Renascimento DC | Um caminho de reinícios - Multiversos
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Rafa-el Lima

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A Panini Comics anunciou nas últimas semanas o lançamento do Renascimento DC no Brasil e nós do Multiversos estávamos ansiosos para falar com vocês sobre ele.

É bem verdade que, a cada anuncio de reboot do universo DC uma musa da inspiração morre de ataque cardíaco no plano mágico das ideias. Não sem motivo. Desde os idos da década de 1980 a editora recorre a mega-sagas atreladas a reboots para “apagar os erros” e tentar seguir adiante como se nada tivesse acontecido. Em alguns momentos a atitude se mostrou acertada, em outros nem tanto.

Antes de 1985 a DC Comics trabalhava com um princípio de grande liberdade criativa em suas histórias, se dando ao luxo de não manter uma cronologia amarrada e recorrendo a saídas simples para resolver alguns “encontros surpreendentes”, como o Superman encontrando sua contraparte mais jovem, o Superboy. “Simples, eles são de terras paralelas”, eles diziam, problema resolvido. Dali a alguns anos, com o crescimento e acréscimo de heróis, o Universo DC era algo extremamente confuso até para aqueles que acompanhavam as suas histórias assiduamente.

Em 1985 a editora tem a ideia de consertar esse “erro” e resolve fazer sua, hoje, mais conhecida e amada mega-saga, Crise nas Infinitas Terras.

O crossover da DC tinha pretensões ambiciosas: dar um fim a multiplicidade de terras da editora, salvar seus heróis mais queridos e, a partir daí, seguir com uma terra única como sendo o centro do foco editorial. Objetivo alcançado. Ao custo da morte de um dos heróis mais amados da casa. Para cumprir com o objetivo, Barry Allen, o Flash, se sacrificou. Um final digno para um dos bastiões do universo.

E tivemos o primeiro renascimento do Universo DC. Um “novo” Superman, menos onipotente, mais humano, falho. Um novo Flash assumindo o manto. Wally West, anteriormente Kid Flash, ascende ao lugar do seu tutor. Batman, Mulher-Maravilha, todos os heróis da editora são, pelo menos um pouco, retrabalhados em suas posturas, backgrounds e novos roteiros. E tudo ia bem… Até o fôlego criativo faltar.

Em consequência da Morte do Superman, e principalmente da destruição de Coast City por Mongul na saga do Retorno do Superman, Hal Jordan, membro da Tropa dos Lanternas Verdes tem a “brilhante” ideia de usar o poder da bateria central de Oa para reconstruir a cidade. A saga se desenrola em Crepúsculo Esmeralda e acaba culminando no que viria a ser o segundo reboot da DC, Zero-Hora.

Em Zero-Hora, a editora pretendia acabar com as inconsistências cronológicas remanescentes de Crise nas Infinitas Terras. Alguns heróis, pouco utilizados, passaram anos até serem reutilizados após a Crise e ainda tinham aspectos pré-Crise não explicados na atual cronologia da editora. Para isso utilizaram-se de Hal Jordan, autodenominado Parallax, agora louco e com um objetivo em mente: acabar e reiniciar o universo para apagar a destruição de Coast City da história. A saga se desenrola trazendo a revelação de que os múltiplos universos da editora ainda existem, apresentando personagens pré-Crise até, e, ao final, o universo sendo reiniciado pelo big-bang causado pelo Detonador.

E a DC renasceu pela segunda vez. Suas revistas, pelo menos no Brasil, tiveram suas numerações reiniciadas do zero, literalmente.

Em 2011, mais uma vez como forma de tentar apagar os erros do passado a Time-Warner recorre à mesma saída e parte para mais um reboot do UDC. Desta vez causado por Barry Allen, o Flash morto em Crise nas Infinitas Terras que há pouco havia voltado dos mortos, e com o claro objetivo de trazer uma nova roupagem dos bastiões da DC Comics para uma nova geração de leitores.

Aclamada por alguns, por títulos de alta qualidade de roteiro e arte, e depreciada por outros, por mudar o status quo de alguns heróis, os Novos 52, como foi chamado o arco, esteve nas bancas e livrarias por 5 anos trazendo, sim, um renovo de visual e certa contemporaneidade aos heróis da casa. Este foi, por assim dizer, seu terceiro renascimento.

