Oscar 2017 | Indicações - Multiversos
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Rafa-el Lima

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A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou hoje os indicados à 89ª edição do mais famoso prêmio da industria cinematográfica, o Oscar.

Abaixo a lista completa dos indicados:

Melhor Filme

  • A Chegada
  • Até o Último Homem
  • Estrelas Além do Tempo
  • Lion: Uma Jornada para Casa
  • Moonlight: Sob a Luz do Luar
  • Cercas
  • A Qualquer Custo
  • La La Land: Cantando Estações
  • Manchester à Beira-Mar

Melhor Diretor

  • Denis Villeneuve – A Chegada
  • Mel Gibson – Até o Último Homem
  • Damien Chazelle – La La Land: Cantando Estações
  • Kenneth Lonergan – Manchester à Beira-Mar
  • Barry Jenkins – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Atriz

  • Isabelle Huppert – Elle
  • Ruth Negga – Loving
  • Natalie Portman – Jackie
  • Emma Stone – La La Land: Cantando Estações
  • Meryl Streep – Florence: Quem é Essa Mulher?

Melhor Ator

  • Casey Affleck – Manchester à Beira-Mar
  • Andrew Garfield – Até o Último Homem
  • Ryan Gosling – La La Land: Cantando Estações
  • Viggo Mortensen – Capitão Fantástico
  • Denzel Washington – Cercas

Melhor Ator Coadjuvante

  • Mahershala Ali – Moonlight: Sob a Luz do Luar
  • Jeff Bridges – A Qualquer Custo
  • Lucas Hedges – Manchester à Beira-Mar
  • Dev Patel – Lion: Uma Jornada para Casa
  • Michael Shannon – Animais Noturnos

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Viola Davis – Cercas
  • Naomie Haris – Moonlight: Sob a Luz do Luar
  • Nicole Kidman – Lion: Uma Jornada para Casa
  • Octavia Spencer – Estrelas Além do Tempo
  • Michelle Williams – Manchester à Beira-Mar

Melhor Roteiro Original

  • Taylor Sheridan – A Qualquer Custo
  • Damien Chazelle – La La Land: Cantando Estações
  • Yorgos Lanthimos e Efthimis Filippou – The Lobster
  • Kenneth Lonergan – Manchester à Beira-Mar
  • Mike Mills – 20th Century Woman

Melhor Roteiro Adaptado

  • Eric Heisserer – A Chegada
  • August Wilson – Cercas
  • Allison Schroeder e Theodore Melfi – Estrelas Além do Tempo
  • Luke Davis – Lion: Uma Jornada para Casa
  • Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Animação

  • Kubo e as Cordas Mágicas
  • Moana: Um Mar de Aventuras
  • Minha Vida de Abobrinha
  • The Red Turtle
  • Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

Melhor Documentário em Curta-Metragem

  • Extremis
  • 4.1 Miles
  • Joe’s Violin
  • Watani: My Homeland
  • Os Capacetes Brancos

Melhor Documentário em Longa-Metragem

  • Fogo no Mar
  • Eu Não Sou Seu Negro
  • Life, Animated
  • O.J.: Made in America
  • 13ª Emenda

Melhor Longa Estrangeiro

  • Terra de Minas (Dinamarca)
  • A Man Called Ove (Suécia)
  • O Apartamento (Irã)
  • Tanna (Austrália)
  • Toni Erdmann (Alemanha)

Melhor Curta-Metragem

  • Ennemis Intérieurs
  • La Femme et le TGV
  • Silent Nights
  • Sing
  • Timecode

Melhor Curta em Animação

  • Blind Vaysha
  • Borrewed Time
  • Pear Cider and Cigarettes
  • Pearl
  • Piper

Melhor Canção Original

  • “Audition (The Fools Who Dream)” | Música de Justin Hurwitz, canção de Benj Pasek e Justin Paul – La La Land: Cantando Estações
  • “Can’t Stop the Feeling” | Música e canção de Justin Timberlake, Max Martin e Karl Johan Schuster – Trolls
  • “City of Stars” | Música de Justin Hurwitz, canção de Benj Pasek e Justin Paul – La La Land: Cantando Estações
  • “The Empty Chair” | Música e canção de J. Ralph e Sting – Jim: The James Foley Story
  • “How Far I’ll Go” | Música e canção de Lin-Manuel Miranda – Moana: Um Mar de Aventuras

