Mulher-Maravilha (2017) | Análise (COM Spoilers) - Multiversos
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Mulher-Maravilha (2017) | Análise (COM Spoilers)

Jean Sinclair

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Olá, galera que acompanha o Multiversos.

Espero que vocês já tenham visto Mulher-Maravilha e também já tenham lido o nosso texto SEM SPOILERS. Caso não, leia aqui antes de continuar.

O texto a seguir contém SPOILERS do filme. Caso não tenha visto ainda, é melhor ver o filme antes… Ou siga, por conta e risco.

Fica registrado aqui o nosso agradecimento à equipe do Shopping RioMar Fortaleza, à rede Cinépolis e ao pessoal da Cinema&Vídeo pelo convite para a sua sessão especial para convidados de Mulher-Maravilha.

O roteiro de Allan Heinberg (de O.C. , Jovens Vingadores e o próprio gibi da Mulher-Maravilha) baseado em idéias preliminares de Zack Snyder (Sucker Punch) e Jason Fuchs (Pan) é um claro exemplo de um roteiro de origem. Linear, simples e direto, a trama começa bem, com um prólogo estabelecendo a personagem hoje, como curadora de arte greco-romana no Louvre, em Paris. De cara, uma referência na placa do carro forte da Industrias Wayne, o “JL” na placa, deixando claro que esse é um assunto da Liga da Justiça com a entrega da foto original que a Diana procurava. O roteiro corrige uma bola fora de Batman v Superman. Em seqüência, Diana relembra de suas origens, começando em sua infância em Themyscira.

Total jus ao nome “Ilha Paraíso”.

A ilha onde residem as amazonas segue bem a estrutura tradicional dos quadrinhos. Brilhante, solar, cheia de vida. Sua arquitetura segue mais a de uma vila antiga do que as estruturas gigantes clássicas como os antigos senados ou escolas retratados nas artes gregas. Os adornos dourados acertam dentro da cidade, acertam também por serem circulares, assim dando personalidade e suavidade, mesmo variando de pequenos e sutis até as gigantes espirais na sala do trono. As ruas mostram bem como uma cidade à beira de um penhasco e de frente pro mar é quase um forte também. Como as locações na Itália são bastante vivas de verde, usarem o contraste com tons quentes de laranja e marrom foi um acerto, desde as construções até as roupas das Amazonas.

 

 

 

 

 

 

 

Todo o vestuário das amazonas é um espetáculo. Variando dos ocres ao bege das guerreiras, indo do branco ao azul claro para as acompanhantes e tutoras de Diana. As cores denotam bem as funções de cada moradora da ilha. Outro item visual são as armaduras. Leves e práticas, sendo que, quanto maior a hierarquia militar, mais trabalhada e detalhada o torso é, e adotando tiras e saiotes abertos nas pernas pra deixá-las livres e sem nunca cair no fanservice. Aqui um ponto claro de se ver, a câmera do filme enaltece o movimento, mas nunca foca em ângulos expositivos gratuitos. Atente também para as tiaras e capacetes de cada uma delas, claramente demonstrando hierarquia e função dentro desse sistema. Completando, somente a tiara da Antíope possui a estrela, dando-a a qualidade de maior posição e somente as roupas da Hipólita possuí a águia no peito, desde o corsete de couro com o decote no formato, quanto a armadura dela também tem o símbolo e somando ambas, temos o uniforme da Mulher-Maravilha: com azul e vermelho, cores exclusivas da realeza, e a águia dourada somada à tiara de melhor guerreira.

O primeiro ato, em Themyscira, é perfeito. Indo com o crescimento da Diana, sendo apresentada aos mitos e histórias. É lindo e elegante ver a escolha de usarem a estética de pinturas Renascentistas e Barrocas para os flashbacks, inspiradas em especial de quadros de Rembrandt e Jean Jaques Louis David. É compreensível narrativamente que os deuses gregos desse universo estarem mortos, pois esse será um dos papeis dos heróis desse universo. Atente em especial para como toda a cena em que os Deuses aparecem, tirando Zeus e Ares, os enquadramentos dão destaques para Poseidon e seu tridente, claramente ligando-o com um certo personagem aquático da Liga.

O treinamento secreto com Antíope, a vontade juvenil de aventura – em desagrado com Hipólita – marcam bem a rebeldia adolescente, ao mesmo tempo que botam em cheque a origem de Diana que, num primeiro momento, é contada como sendo uma criança nascida do barro, mas Antíope deixa no ar que há algo a mais guardado.

O fato de Diana ser mais poderosa que as outras Amazonas, como fica claro na sua luta com Antíope, é uma referência clara à fase moderna escrita por Brian Azzarello.


