Mulher-Maravilha (2017) | Análise (COM Spoilers) - Multiversos
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Mulher-Maravilha (2017) | Análise (COM Spoilers)

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Olá, galera que acompanha o Multiversos.

Espero que vocês já tenham visto Mulher-Maravilha e também já tenham lido o nosso texto SEM SPOILERS. Caso não, leia aqui antes de continuar.

O texto a seguir contém SPOILERS do filme. Caso não tenha visto ainda, é melhor ver o filme antes… Ou siga, por conta e risco.

Fica registrado aqui o nosso agradecimento à equipe do Shopping RioMar Fortaleza, à rede Cinépolis e ao pessoal da Cinema&Vídeo pelo convite para a sua sessão especial para convidados de Mulher-Maravilha.

O roteiro de Allan Heinberg (de O.C. , Jovens Vingadores e o próprio gibi da Mulher-Maravilha) baseado em idéias preliminares de Zack Snyder (Sucker Punch) e Jason Fuchs (Pan) é um claro exemplo de um roteiro de origem. Linear, simples e direto, a trama começa bem, com um prólogo estabelecendo a personagem hoje, como curadora de arte greco-romana no Louvre, em Paris. De cara, uma referência na placa do carro forte da Industrias Wayne, o “JL” na placa, deixando claro que esse é um assunto da Liga da Justiça com a entrega da foto original que a Diana procurava. O roteiro corrige uma bola fora de Batman v Superman. Em seqüência, Diana relembra de suas origens, começando em sua infância em Themyscira.

Total jus ao nome “Ilha Paraíso”.

A ilha onde residem as amazonas segue bem a estrutura tradicional dos quadrinhos. Brilhante, solar, cheia de vida. Sua arquitetura segue mais a de uma vila antiga do que as estruturas gigantes clássicas como os antigos senados ou escolas retratados nas artes gregas. Os adornos dourados acertam dentro da cidade, acertam também por serem circulares, assim dando personalidade e suavidade, mesmo variando de pequenos e sutis até as gigantes espirais na sala do trono. As ruas mostram bem como uma cidade à beira de um penhasco e de frente pro mar é quase um forte também. Como as locações na Itália são bastante vivas de verde, usarem o contraste com tons quentes de laranja e marrom foi um acerto, desde as construções até as roupas das Amazonas.

 

 

 

 

 

 

 

Todo o vestuário das amazonas é um espetáculo. Variando dos ocres ao bege das guerreiras, indo do branco ao azul claro para as acompanhantes e tutoras de Diana. As cores denotam bem as funções de cada moradora da ilha. Outro item visual são as armaduras. Leves e práticas, sendo que, quanto maior a hierarquia militar, mais trabalhada e detalhada o torso é, e adotando tiras e saiotes abertos nas pernas pra deixá-las livres e sem nunca cair no fanservice. Aqui um ponto claro de se ver, a câmera do filme enaltece o movimento, mas nunca foca em ângulos expositivos gratuitos. Atente também para as tiaras e capacetes de cada uma delas, claramente demonstrando hierarquia e função dentro desse sistema. Completando, somente a tiara da Antíope possui a estrela, dando-a a qualidade de maior posição e somente as roupas da Hipólita possuí a águia no peito, desde o corsete de couro com o decote no formato, quanto a armadura dela também tem o símbolo e somando ambas, temos o uniforme da Mulher-Maravilha: com azul e vermelho, cores exclusivas da realeza, e a águia dourada somada à tiara de melhor guerreira.

O primeiro ato, em Themyscira, é perfeito. Indo com o crescimento da Diana, sendo apresentada aos mitos e histórias. É lindo e elegante ver a escolha de usarem a estética de pinturas Renascentistas e Barrocas para os flashbacks, inspiradas em especial de quadros de Rembrandt e Jean Jaques Louis David. É compreensível narrativamente que os deuses gregos desse universo estarem mortos, pois esse será um dos papeis dos heróis desse universo. Atente em especial para como toda a cena em que os Deuses aparecem, tirando Zeus e Ares, os enquadramentos dão destaques para Poseidon e seu tridente, claramente ligando-o com um certo personagem aquático da Liga.

O treinamento secreto com Antíope, a vontade juvenil de aventura – em desagrado com Hipólita – marcam bem a rebeldia adolescente, ao mesmo tempo que botam em cheque a origem de Diana que, num primeiro momento, é contada como sendo uma criança nascida do barro, mas Antíope deixa no ar que há algo a mais guardado.

O fato de Diana ser mais poderosa que as outras Amazonas, como fica claro na sua luta com Antíope, é uma referência clara à fase moderna escrita por Brian Azzarello.


A chegada de Steve Trevor na ilha é perfeita e simples, e a adição da luta com a marinha alemã da Primeira Guerra Mundial foi excelente porque mostrou uma bela luta das amazonas. Algo que preciso falar dessa cena é que li alguns textos questionando quanto ao navio alemão, que desaparece em cena, porém fica claro e é mostrado várias vezes em segundo plano o navio afundando, o que pressupõe como Themyscira nunca havia sido descoberta antes pelo mundo dos homens. A luta funciona bem para apresentar a ingênua Diana o conceito de morte, com ela conseguindo ver a trajetória da bala que atinge uma amazona presa a uma corda, e também o de sacrifício, quando Antíope toma um tiro para salvá-la. Vale um parabéns por mostrar os relacionamentos amorosos também, quando Menallipe corre em desespero para ver Antíope, deixando claro, e de forma muito delicada, a relação amorosa das duas.

Diferindo dos quadrinhos, aqui não há um torneio para ver que vai ajudar o mundo dos homens. No filme, Diana aceita o chamado interior de ajudar os necessitados e pega escondido os itens sagrados: o laço, o escudo e a espada – matadora de deuses, antes citados nos contos de Hipólita, e por último a armadura, sutilmente escondida pelo enquadramento.

