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Nossa análise de ‘Surfista Prateado: Escuridão’ da Panini Comics Brasil

Norrin Radd vive um desafio que pode ser o seu último! Confira a nossa análise da obra de Donny Cates, Tradd Moore e Dave Stewart.

Arte: Tradd Moore | Cores: Dave Stewart
Jean Sinclair

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Surfista Prateado: Escuridão é um dos mais recentes lançamentos da Marvel pela Panini Comics Brasil a chegar nas bancas, comic shops e sites especializados. Trazendo as 05 edições da minissérie Silver Surfer: Black, a história é escrita por um dos mais novos e hiperativos autores da casa: Donny Cates (Thanos, Venom, Guardiões da Galáxia), e conta com a arte de Tradd Moore (Moto[rista]queiro Fantasma) e cores de Dave Stewart (Superman – Legião dos Super Heróis).

Sinopse:
O caos reina em toda a galáxia após o assassinato de Thanos por sua filha adotiva Gamora (ver Guerras Infinitas). Durante a leitura do testamento do Titã Louco, a Ordem Negra – a milícia particular de Thanos – ataca os convidados e os abre um buraco negro no meio da cerimônia (ver Guardiões da Galáxia – vol. 1 – O Desafio Final). Alguns dos maiores heróis do cosmo vão parar nesse abismo, entre eles o Surfista Prateado, que precisa sobreviver a essa jornada pela escuridão.

Surfista Prateado: Escuridão

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Cates é um cara de qualidade: boas ideias, boas sacadas, bons textos, diálogos ágeis, bom vocabulário. Não tem medo de pirar e tem bons editores que apoiam as suas pirações.

Aí pega umas pitadas do que ele faz no Thanos, no Motoqueiro Fantasma Cósmico, no Venom, nos Guardiões, e mistura nessa a história do Surfista, que tem um plot até simples, e aí o Cates faz o que considero fantástico num escritor hoje: ele conta essa história de uma forma foda! Norrin Raad é um dos personagens mais puros da editora, e Cates utiliza bem essa característica para trazer dilemas e conflitos éticos à história, e também temos aqui desafios e lutas de escala cósmica. Cates entende e escreve muito bem a parte espacial da editora.

++Leia Mais:
– Astronauta: Parallax | Crítica (Sem Spoilers)
– Série documental Marvel 616 mergulha no mundo dos super-heróis

Claro que, aqui, com a PUTA ARTE ULTRA FODA do Tradd Moore, isso ficou muito melhor. O Moore estica a baladeira* até os limites da narrativa de um gibi. Usa todas as estéticas possíveis e necessárias para contar essa história. Kirby, Kandinsky, Warhol, Buscemão, Moebius, Hip Hop, Pop Art, Grafiti… e assim vai. Moore coloca na arte o que a história precisa e o faz com uma carga de personalidade e precisão gigantescas.

Surfista Prateado: Escuridão

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Aí, entra o outro ponto super positivo da HQ: o trabalho de colorização do Dave Stewart. As cores puras, com poucos efeitos de colorização digital casando muito bem com as composições de linha do Moore, acentuando todos os momentos calmos e importantes da história. Aqui a arte faz algo único, pois ler essa história no digital é o mesmo que ver filme feito pro IMAX no Blu-Ray, porque quando você vê percebe que são experiências muito distintas. Eu diria até que ler essa história no digital é ter uma experiência menor e incompleta.

Falando sobre a edição nacional, é muito bem-vindo ver essa mini-série públicada em um formato acessível, em capa cartão,com grande qualidade gráfica ( ponto positivo pra Gráfica Log & Print),completa e num valor muito convidatívo. Esse, ao meu ver, é o formato ideal de publicação.

Também gostei bastante do trabalho de tradução do Leo “Kitsune” Camargo e adaptação do hoje,clássico editor da casa,Fernando Lopes. O textonse manteve ágil e também cheio de palavras mais rebuscadas, dando o ar épico necessário pra narrativa. A edição da Panini é um grande acerto sob a batuta do editor Paulo França.

Surfista Prateado: Escuridão é um tremendo gibizão! Donny Cates, Tradd Moore e Dave Stewart levam Norrin Radd para um novo caminho que lhe dá uma nova cara, sem mudar a sua essência em nada. O que me empolgou demais. Mesmo.

Esse é o “Catesverso”. Um dos cantinhos mais legais da Marvel hoje.

O Surfista Prateado foi criado por Jack Kirby e Stan Lee.

Adquira já Surfista Prateado: Escuridão AQUI.

* Nota do Editor:
Para quem não é do Ceará: Esticar a Baladeira é algo como “forçar o máximo possível”, “chegar ao limite antes de romper”.


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O Superman e o Batman clássicos do cinema estão voltando!