Até que…

Na intenção de tentar alavancar as vendas com mudanças radicais no conceito dos seus heróis a DC teve um período intitulado DC You, onde o Superman fica quase que sem poderes, James Gordon passa a ser o Batman e tantas outras coisas estranhas acontecem nas suas revistas.

A tentativa falha.

Eis que em 2016, aproveitando as várias pistas deixadas desde o início do período Novos 52, a DC Comics, mais uma vez, anuncia suas mudanças.

Mas dessa vez seria diferente. Não haveria um reboot.

Não haveria um mega-crossover. Não haveria um evento perturbador de cronologias com vilões loucos. Não haveria morte.

Haveria vida.

Haveria retorno.

Haveria renascimento.

Renascimento DC parte de um início que propõe reestabelecer os seus heróis ao status quo perdido em Novos 52 sem apagar o que este período trouxe de bom. Para isso, um início mais que justo, o retorno do Wally West original, que não fez parte do atual reboot da editora.

Sobre a edição Universo DC: Renascimento nós já falamos AQUI. Cuidado, contém Spoilers!

Ver o renascimento do universo DC sendo lançado no Brasil é uma alegria para nós, como fãs que acompanhamos a saga nas revistas americanas e sabemos da qualidade do trabalho quem vem sendo realizado pela equipe criativa da editora. Mas, falar de cada um dos títulos, é uma tarefa que traremos em um futuro próximo pra vocês.

Ficam aqui os nossos parabéns a Panini por estar nos presenteando com este excelente momento da DC Comics, e a nossa esperança que o Renascimento tenha vida longa…


Veja também: Batgirl | Warner Bros. está em negociação com Diretor, Roteirista e Produtor

HQs | Livros

Astronauta: Parallax | Crítica (Sem Spoilers)

Confira a nossa crítica de Astronauta: Parallax, do autor Danilo Beyruth, quinto volume do personagem dentro do selo Graphic MSP.

Jean Sinclair

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Arte: Danilo Beyruth

” A Paralaxe é utilizada, na astronomia, para definir a diferença na posição aparente de um objeto visto por observadores que se encontram em locais diferenciados.”
Fonte: Infoescola

Danilo Beyruth chegou onde nenhum outro autor do selo Graphic MSP ousou. Ter um quinto álbum dentro do selo é, sim, atingir um patamar que poucos autores nacionais conseguiriam. Aqui o autor conta, mais uma vez, com a palheta de Cris Peter, que soma forças com Brendda Maria e Marina Garcia também nas cores.

Nessa quinta parte da space opera do personagem criado por Maurício de Sousa, o Astronauta Pereira, juntamente com a Isabel (ver Astronauta: Assimetria), correm em busca de descobrir onde estão os pais da menina, o Astronauta e a Rita de outra realidade, que também seguem na mesma busca. Além disso, aqui entra mais um elemento nessa busca, um terceiro Astronauta que, diferente das outras versões, move-se por motivos egoístas.

A maior sensação que essa edição traz é a de constante corrida contra o tempo. Os três núcleos da história estão sempre em movimento. Essas ações levam os personagens a descobertas importantes, e aqui preciso citar algo que percebi: cronologia. Astronauta: Parallax já exigirá que você tenha lido todas as edições anteriores do personagem dentro desse selo, e até mesmo outras, como as do Capitão Feio, para uma melhor compreensão dessa trama.

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A adição do terceiro Astronauta deixa as coisas mais complexas e perigosas, e essa sensação de perigo é constante em todos os núcleos graças às escolhas acertadas de roteiro que surgem como um espelho do momento atual no país.

A arte do Danilo aqui tem uma clara escolha por quadros maiores, com um grid de página bem tradicional e 5-6 quadros por página. É uma edição de arte mais limpa e direta se comparada a grandiosidade vertical de Assimetria ou a sujeira e caos apertado de Entropia. As cores, aqui produzidas pela equipe de arte capitaneada pela Cris Peter, são competentes e sempre trabalham lado a lado com a arte do Danilo.

Astronauta: Parallax é o meio de um caminho. Um novo capítulo que acrescenta mais elementos ao grande prisma narrativo que nasceu pequeno e intimista em Astronauta: Magnetar, teve seu tamanho máximo em Astronauta: Assimetria e agora segue com tudo rumo ao sexto (e derradeiro, será?) álbum do personagem e que mostra que cada leitor possui uma “parallax” muito particular nessa jornada. Qual é a sua?

