Transformers: O Último Cavaleiro (2017) | Crítica (SEM Spoilers) - Multiversos
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Transformers: O Último Cavaleiro (2017) | Crítica (SEM Spoilers)

Jean Sinclair

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A CONVITE DA ESPAÇO Z, NÓS DO MULTIVERSOS FOMOS CONFERIR A CABINE DE UM DOS FILMES MAIS CONTROVERSOS DA TEMPORADA E AQUI ESTÃO OS NOSSOS PONTOS SOBRE O FILME.

Transformers: O Último Cavaleiro. A mais nova incursão do diretor Michael Bay no mundo onde robôs gigantes travam a sua guerra em solo terrestre e com isso afetam as vidas da humanidade, anteriormente Sam Witwicky (Shia LeBouff) e hoje Cade Yeager (Mark Wahlberg).

Esse filme marca os 10 anos de Michael Bay à frente da franquia. Amada por uns e odiada por muitos, os filmes são massacrados pela crítica especializada e amados pela galera, gerando cifra$ e mais cifra$ de dinheiro nos cofres da Paramount com bilheterias e para a Hasbro com todo o tipo de quinquilharias possíveis de estampar um Optimus Prime nela.

Então, como diz o velho ditado: Se você está no inferno, abrace o capeta. Então eu já meio que me preparei e sabia o que esperar.

Depois de 04 filmes, será que Michael Bay aprendeu um truque ou dois que façam os seus filmes soem minimamente dentro dos limites de uma obra de cinema?

Bay viu os limites… e EXPLODIU OS LIMITES!

Então… todos os problemas que já vem sendo ditos sobre os filmes dos Transformers feitos pelo Bay na última década estão aqui… e superlativados ao extremo.

O plot básico segue o filme anterior, com uma terra sem Optimus Prime, que decidiu voltar pra Cybertron. Agora qualquer robô alienígena é considerado hostil e perigoso. Cade age secretamente ajudando autobots que estejam em condição de perigo e descobre existir uma ligação entre os Transformers e o Rei Arthur. Tudo isso leva ao ponto extremo de que Optimus Prime voltou pra Terra… como vilão.

Esse angu rocambolesco de roteiro é culpa de Akiva Goldsman e mais outros três escritores (Art Marcum, Matt Holloway, Ken Nolan). Uma ideia simplória e linear foi transformada num festival de subplots conduzidos por personagens ruins e que só servem de estereótipos negativos.

O assistente do Cade (Jerrid Carmichael) é o alívio cômico irritante. A Michelle Rodriguez versão kids (Isabela Moner) até começa bem mas é retirada da trama e passa a ser subutilizada. Palmas pro diretor de casting por ter achado uma Megan Fox Inglesa (Laura Haddock) para ser a eloquente professora de história cética que mal serve à trama de forma pífia e deprimente. Mark Wahlberg escapa pelo carisma mesmo fazendo um Cade reduzido à um brucutu com lampejos de humanidade quando conversa com a filha e Anthony Hopkins se divertindo com a galhofa inerente do projeto. O resto do elenco não serve para nada e garantiu o contra-cheque apenas.

Em alguns momentos a fotografia até que acerta, mas são mínimos numa infestação de hipercloses, enquadramentos bisonhos, câmeras que tremem num ataque epilético giratório em uma edição que fazem os takes durarem no máximo uns 5 ou 10 segundos, se houver um dialogo entre dois personagens. O design de produção até que faz bonito mas, como tudo é acelerado aqui, todo o trabalho de arte fica escondido na correria.

A ação continua aquela coisa caótica e incompreensível típica do Bay. Robôs se digladiando de forma incompreensível, perseguições de carros ou naves que são uma bagunça visual e até mesmo uma partida de polo que ganha ares de combate mortal. As explosões, marca registrada do Bay, quebram qualquer limite do plausível quando o filme já abre com explosões na Idade Média e ele segue explodindo a tudo e a todos sem dó nem piedade.