O roteiro acerta bem em já deixar claro a dinâmica entre Steve e Diana, mostrando como ambos aprendem um com o outro, numa boa relação de respeito e humor.

Esse ato fecha muito bem com Diana e Steve indo embora de barco e Hipolita se despedindo da filha, mas não sem antes alertá-la dos perigos do mundo dos homens e dando-lhe a tiara de Antíope, assim completando o seu treinamento como amazona e dando-lhe o posto de símbolo maior de Themyscira.

 

 

 

 

 

Bônus para a excelente cena do barco, com textos afiados e precisos e para o flashback de Steve, onde nos são apresentados a missão de Steve, como espião infiltrado no front alemão, que rouba os planos do da Dra. Isabel Maru, a Dra. Veneno e do General Ludendorff, vilões da trama e que serão mais explorados no segundo ato.

LONDRES e A GUERRA

O Segundo ato começa com um momento no front alemão, durante a visita de Ludendorff a Dra. Maru e a descoberta do novo gás, que dá superforça a quem o usa. Os vilões são personagens simples e com papel fixo. Ludendorff como indivíduo realmente maligno e Dra. Maru como uma cientista corrompida mas que se apega mais à descoberta e sucesso do trabalho do que a ser maléfica.

Corta pra Steve e Diana chegando em Londres, com a ajuda de um rebocador (o roteiro sempre tem essas sacadas sutis no texto).  A adaptação de Diana ao mundo dos homens é mostrada com um humor sutil e cheio de diálogos bem colocados, como quando ela é apresentado pra Etta Candy e fala sobre escravidão, ou quanto vai tirando o manto escuro e chega a mostrar os ombros antes de Etta e o Trevor correrem para impedi-la. Há aqui referência ao número 226 de Mulher-Maravilha, última edição escrita por Greg Rucka e edição anterior à fase do Heinberg, e os momentos inspirados em Superman do Richard Donner, como a cena do beco.

Londres é mostrada como o exato oposto de Themyscira. Escura e suja, azulada e cinza com altas torres como a ponte de Cambdrige e os prédios da cidade. Sempre cheia e movimentada. Mesmo assim, Diana mostra encantamento em descobrir esse mundo. É a apreciação do novo mesmo sendo diferente. Steve aos poucos a insere nesse universo e Diana à sua maneira se insere nele. Assim ambos constroem aumentam os laços que possuem.

O roteiro também não se exime de mostrar como era a posição e visão da mulher na sociedade do início do século XX, com os homens estranhando, e até hostilizando, Diana e Steve tentando se virar com a situação. Nesses momentos, Diana certeiramente se impunha, seja assumindo postura simples em ajudar, como na leitura do diário da Dra. Maru, ou no momento em que ela esbraveja contra a decisão de não interferência dos generais da coalizão dos aliados. Diana não os difere por serem homens, mas por suas decisões acovardadas. Nesse momento o texto acerta por mostrar que Steve também é uma pessoa a frente do seu tempo, por decidir seguir em frente com seus planos de infiltrar-se e parar os planos da nova fábrica de gás, mesmo contrariando seus superiores.

Quando Steve procura aliados, somos apresentados ao futuro grupo da guerra. O Árabe Sameer, um especialista em infiltração e dominante de várias línguas, aqui tendo uma boa sacada contra a Diana, e ao Escocês Charlie, o franco-atirador bebarrão. O grupo é ajudado secretamente por Sir Patrick, a liderança dos aliados, que confia e acredita nos planos de Steve.

Ao chegar na front de guerra belga, uma pausa pro sorvete (um easter egg que é péssimo no quadrinho mas que aqui funcionou muito bem) o grupo se completa com o Indígena Americano Chief, vendedor de itens na guerra. O grupo mostra entrosamento com pequenos e certeiros momentos, como o diálogo entre Diana e Chief, onde ele mostra com uma frase todo o mal que o homem branco trouxe aos Índios com um simples “o povo dele” e um dedo apontado para Steve, enquanto Charlie é atormentado por seus demônios internos nos seus pesadelos.

Outro grande momento é como o filme apresenta os males da guerra. Aproveitando-se ao máximo do que uma censura PG-13 (aqui 12 anos) pode mostrar, o filme deixa claro o quanto se perde numa guerra, com o povo e os soldados sofrendo, a terra devastada é mostrada de forma clara e simples, sem rodeios.

No meio desse caos é que Diana se encontra. No seu papel de ajudar o necessitado, de fazer a coisa certa na hora certa. O UDC e o cinema ganharam uma cena espetacular e que será lembrada. Diana mostrando-se completa no campo e batalha. O fotografia marca bem o soltar de cabelo, a retirada do manto de cima da roupa e, ao colocar a tiara e subir a escada, ela aparece plena e só vai crescendo como personagem. Diana inspira os soldados a seguir em frente e tanto ela quanto Steve e o seu grupo avançam, sempre um completando o outro.

As cenas de luta, aqui com a Patty Jenkins tendo auxilio do Zack Snyder é acerto incrível. O Slow Motion ajuda e marca bem o ritmo da luta. Aqui é o que eu chamo do Snyder certeiro. Aquele que sabe coreografar lutas com maestria e, sim… a Diana é mostrada como a excelente lutadora que é.

http://youtu.be/klidfZG9oZQ

Com o final dessa cena, o segundo ato, ao meu ver se estende mais do que deveria. Olhando isoladamente, a cena do quarto com Steve e Diana, e a seqüência na festa do Castelo, funcionam, dão mais espaço para os atores brilharem e mais densidade aos personagens, até mesmo pra trazer a dúvida na Diana e no Steve se o Gen. Ludendorff é mesmo o Ares. Mas, mesmo assim, poderiam ser retiradas sem maiores problemas narrativos e terem deixado só até a dança na neve entre os protagonistas, e reestruturado a cena do castelo, deixando somente o momento da discussão entre o grupo para ver quem entraria no castelo. E, claro, a cena da vila morta pelo experimento do Ludendorf, que é excelente e que leva para o ato final do filme.

