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Luke Cage | A manutenção do legado Marvel/Netflix

Bruno Raphael Pereira

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30 de setembro chegou e com ele a mais recente série da parceria Marvel/Netflix, Luke Cage. Seguindo as bem-sucedidas Demolidor e Jessica Jones, a Netflix tem o grande desafio de manter o nível já estabelecido.

Luke Cage segue a história do personagem título, o qual já havia sido apresentado em Jessica Jones e já com algumas diferenças com sua contraparte dos quadrinhos, e agora vemos o quão forte são essas mudanças. Enquanto em sua origem nos quadrinhos temos um Cage mais preocupado em como pode lucrar com seus poderes, agora temos alguém que quer apenas  levar sua vida em paz e despercebido, mas mesmo assim não se nega a ajudar a quem precisa.

Agora não estamos mais em Hell’s Kitchen e, sim, no Harlem, bairro tradicionalmente negro e que também recebeu muitos latinos. O Harlem é um bairro bem mais alegre que Hell’s Kitchen, mesmo sendo tão violento quanto. As ruas sempre estão cheias de pessoas conversando, os vendedores conhecem seus clientes pelo nome, tem jovens jogando pelas ruas ou quadras e existem vários pontos onde as pessoas vão para se encontrar, como barbearias. E é o Harlem a estrela que mais brilha na série, com sua cultura, músicas, costumes e heróis.

Como suas predecessoras, Luke Cage começa atual e vai complementando a história com flashbacks, e esse é o ponto fraco da série. Se em Jessica Jones os flashbacks são essenciais e sempre agregam mais informação e drama, agora eles ou vem atrasados ou com pouca informação, que mais atrapalham o andamento da série deixando, assim, alguns personagens perdidos em meio à trama.

Mas, quando chegamos no tempo normal, a coisa é diferente. Conseguimos ver a influência dos personagens uns sobre os outros, ou sobre a comunidade, e como as relações humanas são o forte da série. Temos um herói que faz o certo apenas porque tem que ser feito, mesmo que não siga a lei, sem se preocupar em ganhar nada, incapaz de matar por ser errado, salvando mesmo seus inimigos e procurando dar o exemplo para a comunidade. Luke é um herói das antigas nos dias de hoje e isso era algo que estava em falta.

Enfim, Luke Cage como adaptação passa longe dos quadrinhos, mas consegue fazer jus ao legado Marvel/Netflix, pois, mesmo que com uma qualidade um pouco menor, nos traz a mensagem de que quando desejamos podemos fazer a diferença aos que nos rodeiam. Mesmo que sejamos apenas um barbeiro que mantem um videogame na loja para manter as crianças fora da encrenca das ruas.

E vamos em frente, sempre.

Luke Cage está disponível no Netflix mais perto de você. 😀

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Nossa análise de ‘Surfista Prateado: Escuridão’ da Panini Comics Brasil

Norrin Radd vive um desafio que pode ser o seu último! Confira a nossa análise da obra de Donny Cates, Tradd Moore e Dave Stewart.

Jean Sinclair

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Arte: Tradd Moore | Cores: Dave Stewart

Surfista Prateado: Escuridão é um dos mais recentes lançamentos da Marvel pela Panini Comics Brasil a chegar nas bancas, comic shops e sites especializados. Trazendo as 05 edições da minissérie Silver Surfer: Black, a história é escrita por um dos mais novos e hiperativos autores da casa: Donny Cates (Thanos, Venom, Guardiões da Galáxia), e conta com a arte de Tradd Moore (Moto[rista]queiro Fantasma) e cores de Dave Stewart (Superman – Legião dos Super Heróis).

Sinopse:
O caos reina em toda a galáxia após o assassinato de Thanos por sua filha adotiva Gamora (ver Guerras Infinitas). Durante a leitura do testamento do Titã Louco, a Ordem Negra – a milícia particular de Thanos – ataca os convidados e os abre um buraco negro no meio da cerimônia (ver Guardiões da Galáxia – vol. 1 – O Desafio Final). Alguns dos maiores heróis do cosmo vão parar nesse abismo, entre eles o Surfista Prateado, que precisa sobreviver a essa jornada pela escuridão.

Surfista Prateado: Escuridão

Clique na imagem para adquirir a sua edição de Surfista Prateado: Escuridão.