O som do longa se resume a porradas metálicas de ferro retorcido e fanfarras militares. Outro problema: os robôs gigantes só causam impacto quando convém e isso incomoda… ah! EXPLOSÕES fazem toda a sinfonia aqui!

Transformers: O Último Cavaleiro é tudo o que um filme não deve ser. Todos os fundamentos que fazem um filme ser minimamente bem avaliado não estão aqui e que a Egotrip do Michael Bay está mais insana do que nunca, regada a muita nitroglicerina e metal. O grande público vai adorar e gerar rios de grana e a roda dessa grande máquina vai continuar a girar. Michael Bay se despede da franquia da forma mais megalomaníaca possível e disse que não volta mais… ou talvez não.

  • Direção
  • Elenco
  • Fotografia
  • Roteiro
2

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Super Choque | Michael B. Jordan irá produzir longa do herói da DC

Jordan se juntará a Reginald Hudlin no projeto do longa-metragem do Super Choque, que foi revelado durante o evento DC FanDome em agosto.

Rafa-el Lima

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Michael B. Jordan está chegando junto da Warner Bros. e irá assumir o papel de produtor no filme do Super Choque.

De acordo com uma notícia exclusiva do site The Hollywood Reporter, Jordan se juntará a Reginald Hudlin no projeto do longa-metragem que foi revelado durante o evento DC FanDome, em agosto. Ele produzirá o filme através da sua produtora, a Outlier Society.

“Tenho orgulho de fazer parte da construção de um novo universo centrado em super-heróis negros; nossa comunidade merece isso”, disse Jordan em uma declaração ao site The Hollywood Reporter. “A Outlier Society está comprometida em dar vida a diversos conteúdos de quadrinhos em todas as plataformas e estamos entusiasmados com a parceria com Reggie e Warner Bros. nesta etapa inicial.”

Origem

O herói apareceu pela primeira vez em 1993 na revista Static #1 da Milestone Comics, uma empresa hoje extinta fundada por escritores e artistas negros para ajudar a tornar os quadrinhos um espaço mais inclusivo, e teve distribuição através da DC.

++Leia Mais:
– DC Future State | Os quadrinhos da DC Comics rumo ao futuro!
– Sarah Shahi junta-se ao elenco de Adão Negro de Dwayne Johnson

Uma década depois, o herói foi revivido para a série animada Super Choque, centrada em Virgil Hawkins, um adolescente que se transforma em um super-herói com poderes eletromagnéticos após ser exposto a um gás estranho. O herói entrou no universo padrão da DC Comics em 2008.

A DC Comics está relançando o selo Milestone com Hudlin, agora um parceiro da editora, a frente do projeto. Hudlin está escrevendo uma nova série de quadrinhos digital do Super Choque, que deve ser lançada em fevereiro de 2021, bem como uma história em quadrinhos adicional, também do herói, com arte de Kyle Baker. Uma série revivendo Ícone (Icon) e Foguete (Rocket), de Hudlin e do fundador do Milestone, Denys Cowan, também está em andamento.

Super Choque ganhou uma HQ pela primeira vez no Brasil em 2012, durante a fase Novos 52, da DC Comics. Adquira AQUI essa edição especialíssima de 172 páginas e comece a sua preparação para o longa.

O filme do Super Choque ainda não tem previsão de lançamento.


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Os 7 de Chicago | Crítica (Sem Spoilers)

O roterista, e também diretor, Aaron Sorkin assina a história de um dos mais conhecidos julgamentos da história dos Estados Unidos!

Jean Sinclair

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Imagem de divulgação © Netflix/Paramount

1968 foi um ano bastante conturbado nos Estados Unidos. O assassinato de Marthin Luther King, a Guerra do Vietnam, a campanha e vitória do candidato do Partido Republicano, Richard Nixon. As crescentes e gigantes manifestações e reuniões estudantis que surgiam dentro das faculdades estadunidenses, protestando: contra a participação dos Estados Unidos na guerra, e o uso disto como moeda eleitoral; contra as consequentes mortes dos jovens enviados para o conflito; e a favor de mais liberdades individuais, mais direitos para as minorias e melhores condições para o população em geral.

