, que já em sua capa nos traz algo novo e ainda não visto no universo do mestre dos sonhos Neil Gaiman.

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Olha a minha paixão pelas Lendas Arturianas me fazendo gastar dinheiro só de olhar para capa! Quando vi, não pensei duas vezes, comprei. Infelizmente, devido a distribuição setorizada, ou eu ter comprado ela bem depois do lançamento, passei anos sem ter as demais edições, e infelizmente não encontrei para comprar, nem mesmo quando relançaram em meado dos anos 2000. Na capa, mesmo toda mexida pela Abril, era inevitável não ficar maluco com a incrível arte de Brian Bolland e a aventuras do Rei Arthur no ano 3000, uma tristeza grande que carrego em não possuir essa lindeza em minha coleção pessoal, pois nem mais a primeira edição do formatinho eu tenho… triste, muito triste.

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Eu falei 10 capas que marcaram muito minha memória, mas eis que surge um pequeno extra, e apesar de ter que assumir, sim, eu já gostei da arte de Rob Liefeld em uma história bizarra desenhada e escrita por ele na edição 14 da revista solo do Carcaju em que ele lutava com o Selvagem, e na minha cabeça idiota de adolescente, a arte do Liefeld combinava com a selvageria do Wolverine… PQP!!!!

Imagem 13 - Que m...

Mas quero falar da famigerada capa de Capitão América I, na fase pós-massacre, Heróis Renascem…

E ao folhear a HQ, as coisas pioraram consideravelmente.

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Essas foram algumas capas que sempre me recordo, e fazem parte da minha lista, e você, quais capas te marcaram? Deixem nos comentários, e quem sabe não fazemos uma parte dois.

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Star Wars: The High Republic | Confira o trailer e lançamentos do novo período da franquia

‘Star Wars: The High Republic’ é novo período a ser abordado pela Lucasfilms dentro da franquia Star Wars.

Rafa-el Lima

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Após o fim da saga Skywalker, a Lucasfilms está focada em abraçar um novo período para a franquia Star Wars como um todo, e The High Republic é este período.

Ontem, 04/01, tivemos o trailer de lançamento de The High Republic divulgado. Nele somos apresentados a um novo momento da nossa amada galáxia muito, muito distante onde a república está no seu auge. Além disso, é mostrado no video que a série será uma “mega-história interconectada lançada em quadrinhos, livros e revistas”.

Para ajudar a todos, legendamos o trailer em português (você pode conferir o trailer ACIMA ou AQUI, aproveita e se inscreve lá no nosso canal que, em breve, teremos muitas novidades lá para vocês 😉 ).

Em Star Wars: The High Republic a Ordem Jedi está no máximo das sua força e presença, trabalhando em conjunto com a república para trazer a paz a todos os planetas. A atuação dos Cavaleiros Jedi é presente até os confins da galáxia, se estendendo até a Orla Exterior.

++Leia Mais:
– Star Wars | ‘The High Republic’ é adiado para o início de 2021
– Star Wars: The High Republic | Conheça os primeiros heróis apresentados

Nesse novo momento seremos apresentados às mais diversas, e novas, histórias. Inicialmente o período será desenvolvido em quadrinhos, livros e revistas informativas.

Lançamentos de Star Wars: The High Republic

Os livros e revistas que iniciam a apresentação da Alta República começaram a ser publicados hoje, dia 05/01, nos EUA. São eles:

Star Wars: The High Republic | The Great Jedi Rescue (O Grande Resgate Jedi)

The Great Jedi Rescue (O Grande Resgate Jedi)
de Cavan Scott

Conheça o nobre e sábio Jedi da Alta República! Quando um desastre acontece no hiperespaço, colocando o povo de Hetzal Prime em grave perigo, apenas os Jedi da Alta República podem salvar o dia!

Para público de 6-8 anos. 24 páginas.


Star Wars: The High Republic | A Test of Courage (Um Teste de Coragem)

A Test of Courage (Um Teste de Coragem)
de Justina Ireland

Quando uma nave de transporte é repentinamente jogado para fora do hiperespaço como parte de um desastre de dimensões galácticas, o jovem recém-formado Jedi, Vernestra Rwoh, uma jovem Padawan, uma audaciosa tech-kid e o filho de um embaixador ficam presos em uma lua selvagem onde eles devem trabalhar juntos para sobreviver ao terreno perigoso e a um perigo oculto que os espreita nas sombras.

Para público de 8-12 anos. 240 páginas.


