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Nesta sexta, dia 20, a Disney noticia algo que pegou os fãs de forma impactante: James Gunn, o diretor de Guardiões da Galáxia vol. 1 e 2 foi demitido e está de fora da produção de Guardiões da Galáxia vol. 3.

Em nota oficial Alan Horn, da Disney, disse: “As atitudes ofensivas e comentários descobertos no Twitter de James são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio, por isso encerramos nossos negócios com ele”.

Gunn foi demitido após ressuscitarem tweets seus, de mais de 10 anos atrás, com piadas e comentários sobre coisas como pedofilia e estupro. Os comentários foram expostos no Twitter com o objetivo de provar que existe uma suposta “conspiração operando em Hollywood”. “A Disney terá um dia interessante na San Diego Comic-Con, onde James Gunn está programado para falar”, disse Mike Cernovich, que divulgou os tweets.

James Gunn foi às redes sociais para falar sobre o caso:

“As pessoas que seguiram minha carreira sabem como comecei. Me via como um provocador, fazendo filmes e contando piadas que eram escandalosas e tabu para muitos. Como disse publicamente muitas vezes, na medida em que desenvolvi como pessoa, meu trabalho e meu humor também desenvolveram. Não posso dizer que sou melhor, mas sou muito diferente do que eu era passado. A época em que falava coisas só para chocar e ver as reações de todos definitivamente já acabou. No passado, me desculpei pelo meu humor ácido. Me sinto arrependido e realmente quis dizer tudo que disse nas minhas desculpas. Eu sei que é uma declaração estranha e que pode parecer óbvia, mas estou aqui dizendo isso. Esta é a verdade completa: costumava fazer piadas ofensivas, não faço mais. Não culpo meu passado por isso, mas me sinto mais humano e mais criativo hoje. Amo vocês”.

James Gunn estava trabalhando em Guardiões da Galáxia vol. 3, que tem estreia prevista para 2020.

Filmes

Enola Holmes | Uma nova heroína chegou na Netflix

Confira a nossa crítica de Enola Holmes, novo longa da Netflix, que conta a história da irmã mais nova do mais famoso detetive inglês.

Jean Sinclair

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Imagem: Divulgação Netflix

A irmã mais jovem de Sherlock Holmes, Enola, chega para mostrar que a genialidade não é exclusividade dos homens da casa.

Enola Holmes é o mais novo filme que chega na Netflix. Estrelado por Millie Bobby Brown, o filme conta a história da jovem Enola, de 16 anos, irmã do consagrado detetive Sherlock Holmes, que precisa encontrar a sua mãe perdida, ao mesmo tempo em que desvenda o desaparecimento de um jovem marquês e dá seus primeiros passos na vida adulta e fora de casa.

O longa dirigido por Harry Bradbeer e com roteiro de Jack Thorne adapta os livros voltados para o público adolescente criados pela escritora Nancy Springer.

Logo de cara, o filme mostra uma característica que se torna presente em toda a narrativa: a quebra consciente da quarta parede pela protagonista. Fica parecendo uma versão da Dora Aventureira na Era Vitoriana, mas o filme consegue usar essa ferramenta muito bem, pois ajuda o público a ter uma conexão rápida e direta com a personagem de Millie Bobby Brown.

A narrativa do longa é bastante linear e, mesmo assim, consegue ser extremamente ágil, pois utiliza o seu primeiro ato para apresentar Enola Holmes como uma menina criada somente pela sua mãe, após a morte do pai e a partida dos irmãos mais velhos. Enola é uma criança diferente, pois lhe foi dada uma educação formal, à base de muita leitura e conhecimento acadêmico e, em paralelo, sua mãe lhe ensina diversos tipos de esportes, artes marciais e coisas práticas para quem vive no campo estar preparado para enfrentar as dificuldades do dia a dia.

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O roteiro propõe diálogos rápidos e bastante expositivos no início, e isso é reforçado pela edição bastante picotada. É compreensível entender que essas escolhas do diretor e do roteirista são propositais, porque o filme é direcionado para jovens, em especial meninas, e isso dialoga muito bem como a geração jovem e ágil de hoje, ao mesmo tempo em que consegue manter a narrativa coesa e direcionada, sem falhas ou tropeços.

O roteiro se perde um pouco quando, de forma proposital, escolhe mudar o foco da personagem, mas consegue voltar ao fio condutor principal porque utiliza muito bem o seu elenco de coadjuvantes e culmina de forma segura em um terceiro ato bastante agradável.

Enola Holmes é um dos filmes mais bonitos, em questão de visual, que veio esse ano. A fotografia sabe explorar muito bem os grandes campos do interior da Inglaterra e, quando parte para a cidade de Londres, utiliza uma excelente recriação de época para traduzir todo o caos e bagunça que a metrópole possuía nesse período. O trabalho de figurino também merece ser destacado aqui, por conseguir traduzir a personalidade dos personagens e ser bastante fiel ao período histórico. A trilha sonora remete muito aos filmes de Harry Potter, na sua busca pelo épico e também pelo seu volume sempre alto, chega até incomodar um pouco, mas funciona bem no geral.

Aqui foi respondida uma das maiores dúvidas recentes da cultura pop: “O que aconteceria se Millie Bobby Brown fosse a protagonista de um filme?”. Ela está muito bem e consegue manter todo o seu carisma em um excelente trabalho de atuação. O fato de o filme sempre quebrar a quarta parede, contando com um generoso close no rosto da atriz nesses momentos, ajuda bastante no trabalho de expressões faciais de Millie.

