Dragon Ball Super: Broly | Crítica (Com Spoilers) - Multiversos
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Dragon Ball Super: Broly | Crítica (Com Spoilers)

João Vítor

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Nada melhor para começar o ano do que um novo filme de Dragon Ball nos cinemas, com uma nova estreia, dessa vez oficial, de Broly no cânone do anime, além de deixar várias portas abertas para novas temporadas e novos vilões. O criador da franquia, Akira Toriyama, está envolvido diretamente na produção do filme, assim como nos dois últimos, e o sucesso deles mostra que era isso que os filmes da franquia estavam precisando.

Bom, primeiramente, é interessante notar que nunca tinha sido tão explícito a inspiração no Superman presente em Dragon Ball quanto agora. O alienígena, salvo de um planeta distante que foi destruído, e que se torna o grande salvador da Terra. Todas as características de uma história épica, sem dúvidas. E isso é tudo que Dragon Ball não precisa.

Antes de explicar, vamos destacar alguns pontos positivos aqui. Dragon Ball nunca teve lutas tão bem feitas quanto nesse filme. Elas que sempre foram o ponto forte da obra, são entregues de forma impecável no filme e com toda certeza não decepcionam os fãs, desde os mais antigos que poderão ter uma sensação maior ainda de nostalgia, por conta da semelhança visual com os traços do mangá, quanto para os novos fãs, que poderão conhecer um pouco mais da história do planeta Vegeta, assim como verão alguns velhos personagens sendo introduzidos oficialmente a obra, como o Broly e Bardock, por exemplo.

Até mesmo a computação gráfica foi bem feita, ficou sensacional!

Tudo parece ter sido bem explorado nas sequências de luta. A interação das cores com o cenário, pelo fato de ser no Ártico, um cenário todo branco, e os personagens utilizando cores vivas ressaltando sua caracterização; As expressões dos personagens durante a luta, o contraste usado no desenho dos personagens; o fato de (finalmente) ser claramente perceptível que os personagens tem diferentes estilos de luta: enquanto Goku e Vegeta tem um estilo mais refinado, devido ao treino em artes marciais, os golpes e os movimentos do Broly são visivelmente mais pesados, rústicos, afinal ele “treinou” sobrevivendo no planeta em que ele estava preso, e o filme consegue destacar muito bem todos esses pontos.

O filme peca quando tenta se levar a sério. Até o ponto em que é revelado o motivo de Freeza querer as Esferas do Dragão, o “roteiro” estava ótimo. Cria um paralelo com a vontade da Bulma querer as esferas e você simplesmente dá risada, porque é um motivo bobo e isso não importa, porque é válido para ver o melhor de Dragon Ball, que são as lutas. Mas aí nós temos esse começo completamente desnecessário, vendo a destruição do planeta Vegeta pela milésima vez, e o Bardock salvando Goku da explosão do planeta, numa tentativa extremamente forçada de criar um momento “filho de Krypton”.

Cara, sério… Por quê?

O legal de ver Dragon Ball é ver que o Goku era um cara qualquer, que encontrava um inimigo absurdamente mais forte, mas que no final ele o derrotava. Sempre foi bobo. Agora quer criar toda uma história épica pra ele. Pra que mexer na origem de um personagem que não precisa se levar a sério?

Até foi legal, mas muito forçado e desnecessário, assim como todo o começo do filme.

E não para por aí. Broly estava recebendo uma ótima construção de personagem. Ele é apresentado como um personagem que não tem nenhum motivo para lutar, pelo contrário, ele é um Sayajin que não gosta de lutar, embora seja absurdamente forte, mesmo sendo da raça que carrega o título de “Raça Guerreira” durante toda a obra, e isso é o que o torna mais interessante. Mas tudo isso é desperdiçado quando o filme chega nas lutas contra os personagens principais, onde ele deixa de ser um personagem e se torna um recurso de roteiro. Broly vê Vegeta e simplesmente se descontrola e parte para cima. Sem nenhum motivo. Sem nenhum tipo de controle mental ou lavagem cerebral, nada. Somente para o filme poder continuar, e isso é péssimo.

Esses buracos no roteiro parecem ter sido o preço que nós, espectadores, temos que pagar pelas boas sequências de luta. O fato do Vegeta sair de cena no meio da luta, e não haver nenhuma explicação para o que ele estaria fazendo, não deve ter incomodado ninguém, somente eu que sou um pouco chato quando fico tentando seguir o roteiro. Ou também o fato do Freeza só ter assistido a luta, mesmo deixando claro minutos antes que queria usar o Broly para ele mesmo ir lá e vencer Goku. Enfim, furos e furos que não tiram o mérito daquilo que é o principal de Dragon Ball e que nesse filme está melhor que nunca: porrada!