O Superman, de Christopher Reeve, e o Batman, de Michael Keaton, estão voltando com tudo, dessa vez em quadrinhos.

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O Superman, brilhantemente interpretado por Christopher Reeve, e o Batman, de Michael Keaton, ganharão suas próprias revistas em quadrinhos em breve.

Em 1978 o mundo presenciou o lançamento de um dos filmes mais ambiciosos e caros de sua época!

Superman: The Movie dizia em seus cartazes que “você irá acreditar que um homem pode voar”, coisa que apenas Christopher Reeve conseguiu convencer de forma magistral.

Já se passaram mais de quatro décadas desde seu lançamento, mas o Superman de Christopher Reeve continua a reverberar no mundo inteiro. Uma atuação implacável, combinado com efeitos especiais ambiciosos, se somaram para criar um universo cinematográfico icônico. O desempenho de Reeve é totalmente inesquecível até hoje.

Houveram tentativas de reproduzir o que foi feito em Superman: O Retorno, de 2006, com a interpretação de Brandon Routh, mas não havia a mesma magia, apesar do ator parecer muito com Reeve.

A história do Superman apresentada pela primeira vez em 1978 se sustenta até hoje e, ao que parece, está destinada a continuar eternamente. Com isso, Superman: O Filme, de 1978, que é baseado nos quadrinhos do Superman, irá fazer um processo inverso e está prestes a retornar aos quadrinhos como Superman ’78.

A notícia vem da própria DC Comics, que promete que os leitores irão acreditar que um homem pode realmente voar graças a Superman ’78.

A história é escrita por Rob Venditti, o escritor por trás de Hal Jordan e a Tropa dos Lanternas Verdes Vol. 1, e conta com desenhos de Wilfredo Torres, de Batman ’66. Superman ’78 é apresentado como um livro criado em torno de “histórias ambientadas no mundo que Richard Donner e Christopher Reeve criaram em ‘Superman: O Filme'”.

O lugar exato da série na linha do tempo da franquia é um pouco confuso, mas o trabalho do diretor Richard Donner parece ser a pedra angular do universo, sugerindo que a história em quadrinhos pode acontecer fora da continuidade apresentada em Superman III e IV.

++Leia Mais:
– Primeiro trailer oficial de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ é lançado
– DC Future State | Os quadrinhos da DC Comics rumo ao futuro!

Além disso, a história cinematográfica de Clark Kent não é a única nostalgia que será explorada pela DC no momento.

Juntamente com o lançamento de Superman ’78, a DC Comics também anunciou uma segunda série, Batman ’89, que expandirá a icônica personificação do Homem-Morcego de Tim Burton e Michael Keaton.

Batman 89 é escrita por Sam Hamm com arte de Joe Quinones, e continuará a história de Bruce Wayne conforme retratado nos filmes do Batman, dirigidos por Tim Burton. Entre outras coisas, isso significa que a série de quadrinhos traz de volta a Mulher-Gato de Michelle Pfeiffer e reincorporará a versão de Harvey Dent, interpretada no filme por Billy Dee Williams, cuja eventual transformação em Duas-Caras não chegou a acontecer em Batman: O Retorno de 1992.

Hamm foi co-escritor do roteiro de Batman de Tim Burton e recebeu um crédito de história em Batman: O Retorno, então faz total sentido que a história dos quadrinhos busque ideias que não entraram nesses filmes, incluindo a primeira apresentação do Robin nesta Gotham.

Mas existe um possível precedente para facilitar ainda mais as coisas: esta não é a primeira vez que o BatKeaton dá as cara no traço de Quinones. Em 2016, o artista compartilhou em seu blog algumas artes de uma versão do Batman ’89 que ele teria apresentado a Kate Leth que, segundo ele, a DC recusou na época, incluindo imagens de Era Venenosa, Arlequina e Williams como Duas-Caras. Ou seja, o artista há tempos deseja trabalhar com este universo.

Superman ’78 e Batman ’89 estrearão com seis capítulos digitais para cada série em 27 de julho, seguidos por novos capítulos para cada revista nas seis semanas seguintes, totalizando 12 capítulos para cada um dos heróis. Os doze capítulos de cada revista também serão publicados em seis edições impressas entre agosto e outubro e como coleções de capa dura em outubro (Batman ’89) e novembro (Superman ’78). Todas essas datas correspondem às publicações que serão feitas nos EUA.

Com a nostalgia combinada de duas franquias tão amadas pelo público, essas histórias com certeza voarão das prateleiras na velocidade da luz! Espero que sejam logo publicadas aqui no Brasil…


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Artigos

Star Wars | O sonho já é real, sabre de luz funcional é criado!

Engenheiros criam o primeiro sabre de luz retrátil totalmente funcional e que é capaz de penetrar aço e titânio.