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Outro ponto importante é destacar a atuação física da atriz, pois nas diversas cenas de ação e de luta, ela sempre está muito bem, demonstrando uma entrega necessária para o momento. Millie é a alma do filme, e o seu melhor, justamente por ter muito carisma e ser uma jovem atriz que consegue transmitir muito bem o ar de jovialidade que Enola possui juntamente com a inteligência e esperteza da personagem.

Usado de forma acertada como um bom coadjuvante, o Sherlock Holmes de Henry Cavill mantém a sua elegância, mesmo deixando-o mais comum do que misterioso. É possível notar o grande detetive que ele é, mas também vemos uma faceta mas emotiva do personagem clássico, sempre envolto em escolhas lógicas e racionais.

Sam Claffin faz o contraponto ao Sherlock de Cavill, sendo o personagem chato e mandão que funciona como um antagonista moral para Enola. Tb é uma grata surpresa ver Helena Bonham Carter como uma figura materna, mas nós sabemos que ela não seria uma mãe no estilo convencional.

Enola Holmes é um grande acerto. O longa de Harry Bradbeer consegue ser um tremendo entretenimento e transmite uma mensagem positiva e importante, por construir uma protagonista jovem, cheia de vida, inteligente e necessária para uma nova geração. Além de finalmente deixar Millie Bobby Brown brilhar como a protagonista de uma franquia de filmes que tem tudo para ser um enorme sucesso.


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Filmes

O Diabo de Cada Dia | Crítica (Sem Spoilers)

Confira a nossa crítica (sem spoilers) de ‘O Diabo de Cada Dia’, novo longa com Tom Holland e Robert Pattinson, para a Netflix.

Jean Sinclair

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Imagem: Divulgação Netflix

Novo longa da Netflix aposta em personagens com profundidade e roteiro que convida à reflexão.

O caminho que o individuo faz é pavimentado pelas escolhas que a vida lhe traz. Algumas delas são conscientes e feitas por escolha própria. Porém, aquelas que formam a base social e psicológica, e que são moldadas desde a infância, essas são feitas pelas pessoas e pelo meio que cercam esse indivíduo em O Diabo de Cada Dia (The devil all the time, 2020), dirigido por Antonio Campos. O longa adapta o livro “O mal nosso de cada dia” (da Darkside Editora no Brasil), do escritor Donald Ray Pollock, com roteiro de Antonio Campos e Paulo Campos.

No longa temos a história de Arvin Russell (Michael Banks Repeta), filho de um jovem casal no interior do Estados Unidos, no final dos anos 1950. Arvin segue em sua narrativa, chegando ao início da vida adulta (aqui interpretado por Tom Holland) como um jovem carregado de traumas e que acaba tendo que lidar com demônios o tempo todo, sejam os seus ou aqueles que surgem em seu caminho.

Campos começa o seu primeiro ato construindo o seu protagonista a partir das perspectivas das pessoas que o moldaram. Williard e Charlotte Russell (Bill Skargard e Halley Bannet) tratam Arvin de formas bastantes distintas. Essas diferenças, e o fato de que Williard é mostrado como um homem introspectivo, vingativo e cada vez mais fanático pela figura de Deus devido aos seus traumas de guerra, são bem utilizados na trama. Ao mesmo tempo, Campos usa também o primeiro ato para construir a vida de todos os personagens coadjuvantes que serão importantes para Arvin em um ponto ou outro da narrativa. Aqui ele se utiliza de saltos temporais e estabelece um elemento narrativo que se torna constante na obra toda (que eu prefiro não falar o que é, para não estragar a surpresa). Essa ferramenta acaba sendo importante na história, porque a sua presença em todo o longa traz diversas experiências que achei fascinantes. Após esse momento, a trama se fixa nos anos 1970 para contar a história no segundo ato, que consegue ter um ritmo excelente, e o terceiro ato, mesmo episódico, funciona como calvário final para Arvin.

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O roteiro do filme é muito bem construído, tendo como foco os seus personagens. Arvin, seus familiares e pessoas que o cercam e que passam em sua vida, sejam em maior ou menor grau, são muito bem construídas e tem suas motivações e personalidades bem explicitadas no filme.

Outro ponto importante é ver como a sociedade molda esses personagens. Isolamento, deturpação do sentimento de comunidade, a gigante influência de instituições como a igreja, somadas a falta de pudor e a vivência de uma situação “sem lei” que acaba fazendo o individuo ter que agir. Tudo isso cerca esses personagens e acabam tornando-se elementos importantes, tanto como ferramenta narrativa e até como objeto de crítica.

Tudo mostrado em tela é sempre doloroso, graças ao trabalho de design de arte, fotografia e figurino. O filme sempre investe em closes e planos médios, sempre criando uma sensação desconfortável em tela, graças ao foco subjetivo que ele usa nesses momentos, e até mesmo nas poucas vezes que temos um planos mais abertos, o foco subjetivo de espreita continua lá. Esse clima lúgubre infecta até mesmo a trilha sonora, que mesmo usando músicas country e românticas dos aos 1950 e 1960, soam como ecos de um tempo morto.