Adquira já Astronauta: Parallax AQUI.


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Filmes

Os Novos Mutantes | Dos quadrinhos para a tela grande!

Confira quem são os membros do grupo conhecido como ‘Os Novos Mutantes’ que está chegando aos cinemas.

Jean Sinclair

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Os Novos Mutantes, um dos filmes mais atrasados e, até certo ponto, aguardados pelos fãs da geração jovem dos mutantes da Marvel.

O filme dirigido por Josh Boone trará a terceira geração de jovens mutantes criados nos anos 1980, que eram jovens demais pra unirem-se aos X-men e velhos demais pra serem estudantes básicos da Escola Xavier, levando em conta que os X-men originais eram adolescentes com seus poderes recém-descobertos. Aqui, os membros originais da equipem já eram adolescentes, beirando a idade adulta, entre seus 16-18 anos. Criados por Chris Claremont e Bob McLeod e lançados na revista Marvel Graphic Novel nº 04, de 1982, a equipe foi a aposta da editora para trazer novos fãs para os mutantes. Com o sucesso da edição especial, eles logo ganharam sua revista mensal, que durou até o número 100 em sua primeira encarnação.

Como os personagens eram adolescentes dos anos 1980, Claremont construiu seus dramas com temáticas mais pesadas, como repressão religiosa, abandono familiar, abuso e, sem esquecer a temática principal dos mutantes, o preconceito contra as pessoas detentoras do gene X .

A equipe original era formada dos seguintes membros:

Blu Hunt será Danielle “Dani” Moonstar, a Miragem (Mirage), em Os Novos Mutantes.

Danielle “Dani” Moonstar , a Miragem (Mirage):  Nativa-americana da tribo dos Cheyenne, Dani possui o poder de materializar as imagens dos maiores medos das pessoas. Nos quadrinhos, ela era a líder da equipe. A atriz Blu Hunt trará a primeira versão da personagem para as telonas.

Charlie Heaton será Samuel “Sam” Guthrie, o Míssil (Cannonball), em Os Novos Mutantes.

Samuel “Sam” Guthrie, o Míssil (Cannonball): Mutante norte-americano, Sam vem de uma longa família do Kentuchy com uma tradição de trabalhar em minas de carvão e descobriu seus poderes de voar em velocidade supersônica e, assim, ganhar invencibilidade. Charlie Heaton, de Stranger Things interpretará Sam no filme.

Maisie Williams será Rahne Sinclair, a Lupina (Wolfsbane) em Os Novos Mutantes.

Rahne Sinclair, a Lupina (Wolfsbane): A jovem órfã escocesa Rahne foi criada em um orfanato e teve uma pesada e repressora criação religiosa, tanto que, ao descobrir seus poderes de se transformar em lobo e em uma versão mista de humana e animal, ela foi vítima de preconceito pelos religiosos que a criaram, tratando-a como alguém possuída por demônios e só com a ajuda da Dr. Moira McTargert ela foi enviada aos cuidados do Professor Xavier. Vinda do megahit Game of Thrones, Maisie Williams será Rahne no longa.

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– Marvel apresenta aquele que pode ser o mais poderoso vilão da editora
– Cavaleiro da Lua | Série da Marvel escala criador da série ‘The Umbrella Academy’ como roteirista principal

Henry Zaga será Roberto “Bobby” da Costa, o Mancha Solar (Sunspot), em Os Novos Mutantes.

Roberto “Bobby” da Costa, o Mancha Solar (Sunspot): Roberto vem de uma rica família brasileira e manifestou seus poderes durante uma partida de futebol no Rio de Janeiro, onde chamou a atenção de Donald Pierce (aqui em uma versão bem diferente da vista em Logan), que tentou coagi-lo a entrar no Clube do Inferno, mas ele acaba sendo ajudado pelo Professor Xavier, Lupina e Karma e após o ocorrido, entra na Escola Xavier. Roberto já foi vivido nos cinemas por Adan Canto, em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido e agora pelo ator brasileiro, Henry Zaga.