Outra cena estranha foi a matança dos lideres alemães por Ludendorff e a Dra. Maru. Ali os personagens ficam extremamente caricatos e com direito a risadinhas de vilão do Batman 66. Destoou um pouco.

Ares

Com a ajuda de Chief, Diana consegue encontrar a base onde Ludendorff e a Dra. Maru estão produzindo as bombas com de gás. Diana chega primeiro, luta com Ludendorff e vence, matando-o, porque ela acreditava que ele era a encarnação de Ares. Porém, nada acontece com a morte dele e a ingenuidade de Diana começa a cair diante da realidade. O dialogo entre ela e Steve, a seguir, a deixa com mais dúvidas e Steve deixa claro que a humanidade é que tem ambos os problemas, que Ares talvez não seja o vetor da Guerra, e que a humanidade é que, na maioria das vezes, é a catalisadora de sua própria ruína, mas que independente disso, ele iria parar as bombas, porque era a coisa certa a fazer.

É nesse momento de dúvida e fraqueza que nos é mostrado o verdadeiro Ares: Sir Patrick. Pessoalmente gostei de ser surpreendido aqui, e vendo em retrospecto, faz sentido, porque Sir Patrick sempre mexeu os pauzinhos para as coisas irem acontecendo, sempre guiando as ações e mais influenciando do que agindo. Pequenas liberdades foram tomadas aqui, com Ares se intitulando “O Deus das Verdades” (na mitologia essa é uma característica de Apolo), comandando os raios (atributo de Zeus) e tentando seduzir Diana para acabar com humanidade e ambos serem os únicos moradores de um novo Elísio, algo que me incomodou um pouco por fugir bastante dos quadrinhos e da mitologia, mas que narrativamente dentro do filme funciona pelo caráter de mostrar uma divindade louca e destrutiva. Outro ponto que me incomodou foi a “armadura” do Ares, com design paupérrimo de flandes colados, tentando ser realista num momento desnecessário.

Aqui é explicada a origem real da Diana, que ela realmente é a filha de Zeus e Hipólita, assim servindo como salva guarda para o caso Ares voltar. Mais uma vez é utilizado o material do Azzarello como base nesse momento e a origem clássica fica sendo apenas uma lenda contada para esconder a verdade de Diana.

Segue-se em paralelo com Steve e seu pessoal se infiltrando na base e descobrindo que as bombas são pra destruir Londres e eles conseguem chegar ao avião. Nesse meio tempo, Ares e Diana começam a lutar, intercalando luta física com raios e explosões, o que não fica tão bom como as lutas anteriores, mas funciona.

Assim, quando Diana e Steve se reencontram no meio da luta, o filme faz a boa sacada de deixar Diana “surda” e assim o publico também, então Steve sobe no avião carregado de bombas, não sem antes lhe entregar o seu relógio.

Nesse momento, o filme utiliza bem o clichê do sacrifício novamente, com Steve explodindo o avião no ar para evitar uma catástrofe em terra e assim evitar a morte dos que estão em Terra, cumprindo a sua parte da missão e salvando os que estão em Londres.

Subjugada por Ares, que mesmo lutando continua a tentá-la a passar para o seu lado, Diana sucumbe à raiva e destrói toda a base, e com isso Ares joga a sua carta final, pondo a Dra. Maru aos pés de Diana que, em fúria, ergue um tanque para jogar sobre a Dra.. Ai vem a boa sacada, Diana entende que Steve havia falado para ela salvar o mundo, parando Ares enquanto ele salva o dia parando o avião, e terminando com um “Eu te amo”.

Muitos estão acusando esse momento de piegas. Eu não acho. Lutar por acreditar no amor e no bem da humanidade é uma característica da personagem e utilizar isso aqui deu certo.

Por fim, Diana derrota Ares dominado os raios que ele utilizava. Sim, a luta final derrapa. Faltou aquela pegada mais crua das lutas anteriores. Eu credito isso mais à uma limitação dos atores, afinal David Thewlis já não é mais tão jovem e nem tão em forma assim, e decidiram focar mais nos poderes. Não é ruim, mas poderia ter ido por um caminho melhor. O final com o sol raiando e o pessoal se abraçando marcam as palavras de Diana sobre o fim da guerra e tem mais valor simbólico do que de atuação mesmo.

Visualmente mais escuro e mais simples, o terceiro ato é bem mais pobre visualmente do que os anteriores, não por ser um set único, mas por certas escolhas visuais como já citei.

O epílogo mostra o fim da guerra e o luto por Steve. O filme fecha com Diana reforçando a sua escolha de ajudar a humanidade, por agora ver o bem e o mal existente no interior das pessoas e por saber que fazer o bem ao próximo é o que importa.

Mulher-Maravilha é um acerto bem-vindo e necessário. Como todo filme, tem suas qualidades e defeitos, e busquei analisar a obra da melhor forma possível. O mais importante de tudo: o filme foi o acerto necessário para reanimar e realinha o novo Universo DC nos cinemas. E que realmente sirva de inspiração para que as obras da Warner sigam um caminho melhor como o mostrado aqui.

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‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ apresenta o caminho que o DCEU deveria seguir!

A versão de Zack Snyder para a Liga da Justiça tem tudo o que o DCEU precisaria para ter um futuro de sucesso nos cinemas nos próximos anos!