Cates é um cara de qualidade: boas ideias, boas sacadas, bons textos, diálogos ágeis, bom vocabulário. Não tem medo de pirar e tem bons editores que apoiam as suas pirações.

Aí pega umas pitadas do que ele faz no Thanos, no Motoqueiro Fantasma Cósmico, no Venom, nos Guardiões, e mistura nessa a história do Surfista, que tem um plot até simples, e aí o Cates faz o que considero fantástico num escritor hoje: ele conta essa história de uma forma foda! Norrin Raad é um dos personagens mais puros da editora, e Cates utiliza bem essa característica para trazer dilemas e conflitos éticos à história, e também temos aqui desafios e lutas de escala cósmica. Cates entende e escreve muito bem a parte espacial da editora.

++Leia Mais:
– Astronauta: Parallax | Crítica (Sem Spoilers)
– Série documental Marvel 616 mergulha no mundo dos super-heróis

Claro que, aqui, com a PUTA ARTE ULTRA FODA do Tradd Moore, isso ficou muito melhor. O Moore estica a baladeira* até os limites da narrativa de um gibi. Usa todas as estéticas possíveis e necessárias para contar essa história. Kirby, Kandinsky, Warhol, Buscemão, Moebius, Hip Hop, Pop Art, Grafiti… e assim vai. Moore coloca na arte o que a história precisa e o faz com uma carga de personalidade e precisão gigantescas.

Surfista Prateado: Escuridão

Clique na imagem para adquirir a sua edição de Surfista Prateado: Escuridão.

Aí, entra o outro ponto super positivo da HQ: o trabalho de colorização do Dave Stewart. As cores puras, com poucos efeitos de colorização digital casando muito bem com as composições de linha do Moore, acentuando todos os momentos calmos e importantes da história. Aqui a arte faz algo único, pois ler essa história no digital é o mesmo que ver filme feito pro IMAX no Blu-Ray, porque quando você vê percebe que são experiências muito distintas. Eu diria até que ler essa história no digital é ter uma experiência menor e incompleta.

Surfista Prateado: Escuridão é um tremendo gibizão! Donny Cates, Tradd Moore e Dave Stewart levam Norrin Radd para um novo caminho que lhe dá uma nova cara, sem mudar a sua essência em nada. O que me empolgou demais. Mesmo.

Esse é o “Catesverso”. Um dos cantinhos mais legais da Marvel hoje.

O Surfista Prateado foi criado por Jack Kirby e Stan Lee.

Adquira já Surfista Prateado: Escuridão AQUI.

* Nota do Editor:
Para quem não é do Ceará: Esticar a Baladeira é algo como “forçar o máximo possível”, “chegar ao limite antes de romper”.


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Astronauta: Parallax | Crítica (Sem Spoilers)

Confira a nossa crítica de Astronauta: Parallax, do autor Danilo Beyruth, quinto volume do personagem dentro do selo Graphic MSP.

Jean Sinclair

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Arte: Danilo Beyruth

” A Paralaxe é utilizada, na astronomia, para definir a diferença na posição aparente de um objeto visto por observadores que se encontram em locais diferenciados.”
Fonte: Infoescola

Danilo Beyruth chegou onde nenhum outro autor do selo Graphic MSP ousou. Ter um quinto álbum dentro do selo é, sim, atingir um patamar que poucos autores nacionais conseguiriam. Aqui o autor conta, mais uma vez, com a palheta de Cris Peter, que soma forças com Brendda Maria e Marina Garcia também nas cores.

Nessa quinta parte da space opera do personagem criado por Maurício de Sousa, o Astronauta Pereira, juntamente com a Isabel (ver Astronauta: Assimetria), correm em busca de descobrir onde estão os pais da menina, o Astronauta e a Rita de outra realidade, que também seguem na mesma busca. Além disso, aqui entra mais um elemento nessa busca, um terceiro Astronauta que, diferente das outras versões, move-se por motivos egoístas.

A maior sensação que essa edição traz é a de constante corrida contra o tempo. Os três núcleos da história estão sempre em movimento. Essas ações levam os personagens a descobertas importantes, e aqui preciso citar algo que percebi: cronologia. Astronauta: Parallax já exigirá que você tenha lido todas as edições anteriores do personagem dentro desse selo, e até mesmo outras, como as do Capitão Feio, para uma melhor compreensão dessa trama.

