Game of Thrones | O que está acontecendo com a série? - Multiversos
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A sétima temporada de Game of Thrones começou com o maior hype que se poderia esperar para uma série de TV. A queridinha dos espectadores, e da sua mamãe, HBO, trazia consigo algo há muito aguardado pelos fãs: o início do fim.

Mais do que nunca a série caminhava para responder às mais diversas perguntas e teorias, há anos alimentadas e fomentadas nas cabeças e mesas de discussões de fãs, quer estas reais ou virtuais: Quem será o Azor Ahai? Jon Snow pode ser filho legítimo, ao invés de apenas um bastardo Targaryen/Stark, e reclamar os Sete Reinos para si? Daenerys seguirá os passos de seu pai rumo à loucura ou será a governante justa que almeja? Será que explorarão a possível ascendência Targaryen de Tyrion e, assim, teremos ‘o Dragão com 3 cabeças’? O Rei da Noite derrete se chegar em Dorne? 😛

Muitas perguntas. Muita ansiedade. Pouco tempo de tela para tanta coisa.

A redução da quantidade de episódios da temporada somada a falta de uma estrutura narrativa já funcional, no caso, os livros, infelizmente aparenta estar dificultando a vida dos showrunners, David Benioff e D.B. Weiss, em alguns momentos.

Até o episódio 4, The Spoils of War, a narrativa da série se mostrava condizente com o que sempre consumimos na produção. Me atrevo a dizer que “The Spoils of War” é um dos melhores, senão o melhor, episódio de Game of Thrones até aqui! Mas, então, o peso de tanta coisa por vir começa a atrapalhar a caminhada dos episódios seguintes.

O “esquadrão suicida” de Westeros.

A condução dos episódios prévios ao episódio 6, Beyond the Wall, acabou jogando por terra muito da verosimilhança que era muito bem conduzida nas temporadas anteriores de GoT. Explico: anteriormente, por exemplo, quando um personagem precisava ir de Winterfell, no Norte, ao Ninho da Águia, próximo à Porto Real, havia um lapso de tempo, não especificado, mas facilmente sentido pelo expectador, entre a partida e a chegada do referido personagem ao seu objetivo. Esse tempo era “medido”, muitas vezes, com base nos acontecimentos vividos pelos outros personagens da série. O tempo em que o viajante estava fora da tela era sentido como parte da viagem e, algumas vezes, essa viagem levava uma semana, já que a partida poderia se dar em um episódio e a chegada ao objetivo só no episódio seguinte.

Infelizmente, pela forma como tem acontecido nos episódios mais recentes do show, Westeros deixou de ser um continente de extensão territorial maior que o nosso Brasil, para se tornar, quando muito, um estado. Talvez até uma cidade. Exemplo disso: Gendry, que cai de paraquedas no episódio 5, Eastwatch, faz uma viagem de retorno do Norte-além-da-Muralha correndo ininterruptamente, pelo jeito, até Castelo Negro, envia um corvo para Pedra-do-Dragão, uma ilha que fica à leste de Porto Real, e de lá vem o socorro na forma de Daenerys Targaryen com seus três dragões voando todo esse caminho de volta Norte à dentro. Tudo isso enquanto o “Esquadrão Suicida”, como foi batizado o grupo na internet, está ilhado e cercado por Caminhantes Brancos por todos os lados. E aqui entro com outro questionamento: como um lago congelado, exposto continuamente por tempo indeterminado à uma temperatura negativa, tem uma camada de gelo superficial tão fina à ponto trincar e quebrar com o peso de 7 homens e algumas dezenas de Caminhantes, mas, após 1 ou 2 dias de novo congelamento, desenvolve uma camada tão resistente que suporta CENTENAS de Caminhantes Brancos sem qualquer fissura? (chupa essa manga…)

“Transportadora Dracarys, transportes imediatos. Buscamos sua carga até no inferno de gelo.”

