Game of Thrones | A canção "Jenny of Oldstones" e sua história - Multiversos
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No episódio 2 da 8ª, e última, temporada de ‘Game of Thrones‘, “A Knight of the Seven Kingdoms” (“Uma Cavaleira dos Sete Reinos”), o personagem Podrick, escudeiro de Brienne de Tarth, canta uma bela canção antes da guerra que se avizinha. Trouxemos essa canção legendada aí acima para vocês.

A música é executada pela banda ‘Florence + the Machine‘ e você pode conferir o vídeo original, sem legendas, aqui: http://www.youtube.com/watch?v=eTa1jHk1Lxc

A história por trás da canção


O nascimento de Rhaegar durante a destruição de Solarestival.

A canção ‘Jenny of Oldstones’, é mencionada na série de livros ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’, mas foi apresentada pela primeira vez na série. Sua letra relata a famosa história de amor envolvendo o herdeiro do Trono de Ferro, Duncan Targaryen, e a jovem camponesa das Terras Fluviais, Jenny Oldstone (ou Jenny de Pedravelhas).

Duncan Targaryen, filho mais velho do rei Aegon V e herdeiro dos Sete Reinos, fora prometido à filha de Lyonel Baratheon, mas o príncipe apaixonou-se por Jenny e, por imposição do seu pai, abdicou dos seus direitos de príncipe por amor à jovem.

Aqui cabe uma pequena observação: Duncan Targaryen NÃO É Sor Duncan, o Alto, e, sim, um jovem que tem o mesmo nome como uma homenagem ao cavaleiro. Quando jovem, Sor Duncan, o Alto, viajou pelos Sete Reinos junto com seu jovem amigo, Egg. Egg, por sua vez, era um jovem príncipe Targaryen que, mais tarde, se tornaria o Rei Aegon V. Portanto, o príncipe Duncan Targaryen tem esse nome em homenagem ao amigo de aventuras de seu pai, Duncan, o Alto.

Egg e Duncan, o Alto.

Após a renúncia ao trono por parte de Duncan, seu irmão torna-se o novo príncipe herdeiro de Westeros e, ao seu tempo, assumiria o trono como Aerys II, que mais tarde viria a ser conhecido como O Rei Louco.

Anos depois, durante uma visita do rei Aegon V a Solarestival, a residência real dos Tagaryen no reino de Dorne, uma velha bruxa que acompanhava Jenny, que agora já era aceita na alta corte, profetizou que o Príncipe Prometido nasceria da linhagem de Aerys II e de sua irmã, Rhaella. Isto fez com que o rei Aegon casasse os dois filhos. Dessa união nasceria, tempos depois, Rhaegar Targaryen, irmão mais velho de Daenerys.

O destino quis que Solarestival fosse, ainda, o local de morte do rei Aegon V e de seu filho Duncan, em um incêndio de enormes proporções, supostamente ocasionado pelo próprio rei Aegon em experimentos com fogo ao tentar chocar ovos de dragão. Durante o fatídico incidente de Solarestival a então princesa, Rhaella, que ali já estava grávida de seu irmão Aerys II, dá a luz o seu primeiro filho, Rhaegar Targaryen. Com a morte do rei Aegon V, Aerys II é nomeado rei.

Por conta da profecia da bruxa, que supostamente seria descendente dos Filhos da Floresta, várias pessoas passaram a acreditar que o príncipe Rhaegar seria o Príncipe Que Foi Prometido. O próprio Rhaegar acreditou nisso por muito tempo, até que passou a crer que seu filho é que seria o cumprimento da profecia, o Príncipe Prometido, o herói Azor Ahai.

O incêndio de Solarestival, que causou a morte de seu avô e ocasionou o seu nascimento, fascinava o jovem príncipe Rhaegar, que costumava pernoitar nas ruínas do castelo, motivo pelo qual se atribui a ele a autoria da canção “Jenny of Oldstones”. Não se sabe se Jenny, esposa de Duncan, sobreviveu ou morreu no incêndio.


A triste história de ‘Jenny de Pedravelhas’ .