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É isso mesmo querido Padawan, já é real e totalmente funcional o ‘Sabre de Luz’ similar ao que é usado em Star Wars!

Este sonho foi realizado e publicado no YouTube pelos engenheiros responsáveis pelo canal Hacksmith Industries.

Na realidade, os fãs de Star Wars de longa data vão reconhecer o design do projeto como um “protosaber”, ou  um “protosabre”. Um protótipo de sabre de luz que depende de uma bateria externa ligada à base do sabre para a sua alimentação de energia.

Proto-saber

Modelos de protosaber utilizados antes do período da Alta República nas HQs, atualmente ‘legends’, de Star Wars.

James Hobson, chefe da equipe, é enfático em dizer que este é “o primeiro sabre de luz retrátil baseado em plasma do mundo”.

Eles conseguiram fabricar um punho, com estilo steampunk, que gera um fluxo que simula uma lâmina usando gás propano líquido comprimido misturado com oxigênio. O feixe de plasma queima a impressionantes 2.200°C.

Para realizar essa formação tão específica de queima, a equipe utilizou bicos laminares, que geram um fluxo de gás extremamente concentrado, formando o chamado feixe de plasma. Normalmente esses tipos bicos são usados para derreter vidro e não são nada baratos. O custo dessa brincadeira foi de US $ 4.000.

++Leia Mais:
– Star Wars: The High Republic | Confira o trailer e lançamentos do novo período da franquia
– Star Wars: The High Republic | Conheça os primeiros heróis apresentados

Para modificar a cor, que é originalmente mais azulada, foram adicionados compostos químicos específicos para que o feixe de plasma ficasse verde, amarelo, laranja ou vermelho.

O sabre é quente o suficiente para derreter aço, e até titânio maciço, em segundos.

Para atingir essa temperatura tão alta o sabre de luz precisa de muita energia para recriar tamanha força. Não dispondo de uma usina nuclear portátil, a opção dos engenheiros foi usar gases altamente inflamáveis, com a ajuda de um receptáculo parecido com uma mochila protônica, como as usadas pelos Caça Fantasmas.

A equipe vem trabalhando em protótipos de sabres de luz há, pelo menos, 4 anos.

Ô, lá em casa! Será que vão disponibilizar para venda?


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X-Men | Último membro da nova equipe será decidido por votação a partir de 27/01

Ciclope e Jean Grey estão formando uma nova equipe de X-Men. E você poderá ajudar a escolher o membro final do time.

Rafa-el Lima

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Jean Grey e Ciclope estão formando a primeira equipe oficial de X-Men da era Krakoana e querem sua ajuda.

Não, isso não é um conceito introdutório inteligente. A Marvel realmente quer sua opinião.

Conforme anunciado anteriormente, a editora de quadrinhos solicitará votos dos fãs para determinar o último membro desta nova equipe.

A votação dos fãs começa na quarta-feira, 27 de janeiro, e vai até terça-feira, 2 de fevereiro em marvel.com/xmenvote. Os leitores podem escolher entre 10 indicados para integrarem a nova equipe.

“Conforme revelado em X-Men nº 16, Ciclope e Jean Grey compartilharam a necessidade de uma nova equipe de X-Men para proteger a nação mutante de Krakoa e lutar em nome dos mutantes”, declara o anúncio da votação da Marvel. “Várias indicações foram aceitas desde então… mas o último membro dos X-Men está agora em suas mãos!”

Ciclope e Jean Grey planejaram criar uma nova equipe de X-Men para atuar como super-heróis Krakoa fora da alçada do Conselho Silencioso no final de ‘X of Swords’ (‘X de Espadas’, saga ainda não lançada no Brasil), anunciando seu plano de recrutar uma equipe composta de mutantes votados por diferentes grupos da população de Krakoa em X-Men nº 16 (edição americana).

Acontece que os próprios leitores foram incluídos nessa proposta.

++Leia Mais:
– WandaVision | Rumor sugere introdução dos X-men ao MCU
– X-men | De volta ao centro do Universo Marvel

Os X-Men elegíveis para ser o membro final são:

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  1. Armadura
  2. Banshee
  3. Dinamite
  4. Míssil
  5. Forge
  6. Medula
  7. Polaris
  8. Fortão
  9. Mancha Solar
  10. Tempo

Os resultados da eleição, junto com a composição de toda a nova equipe, serão revelados durante a Hellfire Gala nos quadrinhos da Marvel em junho – que é, claro, um evento social mutante organizado por Emma Frost do Clube do Inferno, empresa comercial de Krakoa.

Escolha seu favorito e participe da votação em marvel.com/xmenvote!

A nova fase dos X-men, escrita por Jonathan Hickman, segue sendo sucesso de crítica e venda e você pode adquirir a versão brasileira, lançada pela Panini, AQUI.