Nesse cenário, em Chicago, uma das mais importantes convenções do Partido Democrata estava para acontecer, e esse evento trouxe junto uma enorme massa de ativistas de diversos campos, do estudantil aos “Yippies” da contracultura. Essa reunião terminou com diversos protestos, que levaram a vários confrontos com a polícia local.

Nesses embates, os supostos líderes dos ativistas foram presos. Como forma de exemplo, os sete presos, Tom Hayden (Eddie Redmayne), Abbie Hoffman (Sacha Baron Cohen), Rennie Davies (Alex Sharp), Jerrie Rubin (Jeremy Strong), David Dellinger (John Caroll Lynch), Lee Wiener (Noah Robbins) e John Froines (Danny Flaherty), mais um dos líderes do movimento Panteras Negras, Bobby Seale (Yahya Abdul-Mateen II), que nem participou dos protestos, foram a julgamento pelo crime de conspiração contra o país. Tendo o jovem proeminente, e também relutante, promotor Richard Schultz (Joseph Gordon-Levitt) a frente da acusação. Esse julgamento, que durou meses, ficou conhecido como “O julgamento dos 7 de Chicago”.

++Leia Mais:
– DC Future State | Os quadrinhos da DC Comics rumo ao futuro!
– Sarah Shahi junta-se ao elenco de Adão Negro de Dwayne Johnson

O Longa

Escrito e dirigido por Aaron Sorkin, Os 7 de Chicago (The Trial of the Chicago 7, 2020), é um dos grandes projetos da Netflix/Paramount para o ano de 2020. Escritor de grandes obras como A Rede Social (The Social Network, David Ficher, 2010) e Steve Jobs (mesmo nome, Danny Boyle, 2015), Sorkin assina mais um longa metragem como diretor e roteirista.

É perceptível ver que aqui o roteiro de Sorkin consegue ser o maior elemento do longa. Ele consegue a excelente façanha de manter você fisgado na tela desde o começo do filme, graças ao seu texto sempre rápido, apresentando o cenário e seus personagens de forma enxuta e precisa, num dos melhores prólogos que eu vi esse ano.

Daí em diante, Sorkin sabe bem quando subir e baixar o tom da obra. Usando muito bem a sua assinatura de diálogos rápidos e orgânicos, além de centrar a trama no presente da narrativa, o julgamento, e usar bem flashbacks, o diretor sai da narrativa convencional de atos, transformando o filme num tour de force para o espectador, sem nunca cair no marasmo ou até mesmo didatismo que filmes desse tipo costumam se enclausurar.

Sorkin deliberadamente não buscou uma fidelidade histórica mais precisa no longa, dando maior destaque aos personagens dentro da narrativa e ao grande clima de conflito e tensão da época.

Equipe Técnica

O trabalho de recriação de época é muito bem conduzido pelo design de produção de Shane Valentino e pelo figurino de Susan Lyall. A edição de Alan Baumgarten sabe bem quando acelerar e estacionar a narrativa, usando muito bem o material de arquivo nas horas certas da obra, junto com o competente trabalho de fotografia de Phedon Papamichael, que entende a estabilidade e simetria dos planos dentro de um ambiente fechado como um tribunal e, mesmo assim, consegue garantir a agilidade de sua câmera.

De todas as características técnicas, a trilha sonora de Daniel Pemberton se mostra espetacular porque, fugindo de uma trilha sonora épica e orquestrada, ele aposta em batidas ferozes de rock e black music, que casam muito bem com a trama.