No fim das contas, o filme é uma experiência incrível, e que com certeza eu faria questão de ver no cinema novamente. Embora tropece nas próprias pernas por tentar ser uma história mais séria do que precisa, pode ter certeza que nada disso estragará sua experiência com o filme. Só nos resta saber agora o que será feito de Broly, ou quem será um possível novo vilão, então que venham mais filmes!

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Loading anuncia chegada de My Hero Academia à sua programação

O canal voltado à cultura pop, Loading, mais uma vez investe pesado na sua grade de produções japonesas e agora traz My Hero Academia

Thiago Fonteles

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O mais novo canal de TV aberta brasileiro anuncia mais um anime na sua grade de programação. Dessa vez é My Hero Academia que chega para somar na programação da Loading.

A Loading TV mais uma vez mostra porque é a casa dos animes no Brasil e anuncia que My Hero Academia, anime de grande sucesso, vai estrear em sua grade a partir do dia 13 de janeiro, no horário das 19h30. O anúncio foi feito no programa Mais Geek.

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My Hero Academia é um anime baseado no mangá, Boku no Hero Academia, que é publicado semanalmente pela Weekly Jump e escrito pelo mangaká, Kohei Horikoshie. Ele narra as aventuras de Izuku Midoriya, um adolescente que, em um mundo onde várias pessoas têm poderes especiais, é uma das poucas pessoas sem poderes e que, mesmo assim, sonha em ser herói para ajudar os outros. Para isso ele conta com a ajuda de All Might, seu maior ídolo e um dos maiores heróis de todos os tempos.

++Leia Mais:
– My Hero Academia | As consequências da Guerra de Liberação Paranormal
– Canal Loading anuncia que terá 20 séries Tokusatsu e confirma 10 da franquia Ultra

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Shingeki no Kyojin | Contagem regressiva para o fim de Attack on Titan

Shingeki no Kyojin, ou Attack on Titan, um dos mangás mais queridos e populares da atualidade, caminha para seus capítulos finais.

Thiago Fonteles

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Um dos mangás de maior sucesso atualmente está em contagem regressiva para o fim. Attack on Titan, também conhecido como Shingeki no Kyojin, caminha para seu desfecho.

Há apenas 4 edições da conclusão do mangá, em que a última edição está prevista para o mês de abril, que colocará um ponto final na história de Eren Yeager e seus companheiros.

O mangá que vem sendo publicado desde 2009, escrito pelo mangaká Hajime Isayama, atualmente conta com 33 volumes e, com os 4 capítulos que virão, irá completar 34 volumes.

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Capa do volume 33 de Attack on Titan.

O serviço de streaming de animes, Crunchyroll, exibe atualmente a última temporada do anime legendada e os capítulos chegam logo após serem exibidos no Japão. Já a Funimation exibe o anime dublado. Attack on Titan é exibido no momento de segunda a sexta, às 20h30, também no canal Loading.

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++Leia Mais:
– One Piece chega ao capítulo 1000
– Dragon Ball Super encerra o arco de Moro


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My Hero Academia | As consequências da Guerra de Liberação Paranormal

As consequências da ‘Guerra de Liberação Paranormal’ prometem causar uma mudança geral nos heróis de My Hero Academia

Thiago Fonteles

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O mês de dezembro foi um mês com vários acontecimentos marcantes nos mangás e em My Hero Academia (também conhecido como Boku no Hero Academia) não podia ser diferente.

Esteja avisado que aqui haverão alguns spoilers da
guerra que iniciou no capítulo 259 e foi até o 296 de Boku no Hero.

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No fim do arco ‘Guerra de Liberação Paranormal’ um dos vilões mais importantes, Shigaraki, recebe um grande upgrade ao conseguir a individualidade ‘All for One’. Isso causa uma grande destruição e deixa os heróis de joelhos, pois, mesmo estes saindo vitoriosos, poderão sofrer grandes revezes nos capítulos vindouros. Isso pode vir a afetar principalmente o atual herói Nº1, Endeavor, que foi exposto de uma forma que, talvez, ele não consiga superar tão cedo e isso pode causar uma reviravolta no rank de heróis.