Game of Thrones, é uma série produzida e apresentada pela HBO baseada na série de livros ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’. Com produção de David Weiss e D. B. Benioff, tem no elenco Emilia Clarke (Daenarys Targaryen), Kit Harington (Jon Snow), Lena Headey (Cersei Lannister), Peter Dinklage (Tyrion Lannister), Maisie Williams (Arya Stark), Sophie Turner (Sansa Stark), Isaac Hampsted-Wrigth (Bran Stark) Nicolaj Coster Waldau (Jaime Lannister), John Bradley-West (Samwell Tarly) Liam Cunningham (Davos Seaworth), Gwendoline Christie (Brienne de Tarth), Aidan Gillen (Peter Baelish), Ian Glenn (Sor Jorah Mormont), Nathalie Emmanuel (Misandei), Rory McCann (Sandor Cleganne), Alfie Allen (Theon Greyjoy), Jerome Flynn (Bronn), Conleth Hill (Lord Varys), Kristofer Hivju (Thormund).

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Mestres do Universo: Salvando Eternia – Parte 1 | Confira os trailers lançados até agora

Produção da Netflix pretende continuar a história dos Guardiões de Eternia a partir do desenho da década de 80.

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Mestres-do-Universo-Salvando-Eternia-Parte-1-Trailers

Nós millennials, também conhecidos como cringe (wtf?), estamos em polvorosa com o retorno dos Guardiões de Eternia desde as primeiras notícias do retorno dos Mestres do Universo.

Mais de 35 anos depois do término da série original, Mestres do Universo: Salvando Eternia traz de volta os icônicos guerreiros He-Man, Pacato, Gorpo e Mentor. Juntos, os guardiões do Castelo de Grayskull seguem na luta contra Esqueleto, Maligna, Homem-Fera e as temíveis legiões da Montanha da Serpente. Durante uma dessas batalhas mortais, o reino acaba fraturado para sempre. Agora, cabe a Teela solucionar o mistério da Espada do Poder e resgatá-la para impedir que o Universo chegue ao fim. Na corrida contra o tempo, a filha biológica da Feiticeira vai finalmente descobrir os segredos de Grayskull.

++Leia Mais:
– Sombra e Ossos | Uma boa pedida para quem gosta de fantasia
– ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ apresenta o caminho que o DCEU deveria seguir!

Abaixo trazemos todos os trailers do desenho lançados até o momento:

Trailer 1 (Confira clicando aqui ou abaixo)

Trailer 2 (Confira clicando aqui ou abaixo)

Mestres do Universo: Salvando Eternia chega com sua primeira parte à Netflix em 23 de julho (AQUI).


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Sombra e Ossos | Uma boa pedida para quem gosta de fantasia

Série apresenta um novo mundo mágico com vários elementos interessantes, apesar de alguns clichês narrativos.

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Sombra e Ossos, nova série original Netflix, baseada nos livros best-sellerers de Leigh Bardugo, estreia amanhã, dia 23/04, e nós trazemos para vocês a nossa crítica com um pequeno guia geral, para que não se sintam perdidos nos primeiros episódios.

Sombra-e-Ossos-Poster

Sinopse
Baseada na série de best-sellers de Leigh Bardugo sobre o universo Grisha, Sombra e Ossos acontece em um mundo destruído pela guerra, onde a órfã e soldado Alina Starkov acaba de descobrir um poder extraordinário que pode ser a chave para libertar o país. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela descobre que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos, e só a magia não será suficiente para sobreviver. Sombra e Ossos é uma produção da Netflix e da 21 Laps Entertainment, estrelada por Jessie Mei Li (Alina Starkov), Archie Renaux (Malyen Oretsev), Freddy Carter (Kaz Brekker), Amita Suman (Inej), Kit Young (Jesper Fahey) e Ben Barnes (General Kirigan).


A série Sombra e Ossos se baseia no primeiro livro da trilogia que dá início ao, assim conhecido, Grishaverso. A trilogia original é composta por: Sombra e Ossos, Sol e Tormenta e Ruína e Ascenção.