Fechando o time, Xían Coy Manh, a Karma: A mutante oriunda do Vietnã, que possuí poderes mentais de possessão psíquica, controle mental e telepatia em nível menor. Até o momento, Xian não foi confirmada no filme, mas já estamos de olho para uma eventual referência ou ponta da personagem.

Nos quadrinhos, só após algumas missões, uma das personagens mais populares ingressou na equipe:

Anya Taylor-Joy será Illyanna “Floquinho de Neve” Nikolievna Rasputin, a Magia (Magik), em Os Novos Mutantes.

Illyanna “Floquinho de Neve” Nikolievna Rasputin(a), a Magia (Magik): A jovem russa, irmã do mutante Colossus, apareceu ainda criança em Giant Size X-men nº 01, quando Piotr a salva de um trator desgovernado. Durante sua infância, Illyana foi sequestrada por demônios do Limbo, onde foi mantida até sua adolescência, onde tornou-se Senhora do Limbo. Ela encontrou uma grande amiga em Kitty Pryde, após a seu retorno à Terra e estadia na Escola Xavier. Anya Taylor-Joy, de A Bruxa, viverá Illyana nos cinemas.

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– X-men | De volta ao centro do Universo Marvel
– X-men: Fênix Negra | Crítica (SEM Spoilers)

A equipe viveu muitas fases no quadrinhos, onde enfrentaram diversas ameaças, como o Urso Demôniaco (New Mutants 18-25 e Novos Mutantes: Entre a Luz e a Escuridão da Panini Comics Brasil), que será a base de referência para o longa, também escrito pelo diretor Josh Boone e o roteirista Knate Lee. A equipe também já contou com diversos membros, como a Magma, o Cifra, o alienígena Warlock. Vale lembrar que mutante brucutu de metrancas, Cable, surgiu nas páginas da revista dos Novos Mutantes.

Os Novos Mutantes tem data de lançamento re-re-re-remarcada para 28 de agosto nos cinemas americanos. Isso se não for atrasado de novo.


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HQs | Livros

The Walking Dead | HQ será relançada em versão totalmente colorida

Rafa-el Lima

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A criação maior de Robert Kirkman, The Walking Dead, será relançada em versão totalmente em cores. O anúncio foi feito pelo próprio criador da história durante a Skybound Xpo.

De acordo com informações do site The Walking Dead BR, o maior portal sobre The Walking Dead do Brasil: “A nova impressão será intitulada “The Walking Dead Deluxe“, e será colorida pelo mestre Dave McCaig. A primeira edição vai contar com 5 capas diferentes: a capa clássica da edição 1 recolorida por McCaig e novas capas de David Finch (CAPA A), Tony Moore (CAPA B), Charlie Adlard (CAPA C), Julian Totino (CAPA D) e Arthur Adams (CAPA E). Teremos capas variantes no futuro para outras edições durante a série. Para fãs que procuram a finada seção “CUTTING ROOM FLOOR” (algo como, “sala de cortes”), cada edição contará com um fascículo com enredos escritos à mão e informações privilegiadas diretamente de Robert Kirkman.”

A edição número #1 tem previsão de chegar às prateleiras no dia 7 de outubro nos EUA, e ganhará duas edições mensais a partir de novembro. No Brasil ainda não há notícias quanto ao relançamento da HQ em versão colorida.

Confira abaixo algumas imagens da edição:

++Leia Mais:
– HQs de ‘The Walking Dead’ estão de volta em edição especial
– Momentos Marcantes dos Quadrinhos – Parte III

Comunicado de Imprensa:

Leia de novo! A Image Comics/Skybound Entertainment irá revisitar a histórica série independente que virou o mundo do entretenimento de ponta cabeça 17 anos atrás – The Walking Dead, de Robert Kirkman (Fire Power, Oblivion Song) e Charlie Adlard (Vampire State Building) – com edições novas e completamente coloridas. Trazendo o belíssimo trabalho de Dave McCaig, essas novas edições serão lançadas em Outubro com The Walking Dead Deluxe #1. Kirkman anunciou pela primeira vez as edições coloridas na Skybound Xpo, a convenção virtual de cultura pop da Skybound, hoje mais cedo.