Tom Holland mostra que é um excelente ator. Que muitos só o enxergam como o adolescente Peter Parker, e esquecem que ele já foi uma criança perdida no caos de um tsunami e até um jovem marinheiro contra uma baleia gigante. Holland incorpora a raiva contida, a insegurança juvenil e a desconfiança de quem já viu muita desgraça na vida. Tudo isso sem cair numa visão e atuação caricatas. Quase roubando a cena, Robert Pattinson coloca mais uma grande atuação em seu currículo. Bill Skargard apresenta bem um homem que, aos poucos, se esfacela por culpa das pancadas que a vida lhe dá, e cada vez mais é notório ver como Sebastian Stan vai incorporando bem o escroque abjeto no seu rol de personagens.

O Diabo de Cada Dia se mostra um filme que bate pesado no espectador. Antonio Campos não faz rodeios na escolha dos temas do filme e, como eles são mostrados de uma forma que direta e crua, torna o filme uma experiência crítica e necessária até mesmo nos dias de hoje. Acima desses temas, temos o individuo e aqueles que o cercam, como vitimas de uma sociedade que, ao mesmo tempo prega virtudes, é corrompida por dentro, tornando-se o maior inimigo dessa história.


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Filmes

Ator de Lovecraft Country, Jonathan Majors, junta-se ao Universo Cinematográfico da Marvel

Jonathan Majors, ator de Lovecraft Country da HBO está se juntando ao Universo Cinematográfico da Marvel para viver Kang, o Conquistador.

Rafa-el Lima

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Majors desempenhará um papel que oferece uma importante pista de como a Disney está incorporando as propriedades Marvel da Fox em seu universo cinematográfico.

De acordo com o site Entertainment Weekly o ator da série Lovecraft Country da HBO, Jonathan Majors, estará se juntando ao MCU para o seu próximo grande papel.

De acordo com a publicação Majors está se juntando ao terceiro filme do Homem-Formiga em um papel de grande destaque, provavelmente Kang, o Conquistador. Ainda de acordo com o site: “Um representante da Disney não fez comentários”. A “confirmação” veio após a notícia inicial ter sido dada pelo site Deadline.

Se o papel de Majors for oficialmente Kang, isso dá uma grande pista sobre como a Disney já pretende começar a unir os seus personagens com aqueles que antes eram propriedade da Fox.

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Kang, nascido Nathaniel Richards, cresceu para se tornar um grande vilão na Marvel Comics, que atravessou e (como seu homônimo sugere) conquistou várias linhas do tempo. O personagem parece naturalmente adaptado ao universo do Homem-Formiga, uma vez que o Scott Lang de Paul Rudd foi quem introduziu o conceito de viagem no tempo através do Reino Quântico em Vingadores: Ultimato.

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Kang, o Conquistador

Em 2015, o diretor de Guardiões da Galáxia, James Gunn, estava respondendo aos comentários de fãs no Facebook quando acabou por revelar que personagens como Shi’ar e Kang eram “propriedade da Fox”. A aquisição das propriedades da 21st Century Fox pela Disney — que incluía os direitos cinematográficos de X-Men, Quarteto Fantástico e outros personagens da Marvel — foi finalizada em 2019.

Embora a Disney tenha lançado Os Novos Mutantes nos cinemas como o último remanescente do que era o universo dos X-Men da Fox, o estúdio aparentemente não tem planos imediatos para os X-Men num futuro recente. No entanto, está claro que os arquitetos do Universo Cinematográfico da Marvel estavam interessados em trazer novos personagens da Fox para o mundo dos Vingadores. Kang parece fazer parte desse plano.

Peyton Reed vai voltar para dirigir Homem-Formiga 3, que mais uma vez vai ser estrelado Rudd e Evangeline Lilly.

Além de atualmente estrelar Lovecraft Country, da HBO, Majors pode ser visto em Da 5 Bloods de Spike Lee na Netflix após receber elogios por seu papel em The Last Black Man in San Francisco. Ele também foi escalado para o filme da Netflix, The Harder They Fall, um faroeste estrelado por Idris Elba, Regina King e LaKeith Standfield.


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Filmes

‘Scooby! O Filme’ entra em exibição nos cinemas

Multiversos

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Animação com aventuras do Scooby-Doo e seus amigos entra em cartaz em circuito drive-in e complexos em funcionamento de acordo com liberação de órgãos responsáveis.

Aventura e mistério podem ser encontrados em cinemas selecionados e circuitos drive-in do Brasil a partir desta quinta-feira (10), com a chegada de SCOOBY! O Filme. Após ser lançado pela Warner Bros. Home Entertainment, por meio das plataformas de vídeo on demand, o longa-metragem de animação do Scooby-Doo chega às telonas de 17 estados brasileiros, com distribuição da Warner Bros. Pictures, para contar a história inédita da origem do Scooby-Doo e o maior mistério na carreira da Mistério S/A. A exibição da produção, agora nos cinemas, oferece uma nova opção para as famílias, dentro do calendário de lançamentos da retomada do setor cinematográfico e apenas em cidades em que os protocolos de segurança autorizam a exibição.

Na dublagem nacional, o filme conta com Guilherme Briggs (Scooby), Fernando Mendonça (Salsicha), Flavia Saddy (Dafne) e Fernanda Barone (Velma), além dos três netos do ator Orlando Drummond, a voz clássica de Scooby-Doo: Alexandre Drummond, como o Jovem Scooby-Doo; Felipe Drummond, como Fred; e Dudu Drummond, como Jovem Fred.


Circuito de Cinema – A partir de quinta-feira, 10 de setembro
Sujeito a alterações. Consulte as redes de cinema para confirmações.