A órfã Alina Starkov, Jessie Mei Li, é uma jovem cartógrafa do Primeiro Exército de Ravka e, assim como vários outros concidadãos, é parte da luta contra a Dobra das Sombras, uma imensa muralha de sombras repleta de monstros. Em uma viagem através da Dobra, Alina se vê ao lado de seu amigo de infância, o também membro do exército, Malyen Oretsev, Archie Renaux, sendo atacada por uma criatura das sombras e se mostra capaz de algo que, para muitos, era impossível: Conjurar o Sol.

Para os mais atentos aos mais variados conteúdos da cultura pop, a narrativa de Sangue e Ossos apresenta vários elementos similares a diversas outras obras.

O universo de Sangue e Ossos é composto por pessoas normais, como eu e você, e por Grishas. Os Grishas fazem parte da elite mágica de Ravka e são os Soldados do Segundo Exército. Eles praticam aquilo que eles chamam de Pequena Ciência, que consiste em manipular a matéria em seus níveis mais fundamentais, como uma versão mágica da química molecular.

Qualquer semelhança com os dobradores de elementos da animação Avatar é mera coincidência. Ou não?

Para não se perder ao assistir a série

A Ordem Grisha é formada por três grupos distintos: Corporalki, Etherealki e Materialki. Cada grupo, por sua vez, é ramificado em grupos de manipuladores diferentes.

Os Corporalki, a Ordem dos Vivos e dos Mortos, são os soldados de mais alta patente no Segundo Exército e é composta por dois tipos distintos de Grishas: Os Sangradores são capazes de fazer com que seus inimigos fiquem impossibilitados de lutar, tirando o ar de seus pulmões e alterando o ritmo de seu coração, sem nem ao menos encostar neles. Sangradores também são capazes de manipular/causar emoções nas pessoas; Os Curandeiros são especializados em curar ferimentos – quer sejam eles causados por um Sangrador ou não.

Os Etherealki, a Ordem dos Conjuradores, é formada por três tipos de Grishas: Os Aeros são capazes de manipular a pressão do ar para criar tempestades; Os Infernais convocam gases combustíveis para manipular o fogo; Por sua vez, os Hidros se aproveitam das condições de temperatura e pressão para comandar a água.

Os Materialki, a Ordem dos Fabricadores, são o mais próximos do que conhecemos como cientistas. Os Alquimistas criam venenos e explosivos. Durastes se especializam no famoso aço Grisha e são os responsáveis pela criação das armaduras utilizadas pelos soldados de elite. Apesar de sua importância, muitas vezes os Materialki não são tão prestigiados quanto as outras ordens.

A protagonista Alina Starkov descobre, tardiamente, ser uma conjuradora, portanto uma Grisha. Mas não apenas uma conjuradora de um elemento qualquer, ela é uma Conjuradora do Sol. Portanto, a única possivelmente capaz de destruir a Dobra.

Além das dificuldades normais que Alina já teria em iniciar um treinamento após a idade ideal para tal, ela ainda sofre com o preconceito de vários por ser uma meio-Shu.

Sombra-e-Ossos-Mapa-Ravka

Ravka é o cenário central da narrativa da série. Um reino dividido pela Dobra, a muralha de sombra, que separou um povo e está fazendo com que os lados, anteriormente unidos, passem a se ver como inimigos. O reino de Ravka é baseado na antiga União Soviética, dividida pelo Muro de Berlim.

O continente onde Ravka está inserido é ainda constituído por Fjerda, ao norte, baseado nos países escandinavos, e por Shu Han ao sul, baseado nos países asiáticos.

Ravka é um país que vive em guerra com seus vizinhos, Fjerda e Shu Han. E, com a presença da Dobra das Sombras, o país sofre com a escassez de recursos e armas para suas guerras, uma vez que não tem como fazer comércio com outros países pelo mar sem correr o risco de ter que passar por territórios inimigos ou ter que enfrentar os monstros de sombras ao cruzar a Dobra.

Além disso, Ravka e Fjerda tem visões antagônicas quanto aos Grishas: enquanto em Ravka os Grishas são respeitados pela maioria do povo e têm um lugar importante na elite do exército, em Fjerda eles são perseguidos e mortos. Já em Shu Han os Grishas são alvo de estudos que buscam descobrir a origem dos seus poderes de manipulação e tentar replicá-los em outras pessoas.