Star Wars: The High Republic | Light of the Jedi (Luz dos Jedi)

Light of the Jedi (Luz dos Jedi)
de Charles Soule

Muito antes da Primeira Ordem, antes do Império, antes mesmo da Ameaça Fantasma… Os Jedi iluminaram o caminho para a galáxia na Alta República

É uma época de ouro. Os intrépidos batedores do hiperespaço expandem o alcance da República para as estrelas mais distantes, mundos prosperam sob a liderança benevolente do Senado e a paz reina, reforçada pela sabedoria e força da renomada ordem de usuários da Força conhecidos como Jedi. Com os Jedi no auge de seu poder, os cidadãos livres da galáxia estão confiantes em sua habilidade de resistir a qualquer tempestade. Mas, mesmo a luz mais brilhante pode lançar uma sombra, e algumas tempestades desafiam qualquer preparação.

Quando uma catástrofe chocante no hiperespaço despedaça uma nave, a enxurrada de estilhaços que emergem do desastre ameaça todo o sistema. Assim que o pedido de ajuda sai, os Jedi correm para o local. O escopo do surgimento, no entanto, é o suficiente para levar os Jedi ao seu limite. Enquanto o céu se abre e a destruição cai sobre a aliança pacífica que ajudaram a construir, os Jedi devem confiar na Força para guiá-los em um dia em que um único erro pode custar bilhões de vidas.

Mesmo enquanto os Jedi lutam bravamente contra a calamidade, algo verdadeiramente mortal cresce além dos limites da República. O desastre do hiperespaço é muito mais sinistro do que os Jedi poderiam suspeitar. Uma ameaça se esconde na escuridão, longe da luz da era, e guarda um segredo que pode causar medo até mesmo no coração de um Jedi.

Para público adulto. 400 páginas.


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The Walking Dead DELUXE | Confira algumas páginas da nova HQ em versão colorida

HQ de The Walking Dead voltou às comic shops americanas este mês, após um ano do seu cancelamento, em uma versão DELUXE totalmente colorida.

Rafa-el Lima

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Capa da Edição DELUXE por David Finch © Image Comics

The Walking Dead, a obra máxima de Robert Kirkman, chegou ao seu final da HQ número 193, de – se não me engano – julho de 2019. Entretanto, este não é o final definitivo do mundo pós-apocalíptico de Kikman, que ainda está “vivo” (ou seria morto-vivo?) na TV com The Walking Dead, Fear The Walking Dead e, a mais nova incursão da AMC, TWD World Beyond.

Visando agradar os fãs – e tirar dinheiro destes, claro – a Image Comics, responsável pelo lançamento das edições americanas da HQ de The Walking Dead, está relançando as HQs de Kirkman em versão Deluxe. O diferencial? As edições são completamente em cores!

Iniciada em outubro de 2003 nos EUA, a HQ original de The Walking Dead era lançada apenas com a capa em cores. Todo o seu miolo era em preto e branco. Isso em nada desmerecia a qualidade da edição, que sempre teve um ótimo trabalho de roteiro e arte. Pelo contrario, o P&B favorecia a arte de Tony Moore e o clima tenso e narrativo proposto para a obra.

++Leia Mais:
– HQs de ‘The Walking Dead’ estão de volta em edição especial
– DC Future State | Os quadrinhos da DC Comics rumo ao futuro!

Neste mês, 17 anos depois do seu lançamento original, TWD retorna com sua edição nº 1 às comic shops americanas, dessa vez em versão em cores pelas mãos do colorista Dave McCaig.

Vale lembrar que esta não é a primeira incursão em cores da revista que, em 2013, em uma edição especial de 10 anos de lançamento, ganhou uma edição nº 1 também colorida. A edição, à época, era colorida pelas mãos de Dave Stewart.

Abaixo trazemos uma comparação entre a Edição Especial de 10 anos, colorida por Stewart, e a Edição Deluxe, colorida por McCaig.

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“A maior diferença na colorização de ambas as edições é que mudam as paletas de cores, de um amarelado, mais quente, para um tom esverdeado, mais frio. Além de um trabalho maior de luz e sombra.” Ressalta o desenhista cearense, Jean Sinclair, responsável pela mais famosa arte do personagem Asa Noturna, da DC Comics.

Os tons mais pastéis de Stewart, na edição de 10 anos, casados com a preferência em tratar os ambientes como sem luzes, dão a edição um tom mais sombrio. Enquanto que as cores mais vivas e a escolha por luzes acesas dão a edição Deluxe um vislumbre maior da bagunça e sujeira do mundo pós-apocalíptico de Kirkman, onde o leitor vai imergir.

“Dave Stewart precisava mudar, e não fazer um trabalho igual ao de McCaig, então preferiu uma colorização mais saturada e valorizou mais o contraste”, completa Jean. “Eu, particularmente, prefiro a versão em preto e branco para esse tipo de obra. Mas o trabalho de ambos os coloristas está excelente!”

++Leia Mais:
– The Walking Dead | HQ será relançada em versão totalmente colorida
– Super Choque | Michael B. Jordan irá produzir longa do herói da DC

The Walking Dead DELUXE nº 1 chegou às comic shops americanas agora em outubro. Não há definição por parte da Panini Comics, responsável pelo título no Brasil, quanto ao lançamento da versão por aqui. É esperar e torcer.