A chegada de Steve Trevor na ilha é perfeita e simples, e a adição da luta com a marinha alemã da Primeira Guerra Mundial foi excelente porque mostrou uma bela luta das amazonas. Algo que preciso falar dessa cena é que li alguns textos questionando quanto ao navio alemão, que desaparece em cena, porém fica claro e é mostrado várias vezes em segundo plano o navio afundando, o que pressupõe como Themyscira nunca havia sido descoberta antes pelo mundo dos homens. A luta funciona bem para apresentar a ingênua Diana o conceito de morte, com ela conseguindo ver a trajetória da bala que atinge uma amazona presa a uma corda, e também o de sacrifício, quando Antíope toma um tiro para salvá-la. Vale um parabéns por mostrar os relacionamentos amorosos também, quando Menallipe corre em desespero para ver Antíope, deixando claro, e de forma muito delicada, a relação amorosa das duas.

Diferindo dos quadrinhos, aqui não há um torneio para ver que vai ajudar o mundo dos homens. No filme, Diana aceita o chamado interior de ajudar os necessitados e pega escondido os itens sagrados: o laço, o escudo e a espada – matadora de deuses, antes citados nos contos de Hipólita, e por último a armadura, sutilmente escondida pelo enquadramento.

O roteiro acerta bem em já deixar claro a dinâmica entre Steve e Diana, mostrando como ambos aprendem um com o outro, numa boa relação de respeito e humor.

Esse ato fecha muito bem com Diana e Steve indo embora de barco e Hipolita se despedindo da filha, mas não sem antes alertá-la dos perigos do mundo dos homens e dando-lhe a tiara de Antíope, assim completando o seu treinamento como amazona e dando-lhe o posto de símbolo maior de Themyscira.

 

 

 

 

 

Bônus para a excelente cena do barco, com textos afiados e precisos e para o flashback de Steve, onde nos são apresentados a missão de Steve, como espião infiltrado no front alemão, que rouba os planos do da Dra. Isabel Maru, a Dra. Veneno e do General Ludendorff, vilões da trama e que serão mais explorados no segundo ato.

LONDRES e A GUERRA

O Segundo ato começa com um momento no front alemão, durante a visita de Ludendorff a Dra. Maru e a descoberta do novo gás, que dá superforça a quem o usa. Os vilões são personagens simples e com papel fixo. Ludendorff como indivíduo realmente maligno e Dra. Maru como uma cientista corrompida mas que se apega mais à descoberta e sucesso do trabalho do que a ser maléfica.

Corta pra Steve e Diana chegando em Londres, com a ajuda de um rebocador (o roteiro sempre tem essas sacadas sutis no texto).  A adaptação de Diana ao mundo dos homens é mostrada com um humor sutil e cheio de diálogos bem colocados, como quando ela é apresentado pra Etta Candy e fala sobre escravidão, ou quanto vai tirando o manto escuro e chega a mostrar os ombros antes de Etta e o Trevor correrem para impedi-la. Há aqui referência ao número 226 de Mulher-Maravilha, última edição escrita por Greg Rucka e edição anterior à fase do Heinberg, e os momentos inspirados em Superman do Richard Donner, como a cena do beco.

Londres é mostrada como o exato oposto de Themyscira. Escura e suja, azulada e cinza com altas torres como a ponte de Cambdrige e os prédios da cidade. Sempre cheia e movimentada. Mesmo assim, Diana mostra encantamento em descobrir esse mundo. É a apreciação do novo mesmo sendo diferente. Steve aos poucos a insere nesse universo e Diana à sua maneira se insere nele. Assim ambos constroem aumentam os laços que possuem.

O roteiro também não se exime de mostrar como era a posição e visão da mulher na sociedade do início do século XX, com os homens estranhando, e até hostilizando, Diana e Steve tentando se virar com a situação. Nesses momentos, Diana certeiramente se impunha, seja assumindo postura simples em ajudar, como na leitura do diário da Dra. Maru, ou no momento em que ela esbraveja contra a decisão de não interferência dos generais da coalizão dos aliados. Diana não os difere por serem homens, mas por suas decisões acovardadas. Nesse momento o texto acerta por mostrar que Steve também é uma pessoa a frente do seu tempo, por decidir seguir em frente com seus planos de infiltrar-se e parar os planos da nova fábrica de gás, mesmo contrariando seus superiores.

Quando Steve procura aliados, somos apresentados ao futuro grupo da guerra. O Árabe Sameer, um especialista em infiltração e dominante de várias línguas, aqui tendo uma boa sacada contra a Diana, e ao Escocês Charlie, o franco-atirador bebarrão. O grupo é ajudado secretamente por Sir Patrick, a liderança dos aliados, que confia e acredita nos planos de Steve.

Ao chegar na front de guerra belga, uma pausa pro sorvete (um easter egg que é péssimo no quadrinho mas que aqui funcionou muito bem) o grupo se completa com o Indígena Americano Chief, vendedor de itens na guerra. O grupo mostra entrosamento com pequenos e certeiros momentos, como o diálogo entre Diana e Chief, onde ele mostra com uma frase todo o mal que o homem branco trouxe aos Índios com um simples “o povo dele” e um dedo apontado para Steve, enquanto Charlie é atormentado por seus demônios internos nos seus pesadelos.

Outro grande momento é como o filme apresenta os males da guerra. Aproveitando-se ao máximo do que uma censura PG-13 (aqui 12 anos) pode mostrar, o filme deixa claro o quanto se perde numa guerra, com o povo e os soldados sofrendo, a terra devastada é mostrada de forma clara e simples, sem rodeios.