++Leia Mais:
– Confira o primeiro trailer de WandaVision
– She-Hulk | Tatiana Maslany será a protagonista da série do Disney+

A adição do terceiro Astronauta deixa as coisas mais complexas e perigosas, e essa sensação de perigo é constante em todos os núcleos graças às escolhas acertadas de roteiro que surgem como um espelho do momento atual no país.

A arte do Danilo aqui tem uma clara escolha por quadros maiores, com um grid de página bem tradicional e 5-6 quadros por página. É uma edição de arte mais limpa e direta se comparada a grandiosidade vertical de Assimetria ou a sujeira e caos apertado de Entropia. As cores, aqui produzidas pela equipe de arte capitaneada pela Cris Peter, são competentes e sempre trabalham lado a lado com a arte do Danilo.

Astronauta: Parallax é o meio de um caminho. Um novo capítulo que acrescenta mais elementos ao grande prisma narrativo que nasceu pequeno e intimista em Astronauta: Magnetar, teve seu tamanho máximo em Astronauta: Assimetria e agora segue com tudo rumo ao sexto (e derradeiro, será?) álbum do personagem e que mostra que cada leitor possui uma “parallax” muito particular nessa jornada. Qual é a sua?

Adquira já Astronauta: Parallax AQUI.


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Os Novos Mutantes | Dos quadrinhos para a tela grande!

Confira quem são os membros do grupo conhecido como ‘Os Novos Mutantes’ que está chegando aos cinemas.

Jean Sinclair

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Os Novos Mutantes, um dos filmes mais atrasados e, até certo ponto, aguardados pelos fãs da geração jovem dos mutantes da Marvel.

O filme dirigido por Josh Boone trará a terceira geração de jovens mutantes criados nos anos 1980, que eram jovens demais pra unirem-se aos X-men e velhos demais pra serem estudantes básicos da Escola Xavier, levando em conta que os X-men originais eram adolescentes com seus poderes recém-descobertos. Aqui, os membros originais da equipem já eram adolescentes, beirando a idade adulta, entre seus 16-18 anos. Criados por Chris Claremont e Bob McLeod e lançados na revista Marvel Graphic Novel nº 04, de 1982, a equipe foi a aposta da editora para trazer novos fãs para os mutantes. Com o sucesso da edição especial, eles logo ganharam sua revista mensal, que durou até o número 100 em sua primeira encarnação.

Como os personagens eram adolescentes dos anos 1980, Claremont construiu seus dramas com temáticas mais pesadas, como repressão religiosa, abandono familiar, abuso e, sem esquecer a temática principal dos mutantes, o preconceito contra as pessoas detentoras do gene X .

A equipe original era formada dos seguintes membros:

Blu Hunt será Danielle “Dani” Moonstar, a Miragem (Mirage), em Os Novos Mutantes.

Danielle “Dani” Moonstar , a Miragem (Mirage):  Nativa-americana da tribo dos Cheyenne, Dani possui o poder de materializar as imagens dos maiores medos das pessoas. Nos quadrinhos, ela era a líder da equipe. A atriz Blu Hunt trará a primeira versão da personagem para as telonas.

Charlie Heaton será Samuel “Sam” Guthrie, o Míssil (Cannonball), em Os Novos Mutantes.

Samuel “Sam” Guthrie, o Míssil (Cannonball): Mutante norte-americano, Sam vem de uma longa família do Kentuchy com uma tradição de trabalhar em minas de carvão e descobriu seus poderes de voar em velocidade supersônica e, assim, ganhar invencibilidade. Charlie Heaton, de Stranger Things interpretará Sam no filme.

Maisie Williams será Rahne Sinclair, a Lupina (Wolfsbane) em Os Novos Mutantes.

Rahne Sinclair, a Lupina (Wolfsbane): A jovem órfã escocesa Rahne foi criada em um orfanato e teve uma pesada e repressora criação religiosa, tanto que, ao descobrir seus poderes de se transformar em lobo e em uma versão mista de humana e animal, ela foi vítima de preconceito pelos religiosos que a criaram, tratando-a como alguém possuída por demônios e só com a ajuda da Dr. Moira McTargert ela foi enviada aos cuidados do Professor Xavier. Vinda do megahit Game of Thrones, Maisie Williams será Rahne no longa.