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Divulgação: HBO Max

O SnyderCut de Liga da Justiça foi, durante muito tempo, apenas um sonho dos fãs e do seu diretor. Agora, pouco mais de 3 anos depois do lançamento de Liga da Justiça nos cinemas, a verdadeira versão do longa poderá ser conferida: Liga da Justiça de Zack Snyder é a versão definitiva em longa metragem dos maiores heróis da DC Comics.

Sinopse
Em Liga da Justiça de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.


Liga da Justiça de Joss Whedon (2017)

Como já foi dito ali no início, a Liga da Justiça já havia ganho uma versão cinematográfica em 2017. Isso aconteceu depois de Zack Snyder ser afastado do projeto (utilizando a trágica morte de sua filha, Autumn, como desculpa), pelos muitas vezes errôneos executivos da Warner Bros., e todo o seu material foi entregue nas mãos de Joss Whedon.

Whedon fez o que lhe foi pedido: emulou a fórmula Marvel, inserindo piadas a todo momento e saturando a colorização do longa, e deu um outro caminho ao material original de Zack Snyder, infelizmente.

E… Deu no que deu. Um filme simplório. Com roteiro que sofre com as mudanças e inserções de Whedon, que não casam com a proposta original do longa, e personagens que viraram motivo de chacota nas telonas. Nada mais, nada menos, que um filme regular. Sem coração.

Liga da Justiça de Zack Snyder

Depois da bem sucedida campanha dos fãs, a #ReleaseTheSnyderCut, Zack Snyder foi convidado a finalizar seu projeto para, finalmente, poder entregar aos fãs a sua visão do longa. E, possivelmente, ter a sua despedida do DCEU.

Para você que pretende assistir à Liga da Justiça de Zack Snyder, fica aqui um aviso: logo no início do filme, e durante alguns outros momentos, você vai pensar: “mas… eu já vi TUDO isso antes…”, e realmente viu. Como já disse aqui, todo o material filmado originalmente pelo diretor foi entregue ao seu substituto, e muito deste conteúdo foi usado em seu filme de 2017.

A base estrutural do filme é, logicamente, a mesma. Porém, como Whedon tinha o objetivo de “mudar” o enredo de Snyder, a forma como as coisas acontecem no longa podem até parecerem as mesmas, mas os gatilhos e consequências, quando vistos completamente, dão outro sentimento à trama.

Por exemplo, a chegada do Lobo da Estepe (Steppenwolf) está aqui, como esteve em 2017, mas o personagem agora tem motivos mais profundos para agir como age. A origem do Cyborg também está presente, da mesma forma, inclusive, mas o herói cresce tanto na versão de Snyder que faz jus ao que o diretor sempre disse sobre o personagem: “Cyborg é o coração do meu filme“.

Isso, goste você ou não, já era algo esperado. Era impossível pensar uma versão de Zack Snyder para o filme sem as cenas que o diretor já havia gravado anteriormente.

Dito isto, é preciso ressaltar: por mais que Liga da Justiça de Zack Snyder pareça o mesmo filme da Liga da Justiça de 2017, não se engane, este é um OUTRO filme!

Snyder se utiliza do longo tempo que tem disponível em tela para estruturar uma história coesa, mais densa e, por mais estranho e contraditório que pareça, com um pouco da leveza que lhe era cobrada anteriormente. Entenda, o clima sombrio dado filtro sépia, agregado às cenas slow motion, característicos do diretor em seus filmes anteriores no DCEU, estão lá. Entretanto, o que move os seus personagens aqui é, acima de tudo, a esperança, e isso faz muita diferença no contexto de mundo apresentado até agora.

Até a segunda hora do filme parece que o longa não tem nada de novo para lhe apresentar. Mesmo a inserção das cenas extras parecem não tirar do expectador a impressão de que estamos revendo tudo de novo, agora só inserindo uns pedacinhos a mais de cenas e “mudando as coisas de lugar”. Isso persiste até que temos o momento em que o clima do longa começa a dar uma guinada e você sente que o filme começa a ganhar uma cara própria.

A visão de Snyder para sua Liga da Justiça é muito mais generosa com seus heróis que a versão anterior. Aqui temos um desenvolvimento claro para cada um dos seus personagens, obviamente privilegiando os personagens que estão sendo apresentados ao universo DC dos cinemas “agora”.

Isso tudo é notório com o crescimento do plot do Cyborg, que é absurdamente maior e melhor em relação à 2017, do Flash, e do Aquaman, que nos dá vislumbres de elementos que já vimos no seu filme que se passou depois de Liga da Justiça, cronologicamente falando (e, não, aquela imagem/estátua que você verá não é a mesma do filme do Momoa. É apenas isso, uma estátua  😉 ).

O Batman de Ben Affleck perde o perfil piadista da versão anterior e volta a ser a base estrutural da Liga. A Diana de Gal Gadot é o braço direito do Batman e se mostra a guerreira amazona que todos amamos e queremos em combate, que entra na luta para matar ou morrer. O Aquaman de Jason Momoa perde o ar galhofeiro e se apresenta como o brucutu que resolve o problema. Impossível não pensar em como se sairia Jason Momoa no papel de Lobo. O Superman de Henry Cavill é o que menos muda da versão de 2017 da Liga, ficando à cargo da famosa roupa preta a mudança mais gritante no personagem.

Flash e Cyborg são os que mais crescem na versão de Snyder de sua Liga. O velocista de Ezra Miller ganha mais profundidade na sua apresentação, mantém-se como alívio cômico, mas tem muito mais importância no desenvolvimento e resolução dos problemas do que antes. O Cyborg de Ray Fisher é uma das partes mais importantes do longa, e é notório como a direção privilegia a apresentação do personagem, por saber que os outros membros do grupo já tinham longas próprios previstos no DCEU.