Não, queridos, não estou “sendo chato” com coisas pequenas. Isso compromete, sim, a forma como recebemos o conteúdo da série. Isso compromete o impacto que temos com determinadas situações que nos são apresentadas. Desta forma, como temeremos a morte de quaisquer dos nossos personagens favoritos? Game of Thrones nos foi apresentada como uma série onde o nosso primeiro personagem principal morreu decapitado ao final de apenas uma temporada. Não havia salvação fácil. Havia a verdade, nua e crua, de que determinadas situações não tem saída. Agora, não. Agora temos viagens instantâneas que poderão, sempre, salvar nossos personagens favoritos, basta que eles se deem bem com a Mãe dos Dragões, né?

E por falar em “se dar bem”…

Por favor, sejam sinceros, vocês também se sentiram feitos de idiota ao verem Jon Snow chamando Daenerys de “Dany”, né?! Como? Por quê? De onde saiu essa intimidade toda?

Ainda bem que ela deu um “chega pra lá” e ele voltou atrás na intimidade. Mais uma vez: You know nothing, Jon Snow.

As dificuldades em inserir elementos “engolíveis” ao roteiro (sofre um pouco aí, Aurélio!) não param por aí. E aquelas correntes enormes que os zumbis usam, hein?! Não acredito que no Norte tenha fundição, muito menos de fácil acesso. Também não acredito que existia um pelotão de Caminhantes Brancos encarregado só de arrastar aquelas correntes por todo o Norte, de sorte que às tais estarivessem à disposição de pronto. Mas, depois de ver um grupo ser formado aos “45 minutos do segundo tempo” para participar da incursão no Norte, não duvido nada que Viseryon tenha caído em cima das correntes no meio do lago de gelo, né? Se duvidar ele mesmo se enrolou nelas, jogou a ponta para fora e “falou”: “Puxa!”

Infelizmente a falta de George R. R. Martin no cerne dos roteiros pode estar corroborando, e muito, para o que temos visto nos últimos episódios da série, onde aquela sensação de medo pelo seu personagem favorito tem sido substituída pela tentativa constante de tapar buracos, costurar e finalizar pontos do roteiro (“Olá, Mãos Frias!” “Tchau, Mãos Frias.”) e apresentar episódios simplesmente pirotécnicos e/ou com fundo romântico.

Falo isso sem querer “hatear” a série. Como todo bom fã, pulo no sofá a cada reviravolta, tensão e morte, a cada esperança de que aquela teoria que curto seja concretizada. Sofro a cada semana por saber que estamos mais e mais perto do fim. Mas, confesso, as duas últimas semanas tem sido uma dureza de aceitar o que têm acontecido em Westeros.

Tomara que não tenhamos um “efeito Lost” sendo repetido em Game of Thrones.

Tomara…

Para se aprofundar em Game of Thrones

Apesar de Game of Thrones ser mundialmente reconhecida pela série, e pelos livros que deram origem à esta, é bem verdade que seu conteúdo se espalhou por diversas áreas. Desde adaptações em quadrinhos à jogos de vídeo game, passando por jogos de tabuleiro e cartas. A gama de possibilidades para explorar todos os mistérios de Westeros é infindável e facilmente encontrada nas mais diversas lojas, físicas ou virtuais.

Se você deseja se aprofundar nos mistérios e no passado de GoT, que ao que tudo indica não serão tão bem explorados na série quanto gostaríamos, fica a dica do livro “O Mundo de Gelo e Fogo“, escrito por George R. R. Martin em parceria com os fãs Elio M. García Jr. e Linda Antonsson, facilmente encontrado nas principais lojas virtuais e, para facilitar sua vida, você pode até comprar o livro, ou quaisquer outros produtos, com descontos dados via cupons.

Séries | TV

Sombra e Ossos | Uma boa pedida para quem gosta de fantasia

Série apresenta um novo mundo mágico com vários elementos interessantes, apesar de alguns clichês narrativos.

Rafa-el Lima

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Sombra e Ossos, nova série original Netflix, baseada nos livros best-sellerers de Leigh Bardugo, estreia amanhã, dia 23/04, e nós trazemos para vocês a nossa crítica com um pequeno guia geral, para que não se sintam perdidos nos primeiros episódios.

