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	Comentários sobre: RPG &#124; Diferenças entre sessão de jogo casual e sessão de jogo com mestre profissional	</title>
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		<title>
		Por: playtracker		</title>
		<link>https://www.multiversos.com.br/rpg-diferencas-entre-sessao-de-jogo-casual-e-sessao-de-jogo-com-mestre-profissional/#comment-165</link>

		<dc:creator><![CDATA[playtracker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2017 14:27:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pra quem gosta de ver ou acompanhar partidas de RPG, tem alguns canais ondeandam fazendo partidas ao vivo:

http://www.youtube.com/watch?v=JikaNwPKk7U&#038;index=1&#038;list=PLW3alVDg-UCd0cWNZG6LylUrzqubBqChO

http://www.youtube.com/watch?v=r_vt3of4ukw&#038;list=PLMVTEBBvR8MHZ2CKumJEIz3mnNeCnq2QO

http://www.youtube.com/watch?v=ukckON13Evg&#038;index=16&#038;list=PLALCIyrvSAeDaTKx-RY5ptW6Xvf5JTjYM]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra quem gosta de ver ou acompanhar partidas de RPG, tem alguns canais ondeandam fazendo partidas ao vivo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JikaNwPKk7U&#038;index=1&#038;list=PLW3alVDg-UCd0cWNZG6LylUrzqubBqChO" rel="nofollow ugc">http://www.youtube.com/watch?v=JikaNwPKk7U&#038;index=1&#038;list=PLW3alVDg-UCd0cWNZG6LylUrzqubBqChO</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=r_vt3of4ukw&#038;list=PLMVTEBBvR8MHZ2CKumJEIz3mnNeCnq2QO" rel="nofollow ugc">http://www.youtube.com/watch?v=r_vt3of4ukw&#038;list=PLMVTEBBvR8MHZ2CKumJEIz3mnNeCnq2QO</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ukckON13Evg&#038;index=16&#038;list=PLALCIyrvSAeDaTKx-RY5ptW6Xvf5JTjYM" rel="nofollow ugc">http://www.youtube.com/watch?v=ukckON13Evg&#038;index=16&#038;list=PLALCIyrvSAeDaTKx-RY5ptW6Xvf5JTjYM</a></p>
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			</item>
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		<title>
		Por: pedro henrique		</title>
		<link>https://www.multiversos.com.br/rpg-diferencas-entre-sessao-de-jogo-casual-e-sessao-de-jogo-com-mestre-profissional/#comment-134</link>

		<dc:creator><![CDATA[pedro henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 11:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olha, não sou contra a profissionalização do RPG, acho que o mercado e a oportunidade estão aí para quem quiser seguir tal caminho, e usufrui do serviço quem quiser, sem que os demais repudiem o ato ; mas rebaixar tanto o rpg casual, inclusive com bastante ênfase em pontos negativos que nem sempre condizem com a realidade não vai melhorar a imagem do &quot;rpg profissional&quot;, sabe ?
O rpg casual não exige preparação ? Não tem como objetivo uma experiência ? Não tem Comprometimento ?
Desculpe, mas acho que autor deve ter jogado em mesas muito fora do padrão comum ao hobby pra afirmar isso.Volto a ficar com a impressão que o texto rebaixa um pra poder trazer qualidade ao outro,pra que e o porquê disso, não sei.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olha, não sou contra a profissionalização do RPG, acho que o mercado e a oportunidade estão aí para quem quiser seguir tal caminho, e usufrui do serviço quem quiser, sem que os demais repudiem o ato ; mas rebaixar tanto o rpg casual, inclusive com bastante ênfase em pontos negativos que nem sempre condizem com a realidade não vai melhorar a imagem do &#8220;rpg profissional&#8221;, sabe ?<br />
O rpg casual não exige preparação ? Não tem como objetivo uma experiência ? Não tem Comprometimento ?<br />
Desculpe, mas acho que autor deve ter jogado em mesas muito fora do padrão comum ao hobby pra afirmar isso.Volto a ficar com a impressão que o texto rebaixa um pra poder trazer qualidade ao outro,pra que e o porquê disso, não sei.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fernando Alves		</title>
		<link>https://www.multiversos.com.br/rpg-diferencas-entre-sessao-de-jogo-casual-e-sessao-de-jogo-com-mestre-profissional/#comment-133</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2017 19:26:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.multiversos.com.br/rpg-diferencas-entre-sessao-de-jogo-casual-e-sessao-de-jogo-com-mestre-profissional/#comment-132&quot;&gt;Pedro Meireles&lt;/a&gt;.