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Adquira suas edições de The Walking Dead AQUI.


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DC Future State | Os quadrinhos da DC Comics rumo ao futuro!

A DC Comics apresenta sua nova e ousada linha de HQs para 2021. DC Future State lança as bases do futuro da editora apostando em novos ares.

Jean Sinclair

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Imagem de divulgação © DC Comics

Em janeiro e fevereiro de 2021, a DC Comics, lar de grandes e icônicos heróis como Superman, Batman e Mulher-Maravilha, tomará novos rumos com a sua nova linha de quadrinhos, a DC Future State (ainda sem tradução oficial para o Brasil).

Os títulos dessa nova linha mostrarão o futuro da editora. Desde o futuro próximo até um pouco mais à frente. Novos personagens e conceitos serão apresentados, mantos lendários serão assumidos por novos personagens e os grandes nomes, e seus cenários, tomarão novos caminhos.

O que já podemos dizer, de cara, é que a editora apostará em coisas novas, mas sem deixar de olhar para os conceitos originais. É a DC avançando suas histórias e reforçando o seu maior conceito: o legado de seus personagens.

Esse novo momento será consequência da atual minissérie Dark Nights: Death Metal, de Scott Snyder e Greg Capullo, que após seu final, remodelará o universo DC, mantendo a sua base, mas chacoalhando um pouquinho as coisas.

A editora terá a frente do projeto DC Future State os talentos de Mariko Tamaki, Brian Michael Bendis, Gene Luen Yang, Joëlle Jones, Joshua Williamson, Nicola Scott, Cully Hamner e John Timms, e os talentos vindos de outras áreas da cultura pop como John Ridley (12 anos de Escravidão), Brandon Vietti (Justiça Jovem), Meghan Fitzmartin (Supernatural, DC Super Hero Girls), Brandon Easton (Thundercats, Transformers: Guerra por Cybertron), Alitha Martinez (REPRESENT! It’s A Bird!), L.L. McKinney (Nubia: Real One), Paula Sevenbergen (Stargirl) e Siya Oum (Lola XOXO), entre outros.

FUTURE-STATE

Família Batman

Nesse futuro, Gotham City é controlada pelo Magistrado. Este regime vilanesco assumiu o controle da cidade, agora sob vigilância constante. Todos os vigilantes mascarados foram proscritos e o Batman foi morto. Mas, liderado por um Batman totalmente novo, uma nova assembleia de guardiões de Gotham se levanta para dar esperança a todos aqueles que a perderam!

Antologias

Future State: The Next Batman #1-4

  • The Next Batman, de John Ridley, Nick Derington e Laura Braga
  • Outsiders, de Brandon Thomas e Sumit Kumar
  • Arkham Knights, de Paul Jenkins e Jack Herbert
  • Batgirls, de Vita Ayala e Aneke
  • Gotham City Sirens, de Paula Sevenbergen e Emanuela Lupacchino

Future State: Dark Detective #1-4

  • Dark Detective, deMariko Tamaki e Dan Mora
  • Grifters, de Matthew Rosenberg e Carmine di Giandomenico
  • Red Hood, de Joshua Williamson e Giannis Milonogiannis
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Minisséries mensais

  • Future State: Batman/Superman, de Gene Luen Yang e Ben Oliver
  • Future State: Catwoman, de Ram V. e Otto Schmidt
  • Future State: Harley Quinn, de Stephanie Phillips e Simone Di Meo
  • Future State: Nightwing, de Andrew Constant e Nicola Scott
  • Future State: Robin Eternal, de Meghan Fitzmartin e Eddy Barrow
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Família Superman

Devido ao seu envolvimento em uma crise internacional que acontecerá em um futuro próximo, Clark Kent foi rejeitado pela Terra, fazendo com que ele concentrasse seus esforços de salvamento fora de sua casa adotiva. Ele viaja para Mundo Bélico, para subir na hierarquia do combate de gladiadores, a fim de derrotar Mongul com a ajuda de alguns heróis improváveis. De volta a Metrópolis, o filho de Clark, Jon, assumiu o manto de Superman. Depois de ver os horrores que se abateram sobre Gotham, ele engarrafa Metrópolis para mantê-la segura, o que o coloca em conflito com a Supergirl.

Conectando os dois super títulos de Future State: Superman, Shilo Norman, o homem conhecido como Senhor Milagre, encontra-se preso entre a cidade em que cresceu e o planeta devastado por batalhas que poderia ser sua ruína.

Enquanto isso, na floresta amazônica, Yara Flor é escolhida para ser a nova Mulher-Maravilha. Anos mais tarde, os novos Superman e Mulher-Maravilha unem forças para salvar suas cidades em uma nova equipe de super-heróis como o mundo nunca viu.