Sombra-e-Ossos-Poster

Sinopse
Baseada na série de best-sellers de Leigh Bardugo sobre o universo Grisha, Sombra e Ossos acontece em um mundo destruído pela guerra, onde a órfã e soldado Alina Starkov acaba de descobrir um poder extraordinário que pode ser a chave para libertar o país. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela descobre que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos, e só a magia não será suficiente para sobreviver. Sombra e Ossos é uma produção da Netflix e da 21 Laps Entertainment, estrelada por Jessie Mei Li (Alina Starkov), Archie Renaux (Malyen Oretsev), Freddy Carter (Kaz Brekker), Amita Suman (Inej), Kit Young (Jesper Fahey) e Ben Barnes (General Kirigan).


A série Sombra e Ossos se baseia no primeiro livro da trilogia que dá início ao, assim conhecido, Grishaverso. A trilogia original é composta por: Sombra e Ossos, Sol e Tormenta e Ruína e Ascenção.

A órfã Alina Starkov, Jessie Mei Li, é uma jovem cartógrafa do Primeiro Exército de Ravka e, assim como vários outros concidadãos, é parte da luta contra a Dobra das Sombras, uma imensa muralha de sombras repleta de monstros. Em uma viagem através da Dobra, Alina se vê ao lado de seu amigo de infância, o também membro do exército, Malyen Oretsev, Archie Renaux, sendo atacada por uma criatura das sombras e se mostra capaz de algo que, para muitos, era impossível: Conjurar o Sol.

Para os mais atentos aos mais variados conteúdos da cultura pop, a narrativa de Sangue e Ossos apresenta vários elementos similares a diversas outras obras.

O universo de Sangue e Ossos é composto por pessoas normais, como eu e você, e por Grishas. Os Grishas fazem parte da elite mágica de Ravka e são os Soldados do Segundo Exército. Eles praticam aquilo que eles chamam de Pequena Ciência, que consiste em manipular a matéria em seus níveis mais fundamentais, como uma versão mágica da química molecular.

Qualquer semelhança com os dobradores de elementos da animação Avatar é mera coincidência. Ou não?

Para não se perder ao assistir a série

A Ordem Grisha é formada por três grupos distintos: Corporalki, Etherealki e Materialki. Cada grupo, por sua vez, é ramificado em grupos de manipuladores diferentes.

Os Corporalki, a Ordem dos Vivos e dos Mortos, são os soldados de mais alta patente no Segundo Exército e é composta por dois tipos distintos de Grishas: Os Sangradores são capazes de fazer com que seus inimigos fiquem impossibilitados de lutar, tirando o ar de seus pulmões e alterando o ritmo de seu coração, sem nem ao menos encostar neles. Sangradores também são capazes de manipular/causar emoções nas pessoas; Os Curandeiros são especializados em curar ferimentos – quer sejam eles causados por um Sangrador ou não.

Os Etherealki, a Ordem dos Conjuradores, é formada por três tipos de Grishas: Os Aeros são capazes de manipular a pressão do ar para criar tempestades; Os Infernais convocam gases combustíveis para manipular o fogo; Por sua vez, os Hidros se aproveitam das condições de temperatura e pressão para comandar a água.

Os Materialki, a Ordem dos Fabricadores, são o mais próximos do que conhecemos como cientistas. Os Alquimistas criam venenos e explosivos. Durastes se especializam no famoso aço Grisha e são os responsáveis pela criação das armaduras utilizadas pelos soldados de elite. Apesar de sua importância, muitas vezes os Materialki não são tão prestigiados quanto as outras ordens.

A protagonista Alina Starkov descobre, tardiamente, ser uma conjuradora, portanto uma Grisha. Mas não apenas uma conjuradora de um elemento qualquer, ela é uma Conjuradora do Sol. Portanto, a única possivelmente capaz de destruir a Dobra.

Além das dificuldades normais que Alina já teria em iniciar um treinamento após a idade ideal para tal, ela ainda sofre com o preconceito de vários por ser uma meio-Shu.

Sombra-e-Ossos-Mapa-Ravka

Ravka é o cenário central da narrativa da série. Um reino dividido pela Dobra, a muralha de sombra, que separou um povo e está fazendo com que os lados, anteriormente unidos, passem a se ver como inimigos. O reino de Ravka é baseado na antiga União Soviética, dividida pelo Muro de Berlim.