&quot;Você pode desenhar de graça para quem quiser, mas também pode cobrar pelo seu trabalho, por que seria diferente com o mestre de rpg, que precisa fazer preparações, ser capaz de interpretar um mundo inteiro, mediar conflitos entre jogadores e fornecer entretenimento?&quot;

Aqui tem vários pontos: existem outros parardigmas de RPG onde não é o MESTRE que fornece entretenimento, ele ajuda no entretenimento, afinal é um jogo de grupoi Essa é uma forma de ver o papel de &quot;mestre&quot; (eu prefiro o termo narrador, por exemplo), o narrador é um jogador com papel diferente no grupo, não é o principal e todos deveria se dedicar ao jogo tanto quanto ele.
Agora comparar prestar seviço de ilustrador e de &quot;mestre&quot; de RPG é bem complicado, pois são duas coisas beeem difererntes.

 &quot;Ah, mas os dois podem ser &#039;hobbies&#039; que dão dinheiro!&quot; 

Ok, mas a semelhança para por aí! Ilustrar é uma prática relativamente solitária e que o seu produto tende a agregar valor (como em uma embalagem ou campanha de marketing) ou ser o próprio produto de venda (como em revistas em quadrinhos), narrar segue outra dinâmica! Enfim, pra mim foi uma comparação relativamente fraca.