Antologias

Future State: Superman of Metropolis #1-2

  • Superman of Metropolis, de Sean Lewis e John Timms
  • The Guardian, de Sean Lewis e Cully Hamner
  • Mister Miracle, de Brandon Easton e Valentine De Landro

Future State: Superman: Worlds of War #1-4

  • Superman: Worlds of War, de Phillip Kennedy Johnson e Mikel Janin
  • Midnighter, de Becky Cloonan, Michael W. Conrad e Gleb Melnikov
  • Black Racer, de Jeremy Adams e Siya Oum
  • Mister Miracle, de Brandon Easton e Valentine De Landro

Future State: Immortal Wonder Woman #1-2

  • Immortal Wonder Woman, de Becky Cloonan, Michael W. Conrad e Jen Bartel
  • Nubia, de L.L. McKinney, Alitha E. Martinez e Mark Morales
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Minisséries mensais e edições especiais

  • Future State: House of El, de Phillip Kennedy Johnson e Scott Godlewski (edição especial – Fevereiro)
  • Future State: Kara Zor-El | Superwoman, de Marguerite Bennett e Marguerite Sauvage
  • Future State: Legion of Super-Heroes, de Brian Michael Bendis e Riley Rossmo
  • Future State: Superman/Wonder Woman, de Dan Watters e Leila del Duca
  • Future State: Superman vs. Imperious Lex, de Mark Russell e Steve Pugh (minissérie em 3 edições, com término em março)
  • Future State: Wonder Woman, de Joëlle Jones
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Família Liga da Justiça

Um fio de grande mudança percorre os heróis da Liga da Justiça: uma nova Liga é construída sobre identidades secretas (até mesmo entre si), mas um antigo e evoluído inimigo usará esses segredos para tentar derrubar o mundo. Para os heróis sobrenaturais da Liga da Justiça Dark, a própria estrutura da realidade mudou e os heróis estão sendo caçados.

Para Flash, Shazam e os Jovens Titãs, tudo começa quando os Quatro Corredores do Apocalipse desencadeiam o inferno em uma batalha na Academia Titã. Barry Allen é isolado da Força de Aceleração, um Wally West controlado pela Fome pode estar além de qualquer salvação, e Billy Batson faz um acordo com o diabo que mudará o Shazam para sempre.

Fora do mundo, John Stewart e os Lanternas Verdes restantes estão presos na sombra de uma bateria descarregada; Jackson Hyde e Andy Curry são separados pela galáxia; e Amanda Waller executa seu plano final com um novo, mas assustadoramente familiar, Esquadrão Suicida na Terra-3.

No final dos tempos, o Monstro do Pântano revela sua verdadeira intenção, governando supremo até que um remanescente da humanidade lance uma rebelião, e Adão Negro olha para o passado como a única forma de salvar o futuro do Multiverso.

Antologias

Future State: Justice League #1-2

  • Justice League, de Joshua Williamson e Robson Rocha
  • Justice League Dark, de Ram V. e Marcio Takara

Future State: Green Lantern #1-2

  • Last Lanterns, de Geoffrey Thorne e Tom Raney
  • Tales of the Green Lantern Corps, de Josie Campbell, Ryan Cady e Ernie Altbacker, com Sami Basri e Clayton Henry

Future State: Suicide Squad #1-2

  • Suicide Squad, de Robbie Thompson e Javi Fernandez
  • Black Adam, de Jeremy Adams e Fernando Pasarin
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Minisséries mensais

  • Future State: Aquaman, de Brandon Thomas e Daniel Sampere
  • Future State: The Flash, de Brandon Vietti e Dale Eaglesham
  • Future State: Teen Titans, de Tim Sheridan e Rafa Sandoval
  • Future State: SHAZAM!, de Tim Sheridan e Eduardo Pansica
  • Future State: Swamp Thing, de Ram V e Mike Perkins
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Esses serão os títulos da nova investida da DC Comics. O que você achou deles? Deixe seu comentário e aguarde mais novidades sobre a DC Comics aqui no Multiversos. 

Lembrando que esse lançamento da editora se inicia no próximo ano mas, por enquanto, apenas nos EUA. Aqui no Brasil levará mais um tempo para que comecemos a acompanhar a série, através das publicações da Editora Panini, responsável pelos títulos da DC Comics no Brasil.

Adquira grandes histórias da DC Comics para ler AQUI.


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Batman – Ano Zero | O nascimento do homem-morcego

Scott Snyder e Greg Capullo são os responsáveis pela mais recente visão sobre o início de carreira do maior vigilante de Gotham.

Cleyton Souza

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Arte: Greg Capullo | Cores: Fco Plascencia

Enquanto aguardamos ansiosos pelo o novo filme do nosso querido vigilante encapuzado, The Batman, trago a você uma boa dica de HQ: Batman – Ano Zero.