Além disso, a batalha final do longa é nada menos que épica, realmente! Cada parte da Liga se mostra importante e necessária para o desfecho do filme. Ninguém ali está “sobrando”.

Tudo de Liga da Justiça é melhor na versão de Zack Snyder em relação à versão de 2017. Nem a trilha sonora de Danny Elfman, que é muito boa e emula temas já clássicos dos longas da DC em alguns momentos, consegue superar a trilha de Junkie XL, aplicada nesta versão.

Se há um ponto de destaque, na minha opinião, na versão Whedon em relação à versão de Snyder, é apenas aquela introdução. Eu, particularmente, gosto daquele início.

De filme para série… e de volta para filme

Algo a destacar aqui é, na minha opinião, mais um erro da Warner Bros., dessa vez em relação à forma escolhida para lançar o SnyderCut. O longa de 4h02 é estruturado em forma de capítulos por ter, anteriormente, sido preparado para um lançamento como uma série dentro da plataforma da HBO Max.

A escolha por lançar todo o material de uma vez é excelente para os fãs, que saciam a sua sede pelo conteúdo de uma vez por todas. Mas, para a HBO Max, enquanto um serviço de streaming, soa para mim como sendo uma péssima decisão. É impossível negar que, em um momento de pandemia, onde muitos estão trancados em casa por conta dos riscos do Covid-19, lançar a Liga da Justiça de Zack Snyder como uma série renderia um hype de, pelo menos, 2 meses ao serviço de streaming.

Obviamente que existia o risco de, ao ver o material pouco a pouco, o público começar com reclamações como: “estamos revendo, semanalmente, o que já vimos em 2017”, uma vez que o impacto do conteúdo geral é melhor absorvido ao ser consumido de uma só vez, e com isso teríamos um hype negativo. Este pode ser, sim, o risco que a HBO Max não quis correr. Mas, a impressão que tenho é que a Warner Bros. quer finalizar o quanto antes o seu ciclo com Zack Snyder, e a melhor forma para isso é aplacar a ânsia dos fãs rapidamente, esperando que, em pouco tempo, o seu trabalho deixe de movimentar as redes sociais para que o estúdio possa seguir com seus planos para o DCEU sem sofrer backlash por parte dos fãs do trabalho do visionário.

Conclusão

Liga da Justiça de Zack Snyder mostra que, contrariamente ao que era bradado pelos haters do trabalho do diretor, Snyder conhece do universo onde estava colocando suas mãos. O diretor consegue, em apenas um filme, inserir 3 novos heróis de forma bem agradável, apresentar um desafio relevante e emplacar toda uma estrutura que poderia reverberar nos filmes seguintes do DCEU, dando a base para o futuro próximo da franquia. Mas, diferente do que parte do público, e da Warner, queriam, o diretor pretendia montar todo esse universo com calma, sem pressa, e sem tentar replicar a fórmula da Marvel Studios nos cinemas.

O DCEU, nascido nas mãos de Zack Snyder em Man of Steel, ganha como a nova versão de Liga da Justiça um norte absurdamente grandioso e que, com certeza, mobilizará novamente os fãs para que o movimento #RestoreTheSnyderVerse consiga trazer o diretor para estar verdadeiramente a frente do universo DC nos cinemas.

Feliz ou infelizmente, o que move os planos da indústria cinematográfica é o dinheiro. Então, se você é fã do Universo Estendido da DC, e gostaria de vê-lo seguindo esse caminho, considere assistir ao longa nas plataformas oficiais de lançamento.

Onde assistir?

O filme estará disponível a partir das 5h da madrugada (horário de Brasília) do dia 18 de Março.

Plataformas digitais exclusivamente para aluguel:

Apple TV, Claro, Google Play, Microsoft, Playstation, Sky, Uol Play, Vivo e WatchBr.


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Filmes

Oscar 2021 | Conheça os indicados desse ano!

Conheça os indicados à maior premiação do cinema mundial em 2021!

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Oscar 2021
Divulgação: The Academy

Aconteceu na manhã de hoje, 15/03, o anúncio dos indicados pela Academia ao Oscar 2021.

Os indicados são:

Melhor filme

  • “Meu pai”
  • “Judas e o messias negro”
  • “Mank”
  • “Minari”
  • “Nomadland”
  • “Bela vingança”
  • “O som do silêncio”
  • Os 7 de Chicago

Melhor atriz

  • Viola Davis – “A voz suprema do blues”
  • Andra Day – “The United States vs. Billie Holiday”
  • Vanessa Kirby – “Pieces of a woman”
  • Frances McDormand – “Nomadland”
  • Carey Mulligan – “Bela vingança”

Melhor direção

  • Thomas Vinterberg – “Druk – Mais uma rodada”
  • David Fincher – “Mank”
  • Lee Isaac Chung – “Minari”
  • Chloé Zhao – “Nomadland”
  • Emerald Fennell – “Bela vingança”

Melhor atriz coadjuvante

  • Maria Bakalova – “Borat: Fita de Cinema Seguinte
  • Glenn Close – “Era uma vez um sonho”
  • Olivia Colman – “Meu pai”
  • Amanda Seyfried – “Mank”
  • Yuh-Jung Youn – “Minari”

Melhor figurino

  • “Emma”
  • “A voz suprema do blues”
  • “Mank”
  • “Mulan”
  • “Pinóquio”

Melhor trilha sonora

  • “Destacamento blood”
  • “Mank”
  • “Minari”
  • “Relatos do mundo”
  • Soul

Melhor roteiro adaptado

Melhor roteiro original

  • “Judas e o Messias negro”
  • “Minari”
  • “Bela vingança”
  • “O som do silêncio”
  • Os 7 de Chicago

Melhor curta de animação

  • “Burrow”
  • “Genius Loci”
  • “If anything happens I love you”
  • “Opera”
  • “Yes people”