No meio desse caos é que Diana se encontra. No seu papel de ajudar o necessitado, de fazer a coisa certa na hora certa. O UDC e o cinema ganharam uma cena espetacular e que será lembrada. Diana mostrando-se completa no campo e batalha. O fotografia marca bem o soltar de cabelo, a retirada do manto de cima da roupa e, ao colocar a tiara e subir a escada, ela aparece plena e só vai crescendo como personagem. Diana inspira os soldados a seguir em frente e tanto ela quanto Steve e o seu grupo avançam, sempre um completando o outro.

As cenas de luta, aqui com a Patty Jenkins tendo auxilio do Zack Snyder é acerto incrível. O Slow Motion ajuda e marca bem o ritmo da luta. Aqui é o que eu chamo do Snyder certeiro. Aquele que sabe coreografar lutas com maestria e, sim… a Diana é mostrada como a excelente lutadora que é.

http://youtu.be/klidfZG9oZQ

Com o final dessa cena, o segundo ato, ao meu ver se estende mais do que deveria. Olhando isoladamente, a cena do quarto com Steve e Diana, e a seqüência na festa do Castelo, funcionam, dão mais espaço para os atores brilharem e mais densidade aos personagens, até mesmo pra trazer a dúvida na Diana e no Steve se o Gen. Ludendorff é mesmo o Ares. Mas, mesmo assim, poderiam ser retiradas sem maiores problemas narrativos e terem deixado só até a dança na neve entre os protagonistas, e reestruturado a cena do castelo, deixando somente o momento da discussão entre o grupo para ver quem entraria no castelo. E, claro, a cena da vila morta pelo experimento do Ludendorf, que é excelente e que leva para o ato final do filme.

Outra cena estranha foi a matança dos lideres alemães por Ludendorff e a Dra. Maru. Ali os personagens ficam extremamente caricatos e com direito a risadinhas de vilão do Batman 66. Destoou um pouco.

Ares

Com a ajuda de Chief, Diana consegue encontrar a base onde Ludendorff e a Dra. Maru estão produzindo as bombas com de gás. Diana chega primeiro, luta com Ludendorff e vence, matando-o, porque ela acreditava que ele era a encarnação de Ares. Porém, nada acontece com a morte dele e a ingenuidade de Diana começa a cair diante da realidade. O dialogo entre ela e Steve, a seguir, a deixa com mais dúvidas e Steve deixa claro que a humanidade é que tem ambos os problemas, que Ares talvez não seja o vetor da Guerra, e que a humanidade é que, na maioria das vezes, é a catalisadora de sua própria ruína, mas que independente disso, ele iria parar as bombas, porque era a coisa certa a fazer.

É nesse momento de dúvida e fraqueza que nos é mostrado o verdadeiro Ares: Sir Patrick. Pessoalmente gostei de ser surpreendido aqui, e vendo em retrospecto, faz sentido, porque Sir Patrick sempre mexeu os pauzinhos para as coisas irem acontecendo, sempre guiando as ações e mais influenciando do que agindo. Pequenas liberdades foram tomadas aqui, com Ares se intitulando “O Deus das Verdades” (na mitologia essa é uma característica de Apolo), comandando os raios (atributo de Zeus) e tentando seduzir Diana para acabar com humanidade e ambos serem os únicos moradores de um novo Elísio, algo que me incomodou um pouco por fugir bastante dos quadrinhos e da mitologia, mas que narrativamente dentro do filme funciona pelo caráter de mostrar uma divindade louca e destrutiva. Outro ponto que me incomodou foi a “armadura” do Ares, com design paupérrimo de flandes colados, tentando ser realista num momento desnecessário.

Aqui é explicada a origem real da Diana, que ela realmente é a filha de Zeus e Hipólita, assim servindo como salva guarda para o caso Ares voltar. Mais uma vez é utilizado o material do Azzarello como base nesse momento e a origem clássica fica sendo apenas uma lenda contada para esconder a verdade de Diana.

Segue-se em paralelo com Steve e seu pessoal se infiltrando na base e descobrindo que as bombas são pra destruir Londres e eles conseguem chegar ao avião. Nesse meio tempo, Ares e Diana começam a lutar, intercalando luta física com raios e explosões, o que não fica tão bom como as lutas anteriores, mas funciona.

Assim, quando Diana e Steve se reencontram no meio da luta, o filme faz a boa sacada de deixar Diana “surda” e assim o publico também, então Steve sobe no avião carregado de bombas, não sem antes lhe entregar o seu relógio.

Nesse momento, o filme utiliza bem o clichê do sacrifício novamente, com Steve explodindo o avião no ar para evitar uma catástrofe em terra e assim evitar a morte dos que estão em Terra, cumprindo a sua parte da missão e salvando os que estão em Londres.

Subjugada por Ares, que mesmo lutando continua a tentá-la a passar para o seu lado, Diana sucumbe à raiva e destrói toda a base, e com isso Ares joga a sua carta final, pondo a Dra. Maru aos pés de Diana que, em fúria, ergue um tanque para jogar sobre a Dra.. Ai vem a boa sacada, Diana entende que Steve havia falado para ela salvar o mundo, parando Ares enquanto ele salva o dia parando o avião, e terminando com um “Eu te amo”.