++Leia Mais:
– Marvel apresenta aquele que pode ser o mais poderoso vilão da editora
– Cavaleiro da Lua | Série da Marvel escala criador da série ‘The Umbrella Academy’ como roteirista principal

Henry Zaga será Roberto “Bobby” da Costa, o Mancha Solar (Sunspot), em Os Novos Mutantes.

Roberto “Bobby” da Costa, o Mancha Solar (Sunspot): Roberto vem de uma rica família brasileira e manifestou seus poderes durante uma partida de futebol no Rio de Janeiro, onde chamou a atenção de Donald Pierce (aqui em uma versão bem diferente da vista em Logan), que tentou coagi-lo a entrar no Clube do Inferno, mas ele acaba sendo ajudado pelo Professor Xavier, Lupina e Karma e após o ocorrido, entra na Escola Xavier. Roberto já foi vivido nos cinemas por Adan Canto, em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido e agora pelo ator brasileiro, Henry Zaga.

Fechando o time, Xían Coy Manh, a Karma: A mutante oriunda do Vietnã, que possuí poderes mentais de possessão psíquica, controle mental e telepatia em nível menor. Até o momento, Xian não foi confirmada no filme, mas já estamos de olho para uma eventual referência ou ponta da personagem.

Nos quadrinhos, só após algumas missões, uma das personagens mais populares ingressou na equipe:

Anya Taylor-Joy será Illyanna “Floquinho de Neve” Nikolievna Rasputin, a Magia (Magik), em Os Novos Mutantes.

Illyanna “Floquinho de Neve” Nikolievna Rasputin(a), a Magia (Magik): A jovem russa, irmã do mutante Colossus, apareceu ainda criança em Giant Size X-men nº 01, quando Piotr a salva de um trator desgovernado. Durante sua infância, Illyana foi sequestrada por demônios do Limbo, onde foi mantida até sua adolescência, onde tornou-se Senhora do Limbo. Ela encontrou uma grande amiga em Kitty Pryde, após a seu retorno à Terra e estadia na Escola Xavier. Anya Taylor-Joy, de A Bruxa, viverá Illyana nos cinemas.

++Leia Mais:
– X-men | De volta ao centro do Universo Marvel
– X-men: Fênix Negra | Crítica (SEM Spoilers)

A equipe viveu muitas fases no quadrinhos, onde enfrentaram diversas ameaças, como o Urso Demôniaco (New Mutants 18-25 e Novos Mutantes: Entre a Luz e a Escuridão da Panini Comics Brasil), que será a base de referência para o longa, também escrito pelo diretor Josh Boone e o roteirista Knate Lee. A equipe também já contou com diversos membros, como a Magma, o Cifra, o alienígena Warlock. Vale lembrar que mutante brucutu de metrancas, Cable, surgiu nas páginas da revista dos Novos Mutantes.

Os Novos Mutantes tem data de lançamento re-re-re-remarcada para 28 de agosto nos cinemas americanos. Isso se não for atrasado de novo.


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The Walking Dead | HQ será relançada em versão totalmente colorida

Rafa-el Lima

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A criação maior de Robert Kirkman, The Walking Dead, será relançada em versão totalmente em cores. O anúncio foi feito pelo próprio criador da história durante a Skybound Xpo.

De acordo com informações do site The Walking Dead BR, o maior portal sobre The Walking Dead do Brasil: “A nova impressão será intitulada “The Walking Dead Deluxe“, e será colorida pelo mestre Dave McCaig. A primeira edição vai contar com 5 capas diferentes: a capa clássica da edição 1 recolorida por McCaig e novas capas de David Finch (CAPA A), Tony Moore (CAPA B), Charlie Adlard (CAPA C), Julian Totino (CAPA D) e Arthur Adams (CAPA E). Teremos capas variantes no futuro para outras edições durante a série. Para fãs que procuram a finada seção “CUTTING ROOM FLOOR” (algo como, “sala de cortes”), cada edição contará com um fascículo com enredos escritos à mão e informações privilegiadas diretamente de Robert Kirkman.”