Sobre a adaptação Netflix

Apesar de seu confuso início, a série consegue prender a atenção do espectador do início ao fim, mesmo com os vários clichês empregados no roteiro (que vão desde a donzela facilmente apaixonável até o animal usado como alívio cômico). Se você conseguir passar pela bagunça que são os primeiro e segundo episódios, onde simplesmente são jogados na cara do expectador locais distintos e elementos sem nenhuma, ou com pouquíssima, explicação, você provavelmente acompanhará toda a jornada de Alina.

O trabalho de design de produção da série é ótimo. Você realmente sente que esse continente é algo novo e distinto do continente europeu que conhecemos, apesar de as referências estarem ali. O cenário é tanto influenciado pela Europa real quanto por elementos que lembram o steampunk em alguns momentos. Vale ressaltar que o trabalho de efeitos especiais também é bastante competente, o que é de se esperar para uma produção de fantasia.

O corpo de atores trabalha bem os seus personagens, por mais que deixe um desejo de ver melhor desenvolvido alguns enredos particulares. Mas, infelizmente, Ben Barnes segue interpretando a si mesmo, como em vários dos trabalhos que o ator participa, e seu General ‘Darkling’ Kirigan é apenas mais um dos clichês presentes na obra.

Apesar dos pesares, Sombra e Ossos é uma boa série de fantasia, que apresenta elementos fantásticos aparentemente já explorados em outras obras, mas com uma linguagem e ambientação muito particular.

Os livros do Grishaverso

A série de livros do Grishaverso é composta pela trilogia original: Sombra e Ossos, Sol e Tormenta e Ruína e Ascenção e seguida pela duologia Six of Crows: Sangue e Mentiras e Crooked Kingdom: Vingança e Redenção.

Os dois últimos livros lançados do Grishaverso, King of Scars e Rule of Wolves, ainda não tem versões em português.


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Falcão e o Soldado Invernal [S01E01] | Bem-vindo ao novo mundo do UCM!

Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan) ganham a sua série no Disney+!

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Divulgação: Disney

Falcão e o Soldado Invernal (2021), a mais nova série do Marvel Studios acaba de lançar o seu primeiro episódio no Disney+ e nós do Multiversos já conferimos o primeiro episódio. Pode ler tranquilo que não haverá spoilers no texto.

Em um mundo pós-eventos do blip (o famoso estalo de dedos feito com a Manopla do Infinito), com o retorno de milhões de pessoas que desapareceram cinco anos atrás (ver Vingadores: Guerra Infinita), Sam Wilson (Anthony Mackie) e James ‘Bucky’ Barnes (Sebastian Stan) precisam lidar tanto com as emergentes ameaças que esse admirável mundo novo segue trazendo como também precisam se reconectar com uma realidade da qual eles sentem-se deslocados e perdidos.

Nesse primeiro episódio, dirigido por Kari Skogland (que assina os seis episódios da série) e escrito por Malcolm Spellman, que também é o showrunner da série, temos, de cara, ação vertiginosa num altíssimo nível, mostrando que as intenções da série são altas e ousadas. O roteiro também tem o cuidado especial de aprofundar as vidas de Sam e Bucky, mostrando suas origens, anseios, traumas e como ambos estão lidando com o mundo atual.

Graças aos excelentes diálogos, esse aprofundamento é coerente e empático, e fisga o espectador. Também não é esquecido que o mundo “pós-blip” encontra-se caótico e cada vez mais perigoso, com claros reflexos às formas que o governo estadunidense lida com seus problemas e símbolos.

A trama deixa claro que os Estados Unidos vivem a perda de Steve Rogers, e que a sombra dele ainda é muito grande sobre esses personagens, com Sam sentido o peso de suas escolha em Vingadores: Ultimato e Bucky cada vez mais deslocado, se apegando a lembranças, sejam elas boas ou más, enquanto ambos buscam laços perdidos como família, redenção e identidade.