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Star Wars: The High Republic | Confira o trailer e lançamentos do novo período da franquia

‘Star Wars: The High Republic’ é novo período a ser abordado pela Lucasfilms dentro da franquia Star Wars.

Rafa-el Lima

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Após o fim da saga Skywalker, a Lucasfilms está focada em abraçar um novo período para a franquia Star Wars como um todo, e The High Republic é este período.

Ontem, 04/01, tivemos o trailer de lançamento de The High Republic divulgado. Nele somos apresentados a um novo momento da nossa amada galáxia muito, muito distante onde a república está no seu auge. Além disso, é mostrado no video que a série será uma “mega-história interconectada lançada em quadrinhos, livros e revistas”.

Para ajudar a todos, legendamos o trailer em português (você pode conferir o trailer ACIMA ou AQUI, aproveita e se inscreve lá no nosso canal que, em breve, teremos muitas novidades lá para vocês 😉 ).

Em Star Wars: The High Republic a Ordem Jedi está no máximo das sua força e presença, trabalhando em conjunto com a república para trazer a paz a todos os planetas. A atuação dos Cavaleiros Jedi é presente até os confins da galáxia, se estendendo até a Orla Exterior.

++Leia Mais:
– Star Wars | ‘The High Republic’ é adiado para o início de 2021
– Star Wars: The High Republic | Conheça os primeiros heróis apresentados

Nesse novo momento seremos apresentados às mais diversas, e novas, histórias. Inicialmente o período será desenvolvido em quadrinhos, livros e revistas informativas.

Lançamentos de Star Wars: The High Republic

Os livros e revistas que iniciam a apresentação da Alta República começaram a ser publicados hoje, dia 05/01, nos EUA. São eles:

Star Wars: The High Republic | The Great Jedi Rescue (O Grande Resgate Jedi)

The Great Jedi Rescue (O Grande Resgate Jedi)
de Cavan Scott

Conheça o nobre e sábio Jedi da Alta República! Quando um desastre acontece no hiperespaço, colocando o povo de Hetzal Prime em grave perigo, apenas os Jedi da Alta República podem salvar o dia!

Para público de 6-8 anos. 24 páginas.


Star Wars: The High Republic | A Test of Courage (Um Teste de Coragem)

A Test of Courage (Um Teste de Coragem)
de Justina Ireland

Quando uma nave de transporte é repentinamente jogado para fora do hiperespaço como parte de um desastre de dimensões galácticas, o jovem recém-formado Jedi, Vernestra Rwoh, uma jovem Padawan, uma audaciosa tech-kid e o filho de um embaixador ficam presos em uma lua selvagem onde eles devem trabalhar juntos para sobreviver ao terreno perigoso e a um perigo oculto que os espreita nas sombras.

Para público de 8-12 anos. 240 páginas.


Star Wars: The High Republic | Light of the Jedi (Luz dos Jedi)

Light of the Jedi (Luz dos Jedi)
de Charles Soule

Muito antes da Primeira Ordem, antes do Império, antes mesmo da Ameaça Fantasma… Os Jedi iluminaram o caminho para a galáxia na Alta República

É uma época de ouro. Os intrépidos batedores do hiperespaço expandem o alcance da República para as estrelas mais distantes, mundos prosperam sob a liderança benevolente do Senado e a paz reina, reforçada pela sabedoria e força da renomada ordem de usuários da Força conhecidos como Jedi. Com os Jedi no auge de seu poder, os cidadãos livres da galáxia estão confiantes em sua habilidade de resistir a qualquer tempestade. Mas, mesmo a luz mais brilhante pode lançar uma sombra, e algumas tempestades desafiam qualquer preparação.

Quando uma catástrofe chocante no hiperespaço despedaça uma nave, a enxurrada de estilhaços que emergem do desastre ameaça todo o sistema. Assim que o pedido de ajuda sai, os Jedi correm para o local. O escopo do surgimento, no entanto, é o suficiente para levar os Jedi ao seu limite. Enquanto o céu se abre e a destruição cai sobre a aliança pacífica que ajudaram a construir, os Jedi devem confiar na Força para guiá-los em um dia em que um único erro pode custar bilhões de vidas.

Mesmo enquanto os Jedi lutam bravamente contra a calamidade, algo verdadeiramente mortal cresce além dos limites da República. O desastre do hiperespaço é muito mais sinistro do que os Jedi poderiam suspeitar. Uma ameaça se esconde na escuridão, longe da luz da era, e guarda um segredo que pode causar medo até mesmo no coração de um Jedi.

Para público adulto. 400 páginas.