No mais eu não sou contra alguém ganhar dinheiro narrando RPG! Eu osu contra ESSA modalidade de narrador que é pago pelo jogador. Acho muito válido você ser contratado pra narrar jogos em eventos pra uma editora, mas os jogadores não estão pagando pra isso! Acho válido uma empresa te contratar pra narrrar RPG como uma dinâmica de grupo! Pra exercitar trabalho em equipe e etc. Ou mesmo uma escola te contratar pra narrar em um evento ou mesmo como atividade extra curricular... Existem outra possibilidades além do &quot;pagar um ingresso&quot; pra jogar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.multiversos.com.br/rpg-diferencas-entre-sessao-de-jogo-casual-e-sessao-de-jogo-com-mestre-profissional/#comment-132">Pedro Meireles</a>.</p>
<p>&#8220;Você pode desenhar de graça para quem quiser, mas também pode cobrar pelo seu trabalho, por que seria diferente com o mestre de rpg, que precisa fazer preparações, ser capaz de interpretar um mundo inteiro, mediar conflitos entre jogadores e fornecer entretenimento?&#8221;</p>
<p>Aqui tem vários pontos: existem outros parardigmas de RPG onde não é o MESTRE que fornece entretenimento, ele ajuda no entretenimento, afinal é um jogo de grupoi Essa é uma forma de ver o papel de &#8220;mestre&#8221; (eu prefiro o termo narrador, por exemplo), o narrador é um jogador com papel diferente no grupo, não é o principal e todos deveria se dedicar ao jogo tanto quanto ele.<br />
Agora comparar prestar seviço de ilustrador e de &#8220;mestre&#8221; de RPG é bem complicado, pois são duas coisas beeem difererntes.</p>
<p> &#8220;Ah, mas os dois podem ser &#8216;hobbies&#8217; que dão dinheiro!&#8221; </p>
<p>Ok, mas a semelhança para por aí! Ilustrar é uma prática relativamente solitária e que o seu produto tende a agregar valor (como em uma embalagem ou campanha de marketing) ou ser o próprio produto de venda (como em revistas em quadrinhos), narrar segue outra dinâmica! Enfim, pra mim foi uma comparação relativamente fraca.</p>
<p>No mais eu não sou contra alguém ganhar dinheiro narrando RPG! Eu osu contra ESSA modalidade de narrador que é pago pelo jogador. Acho muito válido você ser contratado pra narrar jogos em eventos pra uma editora, mas os jogadores não estão pagando pra isso! Acho válido uma empresa te contratar pra narrrar RPG como uma dinâmica de grupo! Pra exercitar trabalho em equipe e etc. Ou mesmo uma escola te contratar pra narrar em um evento ou mesmo como atividade extra curricular&#8230; Existem outra possibilidades além do &#8220;pagar um ingresso&#8221; pra jogar&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pedro Meireles		</title>
		<link>https://www.multiversos.com.br/rpg-diferencas-entre-sessao-de-jogo-casual-e-sessao-de-jogo-com-mestre-profissional/#comment-132</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 03:07:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acredito bastante no potencial da profissionalização do mestre de rpg, no sentido de oferecer a grupos de RPG um trabalho comprometido e sério. O texto do Amadeu parece refletir justamente sobre o que seria mais comum nas mesas casuais e profissionais. A profissionalização do mestre de rpg, somado a conhecimentos técnicos e de criação de historias parece uma modernização da maneira de enxergar o cargo do mestre, incentivando o mesmo a oferecer histórias estruturadas e fornecer aos clientes um comprometimento maior. É de se causar estranheza, como todo novo negócio. Provavelmente o primeiro desenhista a cobrar pelo seu trabalho deve ter causado estranheza, pois muitos viam(e infelizmente ainda veem) apenas um desenho e não o trabalho e o caminho que o desenhista percorreu até desenhar bem. Você pode desenhar de graça para quem quiser, mas também pode cobrar pelo seu trabalho, por que seria diferente com o mestre de rpg, que precisa fazer preparações,  ser capaz de interpretar um mundo inteiro, mediar conflitos entre jogadores e fornecer entretenimento?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito bastante no potencial da profissionalização do mestre de rpg, no sentido de oferecer a grupos de RPG um trabalho comprometido e sério. O texto do Amadeu parece refletir justamente sobre o que seria mais comum nas mesas casuais e profissionais. A profissionalização do mestre de rpg, somado a conhecimentos técnicos e de criação de historias parece uma modernização da maneira de enxergar o cargo do mestre, incentivando o mesmo a oferecer histórias estruturadas e fornecer aos clientes um comprometimento maior. É de se causar estranheza, como todo novo negócio. Provavelmente o primeiro desenhista a cobrar pelo seu trabalho deve ter causado estranheza, pois muitos viam(e infelizmente ainda veem) apenas um desenho e não o trabalho e o caminho que o desenhista percorreu até desenhar bem. Você pode desenhar de graça para quem quiser, mas também pode cobrar pelo seu trabalho, por que seria diferente com o mestre de rpg, que precisa fazer preparações,  ser capaz de interpretar um mundo inteiro, mediar conflitos entre jogadores e fornecer entretenimento?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rafael Lima		</title>
		<link>https://www.multiversos.com.br/rpg-diferencas-entre-sessao-de-jogo-casual-e-sessao-de-jogo-com-mestre-profissional/#comment-131</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rafael Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2017 19:41:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.multiversos.com.br/rpg-diferencas-entre-sessao-de-jogo-casual-e-sessao-de-jogo-com-mestre-profissional/#comment-130&quot;&gt;Fernando Alves&lt;/a&gt;.

&quot;Não existe um jeito CERTO de narrar ou de jogar, existe o jeito que você GOSTA!&quot;

Perfeito.

Acho que o que o Amadeu quis abordar são as vantagens de poder &quot;cobrar&quot; pela qualidade, já que você está pagando pelo serviço.

Obrigado pelo retorno, Fernando. ;)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.multiversos.com.br/rpg-diferencas-entre-sessao-de-jogo-casual-e-sessao-de-jogo-com-mestre-profissional/#comment-130">Fernando Alves</a>.</p>
<p>&#8220;Não existe um jeito CERTO de narrar ou de jogar, existe o jeito que você GOSTA!&#8221;</p>
<p>Perfeito.</p>
<p>Acho que o que o Amadeu quis abordar são as vantagens de poder &#8220;cobrar&#8221; pela qualidade, já que você está pagando pelo serviço.</p>
<p>Obrigado pelo retorno, Fernando. 😉</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fernando Alves		</title>
		<link>https://www.multiversos.com.br/rpg-diferencas-entre-sessao-de-jogo-casual-e-sessao-de-jogo-com-mestre-profissional/#comment-130</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2017 18:39:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://multiversos.com.br/?p=3182#comment-130</guid>

					<description><![CDATA[Olá!