Cidade Cinema
Açailandia (MA) Mobi Cine Açailandia
Alfenas (MG) Cine A Alfenas
Altamira (PA) Cine A Altamira
Amparo (SP) Aga Duplex
Ananindeua (PA) Ananindeua
Aparecida de Goiânia (GO) Buriti
Aparecida de Goiânia (GO) Ciflex Aparecida
Araçatuba (SP) Cineflix Araçatuba
Araras (SP) Cine A Araras
Barbacena (MG) CinePlaza
Belém (PA) Cinepolis Boulevard Belém
Belém (PA) Cinepolis Parque Belém
Belém (PA) Moviecom Pátio
Belém (PA) Moviecom Castanheira
Bragança Paulista (SP) Cine A Bragança
Brasília (DF) JK Ceilandia
Brasília (DF) Multicine Santa Maria
Cascavel (PR) Grupocine Cascavel
Castro (PR) Cineplus Castro
Caucaia (CE) Multicine Iande Shopping
Cianorte (PR) Cianorte
Cosmópolis (SP) Aga Cosmopolis
Eusébio (CE) Grupocine Eusébio
Fortaleza (CE) Centerplex Via Sul
Fortaleza (CE) Certerplex Messejana
Fortaleza (CE) Cinepolis RioMar Kennedy
Fortaleza (CE) Cinepolis RioMar Fortaleza
Fortaleza (CE) Cinepolis North Shopping
Fortaleza (CE) Cinepolis North Shopping Joquei
Foz do Iguaçu (PR) Cine Cataratas
Goianesia (GO) Mobi Cine Goianesia
Guaxupé (MG) 14 bis
Ilha Solteira (SP) Starcine
Imperatriz (MA) Cine Imperatriz
Itanhaém (SP) Cine Mendes
Itapecerica da Serra (SP) Grupocine Itapecerica
Itapetininga (SP) Grupocine Itapetininga
Lavras (MG) Cine A Lavras
Leme (SP) Cine Avenida
Lençóis Paulista (SP) Cine Sul
Manaus (AM) Centerplex Manaus
Manaus (AM) Cinepolis Ponta Negra
Manaus (AM) Cinepolis Millenium
Manaus (AM) Cinepolis Manaus Plaza
Manaus (AM) Playarte Manauara
Marabá (PA) Moviecom Patio Marabá
Marabá (PA) Cine A Marabá
Maracanaú (CE) Centerplex Maracanaú
Maranguape (CE) Grupo Cine Cinemas Maranguape
Medianeira (PR) Medianeira
Paragominas (PA) Mobi Cine Paragominas
Parauapebas (PA) Circuito Cinemas Parauapebas
Picos (PI) Cine Picos
Pindamonhangaba (SP) Grupocine Pinda
Primavera do Leste (MT) Primavera do Leste
Rendeção (PA) Mobi Cine Redenção
Rondonópolis Cinecom
Santa Inês (MA) Grupocine Santa Inês
Santa Isabel (SP) Grupocine Santa Isabel
Santa Rosa (RS) Cine Globo Santa Rosa
Santarém (PA) Cinesystem Santarém
Santo Antonio de Jesus (BA) Cine Itaguari
São Gonçalo (RJ) Cinepolis São Gonçalo
Socorro (SP) Cine Olandi
Sorocaba (SP) Cineplay
Sorocaba (SP) Shopping Panorâmico
Sumaré (SP) Cineflix Sumaré
Tangará da Serra (MT) Cineshop Tangará
Tatuí (SP) Cine Santa Helena
Tucuruí (PA) Mobi Cine Tucuruí
Ubatuba (SP) Cine Porto
Valparaíso de Goiás (GO) Cineflix Valparaiso
Várzea Grande (MT) Cineflix Varzea

 

Circuito Drive In – A partir de quinta-feira, 10 de setembro
Sujeito a alterações. Consulte as redes de cinema para confirmações.

Cidade Cinema
Atibaia (SP) Drive-in Atibaia
Belo Horizonte (MG) Drive-in Alphaville
Bento Gonçalves (RS) Movie Arte Shopping Bento
Brasília (DF) Drive-in Brasília
Curitiba (PR) Drive-In Auto Show
Curitiba (PR) Drive-in Pedreira
Goiânia (GO) Drive-in Serra Dourada
Itabira (MG) Espaço Cinemax
Itajuba (MG) Drive-in Itajubá
Jequie (BA) Drive-in Golden
Montes Claros  (MG) Cinemais Drive-in Montes
Mossoró (RN) Multicine Mossoró
Osasco (SP) Drive-in CTN Osasco
Ponta Grossa (PR) Drive-in Ponta Grossa
Rio de Janeiro (RJ) Drive-in Uptown
São Paulo (SP) Drive-in CTN
Tubarão (SC) Drive-in Tubarão
Vitória (ES) Drive-in Vitória
Xangri-lá (RS) Drive-in Xangri-lá

 

Sobre o filme

SCOOBY! O Filme revela como os velhos amigos Scooby e Salsicha se conheceram e como se juntaram aos jovens detetives Fred, Velma e Daphne para fundar a famosa Mistério S/A. Agora, com centenas de casos solucionados e aventuras compartilhadas, Scooby e a galera enfrentam seu maior e mais difícil mistério: um plano para libertar o cachorro fantasma Cerberus no mundo. À medida que se apressa para impedir esse apocãolipse, o grupo descobre que Scooby tem um legado secreto e um destino épico mais extraordinário do que qualquer um poderia imaginar.