O continente onde Ravka está inserido é ainda constituído por Fjerda, ao norte, baseado nos países escandinavos, e por Shu Han ao sul, baseado nos países asiáticos.

Ravka é um país que vive em guerra com seus vizinhos, Fjerda e Shu Han. E, com a presença da Dobra das Sombras, o país sofre com a escassez de recursos e armas para suas guerras, uma vez que não tem como fazer comércio com outros países pelo mar sem correr o risco de ter que passar por territórios inimigos ou ter que enfrentar os monstros de sombras ao cruzar a Dobra.

Além disso, Ravka e Fjerda tem visões antagônicas quanto aos Grishas: enquanto em Ravka os Grishas são respeitados pela maioria do povo e têm um lugar importante na elite do exército, em Fjerda eles são perseguidos e mortos. Já em Shu Han os Grishas são alvo de estudos que buscam descobrir a origem dos seus poderes de manipulação e tentar replicá-los em outras pessoas.

Sobre a adaptação Netflix

Apesar de seu confuso início, a série consegue prender a atenção do espectador do início ao fim, mesmo com os vários clichês empregados no roteiro (que vão desde a donzela facilmente apaixonável até o animal usado como alívio cômico). Se você conseguir passar pela bagunça que são os primeiro e segundo episódios, onde simplesmente são jogados na cara do expectador locais distintos e elementos sem nenhuma, ou com pouquíssima, explicação, você provavelmente acompanhará toda a jornada de Alina.

O trabalho de design de produção da série é ótimo. Você realmente sente que esse continente é algo novo e distinto do continente europeu que conhecemos, apesar de as referências estarem ali. O cenário é tanto influenciado pela Europa real quanto por elementos que lembram o steampunk em alguns momentos. Vale ressaltar que o trabalho de efeitos especiais também é bastante competente, o que é de se esperar para uma produção de fantasia.

O corpo de atores trabalha bem os seus personagens, por mais que deixe um desejo de ver melhor desenvolvido alguns enredos particulares. Mas, infelizmente, Ben Barnes segue interpretando a si mesmo, como em vários dos trabalhos que o ator participa, e seu General ‘Darkling’ Kirigan é apenas mais um dos clichês presentes na obra.

Apesar dos pesares, Sombra e Ossos é uma boa série de fantasia, que apresenta elementos fantásticos aparentemente já explorados em outras obras, mas com uma linguagem e ambientação muito particular.

Os livros do Grishaverso

A série de livros do Grishaverso é composta pela trilogia original: Sombra e Ossos, Sol e Tormenta e Ruína e Ascenção e seguida pela duologia Six of Crows: Sangue e Mentiras e Crooked Kingdom: Vingança e Redenção.

Os dois últimos livros lançados do Grishaverso, King of Scars e Rule of Wolves, ainda não tem versões em português.


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Séries | TV

Falcão e o Soldado Invernal [S01E01] | Bem-vindo ao novo mundo do UCM!

Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan) ganham a sua série no Disney+!

Jean Sinclair

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Divulgação: Disney

Falcão e o Soldado Invernal (2021), a mais nova série do Marvel Studios acaba de lançar o seu primeiro episódio no Disney+ e nós do Multiversos já conferimos o primeiro episódio. Pode ler tranquilo que não haverá spoilers no texto.

Em um mundo pós-eventos do blip (o famoso estalo de dedos feito com a Manopla do Infinito), com o retorno de milhões de pessoas que desapareceram cinco anos atrás (ver Vingadores: Guerra Infinita), Sam Wilson (Anthony Mackie) e James ‘Bucky’ Barnes (Sebastian Stan) precisam lidar tanto com as emergentes ameaças que esse admirável mundo novo segue trazendo como também precisam se reconectar com uma realidade da qual eles sentem-se deslocados e perdidos.