Muitos estão acusando esse momento de piegas. Eu não acho. Lutar por acreditar no amor e no bem da humanidade é uma característica da personagem e utilizar isso aqui deu certo.

Por fim, Diana derrota Ares dominado os raios que ele utilizava. Sim, a luta final derrapa. Faltou aquela pegada mais crua das lutas anteriores. Eu credito isso mais à uma limitação dos atores, afinal David Thewlis já não é mais tão jovem e nem tão em forma assim, e decidiram focar mais nos poderes. Não é ruim, mas poderia ter ido por um caminho melhor. O final com o sol raiando e o pessoal se abraçando marcam as palavras de Diana sobre o fim da guerra e tem mais valor simbólico do que de atuação mesmo.

Visualmente mais escuro e mais simples, o terceiro ato é bem mais pobre visualmente do que os anteriores, não por ser um set único, mas por certas escolhas visuais como já citei.

O epílogo mostra o fim da guerra e o luto por Steve. O filme fecha com Diana reforçando a sua escolha de ajudar a humanidade, por agora ver o bem e o mal existente no interior das pessoas e por saber que fazer o bem ao próximo é o que importa.

Mulher-Maravilha é um acerto bem-vindo e necessário. Como todo filme, tem suas qualidades e defeitos, e busquei analisar a obra da melhor forma possível. O mais importante de tudo: o filme foi o acerto necessário para reanimar e realinha o novo Universo DC nos cinemas. E que realmente sirva de inspiração para que as obras da Warner sigam um caminho melhor como o mostrado aqui.

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Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Warner anuncia novo reboot para Superman e projeto já está está na ponta da agulha e nas mãos de JJ Abrams.

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Semana cheia de novidades para os fãs do Superman & CIA.

Essa semana foi apresentada a nova Supergirl do DCEU, que vai aparecer no filme solo The Flash. Sasha Calle foi a escolha feita após uma busca cansativa para escolha da prima do filho de Krypton. Confira no vídeo:

Além disso, tivemos a boa estreia da nova série Superman & Lois com Tyler Hoechlin e Bitsie Tulloch dando picos de audiência.

++Leia Mais:
– Homem-Aranha 3 tem subtítulo oficial finalmente divulgado: ‘No Way Home’
– Batman mergulha no mundo de ‘FORTNITE’

Novo Superman nos Cinemas?

Não bastassem essas ótimas notícias para a família Super da DC, hoje, dia 26, a Warner lança mais uma bomba para o nosso final de semana… É oficial! JJ Abrams está trabalhando em um novo filme do Superman!

Jeffrey Jacob Abrams é um escritor, diretor e produtor de cinema e televisão dos Estados Unidos.

Após muitos rumores a Warner Media tornou isso oficial. Abrams está com a batuta nas mãos e produzirá um novo filme do Azulão. O roteiro está nas mão do escritor Ta-Nehisi Coates. O filme está ainda sem enredo e nada mais de definições.

Coates comentou que “ser convidado para o DC Extended Universe pela Warner Bros., DC Films e Bad Robot é uma honra” e que “estou ansioso para adicionar de forma significativa ao legado do herói mítico mais icônico da América”.

Abrams falou com confiança que há mais histórias a serem contadas sobre Superman:

“Existe uma história nova, poderosa e comovente do Superman que ainda pode ser contada. Não poderíamos estar mais entusiasmados em trabalhar com o brilhante Sr. Coates para ajudar a levar essa história para a tela grande e estamos muito gratos à equipe da Warner Bros. pela oportunidade.”

Considerando que Henry Cavill já está ocupado com The Witcher, da Netflix, é difícil saber se ele terá como retornar ao papel.

Há algum tempo é cogitação de levar para os cinemas um Superman Negro. Acredita-se que este projeto possa estar em andamento já há alguns anos, e que Michael B. Jordan, teria conversado com a Warner sobre o projeto anos antes, possa ter comprado a ideia e movido seus pauzinhos para que ele mesmo possa fazer o papel. Será que vai rolar?

Até o momento não existem mais detalhes sobre o projeto, mas fique ligado para mais novidades!


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Monster Hunter | Milla Jovovich de volta ao mundo dos videogames!

Em mais uma adaptação de um jogo da Capcom, Milla Jovovich e Tony Jaa enfrentam monstros gigantes e mortais.

Jean Sinclair

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Divulgação: Sony

Monster Hunter, marca o retorno do diretor e também roteirista, Paul W.S. Anderson, ao mundo dos videogames nos cinemas e mais uma vez o diretor escolhe adaptar uma franquia da Capcom.

A Tenente Artemis (Milla Jovovic) e seu time partem em busca de resgatar uma equipe desaparecida, quando acabam sendo transportados para um mundo misterioso, que possui monstros gigantes. Artemis precisa encontrar como retornar ao seu mundo com a ajuda do Caçador (Tony Jaa).