A versão deluxe revisitada da também trará uma vasta e memorável gama de capas variantes – por artistas como David Finch, Tony Moore, Julian Totino Tedesco e Arthur Adams – comemorando as grandes apresentações de personagens principais e as mais memoráveis reviravoltas da série. Cada edição incluirá um novo fascículo de “The Cutting Room Floor”, trazendo enredos originais de Kirkman escritos à mão juntamente com comentários sobre histórias abandonadas e pontos no enredo que podem ter mudado no caminho.

Essa apresentação definitiva da história NÃO será compilada em nenhum momento próximo no formato de compendium, então os fãs e novos leitores não devem esperar para ter a experiência dessa edição completamente colorida da popular série de terror e sobrevivência. A edição #1 estará disponível dia 7 de Outubro. Cada mês seguinte contará com o lançamento de duas edições.

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HQs | Livros

HQs de ‘The Walking Dead’ estão de volta em edição especial

Rafa-el Lima

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O apocalipse zumbi de Robert Kirkman está de volta aos quadrinhos.

O escritor de The Walking Dead, Robert Kirkman, anunciou hoje que ele e o artista Charlie Adlard estão revivendo a história em quadrinhos de The Walking Dead para uma história única intitulada Negan Lives # 1. A dupla decidiu voltar a trabalhar nos quadrinhos na tentativa de ajudar os varejistas. Negan Lives # 1 estará disponível exclusivamente em lojas de quadrinhos em 1º de julho.

Negan Lives # 1 dará aos leitores um vislumbre do que aconteceu com o personagem desde a sua última aparição em The Walking Dead # 174. Kirkman anunciou em julho passado que estava concluindo sua história em quadrinhos de terror inspiradora de uma franquia de TV. A primeira edição de The Walking Dead foi publicada em 2003.

Em um comunicado, Kirkman explicou que ele havia se inspirado a lançar Negan Lives # 1 pela maneira como o distribuidor de gibis Steve Geppi e sua empresa, Diamond, lançaram uma luz sobre “quão essencial o mercado direto é para nossa amada indústria com seu #backthecomeback. Enquanto Charlie Adlard e eu tínhamos deixado a série de lado, isso parecia algo especial que poderíamos fazer pelos lojistas que fizeram da nossa série um sucesso. Para esse fim, fico feliz em informar que 100% da receita gerada a partir deste quadrinho irá para as lojas que o vendem. A comunidade de varejistas trabalha arduamente para levar os quadrinhos às mãos de nossos amados fãs; todos nós deveríamos estar fazendo mais nesses momentos difíceis para mostrar a eles como eles são importantes. ”

Negan Lives # 1 será lançada em breve nos EUA e não há previsão para sua chegada ao Brasil.

 


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HQs | Livros

Star Wars: The High Republic | Conheça os primeiros heróis apresentados

Rafa-el Lima

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Os primeiros grandes heróis da Alta República são apresentados aos fãs da franquia espacial.

O site oficial StarWars.com iniciou a apresentação de alguns dos principais personagens da nova era de Star Wars. O período da Alta República se iniciará em em janeiro de 2022 e será abordada em livros e quadrinhos, pelo menos por enquanto. Com materiais desenvolvidos tanto para o público infanto-juvenil como adulto, The High Republic promete revolucionar a próxima década de lançamentos da franquia Star Wars, fugindo das raízes dos Skywalkers.

Abaixo temos, na íntegra, os principais personagens apresentados até aqui:


“Por mais de mil gerações, os Cavaleiros Jedi foram os guardiões da paz e da justiça…”

As palavras de Obi-Wan Kenobi em Star Wars: Uma Nova Esperança permanecem com os fãs há anos, inspirando questões, imagens e admiração. Como eram os Jedi no seu melhor, bem antes da ascensão de Luke Skywalker? Como eles trabalhavam dentro da galáxia? Quem eram eles?

Em Star Wars: The High Republic, o próximo épico multiplataforma da Lucasfilm, descobriremos estas respostas.

“Os leitores verão uma grande variedade de Jedi nesta época”, diz Michael Siglain, diretor criativo da Lucasfilm Publishing. “Este é um momento otimista e de esperança, quando os Jedi são bons e nobres, e queremos refletir isso em seus personagens enquanto ainda lhes dá profundidade e dimensão suficientes para que suas personalidades e idiossincrasias brilhem. Os Cavaleiros Jedi da Alta República são ambiciosos e inspiradores. Em suma, eles são os mocinhos.”