Nesse primeiro episódio, dirigido por Kari Skogland (que assina os seis episódios da série) e escrito por Malcolm Spellman, que também é o showrunner da série, temos, de cara, ação vertiginosa num altíssimo nível, mostrando que as intenções da série são altas e ousadas. O roteiro também tem o cuidado especial de aprofundar as vidas de Sam e Bucky, mostrando suas origens, anseios, traumas e como ambos estão lidando com o mundo atual.

Graças aos excelentes diálogos, esse aprofundamento é coerente e empático, e fisga o espectador. Também não é esquecido que o mundo “pós-blip” encontra-se caótico e cada vez mais perigoso, com claros reflexos às formas que o governo estadunidense lida com seus problemas e símbolos.

A trama deixa claro que os Estados Unidos vivem a perda de Steve Rogers, e que a sombra dele ainda é muito grande sobre esses personagens, com Sam sentido o peso de suas escolha em Vingadores: Ultimato e Bucky cada vez mais deslocado, se apegando a lembranças, sejam elas boas ou más, enquanto ambos buscam laços perdidos como família, redenção e identidade.

É divertido encontrar os easter eggs neste episódio. A série utiliza muito bem a cronologia estabelecida do UCM e faz os acenos certos para os fãs de longa data, tanto dos quadrinhos, quanto dos que são oriundos dos filmes e esses brindes nunca se sobrepõem a trama.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica para Wandavison S01E01
– Leia também a nossa análise de Thor Ragnarok

Graças ao trabalho preciso de coreografia, fotografia, edição, som e efeitos visuais, as sequências de ação são fantásticas! A trilha sonora de Henry Jackman, que também compôs para Capitão América e o Soldado Invernal, cria novas composições inspiradas nesse lado do UCM, como também revisita alguns temas conhecidos como, por exemplo, a música-tema do Soldado Invernal. Junto com o trabalho de design de produção, que sabe bem que Sam é um personagem solar e Bucky vive nas sombras, temos contrastes bem construídos em tela.

Anthony Mackie aumenta o repertório de Sam Wilson mostrando-o como uma cara familiar e gente boa em qualquer cenário. Sebastian Stan carrega pesado no semblante deslocado que Bucky possui. Fica claro no rosto dele como o personagem não está à vontade nesse novo mundo, mas que tenta com todas as forças se adaptar à ele.

Falcão e o Soldado Invernal já deixa claro que é a continuação direta, e principalmente, emocional de Capitão América e o Soldado Invernal e, mais uma vez, o Marvel Studios acertou em criar uma obra sensacional, que dialoga com o hoje e com o seu universo.

O mundo mudou e precisamos de novos heróis. Eles acabaram de chegar.


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Séries | TV

‘O Legado de Júpiter’ tem primeiras imagens reveladas!

Das HQs de Frank Quitely para as telas dos streaming! Mais uma série de heróis chegando em março na Netflix.

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O novo trailer mostra os esboços de Frank Quitely em transformações para revelar as primeiras imagens oficiais de O Legado de Júpiter.

No vídeo, o vilão mais temido desta temporada, Blackstar, ganha vida. Também é apresentado Hutch (Ian Quinlan), filho de um dos maiores supervilões do mundo, e Chloe Sampson (Elena Kampouris), herdeira dos maiores super-heróis. Conheça ainda Sheldon Sampson (Josh Duhamel) em 1929 e seu filho, Brandon Sampson (Andrew Horton). Por fim temos a primeira geração de super-heróis é revelada: Lady Liberty/Grace Sampson (Leslie Bibb), The Utopian/Sheldon Sampson (Duhamel) e Brainwave/Walter Sampson (Ben Daniels).

A Netflix sugere aos fãs do quadrinho O Legado de Júpiter deem um replay no vídeo para tentarem encontrar elementos escondidos nas cenas.

++Leia Mais:
– O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia
– Superman | Ótimas notícias na família Super e um REBOOT na telona a caminho!

Sobre O Legado de Júpiter:


Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais. A série é estrelada por Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

Produtores executivos são Mark Millar, Frank Quitely, Lorenzo Di Bonaventura, Dan McDermott, Steven S. DeKnight, James Middleton e Sang Kyu Kim.