Anderson é um criador que fez uma longeva carreira trabalhando com adaptações de jogos de videogames, do hoje cultuado Mortal Kombat (1995) à cine-série Resident Evil, onde teve como atriz principal Mila Jovovich. Anderson é um autor amado e odiado. Enquanto alguns odeiam as suas obras por nunca seguirem com fidelidade o material base, outros adoram o seu cinema explosivo e alucinado, cheio de pirotecnias e efeitos especiais. Ele também faz filmes baratos em sua produção gerarem rios de dinheiro, o que acaba sempre abrindo novas portas para o seu trabalho.

Aqui em Monster Hunter ele não foge em nada de seus trabalhos prévios. Os personagens são jogados na trama e, com exceção de Artemis e do Caçador, o restante do elenco tem somente funções narrativas e incorporam estereótipos padrões desse tipo de enredo. Dá pra fazer um bingo de quem é cada um em tela (a latina, o negro, o asiático, o canastrão, o sisudo e etc. e etc. …) e como eles vão morrer e fechar a cartela rapidinho.

A história é básica e simples. Protagonista surge, tem um desafio, surgem os conflitos e temos uma resolução. Com uma estrutura de atos que acaba apressada em seu inicio e segue em constante velocidade o tempo todo, com pequenos respiros para alguma cena expositiva, até o seu final. Os diálogos são fraquíssimos, e dá até para adivinhar alguns segundos antes deles surgirem em tela. O clima do longa muda o tempo todo, nunca se decidindo se é um suspense, um filme de guerra, um horror splatter ou um filme de ação alucinada.

Monster Hunter praticamente não possuí trilha sonora, focando-se mais na edição de som ultra barulhenta e exagerada, que oscila entre silêncios e explosões ensurdecedoras numa fração de segundos. Segundos esses que estão na edição nervosa e picotada que é utilizada nas cenas de ação. Nenhum take dura mais do que 3-5 segundos. Deu até para brincar de contar nos dedos… 1, 2, 3, corta… 1, 2, 3, 4, corta. Esse recurso acaba deixando as cenas tão frenéticas quanto ilegíveis durante a projeção. Essa edição acaba fazendo com que o filme seja sempre acelerado e esteja sempre em movimento.

monster-hunter

O design de produção oscila em aproveitar bem as locações físicas, gerando até um alívio nos olhos, o que já difere quando o CGI é usado em tela. Os figurinos são bregas, mas que funcionam devido o clima do filme também ser assim. A fotografia do filme é o seu melhor elemento técnico, mesmo quando usa indiscriminadamente takes panorâmicos, sem que eles possuam função narrativa coerente, ou quando tenta explorar emoções inexistentes num close dos monstros de CGI. Os efeitos visuais são práticos e bem utilizados nas criaturas, mas há momentos que as coisas derrapam feio, como personagens flutuando ou descolados demais da cena.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica de Angry Birds 2
– Leia também a nossa análise de Sonic – O Filme

Sobre a adaptação em si, eu confesso não ser um jogador inveterado da franquia, mas sei que um dos grandes charmes do jogo é enorme gama de fauna e flora que os mundos de Monster Hunter possuem. Isso praticamente foi limado do filme por escolhas narrativas claras e até mesmo pelo curto orçamento, que fica evidente em alguns momentos, e somente alguns poucos e famosos monstros aparecem em tela.

Milla Jovovich já faz esse tipo de papel no automático e seu diretor, e também marido, não a força em momento algum à sair de sua zona de conforto. Tony Jaa acaba sendo carismático devido à sua simplicidade. Ron Pearlman conseguiu o prêmio de pior peruca/penteado que eu já vi em um filme e o restante do elenco é praticamente um easter egg em tela e, ah… procurem a brasileira Nanda Costa no filme. Se piscarem, perdem a participação dela.

Monster Hunter é um filme com o DNA de Paul W. S. Anderson. Barulhento, exagerado, pouco reverente ao seu material fonte e com um fiapo de enredo. Eu já sabia exatamente o que o novo filme traria, e até consegui encontrar um valor de entretinimento no longa, que tem potencial de agradar espectadores casuais e fãs de longa data do diretor, mas que fará pessoas mais exigentes e fãs do jogos saírem insatisfeitas da sessão.

Ah… há um cena extra dentro dos créditos finais.


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Homem-Aranha 3 tem subtítulo oficial finalmente divulgado: ‘No Way Home’

Terceiro longa de Tom Holland como o Homem-Aranha do MCU ganhou o seu subtítulo no Twitter oficial da franquia.

Rafa-el Lima

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Após uma série de brincadeiras quanto ao subtítulo do próximo filme do aracnídeo, Homem-Aranha 3 ganha a tão esperada “segunda linha” de seu nome: No Way Home.

A divulgação se deu no twitter oficial do longa. Confira:

O longa traz mais uma vez Tom Holland como o Peter Parker/Homem-Aranha e retorna com os atores dos filmes anteriores Zendaya, Marisa Tomei e Jacob Batalon. A produção fica a cargo de Kevin Feige e Amy Pascal, e a direção segue com Jon Watt no comando.