A edição número #1 tem previsão de chegar às prateleiras no dia 7 de outubro nos EUA, e ganhará duas edições mensais a partir de novembro. No Brasil ainda não há notícias quanto ao relançamento da HQ em versão colorida.

Confira abaixo algumas imagens da edição:

++Leia Mais:
– HQs de ‘The Walking Dead’ estão de volta em edição especial
– Momentos Marcantes dos Quadrinhos – Parte III

Comunicado de Imprensa:

Leia de novo! A Image Comics/Skybound Entertainment irá revisitar a histórica série independente que virou o mundo do entretenimento de ponta cabeça 17 anos atrás – The Walking Dead, de Robert Kirkman (Fire Power, Oblivion Song) e Charlie Adlard (Vampire State Building) – com edições novas e completamente coloridas. Trazendo o belíssimo trabalho de Dave McCaig, essas novas edições serão lançadas em Outubro com The Walking Dead Deluxe #1. Kirkman anunciou pela primeira vez as edições coloridas na Skybound Xpo, a convenção virtual de cultura pop da Skybound, hoje mais cedo.

A versão deluxe revisitada da também trará uma vasta e memorável gama de capas variantes – por artistas como David Finch, Tony Moore, Julian Totino Tedesco e Arthur Adams – comemorando as grandes apresentações de personagens principais e as mais memoráveis reviravoltas da série. Cada edição incluirá um novo fascículo de “The Cutting Room Floor”, trazendo enredos originais de Kirkman escritos à mão juntamente com comentários sobre histórias abandonadas e pontos no enredo que podem ter mudado no caminho.

Essa apresentação definitiva da história NÃO será compilada em nenhum momento próximo no formato de compendium, então os fãs e novos leitores não devem esperar para ter a experiência dessa edição completamente colorida da popular série de terror e sobrevivência. A edição #1 estará disponível dia 7 de Outubro. Cada mês seguinte contará com o lançamento de duas edições.

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HQs de ‘The Walking Dead’ estão de volta em edição especial

Rafa-el Lima

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O apocalipse zumbi de Robert Kirkman está de volta aos quadrinhos.

O escritor de The Walking Dead, Robert Kirkman, anunciou hoje que ele e o artista Charlie Adlard estão revivendo a história em quadrinhos de The Walking Dead para uma história única intitulada Negan Lives # 1. A dupla decidiu voltar a trabalhar nos quadrinhos na tentativa de ajudar os varejistas. Negan Lives # 1 estará disponível exclusivamente em lojas de quadrinhos em 1º de julho.

Negan Lives # 1 dará aos leitores um vislumbre do que aconteceu com o personagem desde a sua última aparição em The Walking Dead # 174. Kirkman anunciou em julho passado que estava concluindo sua história em quadrinhos de terror inspiradora de uma franquia de TV. A primeira edição de The Walking Dead foi publicada em 2003.

Em um comunicado, Kirkman explicou que ele havia se inspirado a lançar Negan Lives # 1 pela maneira como o distribuidor de gibis Steve Geppi e sua empresa, Diamond, lançaram uma luz sobre “quão essencial o mercado direto é para nossa amada indústria com seu #backthecomeback. Enquanto Charlie Adlard e eu tínhamos deixado a série de lado, isso parecia algo especial que poderíamos fazer pelos lojistas que fizeram da nossa série um sucesso. Para esse fim, fico feliz em informar que 100% da receita gerada a partir deste quadrinho irá para as lojas que o vendem. A comunidade de varejistas trabalha arduamente para levar os quadrinhos às mãos de nossos amados fãs; todos nós deveríamos estar fazendo mais nesses momentos difíceis para mostrar a eles como eles são importantes. ”

Negan Lives # 1 será lançada em breve nos EUA e não há previsão para sua chegada ao Brasil.

 


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Star Wars: The High Republic | Conheça os primeiros heróis apresentados

Rafa-el Lima

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Os primeiros grandes heróis da Alta República são apresentados aos fãs da franquia espacial.

O site oficial StarWars.com iniciou a apresentação de alguns dos principais personagens da nova era de Star Wars. O período da Alta República se iniciará em em janeiro de 2022 e será abordada em livros e quadrinhos, pelo menos por enquanto. Com materiais desenvolvidos tanto para o público infanto-juvenil como adulto, The High Republic promete revolucionar a próxima década de lançamentos da franquia Star Wars, fugindo das raízes dos Skywalkers.