O Legado de Júpiter, está com estreia prevista para sexta-feira, dia 7 de maio na plataforma da Netflix. A temporada inicial conta com oito episódios.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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O Legado de Júpiter | Primeiro teaser da série é lançado e apresenta data para estreia

A nova série da Netflix se baseia nas HQs de mesmo nome criadas pela dupla de quadrinhistas Mark Millar e Frank Quitely

Rafa-el Lima

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O Legado de Júpiter está ganhando uma série na Netflix e o seu primeiro teaser já foi lançado.

Mais uma adaptação de quadrinho acaba ganhando as telas. Dessa vez o Millarworld vem para as telinhas dos streamings com O Legado de Júpiter, obra original de Mark Millar e Frank Quitely.

Sinopse
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

++Leia Mais:
Mortal Kombat | Confira o primeiro trailer legendado
O Superman e o Batman clássicos do cinema estão voltando!

A HQ apresenta os filhos dos maiores super-heróis da história mundial vivendo sob o peso do nome e dos altos padrões anteriormente estabelecidos por seus pais.

O elenco conta com nomes de Josh Duhamel, Leslie Bibb, Ben Daniels, Elena Kampouris, Andrew Horton, Mike Wade e Matt Lanter.

O Legado de Júpiter terá oito episódios e tem estreia prevista para 7 de maio.

As HQs de O Legado de Júpiter foram lançadas no Brasil pela Panini e você pode adquirir as suas AQUI.


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Cidade Invisível – 1ª Temporada | O nosso folclore chega às séries da Netflix

O nosso rico folclore brasileiro chega às telas numa trama de mistério e suspense na nova série nacional da Netflix: Cidade Invis?Dvel

Jean Sinclair

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Divulgação: Netflix

Hoje o tempo é curto e a grande disponibilidade de opções de séries e filmes exigem que uma obra fisgue o seu espectador de forma certeira o mais rápido possível. Felizmente, Cidade Invisível, da Netflix, faz isso muito bem.

Criada por Carlos Saldanha (de A Era do Gelo), com ideia geral de Raphael Draccon (Dragões de Éter) e Carolina Munhoz (O Inverno das Fadas), e com direção geral de Luís Carone, a série conta a história de Eric (Marco Pigossi), um agente ambiental federal que, ao sofrer uma grande perda, acaba descobrindo que uma comunidade ribeirinha tem mais coisas dentro de suas terras do que ele imaginava.

O time de roteiristas formado por Mirna Nogueria (Ep 01), Rodrigo Batista (Ep 02), Ludmila Naves (Ep 03), Antônio Arruda e Regina Negrini (Eps 04 e 05), Felipe Sant’Angelo (Ep 06) e Marco Borges (Ep 07), junto com a direção de Luís Carone (Eps 01-03 e 07) e Julia Jordão (Ep 04-06), constroem uma narrativa coesa, dosando bem mistério e construção de personagens. Junto com isso há o trabalho respeitoso e bem adaptado dos elementos do folclore brasileiro dentro da trama.

++Leia Mais:
– Relembre a nossa crítica de Os Defensores da Netflix
– Leia também a nossa análise de O Diabo de Cada Dia

A escolha por contar essa história no Rio de Janeiro funciona muito bem, graças ao fato da cidade ainda possuir diversos cenários naturais que vão da modernidade ao rústico facilmente. Os diálogos se beneficiam quando ficam mais soltos e naturais, mas várias vezes soam didáticos e até previsíveis. Tanto a fotografia quanto trilha sonora fogem da vibe “série de TV” e dão um excelente valor de produção cinematográfico à obra, mas se mantendo no campo seguro, sem ousadias, e os episódios tendo entre 35-40 minutos de duração possuem um bom ritmo, graças ao bom trabalho de edição. Os efeitos visuais são competentes e alguns conseguem impressionar.

Marco Pigossi (Eric) tem o perfil, carisma e talento que um bom protagonista precisa. O elenco de coadjuvantes é competente e agradável, em especial José Dumont (Ciço), Alessandra Negrini (Inês) e Fábio Lago (Iberê). Os destaques ficam para o sempre irreverente Wesley Guimarães (Isac) e a magnética Jessica Córes (Camila).