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The Walking Dead DELUXE | Confira algumas páginas da nova HQ em versão colorida

HQ de The Walking Dead voltou às comic shops americanas este mês, após um ano do seu cancelamento, em uma versão DELUXE totalmente colorida.

Rafa-el Lima

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Capa da Edição DELUXE por David Finch © Image Comics

The Walking Dead, a obra máxima de Robert Kirkman, chegou ao seu final da HQ número 193, de – se não me engano – julho de 2019. Entretanto, este não é o final definitivo do mundo pós-apocalíptico de Kikman, que ainda está “vivo” (ou seria morto-vivo?) na TV com The Walking Dead, Fear The Walking Dead e, a mais nova incursão da AMC, TWD World Beyond.

Visando agradar os fãs – e tirar dinheiro destes, claro – a Image Comics, responsável pelo lançamento das edições americanas da HQ de The Walking Dead, está relançando as HQs de Kirkman em versão Deluxe. O diferencial? As edições são completamente em cores!

Iniciada em outubro de 2003 nos EUA, a HQ original de The Walking Dead era lançada apenas com a capa em cores. Todo o seu miolo era em preto e branco. Isso em nada desmerecia a qualidade da edição, que sempre teve um ótimo trabalho de roteiro e arte. Pelo contrario, o P&B favorecia a arte de Tony Moore e o clima tenso e narrativo proposto para a obra.

++Leia Mais:
– HQs de ‘The Walking Dead’ estão de volta em edição especial
– DC Future State | Os quadrinhos da DC Comics rumo ao futuro!

Neste mês, 17 anos depois do seu lançamento original, TWD retorna com sua edição nº 1 às comic shops americanas, dessa vez em versão em cores pelas mãos do colorista Dave McCaig.

Vale lembrar que esta não é a primeira incursão em cores da revista que, em 2013, em uma edição especial de 10 anos de lançamento, ganhou uma edição nº 1 também colorida. A edição, à época, era colorida pelas mãos de Dave Stewart.

Abaixo trazemos uma comparação entre a Edição Especial de 10 anos, colorida por Stewart, e a Edição Deluxe, colorida por McCaig.

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“A maior diferença na colorização de ambas as edições é que mudam as paletas de cores, de um amarelado, mais quente, para um tom esverdeado, mais frio. Além de um trabalho maior de luz e sombra.” Ressalta o desenhista cearense, Jean Sinclair, responsável pela mais famosa arte do personagem Asa Noturna, da DC Comics.

Os tons mais pastéis de Stewart, na edição de 10 anos, casados com a preferência em tratar os ambientes como sem luzes, dão a edição um tom mais sombrio. Enquanto que as cores mais vivas e a escolha por luzes acesas dão a edição Deluxe um vislumbre maior da bagunça e sujeira do mundo pós-apocalíptico de Kirkman, onde o leitor vai imergir.

“Dave Stewart precisava mudar, e não fazer um trabalho igual ao de McCaig, então preferiu uma colorização mais saturada e valorizou mais o contraste”, completa Jean. “Eu, particularmente, prefiro a versão em preto e branco para esse tipo de obra. Mas o trabalho de ambos os coloristas está excelente!”

++Leia Mais:
– The Walking Dead | HQ será relançada em versão totalmente colorida
– Super Choque | Michael B. Jordan irá produzir longa do herói da DC

The Walking Dead DELUXE nº 1 chegou às comic shops americanas agora em outubro. Não há definição por parte da Panini Comics, responsável pelo título no Brasil, quanto ao lançamento da versão por aqui. É esperar e torcer.

Para acompanhar mais notícias sobre quadrinhos acompanhe o Multiversos nas redes sociais. Para ficar por dentro de tudo sobre o universo zumbi de The Walking Dead, acompanhe o Walking Dead Brasil, o maior portal sobre TWD do Brasil.

Adquira suas edições de The Walking Dead AQUI.


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DC Future State | Os quadrinhos da DC Comics rumo ao futuro!

A DC Comics apresenta sua nova e ousada linha de HQs para 2021. DC Future State lança as bases do futuro da editora apostando em novos ares.

Jean Sinclair

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dc future state dc comics
Imagem de divulgação © DC Comics

Em janeiro e fevereiro de 2021, a DC Comics, lar de grandes e icônicos heróis como Superman, Batman e Mulher-Maravilha, tomará novos rumos com a sua nova linha de quadrinhos, a DC Future State (ainda sem tradução oficial para o Brasil).

Os títulos dessa nova linha mostrarão o futuro da editora. Desde o futuro próximo até um pouco mais à frente. Novos personagens e conceitos serão apresentados, mantos lendários serão assumidos por novos personagens e os grandes nomes, e seus cenários, tomarão novos caminhos.