O maior destaque do longa, pelo menos até aqui, é o retorno de Jamie Foxx, de O Espetacular Homem-Aranha 2, revivendo o vilão Electro; e de Alfred Molina, de Homem-Aranha 2, como o Doutor Octopus.

SpiderMan: No Way Home (algo como “Homem-Aranha: Sem Caminho Para Casa”), promete ter link direto com as consequências do atual sucesso do Disney+, WandaVision, e com o vindouro Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, por isso Benedict Cumberbatch também estará no longa.

++Leia Mais:
– RUMOR | Tobey Maguire e Andrew Garfield em negociações para ‘Homem-Aranha 3’
– Doutor Estranho terá papel importante em Homem-Aranha 3

Ontem, 23/02, os atores do longa haviam lançado em suas redes sociais diferentes versões do nome do filme. Como compartilhamos em nosso Twitter:

SpiderMan: No Way Home tem previsão de estreia para 17 de dezembro.


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Filmes

RUMOR | Jennifer Lawrence poderá viver Sue Storm no reboot de Quarteto Fantástico

Novo rumor aponta que Jennifer Lawrence se juntou ao elenco de Quarteto Fantástico do Marvel Studios, provavelmente como Sue Storm

Rafa-el Lima

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Será que teremos em Jennifer Lawrence a nossa Sue Storm para o longa do Quarteto Fantástico?

De acordo com o Daily Telegraph da Austrália, em matéria replicada no The Daily Mail, a atriz ganhadora do Oscar, Jennifer Lawrence, irá se juntar ao elenco do reboot de Quarteto Fantástico da Marvel Studios.

De acordo com outros sites o site Murphys Multiverse, responsável pela informação de ambas as fontes, teria tentado entrar em contato com a Disney mas não obteve respostas.

Se os rumores vierem a se confirmar, e a entrada de Lawrence no MCU for real, podemos estar diante do casting de Sue Storm, a Mulher Invisível, esposa de Reed Richards. A personagem já foi interpretada nos cinemas por Jessica Alba.

Quarteto Fantástico será dirigido por Jon Watts, que está trabalhando em Homem-Aranha 3, e ainda não há qualquer previsão de estreia.

++Leia Mais:
– Marvel Studios anuncia longa do Quarteto Fantástico
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney


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Filmes

Mortal Kombat | Confira o primeiro trailer legendado

O mais mortal torneio pelo destino da Terra está de volta com o remake de Mortal Kombat para os cinemas, que estreia em abril de 2021.

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A New Line Cinema apresenta Mortal Kombat, uma aventura inédita inspirada na bem-sucedida franquia de videogames que, mais recentemente, teve um dos lançamentos de jogos de maior êxito da história, Mortal Kombat 11. O filme é dirigido pelo premiado diretor comercial australiano Simon McQuoid, que faz sua estreia como diretor de cinema, e produzido por James Wan (filmes do universo “Invocação do Mal”, “Aquaman”), Todd Garner (“No Olho do Tornado”, “Te Peguei!”), McQuoid e E. Bennett Walsh (“MIB: Homens de Preto – Internacional”, “O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro”).

Em Mortal Kombat, o lutador de MMA Cole Young, acostumado a apanhar por dinheiro, não faz ideia da herança que carrega – ou por que o Imperador da Exoterra, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um criomancer de outro mundo, para exterminar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole sai em busca de Sonya Blade por recomendação de Jax, um major das Forças Especiais que tem a mesma estranha marca de nascença na forma de dragão que Cole. Logo, ele se encontra no templo do Lorde Raiden, um Deus Ancião e protetor do reino da Terra, que acolhe aqueles que ostentam a marca. Lá, Cole treina com os experientes guerreiros Liu Kang, Kung Lao e o mercenário vigarista Kano, à medida que se prepara para enfrentar, ao lado dos maiores campeões da Terra, inimigos oriundos da Exoterra em uma arriscada batalha pelo universo. Contudo, será que ele treinará o bastante para desbloquear sua arcana — o imenso poder que existe dentro de sua alma – a tempo não só de salvar sua família, mas também de vencer a Exoterra de uma vez por todas?

O elenco internacional diverso reflete a natureza mundial da marca, com talentos do mundo do cinema, televisão e artes marciais, incluindo Lewis Tan (“Deadpool 2”, da série da Netflix “Wu Assassins”), como Cole Young; Jessica McNamee (“Megatubarão”), como Sonya Blade; Josh Lawson (“O Escândalo”), como Kano; Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), como Lorde Raiden; Mehcad Brooks (da série de TV “Supergirl”), como Jackson “Jax” Bridges; Ludi Lin (“Aquaman”), como Liu Kang; com Chin Han (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), como Shang Tsung; Joe Taslim (“Star Trek: Sem Fronteiras”), como Bi-Han e Sub-Zero; e Hiroyuki Sanada (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”), como Hanzo Hasashi e Scorpion. Também participam Max Huang, como Kung Lao; Sisi Stringer, como Mileena; Matilda Kimber, como Emily Young; e Laura Brent, como Allison Young.