Acho interessante novas formas de jogar RPG, mas acho complicado eleger uma melhor que a outra. E é isso que este artigo faz, por mais que tente desfaçar aqui e ali.

Discussão sobre &quot;Narrador Profissional&quot; é um ponto polêmico em diversas rodas de discussão sobre RPG.

Bem, eu tenho a minha opinião: temos que ter cautela quando se transforma uma relação &quot;casual&quot; em uma relação de consumo, pois tem bem mais diferenças do que estas quatro elencadas aí, e nem todas são exatamente como descritas.

A preparação é um ponto interessante e divergente. A preparação do narrador. Afinal o que é um narrador preparado? É um que chega com a história pronta, as falas memorizadas e as descrições escritas? É aquele que leu e memorizou todas ou quase todas as regras? É aquele que fez um curso de teatro, cinema e etc.?

Jogos como Dungeon World tem a premissa de &quot;Jogar pra ver o que acontece&quot;, o narrador deve estar preparado para se surpreender e improvisar em cima das ações dos personagens jogadores! Não deve ter um mapa totalmente preenchido e deve delegar aos jogadores certos conteúdos sobre a história e o cenário muito para além dos seus personagens.

Ou Savage Worlds, que tem um baralho de aventura que pode colocar o &quot;plot twist&quot; totalmente na mão dos jogadores... e são 54 possibilidades ou mais! Difícil se preparar pra todas ela.

Então um narrador preparado pra improvisar seja mais importante do que um que já trouxe tudo pronto nesse caso.

Mas e se o narrador foi pego de surpresa em uma situação? É tão ruim assim ele simplesmente delegar isso pra um jogador? &quot;Quem é o Lorde de Ponte-Grão, narrador?&quot; &quot;Não sei! Me diga você, já que seu personagem morou lá a vida toda! Qual o nome dele e como ele é?&quot;.

A experiência &quot;in game&quot; pode ser maravilhosa pra um jogador e pode ser um desastre para outro, mesmo eles passando pela mesma situação! Depende do paradigma do jogador, depende do que ele gosta de ver numa sessão, depende das referências que ele tem, depende do conforto em tratar de temas, depende do objetivo dele com o jogo (como ele se diverte jogando)... ou seja, se o narrador não conhece aquele jogador, como ele pode estar &quot;preparado&quot; pra dar uma experiência &quot;in game&quot; adequada pra ele? Existe uma experiência de jogo padrão? Existe um jeito certo de narrar e um errado, profissionalmente? Talvez o jeito certo pra um narrador profissional de Dungeon World, Savage Worlds ou Fate seja um desastre para um de D&#038;D, ou para um jogador dos mesmos sistemas!

O que fazer com um jogador faz seu personagem atacar os PJ aliados? Ele tem esse direito? Isso estava no contrato? Ele tem esse direito? Mas ele não tem liberdade de ação dentro do jogo?

Talvez essa seja uma diferença entre jogar com estranhos e jogar com seus amigos, que não está no artigo. No jogo casual com amigos eu conheço as pessoas que estão comigo, me sinto a vontade diante deles, sei como eles jogam!

O próprio livro do mestre do D&#038;D 4 e 5 são enfáticos no &quot;Conheça teus jogadores&quot; como o principal ponto de partida para o mestre.

O comprometimento. Bem todos ali são estranhos e eu estou pagando! &quot;Hoje eu não estou num bom dia pra jogar, briguei com o cônjuge ou não dormi na noite anterior, mas ok, eu paguei, estou comprometido com isso!&quot;

Comprometimento não é relativo somente a presença ou ausência, mas sim vontade e disposição para o jogo, aberto a proposta da aventura e do conteúdo do jogo, além de outras variáveis.