Melhor Fotografia

  • Bradford Young – A Chegada
  • Linus Sandgren – La La Land: Cantando Estações
  • Greig Fraser – Lion: Uma Jornada para Casa
  • James Laxton – Moonlight: Sob a Luz do Luar
  • Rodrigo Prieto – Silêncio

Melhor Figurino

  • Joanna Johnston – Aliados
  • Colleen Atwood – Animais Fantásticos e Onde Habitam
  • Consolata Boyle – Florence: Quem é Essa Mulher?
  • Madeline Fontaine – Jackie
  • Mary Zophres – La La Land: Cantando Estações

Melhor Maquiagem e Cabelo

  • Eva Von Bahr e Love Larson – A Man Called Ove
  • Joel Harlow e Richard Alonzo – Star Trek: Sem Fronteiras
  • Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson – Esquadrão Suicida

Melhor Mixagem de Som

  • Bernard Gariépy Strobl e Claude La Haye – A Chegada
  • Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mckenzie e Peter Grace – Até o Último Homem
  • Andy Nelson, Ai-Ling Lee e Steve A. Morrow – La La Land: Cantando Estações
  • David Parker, Christopher Scarabosio e Stuart Wilson – Rogue One: Uma História Star Wars
  • Greg P. Russell, Gary Summers, Jeffrey J. Haboush e Mac Ruth – 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi

Melhor Edição de Som

  • Sylvain Bellemare – A Chegada
  • Wylie Stateman e Renée Tondelli – Horizonte Profundo: Desastre no Golfo
  • Robert Mackenzie e Andy Wright – Até o Último Homem
  • Ai-Ling Lee e Mildred Iatrou Morgan – La La Land: Cantando Estações
  • Alan Robert Murray e Bub Asman – Sully: O Herói do Rio Hudson

Melhores Efeitos Visuais

  • Craig Hammack, Jason Snell, Jason Billington e Burt Dalton – Horizonte Profundo: Desastre no Golfo
  • Stephane Ceretti, Richard Bluff, Vincent Cirelli e Paul Corbould – Doutor Estranho
  • Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon – Mogli: O Menino Lobo
  • Steve Emerson, Oliver Jones, Brian McLean e Brad Schiff – Kubo e as Cordas Mágicas
  • John Knoll, Mohen Leo, Hal Hickel e Neil Corbould – Rogue One: Uma História Star Wars

Melhor Design de Produção

  • Patrice Vermette (design de produção) e Paul Hotte (decoração de set) – A Chegada
  • Stuart Craig (design de produção) e Anna Pinnock (decoração de set) – Animais Fantásticos e Onde Habitam
  • Jess Gonchor (design de produção) e Nancy Haigh (decoração de set) – Ave, César!
  • David Wasco (design de produção) e Sandy Reynolds-Wasco (decoração de set) – La La Land: Cantando Estações
  • Guy Hendrix Dyas (design de produção) e Gene Serdena (decoração de set) – Passageiros

Melhor Edição

  • Joe Walker – A Chegada
  • John Gilbert – Até o Último Homem
  • Jake Roberts – A Qualquer Custo
  • Tom Cross – La La Land: Cantando Estações
  • Nat Sanders e Joi McMillon – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Melhor Trilha Sonora

  • Mica Levi – Jackie
  • Justin Hurwitz – La La Land: Cantando Estações
  • Dustin O’Halloran e Hauschka – Lion: Uma Jornada para Casa
  • Nicholas Britell – Moonlight: Sob a Luz do Luar
  • Thomas Newman – Passageiros

Conforme visto, liderando as indicações temos La La Land: Cantando Estações, com 14 indicações. Em seguida, com 8 indicações cada, temos A Chegada e Moonlight: Sob a Luz do Luar.

A cerimônia de premiação da 89ª edição do Oscar ocorrerá dia 26 de fevereiro e será apresentada por Jimmy Kimmel.

Filmes

TENET | A nova ousadia de Christopher Nolan — Crítica SEM spoilers

Christopher Nolan volta aos cinemas e traz TENET, projeto que fará os espectadores se desafiarem a montar um grande quebra-cabeças temporal.