Antes de mais nada, tenho que explicar um pequeno contexto:

Todos nós sabemos que em 2011 a DC Comics realizou um reboot que deu origem aos Novos 52, reboot onde as origens dos heróis foram recriadas. Inicialmente, não havia sido proposta uma nova origem para o Batman, mas isso acabou acontecendo em 2013.

Então, como “alterar” o passado do Batman sem acabar por completo com tudo o que já foi estabelecido para o personagem?

É aí que entram os trabalhos de Scott Snyder e Greg Capullo, apresentando uma nova visão para os primeiros meses do Cavaleiro das Trevas.

++Leia Mais:
– Nossa análise da HQ ‘Surfista Prateado: Escuridão’ da Panini Comics Brasil
– Ben Affleck retornará como Batman em ‘The Flash’

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Clique na imagem para adquirir a sua HQ.

O Início

Batman – Ano Zero conta a história de um jovem Bruce Wayne que, após a morte dos pais, passou anos desaparecido e retorna a sua cidade natal, Gotham City, com o propósito de acabar com a sua criminalidade.

Mesmo antes de se torna o Batman, Bruce patrulhou as ruas assumindo uma série de disfarces e seu objetivo inicial era acabar com a Gangue do Capuz Vermelho, um bando de criminosos que se utilizava do anonimato para espalhar o crime e o medo por toda a cidade. O grupo assumia um perfil de sigilo onde nem os próprios integrantes sabiam a identidade dos membros da gangue, e eram todos liderados pelo Capuz Vermelho Um.

++Leia Mais:
– Conan, o Bárbaro, pode ganhar série na Netflix
– Astronauta: Parallax | Crítica da HQ so selo Graphic MSP (Sem Spoilers)

Após uma série de tentativas e fracassos em deter a gangue, Bruce descobre as cavernas embaixo da mansão e, então, percebe o que era preciso fazer para vencer a criminalidade. Na verdade, quem ele precisava se tornar. Assim dava-se início as primeiras aparições do homem-morcego.

No entanto, a prova de fogo ainda estava por vir, quando um criminoso genial conhecido como Charada toma o controle de Gotham, lançando-a na escuridão. Foi aí que o jovem Bruce precisou mostrar todas as suas habilidades. E é aí onde realmente nasce o Batman.

Batman-Ano-Zero-Scott-Snyder-Greg-Capullo-02

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O HQ funciona bem como uma história de origem, mostrando parte do treinamento de Bruce pelo mundo, inclusive, mostrando que ele aprendeu a dirigir no Rio de Janeiro. Apresenta também o início da relação dele com vários personagens importantes como, Jim Gordon, Lucius Fox e, principalmente, Alfred. Sem falar que é um bom ponto de partida para quem quer começar a ler essa nova leva de quadrinhos da DC Comics (Novos 52 e Renascimento).

Então, se você está animado para assistir The Batman, confere antes essa HQ, quem sabe você não pega alguma referência no longa.

Adquira essa e outras HQs do Batman AQUI.


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Nossa análise de ‘Surfista Prateado: Escuridão’ da Panini Comics Brasil

Norrin Radd vive um desafio que pode ser o seu último! Confira a nossa análise da obra de Donny Cates, Tradd Moore e Dave Stewart.

Jean Sinclair

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Arte: Tradd Moore | Cores: Dave Stewart

Surfista Prateado: Escuridão é um dos mais recentes lançamentos da Marvel pela Panini Comics Brasil a chegar nas bancas, comic shops e sites especializados. Trazendo as 05 edições da minissérie Silver Surfer: Black, a história é escrita por um dos mais novos e hiperativos autores da casa: Donny Cates (Thanos, Venom, Guardiões da Galáxia), e conta com a arte de Tradd Moore (Moto[rista]queiro Fantasma) e cores de Dave Stewart (Superman – Legião dos Super Heróis).

Sinopse:
O caos reina em toda a galáxia após o assassinato de Thanos por sua filha adotiva Gamora (ver Guerras Infinitas). Durante a leitura do testamento do Titã Louco, a Ordem Negra – a milícia particular de Thanos – ataca os convidados e os abre um buraco negro no meio da cerimônia (ver Guardiões da Galáxia – vol. 1 – O Desafio Final). Alguns dos maiores heróis do cosmo vão parar nesse abismo, entre eles o Surfista Prateado, que precisa sobreviver a essa jornada pela escuridão.

Surfista Prateado: Escuridão

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Cates é um cara de qualidade: boas ideias, boas sacadas, bons textos, diálogos ágeis, bom vocabulário. Não tem medo de pirar e tem bons editores que apoiam as suas pirações.