A primeira temporada de Cidade Invisível da Netflix é um excelente entretenimento. Mesmo com uma formato “Para Exportação”, a série acerta em apostar no realismo fantástico, e sua boa construção e execução garantem um bom divertimento. As pontas soltas e deixas estão lá para garantir uma segunda temporada, que fico na torcida que não demore para chegar.


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WandaVision | Quarteto Fantástico pode ter sido referenciado e você nem notou

Uma diálogo simples de WandaVision pode ter dado uma dica quanto às origens do Quarteto Fantástico do MCU no episódio 4 da série.

Rafa-el Lima

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Será que a Marvel pode ter introduzido, na surdina, a sua Primeira Família ao MCU com uma simples referência em WandaVision?

Uma teoria sugere que o episódio 4 de WandaVision pode ter dado pistas quanto às origens do Quarteto Fantástico, de acordo com o site Den of Geek.

Os primeiros cinco minutos do quarto episódio de WandaVision fazem referência a um ‘Programa de Treinamento de Astronautas’ que, de maneira brilhante, está falhando em decolar. Como disse o diretor em exercício do E.S.P.A.D.A., Tyler Hayward, eles “perderam metade de [seu] pessoal no Blip e metade dos restantes perderam a coragem”.

Como isso se encaixa no Quarteto Fantástico? As origens do Quarteto estão intimamente ligadas a Programas Espaciais. Nas HQs, eles são astronautas que fizeram a sua incursão no espaço em um voo não autorizado e acabaram por ser expostos à radiação cósmica. Assim, como acontece com a maioria dos acidentes baseados em radiação no universo da Marvel, quatro novos super-heróis – Senhor Fantástico, Mulher Invisível, Tocha Humana e o Coisa – nasceram.

++Leia Mais:
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
– Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Claro, pode não ser nada – mas a Marvel tem em seu histórico o hábito de soltar pistas para projetos futuros com antecedência. Afinal, tudo, desde Doutor Estranho à nação natal dos Panteras Negras, Wakanda, foi apresentado de alguma forma anos antes de finalmente se tornar realidade na tela grande. Vale ressaltar que esta é a primeira menção importante quanto a astronautas desde que a Disney conquistou os direitos do Quarteto Fantástico em sua fusão com a Fox, o que certamente já é marcante por si só.

Só recentemente a Marvel confirmou oficialmente que um filme do Quarteto Fantástico está à caminho, então ainda levará algum tempo antes de vermos se isso foi uma provocação deliberada ou um erro completo. Ainda assim, a frase atende a um dos objetivos da série que é de fazer com que o público observe e questione até mesmo as menores linhas de diálogo. Pode não ser nada; pode ser tudo – mas isso já é parte da diversão.

Adquira suas HQs do Quarteto Fantástico AQUI e se prepare para as aventuras do grupo no MCU.


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Pantera Negra | Diretor do longa assina contrato para série sobre Wakanda

Ryan Coogler, diretor de Pantera Negra, assinou contrato de 5 anos com o Disney+ para desenvolver uma série sobre o Reino de Wakanda.

Rafa-el Lima

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O diretor do longa Pantera Negra, Ryan Coogler, desenvolverá uma série para o Disney+ sobre Wakanda.

A The Walt Disney Company pretende estreitar os laços com o diretor e co-roteirista de Pantera Negra, Ryan Coogler. De acordo com o site Deadline, a Disney fechou um acordo geral de cinco anos com a Proximity Media, empresa de Coogler que ele dirige com os diretores Zinzi Coogler, Sev Ohanian, Ludwig Göransson, Archie Davis e Peter Nicks.

De acordo com o site, Coogler, que já está trabalhando na sequência do longa de Pantera Negra, que ele dirigirá ainda este ano, desenvolverá em seguida uma nova série para o estúdio.

A série será um drama baseado no Reino de Wakanda e será distribuída no Disney+.

Ainda de acordo com o Deadline, a negociação feita também permite que a Proximity Media desenvolva outros trabalhos para outras divisões da Companhia.