Jean Sinclair

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Imagem de divulgação: Warner Bros.

Christopher Nolan, um dos mais celebrados e odiados diretores do cinema atual, nos traz a sua nova obra, TENET, onde ele assina direção e roteiro, e promete, mais uma vez, trazer uma obra que mexerá com as cabeças dos espectadores. Nós do Multiversos pudemos conferir o filme e traremos nossas impressões aqui, sem spoilers. Queremos agradecer a Espaço Z e à Warner Bros. pelo convite e parceria de sempre.

John David Washington, um agente secreto, recebe a missão de descobrir as razões de alguns objetos estarem se comportando de forma estranha, movendo-se em sentido inverso. Com a ajuda de Robert Pattinson, o agente Neil, especialista de campo, ele tem pouquíssimos recursos à mão e somente uma palavra como guia, que pode abrir e fechar caminhos na sua missão: TENET. Essa missão acaba levando os nossos agentes em direção à Kenneth Branagh, o traficante de armas, Sartor, e à Elizabeth Dibicki, a jovem, Kat, esposa de Sartor, que vive subjugada pelo traficante para que possa proteger e cuidar de Laurie Shepherd, seu filho, Max.

Nolan usa em seu roteiro uma estrutura simples: prólogo – três atos – epílogo. Isso é bem perceptível, mesmo que aqui ele estique esses atos um pouco além, devido à uma de suas mais famosas características: os diálogos expositórios. Neste caso específico, sua característica até tem uma função narrativa funcional, afinal de contas, num universo de agentes, planejamento é parte primordial da missão.

Entretanto, é preciso pontuar que a maioria dos diálogos são bastante artificiais, sendo mais funcionais do que naturais. Com isso, o roteiro vai sempre enxertando conceitos enquanto a trama principal segue, o que vai exigir atenção constante do expectador, mesmo quando, de forma deliberada, um dos diálogos lhe disser para não fazer isso (risos).

A trama também faz um excelente trabalho de escala, evoluindo muito bem do micro para o macro. Isto torna cada momento do filme maior que seu antecessor, até chegarmos numa escala épica do conflito em seu terceiro ato. O diretor até brinca com conceitos mais fundamentados em ciência, mas também há muita teoria fantástica e alguns roteirismos espertos para deixar tudo mais “descolado” na tela.

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Nolan, mesmo marretando pesado na ficção científica, entende muito bem que cinema é um espetáculo visual. E, aqui, o diretor consegue evoluir e crescer dentro do jogo cinematográfico. Gravar o filme todo em câmeras IMAX faz a diferença e torna assistir TENET numa sala deste tipo algo único, tanto em imagem quanto em som.

A fotografia de Hoyte-Van Hoytema e a edição de Jennifer Lame trabalham muito bem em conjunto, juntamente com a direção de arte e figurino. Mas, dá para sentir a mão pesada do Nolan nas soluções visuais. Isso faz com que todo o filme tenha padrão visual mais lavado e uniforme, deixando TENET parecido com A Origem e a Trilogia Batman. Ludwig Göransson criou uma trilha sonora que dá personalidade para o projeto e que mantém os já conhecidos “DOOOONNNN!” que o Nolan tanto adora. Em alguns momentos, os sons do ambiente ficam muito altos e também alterados, mas isso é proposital, não um erro.

O carisma e grande atuação de John David Washington o fizeram ser um protagonista perfeito no filme. Ele tem charme, consegue criar uma ótima empatia com o espectador e, desde já, merece todos os créditos por fazer TENET dar certo. Robert Pattinson segue na sua missão de dominação mundial trabalhando no máximo de projetos possíveis, atuando muito bem e conseguindo a façanha camaleônica de sumir completamente ao interpretar o misterioso e simpático Neil. Elizabeth Dibicki é o coração do filme, com o desafio que Kat tem pela frente e que faz a personagem evoluir. Infelizmente, ver Kenneth Branagh fazendo um vilão genérico e com as piores frases do filmes é até um desperdício, mesmo que sua presença de tela seja forte. Para fechar, brinque de achar o Michael Caine e o Aaron Taylor-Johnson durante a projeção.