Abaixo temos, na íntegra, os principais personagens apresentados até aqui:


“Por mais de mil gerações, os Cavaleiros Jedi foram os guardiões da paz e da justiça…”

As palavras de Obi-Wan Kenobi em Star Wars: Uma Nova Esperança permanecem com os fãs há anos, inspirando questões, imagens e admiração. Como eram os Jedi no seu melhor, bem antes da ascensão de Luke Skywalker? Como eles trabalhavam dentro da galáxia? Quem eram eles?

Em Star Wars: The High Republic, o próximo épico multiplataforma da Lucasfilm, descobriremos estas respostas.

“Os leitores verão uma grande variedade de Jedi nesta época”, diz Michael Siglain, diretor criativo da Lucasfilm Publishing. “Este é um momento otimista e de esperança, quando os Jedi são bons e nobres, e queremos refletir isso em seus personagens enquanto ainda lhes dá profundidade e dimensão suficientes para que suas personalidades e idiossincrasias brilhem. Os Cavaleiros Jedi da Alta República são ambiciosos e inspiradores. Em suma, eles são os mocinhos.”

Enquanto os Jedi são indubitavelmente heróis na Alta República, eles prometem ser variados, únicos e muito “humanos” – não importa sua espécie. “Dedicamos muito tempo e esforço para fazer com que nossos Jedi pareçam indivíduos reais e arredondados“, escreveu o escritor Cavan Scott, um dos arquitetos da High Republic, ao site StarWars.com. “Eles são todos diferentes, abordando a Força de maneiras individuais e únicas, e ainda assim estão unidos a um objetivo comum. Eles servem não por dogma inabalável, mas por uma profunda paixão por proteger a luz e a vida. E eles estão em estágios diferentes em suas jornadas individuais. Alguns têm experiência do lado deles, outros têm a exuberância da juventude. Alguns ainda estão encontrando seu lugar na Ordem, enquanto outros assumem naturalmente papéis de liderança. Alguns podem não ter optado por trabalhar com os Jedi com quem foram publicados, mas todos são dedicados a ser uma luz orientadora para a galáxia. Individualmente, eles são fortes, juntos, são invencíveis, mas, como os melhores heróis, cada um tem lições a aprender e desafios a serem superados. Tempos emocionantes estão por vir.”


++ Leia mais:
Star Wars | The High Republic é adiado para o início de 2021
Star Wars | Taika Waititi será Diretor e Co-Roteirista em novo longa da franquia e mais novidades


Dê uma olhada em alguns dos Cavaleiros e Mestres Jedi de Star Wars: The High Republic abaixo:

Avar Kriss

Avar é o exemplo mais brilhante e nobre de Jedi. Ela sempre tenta ver o bem nas pessoas e situações, e nunca se coloca em primeiro lugar. Avar é revigorada pela vida nos limites e desafios que ela traz, e é uma inspiração para quem trabalha consigo. Compassiva, não dogmática, e sempre pronta para se sacrificar pelos outros. Avar Kriss é o melhor dos melhores.

Loden Greatstorm

Loden é um mestre Jedi Twi’lek e é considerado um dos melhores professores da Ordem Jedi. Forte e sábio, com um bom senso de humor, Loden vê cada momento uma experiência de aprendizado, sempre tentando melhorar a si mesmo e aqueles que o rodeiam, especialmente seus Padawans.

Keeve Trennis

Keeve é uma jovem Jedi que, alguns acreditam, terá um grande futuro pela frente, se ao menos ela acreditasse nela. Perspicaz e mais impulsiva do que deveria ser, Keeve é uma Cavaleira Jedi há algumas semanas e fica um pouco perplexa por Avar, conhecendo muitas das grandes coisas que Kriss fez no passado. Keeve está determinada a se provar a si mesma, a Avar e aos outros lendários Jedi da Starlight Beacon, mas primeiro ela deve aprender a confiar em si mesma tanto quanto confia na Força.