O que já podemos dizer, de cara, é que a editora apostará em coisas novas, mas sem deixar de olhar para os conceitos originais. É a DC avançando suas histórias e reforçando o seu maior conceito: o legado de seus personagens.

Esse novo momento será consequência da atual minissérie Dark Nights: Death Metal, de Scott Snyder e Greg Capullo, que após seu final, remodelará o universo DC, mantendo a sua base, mas chacoalhando um pouquinho as coisas.

A editora terá a frente do projeto DC Future State os talentos de Mariko Tamaki, Brian Michael Bendis, Gene Luen Yang, Joëlle Jones, Joshua Williamson, Nicola Scott, Cully Hamner e John Timms, e os talentos vindos de outras áreas da cultura pop como John Ridley (12 anos de Escravidão), Brandon Vietti (Justiça Jovem), Meghan Fitzmartin (Supernatural, DC Super Hero Girls), Brandon Easton (Thundercats, Transformers: Guerra por Cybertron), Alitha Martinez (REPRESENT! It’s A Bird!), L.L. McKinney (Nubia: Real One), Paula Sevenbergen (Stargirl) e Siya Oum (Lola XOXO), entre outros.

FUTURE-STATE

Família Batman

Nesse futuro, Gotham City é controlada pelo Magistrado. Este regime vilanesco assumiu o controle da cidade, agora sob vigilância constante. Todos os vigilantes mascarados foram proscritos e o Batman foi morto. Mas, liderado por um Batman totalmente novo, uma nova assembleia de guardiões de Gotham se levanta para dar esperança a todos aqueles que a perderam!

Antologias

Future State: The Next Batman #1-4

  • The Next Batman, de John Ridley, Nick Derington e Laura Braga
  • Outsiders, de Brandon Thomas e Sumit Kumar
  • Arkham Knights, de Paul Jenkins e Jack Herbert
  • Batgirls, de Vita Ayala e Aneke
  • Gotham City Sirens, de Paula Sevenbergen e Emanuela Lupacchino

Future State: Dark Detective #1-4

  • Dark Detective, deMariko Tamaki e Dan Mora
  • Grifters, de Matthew Rosenberg e Carmine di Giandomenico
  • Red Hood, de Joshua Williamson e Giannis Milonogiannis
DC-Future-State-Batman-Dark-Detective-DC-Comics

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Minisséries mensais

  • Future State: Batman/Superman, de Gene Luen Yang e Ben Oliver
  • Future State: Catwoman, de Ram V. e Otto Schmidt
  • Future State: Harley Quinn, de Stephanie Phillips e Simone Di Meo
  • Future State: Nightwing, de Andrew Constant e Nicola Scott
  • Future State: Robin Eternal, de Meghan Fitzmartin e Eddy Barrow
DC-Future-State-SupermanBatman-Catwoman-HarleyQuinn-Nightwing-RobinEternal-DCComics

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Família Superman

Devido ao seu envolvimento em uma crise internacional que acontecerá em um futuro próximo, Clark Kent foi rejeitado pela Terra, fazendo com que ele concentrasse seus esforços de salvamento fora de sua casa adotiva. Ele viaja para Mundo Bélico, para subir na hierarquia do combate de gladiadores, a fim de derrotar Mongul com a ajuda de alguns heróis improváveis. De volta a Metrópolis, o filho de Clark, Jon, assumiu o manto de Superman. Depois de ver os horrores que se abateram sobre Gotham, ele engarrafa Metrópolis para mantê-la segura, o que o coloca em conflito com a Supergirl.

Conectando os dois super títulos de Future State: Superman, Shilo Norman, o homem conhecido como Senhor Milagre, encontra-se preso entre a cidade em que cresceu e o planeta devastado por batalhas que poderia ser sua ruína.

Enquanto isso, na floresta amazônica, Yara Flor é escolhida para ser a nova Mulher-Maravilha. Anos mais tarde, os novos Superman e Mulher-Maravilha unem forças para salvar suas cidades em uma nova equipe de super-heróis como o mundo nunca viu.

Antologias

Future State: Superman of Metropolis #1-2

  • Superman of Metropolis, de Sean Lewis e John Timms
  • The Guardian, de Sean Lewis e Cully Hamner
  • Mister Miracle, de Brandon Easton e Valentine De Landro

Future State: Superman: Worlds of War #1-4

  • Superman: Worlds of War, de Phillip Kennedy Johnson e Mikel Janin
  • Midnighter, de Becky Cloonan, Michael W. Conrad e Gleb Melnikov
  • Black Racer, de Jeremy Adams e Siya Oum
  • Mister Miracle, de Brandon Easton e Valentine De Landro

Future State: Immortal Wonder Woman #1-2

  • Immortal Wonder Woman, de Becky Cloonan, Michael W. Conrad e Jen Bartel
  • Nubia, de L.L. McKinney, Alitha E. Martinez e Mark Morales
DC-Future-State-SupermanOfMetropolis-WorldsOfWar-ImmortalWonderWoman-DCComics