Acredito que ser ator/produtor/roteirista/animador de torcida não garante um trabalho bem feito. Ser narrador não é saber contar uma história, é saber fazer pessoas contarem a mesma história! Acredito que o RPG é mais sobre os jogadores e menos sobre o narrador, ele não é único o responsável pela diversão do grupo, todos os jogadores são.

Não existe um jeito CERTO de narrar ou de jogar, existe o jeito que você GOSTA!

Resumindo, transformar as relações Narrador-Jogador em relações servidor-consumidor não é nenhuma garantia de que a experiência vai ser melhor. E geram questões:

Um jogador frustrado e não satisfeito com o desenrolar da história pode pedir seu dinheiro de volta? Ele tem esse direito? Ele está protegido pelo código de defesa do consumidor?

Ele pagou pra se divertir ou pagou pra você contar a sua história?

&quot;E agora? Eu paguei pra me divertir, mas e se meu personagem só levar peia e eu só me divirto quando ele se dá bem!&quot; ou &quot;Eu me divirto quando eu contribuo ativamente com a história contada&quot; ou &quot;Eu me divirto quando tenho grandes interações sociais nos jogos...&quot;.

Questões, questões...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>Acho interessante novas formas de jogar RPG, mas acho complicado eleger uma melhor que a outra. E é isso que este artigo faz, por mais que tente desfaçar aqui e ali.</p>
<p>Discussão sobre &#8220;Narrador Profissional&#8221; é um ponto polêmico em diversas rodas de discussão sobre RPG.</p>
<p>Bem, eu tenho a minha opinião: temos que ter cautela quando se transforma uma relação &#8220;casual&#8221; em uma relação de consumo, pois tem bem mais diferenças do que estas quatro elencadas aí, e nem todas são exatamente como descritas.</p>
<p>A preparação é um ponto interessante e divergente. A preparação do narrador. Afinal o que é um narrador preparado? É um que chega com a história pronta, as falas memorizadas e as descrições escritas? É aquele que leu e memorizou todas ou quase todas as regras? É aquele que fez um curso de teatro, cinema e etc.?</p>
<p>Jogos como Dungeon World tem a premissa de &#8220;Jogar pra ver o que acontece&#8221;, o narrador deve estar preparado para se surpreender e improvisar em cima das ações dos personagens jogadores! Não deve ter um mapa totalmente preenchido e deve delegar aos jogadores certos conteúdos sobre a história e o cenário muito para além dos seus personagens.</p>
<p>Ou Savage Worlds, que tem um baralho de aventura que pode colocar o &#8220;plot twist&#8221; totalmente na mão dos jogadores&#8230; e são 54 possibilidades ou mais! Difícil se preparar pra todas ela.</p>
<p>Então um narrador preparado pra improvisar seja mais importante do que um que já trouxe tudo pronto nesse caso.</p>
<p>Mas e se o narrador foi pego de surpresa em uma situação? É tão ruim assim ele simplesmente delegar isso pra um jogador? &#8220;Quem é o Lorde de Ponte-Grão, narrador?&#8221; &#8220;Não sei! Me diga você, já que seu personagem morou lá a vida toda! Qual o nome dele e como ele é?&#8221;.</p>
<p>A experiência &#8220;in game&#8221; pode ser maravilhosa pra um jogador e pode ser um desastre para outro, mesmo eles passando pela mesma situação! Depende do paradigma do jogador, depende do que ele gosta de ver numa sessão, depende das referências que ele tem, depende do conforto em tratar de temas, depende do objetivo dele com o jogo (como ele se diverte jogando)&#8230; ou seja, se o narrador não conhece aquele jogador, como ele pode estar &#8220;preparado&#8221; pra dar uma experiência &#8220;in game&#8221; adequada pra ele? Existe uma experiência de jogo padrão? Existe um jeito certo de narrar e um errado, profissionalmente? Talvez o jeito certo pra um narrador profissional de Dungeon World, Savage Worlds ou Fate seja um desastre para um de D&amp;D, ou para um jogador dos mesmos sistemas!</p>
<p>O que fazer com um jogador faz seu personagem atacar os PJ aliados? Ele tem esse direito? Isso estava no contrato? Ele tem esse direito? Mas ele não tem liberdade de ação dentro do jogo?</p>
<p>Talvez essa seja uma diferença entre jogar com estranhos e jogar com seus amigos, que não está no artigo. No jogo casual com amigos eu conheço as pessoas que estão comigo, me sinto a vontade diante deles, sei como eles jogam!</p>
<p>O próprio livro do mestre do D&amp;D 4 e 5 são enfáticos no &#8220;Conheça teus jogadores&#8221; como o principal ponto de partida para o mestre.</p>
<p>O comprometimento. Bem todos ali são estranhos e eu estou pagando! &#8220;Hoje eu não estou num bom dia pra jogar, briguei com o cônjuge ou não dormi na noite anterior, mas ok, eu paguei, estou comprometido com isso!&#8221;</p>
<p>Comprometimento não é relativo somente a presença ou ausência, mas sim vontade e disposição para o jogo, aberto a proposta da aventura e do conteúdo do jogo, além de outras variáveis.</p>
<p>Acredito que ser ator/produtor/roteirista/animador de torcida não garante um trabalho bem feito. Ser narrador não é saber contar uma história, é saber fazer pessoas contarem a mesma história! Acredito que o RPG é mais sobre os jogadores e menos sobre o narrador, ele não é único o responsável pela diversão do grupo, todos os jogadores são.</p>
<p>Não existe um jeito CERTO de narrar ou de jogar, existe o jeito que você GOSTA!</p>
<p>Resumindo, transformar as relações Narrador-Jogador em relações servidor-consumidor não é nenhuma garantia de que a experiência vai ser melhor. E geram questões:</p>
<p>Um jogador frustrado e não satisfeito com o desenrolar da história pode pedir seu dinheiro de volta? Ele tem esse direito? Ele está protegido pelo código de defesa do consumidor?</p>
<p>Ele pagou pra se divertir ou pagou pra você contar a sua história?</p>
<p>&#8220;E agora? Eu paguei pra me divertir, mas e se meu personagem só levar peia e eu só me divirto quando ele se dá bem!&#8221; ou &#8220;Eu me divirto quando eu contribuo ativamente com a história contada&#8221; ou &#8220;Eu me divirto quando tenho grandes interações sociais nos jogos&#8230;&#8221;.</p>
<p>Questões, questões&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fernando Alves		</title>
		<link>https://www.multiversos.com.br/rpg-diferencas-entre-sessao-de-jogo-casual-e-sessao-de-jogo-com-mestre-profissional/#comment-129</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2017 18:37:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://multiversos.com.br/?p=3182#comment-129</guid>