Aí pega umas pitadas do que ele faz no Thanos, no Motoqueiro Fantasma Cósmico, no Venom, nos Guardiões, e mistura nessa a história do Surfista, que tem um plot até simples, e aí o Cates faz o que considero fantástico num escritor hoje: ele conta essa história de uma forma foda! Norrin Raad é um dos personagens mais puros da editora, e Cates utiliza bem essa característica para trazer dilemas e conflitos éticos à história, e também temos aqui desafios e lutas de escala cósmica. Cates entende e escreve muito bem a parte espacial da editora.

++Leia Mais:
– Astronauta: Parallax | Crítica (Sem Spoilers)
– Série documental Marvel 616 mergulha no mundo dos super-heróis

Claro que, aqui, com a PUTA ARTE ULTRA FODA do Tradd Moore, isso ficou muito melhor. O Moore estica a baladeira* até os limites da narrativa de um gibi. Usa todas as estéticas possíveis e necessárias para contar essa história. Kirby, Kandinsky, Warhol, Buscemão, Moebius, Hip Hop, Pop Art, Grafiti… e assim vai. Moore coloca na arte o que a história precisa e o faz com uma carga de personalidade e precisão gigantescas.

Surfista Prateado: Escuridão

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Aí, entra o outro ponto super positivo da HQ: o trabalho de colorização do Dave Stewart. As cores puras, com poucos efeitos de colorização digital casando muito bem com as composições de linha do Moore, acentuando todos os momentos calmos e importantes da história. Aqui a arte faz algo único, pois ler essa história no digital é o mesmo que ver filme feito pro IMAX no Blu-Ray, porque quando você vê percebe que são experiências muito distintas. Eu diria até que ler essa história no digital é ter uma experiência menor e incompleta.

Falando sobre a edição nacional, é muito bem-vindo ver essa mini-série públicada em um formato acessível, em capa cartão,com grande qualidade gráfica ( ponto positivo pra Gráfica Log & Print),completa e num valor muito convidatívo. Esse, ao meu ver, é o formato ideal de publicação.

Também gostei bastante do trabalho de tradução do Leo “Kitsune” Camargo e adaptação do hoje,clássico editor da casa,Fernando Lopes. O textonse manteve ágil e também cheio de palavras mais rebuscadas, dando o ar épico necessário pra narrativa. A edição da Panini é um grande acerto sob a batuta do editor Paulo França.

Surfista Prateado: Escuridão é um tremendo gibizão! Donny Cates, Tradd Moore e Dave Stewart levam Norrin Radd para um novo caminho que lhe dá uma nova cara, sem mudar a sua essência em nada. O que me empolgou demais. Mesmo.

Esse é o “Catesverso”. Um dos cantinhos mais legais da Marvel hoje.

O Surfista Prateado foi criado por Jack Kirby e Stan Lee.

Adquira já Surfista Prateado: Escuridão AQUI.

* Nota do Editor:
Para quem não é do Ceará: Esticar a Baladeira é algo como “forçar o máximo possível”, “chegar ao limite antes de romper”.


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HQs | Livros

Astronauta: Parallax | Crítica (Sem Spoilers)

Confira a nossa crítica de Astronauta: Parallax, do autor Danilo Beyruth, quinto volume do personagem dentro do selo Graphic MSP.

Jean Sinclair

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Arte: Danilo Beyruth

” A Paralaxe é utilizada, na astronomia, para definir a diferença na posição aparente de um objeto visto por observadores que se encontram em locais diferenciados.”
Fonte: Infoescola

Danilo Beyruth chegou onde nenhum outro autor do selo Graphic MSP ousou. Ter um quinto álbum dentro do selo é, sim, atingir um patamar que poucos autores nacionais conseguiriam. Aqui o autor conta, mais uma vez, com a palheta de Cris Peter, que soma forças com Brendda Maria e Marina Garcia também nas cores.

Nessa quinta parte da space opera do personagem criado por Maurício de Sousa, o Astronauta Pereira, juntamente com a Isabel (ver Astronauta: Assimetria), correm em busca de descobrir onde estão os pais da menina, o Astronauta e a Rita de outra realidade, que também seguem na mesma busca. Além disso, aqui entra mais um elemento nessa busca, um terceiro Astronauta que, diferente das outras versões, move-se por motivos egoístas.

A maior sensação que essa edição traz é a de constante corrida contra o tempo. Os três núcleos da história estão sempre em movimento. Essas ações levam os personagens a descobertas importantes, e aqui preciso citar algo que percebi: cronologia. Astronauta: Parallax já exigirá que você tenha lido todas as edições anteriores do personagem dentro desse selo, e até mesmo outras, como as do Capitão Feio, para uma melhor compreensão dessa trama.

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A adição do terceiro Astronauta deixa as coisas mais complexas e perigosas, e essa sensação de perigo é constante em todos os núcleos graças às escolhas acertadas de roteiro que surgem como um espelho do momento atual no país.