Melhor curta-metragem em live action

  • “Feeling through”
  • “The letter room'”
  • “The present”
  • “Two distant strangers”
  • “White Eye”

Melhor ator coadjuvante

  • Sacha Baron Cohen – “Os 7 de Chicago
  • Daniel Kaluuya – “Judas e o messias negro”
  • Leslie Odom Jr. – “Uma noite em Miami
  • Paul Raci – “O som do silêncio”
  • Lakeith Stanfield – “Judas e o messias negro”

Melhor documentário

  • “Collective”
  • “Crip camp”
  • “The mole agent”
  • “My octopus teacher”
  • “Time”

Melhor documentário de curta-metragem

  • “Collete”
  • “A concerto is a conversation”
  • “Do not split”
  • “Hunger ward”
  • “A love song for Natasha”

Melhor filme internacional

  • “Another round” (Dinamarca)
  • “Betther days” (Hong Kong)
  • “Collective” (Romênia)
  • “The man who sold his skin” (Tunísia)
  • “Quo vadis, Aida?” (Bósnia e Herzegovina)

Melhor mixagem de som

  • “Greyhound: Na mira do inimigo”
  • “Mank”
  • “Relatos do mundo”
  • “Soul”
  • “O som do silêncio”

A 93º cerimônia de premiação do Oscar 2021 acontecerá no dia 25 de abril.


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Filmes

Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Warner anuncia novo reboot para Superman e projeto já está está na ponta da agulha e nas mãos de JJ Abrams.

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superman_reboot

Semana cheia de novidades para os fãs do Superman & CIA.

Essa semana foi apresentada a nova Supergirl do DCEU, que vai aparecer no filme solo The Flash. Sasha Calle foi a escolha feita após uma busca cansativa para escolha da prima do filho de Krypton. Confira no vídeo:

Além disso, tivemos a boa estreia da nova série Superman & Lois com Tyler Hoechlin e Bitsie Tulloch dando picos de audiência.

++Leia Mais:
– Homem-Aranha 3 tem subtítulo oficial finalmente divulgado: ‘No Way Home’
– Batman mergulha no mundo de ‘FORTNITE’

Novo Superman nos Cinemas?

Não bastassem essas ótimas notícias para a família Super da DC, hoje, dia 26, a Warner lança mais uma bomba para o nosso final de semana… É oficial! JJ Abrams está trabalhando em um novo filme do Superman!

Jeffrey Jacob Abrams é um escritor, diretor e produtor de cinema e televisão dos Estados Unidos.

Após muitos rumores a Warner Media tornou isso oficial. Abrams está com a batuta nas mãos e produzirá um novo filme do Azulão. O roteiro está nas mão do escritor Ta-Nehisi Coates. O filme está ainda sem enredo e nada mais de definições.

Coates comentou que “ser convidado para o DC Extended Universe pela Warner Bros., DC Films e Bad Robot é uma honra” e que “estou ansioso para adicionar de forma significativa ao legado do herói mítico mais icônico da América”.

Abrams falou com confiança que há mais histórias a serem contadas sobre Superman:

“Existe uma história nova, poderosa e comovente do Superman que ainda pode ser contada. Não poderíamos estar mais entusiasmados em trabalhar com o brilhante Sr. Coates para ajudar a levar essa história para a tela grande e estamos muito gratos à equipe da Warner Bros. pela oportunidade.”

Considerando que Henry Cavill já está ocupado com The Witcher, da Netflix, é difícil saber se ele terá como retornar ao papel.

Há algum tempo é cogitação de levar para os cinemas um Superman Negro. Acredita-se que este projeto possa estar em andamento já há alguns anos, e que Michael B. Jordan, teria conversado com a Warner sobre o projeto anos antes, possa ter comprado a ideia e movido seus pauzinhos para que ele mesmo possa fazer o papel. Será que vai rolar?

Até o momento não existem mais detalhes sobre o projeto, mas fique ligado para mais novidades!


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Monster Hunter | Milla Jovovich de volta ao mundo dos videogames!

Em mais uma adaptação de um jogo da Capcom, Milla Jovovich e Tony Jaa enfrentam monstros gigantes e mortais.

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Divulgação: Sony

Monster Hunter, marca o retorno do diretor e também roteirista, Paul W.S. Anderson, ao mundo dos videogames nos cinemas e mais uma vez o diretor escolhe adaptar uma franquia da Capcom.

A Tenente Artemis (Milla Jovovic) e seu time partem em busca de resgatar uma equipe desaparecida, quando acabam sendo transportados para um mundo misterioso, que possui monstros gigantes. Artemis precisa encontrar como retornar ao seu mundo com a ajuda do Caçador (Tony Jaa).

Anderson é um criador que fez uma longeva carreira trabalhando com adaptações de jogos de videogames, do hoje cultuado Mortal Kombat (1995) à cine-série Resident Evil, onde teve como atriz principal Mila Jovovich. Anderson é um autor amado e odiado. Enquanto alguns odeiam as suas obras por nunca seguirem com fidelidade o material base, outros adoram o seu cinema explosivo e alucinado, cheio de pirotecnias e efeitos especiais. Ele também faz filmes baratos em sua produção gerarem rios de dinheiro, o que acaba sempre abrindo novas portas para o seu trabalho.

Aqui em Monster Hunter ele não foge em nada de seus trabalhos prévios. Os personagens são jogados na trama e, com exceção de Artemis e do Caçador, o restante do elenco tem somente funções narrativas e incorporam estereótipos padrões desse tipo de enredo. Dá pra fazer um bingo de quem é cada um em tela (a latina, o negro, o asiático, o canastrão, o sisudo e etc. e etc. …) e como eles vão morrer e fechar a cartela rapidinho.