TENET é uma experiência cinematográfica impressionante. Christopher Nolan conseguiu, mais uma vez, misturar bem ação com conteúdo. Fazendo, assim, com que o espectador vá montando, junto com a trama, o grande quebra-cabeças temporal que o longa traz. Além disso, também homenageia sem pudores um certo espião inglês que tem por aí.


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Filmes

Jared Leto retorna como o Coringa em ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’

Jared Leto dará vida mais uma vez ao Coringa, o palhaço do crime, na série que traz Zack Snyder novamente à cadeira de diretor na DC.

Rafa-el Lima

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O ator Jared Leto irá reprisar o papel de Coringa em Liga da Justiça de Zack Snyder, que agora é o título oficial do famigerado “Snyder Cut”.

De acordo com o site The Hollywood Reporter, as refilmagens já estão em andamento, com Ben Affleck, Ray Fisher e Amber Heard voltando como Batman, Cyborg e Mera, respectivamente.

A Liga da Justiça de Zack Snyder irá estrear no próximo ano como uma série de quatro episódios no serviço de streaming da Warner Bros., o HBO Max, e nem Geoff Johns nem Jon Berg receberão créditos de produção, de acordo com o THR.

O Coringa de Leto não apareceu no filme original da Liga da Justiça, de 2017. E, até onde se sabe, não havia pretensão que isso acontecesse na versão anterior. Nem mesmo quando Snyder estava à frente do projeto, antes de Joss Whedon assumir, havia qualquer rumor ou indício da participação de Leto no longa.

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O futuro da franquia

A notícia faz com que a série de Snyder soe menos como uma “refilmagem” e mais como uma oportunidade de apresentar um novo material. Ou ainda, o filme poderá servir como uma oportunidade de aplacar a fúria do ator, vencedor de um Oscar, que ficou, com toda razão, irritado porque muito do seu trabalho de atuação em Esquadrão Suicida foi excluído da versão final do filme.

Entretanto, vale ressaltar que o longa pode também vir a dar um desfecho final para a participação de alguns atores no universo estendido da DC, como o Batman de Ben Affleck e o próprio Coringa de Jared Leto.

De acordo com o DC Press o longa Liga da Justiça de Zack Snyder irá estrear no HBO Max em 5 de setembro de 2021.

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Filmes

Raya e O Último Dragão | Confira o primeiro trailer dublado

Raya e O Último Dragão, novo longa de animação da Walt Disney Animation Studios, ganhou o seu primeiro trailer.

Rafa-el Lima

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Imagem de divulgação © Walt Disney Animation Studios

O estúdio responsável pelos longas de animação Moana e Frozen, Walt Disney Animation Studios, lançou o primeiro trailer do seu novo longa, Raya e o Último Dragão.

Confira o trailer ACIMA ou no YouTube da Walt Disney Studios BR (AQUI).

À frente do trabalho temos os diretores Don Hall e Carlos López Estrada, e os codiretores Paul Briggs e John Ripa. Como produtores temos Osnat Shurer e Peter Del Vecho, e apresentando as vozes de Kelly Marie Tran, como Raya, e Awkwafina, como o dragão, Sisu.

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Sinopse
Há muito tempo, no mundo de fantástico de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

Raya e o Último Dragão estreia nos cinemas em 11 de março de 2021.


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Filmes

Borat: Fita de Cinema Seguinte | A volta do humor alucinado e ácido às telas!

‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’ traz de volta o louco estilo de documentário que só o segundo melhor repórter do Cazaquistão poderia fazer.

Jean Sinclair

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Imagem de divulgação © Amazon Prime Video

Em 2006, a grande república do Cazaquistão, enviou para os Estados Unidos, o seu segundo mais gabaritado repórter, o grande Borat Sadgiyev, ou simplesmente BORAT, para que ele aprendesse os costumes do vilarejos estadunidenses e propagasse a grandeza de seu país natal. Bem… a missão de Borat foi um sucesso, ou quase. O Cazaquistão tornou-se reconhecido, mas como uma grande piada frente as nações mundiais. Furiosos, os governantes sentenciaram nosso intrépido repórter à prisão perpétua em um gulag, com direito à humilhações agressivas na região pélvica, trabalhos forçados e um corte de cabelo horrendo.