++Leia Mais:
– Confira o trailer do longa Monster Hunter
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Elenco

O longa conseguiu angariar um elenco gigantesco aqui. É notório que o trio encabeçado por Eddie Redmayne, com o seu Tom Hayden conflitante entre ser um líder mais certinho ou agressivo dentro do movimento — que gera no espectador sentimentos mistos, mas que torna inegável o grande trabalho de Redmayne quando bem conduzido — e o maior astro do longa, o britânico Sacha Baron Cohen, que mesmo temeroso de interpretar uma figura tão ímpar como Abbie Hoffman, devido ao peculiar sotaque de Abbie, consegue ser o melhor elemento do longa, o contraponto à visão de Hayden dentro do grupo, o norte ideológico do grupo e também o sagaz alívio cômico ácido do filme.

Por último, Josepeh Gordon-Levitt apresenta um promotor Schultz, que é um exemplo de firmeza na sua meta, mesmo não concordando muito com os métodos utilizados. Yahya Abdul-Mateen II, mesmo com um tempo de tela menor, é dono de um dos momentos mais pesados do filme na pele de Bobby Seale, Frank Langella atua muito bem ao mostrar um juiz Hoffman (que não tem parentesco com Abbie Hoffman) retrógrado e a performance de Mark Rylance com o trabalho apaixonado e esperto do advogado de defesa, William Klunster.

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Os 7 de Chicago é uma grande história que representa muito bem o espírito de uma época. Época essa de lutas por direitos e contra decisões equivocadas dos governantes estadunidenses desse período. O trabalho de Aaron Sorkin vem como um retrato até um tanto romantizado, mas que, graças à um roteiro afiado e atuações excelentes, transmite muito bem o sentimento de busca por uma sociedade melhor e que essa luta ainda reverbera nos dias de hoje.

Confira Os 7 de Chicago na Netflix.


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Sarah Shahi junta-se ao elenco de Adão Negro de Dwayne Johnson

A atriz é mais conhecida por seu trabalho nas séries ‘Person of Interest’ e ‘Reverie’, e deverá antagonizar politicamente o anti-herói da DC.

Rafa-el Lima

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De acordo com o site Deadline a estrela da série Person of Interest, Sarah Shahi, juntou-se ao elenco de Adão Negro, de Dwayne ‘The Rock’ Johnson, como uma lutadora pela liberdade do país Kahndaq.

O longa Adão Negro, estrelado por Dwayne Johnson, acrescentou mais uma estrela à sua lista de elenco com Sarah Shahi a bordo do filme da DC como uma lutadora pela liberdade em Kahndaq. No longa Sarah Shahi deverá liderar uma revolução em busca da liberdade de Kahndaq. Resta saber se o roteiro colocará Shahi ao lado ou contra o anti-herói protagonista.

Nos quadrinhos Kahndaq é um país árabe no continente da africano e foi (ou é ou será, depende do período escolhido no roteiro) regido pelo anti-herói Adão Negro. Sua capital é Shiruta e pelo menos uma de suas línguas oficiais é o árabe. Há mais de 3600 anos, Kahndaq foi o local de nascimento do Adão Negro. Após a morte do príncipe local, Khufu, Adão Negro passou a tomar medidas extremas para proteger Kahndaq, o que fez com que o Mago Shazam prendesse-o em uma dimensão alternativa durante séculos.

Nos tempos modernos Kahndaq caiu sob o domínio de Rasul al-Kafik. Este ditador, auto-nomeado Almirante-Marechal, liderava o país com mão-de-ferro até que foi deposto por Adão Negro. Após o “Golpe Negro”, Adão Negro autoproclamou-se rei de Kahndaq. O anti-herói passou a ser visto como um deus pelos cidadãos, o que permitiu total domínio e a possibilidade de emitir leis draconianas, como, por exemplo: execuções públicas toda quarta-feira.