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Minisséries mensais e edições especiais

  • Future State: House of El, de Phillip Kennedy Johnson e Scott Godlewski (edição especial – Fevereiro)
  • Future State: Kara Zor-El | Superwoman, de Marguerite Bennett e Marguerite Sauvage
  • Future State: Legion of Super-Heroes, de Brian Michael Bendis e Riley Rossmo
  • Future State: Superman/Wonder Woman, de Dan Watters e Leila del Duca
  • Future State: Superman vs. Imperious Lex, de Mark Russell e Steve Pugh (minissérie em 3 edições, com término em março)
  • Future State: Wonder Woman, de Joëlle Jones
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Família Liga da Justiça

Um fio de grande mudança percorre os heróis da Liga da Justiça: uma nova Liga é construída sobre identidades secretas (até mesmo entre si), mas um antigo e evoluído inimigo usará esses segredos para tentar derrubar o mundo. Para os heróis sobrenaturais da Liga da Justiça Dark, a própria estrutura da realidade mudou e os heróis estão sendo caçados.

Para Flash, Shazam e os Jovens Titãs, tudo começa quando os Quatro Corredores do Apocalipse desencadeiam o inferno em uma batalha na Academia Titã. Barry Allen é isolado da Força de Aceleração, um Wally West controlado pela Fome pode estar além de qualquer salvação, e Billy Batson faz um acordo com o diabo que mudará o Shazam para sempre.

Fora do mundo, John Stewart e os Lanternas Verdes restantes estão presos na sombra de uma bateria descarregada; Jackson Hyde e Andy Curry são separados pela galáxia; e Amanda Waller executa seu plano final com um novo, mas assustadoramente familiar, Esquadrão Suicida na Terra-3.

No final dos tempos, o Monstro do Pântano revela sua verdadeira intenção, governando supremo até que um remanescente da humanidade lance uma rebelião, e Adão Negro olha para o passado como a única forma de salvar o futuro do Multiverso.

Antologias

Future State: Justice League #1-2

  • Justice League, de Joshua Williamson e Robson Rocha
  • Justice League Dark, de Ram V. e Marcio Takara

Future State: Green Lantern #1-2

  • Last Lanterns, de Geoffrey Thorne e Tom Raney
  • Tales of the Green Lantern Corps, de Josie Campbell, Ryan Cady e Ernie Altbacker, com Sami Basri e Clayton Henry

Future State: Suicide Squad #1-2

  • Suicide Squad, de Robbie Thompson e Javi Fernandez
  • Black Adam, de Jeremy Adams e Fernando Pasarin
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Minisséries mensais

  • Future State: Aquaman, de Brandon Thomas e Daniel Sampere
  • Future State: The Flash, de Brandon Vietti e Dale Eaglesham
  • Future State: Teen Titans, de Tim Sheridan e Rafa Sandoval
  • Future State: SHAZAM!, de Tim Sheridan e Eduardo Pansica
  • Future State: Swamp Thing, de Ram V e Mike Perkins
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Esses serão os títulos da nova investida da DC Comics. O que você achou deles? Deixe seu comentário e aguarde mais novidades sobre a DC Comics aqui no Multiversos. 

Lembrando que esse lançamento da editora se inicia no próximo ano mas, por enquanto, apenas nos EUA. Aqui no Brasil levará mais um tempo para que comecemos a acompanhar a série, através das publicações da Editora Panini, responsável pelos títulos da DC Comics no Brasil.

Adquira grandes histórias da DC Comics para ler AQUI.


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HQs | Livros

Batman – Ano Zero | O nascimento do homem-morcego

Scott Snyder e Greg Capullo são os responsáveis pela mais recente visão sobre o início de carreira do maior vigilante de Gotham.

Cleyton Souza

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Batman-Ano-Zero-Scott-Snyder-Greg-Capullo
Arte: Greg Capullo | Cores: Fco Plascencia

Enquanto aguardamos ansiosos pelo o novo filme do nosso querido vigilante encapuzado, The Batman, trago a você uma boa dica de HQ: Batman – Ano Zero.

Antes de mais nada, tenho que explicar um pequeno contexto:

Todos nós sabemos que em 2011 a DC Comics realizou um reboot que deu origem aos Novos 52, reboot onde as origens dos heróis foram recriadas. Inicialmente, não havia sido proposta uma nova origem para o Batman, mas isso acabou acontecendo em 2013.

Então, como “alterar” o passado do Batman sem acabar por completo com tudo o que já foi estabelecido para o personagem?

É aí que entram os trabalhos de Scott Snyder e Greg Capullo, apresentando uma nova visão para os primeiros meses do Cavaleiro das Trevas.