Mas os heróis também tiveram destaque. Em especial a heroína, Mirko, que protagonizou muitas cenas fantásticas e de auto sacrifício, mostrando que um verdadeiro herói é capaz de tudo para fazer o bem.

++Leia Mais:
– Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Mugen Train | Alguém consegue parar esse trem?
– Dragon Ball Super encerra o arco de Moro

Tivemos também grande destaque para Bakugou, que finalmente criou seu nome de herói, e o retorno de Mirio Togata, o herói Lemillion, que teve seus poderes restaurados e partiu para a batalha. Também tivemos o retorno do herói Nº3, Best Jeanist, que chegou em um momento em que os heróis estavam sofrendo um forte ataque. Além disso, temos o protagonista, Midoriya, que conseguiu compreender um pouco mais dos seus poderes e das habilidades dos precursores do ‘One for All’.

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My Hero AcademiaBoku no Hero Academia é um mangá publicado semanalmente pela Weekly Jump e é escrito pelo mangaká, Kohei Horikoshi. Ele narra as aventuras de Izuku Midoriya, um adolescente que, em um mundo onde várias pessoas têm poderes especiais, é uma das poucas pessoas sem poderes e que, mesmo assim, sonha em ser herói para ajudar os outros. Para isso ele conta com a ajuda de All Might, seu maior ídolo e um dos maiores heróis de todos os tempos.

Esse arco expôs os heróis de uma forma que nunca havia ocorrido antes e as consequências devem ser bem sérias. Vocês poderão acompanhar mais aqui conosco no Multiversos.


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Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Mugen Train | Alguém consegue parar esse trem?

Demon Slayer quebra recorde de arrecadação nos cinemas japoneses e ultrapassa ‘A viagem de Chihiro’, do mestre Hayao Miyazaki.

Thiago Fonteles

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Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train segue quebrando recordes nas bilheterias japonesas e se torna a maior bilheteria da história superando ‘A viagem de Chihiro’ e já soma mais de $ 314 milhões de dólares, apenas no Japão.

Esse é o primeiro filme da franquia que adapta a viagem de trem em que os protagonistas enfrentam um Demônio da Lua Inferior, que assume o controle do trem e começa a matar humanos para se alimentar. Essa parte do mangá é bem popular e marcada pela morte de um personagem que, apesar de aparecer pouco no mangá, é muito querido pelos fãs.

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Pôster do filme ‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Mugen Train’

Demon Slayer: Kimetsu no Yaba é um mangá escrito por Koyoharu Gotoge e já foi finalizado no Japão, onde era publicado pela Weekly Jump. A sua adaptação para anime foi eleita por muitos como o melhor anime de 2019 e os fãs aguardam com grande ansiedade seu retorno.

O filme ainda não chegou aos streamings de anime como Crunchyroll ou Funimation mas, quando chegar às plataformas, nós do Multiversos iremos trazer a nossa crítica. Mas, pelos trailers que já vimos (confira ACIMA, no topo da publicação, ou AQUI) e pela qualidade da história do mangá, a expectativa já está nas alturas!

++Leia Mais:
– One Piece chega ao capítulo 1000
– Dragon Ball Super encerra o arco de Moro


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Dragon Ball Super encerra o arco de Moro

Dragon Ball Super segue o padrão da franquia, aposentando um vilão e deixando pistas e um novo adversário engatilhado.

Thiago Fonteles

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O mês de dezembro foi muito movimentado no meio dos mangás. Tivemos vários capítulos marcantes sendo lançados e, na obra de Akira Toriyama, não foi diferente.

No capítulo número 64 de Dragon Ball Super, do mês de dezembro, vimos que o vilão Moro foi derrotado e que os Guerreiros (chamados Guerreiros Z no mangá anterior, porém ainda não vi nenhuma nomenclatura nesse novo mangá), como em todo fim de saga, vão, com a ajuda das Esferas do Dragão, desfazendo os danos que Moro causou e, como sempre nas histórias de Dragon Ball, é deixado um gancho para a próxima aventura. Com isso, temos a apresentação de um novo personagem, de nome Granola, que deve ser peça chave do próximo arco.

O mangá de Dragon Ball Super segue uma publicação mensal e é a continuação direta das aventuras vistas em DBZ. As histórias são escritas por Akira Toyotaro com a supervisão de Toriyama.

++Leia Mais:
– One Piece chega ao capítulo 1000
– Star Wars: The High Republic | Confira o trailer e lançamentos do novo período da franquia

Dragon Ball Super teve um caso pouco comum na indústria japonesa onde o anime estava a frente do mangá. O anime se encontra em uma pausa desde 25 de março de 2018. O mangá, porém, segue e, pelo andar da história, ainda tem muito fôlego.