++Leia Mais:
– Principais notícias do Marvel Studios no Dia do Investidor da Disney
– Série documental ‘Marvel 616’ estreia no Disney Plus Brasil

“Ryan Coogler é um contador de histórias singular, cuja visão e alcance o tornaram um dos cineastas de destaque de sua geração”, disse Bob Iger, presidente executivo da The Walt Disney Company. “Com Pantera Negra, Ryan trouxe uma história inovadora e personagens icônicos à vida de uma forma real, significativa e memorável, criando um momento cultural divisor de águas. Estamos entusiasmados em fortalecer nosso relacionamento e ansiosos para contar mais ótimas histórias com Ryan e sua equipe.”

“É uma honra fazer parceria com a The Walt Disney Company”, disse Coogler. “Trabalhar com eles em Pantera Negra foi um sonho que se tornou realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderíamos estar mais felizes de lançar nosso negócio para a televisão com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o guarda-chuva da Disney. Estamos ansiosos para aprender, crescer e construir um relacionamento com públicos em todo o mundo por meio das plataformas Disney. Estamos especialmente entusiasmados por darmos nosso primeiro salto com Kevin Feige, Louis D’Esposito, Victoria Alonso e seus parceiros no Marvel Studios, onde estaremos trabalhando de perto com eles em programas do MCU selecionados para Disney+. Já estamos participando de alguns projetos que mal podemos esperar para compartilhar”, afirmou Ryan Coogler em nome da Proximity Media.

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Pantera Negra arrecadou US $ 1,3 bilhão globalmente e se tornou o primeiro filme de super-herói a receber uma indicação ao Oscar de Melhor Filme. O protagonista do longa, Chadwick Boseman, morreu no ano passado, e Coogler e a Disney estão trabalhando em uma sequência que não venha a escalar outro ator para o papel.


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Netflix confirma a continuação da série Lupin

Série que liderou por dias o TOP 10 da Netflix no início deste ano tem a sua continuação já confirmada pelo serviço de streaming.

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Uma série que já brilhou muito esse ano de 2021 na Netflix foi Lupin. O show se tornou um fenômeno mundial e tem como protagonista Omar Sy, que já conhecíamos por filmes como, Intocáveis (2011) e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014).

Lupin esteve por dias no primeiro lugar do Top 10 da Netflix em mais de 10 países e está previsto o seu retorno no fim do semestre. Os cinco novos episódios estão na direção de Ludovic Bernard (The Climb) e Hugo Gélin (Amor à Segunda Vista).

Para quem não conhece, Lupin estreou na Netflix em 8 de janeiro de 2021 e é uma série produzida na França e segue como um thriller de mistério criada por George Kay e François Uzan. A série é dividida em 10 episódios, lançados em duas partes.

Inspirada em um livro sobre o ‘ladrão cavalheiro Arsène Lupin‘, criado em 1905 pelo escritor francês Maurice Leblanc, a série conta a história do  ladrão profissional Assane Diop (Omar Sy), único filho de um imigrante senegalês que vai à França em busca de uma vida melhor para seu filho. O pai de Assane é acusado, por seu patrão, o rico e poderoso Hubert Pellegrini, do roubo de um caríssimo colar de diamantes e acaba se enforcando em sua cela de prisão por vergonha por ter sido condenado sendo inocente, deixando o adolescente Assane órfão.

Vinte e cinco anos depois, tomando como base de ação de sua vingança um livro sobre o ‘ladrão cavalheiro Arsène Lupin’, que seu pai lhe dera no dia do seu aniversário, Assane vai em busca de sua desforra em cima da família Pellegrini, munido de seu carisma e domínio do roubo, subterfúgio e disfarce para expor a doença de Hubert.

O elenco da série conta com Omar Sy (Assane Diop), Vincent Londez (Capitão Romain Laugier), Ludivine Sagnier (Claire), Clotilde Hesme (Juliette Pellegrini), Nicole Garcia (Anne Pellegrini), Hervé Pierre (Hubert Pellegrini), Soufiane Guerrab (Youssef Guedira), Antoine Gouy (Benjamin Ferel), Fargass Assandé (Babakar Diop), Shirine Boutella (Tenente Sofia Belkacem) e Etan Simon (Raoul).

Ainda foi divulgada a data de estreia da segunda parte.


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