					<description><![CDATA[Olá! 

Acho interessante novas formas de jogar RPG, mas acho complicado eleger uma melhor que a outra. E é isso que este artigo faz, por mais que tente desfaçar aqui e ali.

Discussão sobre &quot;Narrador Profissional&quot; é um ponto polêmico em diversas rodas de discussão sobre RPG.

Bem, eu tenho a minha opinião: temos que ter cautela quando se transforma uma relação &quot;casual&quot; em uma relação de consumo, pois tem bem mais diferenças do que estas quatro elencadas aí, e nem todas são exatamente como descritas.

A preparação é um ponto interessante e divergente. A preparação do narrador. Afinal o que é um narrador preparado? É um que chega com a história pronta, as falas memorizadas e as descrições escritas? É aquele que leu e memorizou todas ou quase todas as regras? É aquele que fez um curso de teatro, cinema e etc.? 

Jogos como Dungeon World tem a premissa de &quot;Jogar pra ver o que acontece&quot;, o narrador deve estar preparado para se surpreender e improvisar em cima das ações dos personagens jogadores! Não deve ter um mapa totalmente preenchido e deve delegar aos jogadores certos conteúdos sobre a história e o cenário muito para além dos seus personagens. 

Ou Savage Worlds, que tem um baralho de aventura que pode colocar o &quot;plot twist&quot; totalmente na mão dos jogadores... e são 54 possibilidades ou mais! Difícil se preparar pra todas ela.