A Toei ainda não confirma qualquer data de retorno do anime.

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One Piece chega ao capítulo 1000

O mangá One Piece atingiu a marca histórica de 1000 capítulos no mês de dezembro de 2020!

Thiago Fonteles

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O mangá de One Piece chegou à marca histórica dos 1000 capítulos e nele vemos que o protagonista Monkey D. Luffy chegou ao topo do castelo onde Kaido e Big Mom, dois dos 4 imperadores, o aguardavam.

O autor Eiichiro Oda, que começou o mangá em 1997, mostra que a história ainda tem bastante fôlego. Nesse capítulo ele segue por uma linha bem segura com várias referências de acontecimentos anteriores e muito fan-service.

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Capa da edição onde saiu o capítulo 1000 de One Piece.

O capítulo se encerra com Luffy reafirmando seu objetivo diante diante dos dois imperadores e, assim, declarando abertamente que, para atingir seu objetivo, ele irá derrotá-los.

Fiquem atentos aos próximos capítulos, onde iniciarão os duelos entre a tripulação dos Chapéus de Palha e seus aliados contra os exércitos dos dois imperadores.

++Leia Mais:
– Filmes 2021 | Principais estreias dos cinemas e streamings
– Canal Loading anuncia que terá 20 séries Tokusatsu e confirma que 10 das séries serão da franquia Ultra

O anime de One Piece está, no momento, com 61 episódios disponíveis na Netflix. Confira AQUI.

Além da animação já disponível na plataforma, a Netflix confirmou o lançamento de um live-action de One Piece, ainda sem previsão de lançamento divulgada.

Adquira os mangás de One Piece AQUI.


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Vinland Saga | Anime com temática Viking

Viagens marítimas, saques, guerra e vingança. Tudo que uma boa saga Viking necessita você encontra no anime ‘Vinland Saga’, do Wit Studio.

Pedro Sena

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Com o isolamento e a escassez de novos títulos nos últimos tempos, pois muitos animes entraram em hiato e todo o mais, resolvi revisitar alguns animes dos anos passados que acabei dropando, como costumamos dizer, dentre as opções resolvi fazer meu retorno ao Multiversos indicando Vinland Saga.

A adaptação do mangá, que ficou bem popular nos últimos 2-3 anos, tem um potencial muito grande de indicação para quem não é um consumidor assíduo de animes e também tem uma história muito bacana para quem já é fã da arte.

 

Na Temporada de Verão 2019, estreava a adaptação para anime de Vinland Saga, que adapta os oito primeiros volumes do mangá, com uma animação primorosa entregue pelo estúdio Wit Studio. A primeira temporada possui 24 episódios. Vamos a sinopse!

Sinopse

O jovem Thorfinn, no começo da história ainda com uns 10 anos, cresceu ouvindo as histórias de velhos marinheiros que haviam viajado pelo oceano e sobre a lenda de um lugar, Vinland. Diz-se que é quente e fértil, um lugar onde não haveria necessidade de lutar – realidade muito diferente da que vivia com sua família na Islândia, lugar onde nasceu.

Uma série de eventos acontecem e Thorfinn se vê preso em uma armadilha junto de seu pai Thors, a quem viria a descobrir ser mais do que um líder de vila na Islândia. Thors se sacrifica para salvar sua tripulação e seu filho do ataque dos piratas. A dor pela perda de seu pai, e por sua fraqueza diante de tudo o que aconteceu, recai sobre o jovem Thorfinn. Tomado por um assustador espírito de vingança, ele jura dar cabo daquele que tomou a vida de seu pai e está disposto a tudo por isso.

++Leia Mais
– Como Funcionam as Temporadas de Anime?
– Bem-vindo ao caos de Dorohedoro!

Thorfinn em Vinland Saga.

O Anime

Enquanto Thorfinn crescia, a guerra entre a Inglaterra e Dinamarca piora a cada ano que passa. Matar ou morrer se tornou algo comum, e os Vikings apreciam cada momento desta situação. Em meio ao caos, Thorfinn precisa vingar-se do homem que assassinou seu pai.

As viagens marítimas de Vinland Saga.

A animação entregue pela equipe do Wit Studio é de uma qualidade incrível, entregando momentos onde a “angulação de câmera” parece saída direto do cinema, como você pode ver nas imagens. Animação primorosa!