++Leia Mais:
– Seth Grahame-Smith será o showrunner da série dos Lanternas Verdes na HBO Max
– RUMOR | Tobey Maguire e Andrew Garfield em negociações para ‘Homem-Aranha 3’

O site Deadline deu a notícia de que Sarah Shahi se juntou ao filme de Dwayne Johnson, revelando que ela interpretará uma professora universitária que também é uma revolucionária. Não foi revelado, entretanto, o nome da personagem de Shahi e é possível que ela possa ter um papel maior como uma heroína (ou vilã) dos quadrinhos, o que o estúdio parece não querer revelar ainda. A notícia chega logo após o anúncio de que Aldis Hodge está em negociações para interpretar Gavião-Negro no mesmo filme.

Embora não esteja claro o quão grande será seu papel de Sarah Shahi no longa, as especulações dos fãs apontam para o papel de Adrianna Tomaz, a Isis, esposa de Adão Negro.

Adão-Negro-e-Isis

Jaume Collet-Serra está dirigindo Adão Negro a partir de um roteiro escrito por Adam Sztykiel. O filme de Dwayne Johnson deve apresentar o Gavião-Negro, Doutor Destino e a Sociedade da Justiça da América ao Universo Estendido da DC.


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Confira o trailer de Monster Hunter

A Sony Pictures divulgou o novo trailer de Monster Hunter, adaptação cinematográfica da franquia de games de fantasia da Capcom.

Rafa-el Lima

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Monster Hunter, franquia de games de fantasia da Capcom que está ganhando uma versão cinematográfica pelas mãos da Sony Pictures, ganhou o seu primeiro trailer completo.

No papel principal temos Milla Jovovich trabalhando junto ao mesmo estúdio responsável pela sua franquia de trabalho anterior, Resident Evil. Ou seja, temos garantia de ótimos efeitos especiais e explosões no longa, como podemos ver no trailer.

Confira o trailer completo ACIMA.

Monster Hunter tem estreia prevista para 3 de dezembro.

++Leia Mais:
– Anya Taylor-Joy viverá a jovem Furiosa em longa derivado de Mad Max
– RUMOR | Tobey Maguire e Andrew Garfield em negociações para ‘Homem-Aranha 3’


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Anya Taylor-Joy viverá a jovem Furiosa em longa derivado de Mad Max

Longa que contará a juventude da intrépida Imperatriz Furiosa ganha peso com a contratação de Anya Taylor-Joy para o papel principal.

Rafa-el Lima

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De acordo com o site Variety o diretor George Miller já fechou acordo com Anya Taylor-Joy, Chris Hemsworth e Yahya Abdul-Mateen II para estrelarem Furiosa, filme derivado da franquia Mad Max que contará a história de origem da personagem Imperatriz Furiosa de Charlize Theron de Mad Max: Estrada da Fúria.

Ainda de acordo com o site, Taylor-Joy dará vida ao papel principal, uma versão mais jovem de Furiosa. A notícia corrobora com a afirmação anterior do diretor que já havia dito em uma entrevista ao The New York Times em maio que estava procurando por uma atriz na casa dos 20 anos para assumir o papel. Na época, Miller ainda disse que já havia considerado usar a tecnologia de redução do envelhecimento para permitir que Theron – que tem 44 anos – desempenhasse o papel novamente, mas decidiu não fazê-lo. A atriz Anya Taylor-Joy tem hoje 24 anos.

++Leia Mais:
– Seth Grahame-Smith será o showrunner da série dos Lanternas Verdes na HBO Max
– RUMOR | Tobey Maguire e Andrew Garfield em negociações para ‘Homem-Aranha 3’

Miller irá dirigir, co-escrever e produzir Furiosa, junto com seu parceiro de produção de longa data Doug Mitchell. O filme será produzido em parceria com a Warner Bros. Pictures.

Ao preparar o roteiro de Estrada da Fúria, Miller e o co-escritor Nick Lathouris desenvolveram histórias de origem para cada personagem, mas não muito foi revelado sobre o passado de Furiosa. No filme, ela é uma capitã de guerra do cruel líder Immortan Joe, mas se volta contra este para libertar as concubinas que ele aprisiona. Ela então forma uma aliança com Max Rockatansky, interpretado por Tom Hardy. Miller dirigiu todos os quatro filmes Mad Max e foi nomeado como melhor filme e melhor diretor por Estrada da Fúria no Oscar 2016.