Então um narrador preparado pra improvisar seja mais importante do que um que já trouxe tudo pronto nesse caso.

Mas e se o narrador foi pego de surpresa em uma situação? É tão ruim assim ele simplesmente delegar isso pra um jogador? &quot;Quem é o Lorde de Ponte-Grão, narrador?&quot; &quot;Não sei! Me diga você, já que seu personagem morou lá a vida toda! Qual o nome dele e como ele é?&quot;.

A experiência &quot;in game&quot; pode ser  maravilhosa pra um jogador e pode ser um desastre para outro, mesmo eles passando pela mesma situação! Depende do paradigma do jogador, depende do que ele gosta de ver numa sessão, depende das referências que ele tem, depende do conforto em tratar de temas, depende do objetivo dele com o jogo (como ele se diverte jogando)... ou seja, se o narrador não conhece aquele jogador, como ele pode estar &quot;preparado&quot; pra dar uma experiência &quot;in game&quot; adequada pra ele? Existe uma experiência de jogo padrão? Existe um jeito certo de narrar e um errado, profissionalmente? Talvez o jeito certo pra um narrador profissional de Dungeon World, Savage Worlds ou Fate seja um desastre para um de D&#038;D, ou para um jogador dos mesmos sistemas! 

O que fazer com um jogador faz seu personagem atacar os PJ aliados? Ele tem esse direito? Isso estava no contrato? Ele tem esse direito? Mas ele não tem liberdade de ação dentro do jogo?

Talvez essa seja uma diferença entre jogar com estranhos e jogar com seus amigos, que não está no artigo. No jogo casual com amigos eu conheço as pessoas que estão comigo, me sinto a vontade diante deles, sei como eles jogam!

O próprio livro do mestre do D&#038;D 4 e 5 são enfáticos no &quot;Conheça teus jogadores&quot; como o principal ponto de partida para o mestre.

O comprometimento. Bem todos ali são estranhos e eu estou pagando! &quot;Hoje eu não estou num bom dia pra jogar, briguei com o cônjuge ou não dormi na noite anterior, mas ok, eu paguei, estou comprometido com isso!&quot; 

Comprometimento não é relativo somente a presença ou ausência, mas sim vontade e disposição para o jogo, aberto a proposta da aventura e do conteúdo do jogo, além de outras variáveis.

Acredito que ser ator/produtor/roteirista/animador de torcida não garante um trabalho bem feito. Ser narrador não é saber contar uma história, é saber fazer pessoas contarem a mesma história! Acredito que o RPG é mais sobre os jogadores e menos sobre o narrador, ele não é único o responsável pela diversão do grupo, todos os jogadores são. 

Não existe um jeito CERTO de narrar ou de jogar, existe o jeito que você GOSTA! 

Resumindo, transformar as relações Narrador-Jogador em relações servidor-consumidor não é nenhuma garantia de que a experiência vai ser melhor. E geram questões:

Um jogador frustrado e não satisfeito com o desenrolar da história pode pedir seu dinheiro de volta? Ele tem esse direito? Ele está protegido pelo código de defesa do consumidor?

Ele pagou pra se divertir ou pagou pra você contar a sua história?