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O Início

Batman – Ano Zero conta a história de um jovem Bruce Wayne que, após a morte dos pais, passou anos desaparecido e retorna a sua cidade natal, Gotham City, com o propósito de acabar com a sua criminalidade.

Mesmo antes de se torna o Batman, Bruce patrulhou as ruas assumindo uma série de disfarces e seu objetivo inicial era acabar com a Gangue do Capuz Vermelho, um bando de criminosos que se utilizava do anonimato para espalhar o crime e o medo por toda a cidade. O grupo assumia um perfil de sigilo onde nem os próprios integrantes sabiam a identidade dos membros da gangue, e eram todos liderados pelo Capuz Vermelho Um.

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– Astronauta: Parallax | Crítica da HQ so selo Graphic MSP (Sem Spoilers)

Após uma série de tentativas e fracassos em deter a gangue, Bruce descobre as cavernas embaixo da mansão e, então, percebe o que era preciso fazer para vencer a criminalidade. Na verdade, quem ele precisava se tornar. Assim dava-se início as primeiras aparições do homem-morcego.

No entanto, a prova de fogo ainda estava por vir, quando um criminoso genial conhecido como Charada toma o controle de Gotham, lançando-a na escuridão. Foi aí que o jovem Bruce precisou mostrar todas as suas habilidades. E é aí onde realmente nasce o Batman.

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O HQ funciona bem como uma história de origem, mostrando parte do treinamento de Bruce pelo mundo, inclusive, mostrando que ele aprendeu a dirigir no Rio de Janeiro. Apresenta também o início da relação dele com vários personagens importantes como, Jim Gordon, Lucius Fox e, principalmente, Alfred. Sem falar que é um bom ponto de partida para quem quer começar a ler essa nova leva de quadrinhos da DC Comics (Novos 52 e Renascimento).

Então, se você está animado para assistir The Batman, confere antes essa HQ, quem sabe você não pega alguma referência no longa.

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HQs | Livros

Astronauta: Parallax | Crítica (Sem Spoilers)

Confira a nossa crítica de Astronauta: Parallax, do autor Danilo Beyruth, quinto volume do personagem dentro do selo Graphic MSP.

Jean Sinclair

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Arte: Danilo Beyruth

” A Paralaxe é utilizada, na astronomia, para definir a diferença na posição aparente de um objeto visto por observadores que se encontram em locais diferenciados.”
Fonte: Infoescola

Danilo Beyruth chegou onde nenhum outro autor do selo Graphic MSP ousou. Ter um quinto álbum dentro do selo é, sim, atingir um patamar que poucos autores nacionais conseguiriam. Aqui o autor conta, mais uma vez, com a palheta de Cris Peter, que soma forças com Brendda Maria e Marina Garcia também nas cores.

Nessa quinta parte da space opera do personagem criado por Maurício de Sousa, o Astronauta Pereira, juntamente com a Isabel (ver Astronauta: Assimetria), correm em busca de descobrir onde estão os pais da menina, o Astronauta e a Rita de outra realidade, que também seguem na mesma busca. Além disso, aqui entra mais um elemento nessa busca, um terceiro Astronauta que, diferente das outras versões, move-se por motivos egoístas.

A maior sensação que essa edição traz é a de constante corrida contra o tempo. Os três núcleos da história estão sempre em movimento. Essas ações levam os personagens a descobertas importantes, e aqui preciso citar algo que percebi: cronologia. Astronauta: Parallax já exigirá que você tenha lido todas as edições anteriores do personagem dentro desse selo, e até mesmo outras, como as do Capitão Feio, para uma melhor compreensão dessa trama.

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A adição do terceiro Astronauta deixa as coisas mais complexas e perigosas, e essa sensação de perigo é constante em todos os núcleos graças às escolhas acertadas de roteiro que surgem como um espelho do momento atual no país.

A arte do Danilo aqui tem uma clara escolha por quadros maiores, com um grid de página bem tradicional e 5-6 quadros por página. É uma edição de arte mais limpa e direta se comparada a grandiosidade vertical de Assimetria ou a sujeira e caos apertado de Entropia. As cores, aqui produzidas pela equipe de arte capitaneada pela Cris Peter, são competentes e sempre trabalham lado a lado com a arte do Danilo.

Astronauta: Parallax é o meio de um caminho. Um novo capítulo que acrescenta mais elementos ao grande prisma narrativo que nasceu pequeno e intimista em Astronauta: Magnetar, teve seu tamanho máximo em Astronauta: Assimetria e agora segue com tudo rumo ao sexto (e derradeiro, será?) álbum do personagem e que mostra que cada leitor possui uma “parallax” muito particular nessa jornada. Qual é a sua?

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