SCOOBY! O Filme é estrelado em sua versão original por Will Forte (“Fora de Série”, série de TV “The Last Man on Earth”) como o melhor amigo de Scooby-Doo, Salsicha; o ator duas vezes indicado ao Oscar Mark Wahlberg (“O Vencedor”, “Os Infiltrados”) como Falcão Azul; Jason Isaacs (filmes “Harry Potter”, série de TV “The OA”) como o infame Dick Vigarista; Gina Rodriguez (“Horizonte Profundo – Desastre no Golfo”, série de TV “Jane the Virgin”) como Velma; Zac Efron (“O Rei do Show”, franquia “Vizinhos”) como Fred; Amanda Seyfried (filmes “Mamma Mia!”, “Ted 2”) como Daphne; Kiersey Clemons (“Vizinhos 2”, série de TV “Angie Tribeca”) como a piloto Dee Dee Skyes da Falcon Fury; Ken Jeong (“Podres de Ricos”, trilogia “Se Beber, Não Case!”) como Dinamite da Falcon Force; Tracy Morgan (“What Men Want”, série de TV “30 Rock”) como o Capitão Caverna; Simon Cowell (programas de TV “American Idol”, “The X-Factor”) como ele mesmo; e Frank Welker (franquia “Transformers”) como Scooby-Doo.

SCOOBY! O Filme é dirigido por Tony Cervone, indicado ao prêmio Annie pelo longa-metragem “Space Jam – O Jogo do Século” e duas vezes indicado ao Emmy por seu trabalho em “Duck Dodgers”.

O filme é produzido por Pam Coats e Allison Abbate. Os produtores executivos são Adam Sztykiel, Charles Roven, Richard Suckle, Jesse Ehrman, Dan Povenmire e Chris Columbus.

O roteiro é assinado por Adam Sztykiel, Jack C. Donaldson & Derek Elliott e Matt Lieberman, com história de Matt Lieberman e Eyal Podell & Jonathon E. Stewart, baseada nos personagens criados pela Hanna-Barbera Productions. O time de Cervone ainda inclui os editores Ryan Folsey e Vanara Taing, além do compositor Tom Holkenborg.

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Filmes

Estou pensando em acabar com tudo | Crítica (Sem Spoilers)

Nossa crítica de ‘Estou pensando em acabar com tudo’, o novo filme de Charlie Kaufman, diretor dos aclamados ‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’ e ‘Quero ser John Malkovich’.

Jean Sinclair

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Novo longa de Charlie Kaufman, ‘Estou pensando em acabar com tudo’, irá dar um nó na sua cabeça.

Estou pensando em acabar com tudo, o novo filme de Charlie Kaufman, dos aclamados Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças e Quero ser John Malkovich, chega à Netflix. Kaufman é um diretor que sempre gostou de brincar no cercadinho gigante e labiríntico que é a mente humana, e adaptar (direção e roteiro) o livro escrito por Iain Reid (Eu estou pensando em acabar com tudo’, 2017, Editora Fábrica 231) foi aquele preto cheio que Kaufman não deixou passar. Gostaria de agradecer e parabenizar aos amigos da Netflix pelo excelente trabalho de atenção e parceria com o site.

Jake (Jesse Plemons) e sua namorada (Jessie Buckley) estão em viagem para a casa dos pais de Jake. Ele quer apresentar a nova namorada pois, mesmo sendo um cara mais introspectivo, ele está feliz. Entretanto, ela segue com um pensamento sempre recorrente de acabar com o relacionamento assim que a viagem terminar e, ao chegar na fazenda dos pais dele, ela acaba entrando numa situação inesperada demais.

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O filme ‘Estou pensando em acabar com tudo’ é uma adaptação deste livro.

Um quesito que preciso deixa claro: Eu não conhecia a obra original. Assim, eu vi o filme sem o fator adaptação, o que na maioria das vezes acaba atrapalhando.

Dito isso, Kaufman aposta pesado em um sentimento de estranheza em todos os momentos do longa. O primeiro ponto que evidencia essa escolha consciente do diretor é o aspecto de tela do filme, com o formato de 4:3. Daí em diante, temos todo um primeiro ato quase inteiramente entre Jake e sua namorada. conversando na viagem de ida, dentro do carro.

A edição de Robert Frazen mostra a que veio desde o início, porque ela ajuda bastante o espectador a passar esse primeiro ato do filme. Aqui também temos Jerry Stein e sua equipe apresentando outra grande força do longa, que é todo o trabalho de som e edição de som.

O texto de Kaufman funciona bem nesse início, porque somos apresentados a dupla de protagonistas. Jake e sua namorada representam bem um casal contemporâneo, com ela se mostrando uma colorida universitária atolada de trabalhos e um emprego, com pitadas de cinéfila, amante de literatura e até um quê de poetisa, e sempre consciente dos problemas atuais. Já Jake é um homem monocromático, inteligente, culto, sempre atencioso e um apreciador de musicais, mesmo tudo isso ficando sob uma grossa camada de timidez e inadequação social. Esse primeiro ato é entrecortado por uma segunda narrativa, que mostra um zelador fazendo o seu trabalho. Invisível e atuante, esse idoso, que pode ser tanto agradável como ameaçador, também se mostra um cinéfilo em seus momentos de descanso.