++Leia Mais:
– Reboot de Mortal Kombat para os cinemas apresenta suas primeiras imagens
– Warner Bros. anuncia seus filmes para 2021

McQuoid dirige o filme a partir de um roteiro escrito por Greg Russo e Dave Callaham (“Mulher-Maravilha 1984”), a partir de uma história criada por Oren Uziel (“Mortal Kombat: Rebirth”) e Russo com base no videogame criado por Ed Boon e John Tobias. Richard Brener, Dave Neustadter, Victoria Palmeri, Michael Clear, Jeremy Stein e Larry Kasanoff foram os produtores executivos. Para trazer essa propriedade incrivelmente popular às telas, McQuoid contou com uma equipe de cineastas australianos e americanos, incluindo o diretor de fotografia Germain McMicking (“True Detective”, “Top of the Lake: China Girl”), o desenhista de produção Naaman Marshall (“Ameaça Profunda”, “O Criado”), os editores Dan Lebental (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Scott Gray (“Top of the Lake”, “Daffodils”), o supervisor de efeitos visuais Chris Godfrey (“Até o Último Homem”) e a figurinista Cappi Ireland (“Lion – Uma Jornada Para Casa”, “The Rover – A Caçada”). A música foi criada por Benjamin Wallfisch (“Blade Runner 2049”, filmes “It – A Coisa”).

A New Line Cinema apresenta “Mortal Kombat”, uma produção da Atomic Monster/Broken Road Production.

O filme tem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros em de 15 abril de 2021 e será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures.


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Primeiro trailer oficial de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ é lançado

O diretor Zack Snyder, apresentou hoje ao mundo o primeiro trailer oficial de sua Liga da Justiça. E o resultado é FENOMENAL!

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Liga-da-Justiça-de-Zack-Snyder

E, finalmente, os fãs da visão de Zack Snyder para o DCEU da Warner Bros. podem ver um pouco mais da sua verdadeira Liga da Justiça!

Depois do seu afastamento do projeto do filme da Liga da Justiça em decorrência de problemas familiares, e da idiotice de alguns dos grandes acionistas da Warner, Zack Snyder retornou à direção do longa para mostrar a sua verdadeira história e, possivelmente, dar um desfecho ao seu projeto dentro do DCEU. O primeiro trailer oficial você pode conferir abaixo:

Liga da Justiça de Zack Snyder será lançado em 18 de março na plataforma da HBO Max.

++Leia Mais:
– HBO Max | Serviço de streaming chega ao Brasil em junho, confira o vídeo de anúncio
– Zack Snyder revela o visual do Caçador de Marte em sua ‘Liga da Justiça’


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Tom & Jerry: O Filme | Muita confusão e diversão em Nova York!

A dupla de Gato e Rato mais famosa dos desenhos animados chega aos cinemas junto com Chloë Grace Moretz para aprontar muito em Nova Iorque.

Jean Sinclair

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Tom-&-Jerry-O-Filme
Divulgação: Warner Bros.

Tom & Jerry: O Filme (2021), dirigido por Tim Story (Quarteto Fantástico) e escrito por Kevin Costelo é o mais novo filme da Warner Bros. que chegará aos cinemas.

Em seu mais novo longa metragem, a dupla estabanada acaba levando as suas disputas para a cidade de Nova Iorque, onde Tom (ele mesmo) acaba se encontrando com Keyla (Chloë Grace Moretz) que acaba de entrar em seu novo emprego em um hotel junto de Terrance (Michael Peña), e que tem como uma de suas incumbências durante um grande casamento acabar com uma peste de rato chamada Jerry (ele mesmo também).

O filme parte da premissa de que esses “animais animados” e os seres humanos convivem nesse mesmo universo e que todos os animais são animações e conversam entre si, daí alguns deles terem vozes, exceto Tom e Jerry. Isto posto, as interações entre humanos e animais sempre são bastante exageradas e cômicas, e esses momentos funcionam bem na tela graças ao bom trabalho de animação, que criou sim modelos 3D para os personagens, mas os manteve como uma animação 2D, causando o reconhecimento imediato com o público e fugindo de um possível estranhamento que qualquer mudança pudesse gerar.

Há diversos momentos no longa onde vemos os embates entre gato e rato exatamente como acontecem nas suas séries clássicas e usá-los em Nova Iorque acaba gerando boas piadas. Essas lutas acabam por ter reação nesse mundo, porque elas quebram as coisas como vidraças, mesas e até paredes, mas nunca machucam os personagens pra valer, mas isso é bem utilizado pelas trama.

Os efeitos sonoros do filme são eficientes, com todos os WHACKS! e WHAMS! que os desenhos animados usam, mas que surgem apenas nos personagens animados, e a trilha sonora é um elemento neutro no longa. A edição se beneficia bastante quando está a serviço da ação e diversão dos desenhos, conseguindo ser até ágil, mas peca pela monotonia nos momentos com o elenco humano. A fotografia tem belíssimos momentos quando mostra a cidade de Nova Iorque e, junto no design de produção, criam um cenário interno no hotel que está bastante cartunesco criando uma paleta de cores quentes indo na trinca monocromática amarelo-dourado-marrom.