Stellan Gios

Stellan é um mestre Jedi otimista e respeitado. Stellan cresceu na Ordem junto com Avar Kriss, e embora eles estejam frequentemente em diferentes missões para os Jedi ou a República, quando os dois trabalham juntos, eles são uma equipe poderosa de dois nobres heróis em ação. Forte na Força e professor natural, Stellan está atualmente designado em um dos postos avançados do Templo Jedi no distante planeta Caragon-Viner.

Vernestra “Vern” Rwoh

Vern é uma Cavaleira Jedi recém-formada. Vernestra foi Padawan para Stellan Gios. Ela trabalha duro e é devotada à Ordem Jedi, mais do que a maioria das outras da sua idade. Aos dezesseis anos, ela é um das cavaleiras mais jovens de uma geração. Ela luta para se adaptar aos adultos, além de dar um bom exemplo para os Jedi mais jovens.


Essa foi a primeira leva de personagens apresentados. A medida que maiores novidades de Star Wars: The High Republic forem lançadas, nós traremos aqui. Fique ligado. 😉


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Star Wars | ‘The High Republic’ é adiado para o início de 2021

Rafa-el Lima

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O novo foco do universo de Star Wars, ‘The High Republic’ chegará um pouco mais tarde ao mercado.

A Lucasfilm confirmou o adiamento do evento de publicação dos novos conteúdos de Star Wars, focados no período da Alta República, para o início de 2021, citando atrasos gerais no mercado e alegando que quer que “o lançamento seja tão grandioso e épico quanto merece ser”.

Originalmente planejados para ser lançado em agosto, o romance adulto de Charles Soule, ‘Star Wars: The High Republic | Light of the Jedi‘, e o romance infanto-juvenil de Justina Ireland, ‘Star Wars: The High Republic | Test of Courage‘, tiveram seus lançamentos adiados para 5 de janeiro de 2021. Já o romance juvenil de Claudia Gray, ‘Star Wars: The High Republic | Into the Dark‘ será lançado em 2 de fevereiro de 2021.

As datas de lançamento para as séries em quadrinhos ‘Star Wars: The High Republic‘, da Marvel, e ‘Star Wars: Republic The High Adventures‘, da IDW, serão anunciados “em um momento posterior”. As melhores suposições colocam seu lançamento próximo aos romances no próximo ano, uma vez que estes foram anunciados como um evento editorial e que as histórias serão, de certa forma, um pouco interconectadas. O atraso no cronograma de publicação de quadrinhos em geral pode ter sido outro fator na decisão, já que a Lucasfilm parece ter um plano muito claro de como eles querem que o conteúdo da High Republic seja lançado.

Michael Siglain, diretor criativo da Lucasfilm Publishing, lançou uma carta detalhando o atraso e alguns dos motivos por trás deste:

Confira a tradução, talvez não muito boa, sorry, da carta:


“Em movimento sempre o futuro está”

Esta citação de Yoda é tão relevante hoje quanto foi no lançamento de ‘O Império Contra-Ataca’ quarenta anos atrás. E se aplica tanto ao futuro quanto à ‘Star Wars: The High Republic’.

‘Star Wars: The High Republic’ é uma iniciativa grandiosa, interconectada e que cruzará diferentes publicações para estabelecer uma nova era dentro da narrativa de Star Wars. Estabelecida 200 anos antes dos eventos da trilogia prequel, esta mega-história dará aos leitores e fãs de Star Wars de qualquer idade um ponto de entrada na ‘Alta República’ – um período de renascimento galático, quando os cavaleiros Jedi estavam no auge.

Dados estes tempos sem precedentes, nós tomamos a decisão de adiar o lançamento de ‘Star Wars: The High Republic’ para janeiro de 2021 para garantir que o lançamento seja grandioso e épico quanto merece que ser.

Agora, eu sei que esta espera não será fácil. E eu sei que os fãs estão ansiosos por isto desde o primeiro anúncio. Eu também estou, assim como vocês. Eu estive esperando para contar essa história por anos. E, por enquanto que eu não posso adiantar muito sobre ela, posso dizer que os arquitetos desta história – Claudia Gray, Justina Ireland, Daniel José Older, Cavan Scott e Charles Soule – seguem trabalhando nesta nova era de histórias. Vocês ouvirão deles neste verão, e quando ouvirem, não deixem de perguntar sobre “O Herói de Hetzal”, “os gêmeos” (ou “as gêmeas”), a “Lâmina de Bardotta”, os clãs Starros e San Tekke, e a Tempestade. Vocês não vão acreditar no que eles reservaram para os Jedi e para a República.