Enquanto os Jedi são indubitavelmente heróis na Alta República, eles prometem ser variados, únicos e muito “humanos” – não importa sua espécie. “Dedicamos muito tempo e esforço para fazer com que nossos Jedi pareçam indivíduos reais e arredondados“, escreveu o escritor Cavan Scott, um dos arquitetos da High Republic, ao site StarWars.com. “Eles são todos diferentes, abordando a Força de maneiras individuais e únicas, e ainda assim estão unidos a um objetivo comum. Eles servem não por dogma inabalável, mas por uma profunda paixão por proteger a luz e a vida. E eles estão em estágios diferentes em suas jornadas individuais. Alguns têm experiência do lado deles, outros têm a exuberância da juventude. Alguns ainda estão encontrando seu lugar na Ordem, enquanto outros assumem naturalmente papéis de liderança. Alguns podem não ter optado por trabalhar com os Jedi com quem foram publicados, mas todos são dedicados a ser uma luz orientadora para a galáxia. Individualmente, eles são fortes, juntos, são invencíveis, mas, como os melhores heróis, cada um tem lições a aprender e desafios a serem superados. Tempos emocionantes estão por vir.”


++ Leia mais:
Star Wars | The High Republic é adiado para o início de 2021
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Dê uma olhada em alguns dos Cavaleiros e Mestres Jedi de Star Wars: The High Republic abaixo:

Avar Kriss

Avar é o exemplo mais brilhante e nobre de Jedi. Ela sempre tenta ver o bem nas pessoas e situações, e nunca se coloca em primeiro lugar. Avar é revigorada pela vida nos limites e desafios que ela traz, e é uma inspiração para quem trabalha consigo. Compassiva, não dogmática, e sempre pronta para se sacrificar pelos outros. Avar Kriss é o melhor dos melhores.

Loden Greatstorm

Loden é um mestre Jedi Twi’lek e é considerado um dos melhores professores da Ordem Jedi. Forte e sábio, com um bom senso de humor, Loden vê cada momento uma experiência de aprendizado, sempre tentando melhorar a si mesmo e aqueles que o rodeiam, especialmente seus Padawans.

Keeve Trennis

Keeve é uma jovem Jedi que, alguns acreditam, terá um grande futuro pela frente, se ao menos ela acreditasse nela. Perspicaz e mais impulsiva do que deveria ser, Keeve é uma Cavaleira Jedi há algumas semanas e fica um pouco perplexa por Avar, conhecendo muitas das grandes coisas que Kriss fez no passado. Keeve está determinada a se provar a si mesma, a Avar e aos outros lendários Jedi da Starlight Beacon, mas primeiro ela deve aprender a confiar em si mesma tanto quanto confia na Força.

Stellan Gios

Stellan é um mestre Jedi otimista e respeitado. Stellan cresceu na Ordem junto com Avar Kriss, e embora eles estejam frequentemente em diferentes missões para os Jedi ou a República, quando os dois trabalham juntos, eles são uma equipe poderosa de dois nobres heróis em ação. Forte na Força e professor natural, Stellan está atualmente designado em um dos postos avançados do Templo Jedi no distante planeta Caragon-Viner.

Vernestra “Vern” Rwoh

Vern é uma Cavaleira Jedi recém-formada. Vernestra foi Padawan para Stellan Gios. Ela trabalha duro e é devotada à Ordem Jedi, mais do que a maioria das outras da sua idade. Aos dezesseis anos, ela é um das cavaleiras mais jovens de uma geração. Ela luta para se adaptar aos adultos, além de dar um bom exemplo para os Jedi mais jovens.


Essa foi a primeira leva de personagens apresentados. A medida que maiores novidades de Star Wars: The High Republic forem lançadas, nós traremos aqui. Fique ligado. 😉


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Star Wars | ‘The High Republic’ é adiado para o início de 2021

Rafa-el Lima

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O novo foco do universo de Star Wars, ‘The High Republic’ chegará um pouco mais tarde ao mercado.

A Lucasfilm confirmou o adiamento do evento de publicação dos novos conteúdos de Star Wars, focados no período da Alta República, para o início de 2021, citando atrasos gerais no mercado e alegando que quer que “o lançamento seja tão grandioso e épico quanto merece ser”.