Furiosa, com Anya Taylor-Joy no papel principal, ainda não tem datas de estreia previstas.


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RUMOR | Tobey Maguire e Andrew Garfield em negociações para ‘Homem-Aranha 3’

Seguindo a onda de especulações quanto a Homem-Aranha 3, agora temos rumores quanto ao desejado retorno dos cabeças-de-teia anteriores.

Rafa-el Lima

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Montagem feita por fãs.

Homem-Aranha 3 parece ser o filme do MCU que, finalmente, oferecerá aos fãs o que muitos deles pedem há anos: um multiverso!

Com a notícia surpreendente de que Jamie Foxx voltaria como Electro no próximo filme (e sua quase confirmação em rede social) e a possibilidade de que Benedict Cumberbatch poderá viver o seu Doutor Estranho no longa estando praticamente confirmada, tudo corrobora para a hipótese de que um Aranhaverso estaria a caminho.

O mais recente — e, vale ressaltar, que este é apenas mais um — rumor de elenco para Homem-Aranha 3 envolve Tobey Maguire e Andrew Garfield retornando para o terceiro filme do Homem-Aranha de Tom Holland. Um sonho, até então, distante para qualquer fã.

As informações mais recente vem do site FandomWire (conhecido por ter acertado mais do que apenas alguns rumores no passado). O site diz que Maguire e Garfield estão atualmente em negociações para participar do próximo, e ainda sem título, filme do Aranha. O site deixa claro, no entanto, que se tratam apenas de conversas e nada está acertado por enquanto. A publicação também diz:

“Sony e Marvel ainda estão finalizando uma versão do roteiro que apresenta os três Homens-Aranha enfrentando muitos de seus vilões do passado, bem como novos. No entanto, ainda não se sabe o quão grande será o papel desses ex-atores do Homem-Aranha se concordarem em assinar o contrato.”

Se confirmada, a notícia se mostra extremamente interessante e torna Homem-Aranha 3 o filme que poderá iniciar o link entre todos os filmes já lançados com o selo Marvel com o já estabelecido Universo Cinematográfico da Marvel, independente da casa onde os heróis foram apresentados anteriormente. Muitos fãs têm pedido por um live-action de Aranhaverso há anos, e os pedidos só aumentaram depois do sucesso da animação Homem-Aranha no Aranhaverso, da própria Sony Pictures.

++Leia Mais:
– Viúva Negra, Os Eternos e Shang-Chi ganham novas datas de estreia
– Série documental Marvel 616 mergulha no mundo dos super-heróis

O futuro

Se os boatos se revelarem verdadeiros, isso pode significar os retornos dos vilões dos filmes de Tobey Maguire como: Willem Dafoe como Duende Verde, Alfred Molina como Doutor Octopus, Thomas Haden Church como Homem-areia.

Além destes, também temos os vilões de O Espetacular Homem-Aranha: o segundo Duende Verde, Norman Osbourn Filho, interpretado por Dane DeHaan, Rino de Paul Giamatti e Rhys Ifans como Lagarto, além daquela misteriosa pessoa do final do primeiro filme. Isso daria asas a possibilidade da formação do Sexteto Sinistro, como pretendido para O Espetacular Homem-Aranha 3, conforme apresentado no final do segundo filme da franquia.

E o melhor de tudo: imaginem a possibilidade de ver Emma Stone como SpiderGwen!

Se todos os rumores se confirmarem, Homem-Aranha 3 pode ser um dos melhores filmes já feitos com o teioso. Resta esperar para ver o que a Sony e Marvel Studios estão aprontando.

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Doutor Estranho terá papel importante em Homem-Aranha 3

A notícia de que o Doutor Estranho estará em Homem-Aranha 3 vem para corroborar com a suposição de que temos um Aranhaverso à caminho.