É divertido encontrar os easter eggs neste episódio. A série utiliza muito bem a cronologia estabelecida do UCM e faz os acenos certos para os fãs de longa data, tanto dos quadrinhos, quanto dos que são oriundos dos filmes e esses brindes nunca se sobrepõem a trama.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica para Wandavison S01E01
– Leia também a nossa análise de Thor Ragnarok

Graças ao trabalho preciso de coreografia, fotografia, edição, som e efeitos visuais, as sequências de ação são fantásticas! A trilha sonora de Henry Jackman, que também compôs para Capitão América e o Soldado Invernal, cria novas composições inspiradas nesse lado do UCM, como também revisita alguns temas conhecidos como, por exemplo, a música-tema do Soldado Invernal. Junto com o trabalho de design de produção, que sabe bem que Sam é um personagem solar e Bucky vive nas sombras, temos contrastes bem construídos em tela.

Anthony Mackie aumenta o repertório de Sam Wilson mostrando-o como uma cara familiar e gente boa em qualquer cenário. Sebastian Stan carrega pesado no semblante deslocado que Bucky possui. Fica claro no rosto dele como o personagem não está à vontade nesse novo mundo, mas que tenta com todas as forças se adaptar à ele.

Falcão e o Soldado Invernal já deixa claro que é a continuação direta, e principalmente, emocional de Capitão América e o Soldado Invernal e, mais uma vez, o Marvel Studios acertou em criar uma obra sensacional, que dialoga com o hoje e com o seu universo.

O mundo mudou e precisamos de novos heróis. Eles acabaram de chegar.


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‘O Legado de Júpiter’ tem primeiras imagens reveladas!

Das HQs de Frank Quitely para as telas dos streaming! Mais uma série de heróis chegando em março na Netflix.

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O novo trailer mostra os esboços de Frank Quitely em transformações para revelar as primeiras imagens oficiais de O Legado de Júpiter.

No vídeo, o vilão mais temido desta temporada, Blackstar, ganha vida. Também é apresentado Hutch (Ian Quinlan), filho de um dos maiores supervilões do mundo, e Chloe Sampson (Elena Kampouris), herdeira dos maiores super-heróis. Conheça ainda Sheldon Sampson (Josh Duhamel) em 1929 e seu filho, Brandon Sampson (Andrew Horton). Por fim temos a primeira geração de super-heróis é revelada: Lady Liberty/Grace Sampson (Leslie Bibb), The Utopian/Sheldon Sampson (Duhamel) e Brainwave/Walter Sampson (Ben Daniels).

A Netflix sugere aos fãs do quadrinho O Legado de Júpiter deem um replay no vídeo para tentarem encontrar elementos escondidos nas cenas.

++Leia Mais:
– O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia
– Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Sobre O Legado de Júpiter:


Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. A série é estrelada por Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

Produtores executivos são Mark Millar, Frank Quitely, Lorenzo Di Bonaventura, Dan McDermott, Steven S. DeKnight, James Middleton e Sang Kyu Kim.

O Legado de Júpiter, está com estreia prevista para sexta-feira, dia 7 de maio na plataforma da Netflix. A temporada inicial conta com oito episódios.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia

A nova série da Netflix se baseia nas HQs de mesmo nome criadas pela dupla de quadrinhistas Mark Millar e Frank Quitely

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O Legado de Júpiter está ganhando uma série na Netflix e o seu primeiro teaser já foi lançado.

Mais uma adaptação de quadrinho acaba ganhando as telas. Dessa vez o Millarworld vem para as telinhas dos streamings com O Legado de Júpiter, obra original de Mark Millar e Frank Quitely.

Sinopse
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

++Leia Mais:
Mortal Kombat | Confira o primeiro trailer legendado
O Superman e o Batman clássicos do cinema estão voltando!

A HQ apresenta os filhos dos maiores super-heróis da história mundial vivendo sob o peso do nome e dos altos padrões anteriormente estabelecidos por seus pais.