A arte do Danilo aqui tem uma clara escolha por quadros maiores, com um grid de página bem tradicional e 5-6 quadros por página. É uma edição de arte mais limpa e direta se comparada a grandiosidade vertical de Assimetria ou a sujeira e caos apertado de Entropia. As cores, aqui produzidas pela equipe de arte capitaneada pela Cris Peter, são competentes e sempre trabalham lado a lado com a arte do Danilo.

Astronauta: Parallax é o meio de um caminho. Um novo capítulo que acrescenta mais elementos ao grande prisma narrativo que nasceu pequeno e intimista em Astronauta: Magnetar, teve seu tamanho máximo em Astronauta: Assimetria e agora segue com tudo rumo ao sexto (e derradeiro, será?) álbum do personagem e que mostra que cada leitor possui uma “parallax” muito particular nessa jornada. Qual é a sua?

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Filmes

Os Novos Mutantes | Dos quadrinhos para a tela grande!

Confira quem são os membros do grupo conhecido como ‘Os Novos Mutantes’ que está chegando aos cinemas.

Jean Sinclair

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Os Novos Mutantes, um dos filmes mais atrasados e, até certo ponto, aguardados pelos fãs da geração jovem dos mutantes da Marvel.

O filme dirigido por Josh Boone trará a terceira geração de jovens mutantes criados nos anos 1980, que eram jovens demais pra unirem-se aos X-men e velhos demais pra serem estudantes básicos da Escola Xavier, levando em conta que os X-men originais eram adolescentes com seus poderes recém-descobertos. Aqui, os membros originais da equipem já eram adolescentes, beirando a idade adulta, entre seus 16-18 anos. Criados por Chris Claremont e Bob McLeod e lançados na revista Marvel Graphic Novel nº 04, de 1982, a equipe foi a aposta da editora para trazer novos fãs para os mutantes. Com o sucesso da edição especial, eles logo ganharam sua revista mensal, que durou até o número 100 em sua primeira encarnação.

Como os personagens eram adolescentes dos anos 1980, Claremont construiu seus dramas com temáticas mais pesadas, como repressão religiosa, abandono familiar, abuso e, sem esquecer a temática principal dos mutantes, o preconceito contra as pessoas detentoras do gene X .

A equipe original era formada dos seguintes membros:

Blu Hunt será Danielle “Dani” Moonstar, a Miragem (Mirage), em Os Novos Mutantes.

Danielle “Dani” Moonstar , a Miragem (Mirage):  Nativa-americana da tribo dos Cheyenne, Dani possui o poder de materializar as imagens dos maiores medos das pessoas. Nos quadrinhos, ela era a líder da equipe. A atriz Blu Hunt trará a primeira versão da personagem para as telonas.

Charlie Heaton será Samuel “Sam” Guthrie, o Míssil (Cannonball), em Os Novos Mutantes.

Samuel “Sam” Guthrie, o Míssil (Cannonball): Mutante norte-americano, Sam vem de uma longa família do Kentuchy com uma tradição de trabalhar em minas de carvão e descobriu seus poderes de voar em velocidade supersônica e, assim, ganhar invencibilidade. Charlie Heaton, de Stranger Things interpretará Sam no filme.

Maisie Williams será Rahne Sinclair, a Lupina (Wolfsbane) em Os Novos Mutantes.

Rahne Sinclair, a Lupina (Wolfsbane): A jovem órfã escocesa Rahne foi criada em um orfanato e teve uma pesada e repressora criação religiosa, tanto que, ao descobrir seus poderes de se transformar em lobo e em uma versão mista de humana e animal, ela foi vítima de preconceito pelos religiosos que a criaram, tratando-a como alguém possuída por demônios e só com a ajuda da Dr. Moira McTargert ela foi enviada aos cuidados do Professor Xavier. Vinda do megahit Game of Thrones, Maisie Williams será Rahne no longa.

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Henry Zaga será Roberto “Bobby” da Costa, o Mancha Solar (Sunspot), em Os Novos Mutantes.

Roberto “Bobby” da Costa, o Mancha Solar (Sunspot): Roberto vem de uma rica família brasileira e manifestou seus poderes durante uma partida de futebol no Rio de Janeiro, onde chamou a atenção de Donald Pierce (aqui em uma versão bem diferente da vista em Logan), que tentou coagi-lo a entrar no Clube do Inferno, mas ele acaba sendo ajudado pelo Professor Xavier, Lupina e Karma e após o ocorrido, entra na Escola Xavier. Roberto já foi vivido nos cinemas por Adan Canto, em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido e agora pelo ator brasileiro, Henry Zaga.