Então, do fundo do meu coração, obrigado. Obrigado pela leitura, e obrigado pela compreensão e paciência. ‘Star Wars: The High Republic’ tem sido um verdadeiro trabalho de amor para nós, e nós mal podemos esperar para que os leitores possam experienciar essa era de ouro dos Jedi.

Até lá, e como sempre, fiquem firmes, fiquem à salvo, e que a Força esteja com vocês.”


Siglain promete que não ficaremos desapontados com o que está por vir e nos provoca um pouco com mais informações, incluindo o clã ‘San Tekka’, que pode ser uma pequena referência aos ancestrais do explorador Lor San Tekka, o velho que Poe Dameron encontra no início de O Despertar da Força.

As notícias são tristes mas compreensíveis, considerando tudo o que está acontecendo no mundo no momento. Felizmente, outros romances de Star Wars parecem estar com tudo certo para serem lançados ainda este ano. Como Queen’s Peril de E.K. Johnston, planejado para ser lançando 2 de junho, Shadow Fall de Alexander Freed, com previsão para 23 de junho, o prequel de Alex SeguraPoe Dameron: Free Fall, para 4 de agosto, e a Thrawn Ascendence, de Timothy Zahn, segue firme, Chaos Rising, está previsto para 6 de outubro.

 


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Lanterna Verde | Série de Greg Berlanti na HBO Max contará com dois Lanternas além de Sinestro

Rafa-el Lima

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Tem sido uma semana muito louca para os fãs do universo DC Comics de tela pequena – com Ezra Miller, do DCEU, aparecendo na CW para Crise nas Infinitas Terras e tudo mais – mas de fora do cosmos vêm mais notícias sobre uma nova propriedade da DC: a série do Lanterna Verde de Greg Berlanti para o HBO Max. Falando na turnê de imprensa da Television Critics Association, TCA, Sarah Aubrey, diretora de conteúdo original da HBO Max, ofereceu novos detalhes sobre o programa.

De acordo com Aubrey, a série do Lanterna Verde “se estenderá por várias décadas ao focar em duas histórias sobre Lanternas Verdes na Terra”, bem como em um enredo espacial que estará “entrando na história de Sinestro”.

Sinestro é o arqui-vilão de longa data do personagem. Um ex-membro da Tropa dos Lanternas Verdes que se entregou ao poder da Lanterna Amarela, que se baseia no medo, para fundar a Tropa Sinestro. Mark Strong interpretou o personagem no filme de Lanterna Verde de 2011, que o próprio Berlanti co-produziu e co-escreveu junto com Michael GreenMarc Guggenheim.

'Hal Jordan vs Sinestro' em um dos muitos embates dos Lanternas.

‘Hal Jordan vs Sinestro’ em um dos muitos embates dos Lanternas.

Quanto aos dois Lanternas Verdes, um deles, possivelmente, será Hal Jordan, quem mais enfrentou Sinestro nos quadrinhos. A menos que o programa queira ir a tempos mais antigos e usar alguém com o colarinho alto, como Alan Scott.


++Leia Mais:
HBO Max anuncia série do Lanterna Verde, dentre outros planos com a DC Comics


O candidato mais provável para o segundo Lanterna Verde é John Stewart. Criado pelo escritor Dennis O’Neil e pelo artista Neal Adams em 1972 – o que o tornou o primeiro super-herói negro da DC Comics – Stewart é um fuzileiro naval de Detroit, Michigan, nos EUA, que recebeu a posição de Lanterna Verde da Terra de Guy Gardner, que por sua vez havia assumido o cargo de Hal Jordan

Teremos que esperar para ver, claro, mas tudo indica que será uma série de grande orçamento e, possivelmente, deverá substituir os planos, há muito atrasados, do filme da Tropa dos Lanternas Verdes. Pois, embora seja dito que o projeto ainda está de pé, não parece haver nenhum sinal real que corrobore com discurso, a menos que, é claro, acabe sendo conectado a esse programa de alguma forma.

É manter as esperanças e ficar de olho nas notícias.

 


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