O elenco conta com nomes de Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

O Legado de Júpiter terá oito episódios e tem estreia prevista para 7 de maio.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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Cidade Invisível – 1ª Temporada | O nosso folclore chega às séries da Netflix

O nosso rico folclore brasileiro chega às telas numa trama de mistério e suspense na nova série nacional da Netflix: Cidade Invis?Dvel

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Divulgação: Netflix

Hoje o tempo é curto e a grande disponibilidade de opções de séries e filmes exigem que uma obra fisgue o seu espectador de forma certeira o mais rápido possível. Felizmente, Cidade Invisível, da Netflix, faz isso muito bem.

Criada por Carlos Saldanha (de A Era do Gelo), com ideia geral de Raphael Draccon (Dragões de Éter) e Carolina Munhoz (O Inverno das Fadas), e com direção geral de Luís Carone, a série conta a história de Eric (Marco Pigossi), um agente ambiental federal que, ao sofrer uma grande perda, acaba descobrindo que uma comunidade ribeirinha tem mais coisas dentro de suas terras do que ele imaginava.

O time de roteiristas formado por Mirna Nogueria (Ep 01), Rodrigo Batista (Ep 02), Ludmila Naves (Ep 03), Antônio Arruda e Regina Negrini (Eps 04 e 05), Felipe Sant’Angelo (Ep 06) e Marco Borges (Ep 07), junto com a direção de Luís Carone (Eps 01-03 e 07) e Julia Jordão (Ep 04-06), constroem uma narrativa coesa, dosando bem mistério e construção de personagens. Junto com isso há o trabalho respeitoso e bem adaptado dos elementos do folclore brasileiro dentro da trama.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica de Os Defensores da Netflix
– Leia também a nossa análise de O Diabo de Cada Dia

A escolha por contar essa história no Rio de Janeiro funciona muito bem, graças ao fato da cidade ainda possuir diversos cenários naturais que vão da modernidade ao rústico facilmente. Os diálogos se beneficiam quando ficam mais soltos e naturais, mas várias vezes soam didáticos e até previsíveis. Tanto a fotografia quanto trilha sonora fogem da vibe “série de TV” e dão um excelente valor de produção cinematográfico à obra, mas se mantendo no campo seguro, sem ousadias, e os episódios tendo entre 35-40 minutos de duração possuem um bom ritmo, graças ao bom trabalho de edição. Os efeitos visuais são competentes e alguns conseguem impressionar.

Marco Pigossi (Eric) tem o perfil, carisma e talento que um bom protagonista precisa. O elenco de coadjuvantes é competente e agradável, em especial José Dumont (Ciço), Alessandra Negrini (Inês) e Fábio Lago (Iberê). Os destaques ficam para o sempre irreverente Wesley Guimarães (Isac) e a magnética Jessica Córes (Camila).

A primeira temporada de Cidade Invisível da Netflix é um excelente entretenimento. Mesmo com uma formato “Para Exportação”, a série acerta em apostar no realismo fantástico, e sua boa construção e execução garantem um bom divertimento. As pontas soltas e deixas estão lá para garantir uma segunda temporada, que fico na torcida que não demore para chegar.


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WandaVision | Quarteto Fantástico pode ter sido referenciado e você nem notou

Uma diálogo simples de WandaVision pode ter dado uma dica quanto às origens do Quarteto Fantástico do MCU no episódio 4 da série.

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Será que a Marvel pode ter introduzido, na surdina, a sua Primeira Família ao MCU com uma simples referência em WandaVision?

Uma teoria sugere que o episódio 4 de WandaVision pode ter dado pistas quanto às origens do Quarteto Fantástico, de acordo com o site Den of Geek.

Os primeiros cinco minutos do quarto episódio de WandaVision fazem referência a um ‘Programa de Treinamento de Astronautas’ que, de maneira brilhante, está falhando em decolar. Como disse o diretor em exercício do E.S.P.A.D.A., Tyler Hayward, eles “perderam metade de [seu] pessoal no Blip e metade dos restantes perderam a coragem”.