Fechando o time, Xían Coy Manh, a Karma: A mutante oriunda do Vietnã, que possuí poderes mentais de possessão psíquica, controle mental e telepatia em nível menor. Até o momento, Xian não foi confirmada no filme, mas já estamos de olho para uma eventual referência ou ponta da personagem.

Nos quadrinhos, só após algumas missões, uma das personagens mais populares ingressou na equipe:

Anya Taylor-Joy será Illyanna “Floquinho de Neve” Nikolievna Rasputin, a Magia (Magik), em Os Novos Mutantes.

Illyanna “Floquinho de Neve” Nikolievna Rasputin(a), a Magia (Magik): A jovem russa, irmã do mutante Colossus, apareceu ainda criança em Giant Size X-men nº 01, quando Piotr a salva de um trator desgovernado. Durante sua infância, Illyana foi sequestrada por demônios do Limbo, onde foi mantida até sua adolescência, onde tornou-se Senhora do Limbo. Ela encontrou uma grande amiga em Kitty Pryde, após a seu retorno à Terra e estadia na Escola Xavier. Anya Taylor-Joy, de A Bruxa, viverá Illyana nos cinemas.

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– X-men: Fênix Negra | Crítica (SEM Spoilers)

A equipe viveu muitas fases no quadrinhos, onde enfrentaram diversas ameaças, como o Urso Demôniaco (New Mutants 18-25 e Novos Mutantes: Entre a Luz e a Escuridão da Panini Comics Brasil), que será a base de referência para o longa, também escrito pelo diretor Josh Boone e o roteirista Knate Lee. A equipe também já contou com diversos membros, como a Magma, o Cifra, o alienígena Warlock. Vale lembrar que mutante brucutu de metrancas, Cable, surgiu nas páginas da revista dos Novos Mutantes.

Os Novos Mutantes tem data de lançamento re-re-re-remarcada para 28 de agosto nos cinemas americanos. Isso se não for atrasado de novo.


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HQs | Livros

The Walking Dead | HQ será relançada em versão totalmente colorida

A criação maior de Robert Kirkman, The Walking Dead, será relançada totalmente em cores. O anúncio foi feito durante a Skybound Xpo.

Rafa-el Lima

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De acordo com informações do site The Walking Dead BR, o maior portal sobre The Walking Dead do Brasil: “A nova impressão será intitulada “The Walking Dead Deluxe“, e será colorida pelo mestre Dave McCaig. A primeira edição vai contar com 5 capas diferentes: a capa clássica da edição 1 recolorida por McCaig e novas capas de David Finch (CAPA A), Tony Moore (CAPA B), Charlie Adlard (CAPA C), Julian Totino (CAPA D) e Arthur Adams (CAPA E). Teremos capas variantes no futuro para outras edições durante a série. Para fãs que procuram a finada seção “CUTTING ROOM FLOOR” (algo como, “sala de cortes”), cada edição contará com um fascículo com enredos escritos à mão e informações privilegiadas diretamente de Robert Kirkman.”

A edição número #1 tem previsão de chegar às prateleiras no dia 7 de outubro nos EUA, e ganhará duas edições mensais a partir de novembro. No Brasil ainda não há notícias quanto ao relançamento da HQ em versão colorida.

Confira abaixo algumas imagens da edição:

++Leia Mais:
– HQs de ‘The Walking Dead’ estão de volta em edição especial
– Momentos Marcantes dos Quadrinhos – Parte III

Comunicado de Imprensa:

Leia de novo! A Image Comics/Skybound Entertainment irá revisitar a histórica série independente que virou o mundo do entretenimento de ponta cabeça 17 anos atrás – The Walking Dead, de Robert Kirkman (Fire Power, Oblivion Song) e Charlie Adlard (Vampire State Building) – com edições novas e completamente coloridas. Trazendo o belíssimo trabalho de Dave McCaig, essas novas edições serão lançadas em Outubro com The Walking Dead Deluxe #1. Kirkman anunciou pela primeira vez as edições coloridas na Skybound Xpo, a convenção virtual de cultura pop da Skybound, hoje mais cedo.

A versão deluxe revisitada da também trará uma vasta e memorável gama de capas variantes – por artistas como David Finch, Tony Moore, Julian Totino Tedesco e Arthur Adams – comemorando as grandes apresentações de personagens principais e as mais memoráveis reviravoltas da série. Cada edição incluirá um novo fascículo de “The Cutting Room Floor”, trazendo enredos originais de Kirkman escritos à mão juntamente com comentários sobre histórias abandonadas e pontos no enredo que podem ter mudado no caminho.

Essa apresentação definitiva da história NÃO será compilada em nenhum momento próximo no formato de compendium, então os fãs e novos leitores não devem esperar para ter a experiência dessa edição completamente colorida da popular série de terror e sobrevivência. A edição #1 estará disponível dia 7 de Outubro. Cada mês seguinte contará com o lançamento de duas edições.

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