Ao chegar na fazenda, as coisas começam a avançar mais e mais e toda a estranheza e sensação incômoda que o longa traz ganha níveis mais fortes. Aqui tudo trabalha para deixar a narrativa mais densa, jogando mais camadas na história.

O texto de Kaufman fica mais trabalhado e também mais ágil, graças a interação dos protagonistas com os pais de Jake. Toni Collette e David Thewlis nos apresentam um casal que o tempo manteve unido. Que mesmo embrenhados numa fazenda mostram-se conhecedores vastos e, ao mesmo tempo, pessoas com pontos de vista rígidos, até ultrapassados, e acima de tudo, pessoas quebradas. Essas camadas são muito bem representadas graças à Molly Hughes e Gonzalo Cordoba, numa dobradinha efetiva e sensacional do Design de Produção com a Direção de Arte. Ambos usam sabiamente cores e texturas para ajudar na narrativa e, junto com o som e a trilha sonora de Jay Wadley, o espectador é afundado e engolido pelo mistério do trama.

Ter um elenco afiado é um grande aliado nessa imersão. Jessie Buckley tem uma voz magnética. Os seus monólogos são deliciosos de ouvir e sua atuação passa por uma gama de emoções que apenas uma atriz expressiva e talentosa poderiam transmitir tão bem. Jesse Plemons se supera, porque você já o conhece de obras como Breaking Bad e O Irlandês e, aqui, ele adiciona mais uma grande atuação ao seu currículo. A química entre ambos é ótima e nas longas cenas dentro do carro esse entrosamento faz toda a diferença e segura o espectador. Collette e Thwelis trazem bem todo o momento quebrado e doloroso que é a velhice.

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– The Boys: 2ª Temporada | Crítica (Sem Spoilers)
– Scooby! | Crítica (Sem Spoilers)

Nesse reboliço, de estranheza e mistério, chegamos no terceiro ato. Kaufman é até bastante linear com sua narrativa, e aqui seria o momento de ter repostas e soluções… É… seria.

Ao invés de se resolver, o roteiro coloca mais camadas na narrativa. O filme começa a ficar inchado demais, denso de forma desnecessária e aposta pesado ainda mais na confusão e piração para apresentar a sua conclusão. O que me deixou com uma sensação incômoda de ter visto um pombo enxadrista montado num pedestal de auto bajulação criativa, mesmo havendo algum sentido nesse final. Ao terminar, eu pessoalmente fiquei com mais perguntas do que repostas, tanto que precisei pesquisar sobre o livro e a produção do longa para encontrá-las.

Estou pensando em acabar com tudo é um filme pretensioso e incômodo, no bom e no mau sentido. Charlie Kaufman criou mais uma tapeçaria mental. E, divertir-se por completo aqui, exigirá do seu espectador atenção, e até revisitas com boas doses de fôlego, porque o longa propositalmente se mostra complicado como um quebra-cabeça jogado numa mesa. Espectadores mais atentos matarão a charada rapidamente, outros não. Mas, o que realmente importa aqui, é a experiência que um filme, como os criados pelo Kaufman, podem trazer.

O longa chega à Netflix dia 4 de setembro. Adiciona logo à sua lista (clicando AQUI) para não perder.


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Filmes

Ben Affleck retornará como Batman em ‘The Flash’

Ben Affleck aparecerá junto de Michael Keaton no filme do Flash, que explora o multiverso de heróis da DC Comics.

Rafa-el Lima

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Batfleck aparecerá junto de Michael Keaton no filme do velocista escarlate, que explora o multiverso de heróis da DC Comics.

De acordo com o site Vanity Fair, Ben Affleck voltará a interpretar o vigilante de Gotham do universo DC. “O taciturno Cavaleiro das Trevas do diretor de Argo está voltando para mais um filme, com Affleck concordando em retornar como Bruce Wayne na próxima versão para a tela grande de The Flash”, é o que diz a publicação.

O filme The Flash, planejado para 2022, trará Barry Allen, interpretado por Ezra Miller, desafiando as leis da física para viajar entre os universos paralelos da DC Comics, onde ele encontrará diferentes versões dos clássicos heróis da editora. O filme, que já levou no título o nome da série em quadrinhos de 2011, Flashpoint, será dirigido por Andy Muschietti, o cineasta por trás das recentes adaptações de Stephen King, ‘It’ e It, Capítulo Dois’.

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‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder será lançada oficialmente na HBO Max

“O Batman dele tem uma dicotomia muito forte, que é sua masculinidade – por causa de sua aparência, da figura imponente que ele tem e de sua mandíbula -, mas também é muito vulnerável”, disse Muschietti em uma entrevista. “Ele sabe como entregar de dentro para fora essa vulnerabilidade. Ele só precisa de uma história que lhe permita trazer esse contraste, esse equilíbrio.”

Ainda de acordo com o site, Affleck recebeu o roteiro no final do longa na semana passada e concordou esta semana em se juntar ao projeto.

“Ele é uma parte muito importante do impacto emocional do filme. A interação e o relacionamento entre Barry e o Wayne de Affleck vão trazer um nível emocional que não vimos antes”, acrescentou o diretor. “É o filme de Barry, é a história de Barry, mas seus personagens são mais relacionados do que pensamos. Ambos perderam suas mães por um assassinato e esse é um dos laços emocionais do filme. É aí que o Batman-Affleck entra em ação.”