Como isso se encaixa no Quarteto Fantástico? As origens do Quarteto estão intimamente ligadas a Programas Espaciais. Nas HQs, eles são astronautas que fizeram a sua incursão no espaço em um voo não autorizado e acabaram por ser expostos à radiação cósmica. Assim, como acontece com a maioria dos acidentes baseados em radiação no universo da Marvel, quatro novos super-heróis – Senhor Fantástico, Mulher Invisível, Tocha Humana e o Coisa – nasceram.

++Leia Mais:
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
– Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Claro, pode não ser nada – mas a Marvel tem em seu histórico o hábito de soltar pistas para projetos futuros com antecedência. Afinal, tudo, desde Doutor Estranho à nação natal dos Panteras Negras, Wakanda, foi apresentado de alguma forma anos antes de finalmente se tornar realidade na tela grande. Vale ressaltar que esta é a primeira menção importante quanto a astronautas desde que a Disney conquistou os direitos do Quarteto Fantástico em sua fusão com a Fox, o que certamente já é marcante por si só.

Só recentemente a Marvel confirmou oficialmente que um filme do Quarteto Fantástico está à caminho, então ainda levará algum tempo antes de vermos se isso foi uma provocação deliberada ou um erro completo. Ainda assim, a frase atende a um dos objetivos da série que é de fazer com que o público observe e questione até mesmo as menores linhas de diálogo. Pode não ser nada; pode ser tudo – mas isso já é parte da diversão.

Adquira suas HQs do Quarteto Fantástico AQUI e se prepare para as aventuras do grupo no MCU.


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Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Ryan Coogler, diretor de Pantera Negra, assinou contrato de 5 anos com o Disney+ para desenvolver uma série sobre o Reino de Wakanda.

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O diretor do longa Pantera Negra, Ryan Coogler, desenvolverá uma série para o Disney+ sobre Wakanda.

A The Walt Disney Company pretende estreitar os laços com o diretor e co-roteirista de Pantera Negra, Ryan Coogler. De acordo com o site Deadline, a Disney fechou um acordo geral de cinco anos com a Proximity Media, empresa de Coogler que ele dirige com os diretores Zinzi Coogler, Sev Ohanian, Ludwig Göransson, Archie Davis e Peter Nicks.

De acordo com o site, Coogler, que já está trabalhando na sequência do longa de Pantera Negra, que ele dirigirá ainda este ano, desenvolverá em seguida uma nova série para o estúdio.

A série será um drama baseado no Reino de Wakanda e será distribuída no Disney+.

Ainda de acordo com o Deadline, a negociação feita também permite que a Proximity Media desenvolva outros trabalhos para outras divisões da Companhia.

++Leia Mais:
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
– Série documental ‘Marvel 616’ estreia no Disney Plus Brasil

“Ryan Coogler é um contador de histórias singular, cuja visão e alcance o tornaram um dos cineastas de destaque de sua geração”, disse Bob Iger, presidente executivo da The Walt Disney Company. “Com Pantera Negra, Ryan trouxe uma história inovadora e personagens icônicos à vida de uma forma real, significativa e memorável, criando um momento cultural divisor de águas. Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento e ansiosos para contar mais ótimas histórias com Ryan e sua equipe.”

“É uma honra fazer parceria com a The Walt Disney Company”, disse Coogler. “Trabalhar com eles em Pantera Negra foi um sonho que se tornou realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderíamos estar mais felizes de lançar nosso negócio para a televisão com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o guarda-chuva da Disney. Estamos ansiosos para aprender, crescer e construir um relacionamento com públicos em todo o mundo por meio das plataformas Disney. Estamos especialmente entusiasmados por darmos nosso primeiro salto com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso e seus parceiros no Marvel Studios, onde estaremos trabalhando de perto com eles em programas do MCU selecionados para Disney+. Já estamos participando de alguns projetos que mal podemos esperar para compartilhar”, afirmou Ryan Coogler em nome da Proximity Media.

Pantera-Negra-continuacao-serie-Wakanda

Pantera Negra arrecadou US $ 1,3 bilhão globalmente e se tornou o primeiro filme de super-herói a receber uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. O protagonista do longa, Chadwick Boseman, morreu no ano passado, e Coogler e a Disney estão trabalhando em uma sequência que não venha a escalar outro ator para o papel.


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