Porém, estamos em 2020. O mundo mudou e hoje a grande nação norte-americana é governada pelo laranjesco guia McDonald Trump e, assim, Borat recebe a sua nova missão: de presentear o grande governante, ou alguém próximo dele, como o vice-agarrador-pélvico dos E,U e A, Mikhael Pence, com uma bela dádiva Cazaquistanesa e, assim, resgatar a glória e o respeito perdidos desta grande nação.

Sacha Baron Cohen (do excelente e recente ‘Os 7 de Chicago’), retorna ao seu personagem mais conhecido em Borat Subsequent Moviefilm: Delivery of Prodigious Bribe to American Regime for Make Benefit Once Glorious Nation of Kazakhstan (ou Borat, Filme Subsequente: Entrega de um Suborno Prodigioso ao Regime Americano para Beneficiar a uma Vez Gloriosa Nação do Cazaquistão, em tradução livre), filme que chega ao Amazon Prime Vídeo em 23 de outubro. Logicamente o serviço de streaming usará uma versão resumida do nome.

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Dirigido por Jason Woliner e escrito por Cohen e equipe, Borat: Fita de Cinema Seguinte foi um daqueles raríssimos casos onde o filme inteiro foi feito na surdina. Cohen e sua equipe gravaram e editaram todo o filme e, com o longa pronto, começaram o trabalho de venda para estúdios e canais de streaming online. Muitos ficaram com medo de lançar o longa, até que o projeto foi abraçado pela Amazon, que atendeu um pedido de Cohen: lançar o filme antes da eleição norte-americana.

É legal ver que o filme possuí uma linha narrativa clara. Há uma “história” a ser contada aqui, já que os personagens seguem uma trama fixa, indo do ponto A ao ponto B, e há um evolução desses personagens. Dividido em uma estrutura padrão de narrativa, o filme consegue manter um bom ritmo, com um excelente primeiro ato, um bom segundo ato e uma conclusão divertida, e tem até uns bem sacados plot twists no roteiro. Mesmo as partes mais “dramáticas”, que são mais fraquinhas, conseguem arrancar boas risadas e funcionam na trama.

Na parte técnica, a trilha sonora é eficiente em realçar todo o clima burlesco que a trama tem, mesmo com a fotografia sendo efetivo em manter o clima de obra documental. Há diversos momentos em que dá para se perguntar o porquê do figurino apostar pesado no escracho e no bizarro, mas esses questionamentos passam rápido ao constatarmos que os Estados Unidos possuem um histórico de indiferença e tolerância ao que é mambembe e, a partir disso, a equipe do filme consegue colocar em Borat um monte de visuais diferentes, que tornam-se hilários dentro das situações em que eles são apresentados.

Indo ao que interessa: As piadas. Cohen, como todo bom comediante deve ser, está antenado à situação dos Estados Unidos e do mundo em geral. Sem entregar detalhes, eu só posso dizer que nada e nem ninguém foi poupado. As piadas de Borat seguem a linha do pseudodocumentário (mockumentary no inglês), apostando na reação dos entrevistados e participantes, buscando a autenticidade plena.

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Cohen não hesita em enfiar os dois dedos nas feridas que a atual sociedade americana possuí, e que também reverberam no nosso mundo globalizado, graças ao texto ultra ácido. O roteiro sabe as horas certas de aumentar a zoeira e quando deixa-la sutil. As galhofas do longa incomodarão uma parcela dos espectadores e, sim, isso é intencional.

Cohen já interpreta o Borat com as mãos nas costas, agindo praticamente como uma persona incorporada e alucinada no ator e, mesmo assim, ele consegue aqui adicionar mais camadas ao personagem. Consegue também utilizar de um humor físico invejável e muitas vezes arriscado, pondo a própria vida em risco — e eu sempre fico impressionado como ele sustenta o personagem até as últimas consequências. Aqui também há a adição da talentosa Maria Bakalova, fazendo Tutar Sagdiyev, a filha de Borat, que acaba acompanhando o pai na sua missão nos E,U e A e embarcando pesado na sua personagem.