“Estou feliz por colaborar com alguém que também esteve nos dois lados da câmera”, disse Muschietti“Ele entende.”

O site Vanity Fair acrescenta que Affleck não será o único Batman a reaparecer no longa. Mais alguns dos heróis de dimensões alternativas da DC que aparecerem no filme Flash serão figuras que já vimos antes. O Batman de Michael Keaton, do filme de Tim Burton de 1989, também está programado para aparecer no que Muschietti disse ser um papel “substancial”.

Michael Keaton como Batman em 1989. © WARNER BROS / EVERETT COLLECTION.

Michael Keaton como Batman em 1989. © WARNER BROS / EVERETT COLLECTION.

Há outra razão pela qual o Flash de Erza Miller precisava do personagem do Batfleck. No universo cinematográfico da DC, o Bruce Wayne de Affleck é aquele que o Flash de Erza consideraria como “o Batman original”, aquele que ele já lutou ao lado nos filmes anteriores de Zack Snyder.

Muschietti disse que não funcionaria tão bem para ele se aventurar na companhia de outros Batmen sem ter Affleck como ponto de partida. “Ele é a linha de base. Ele é parte desse estado inalterado antes de pularmos na aventura de Barry”, disse o diretor. “Há uma familiaridade aí.”

“Este filme é um pouco como uma articulação no sentido de que apresenta uma história que implica um universo unificado onde todas as iterações cinematográficas que vimos antes são válidas”, disse Muschietti. “É inclusive no sentido de que ele está dizendo tudo o que você já viu existe, e tudo o que você vai ver existe, na mesma multiverso unificado.”

Ben Affleck foi escalado para o papel de Batman no final de agosto de 2013, e o debate sobre sua presença como homem-morcego não diminuiu, mesmo depois de dois filmes – Batman v Superman: A Origem da JustiçaLiga da Justiça – e uma participação especial em Esquadrão Suicida. Ele ainda fará parte da nova versão de Liga da Justiça, o famigerado “Snyder Cut”, que será lançado na HBO Max, trazendo a visão do diretor original antes que o filme fosse entregue a Joss Whedon para ser concluído – em uma versão do filme que não agradou muito.

Affleck havia assinado anteriormente para dirigir e estrelar um filme autônomo chamado The Batman, mas acabou deixando o projeto depois de dizer que suas demandas estavam cobrando um preço muito pessoal. Na época em que deixou o filme, ele também estava lidando com o fim de seu casamento com Jennifer Garner e lutando contra o alcoolismo. “Eu mostrei o roteiro do Batman para alguém”, disse Affleck ao New York Times“Eles disseram: ‘Acho que o roteiro é bom. E eu também acho que você vai beber até a morte se passar pelo que acabou de passar de novo.’ ”

Barbara Muschietti, a produtora de The Flash (e irmã e colaboradora de longa data do diretor), também falou ao site Vanity Fair e disse que temia que isso pudesse torná-lo relutante em voltar. “Tem havido todo tipo de história e coisas que ele mesmo disse sobre ter tido muita dificuldade para interpretar o Batman, e como isso foi difícil para ele”, disse ela. “Acho que foi mais sobre um momento difícil da vida dele. Quando o abordamos, ele agora está em uma época muito diferente de sua vida. Ele foi muito aberto a isso, o que foi uma surpresa para nós. Isso era um ponto de interrogação.”

“Somos todos humanos e passamos por grandes momentos em nossas vidas e também por momentos terríveis”, acrescentou ela. “Atualmente ele está em um momento em que pode, realmente, gostar de ser o Batman.” Além disso, ele não precisa carregar o filme inteiro. “É um papel fundamental, mas ao mesmo tempo é divertido”, disse ela.

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O cineasta Matt Reeves (O Planeta dos Macacos) está dirigindo The Batman com Robert Pattinson no papel principal. O filme estava sendo filmado até ocorrer o bloqueio por conta da pandemia do coronavírus, e a produção deve ser retomada em breve.

Embora um filme independente do Batfleck não tenha acontecido, seus fãs continuam a defender a atuação de Affleck no personagem.

Em The Flash, poderemos ver o ator responder ao Bat-sinal pelo menos mais uma vez.


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Filmes

Scooby! | Crítica (Sem Spoilers)

Confira a nossa crítica, sem spoilers, de ‘Scooby!’, nova animação da Warner com os personagens clássicos da Hanna-Barbera.

Jean Sinclair

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“Scooby-Doo, meu filho, você está de volta!”

Desde o seu anúncio e sua campanha de divulgação, Scooby! tornou-se uma das animações mais esperadas desse ano nos cinemas.

Ai veio a Covid-19. Salas de exibição fechadas e, com a incerteza de reabertura desses espaços, somada a iniciativas frutíferas de outros estúdios, a Warner decidiu manter a data de lançamento desse longa animado. Porém, com a chegada para as plataformas digitais de venda e aluguel nos EUA, agora temos o lançamento do longa aqui no Brasil em formato de aluguel digital, via streaming. Agradecemos à Warner Brasil e às amigas e parceiras da Espaço Z a oportunidade de conferirmos o lançamento do longa animado.

Dirigido por Tony Cervone, veterano dentro do campo de animações pra TV, esse longa tem em suas grandes qualidades a soberba animação e seu design de arte, que mostraram o refinado trabalho dessas equipes, com designs bonitos, escolha de cores e texturas magníficos. Algo que ficaria lindo no IMAX e que é feito para se assistir em Full HD mesmo. Junto disso, temos um excelente trabalho de som que, com o resgate de coisas clássicas mescladas à tecnologia recente e, somadas às homenagens e easter eggs da Hanna-Barbera, darão aos fãs do estúdio muita alegria.