Rafa-el Lima

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Montagem feita por fãs.

De acordo com o site The Hollywood Reporter, o filme Homem-Aranha 3 terá a participação de Benedict Cumberbatch no papel de Doutor Estranho. Espera-se que o Mago Supremo funcione como um mentor de Aranha de Tom Holland no longa.

O site The Hollywood Reporter ainda observa que o próximo filme do Doutor Estranho de Cumberbatch, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, começa a ser filmado ainda este mês em Londres, com Homem-Aranha 3 começando em algum momento também deste mês em Atlanta. Não se sabe onde Cumberbatch fará suas cenas para o longa do teioso.

A participação do Doutor Estranho em Homem-Aranha 3 pode ajudar a explicar porque Jamie Foxx está voltando ao papel de Electro. Foxx interpretou o Electro em O Espetacular Homem-Aranha: A Ameaça de Electro, de 2014, estrelado por Andrew Garfield como o cabeça-de-teia. Juntos, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura e a surreal série WandaVision, do Disney Plus, tornam a declaração dada pelo vilão Mysterio, em Homem-Aranha Longe de Casa, sobre a existência de um multiverso, um pouco mais consistente.

O THR informou ainda que as produtoras Marvel e a Sony não quiseram comentar sobre a informação.

O terceiro filme do Homem-Aranha (ainda sem título), com Holland mais uma vez no papel principal, estreará em dezembro de 2021.

++Leia Mais:
– Jamie Foxx pode retornar como Electro em Homem-Aranha 3
– Viúva Negra, Os Eternos e Shang-Chi ganham novas datas de estreia


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Confira o elenco do reboot de Resident Evil

Uma das franquias de maior sucesso de venda dos games e do cinema está se preparando para retornar com tudo com um reboot!

Rafa-el Lima

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A Constantin Film anunciou uma nova adaptação para a sua franquia de filmes de Resident Evil. A empresa e o roteirista e diretor, Johannes Roberts, disseram nesta terça-feira que prepararam uma adaptação da história original, com traços fiéis aos clássicos jogos de terror e sobrevivência da Capcom. A história se passa em uma noite fatídica de 1998, em Raccoon City.

Estrelando os papéis dos personagens do icônico jogo teremos: Kaya Scodelario (de Maze Runner) como Claire Redfield, Hannah John-Kamen (a vilã de Homem-Formiga e a Vespa) como Jill Valentine, Robbie Amell (da série Upload) como Chris Redfield, Tom Hopper (o Luther de The Umbrella Academy) como Albert Wesker, Avan Jogia (de Zombieland: Double Tap) como Leon S. Kennedy e Neal McDonough (Yellowstone) como William Birkin.

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Kaya Scodelario, Robbie Amell, Hannah John-Kamen, Tom Hopper, Avan Jogia e Neal McDonough.

“Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e recriar a experiência terrível e visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto ao mesmo tempo contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana moribunda, mas que ainda assim é identificável e relevante para o público de hoje”, disse Roberts.

O produtor da franquia Robert Kulzer assumirá novamente o posto de produção pela Constantin, juntamente com James Harris, da Tea Shop Productions, e Hartley Gorenstein.

++Leia Mais:
– Animus: Parte I | A Jornada de Altaïr
– Caverna do Dragão: Requiem | Roteiro original ganha excelente animação fanmade

Kulzer disse ainda: “Depois de uma dúzia de jogos, seis filmes e centenas de páginas de fan fiction, nos sentimos compelidos a retornar ao ano de 1998 para explorar os segredos escondidos nas paredes da Mansão Spenser e em Raccoon City.”

Paul WS Anderson escreveu e dirigiu os seis filmes anteriores da franquia Resident Evil, estrelados por Milla Jovovich, e arrecadaram US $ 1,2 bilhão nas bilheterias mundiais. A franquia está entre as franquias de filmes baseadas em um videogame de maior bilheteria.

O reboot de Resident Evil não tem data definida para estreia.


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