Combates espetaculares de Vinland Saga.

Um dos pontos interessantes desse anime é que essa história não te entrega apenas um protagonista, e passa longe também de uma história maniqueísta, do bem com mal. Em Vinland Saga cada personagem principal tem seu background desenvolvido de maneira que é difícil escolher lados quando a história de um ou outro personagem se cruza, e isso te garante uma história super envolvente e empolgante.

Protagonistas de Vinland Saga.

Conclusão

Vinland Saga une uma história envolvente e empolgante a uma arte primorosa em uma temporada de 24 episódios. Uma excelente pedida para quem ainda não conferiu e está sem opções de animes nesse período de hiato entre as produções.

A segunda temporada ainda não foi confirmada, apesar de ter sido dado um gostinho de qual seria o arco seguinte nos minutos finais da 1ª temporada. Aguardando ansiosamente!

Você pode conferir Vinland Saga no Amazon Prime Video.

Adquira os mangás de Vinland Saga pelos links abaixo:
Volume 1, Volume 2 e Volume 3


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Bem-vindo ao caos de Dorohedoro!

Conheça o caos de Dorohedoro da Netflix.

Jean Sinclair

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Dorohedoro-netflix

Conheça o estranho protagonista, para dizer o mínimo, e o mundo louco de Dorohedoro, da Netflix.

Dorohedoro.

– Mas o que djabu é isso?

Esse é o primeira questionamento que nos fazemos quando vemos alguma arte do anime ou do mangá.

Criado pela mangaká Q Hayashida, Dorohedoro teve 23 volumes (2000-2018) e em 2020 ganhou uma série de TV, com 12 episódios lançados pela Netflix.

Nikaido e Caiman de Dorohedoro

A obra conta a vida maluca de Caiman, um bobão gigante gente boa que encontra-se sem memória e com um cabeça de lagarto no lugar da sua cabeça humana. Caiman sempre bate ponto no Hungry Bug, lanchonete da sua amiga Nikaido, que cozinha maravilhosos pasteizinhos de carne (Gyozas). Ambos moram no Buraco (Hole), uma cidade cheia de mazelas e de baixa tecnologia, que sempre é assombrada pelas ações dos Magos, usuários de magia, oriundos de outra realidade onde fica o Mundo dos Magos, que vem para o Buraco usar suas habilidades em testes e até brincadeiras escrotas. Nossos protagonistas seguem vivendo como podem no Buraco e buscando descobrir quem brincou de magia com a cabeça de Caiman.

++Leia Mais:
– Como Funcionam as Temporadas de Anime?
– Confira o trailer do novo anime de ‘Fly, o Pequeno Guerreiro’

Hayashida fez um misturadão de primeira aqui. Pegou altas influências cyberpunks e distópicas e jogou altas doses de misticismo, deixando sua obra com um tom bem parecido à obras como Shadowrun, Akira e Domu. Seu estilo de narrativa é uma vitamina anabolizada feita com punk, gore e diversão, com um estilo que abraça a sujeira seinen/europeia de caras como Katsuhiro Otomo, Katsuya Terada e Simon Bisley e as kawaizices e bobagens diretas de um mangá shonen imbecil.

Caiman e Nikaido fisgam você na hora, por serem simples e carismáticos. E os antagonistas, como Shin, Noi e En, enriquecem bastante a trama por serem loucos e divertidos.

Os vilões de Dorohedoro

Algo importante de salientar é a segura e bem amarrada construção de cenário. O Buraco, e os seus arredores, e o Mundo dos Magos são cheios de lugares e personagens que se mostram lugares divertidos pra se explorar. Pra fechar, Welcome to Chaos, da banda (K)NOW_NAME, abraça o clima da obra com um estilo Punk/Rap rápido e raivoso com pitadas de música circense, trazendo um freestyle pirado e divertido. E, sim, dá para ouvi-la no Spotify.

++Leia Mais:
– Os Cavaleiros do Zodíaco (Parte 1) | O cosmos volta a ascender na Netflix
– Os Cavaleiros do Zodíaco (Parte 2) | O CDZ Kai para criançada!

Dorohedoro é anarquicamente bobo, escroto e divertido. A obra segue sempre num ritmo maluco e sensacional, sem poupar na zoeira e no gore e com ótimos protagonistas e cenário. Um deleite maluco como há muito eu precisava. Aproveite que a versão dublada já está disponível na Netflix e descubra que é no caos que você encontra… DOROHEDORO!


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