O que entristece é que uma qualidade da obra também é o maior defeito de Scooby!.

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Esse projeto tem um claro objetivo: criar mais universo compartilhado. Um “HBverso” ou “Hanna-Barberaverso”. As adições do Falcão Azul, Bionicão, Sabina (Dee Dee Skies) e outros personagens da Hanna-Barbera que estão no longa deixaram isso claro e tudo isso gerou um excesso que, numa animação curta como essa, só deixou o roteiro mais apressado, de forma que, se você perder algum diálogo, vai boiar. Isso tb mostra um claro processo criativo cheio de idas e vindas no roteiro. Roteiro esse que acerta quando foca no núcleo do Scooby-Doo e derrapa ao utilizar clichês preguiçosos no segundo e terceiro atos.

Além dos problemas com roteiro há também percalços nos diálogos, que se saem bem quando são espertos e rápidos, mas falham quando se tornam expositivos demais. Aqui também vemos um clássico erro de criação, com 7 pessoas cuidando disso tudo e, ainda assim, temos diversos furos e soluções fracas. Mesmo assim, não posso negar que o roteiro como um todo é funcional e manteve um bom ritmo para a história.

No elenco, Mark Whalberg e Jason Isaacs estão excelentes (descobri-los na obra é uma diversão à parte) e o restante do elenco está muito bem, e não vou negar minha alegria de ver uma animação em seu áudio original. Na versão dublada, tivemos o trabalho de Guilherme Briggs, assumindo o manto de Scooby-Doo, antes dublado pelo lendário Orlando Drummond. Fernando Mendonça faz o Salsicha, assumindo o legado de Mário Monjardim, e também temos diversos dubladores clássicos, como o Garcia Júnior e Márcio Simões.

Scooby! agradará muito as crianças por ser divertido, ágil e não as tratar como idiotas. Porém, esse longa não é uma obra tradicional de humor, mistério e investigação, como Scooby-Doo sempre foi mas, sim, mais um filme de super-heróis, com o Scooby dentro dele.

A animação pode ser encontrada nas versões dublada e legendada, em diversas plataformas digitais como: Cinema Virtual, SKY Play, VIVO Play, Google Play, Apple TV, Microsoft Store, PlayStation Store e Uol Play.


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Filmes

Project Power | Ação sem medo de ser espetáculo!

Confira a nossa crítica a Project Power, filme da Netflix estrelado por Jamie Foxx, Jason Gordon Levvit e Dominique Fishback.

Jean Sinclair

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Project-Power-Netflix

Project Power, da Netflix, entrega ação crua, sem muitos rodeiros, em um espetáculo de filme.

Project Power, dirigido pela dupla Henry Joost e Ariel Schumer, vindos de filmes indies como Viral (2016) e Nerve (2016), chegou na Netflix para atender o público fã de bons filmes de ação.

Estrelado por Jamie Foxx, que interpreta Major, um homem investigando o caminho que a nova droga, a Power, está seguindo na cidade de Nova Orleans. Esse narcótico dá ao usuário cinco minutos de super-poderes, que a pessoa que usa a pílula não sabe que poder receberá, até correndo o risco de ser destruído pela própria droga. Nesse contexto, o policial Frank, interpretado por Jason Gordon Levvit, segue a sua investigação das origens dessa nova droga e que tem ao seu lado a jovem Robin, vivida por Dominique Fishback, que é uma pequena traficante de Power, e que acaba se metendo nas investigações de ambos.

O grande foco do roteiro escrito por Mattson Tollin é bem claro: a ação. Project Power são 1h e 50 min. de um ritmo simplesmente alucinado, e isso é muito bom. Com essa escolha clara, o filme dá ao espectador o necessário para que você conheça os personagens chave da trama em seu primeiro ato e, depois disso, engata a quinta marcha e pisa fundo no acelerador da ação. Isso também é espertamente preenchido com uma boa construção de cenário, usando bem os pontos de Nova Orleans necessários para contar a história e faze-lá prosseguir.

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Há pequenas sutilezas nos diálogos, como o excelente enaltecimento da cultura negra norte-americana, com o rap e as mensagens positivas que a música traz, e os avisos de que estamos num sistema que esmaga o pobre para engrandecer os ricos. São momentos rápidos e que são bem-vindos numa obra de ação, que nunca esquece de ser espetáculo.

Joost e Schumer se apropriam de quase todas as linguagens cinematográficas possíveis aqui. A câmera do filme nunca está parada graças ao trabalho de fotografia de Michael Simmonds e isso sempre acentua à níveis altíssimos as cenas. As escolhas de usar uma paleta de cores ultra saturada também reforça esse clima cheio de adrenalina e dá força para os movimentos na tela. As escolhas musicais, com o bom uso do rap, dá agilidade ao trabalho como um todo.

Project Power é um filme ágil, rápido e que não tem medo de buscar o entretenimento. Ele tem momentos reflexivos e mensagens muito positivas em suas ideias e, de forma esperta e moderna, Henry Joost e Ariel Schumer focam e acertam muito bem na sua meta principal: criar um filme de ação com estilo e diversão. Que bom que eles escolheram fazer assim.


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