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Na parte dos personagens humanos temos uma trama bem simples e direta, com mensagens de moral da história e superação básicas, que miram direto no público infantil, mas que possuem diálogos simplórios, e o roteiro do filme acaba dando mais atenção para os dramas e relacionamentos humanos, colocando Tom e Jerry como coadjuvantes de luxo da história da Keyla.

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Chloë Grace Moretz tem uma presença magnética na tela e você se apega à ela facilmente, mesmo a sua personagem sendo uma malandrinha esperta, mas com atitudes erradas. Michael Peña faz um tipinho irritante e consegue ser tão bom aqui quanto em seus papeis de cara legal. O elenco de coadjuvantes cumprem papeis básicos para a trama avançar e não comprometem. Já Tom e Jerry, continuam sendo eles mesmo e isso é muito legal de ver.

Tom & Jerry: O Filme é um passatempo para toda a família. Consegue ter boas piadas, é reconhecível para os fãs de longa data e acessível para novos públicos, mesmo pecando em colocar os seus personagens mais famosos como coadjuvantes em seu próprio filme.

Tom & Jerry: O Filme chega dia 18 de fevereiro aos cinemas.


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Filmes

More Than Miyagi: The Pat Morita Story | O homem além do Karatê Kid

Pat Morita foi imortalizado pelo papel de Sr. Miyagi em Karatê Kid, mas sua vida foi muito mais que esse papel. Descubra nesse documentário.

Jean Sinclair

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More Than Miyagi – The Pat Morita Story, dirigido por Kevin Derek, traz um lado que poucas pessoas hoje conhecem de um dos grandes nomes da TV e do cinema.

O documentário tem data de lançamento marcado para o dia 05 de fevereiro no Amazon Prime americano e ainda sem data no Brasil e nós do Multiversos traremos aqui nossas impressões sobre o projeto.

More-Than-Miyagi-The-Pat-Morita-Story-Poster

Noriyuki “Pat” Morita é um nipo-americano nascido em 28 de junho de 1932, na Califórnia. Derek, junto com Oscar Alvarez, constroem o roteiro do documentário de forma simples e linear. Tendo como personagem guia a última esposa de Morita, Evelyn Guerrero, o longa mostra a vida do ator de forma cronológica. Partindo de sua infância difícil, onde, desde pequeno, teve de lutar contra uma doença que o deixou paralisado e preso numa cama de hospital.

Morita sofreu durante o período da Segunda Guerra Mundial, onde diversos japoneses e descendentes residentes dos EUA foram levados aos “Interment Camps“, os campos de concentração na Califórnia, criados pelo governo estadunidense durante a guerra. No começo de sua vida adulta, Pat começa a se destacar como comediante e logo chegou na TV, sendo o primeiro ator nipo-americano a se destacar na mídia, trabalhando como “o asiático” em diversos programas até se consagrar como “Arnold”, no sitcom Happy Days (Dias Felizes). Até que um o roteiro de um filme caiu em seu colo. Um filme chamado Karatê Kid.

O filme-documentário concentra seu segundo ato nessa fase da carreira de Pat Morita e os caminhos que o seu papel como o “Sr. Miyagi” abriram, indo de uma sobrevida longa na TV a uma inesperada indicação ao Oscar como Melhor Ator Coadjuvante em 1985. O ato final foca mais nos seus últimos dias e nos demônios que o assolavam, tendo em destaque o alcoolismo.

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Vale ressaltar que o filme utiliza muito bem imagens e gravações de arquivo. É muito bom ver que todas elas foram restauradas e sua utilização é excelente e o projeto sabe os momentos certos de ser dramático sem cair no melodrama e de arrancar boas risadas do espectador, tudo isso graças ao apurado trabalho de edição. A boa mescla de entrevistas, junto com as imagens de arquivo e a condução dos relatos de Evelyn Guerreiro nunca deixam o documentário ficar monótono ou lento. A trilha sonora e fotografia são bem utilizadas.

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As entrevistas mais esperadas estão no longa. Ralph Macchio (Daniel Larusso), William Zabka (Johnny Lawrence) e Martin Kove (John Kreese) cumprem sua parte ao reverenciar Karatê Kid e seu legado, a série Cobra Kai. Os atores de Dias Felizes também surgem e é importante ver que Morita é uma figura próxima nos círculos de atores latinos e asiáticos na California, como o mostra as entrevistas com Esai Morales (o Slade Wilson de Titans) e do veterano James Hong.

More Than Miyagi – The Pat Morita Story é uma carinhosa homenagem a um dos precursores nipônicos no mercado de TV e cinema nos Estados Unidos. Morita foi uma figura carinhosa, engraçada, amada e um dos atores mais prolíficos de sua geração e esse documentário trazido com carinho e dedicação por Kevin Derek apresentará, ou lembrará, como Morita com seus 1,60m era um gigante em tudo o que fez na sua vida.

O documentário More Than Miyagi – The Pat Morita Story estará disponível a partir do dia 5 de fevereiro no iTunes, Amazon, Vudu, Google Play, DVD e Blu-ray, no mercado americano.


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