Borat: Fita de Cinema Seguinte acerta em cheio no humor ácido, corrosivo e sem pudores. Sacha Baron Cohen ataca todos os seus alvos, trazendo para o olhar do grande público os discursos desses grupos, sob a ótica da comédia. Eu ri horrores e adorei cada segundo do longa, e fiz o que grandes comédias sociais também propõem: refleti sobre o nosso tempo.

Borat: Fita de Cinema Seguinte chega à Amazon Prime Video em 23 de outubro.


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Filmes

Super Choque | Michael B. Jordan irá produzir longa do herói da DC

Jordan se juntará a Reginald Hudlin no projeto do longa-metragem do Super Choque, que foi revelado durante o evento DC FanDome em agosto.

Rafa-el Lima

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Michael B. Jordan está chegando junto da Warner Bros. e irá assumir o papel de produtor no filme do Super Choque.

De acordo com uma notícia exclusiva do site The Hollywood Reporter, Jordan se juntará a Reginald Hudlin no projeto do longa-metragem que foi revelado durante o evento DC FanDome, em agosto. Ele produzirá o filme através da sua produtora, a Outlier Society.

“Tenho orgulho de fazer parte da construção de um novo universo centrado em super-heróis negros; nossa comunidade merece isso”, disse Jordan em uma declaração ao site The Hollywood Reporter. “A Outlier Society está comprometida em dar vida a diversos conteúdos de quadrinhos em todas as plataformas e estamos entusiasmados com a parceria com Reggie e Warner Bros. nesta etapa inicial.”

Origem

O herói apareceu pela primeira vez em 1993 na revista Static #1 da Milestone Comics, uma empresa hoje extinta fundada por escritores e artistas negros para ajudar a tornar os quadrinhos um espaço mais inclusivo, e teve distribuição através da DC.

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Uma década depois, o herói foi revivido para a série animada Super Choque, centrada em Virgil Hawkins, um adolescente que se transforma em um super-herói com poderes eletromagnéticos após ser exposto a um gás estranho. O herói entrou no universo padrão da DC Comics em 2008.

A DC Comics está relançando o selo Milestone com Hudlin, agora um parceiro da editora, a frente do projeto. Hudlin está escrevendo uma nova série de quadrinhos digital do Super Choque, que deve ser lançada em fevereiro de 2021, bem como uma história em quadrinhos adicional, também do herói, com arte de Kyle Baker. Uma série revivendo Ícone (Icon) e Foguete (Rocket), de Hudlin e do fundador do Milestone, Denys Cowan, também está em andamento.

Super Choque ganhou uma HQ pela primeira vez no Brasil em 2012, durante a fase Novos 52, da DC Comics. Adquira AQUI essa edição especialíssima de 172 páginas e comece a sua preparação para o longa.

O filme do Super Choque ainda não tem previsão de lançamento.


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Filmes

Os 7 de Chicago | Crítica (Sem Spoilers)

O roterista, e também diretor, Aaron Sorkin assina a história de um dos mais conhecidos julgamentos da história dos Estados Unidos!

Jean Sinclair

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Imagem de divulgação © Netflix/Paramount

1968 foi um ano bastante conturbado nos Estados Unidos. O assassinato de Marthin Luther King, a Guerra do Vietnam, a campanha e vitória do candidato do Partido Republicano, Richard Nixon. As crescentes e gigantes manifestações e reuniões estudantis que surgiam dentro das faculdades estadunidenses, protestando: contra a participação dos Estados Unidos na guerra, e o uso disto como moeda eleitoral; contra as consequentes mortes dos jovens enviados para o conflito; e a favor de mais liberdades individuais, mais direitos para as minorias e melhores condições para o população em geral.

Nesse cenário, em Chicago, uma das mais importantes convenções do Partido Democrata estava para acontecer, e esse evento trouxe junto uma enorme massa de ativistas de diversos campos, do estudantil aos “Yippies” da contracultura. Essa reunião terminou com diversos protestos, que levaram a vários confrontos com a polícia local.