Questões, questões...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá! </p>
<p>Acho interessante novas formas de jogar RPG, mas acho complicado eleger uma melhor que a outra. E é isso que este artigo faz, por mais que tente desfaçar aqui e ali.</p>
<p>Discussão sobre &#8220;Narrador Profissional&#8221; é um ponto polêmico em diversas rodas de discussão sobre RPG.</p>
<p>Bem, eu tenho a minha opinião: temos que ter cautela quando se transforma uma relação &#8220;casual&#8221; em uma relação de consumo, pois tem bem mais diferenças do que estas quatro elencadas aí, e nem todas são exatamente como descritas.</p>
<p>A preparação é um ponto interessante e divergente. A preparação do narrador. Afinal o que é um narrador preparado? É um que chega com a história pronta, as falas memorizadas e as descrições escritas? É aquele que leu e memorizou todas ou quase todas as regras? É aquele que fez um curso de teatro, cinema e etc.? </p>
<p>Jogos como Dungeon World tem a premissa de &#8220;Jogar pra ver o que acontece&#8221;, o narrador deve estar preparado para se surpreender e improvisar em cima das ações dos personagens jogadores! Não deve ter um mapa totalmente preenchido e deve delegar aos jogadores certos conteúdos sobre a história e o cenário muito para além dos seus personagens. </p>
<p>Ou Savage Worlds, que tem um baralho de aventura que pode colocar o &#8220;plot twist&#8221; totalmente na mão dos jogadores&#8230; e são 54 possibilidades ou mais! Difícil se preparar pra todas ela.</p>
<p>Então um narrador preparado pra improvisar seja mais importante do que um que já trouxe tudo pronto nesse caso.</p>
<p>Mas e se o narrador foi pego de surpresa em uma situação? É tão ruim assim ele simplesmente delegar isso pra um jogador? &#8220;Quem é o Lorde de Ponte-Grão, narrador?&#8221; &#8220;Não sei! Me diga você, já que seu personagem morou lá a vida toda! Qual o nome dele e como ele é?&#8221;.</p>
<p>A experiência &#8220;in game&#8221; pode ser  maravilhosa pra um jogador e pode ser um desastre para outro, mesmo eles passando pela mesma situação! Depende do paradigma do jogador, depende do que ele gosta de ver numa sessão, depende das referências que ele tem, depende do conforto em tratar de temas, depende do objetivo dele com o jogo (como ele se diverte jogando)&#8230; ou seja, se o narrador não conhece aquele jogador, como ele pode estar &#8220;preparado&#8221; pra dar uma experiência &#8220;in game&#8221; adequada pra ele? Existe uma experiência de jogo padrão? Existe um jeito certo de narrar e um errado, profissionalmente? Talvez o jeito certo pra um narrador profissional de Dungeon World, Savage Worlds ou Fate seja um desastre para um de D&amp;D, ou para um jogador dos mesmos sistemas! </p>
<p>O que fazer com um jogador faz seu personagem atacar os PJ aliados? Ele tem esse direito? Isso estava no contrato? Ele tem esse direito? Mas ele não tem liberdade de ação dentro do jogo?</p>
<p>Talvez essa seja uma diferença entre jogar com estranhos e jogar com seus amigos, que não está no artigo. No jogo casual com amigos eu conheço as pessoas que estão comigo, me sinto a vontade diante deles, sei como eles jogam!</p>
<p>O próprio livro do mestre do D&amp;D 4 e 5 são enfáticos no &#8220;Conheça teus jogadores&#8221; como o principal ponto de partida para o mestre.</p>
<p>O comprometimento. Bem todos ali são estranhos e eu estou pagando! &#8220;Hoje eu não estou num bom dia pra jogar, briguei com o cônjuge ou não dormi na noite anterior, mas ok, eu paguei, estou comprometido com isso!&#8221; </p>
<p>Comprometimento não é relativo somente a presença ou ausência, mas sim vontade e disposição para o jogo, aberto a proposta da aventura e do conteúdo do jogo, além de outras variáveis.</p>
<p>Acredito que ser ator/produtor/roteirista/animador de torcida não garante um trabalho bem feito. Ser narrador não é saber contar uma história, é saber fazer pessoas contarem a mesma história! Acredito que o RPG é mais sobre os jogadores e menos sobre o narrador, ele não é único o responsável pela diversão do grupo, todos os jogadores são. </p>
<p>Não existe um jeito CERTO de narrar ou de jogar, existe o jeito que você GOSTA! </p>
<p>Resumindo, transformar as relações Narrador-Jogador em relações servidor-consumidor não é nenhuma garantia de que a experiência vai ser melhor. E geram questões:</p>
<p>Um jogador frustrado e não satisfeito com o desenrolar da história pode pedir seu dinheiro de volta? Ele tem esse direito? Ele está protegido pelo código de defesa do consumidor?</p>
<p>Ele pagou pra se divertir ou pagou pra você contar a sua história?</p>
<p>Questões, questões&#8230;</p>
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