Originalmente planejados para ser lançado em agosto, o romance adulto de Charles Soule, ‘Star Wars: The High Republic | Light of the Jedi‘, e o romance infanto-juvenil de Justina Ireland, ‘Star Wars: The High Republic | Test of Courage‘, tiveram seus lançamentos adiados para 5 de janeiro de 2021. Já o romance juvenil de Claudia Gray, ‘Star Wars: The High Republic | Into the Dark‘ será lançado em 2 de fevereiro de 2021.

As datas de lançamento para as séries em quadrinhos ‘Star Wars: The High Republic‘, da Marvel, e ‘Star Wars: Republic The High Adventures‘, da IDW, serão anunciados “em um momento posterior”. As melhores suposições colocam seu lançamento próximo aos romances no próximo ano, uma vez que estes foram anunciados como um evento editorial e que as histórias serão, de certa forma, um pouco interconectadas. O atraso no cronograma de publicação de quadrinhos em geral pode ter sido outro fator na decisão, já que a Lucasfilm parece ter um plano muito claro de como eles querem que o conteúdo da High Republic seja lançado.

Michael Siglain, diretor criativo da Lucasfilm Publishing, lançou uma carta detalhando o atraso e alguns dos motivos por trás deste:

Confira a tradução, talvez não muito boa, sorry, da carta:


“Em movimento sempre o futuro está”

Esta citação de Yoda é tão relevante hoje quanto foi no lançamento de ‘O Império Contra-Ataca’ quarenta anos atrás. E se aplica tanto ao futuro quanto à ‘Star Wars: The High Republic’.

‘Star Wars: The High Republic’ é uma iniciativa grandiosa, interconectada e que cruzará diferentes publicações para estabelecer uma nova era dentro da narrativa de Star Wars. Estabelecida 200 anos antes dos eventos da trilogia prequel, esta mega-história dará aos leitores e fãs de Star Wars de qualquer idade um ponto de entrada na ‘Alta República’ – um período de renascimento galático, quando os cavaleiros Jedi estavam no auge.

Dados estes tempos sem precedentes, nós tomamos a decisão de adiar o lançamento de ‘Star Wars: The High Republic’ para janeiro de 2021 para garantir que o lançamento seja grandioso e épico quanto merece que ser.

Agora, eu sei que esta espera não será fácil. E eu sei que os fãs estão ansiosos por isto desde o primeiro anúncio. Eu também estou, assim como vocês. Eu estive esperando para contar essa história por anos. E, por enquanto que eu não posso adiantar muito sobre ela, posso dizer que os arquitetos desta história – Claudia Gray, Justina Ireland, Daniel José Older, Cavan Scott e Charles Soule – seguem trabalhando nesta nova era de histórias. Vocês ouvirão deles neste verão, e quando ouvirem, não deixem de perguntar sobre “O Herói de Hetzal”, “os gêmeos” (ou “as gêmeas”), a “Lâmina de Bardotta”, os clãs Starros e San Tekke, e a Tempestade. Vocês não vão acreditar no que eles reservaram para os Jedi e para a República.

Então, do fundo do meu coração, obrigado. Obrigado pela leitura, e obrigado pela compreensão e paciência. ‘Star Wars: The High Republic’ tem sido um verdadeiro trabalho de amor para nós, e nós mal podemos esperar para que os leitores possam experienciar essa era de ouro dos Jedi.

Até lá, e como sempre, fiquem firmes, fiquem à salvo, e que a Força esteja com vocês.”


Siglain promete que não ficaremos desapontados com o que está por vir e nos provoca um pouco com mais informações, incluindo o clã ‘San Tekka’, que pode ser uma pequena referência aos ancestrais do explorador Lor San Tekka, o velho que Poe Dameron encontra no início de O Despertar da Força.

As notícias são tristes mas compreensíveis, considerando tudo o que está acontecendo no mundo no momento. Felizmente, outros romances de Star Wars parecem estar com tudo certo para serem lançados ainda este ano. Como Queen’s Peril de E.K. Johnston, planejado para ser lançando 2 de junho, Shadow Fall de Alexander Freed, com previsão para 23 de junho, o prequel de Alex SeguraPoe Dameron: Free Fall, para 4 de agosto, e a Thrawn Ascendence, de Timothy Zahn, segue firme, Chaos Rising, está previsto para 6 de outubro.