Nesses embates, os supostos líderes dos ativistas foram presos. Como forma de exemplo, os sete presos, Tom Hayden (Eddie Redmayne), Abbie Hoffman (Sacha Baron Cohen), Rennie Davies (Alex Sharp), Jerrie Rubin (Jeremy Strong), David Dellinger (John Caroll Lynch), Lee Wiener (Noah Robbins) e John Froines (Danny Flaherty), mais um dos líderes do movimento Panteras Negras, Bobby Seale (Yahya Abdul-Mateen II), que nem participou dos protestos, foram a julgamento pelo crime de conspiração contra o país. Tendo o jovem proeminente, e também relutante, promotor Richard Schultz (Joseph Gordon-Levitt) a frente da acusação. Esse julgamento, que durou meses, ficou conhecido como “O julgamento dos 7 de Chicago”.

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O Longa

Escrito e dirigido por Aaron Sorkin, Os 7 de Chicago (The Trial of the Chicago 7, 2020), é um dos grandes projetos da Netflix/Paramount para o ano de 2020. Escritor de grandes obras como A Rede Social (The Social Network, David Ficher, 2010) e Steve Jobs (mesmo nome, Danny Boyle, 2015), Sorkin assina mais um longa metragem como diretor e roteirista.

É perceptível ver que aqui o roteiro de Sorkin consegue ser o maior elemento do longa. Ele consegue a excelente façanha de manter você fisgado na tela desde o começo do filme, graças ao seu texto sempre rápido, apresentando o cenário e seus personagens de forma enxuta e precisa, num dos melhores prólogos que eu vi esse ano.

Daí em diante, Sorkin sabe bem quando subir e baixar o tom da obra. Usando muito bem a sua assinatura de diálogos rápidos e orgânicos, além de centrar a trama no presente da narrativa, o julgamento, e usar bem flashbacks, o diretor sai da narrativa convencional de atos, transformando o filme num tour de force para o espectador, sem nunca cair no marasmo ou até mesmo didatismo que filmes desse tipo costumam se enclausurar.

Sorkin deliberadamente não buscou uma fidelidade histórica mais precisa no longa, dando maior destaque aos personagens dentro da narrativa e ao grande clima de conflito e tensão da época.

Equipe Técnica

O trabalho de recriação de época é muito bem conduzido pelo design de produção de Shane Valentino e pelo figurino de Susan Lyall. A edição de Alan Baumgarten sabe bem quando acelerar e estacionar a narrativa, usando muito bem o material de arquivo nas horas certas da obra, junto com o competente trabalho de fotografia de Phedon Papamichael, que entende a estabilidade e simetria dos planos dentro de um ambiente fechado como um tribunal e, mesmo assim, consegue garantir a agilidade de sua câmera.

De todas as características técnicas, a trilha sonora de Daniel Pemberton se mostra espetacular porque, fugindo de uma trilha sonora épica e orquestrada, ele aposta em batidas ferozes de rock e black music, que casam muito bem com a trama.

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Elenco

O longa conseguiu angariar um elenco gigantesco aqui. É notório que o trio encabeçado por Eddie Redmayne, com o seu Tom Hayden conflitante entre ser um líder mais certinho ou agressivo dentro do movimento — que gera no espectador sentimentos mistos, mas que torna inegável o grande trabalho de Redmayne quando bem conduzido — e o maior astro do longa, o britânico Sacha Baron Cohen, que mesmo temeroso de interpretar uma figura tão ímpar como Abbie Hoffman, devido ao peculiar sotaque de Abbie, consegue ser o melhor elemento do longa, o contraponto à visão de Hayden dentro do grupo, o norte ideológico do grupo e também o sagaz alívio cômico ácido do filme.

Por último, Josepeh Gordon-Levitt apresenta um promotor Schultz, que é um exemplo de firmeza na sua meta, mesmo não concordando muito com os métodos utilizados. Yahya Abdul-Mateen II, mesmo com um tempo de tela menor, é dono de um dos momentos mais pesados do filme na pele de Bobby Seale, Frank Langella atua muito bem ao mostrar um juiz Hoffman (que não tem parentesco com Abbie Hoffman) retrógrado e a performance de Mark Rylance com o trabalho apaixonado e esperto do advogado de defesa, William Klunster.