A história é básica e simples. Protagonista surge, tem um desafio, surgem os conflitos e temos uma resolução. Com uma estrutura de atos que acaba apressada em seu inicio e segue em constante velocidade o tempo todo, com pequenos respiros para alguma cena expositiva, até o seu final. Os diálogos são fraquíssimos, e dá até para adivinhar alguns segundos antes deles surgirem em tela. O clima do longa muda o tempo todo, nunca se decidindo se é um suspense, um filme de guerra, um horror splatter ou um filme de ação alucinada.

Monster Hunter praticamente não possuí trilha sonora, focando-se mais na edição de som ultra barulhenta e exagerada, que oscila entre silêncios e explosões ensurdecedoras numa fração de segundos. Segundos esses que estão na edição nervosa e picotada que é utilizada nas cenas de ação. Nenhum take dura mais do que 3-5 segundos. Deu até para brincar de contar nos dedos… 1, 2, 3, corta… 1, 2, 3, 4, corta. Esse recurso acaba deixando as cenas tão frenéticas quanto ilegíveis durante a projeção. Essa edição acaba fazendo com que o filme seja sempre acelerado e esteja sempre em movimento.

monster-hunter

O design de produção oscila em aproveitar bem as locações físicas, gerando até um alívio nos olhos, o que já difere quando o CGI é usado em tela. Os figurinos são bregas, mas que funcionam devido o clima do filme também ser assim. A fotografia do filme é o seu melhor elemento técnico, mesmo quando usa indiscriminadamente takes panorâmicos, sem que eles possuam função narrativa coerente, ou quando tenta explorar emoções inexistentes num close dos monstros de CGI. Os efeitos visuais são práticos e bem utilizados nas criaturas, mas há momentos que as coisas derrapam feio, como personagens flutuando ou descolados demais da cena.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica de Angry Birds 2
– Leia também a nossa análise de Sonic – O Filme

Sobre a adaptação em si, eu confesso não ser um jogador inveterado da franquia, mas sei que um dos grandes charmes do jogo é enorme gama de fauna e flora que os mundos de Monster Hunter possuem. Isso praticamente foi limado do filme por escolhas narrativas claras e até mesmo pelo curto orçamento, que fica evidente em alguns momentos, e somente alguns poucos e famosos monstros aparecem em tela.

Milla Jovovich já faz esse tipo de papel no automático e seu diretor, e também marido, não a força em momento algum à sair de sua zona de conforto. Tony Jaa acaba sendo carismático devido à sua simplicidade. Ron Pearlman conseguiu o prêmio de pior peruca/penteado que eu já vi em um filme e o restante do elenco é praticamente um easter egg em tela e, ah… procurem a brasileira Nanda Costa no filme. Se piscarem, perdem a participação dela.

Monster Hunter é um filme com o DNA de Paul W. S. Anderson. Barulhento, exagerado, pouco reverente ao seu material fonte e com um fiapo de enredo. Eu já sabia exatamente o que o novo filme traria, e até consegui encontrar um valor de entretinimento no longa, que tem potencial de agradar espectadores casuais e fãs de longa data do diretor, mas que fará pessoas mais exigentes e fãs do jogos saírem insatisfeitas da sessão.

Ah… há um cena extra dentro dos créditos finais.


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Homem-Aranha 3 tem subtítulo oficial finalmente divulgado: ‘No Way Home’

Terceiro longa de Tom Holland como o Homem-Aranha do MCU ganhou o seu subtítulo no Twitter oficial da franquia.

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Após uma série de brincadeiras quanto ao subtítulo do próximo filme do aracnídeo, Homem-Aranha 3 ganha a tão esperada “segunda linha” de seu nome: No Way Home.

A divulgação se deu no twitter oficial do longa. Confira:

O longa traz mais uma vez Tom Holland como o Peter Parker/Homem-Aranha e retorna com os atores dos filmes anteriores Zendaya, Marisa Tomei e Jacob Batalon. A produção fica a cargo de Kevin Feige e Amy Pascal, e a direção segue com Jon Watt no comando.

O maior destaque do longa, pelo menos até aqui, é o retorno de Jamie Foxx, de O Espetacular Homem-Aranha 2, revivendo o vilão Electro; e de Alfred Molina, de Homem-Aranha 2, como o Doutor Octopus.

SpiderMan: No Way Home (algo como “Homem-Aranha: Sem Caminho Para Casa”), promete ter link direto com as consequências do atual sucesso do Disney+, WandaVision, e com o vindouro Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, por isso Benedict Cumberbatch também estará no longa.

++Leia Mais:
– RUMOR | Tobey Maguire e Andrew Garfield em negociações para ‘Homem-Aranha 3’
– Doutor Estranho terá papel importante em Homem-Aranha 3

Ontem, 23/02, os atores do longa haviam lançado em suas redes sociais diferentes versões do nome do filme. Como compartilhamos em nosso Twitter:

SpiderMan: No Way Home tem previsão de estreia para 17 de dezembro.


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RUMOR | Jennifer Lawrence poderá viver Sue Storm no reboot de Quarteto Fantástico

Novo rumor aponta que Jennifer Lawrence se juntou ao elenco de Quarteto Fantástico do Marvel Studios, provavelmente como Sue Storm

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Será que teremos em Jennifer Lawrence a nossa Sue Storm para o longa do Quarteto Fantástico?

De acordo com o Daily Telegraph da Austrália, em matéria replicada no The Daily Mail, a atriz ganhadora do Oscar, Jennifer Lawrence, irá se juntar ao elenco do reboot de Quarteto Fantástico da Marvel Studios.

De acordo com outros sites o site Murphys Multiverse, responsável pela informação de ambas as fontes, teria tentado entrar em contato com a Disney mas não obteve respostas.