 


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Lanterna Verde | Série de Greg Berlanti na HBO Max contará com dois Lanternas além de Sinestro

Rafa-el Lima

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Tem sido uma semana muito louca para os fãs do universo DC Comics de tela pequena – com Ezra Miller, do DCEU, aparecendo na CW para Crise nas Infinitas Terras e tudo mais – mas de fora do cosmos vêm mais notícias sobre uma nova propriedade da DC: a série do Lanterna Verde de Greg Berlanti para o HBO Max. Falando na turnê de imprensa da Television Critics Association, TCA, Sarah Aubrey, diretora de conteúdo original da HBO Max, ofereceu novos detalhes sobre o programa.

De acordo com Aubrey, a série do Lanterna Verde “se estenderá por várias décadas ao focar em duas histórias sobre Lanternas Verdes na Terra”, bem como em um enredo espacial que estará “entrando na história de Sinestro”.

Sinestro é o arqui-vilão de longa data do personagem. Um ex-membro da Tropa dos Lanternas Verdes que se entregou ao poder da Lanterna Amarela, que se baseia no medo, para fundar a Tropa Sinestro. Mark Strong interpretou o personagem no filme de Lanterna Verde de 2011, que o próprio Berlanti co-produziu e co-escreveu junto com Michael GreenMarc Guggenheim.

'Hal Jordan vs Sinestro' em um dos muitos embates dos Lanternas.

‘Hal Jordan vs Sinestro’ em um dos muitos embates dos Lanternas.

Quanto aos dois Lanternas Verdes, um deles, possivelmente, será Hal Jordan, quem mais enfrentou Sinestro nos quadrinhos. A menos que o programa queira ir a tempos mais antigos e usar alguém com o colarinho alto, como Alan Scott.


++Leia Mais:
HBO Max anuncia série do Lanterna Verde, dentre outros planos com a DC Comics


O candidato mais provável para o segundo Lanterna Verde é John Stewart. Criado pelo escritor Dennis O’Neil e pelo artista Neal Adams em 1972 – o que o tornou o primeiro super-herói negro da DC Comics – Stewart é um fuzileiro naval de Detroit, Michigan, nos EUA, que recebeu a posição de Lanterna Verde da Terra de Guy Gardner, que por sua vez havia assumido o cargo de Hal Jordan

Teremos que esperar para ver, claro, mas tudo indica que será uma série de grande orçamento e, possivelmente, deverá substituir os planos, há muito atrasados, do filme da Tropa dos Lanternas Verdes. Pois, embora seja dito que o projeto ainda está de pé, não parece haver nenhum sinal real que corrobore com discurso, a menos que, é claro, acabe sendo conectado a esse programa de alguma forma.

É manter as esperanças e ficar de olho nas notícias.

 


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HQs | Livros

Mais famosa arte do Asa Noturna ganha atualização em homenagem a ator da série Titans

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O desenhista cearense, Jean Sinclair, responsável pela mais famosa arte do alter-ego de Dick Grayson, Asa Noturna, atualizou sua obra baseado no ator Brenton Thwaites e na sua versão do traje usada na série Titans, do serviço de streaming DC Universe. O desenhista postou em sua conta pessoal do Facebook:

It's #Nightwing Day Celebrating the #Titans Season Finale, here's my version for #DickGrayson new suit played by #BrentonThwaites Pencils – 07×11 paper – Photoshop#jeansinclairarts #dccomics #dcuniverse

Posted by Jean Sinclair on Friday, November 29, 2019

Abaixo você pode ver a versão original, com traços do próprio Jean e cores de Kadouken, ao lado da versão atualizada em homenagem a série.

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O artista, para além de apenas criador de fanarts do personagem Nightwing da DC, trabalha profissionalmente com quadrinhos e é um dos desenhistas presentes na antologia de histórias Periferia Cyberpunk, da Editora Draco.

Para acompanhar o artista Jean Sinclair, você pode ficar de olho no seu Facebook, Twitter ou ficar ligado aqui no Multiversos, onde ele é o principal crítico do que está chegando nos cinemas.

Obs.: O Facebook do Jean é melhor do que QUALQUER página de notícias de quadrinhos, séries e filmes… Sério! O homem é uma MÁQUINA de informações!


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