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Os 7 de Chicago é uma grande história que representa muito bem o espírito de uma época. Época essa de lutas por direitos e contra decisões equivocadas dos governantes estadunidenses desse período. O trabalho de Aaron Sorkin vem como um retrato até um tanto romantizado, mas que, graças à um roteiro afiado e atuações excelentes, transmite muito bem o sentimento de busca por uma sociedade melhor e que essa luta ainda reverbera nos dias de hoje.

Confira Os 7 de Chicago na Netflix.


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Filmes

Sarah Shahi junta-se ao elenco de Adão Negro de Dwayne Johnson

A atriz é mais conhecida por seu trabalho nas séries ‘Person of Interest’ e ‘Reverie’, e deverá antagonizar politicamente o anti-herói da DC.

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Sarah-Shahi-Adão-Negro

De acordo com o site Deadline a estrela da série Person of Interest, Sarah Shahi, juntou-se ao elenco de Adão Negro, de Dwayne ‘The Rock’ Johnson, como uma lutadora pela liberdade do país Kahndaq.

O longa Adão Negro, estrelado por Dwayne Johnson, acrescentou mais uma estrela à sua lista de elenco com Sarah Shahi a bordo do filme da DC como uma lutadora pela liberdade em Kahndaq. No longa Sarah Shahi deverá liderar uma revolução em busca da liberdade de Kahndaq. Resta saber se o roteiro colocará Shahi ao lado ou contra o anti-herói protagonista.

Nos quadrinhos Kahndaq é um país árabe no continente da africano e foi (ou é ou será, depende do período escolhido no roteiro) regido pelo anti-herói Adão Negro. Sua capital é Shiruta e pelo menos uma de suas línguas oficiais é o árabe. Há mais de 3600 anos, Kahndaq foi o local de nascimento do Adão Negro. Após a morte do príncipe local, Khufu, Adão Negro passou a tomar medidas extremas para proteger Kahndaq, o que fez com que o Mago Shazam prendesse-o em uma dimensão alternativa durante séculos.

Nos tempos modernos Kahndaq caiu sob o domínio de Rasul al-Kafik. Este ditador, auto-nomeado Almirante-Marechal, liderava o país com mão-de-ferro até que foi deposto por Adão Negro. Após o “Golpe Negro”, Adão Negro autoproclamou-se rei de Kahndaq. O anti-herói passou a ser visto como um deus pelos cidadãos, o que permitiu total domínio e a possibilidade de emitir leis draconianas, como, por exemplo: execuções públicas toda quarta-feira.

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O site Deadline deu a notícia de que Sarah Shahi se juntou ao filme de Dwayne Johnson, revelando que ela interpretará uma professora universitária que também é uma revolucionária. Não foi revelado, entretanto, o nome da personagem de Shahi e é possível que ela possa ter um papel maior como uma heroína (ou vilã) dos quadrinhos, o que o estúdio parece não querer revelar ainda. A notícia chega logo após o anúncio de que Aldis Hodge está em negociações para interpretar Gavião-Negro no mesmo filme.

Embora não esteja claro o quão grande será seu papel de Sarah Shahi no longa, as especulações dos fãs apontam para o papel de Adrianna Tomaz, a Isis, esposa de Adão Negro.

Adão-Negro-e-Isis

Jaume Collet-Serra está dirigindo Adão Negro a partir de um roteiro escrito por Adam Sztykiel. O filme de Dwayne Johnson deve apresentar o Gavião-Negro, Doutor Destino e a Sociedade da Justiça da América ao Universo Estendido da DC.


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Confira o trailer de Monster Hunter

A Sony Pictures divulgou o novo trailer de Monster Hunter, adaptação cinematográfica da franquia de games de fantasia da Capcom.

Rafa-el Lima

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Monster Hunter, franquia de games de fantasia da Capcom que está ganhando uma versão cinematográfica pelas mãos da Sony Pictures, ganhou o seu primeiro trailer completo.

No papel principal temos Milla Jovovich trabalhando junto ao mesmo estúdio responsável pela sua franquia de trabalho anterior, Resident Evil. Ou seja, temos garantia de ótimos efeitos especiais e explosões no longa, como podemos ver no trailer.

Confira o trailer completo ACIMA.

Monster Hunter tem estreia prevista para 3 de dezembro.

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