Se os rumores vierem a se confirmar, e a entrada de Lawrence no MCU for real, podemos estar diante do casting de Sue Storm, a Mulher Invisível, esposa de Reed Richards. A personagem já foi interpretada nos cinemas por Jessica Alba.

Quarteto Fantástico será dirigido por Jon Watts, que está trabalhando em Homem-Aranha 3, e ainda não há qualquer previsão de estreia.

++Leia Mais:
– Marvel Studios anuncia longa do Quarteto Fantástico
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney


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Mortal Kombat | Confira o primeiro trailer legendado

O mais mortal torneio pelo destino da Terra está de volta com o remake de Mortal Kombat para os cinemas, que estreia em abril de 2021.

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A New Line Cinema apresenta Mortal Kombat, uma aventura inédita inspirada na bem-sucedida franquia de videogames que, mais recentemente, teve um dos lançamentos de jogos de maior êxito da história, Mortal Kombat 11. O filme é dirigido pelo premiado diretor comercial australiano Simon McQuoid, que faz sua estreia como diretor de cinema, e produzido por James Wan (filmes do universo “Invocação do Mal”, “Aquaman”), Todd Garner (“No Olho do Tornado”, “Te Peguei!”), McQuoid e E. Bennett Walsh (“MIB: Homens de Preto – Internacional”, “O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro”).

Em Mortal Kombat, o lutador de MMA Cole Young, acostumado a apanhar por dinheiro, não faz ideia da herança que carrega – ou por que o Imperador da Exoterra, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um criomancer de outro mundo, para exterminar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole sai em busca de Sonya Blade por recomendação de Jax, um major das Forças Especiais que tem a mesma estranha marca de nascença na forma de dragão que Cole. Logo, ele se encontra no templo do Lorde Raiden, um Deus Ancião e protetor do reino da Terra, que acolhe aqueles que ostentam a marca. Lá, Cole treina com os experientes guerreiros Liu Kang, Kung Lao e o mercenário vigarista Kano, à medida que se prepara para enfrentar, ao lado dos maiores campeões da Terra, inimigos oriundos da Exoterra em uma arriscada batalha pelo universo. Contudo, será que ele treinará o bastante para desbloquear sua arcana — o imenso poder que existe dentro de sua alma – a tempo não só de salvar sua família, mas também de vencer a Exoterra de uma vez por todas?

O elenco internacional diverso reflete a natureza mundial da marca, com talentos do mundo do cinema, televisão e artes marciais, incluindo Lewis Tan (“Deadpool 2”, da série da Netflix “Wu Assassins”), como Cole Young; Jessica McNamee (“Megatubarão”), como Sonya Blade; Josh Lawson (“O Escândalo”), como Kano; Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), como Lorde Raiden; Mehcad Brooks (da série de TV “Supergirl”), como Jackson “Jax” Bridges; Ludi Lin (“Aquaman”), como Liu Kang; com Chin Han (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), como Shang Tsung; Joe Taslim (“Star Trek: Sem Fronteiras”), como Bi-Han e Sub-Zero; e Hiroyuki Sanada (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), como Hanzo Hasashi e Scorpion. Também participam Max Huang, como Kung Lao; Sisi Stringer, como Mileena; Matilda Kimber, como Emily Young; e Laura Brent, como Allison Young.

++Leia Mais:
– Reboot de Mortal Kombat para os cinemas apresenta suas primeiras imagens
– Warner Bros. anuncia seus filmes para 2021

McQuoid dirige o filme a partir de um roteiro escrito por Greg Russo e Dave Callaham (“Mulher-Maravilha 1984”), a partir de uma história criada por Oren Uziel (“Mortal Kombat: Rebirth”) e Russo com base no videogame criado por Ed Boon e John Tobias. Richard Brener, Dave Neustadter, Victoria Palmeri, Michael Clear, Jeremy Stein e Larry Kasanoff foram os produtores executivos. Para trazer essa propriedade incrivelmente popular às telas, McQuoid contou com uma equipe de cineastas australianos e americanos, incluindo o diretor de fotografia Germain McMicking (“True Detective”, “Top of the Lake: China Girl”), o desenhista de produção Naaman Marshall (“Ameaça Profunda”, “O Criado”), os editores Dan Lebental (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Scott Gray (“Top of the Lake”, “Daffodils”), o supervisor de efeitos visuais Chris Godfrey (“Até o Último Homem”) e a figurinista Cappi Ireland (“Lion – Uma Jornada Para Casa”, “The Rover – A Caçada”). A música foi criada por Benjamin Wallfisch (“Blade Runner 2049”, filmes “It – A Coisa”).

A New Line Cinema apresenta “Mortal Kombat”, uma produção da Atomic Monster/Broken Road Production.

O filme tem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros em de 15 abril de 2021 e será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures.


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Primeiro trailer oficial de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ é lançado

O diretor Zack Snyder, apresentou hoje ao mundo o primeiro trailer oficial de sua Liga da Justiça. E o resultado é FENOMENAL!

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E, finalmente, os fãs da visão de Zack Snyder para o DCEU da Warner Bros. podem ver um pouco mais da sua verdadeira Liga da Justiça!

Depois do seu afastamento do projeto do filme da Liga da Justiça em decorrência de problemas familiares, e da idiotice de alguns dos grandes acionistas da Warner, Zack Snyder retornou à direção do longa para mostrar a sua verdadeira história e, possivelmente, dar um desfecho ao seu projeto dentro do DCEU. O primeiro trailer oficial você pode conferir abaixo:

Liga da Justiça de Zack Snyder será lançado em 18 de março na plataforma da HBO Max.

++Leia Mais:
– HBO Max | Serviço de streaming chega ao Brasil em junho, confira o vídeo de anúncio
– Zack Snyder revela o visual do Caçador de Marte em sua ‘Liga da Justiça’


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